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fevereiro 11, 2009

Brasileiros veem feira da Arco como vitrine, por Mario Gioia, Folha de S.Paulo

Matéria de Mario Gioia,originalmente publicada na sessão Ilustrada da Folha Online, no dia 11 de fevereiro de 2009

A participação brasileira na Arco 2009 está bem mais econômica que no ano anterior, quando o Brasil foi o país convidado, mas os galeristas que participarão da feira espanhola veem uma boa oportunidade para vendas a instituições. Mesmo com a crise financeira, acreditam que o evento continua a ser uma boa vitrine da produção nacional para curadores, críticos e diretores de museus internacionais.

"A expectativa de venda não é das maiores, mas não posso só pensar no dinheiro que vou ganhar. Uma feira não serve só para isso. O mundo da arte passa por Madri nesses dias. A Arco continua a ser uma boa chance para apresentar artistas", diz Eduardo Leme, dono da paulistana galeria Leme.

Além da Leme, participam as galerias Dan, Nara Roesler, Vermelho, Raquel Arnaud, Novembro e Gentil Carioca.

Tradicionais participantes da Arco, como as paulistanas Casa Triângulo e Baró Cruz, ficaram ausentes dessa edição. "Neste ano, só vou visitá-la. Com o panorama pessimista, decidi não participar", diz Maria Baró, uma das sócias da Baró Cruz.

Cena contemporânea

Para a edição deste ano, a Leme investe em nomes emergentes, como o paulista Marcelo Moscheta. Também se destacam artistas já com certo trânsito no exterior, como a peruana radicada na Espanha Sandra Gamarra e o britânico David Batchelor.

A Nara Roesler leva ao evento um staff mais consagrado, com artistas como Abraham Palatnik, representante histórico da arte cinética no país, o cineasta e artista mineiro Cao Guimarães, 44, e o engajado Antonio Manuel, 61, português que chegou ao Rio em 1953.

A Raquel Arnaud apresenta nomes prestigiados, como Carmela Gross, Cassio Michalany e Iole de Freitas. E a Dan investe no filão da arte construtiva, exibindo obras de nomes como Almir Mavignier, brasileiro que participou do concretismo e mora na Alemanha.

Há ainda obras do jovem mineiro Matheus Rocha Pitta (pela Novembro) e a instalação do argentino radicado em SP Nicolás Robbio (pela Vermelho).

Posted by Gabriela Miranda at 12:04 PM