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outubro 10, 2018

Jornadas de Outubro na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro

Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado em 12 de outubro, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage estende a comemoração ao mês inteiro com jornadas dedicadas a crianças de todas as idades. São as Jornadas de Outubro, programa público da EAV Parque Lage, que entra na sua terceira edição, oferecendo diversas oficinas criativas e encontros educativos. Outubro é a data que a EAV elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças.

12 a 27 de outubro de 2018

Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ
21-2334-4088

PROGRAMAÇÃO

>>> Dia 12/10 (Dia das crianças/sexta-feira)

13h: haverá uma programação musical.

CINE CAPELINHA:
Filmes da série Juro que Vi
Local: Capelinha
Horário: 14h às 15h

Aberto ao público
Retirar senha na porta da Capelinha 1 hora antes da sessão começar.

Filmes da série Juro que Vi, dos diretores Humberto Avelar e Sergio Glenes, é uma série de curtas-metragens de animação brasileira que conta as histórias de personagens do folclore brasileiro, tais como o saci, a Iara e o curupira. Os episódios, realizados entre 2003 e 2010, são feitos com a participação de alunos da rede municipal de ensino do Rio de Janeiro e recontam as lendas de maneira atual abordando temas como como direito dos animais, proteção ambiental e preconceito.

DEMOCRACIA, 2016 (PERFORMANCE COLETIVA COM PARTICIPAÇÃO DO PÚBLICO)
Com Adriana Maciel, Martha Niklaus e Suely Farhi
Horário: 15h às 17h
Local: Cavalariças
Aberto ao público* [25 vagas para crianças de todas as idades]

As artistas convidam crianças de todas as idades para interagir com a faixa da Democracia (2016), um objeto facilitador de relações. Móvel e mutante, a faixa multicolorida com a palavra DEMOCRACIA possibilita vários jogos. Vira tapete, jogo de palavras, parangolé coletivo, túnel, cabana, minhoca, capa e o que mais se inventar. O objeto se transforma a partir do desejo e da escuta do coletivo, é um exercício lúdico de Democracia.

>>> Dia 13/10 (Sábado)

PROGRAMA ARTE EM FAMÍLIA (PARQUINHO LAGE)
Oficina de faixas e amuletos, com Priscila Fiszman, Ana Luiza Fonseca e Anitta Boavida
Horário: 10h30 às 12h30
Local: Cavalariças
Aberto ao público*

Oficina de confecção de faixas e amuletos para passear nossos sonhos e protestos. As faixas e amuletos poderão ser colocados na testa, no braço, no tornozelo, na rua, no peito, no bolso, na casa, servir de presente…Vamos pensar juntos e ativar desejos e urgências que queremos para o mundo.

14h haverá programação musical.

CINE CAPELINHA:
Filme: Historietas Assombradas
Diretor: Victor-Hugo Borges
Horário: 15h às 17h
Local: Capelinha
Aberto ao público
Retirar senha na porta da Capelinha 1 hora antes da sessão começar.

Historietas Assombradas (2017), do diretor Victor-Hugo Borges, conta a história de Pepe, uma criança de 12 anos que vive com a avó, uma bruxa-empresária. Ao saber que foi adotado e que seus pais estão vivos, ele parte em uma aventura para encontrá-los. O menino atrai a atenção de Edmundo, um vilão biomecânico que precisa da energia de crianças para se tornar imortal, que rapta a avó de Pepe. Desta forma, o garoto e seus amigos precisam resgatá-la o quanto antes, ao mesmo tempo em que Pepe busca solucionar o mistério do desaparecimento de seus pais.

>>> Dia 20/10 (Sábado)

ARTE EM FAMÍLIA:
Esconde-esconde em duplas
Com: Alexis Zelensky, Ana Luiza Fonseca, Keyna Eleison e Luana Vieira.
Horário: das 10h30 às 11h30
Local: Bosque de piquenique
Aberto ao público* [15 vagas]

A brincadeira será entre crianças de todas as idades, dentro da floresta, em duplas! Uma dupla de pegadores contam até certo número com os olhos fechados e as outras duplas se escondem. Os que se escondem têm que voltar ao lugar onde os pegadores contaram e bater no ponto de partida. Os últimos a serem pegos pelos pegadores, serão os próximos a bucar os escondidos na floresta.

12h: haverá uma programação musical.

OFICINA DE SLIME [DE CRIANÇA PARA CRIANÇA]:
Com: Sofia Schnoor (10 anos)
Horário: das 13h30 às 15h
Local: Sala das crianças
Aberto ao público* [10 vagas]

A tradução de SLIME para a língua portuguesa é algo líquido viscoso, grosso, desagradável de tocar. Mas o certo é que essa massa é febre em crianças de todas as idades, difundida principalmente em tutoriais de canais de redes sociais. Aqui na nossa Jornadas a professora será Sofia Schnoor, mestra em fabricação de SLIME, com várias gradações de viscosidades e texturas.

CINE CAPELINHA:
Programação: Curtas de George Méliès
Horário: das 15h às 17h
Local: Capelinha
Aberto ao público
Retirar senha na porta da Capelinha 1 hora antes da sessão começar.

Georges Méliès, (1861 – 1938) cineasta francês, ilusionista, conhecido também como o “mágico do cinema’, foi um inovador através do uso de efeitos especiais e técnicas como o stop-motion. Foi um dos primeiros cineastas a usar exposições múltiplas, a câmera rápida, as dissoluções de imagem e o filme colorido. Entre seus filmes mais famosos, estão: Le voyage dans la Lune (1902) , Voyage à travers l’impossible (1904) e Le Manoir du Diable (1896).

>>> Dia 27/10 (Sábado)

ENCERRAMENTO DAS JORNADAS DE OUTUBRO

PISCINA LIVRE E MINI SERES DO MAR
Horário: das 15h às 17h
Local: Piscina, palacete
Aberto ao público*

Mini seres do mar >> com formação inusitada para um bloco de Carnaval, com violino e sanfona, os mini seres nasceram em 2016 com a singela proposta de se apresentar na festa de um ano do filho de um de seus fundadores. De lá para cá, o cardume só fez aumentar. Caranguejos, peixes e peixões, sereias, lagostas e tubarões, pescadores, marinheiros e piratas, se preparem! O Bloco de Carnaval que há dois vem fazendo sucesso entre nenéns, crianças e adultos, estará nas Jornadas de Outubro com um repertório de clássicos do cancioneiro infantil e da MPB, dentro da temática marinha. Sanfona, violino, sopros e zabumbas estão a postos para levar a todos numa viagem pelos ritmos brasileiros.

CINE LAGINHO:
Curtas: filmes realizado pelas crianças dos cursos Filme sem Câmera e Criação de Documentário
Longa: Outubro Acabou, Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes
Horário: das 17h às 19h
Local: Piscina
Aberto ao público*

Publicado por Patricia Canetti às 2:50 PM


outubro 5, 2018

ArtHub #1 Visita ao Inhotim

Na primeira edição do Art Hub, a Assemblage viaja até Minas Gerais para conhecer e apresentar o acervo do Instituto Inhotim com a participação de dois curadores convidados.

2 a 5 de novembro de 2018

Assemblage - realização e produção
Informações: 11-98047-9743 ou por email

APRESENTAÇÃO

O Art Hub é o projeto da Assemblage que oferece ao público a oportunidade de conhecer as Artes Visuais desde seu centro: espaços de arte e ateliês de artistas com a presença de curadores e críticos de arte convidados para desdobrar os assuntos referentes às pesquisas artísticas apresentadas.

Na primeira edição do Art Hub, a Assemblage viaja até Minas Gerais para conhecer e apresentar o acervo do Instituto Inhotim com a participação de dois curadores convidados. Com um dos mais relevantes acervos de arte contemporânea do mundo e uma coleção botânica que reúne espécies raras e de todos os continentes, o Inhotim é considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina.

Douglas de Freitas, curador, bacharel em Artes Visuais, atua desde 2011 como curador de Artes Visuais do Museu da Cidade de São Paulo.

Fernanda Lopes, crítica de arte e pesquisadora, mestre e doutora em História e Crítica de Arte pela EBA-UFRJ, é professora da EAV do Parque Lage. Desde 2016 atua como curadora assistente do MAM Rio.

NOSSO ROTEIRO

02/11 - 01º Dia – SP/RJ/CWB > CONFINS > HOTEL
03/11 - 02º Dia – BH > BRUMADINHO - INHOTIM > BH
04/11 - 03º Dia – BH > INHOTIM > BELO HORIZONTE
05/11 - 04º Dia – BELO HORIZONTE - CONFINS > SP/RJ/CWB

VIAJE CONOSCO!

Quando: 2, 3 e 4 de novembro de 2018
Onde: Brumadinho - MG

Inclui: Vôos (ida/volta)
Hotel (três diárias com café da manhã)
Transfers
(Confins/BH > Inhotim > BH/Confins)
Visita Guiada (ingressos inclusos)

Investimento: R$ 2.000,00 (parceláveis)
*consulte valor promocional para estudante

IMPORTANTE

Não efetivar a compra antes de informar o local de origem do vôo. Os locais e datas de compra podem modificar o valor do pacote. Entre em contato por email para confirmar as condições

Inscreva-se aqui

Publicado por Patricia Canetti às 4:33 PM


outubro 3, 2018

Arte no Cinema - programação de outubro na Roberto Marinho, Rio de Janeiro

Arte no Cinema - Sessão Philos
Programação de outubro

FORMATO CINEMA (longas)

SÁBADOS
06.10 | 16h30 O Grupo de Picasso
13.10 | 16h30 Rembrandt, Da Luz À Escuridão
20.10 | 16h30 Warhol, O Profeta da Pop Art
27.10 | 16h30 Velázquez, A Pintura Toma O Poder

FORMATO DINÂMICO
(exibição de curtas sempre em looping)

02 a 05.10
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Interior Holandês I de Joan Miró (9 min)
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Girafa em Chamas de Salvador Dalí (9 min)

09 a 12.10
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Passeio de Marc Chagall (9 min)
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Doces Sonhos de Paul Gauguin (9 min)

16 a 19.10
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Garota com fita no cabelo de Roy Lichtenstein (9 min)
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Interior de Anselm Kiefer (9 min)

23 a 26.10
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Um Inglês em Moscou de Kasimir Malevich (9 min)
Documentário “A Casa” de Antonio Carlos da Fontoura (14 min)
Obras de Arte Inesquecíveis: Campo Feliz de Jean Dubuffet (9 min)

SINOPSES

O Grupo de Picasso
Ano: 2015 | Duração: 51 min | Diretores: Amélie Harrault, Pauline Gaillard, Valerie Loiseleux
Picasso responde a Matisse com a pintura “Les Demoiselles d'Avignon”. A tela provoca um escândalo e evidencia a estética do cubismo. A série mergulha na vida parisiense na virada do século XX, época de uma excepcional efervescência artística, revelando os escândalos, tragédias e os triunfos que moldaram o período da Arte Moderna.

Rembrandt, Da Luz À Escuridão
Ano: 2015 | Duração: 52 min | Diretor: Christophe Alaof
Rembrandt encontra a originalidade em uma forma rara de contrastar luz e escuridão, conhecida como “clair-obscur". Esta técnica reflete sua própria vida: Rembrandt sucessivamente passa por glória e solidão, amor e dor, riqueza e falência. Sua primeira obra de arte, La Leçon d'Anatomie, foi sucesso imediato. A série traz uma coleção de perfis de grandes artistas junto a suas obras-primas.

Warhol, O Profeta da Pop Art
Ano: 2015 | Duração: 55 min| Diretor: Christophe Alaof
Andy Warhol afirmava de forma provocativa que ele só existia na superfície, que era apenas uma personalidade, desprovido de história. Um homem perturbado que tentou esconder suas emoções toda a vida para criar o artista pop. A série traz uma coleção de perfis de grandes artistas junto a suas obras-primas.

Velázquez, A Pintura Toma O Poder
Ano: 2015 | Duração: 55 min | Diretor: Thibaut Sève
“As meninas” é a obra mais emblemática de Velázquez e seu único autorretrato. Um casal real, uma princesa, servos, bobos da corte e o próprio artista. Colocar um pintor ao lado da família real é um ato ousado no século XVII e revela um pouco de sua face ambiciosa. A série traz uma coleção de perfis de grandes artistas junto a suas obras-primas.

Série Masterworks
Ano: 2014 | Duração: 9 minutos | Diretor: Reiner E. Moritz
A série Obras de Artes Inesquecíveis é referência mundial para os amantes da arte. Cada episódio aborda uma obra-prima de destaque e nos leva a uma fascinante viagem para o contexto histórico e a uma visão mais profunda daquela pintura.

SERVIÇO

Instituto Casa Roberto Marinho
Rua Cosme Velho 1105, Rio de Janeiro, RJ
21-3298-9449
Terça a domingo, das 12h às 18h

Ingressos: R$ 10 (inteira) / R$ 5 (meia entrada). Às quartas-feiras, a entrada é franca. Aos domingos, “ingresso família” a R$ 10 para grupos de quatro pessoas. A CRM respeita todas as gratuidades previstas por lei.

Estacionamento gratuito para visitantes, em frente ao local, com capacidade para 30 carros.

A Casa Roberto Marinho é acessível a portadores de deficiências físicas

Publicado por Patricia Canetti às 10:12 AM


setembro 26, 2018

Documentário sobre o grupo Chelpa Ferro na FIC, Porto Alegre


Trailer VCA Chelpa Ferro from Videobrasil on Vimeo.

Filme do diretor Carlos Nader terá sessão comentada com o professor e artista visual Chico Machado

30 de setembro de 2018, domingo, 16h

Fundação Iberê Camargo - Auditório BTG Pactual
Avenida Padre Cacique 2000, Porto Alegre, RS

No próximo domingo, 30 de setembro, às 16h, o Cine Iberê apresenta o documentário Chelpa Ferro, do diretor Carlos Nader, sobre o grupo criado em 1995 pelos artistas plásticos Barrão e Luiz Zerbini e pelo editor de cinema Sergio Mekler. A sessão única e gratuita contará com debate com o professor e artista visual Chico Machado. A exibição integra as atividades paralelas às exposições Iberê Camargo: formas em movimento e Caixa Preta. A curadoria do Cine Iberê é de Marta Biavaschi.

O Chelpa Ferro explora a plasticidade do som em esculturas, objetos, instalações e performances que desafiam os sentidos do espectador. Uma de suas instalações – ON-OFF Poltergeist, de 2007 – pode ser vista na exposição Caixa Preta, em cartaz na Fundação Iberê Camargo.

Sexto documentário da série Videobrasil Coleção de Autores, Chelpa Ferro foi filmado em 2008. No filme, o diretor Carlos Nader acompanha a montagem do objeto sonoro Totoro, na Pinacoteca de São Paulo, e da instalação Jungle Jam, no Museu de Arte Moderna da Bahia, além da apresentação da ópera desconstruída A autópsia da cigarra gigante, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio de Janeiro. Reflexões dos artistas e excertos de trabalhos anteriores – como Acqua Falsa (2005), apresentada na Bienal de Veneza, e a instalação Estabilidade provisória (2005), na Fundação Eva Klabin – deixam entrever as inquietações e o sentido de humor por trás de sua produção particular.

O diretor Carlos Nader nasceu em São Paulo em 1964. Desde 1992 vem dirigindo vídeos que já foram premiados e exibidos por museus, centros culturais e veiculados nos principais canais de TV do planeta. Mesclando linguagens que vão do documentário clássico à videoarte, Carlos Nader é, acima de tudo, um ensaísta. Entre seus temas principais estão a questão da identidade, a sensação do tempo e a relação do homem com a câmera. Filmografia: A Paixão de JL (2014), Homem Comum (2014), Eduardo Coutinho, 7 de outubro (2013), Chelpa Ferro (2009), Pan-Cinema Permanente (2008) e Preto e Branco (2004).

Chico Machado é artista plástico, performer e professor de Artes Visuais, com mestrado e doutorado em Poéticas Visuais pela UFRGS. Atuando também na área musical, realizou diversas exposições individuais e coletivas desde 1991. É professor no Departamento de Arte Dramática da UFRGS. Recebeu o Prêmio Aquisitivo no V Salão Nacional Victor Meirelles de Artes Plásticas, em Florianópolis (1997), o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, destaque em escultura, em Porto Alegre (2011), e foi o vencedor do I Concurso Goethe de Artes Plásticas, em Porto Alegre (2000). Como artista e pesquisador atua nos temas: objeto, performance, vídeo e elementos visuais da encenação.

Publicado por Patricia Canetti às 7:17 AM


Seminário Arte além do horizonte no Pivô, São Paulo

O Pivô apresenta o seminário “Arte além do horizonte: Repensando o meridiano da política e da estética” – organizado pelo Antropólogo Alex Flynn – como parte do programa Pivô Recebe, que apresenta projetos previamente formatados por artistas, curadores ou produtores culturais selecionados por afinidades conceituais com o programa da instituição.

Participantes: Alex Ungprateeb Flynn, André Mesquita, Bruno de Almeida, Catalina Lozano, Fernando Palma Rodríguez, Isabella Rjeille, Jonas Tinius, Juliana Caffé, Laymert Garcia dos Santos, Luiza Crosman, Pedro Cesarino, Simon Njami, Virgínia de Medeiros, Wura-Natasha Ogunji, Yudi Rafael

29 e 30 de setembro de 2018

Pivô
Avenida Ipiranga 200, Edifício Copan, loja 54, São Paulo, SP
11-3255-8703 ou contato@pivo.org.br

O seminário propõe uma reflexão crítica acerca das intersecções entre arte, estética e política a fim de repensar noções relevantes para o futuro da arte contemporânea, que nos últimos anos, esteve sujeita a uma série de incursões teóricas e práticas que questionam seus próprios modelos e estruturas, a hegemonia de um cânone geograficamente localizado, assim como a noção de autonomia.

Obras que sugerem experiências de sociabilidade e que desafiam os sistemas da arte contemporânea dos países hegemônicos ganharam maior visibilidade, propondo caminhos inesperados para engajar-se na história e orientando a prática artística como de produção de conhecimento. Paralelamente, surgiram proposições teóricas que perceberam tais práticas como “modos de fazer” que intervêm na ordem geral da vida cotidiana, ao mesmo tempo em que identificam a relação entre a inserção da arte na sociedade e seu desejo por autonomia.

É importante ressaltar que essas possibilidades estão situadas simultaneamente no interior e no exterior dos paradigmas existentes na história da arte, em um campo liminar e de contestação, entre a prática artística e a intervenção ativista.

“Arte além do horizonte” visa refletir sobre essas questões abrangendo perspectivas intersticiais – muitas delas oriundas de territórios do Sul Global – através de uma série de diálogos entre artistas, curadores e acadêmicos com o interesse de repensar as noções hegemônicas que circulam pelo sistema da arte contemporânea, revisando formas de socialbilidade, a reconfiguração de cânones eurocêntricos, a relação entre arte e sociedade, assim como as consequências da produção contemporânea.

PROGRAMAÇÃO

Dia 29

11h – Introdução: Julian Fuchs (Goethe Institut), Alex Ungprateeb Flynn (Universidade de Durham)

11h30 – Primeira mesa: Jonas Tinius (Antropólogo, Universidade Humboldt, Berlim) e Wura Ogunji (Artista/Curadora). Moderador: Laymert Garcia Dos Santos (Universidade Estadual de Campinas)

13h30 – Café

14h: Segunda mesa: Fernando Palma Rodríguez (Artista) e Catalina Lozano (Curadora, Museu Jumex). Moderador: Pedro Cesarino (Universidade de São Paulo

16h: Encerramento do primeiro dia

Dia 30

13h – Primeira mesa: Luiza Crosman (Artista) e Bruno de Almeida (Curador). Moderadora: Isabella Rjeille (Curadora, Museu de Arte de São Paulo)

15h – Café

15h30: Segunda mesa: Juliana Caffé, Yudi Rafael e Alex Ungprateeb Flynn (Curadores da Residência Artística Cambridge) e André Mesquita (Museu de Arte de São Paulo). Moderadora: Virginia de Medeiros (Artista)

17h30- Keynote talk: Simon Njami (Curador)

18h30 – Recepção

19h: Encerramento

PARTICIPANTES

Alex Ungprateeb Flynn vive e trabalha em São Paulo. Sua pesquisa se dirige ao campo da antropologia da arte, com ênfase em estética, política e subjetividade, e desenvolve pesquisas no Brasil desde 2007 com temáticas relativas a intervenções ativistas, produção de conhecimento e noções do Sul Global. Em 2016 integrou a equipe curatorial da Residência Artística Cambridge e fará a curadoria de duas exposições sobre o fenômeno de editoras cartoneras em São Paulo e Londres em 2018 e 2019. É autor dos livros ‘​Anthropology, Theatre and Development​’ (Palgrave, 2015) em parceria com Jonas Tinius, e ‘​Claire Fontaine: em vista de uma prática ready-made​’ (GLAC 2016) com Leonardo Araujo, entre vários outros artigos. Atualmente é professor no Departamento de Antropologia na Universidade de Durham e coordena a Anthropologies of Art [A/A], plataforma de difusão de perspectivas contemporâneas da antropologia da arte.

André Mesquita vive em São Paulo onde realiza pesquisas sobre as articulações entre arte, política e ativismo. Ele recebeu seu doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. É autor dos seguintes livros: Insurgências poéticas: arte ativista e dinâmica coletiva (Annablume / Fapesp, 2011), Esperar não é saber: arte entre o silêncio e a evidência (2015), realizado com financiamento da Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais 2014, e co-autor do Desinventario: esquirlas de Tucumán Arde no arquivo de Graciela Carnevale (Ocho Libros, 2015). Em 2014, Mesquita foi pesquisador residente do Museu Nacional de Arte Reina Sofía, na Espanha. Como membro do Red Conceptualismos del Sur (Rede de Conceptualismos do Sul), ele foi um dos curadores de Perder la forma humana: uma imagen sísmica de los años ochenta en América Latina (Museo Reina Sofía, 2012) e contribuiu para a publicação que acompanha. Além disso, foi co-curador da exposição Politização da Amizade (Moderna Galerija / Museu de Arte Contemporânea Metelkova, Ljubljana, 2014). Atualmente Mesquita trabalha no Programa Público no Museu de Arte de São Paulo (MASP).

Bruno de Almeida. Curador e arquiteto, integra o Programa Curatorial 2018/19 da instituição De Appel, Amsterdã, Países Baixos. Fundador e curador das plataformas de exposição/pesquisa SITU (2015-2017) e 1:1 (2018-), ambas em São Paulo, Brasil. Nas suas 7 edições o projeto SITU comissionou uma série de obras públicas que exploram a relação entre arte, arquitetura e a cidade como uma forma de investigar aspectos sócio-espaciais da urbanidade contemporânea. 1:1 comissiona trabalhos que se desenrolam simultaneamente no espaço de exposição e num segundo estabelecimento local pré-existente no bairro da galeria. Bruno de Almeida é Mestre em Arquitetura pela Accademia di Architettura, Mendrisio, Suíça, e Bacharel pela Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto, Portugal. Desenvolveu outros projetos com instituições tais como: Harvard University, Graduate School of Design, Cambridge, EUA; Storefront for Art and Architecture, Nova Iorque, EUA; 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo, Brasil; Pivô Arte e Pesquisa, São Paulo, Brasil, entre outras. Participou das residências: TATE Intensive, TATE Modern, Londres, Inglaterra (2018); IdeasCity, New Museum em colaboração com LUMA Foundation, Arles, França (2017); Curatorial Intensive Accra, Independent Curators International, Acra, Gana (2017), entre outras.

Catalina Lozano é Curadora Assistente do Museu Jumex na Cidade do México e pesquisadora independente. Ela se interessa em narrativas históricas minoritárias que questionam formas hegemônicas de conhecimento. A análise das narrativas coloniais e a desconstrução da divisão moderna entre natureza e cultura foram pontos de partida para muitos de seus projetos curatoriais e editoriais, como C’est qui ne sert pas s’oublie (CAPC Bordeaux, 2015) e A Machine Desires Instruction as a Garden Desires Discipline (MARCO Vigo, FRAC Lorraine, e Alhóndiga Bilbao, 2013-14) e o livro Crawling Doubles: Colonial Collecting and Affects (B42, Paris), co-editidado com Mathieu K. Abonnenc e Lotte Arndt.

Fernando Palma Rodríguez combina sua formação como artista e engenheiro mecânico para criar esculturas robóticas que utilizam software customizado para executar coreografias complexas. Seus trabalhos respondem a questões enfrentadas pelas comunidades indígenas no México, abordando direitos humanos e o direito à terra, violência e crises ambientais urgentes. Palma Rodríguez vive e trabalha na região agrícola de Milpa Alta, perto da Cidade do México, onde administra a Calpulli Tecalco, uma organização sem fins lucrativos dedicada à preservação da língua e da cultura Nahua.

Isabella Rjeille é Curadora Assistente do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) e co-editora da revista Nossa Voz na Casa do Povo, São Paulo. Fez curadoria de exposições como “Tunga: O Corpo em Obras” (2017-18, MASP), “Tracey Moffatt: Montagens” (2017, sala de vídeo, MASP), “TOTEMONUMENTO” (2016, Galeria Leme), “O que Caminha ao lado ”(2015, SESC Vila Mariana, São Paulo). Foi Assistente Curadora na exposição “Artevida”, com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, realizada no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Casa França Brasil e Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro (2015); Assistente curatorial da 32ª Bienal de São Paulo – “Incerteza ao Vivo” (2016) e co-editora de sua antologia de textos “Dias de Estudo” com Jochen Volz. Atualmente, está pesquisando as interseções entre arte e ativismo dentro de uma perspectiva feminista na arte contemporânea.

Jonas Tinius é antropólogo da arte e pesquisador de pós-doutorado no Centro de Pesquisa Antropológica sobre Museus e Patrimônio (CARMAH), Instituto de Etnologia Européia, Universidade Humboldt, Berlim. Seu projeto de pesquisa atual visa entender como as instituições de arte baseadas em Berlim se engajam com noções de alteridade através de estratégias curatoriais críticas.

Juliana Caffé é curadora independente e pesquisadora em arte contemporânea. Possui especialização em Curadoria pela University of Cape Town UCT (África do Sul); em Arte: História, Crítica e Curadoria pela Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão da PUC SP. Integrou a equipe da Associação Cultural Videobrasil entre 2013 e 2017, onde trabalhou na programação das exposições e demais atividades do Galpão VB. É co-curadora e coordenadora da plataforma Conversas em Gondwana. Entre os trabalhos de curadoria destacam-se: a Residência Artística Cambridge, projeto recipiente do Prêmio APCA 2016 na categoria apropriação urbana; o Seminário: Pensar a América Latina | Panorama Político e Cultural na Associação Cultural Videobrasil (São Paulo, 2017), e a exposição How to Remain Silent? na A4 Arts Foundation (Cidade do Cabo, 2017).

Laymert Garcia dos Santos, professor da UNICAMP, foi diretor da Fundação Bienal de São Paulo (2009-2010). Atua principalmente nas seguintes áreas: biotecnologia, tecnologia e arte contemporânea. Atualmente coordena o Laboratório de Cultura e Tecnologia em Rede.

Luiza Crosman é artista, escritora e pesquisadora de dinâmicas institucionais e estratégias especulativas. Seu trabalho geralmente envolve ‘positive feedback loops’, usando sistemas recursivos que se referem a um evento original. Isso se manifesta em desenhos, textos, instalações e oficinas e no interesse de visualizar como as coisas estão em movimento, produzindo constantemente novas possibilidades de futuro. Crosman está atualmente focando nos conceitos visuais em torno da especulação sobre espaços, coletividade e mega-estruturas. Recentemente Crosman participou de exposições e desenvolveu projetos com Josza Gallery, Iselp, Projetos Greylight, Constant, (Bruxelas 2018, 2017, 2016), KW (Berlim, 2017), CAC (Vilnius, 2017) e CCSP (São Paulo, 2017). Projetos atuais e futuros incluem “TRAMA” na 33 Bienal de São Paulo, São Paulo (2018), “Desenhos azuis para potenciais espaços de arte” na Universidade HKB, Berna (2018) e “BLOCC – Alavancagem do Capitalismo Criativo” na SommerAkademie Paul Klee, Berna (2019).

Pedro Cesarino é Professor de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP), suas pesquisas concentram-se na área de antropologia das formas expressivas e etnologia indígena. Desenvolve estudos sobre xamanismo, cosmologia, tradições orais, tradução e antropologia da arte.

Simon Njami é curador independente, crítico de arte e escritor. Ele é o co-fundador e editor-chefe da “Revue Noire”. Anteriormente, Njami foi diretor artístico da Bienal de Fotografia de Bamako de 2000-2010 e co-curador do primeiro pavilhão africano na 52ª Bienal de Veneza em 2007. Foi curador de numerosas exposições de arte contemporânea e fotografia, incluindo Africa Remix (2004-2007) e a primeira feira de arte africana em Joanesburgo em 2008. Em 2014, a exposição Divine Comedy, criada e comissariada por ele, iniciou uma digressão mundial no MMK (Museum für Moderne Kunst) em Frankfurt, passando para o SCADMuseum of Art em Savannah e o Museu Smithsonian de Arte Africana em Washington, DC. Ele é o diretor das Master Classes Pan-africanas em Fotografia, um projeto criado em parceria com o Instituto Goethe; diretor artístico da Fundação Donwahi (Abidjan, Costa do Marfim); assessor da Coleção Sindika Dokolo (Luanda, Angola); secretário do júri especial do World Press Photography Awards; diretor artístico da primeira edição da Off Biennale (Cairo, 2015) e da Bienal de Dak’Art de 2016 e 2018 (Dakar, Senegal), o primeiro e mais importante evento artístico da África.

Virgínia de Medeiros é artista visual, adapta imagens documentais para usos subjetivos e conceituais propiciando a revisão dos modos de leitura da alteridade. Recebeu em 2015 o Prêmio PIPA Júri e Voto Popular e a 5a Edição do Marcantonio Vilaça. Participou várias exposições como 27ª Bienal Internacional de São Paulo (Pavilhão da Bienal, 2006); 31a Bienal de São Paulo, São Paulo (Pavilhão da Bienal, 2014); La réplica Infiel (Centro de Arte 2 de Mayo, Madrid, 2016).

Wura-Natasha Ogunji vive entre Austin (EUA) e Lagos (Nigéria). Seu trabalho transita entre desenhos, vídeos e performances. Seus desenhos feitos em grafite, tinta e bordados à mão sobre papel vegetal são inspirados nas interações cotidianas que ocorrem na cidade de Lagos, das mais íntimas às mais extraordinárias. Já suas performances, exploram a presença feminina no espaço público e tratam de questões como trabalho, lazer, liberdade e banalidades. Atualmente atua como artista-curadora na 33a Bienal de São Paulo com projeto intitulado sempre, nunca a proposta de Ogunji que apresenta um diferencial: é composta somente por obras comissionadas especialmente para a mostra, feitas apenas por artistas mulheres que criarão trabalhos através de um processo curatorial colaborativo e horizontal.

Yudi Rafael é curador independente, pesquisador e artista. Realizou diversas curadorias em São Paulo, tendo atuado, recentemente, como co-curador do projeto Residência Artística Cambridge (2016-17), na Ocupação Hotel Cambridge, e como curador assistente da 2a edição de Frestas: Trienal de Artes, Entre Pós-Verdades e Acontecimentos (2017), no Sesc Sorocaba. Atualmente, é doutorando em Culturas Latino-Americanas e Ibéricas na Universidade Columbia.

Publicado por Patricia Canetti às 6:39 AM