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abril 16, 2019

Seminário Arte, Cultura e Política no Brasil Contemporâneo: uma Perspectiva a Partir do Rumos Itaú Cultural

O cenário cultural, artístico e político no Brasil é tema de seminário no Itaú Cultural

Arte, Cultura e Política no Brasil Contemporâneo: uma Perspectiva a Partir do Rumos Itaú Cultural reúne especialistas para debaterem sobre as mudanças no universo ligado às artes, a partir da criação e modificações deste que é um dos principais programas de fomento à cultura do país. O objetivo é levantar a discussão sobre os modos de se fazer arte e a necessidade dos editais. Na sequência, ainda em abril, o seminário segue para a capital de Roraima, Boa Vista, e do Mato Grosso, Cuiabá

Nos dias 17 e 18 de abril (quarta-feira e quinta-feira), o Itaú Cultural realiza o seminário Arte, Cultura e Política no Brasil Contemporâneo: uma Perspectiva a Partir do Rumos Itaú Cultural. A proposta é reunir especialistas das diferentes áreas de expressão artística para debater o atual cenário dos três eixos que dão nome à atividade. Toda a reflexão é alimentada por subsídios baseados na série histórica do programa Rumos a partir dos editais de 2013-2014, de 2015-2016 e o mais recente, de 2017-2018. Toda a programação será transmitida ao vivo pelo site do instituto (www.itaucultural.org.br).

O Itaú Cultural promoveu uma pesquisa sobre um total de 1.723 fichas de inscrição e sobre os projetos finalistas do Programa Rumos nestes três momentos. O objetivo foi investigar os impactos gerados pelo novo formato do edital e como as suas alterações são percebidas pelos diversos agentes culturais. Ela revela, por exemplo, que as inovações e alterações no Rumos ocorridas a partir de 2013 marcaram uma nova fase na seleção de projetos artísticos e culturais no Brasil, em que a ideia é o foco. Este formato, segundo o estudo, ampliou a possibilidade de acesso a recursos para criadores que não tinham espaço no estabelecido mercado de editais e ampliou as possibilidades de realização aos criadores que, de alguma forma, já estavam sendo contemplados em outros processos.

Formato

O seminário, compartilha com o público estes resultados e aprendizados, sem perder de vista os demais editais e como eles foram se transformando. A historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz abre os debates no dia 17, às 20h, com a palestra Cultura, Arte e Política no Brasil Contemporâneo. No dia seguinte, são realizadas mais três mesas – às 14h, 17h e 20h –, com participações de profissionais de áreas de expressão artística diversas, ao lado da gerente do Núcleo de Comunicação do Itaú Cultural, Ana de Fátima Sousa, o gerente do Núcleo de Inovação, Marcos Cuzziol, e o de Música, Edson Natale.

Participam das mesas, a performer e idealizadora da Casa de Zuleika, espaço contemporâneo dedicado às linguagens da performance e visuais, Estela Lapponi; o cantor e compositor Tiganá Santana; a professora, artista e autora de livros didáticos, Beá Meira; a ativista e defensora nos campos de governança da internet e atuante na Fundação Ford no Brasil, em direitos de mídia e questões de acessibilidade, Graciela Selaimen; o diretor do Centro da Música da Funarte (ex-MinC) e representante do Ibermúsicas no Brasil, Marcos Souza; a secretária Executiva de Planejamento e Gestão da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, Suzete Nunes, e o professor de filosofia e tradutor Peter Pal Pelbart.

No primeiro dia, é realizada, também, a oficina Laboratório de portfólio: Trajetórias, campos de trabalho, contingências culturais, urgências sociais. Ministrada pela artista e pesquisadora Mônica Hoff e a curadora e professora Fernanda Albuquerque. A proposta delas é construir um espaço de reflexão sobre as trajetórias e campos de trabalho, analisando de acordo com as contingências culturais e urgências sociais atuais. Os nomes dos selecionados para participar desta oficina, por meio de inscrição, encontram-se aqui.

Debates

Entre as discussões levantadas estão as maneiras de pensar e fazer cultura; a arte e a política no Brasil atual e os métodos de seleção e funcionamento de instituições nacionais e internacionais no processo de escolha de projetos. Amarra toda a estrutura dos debates, uma perspectiva geral do Rumos naquelas três edições, explorando dados quantitativos, qualitativos e linguagens.

Depois de São Paulo, o Seminário Arte, Cultura e Política no Brasil Contemporâneo: uma Perspectiva a Partir do Rumos Itaú Cultural passa por outras cidades na semana seguinte. No dia 23 de abril, terça-feira, o Teatro Municipal de Boa Vista, Roraima, recebe o encontro com apresentação e mediação de Ana de Fátima Sousa, gerente do núcleo de Comunicação do Itaú Cultural, e a participação de especialistas e artistas contemplados pelo programa. Na quinta-feira, 25, segue para Mato Grosso. Realizado no Cine Teatro Cuiabá, desta vez, a apresentação e mediação é de Tânia Rodrigues, gerente da Enciclopédia Itaú Cultural.

Rumos e premissas

Rumos nasceu em 1997 com o objetivo de valorizar a diversidade, estimular a criatividade e a reflexão sobre a cultura no país, além de premiar artistas e pesquisadores de diferentes áreas. Nestes 22 anos, a iniciativa recebeu mais de 64,6 mil inscrições, vindas de todos os estados do país e do exterior. Destas, foram contempladas mais de 1,4 mil propostas nas cinco regiões brasileiras, que receberam o apoio do instituto para o desenvolvimento dos projetos selecionados nas mais diversas áreas de expressão ou de pesquisa. Os trabalhos resultantes da seleção de todas as edições foram vistos por mais de 6 milhões de pessoas em todo o país.

Até 2013, os editais eram focados individualmente em artes visuais, arte e tecnologia, dança, música, cinema e vídeo, educação, literatura, jornalismo cultural e gestão cultural. Em 2013, o programa foi totalmente reformulado.

Na contramão dos demais editais e programas de fomento à cultura promovidos pelos setores público e privado, a partir daquele ano passou a privilegiar a criação e a ideia artística, concentrando todas as áreas de expressão em um mesmo edital, possibilitando, assim, que projetos que atuam em fronteiras de linguagem fossem contemplados.

As mudanças foram profundas e estruturais em seu conceito, provenientes do diálogo entre artistas, produtores, pesquisadores, cientistas e gestores da instituição. Por sua vez, a possibilidade de inscrever o projeto da forma como foi criado, sem amarras pré-estabelecidas e sem fronteiras, trouxe reflexões, dúvidas e a certeza de que novos caminhos podem ser traçados.

PROGRAMAÇÃO

Quarta-feira, dia 17, às 20h

Palestra: Cultura, Arte e Política no Brasil Contemporâneo
Com a historiadora Lilia Schwarcz e o diretor do Itaú Cultural Eduardo Saron
Resumo: Como se pensa a cultura, arte e política no Brasil atual, assim como seus modos de fazê-la. Lilia também leva para o público as urgências e possibilidades de futuro no universo cultural.

Quinta-feira, dia 18

Às 14h
Rumos: uma Perspectiva Histórica
Com a gerente do Núcleo de Comunicação do Itaú Cultural, Ana de Fátima Sousa; a professora, artista e autora de livros didáticos, Beá Meira; a idealizadora da Casa de Zuleika, espaço contemporâneo dedicado às linguagens da performance e visuais Estela Laponi; e o cantor, compositor, instrumentista e pesquisador de música afro-brasileira, Tiganá Santana.
Mediação: Marcos Cuzziol, gerente do Núcleo de Comunicação do Itaú Cultural
Resumo: Ana de Fátima apresenta o histórico do Rumos Itaú Cultural, desde sua criação até as mudanças realizadas a partir de 2013. Cuzziol, exibe os dados de pesquisa realizada entre os selecionados.

Na sequência, Tiganá Santana, Beá Meira e Estela Laponi, que também são membros da Comissão de Seleção dos projetos inscritos no Rumos, falam sobre esta experiência: os desafios para avaliar linguagens diferentes das suas, as trocas de conhecimento entre eles, os pontos relevantes e possíveis melhorias no edital, a interação do programa com as urgências artísticas e sociais do Brasil contemporâneo.

Às 17h
Modelos de Fomento: Casos de Editais Nacionais e Internacionais
Com a ativista defensora nos campos de governança da internet e atuante na Fundação Ford no Brasil, em direitos de mídia e questões de acessibilidade, Graciela Selaimen; o diretor do Centro da Música da Funarte (ex-MinC) e representante do Ibermúsicas no Brasil, Marcos Souza, e a gestora cultural e secretária de Cultura do Estado do Ceará, Suzete Nunes.
Medição: Edson Natale, gerente do Núcleo de Música do Itaú Cultural
Resumo: Vistas todas as mudanças existentes no cenário da cultura atual, a mesa busca compartilhar e apresentar como funcionam as outras instituições, tanto nacionais, como internacionais no processo de escolha e seleção dos editais. Os pontos relevantes e semelhantes.

Às 20h
O Novo em Tempos de Urgências Sociais e Culturais
Com o professor de filosofia e tradutor Peter Pal Pelbart
Mediação: Ana de Fátima Sousa, gerente do Núcleo de Comunicação do Itaú Cultural
Resumo: Qual é o espaço para o novo, a inovação e a criatividade no processo artístico diante das urgências sociais e políticas. As urgências culturais se sobrepõem as vanguardas artísticas no contexto brasileiro atual?

PERFIS DOS PARTICIPANTES

Beá Meira é professora, artista e autora de livros didáticos para disciplina de arte, voltados para o Ensino Fundamental II e para o Ensino Médio, tais como: Projeto Mosaico Arte e Projeto Arte (2016) e Percursos da Arte (2018). Estudou na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Foi professora de arte em escolas particulares, em São Paulo, professora assistente na Faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Santos e na Faculdade de Multimeios da PUC – SP. Foi coordenadora pedagógica da Universidade das Quebradas -Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e trabalha com formação de professores de arte em todo o país na última década.

Estela Lapponi é uma performer paulistana que tem como foco de pesquisa o discurso cênico do corpo com deficiência e o trânsito entre as linguagens cênicas e visuais. Em 2009, elaborou o termo Corpo Intruso, que investiga de maneira conceitual e artística em linguagens variadas. É idealizadora da Casa de Zuleika, espaço contemporâneo dedicado às linguagens da performance e visuais.

Fernanda Albuquerque é curadora, pesquisadora e professora do Curso de Museologia, do programa de pós-graduação em Museologia e Patrimônio e do curso de especialização em Práticas Curatoriais, ambos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É doutora, desde 2015, em artes visuais, história, teoria e crítica pela mesma universidade, com estágio na University of the Arts London (UAL). Foi Curadora Assistente da 8ª Bienal do Mercosul (2011), quando atuou como coordenadora curatorial da Casa M, e curadora de artes visuais do Centro Cultural São Paulo (2008-2010).

Desenvolveu projetos para instituições como Instituto Tomie Ohtake, Bienal de São Paulo, Goethe Institut Porto Alegre, Santander Cultural, Bienal do Mercosul, Galeria Gabriela Mistral, Fundação Ecarta, Museu Murillo La Greca e Centro Universitário Maria Antônia. Desde 2014, realiza, em parceria com Mônica Hoff, o Laboratório de Curadoria, Arte e Educação, com edições em Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Vitória e São Paulo.

Graciela Selaimen é mestre em comunicação e cultura pela Escola de Comunicações da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde de 2013 trabalha na Fundação Ford no Brasil, em direitos de mídia e questões de acessibilidade. Apoiou iniciativas que promovem a liberdade de expressão e o pluralismo no setor de comunicações, especialmente aquelas que promovem estruturas regulatórias democráticas e responsabilidade da mídia.

Ela tem mais de 15 anos de experiência como ativista e defensora nos campos de governança da internet, direitos de comunicação e tecnologia da informação e comunicação (TIC) para o desenvolvimento. De 2008 a 2013, atuou como membro do grupo consultivo do Fórum de Governança da Internet. Foi uma das fundadoras e coordenadoras do Instituto Nupef, do Centro de Pesquisa e Capacitação em Comunicações e TIC.

Lilia Moritz Schwarcz é professora titular no Departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo (USP). Atuou como visiting professor em Oxford, Columbia e Princeton, onde foi Global e é professora visitante desde 2010. Em 2007 obteve a bolsa da John Simon Guggenheim Foundation Fellow. Em 2010 recebeu a Comenda da Ordem do Mérito Científico Nacional; em 2018, a medalha Júlio Ribeiro por destaque cultural etnográfico. Ainda em 2008, foi apontada Mulher de Ideias pelo Jornal do Brasil em 2008.

É autora, entre outros, de Retrato em branco e negro (1987), O espetáculo das raças (Companhia das Letras, 1993), Racismo no Brasil (Publifolha, 2001), O sol do Brasil (2008) e Lima Barreto triste visionário (Companhia das Letras, 2017). Publicou com Lucia Stumpf e Carlos Lima A batalha do Avaí (Sextante, 2013, Prêmio ABL), com Adriana Varejão Pérola imperfeita: a história e as histórias na obra de Adriana Varejão (Companhia das Letras, Cobogó, 2014, prêmio APCA).

Foi curadora de uma série de exposições como A longa viagem da biblioteca dos reis (Biblioteca Nacional, 2002), Nicolas-Antoine Taunay e seus trópicos tristes (Museu de Belas Artes Rio de Janeiro, Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2008), Histórias mestiças (Instituto Tomie Ohtake, 2015), Histórias da infância (Masp, 2016). Desde 2015 atua, também, como curadora adjunta para histórias e narrativas no Masp e é colunista do jornal Nexo.

Monica Hoff é artista, curadora e pesquisadora. Mestre em história, teoria e crítica de arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atualmente cursa doutorado em processos artísticos contemporâneos no programa de pós-graduação em artes visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UESC), com pesquisa sobre escolas de artistas [artists-run art schools] e como metodologias artísticas se convertem em pedagogias instituintes e instituições.

De 2006 a 2014, coordenou o projeto educativo da Bienal do Mercosul, atuando também como curadora adjunta na nona edição do evento, em 2013. Desde 2014, realiza, em parceria com a curadora Fernanda Albuquerque, o Laboratório de Curadoria, Arte e Educação, com edições realizadas em Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Vitória e São Paulo.

Com a curadora Kamilla Nunes, ela co-dirige, desde 2016, o Espaço Embarcação, em Florianópolis, onde coordenam dois grupos de estudos em processos curatoriais, entre eles, Oficina Pública de Perguntas Nos últimos anos tem realizado conferências, workshops e participado em publicações organizadas por instituições nacionais e internacionais como, Matadero Madrid, Museo Picasso Málaga, Liverpool Biennial, Bienal de Cuenca, Bienal da Bahia, New Museum/NY, Museu de Arte do Rio (MAR), 32ª Bienal de São Paulo, MASP, SESC, Fondazione Antonio Ratti, Museo Thyssen-Bornemisza, Parque Lage, MUAC, Bienal FEMSA, Itaú Cultural, entre outras.

Marcos Souza
Compositor de música para audiovisual e pianista, promoveu uma parceria com o SESC RIO na área da música instrumental produzindo mais de 300 shows. Produziu e idealizou o filme sobre sua família, seu pai Chico Mário e seus tios Henfil e Betinho, 3 Irmãos de Sangue. Morou na Espanha onde foi coordenador de marketing online na Sociedade Espanhola de Autores e Editores (SGAE) e curador no Festival de Jazz de Madrid. Foi Gerente de Produtos da MULTIRIO, Diretor Musical da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sócio-diretor do ATELIER CULTURAL, presidente da Musimagem e consultor da Orquestra Ouro Preto. Atualmente é diretor do Centro da Música da Funarte/Ministério da Cultura e representante do Ibermúsicas no Brasil.

Peter Pál Pelbart nasceu na Hungria, viveu em Paris e atualmente reside no Brasil. Graduado em filosofia pela Universidade de Paris IV é professor titular desta cátedra na Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP). Tradutor dos livros de autoria do francês Gilles Deleuze, um dos maiores filósofos do século XX. Pelbart também é autor de livros, como O avesso do niilismo — Cartografias do esgotamento, e é coeditor da empresa N-1 edições.

Suzete Nunes
Historiadora, gestora e produtora cultural. Atualmente é Secretária Executiva de Planejamento e Gestão da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará. Foi Secretária Adjunta da Cultura do Ceará entre 2016 e 2018. Ainda na gestão pública, atuou no Ministério da Cultura (MinC) entre 2008 a 2015, onde assumiu como Diretora de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (2015), foi Coordenadora-Geral de Gestão e Inovação e Diretora Substituta da Secretaria da Economia Criativa (2011/2012). Exerceu ainda o cargo de Coordenadora Geral de Literatura e Economia do Livro da Fundação Biblioteca Nacional (2013/2014) e Coordenadora de Bibliotecas do Programa Mais Cultura (2008-2010).

Tiganá Santana
Reconhecido por sua sonoridade afro-brasileira de múltiplas formas, Tiganá Santana é cantor, compositor, instrumentista e pesquisador soteropolitano. Compõe e canta em kikongo, kimbundu (línguas da Angola e do baixo Congo), português, inglês, espanhol e francês, tendo sido o primeiro compositor brasileiro a gravar canções em línguas africanas como compositor. Seus álbuns figuram entre os mais baixados no continente europeu, segundo o World Music Charts, mas também possui faixas das mais ouvidas em rádios norte-americanas e japonesas, por exemplo. Foi eleito um dos dez músicos fundamentais do Brasil contemporâneo pela revista inglesa Songlines.

Foi curador, ao lado da equipe do Itaú Cultural, na Ocupação Dona Ivone Lara. Produziu com o músico sueco Sebastian Notini o álbum Mama Kalunga (título de uma de suas canções), da cantora Virgínia Rodrigues, que rendeu a ela o prêmio de melhor cantora pelo Prêmio da Música Brasileira em 2016. Possui um livro literário publicado pela editora Rubra Cartonera, de Londrina, intitulado O Oco-Transbordo (2013). É bacharel em filosofia pela Universidade Federal da Bahia e doutor em letras (Estudos da Tradução) pela Universidade de São Paulo, com artigos acadêmicos publicados e atividades docentes. É, também, tradutor e poeta.

SERVIÇO

Dia 17, quarta-feira, às 20h
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Itaú Cultural
224 lugares

Dia 18, a partir das 14h
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: Livre
Local: Sala Multiúso
100 lugares

Entrada gratuita
Distribuição de ingressos:
Público preferencial: uma hora antes do evento | com direito a um acompanhante
Público não preferencial: uma hora antes do evento | um ingresso por pessoa
Interpretação em Libras

Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1777
Acesso para pessoas com deficiência
Ar condicionado
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural:
3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.

Publicado por Patricia Canetti às 8:51 AM


março 25, 2019

Seminário Consciência Cibernética [?] Horizonte Quântico 2019 no Itaú Cultural, São Paulo

O Seminário Consciência Cibernética [?] Horizonte Quântico 2019 reúne especialistas, pesquisadores e artistas brasileiros e internacionais ligados à arte sob o ponto de vista da inteligência artificial, da computação quântica e da poética.

28 e 29 de março de 2019, quinta e sexta-feira, das 16h às 18h e das 19h às 21h

Itaú Cultural
Avenida Paulista 149, São Paulo, SP

O Itaú Cultural realiza o Seminário Consciência Cibernética [?] Horizonte Quântico 2019 para discutir a cultura computacional pelo ponto de vista da ética, espiritualidade, mecânica quântica, desenvolvimento de jogos, psicologia e artes visuais. Os debates entre pesquisadores e artistas da Austrália, Áustria, Estados Unidos, Reino Unido, Turquia e Brasil, acompanham a mostra de mesmo nome, em cartaz nos três pisos do espaço expositivo do instituto, de 27 de março a 19 de maio.

Sob o olhar da ciência e da arte, a temática abordada em ambas é a potência dos computadores digitais e as possibilidades imprevisíveis de tecnologias que prometem ultrapassá-los. O seminário tem como base, a diferença entre o cérebro humano e um computador digital e até onde estas máquinas podem se desenvolver a ponto de ultrapassar o biológico.

Observando os dois “cérebros”, sinais elétricos são processados e armazenados de forma fundamentalmente diversa no hardware biológico e no computacional. Entretanto, se, por um lado, é inviável o ser humano funcionar como computadores digitais, por outro, softwares cada vez mais complexos e rápidos vêm realizando funções que antes só poderiam ser executadas por pessoas, sem que se saiba qual é o limite para esse tipo de desenvolvimento. Para refletir sobre o tema, o instituto promove quatro mesas, duas por dia, a primeira das 16h às 18h e a segunda das 19h às 21h.

28 de março, quinta-feira, das 16h às 18h
Arte e Inteligência Artificial em debate entre os austríaco Thomas Feuerstein, artista e autor nas áreas de arte e mídia art, e o turco Memo Akten, artista, pesquisador e filomático – ambos com obras expostas na mostra em cartaz. A mediação é da brasileira Cassia Hosni, bacharel em artes visuais pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e mestra em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

das 19h às 21h
O assunto passa para a Computação quântica na vida real, na mesa seguinte, com o também brasileiro Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil (IBM Research) e responsável pelo desenvolvimento de estratégias de Pesquisa & Desenvolvimento e inovação em parcerias com universidades, clientes e agências. A apresentação é de Marcos Cuzziol, gerente do Núcleo de Inovação do Itaú Cultural e criador do conceito da mostra e do seminário com a equipe do instituto.

29 de março, sexta-feira, das 16h às 18h
Arte e computação quântica abre o seminário no dia 29, com o norte-americano David Bowen - artista de estúdio e educador, o britânico Robin Baumgarten, desenvolvedor de jogos independente alemão, residente em Londres. A mediação é da brasileira Rejane Cantoni. Os três também participam da exposição com obras de sua autoria.

das 19h às 21h
Encerrando o seminário, a mesa seguinte é Inteligência Artificial e Subjetividades, na qual debatem Christian Dunker, psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP (2014) junto ao Departamento de Psicologia Clínica e Rejane Cantoni. A mediação é de Edilamar Galvão, poeta, jornalista, professora e coordenadora do curso de jornalismo da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP).

Publicado por Patricia Canetti às 10:03 AM


março 24, 2019

Concurso público para professsor de Artes Plásticas - UERJ

Concurso para Professor Adjunto do Instituto de Artes da UERJ, em Artes Plásticas: Desenho, Pintura e Gravura (40 horas), com exigência de Doutorado, para um vencimento base de R$ 5.497,00.

Inscrições pessoalmente ou por procuração até 5 de abril de 2019

UERJ - Instituto de Artes
Pavilhão João Lira Filho, Bloco E, 11º andar, sala 11006
Rua São Francisco Xavier 524, Rio de Janeiro, RJ
21-2334-0423 / 0912
Horário: 10h às 13h e de 17h às 20h

DOS REQUISITOS MÍNIMOS PARA A OCUPAÇÃO DO CARGO

2.1 - São requisitos mínimos para nomeação ao cargo:
a) ter sido aprovado e classificado no Concurso Público, de acordo com o que estipula este edital, seus anexos e retificações;
b) ter idade mínima de 18 (dezoito) anos completos, à data de efetivo início do exercício no cargo;
c) estar em dia com as obrigações eleitorais;
d) estar em dia com as obrigações militares para os candidatos do sexo masculino;
e) estar inscrito regularmente no Cadastro de Pessoas Físicas;
f) possuir título de doutor na área de Artes, obtido em curso de pós-graduação credenciado pelos órgãos competentes em âmbito nacional, ou obtido no exterior, desde que o tenha revalidado no país, em conformidade com as normas vigentes, conforme Lei Estadual n.º 5.343 de 08 de dezembro de 2008.
g) possuir diploma de curso de graduação em qualquer área, obtido em curso realizado em instituição oficial ou reconhecida de ensino superior, conforme Lei Estadual n.º 5.343 de 08 de dezembro de 2008.
h) ter nacionalidade brasileira; no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos, políticos, na forma do art. 12 § 1º da Constituição Federativa do Brasil de 1988, com redação dada pela Emenda Constitucional nº 03/94, nos termos do Decreto nº 3297/2001.
i) no caso dos estrangeiros, possuir carteira de identidade de estrangeiro ou passaporte com visto permanente ou temporário no País, nos termos dos art. 207, § 1º da Constituição da República; art. 5º, § 3º da Lei nº 8.112/90; art. 13, V, 14 e 15 da Lei nº 6.815/80; art. 1º §§ 1º e 2º e art. 5º da Resolução nº 01/97 do Conselho Nacional de Imigração do Ministério de Trabalho.
j) Ser considerado apto, físico e mentalmente, para o exercício das atribuições do cargo no exame médico admissional.

Acessar a íntegra do edital do concurso

Publicado por Patricia Canetti às 1:08 PM


março 10, 2019

Congresso de Ensino/ Aprendizagem das Artes na América Latina no Sesc Vila Mariana, São Paulo

Idealizado pela educadora Ana Mae Barbosa, o "Congresso de Ensino/Aprendizagem das Artes na América Latina: Colonialismo e Questões de Gênero" pretende intensificar e ampliar a reflexão e as ações de combate à colonização cultural, econômica, educacional e emocional enfrentada pelos países da América Latina. Por meio de conferências, mesas temáticas e debates, o objetivo é valorizar nossa cultura e nossa história, incluindo as questões de raça, gênero e classe, com vistas à formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade, através do diálogo dos diversos agentes envolvidos com o ensino e aprendizagem de arte, participantes de instituições de ensino e pesquisa e de instituições culturais.

23 a 25 de abril de 2019

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas 141, São Paulo, SP

PROGRAMAÇÃO (sujeita à alteração)

Terça-feira (23/4)
9h30 - Credenciamento

10h - Abertura com homenagem a Victor Kon.
Com Ana Mae Barbosa e Salomon Azar

10h30: Conferência “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar?”
Com Ramon Cabrera (Cuba)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Mesas
Mesa 1: “O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”.
Com Fabio Rodrigues (Brasil), Vitória Amaral (Brasil) e Nora Merlin (Argentina)
Mesa 2: “Epistemologias Pedagógicas Decolonizadoras”.
Com Fernanda P. Cunha (Brasil), Eduardo Moura (Brasil), Patricia Raquimán (Chile)

16h às 19h - Debates
Debate 1 (Parte I): “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar? O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”
Debate 2 (Parte I): “Que História da Arte queremos conhecer e que História do Ensino da Arte estamos construindo? O que aprendemos a respeito das diferenças entre polivalência e interdisciplinaridade?”
Debate 3 (Parte I): “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando? Advocacia das artes no nosso sistema disciplinar de ensino: de que maneira defender as Artes como componentes obrigatórios”

19h às 20h - Ações Poéticas (programação integrada)

Quarta-feira (24/4)
9h30 - Credenciamento

10h às 12h - Mesas
Mesa 1: “Que História da Arte queremos conhecer e que história do Ensino da Arte estamos construindo?”. Com Renata Felinto (Brasil), Pedro Pablo Gómez (Colômbia) e Luis Errázuriz (Chile)
Mesa 2: “Leitura da Imagem não Europeia”. Com Juliana Bevilacqua (Brasil), Rocio Polania (Colômbia) e Mirella dos Santos Maria (Brasil)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Conferência "Criança se nasce": as crianças e a cidade
Com Chiqui González (Argentina)

16h às 19h - Debates
Debate 1 (Parte II): “Colonialismo versus diálogo internacional. Como evitar a imposição de ideias fora do lugar? O Colonialismo Cultural e emocional aliado a questões de gênero, raça, classe social e códigos hegemônicos de Cultura”
Debate 2 (Parte II): “Que História da Arte queremos conhecer e que História do Ensino da Arte estamos construindo? O que aprendemos a respeito das diferenças entre polivalência e interdisciplinaridade?”
Debate 3 (Parte II): “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando? Advocacia das artes no nosso sistema disciplinar de ensino: de que maneira defender as Artes como componentes obrigatórios”

19h às 20h - Ações Poéticas (programação integrada)

Quinta-feira (25/4)
9h30 às 10h - Credenciamento

10h às 12h - Mesas
Mesa 1: “Políticas culturais e consciência decolonial”. Com Mario Méndez (México), Ilana Goldstein (Brasil) e Ethel Batres (Guatemala)
Mesa 2: “Mulheres Pioneiras em Arte/Educação decolonizadora”. Com Amanda Pacotti (Argentina), Fernando Azevedo (Brasil) e Everson Melquíades (Brasil)

12h - Intervalo

13h30 às 15h30 - Conferência “De que revolução em Arte/Educação estamos precisando?”.
Com Luis Camnitzer (Uruguai)

16h - Plenária

Para conhecer mais sobre os convidados do Congresso, acesse as minibiografias dos participantes nacionais e internacionais.

INSCRIÇÕES

Inscreva-se aqui
Os participantes poderão enviar contribuições (opcional) para os debates. Para saber mais, acesse aqui.
O envio de contribuição não corresponde à inscrição no Congresso.

Informações importantes
- Inscrições sujeitas à disponibilidades de vagas;
- Os valores correspondem à inscrição para o Congresso como um todo;
- Cada participante deverá optar por 1 entre as 2 mesas simultâneas a cada dia, e por 1 entre os 3 temas de debates com encontros sequenciais divididos em 2 dias;

ORGANIZADORES

Ana Mae Barbosa
É educadora, professora, pesquisadora e escritora. É pioneira nos estudos de arte e educação no Brasil. Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (1960), mestrado em Art Education - Southern Connecticut State College (1974) e doutorado em Humanistic Education na Boston University (1978). Atualmente é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP) e professora da Universidade Anhembi Morumbi. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Arte/Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino da arte e contextos metodológicos, história do ensino da arte e do desenho, ensino do design, administração de arte, interculturalidade, pedagogia visual, estudos de museus de arte, mediação cultural e estudos visuais.

Conselho Latino-americano de Educação pela Arte (CLEA)
Criado em 1984, durante o 25º Congresso Mundial da Sociedade Internacional de Educação Através da Arte (InSEA), no Rio de Janeiro. As principais bases de atuação e metas do CLEA são criar um espaço de intercâmbio latino-americano de colaboração e ajuda mútua entre organizações de diferentes países membros do Conselho, buscando o resgate da identidade latino-americana; procurar linhas de ação que correspondam às raízes e desenvolvimento histórico da América Latina, no sentido de compreender criticamente a nossa realidade para transformá-la criativamente; orientar trabalhos e pesquisas de acordo com o reconhecimento da identidade cultural; educar para a democracia e a construção da cidadania, incentivando, por meio de múltiplas formas que a arte oferece, a diversidade e a liberdade de expressão, assim como a capacidade crítica; identificar culturalmente, divulgando a obra do patrimônio artístico e cultural, nacional e latino-americano, para promover a valorização do acervo e o sentimento de pertencimento; alfabetizar esteticamente, para desenvolver a capacidade de perceber o mundo que nos rodeia por uma perspectiva sensível, ou seja, para além das considerações puramente práticas e utilitárias.

Acesse aqui sugestões de leituras para estimular os debates.

FONTE: Congresso de Ensino/Aprendizagem das Artes na América Latina: Colonialismo e Questões de Gênero

Publicado por Patricia Canetti às 3:26 PM


março 7, 2019

Curso Gêneros da Pintura com Fernanda Lopes na Anita Schwartz, Rio de Janeiro

A Anita Schwartz Galeria fez uma parceria com a Escola sem Sítio para a realização do curso sobre “Gêneros da Pintura”, com a crítica e curadora de arte Fernanda Lopes, nos meses de abril, maio e junho de 2019. Em cada mês, sempre às terças-feiras, das 18h às 20h, será abordado um dos gêneros presentes na pintura ao longo da história até os dias de hoje: retrato, paisagem e natureza-morta. O curso é direcionado a todos aqueles que queiram aprofundar seus conhecimentos em arte.

Inscrições até 2 de abril de 2019

Anita Schwartz Galeria de Arte
Rua José Roberto Macedo Soares 30, Gávea, Rio de Janeiro, RJ
Informações e inscrições pelo email escolasemsitio@gmail.com

MÓDULOS
Retrato – 9, 16 e 30 de abril
Paisagem – 7, 14, 21 e 28 de maio
Natureza-Morta – 4, 11, 18 e 25 de junho

Conversas sobre Retrato, Paisagem e Natureza-Morta: A cada encontro serão apresentadas as concepções originais/iniciais, e de como a arte moderna e a arte contemporânea (no Brasil e no exterior) se apropriam, subvertem, relativizam e ressignificam esses termos clássicos.

O curso se coloca como uma investigação sobre a história da arte a partir da prática e da definição dos gêneros clássicos da pintura: retrato, paisagem e natureza-morta. A predominância progressiva de tais gêneros pictóricos marca o abandono pelo mundo burguês emergente das temáticas icônico-religiosas em nome de uma pintura laico-secular em que a atenção do pintor passou a fixar-se na composição, no cromatismo e nos elementos estritamente pictóricos, que eclipsaram os grandes temas da arte desde a Renascença. As pinturas de gênero foram, portanto, fundamentais para a modernização da pintura, sendo essenciais para a sua renovação até o surgimento dos abstracionismos informal e geométrico no começo do século 20. A partir de um primeiro olhar histórico, as aulas, divididas em três módulos, pretendem traçar um panorama das transformações de cada um desses gêneros desde sua formação, passando pela modernidade, até hoje os dias de hoje, apontando caminhos possíveis de apropriação, subversão, relativização e ressignificação desses termos clássicos.

As inscrições vão até o próximo dia 2 de abril e devem ser feitas pelo email escolasemsitio@gmail.com, quando o interessado receberá informações sobre o pagamento. Cada módulo pode ser frequentado individualmente e o valor mensal é de R$350,00.

SOBRE FERNANDA LOPES
Fernanda Lopes (Rio de Janeiro, 1979) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Belas Artes da UFRJ, Fernanda Lopes atua como curadora assistente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da Escola sem Sítio. É organizadora, ao lado de Aristóteles A. Predebon, do livro “Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite” (Tamanduá-Arte, 2016), e autora dos livros “Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970” (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, MinC/Funarte, 2012) e “Éramos o time do Rei – A Experiência Rex” (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Entre as curadorias que vem realizando desde 2008 está a Sala Especial do Grupo Rex, na 29a Bienal de São Paulo (2010). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o Prêmio Maria Eugênia Franco da Associação Brasileira dos Críticos de Arte 2016 pela curadoria de exposição “Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM Rio”.

SOBRE A ESCOLA SEM SÍTIO
A Escola sem Sítio é uma escola de ideias, que promove programas de cursos e ações culturais. Sua programação se conecta, oferecendo a possibilidade de uma ampla formação aos participantes, destinando-se tanto àqueles que buscam uma aproximação com a arte até aqueles que já atuam e procuram interlocução profissional.

A Escola, por meio de seus programas, procura refletir sobre as demandas e lacunas do sistema da arte, em seus aspectos dos campos da prática e da teoria, entendendo-os integrados, como parte de um grande universo de conhecimento. Exposições, rodas de conversas, palestras e outras atividades aderem aos conteúdos oferecidos nos diversos cursos. Todas as atividades têm uma reserva de vagas para bolsas, com o objetivo de contemplar aqueles que não possuem recursos para arcar com os custos financeiros dos programas.Os orientadores permanentes da Escola sem Sítio são artistas, arquitetos, curadores, educadores. Outros profissionais são convidados a cada programa atuando, também, como orientadores. O objetivo é oferecer aos participantes a maior diversidade de olhares e vozes sobre as questões emergentes.

São orientadores permanentes: Cadu (artista da Anita Schwartz Galeria), Efrain Almeida, Marcelo Campos e Tania Queiroz. Entre os orientadores convidados participam ou já participaram os artistas Anna Bella Geiger, Brígida Baltar, Erika Verzutti, Fernando Leite, Leda Catunda, Daniel Senise, Milton Machado, Paulo Vivacqua (artista da Anita Schwartz Galeria), Raul Mourão, Sandra Cinto. Dentre outros importantes profissionais do campo da arte integram ou já integraram curadores, arquitetos e pesquisadores como Agnaldo Farias, Bia Petrus, Cristina de Pádula, Daniela Labra, Guilherme Bueno, Ileana Pradilla, Leila Scaf, Fernanda Lopes e Ivair Reinaldim.

Publicado por Patricia Canetti às 5:44 PM