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RJ/SP Franz Weissmann no Centro de Artes Helio Oiticica / MAC: a missão por Silas Martí ANO 12 - N. 5 / 2 DE FEVEREIRO DE 2012
Soma das Formas
Ayao Okamoto, Diego Castro, Laerte Ramos, Nobukiko Suzuk
Curadoria de Nobuo Mitsunashi
4 de fevereiro, sábado, 14h
Galeria Deco
Rua dos Franceses 153, Bela Vista, São Paulo - SP
11-3289-7067 www.galeriadeco.com.br Diariamente, 10-19h
Exposição até 24 de Fevereiro de 2012
CIRCUITO Le Chatêau / O Castelo por Various Artists
Ana Omandichana, Armin Turing, Aude Thensiau, Bernard Leroy, Christl Coppens, Cindy Janssens, Diederick Dewaere, Digi Shelf, Feu Trudo Engels, Freddy Grant, Hélène Thensiau, Innumerat Roselare, Johannes Korstjens, Lima Drib, Marcella.B, Martaque, Jamila Al Khawarizm, Martn Coppens, Morice de Lisle, n.e.b.u.s.i., Robert Ingelbreć, Steina Zooeydottir, Sufferice, Valereson da Silva, Willy Depoortere
CIRCUITO Franz Weissmann
A síntese e a lírica construtiva
Curadoria de Marcus de Lontra Costa
9 de dezembro de 2011 a 12 de fevereiro de 2012
Centro de Artes Helio Oiticica
Rua Luís de Camões 68, Rio de Janeiro - RJ
21-2232-2213 Segunda a sexta, 12-20h; sábado e domingo, 11-17h
Patrocínio: Prefeitura Municipal da Cidade do Rio de Janeiro
Todas as obras da mostra pertencem ao acervo do Instituto Franz Weissmann
CIRCUITO Reverberação
Alex Topini, Felipe Barbosa, Geraldo Marcolini, Leila Danziger, Monica Rubinho, Rafael Alonso, Rodrigo Oliveira, Rosana Ricalde, Sidney Philocreon
Curadoria de Felipe Barbosa
12 de janeiro a 17 de fevereiro de 2012
Cosmocopa Arte Contemporânea
Rua Siqueira Campos 143, loja 32, 2º piso, Rio de Janeiro - RJ
21-2236-4670 ou cosmocopa@gmail.com www.cosmocopa.com Segunda a sexta, 10-19; sábado, 11-16h
COMO ATIÇAR A BRASA Mostras frisam pluralidade do acervo do MAC
Matéria de Fabio Cypriano originalmente publicada na Ilustrada do jornal Folha de S. Paulo em 25 de janeiro de 2012.
"Modernismos no Brasil" e "MAC em Obras" mostram bastidores do museu e revelam funções além da exposição
Duas mostras em cartaz no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC-USP), em sua sede no parque Ibirapuera, são um bom sinal do que pode ocorrer com a ocupação do novo prédio, o antigo Detran, a apenas algumas dezenas de metros do atual espaço.
O convênio de cessão do novo local, concedido pelo Governo do Estado, deve ser assinado no próximo sábado.
"Modernismos no Brasil" e "MAC em Obras" abordam o acervo do museu de formas distintas, mas complementares.
Em "Modernismos", com curadoria de Tadeu Chiarelli, diretor da instituição e responsável pela transferência para a nova sede, busca-se relativizar o papel de Anita Malfatti (1889-1964) e da cidade de São Paulo, por conta da Semana de 22, como foco da produção moderna brasileira -tese que já vem sendo contestada há certo tempo.
O importante na mostra é aproximar 150 obras-primas da coleção, tanto nacionais como estrangeiras, questionando também o caráter derivativo da produção brasileira, ou seja, que o que aqui se realizou até os anos 1950 seria mera cópia do modernismo europeu.
Matéria de Silas Martí originalmente publicada na Ilustrada da Folha de S. Paulo em 28 de janeiro de 2012.
Museu será aberto hoje no antigo Detran sem seu acervo e ocupando só o térreo do prédio
Silas Martí na TV Folha.
Quando for oficializada hoje a transferência do antigo complexo do Detran para o Museu de Arte Contemporânea da USP, acaba uma novela que se arrasta por quase três anos. E começa outra.
Embora a Secretaria de Estado da Cultura, que gastou R$ 76 milhões na reforma do prédio, quisesse uma grande abertura, com o museu todo funcionando, a inauguração do MAC na manhã de hoje será um ato de caráter político.
Só o térreo do prédio principal será acessível ao público, com uma mostra de 17 esculturas de um acervo de 10 mil obras, uma das coleções de arte moderna mais importantes do hemisfério Sul.
Agora, a batalha será ocupar um espaço dez vezes maior que a sede do museu na Cidade Universitária e preparar todos os andares para que o complexo tome logo ares de um grande museu.
COMO ATIÇAR A BRASA 'Não queremos ser um espetáculo de mídia', diz diretor
Matéria de Silas Martí originalmente publicada na Ilustrada da Folha de S. Paulo em 28 de janeiro de 2012.
Tadeu Chiarelli defende abertura 'paulatina' do museu, que receberá acervo completo só em outubro deste ano
Impasses atrasam a mudança do museu desde 2007, quando decreto determinou que Detran saísse do local
Não foi fácil chegar até aqui. Mesmo que a inauguração tímida do Museu de Arte Contemporânea da USP em seu novo endereço no Ibirapuera deixe a desejar ao expor só uma parte ínfima do acervo e ao não abrir todo o prédio ao público, o maior dos impasses já foi superado.
"Isso consolida um grande polo cultural da cidade", diz o secretário estadual da Cultura, Andrea Matarazzo. "A entrega do prédio é o início das atividades do museu."
Do decreto que transformou o Detran em MAC, em 2007, até hoje, foram quase cinco anos de contratempos para que o museu pudesse se instalar onde está agora.
COMO ATIÇAR A BRASA Estudo sério, exposição sugere que MAC poderá tratar com dignidade seu acervo
Crítica de Fabio Cypriano originalmente publicada na Ilustrada da Folha de S. Paulo em 28 de janeiro de 2012.
"O Tridimensional no Acervo do MAC: uma Antologia" é, visivelmente, uma mostra organizada para ser coadjuvante na inauguração do museu. Montada na área de recepção dos visitantes, que não terá exposições no futuro, reúne 17 trabalhos, que abordam alguns caminhos da escultura, desde os anos 50.
Mas, apesar de disposta em espaço improvisado, a mostra tem méritos. O primeiro, por apontar que o edifício projetado por Oscar Niemeyer passa a ter sentido, agora, graças à significativa coleção do MAC, e ela já pode ser vista mesmo que o museu não esteja plenamente instalado.
O segundo, mais importante: não se trata de mostra improvisada ou apenas com peças conhecidas, mas um estudo sério, organizado pelo diretor do MAC, Tadeu Chiarelli, que é o que se espera de um museu universitário.
A metamorfose da escultura no século 20 é um dos principais exemplos das alterações dos parâmetros do que se considera arte.
COMO ATIÇAR A BRASA Hans Ulrich Obrist faz sua primeira curadoria no Brasil
Matéria de Juliana Monachesi originalmente publicada na revista Select em 18 de janeiro de 2012.
Conheça a lista preliminar de artistas e arquitetos que participam da exposição a partir de novembro
Curador celebridade está em São Paulo entrevistando artistas e preparando projeto para a Casa de Vidro, de Lina Bo Bardi
Depois de entrevistar Waltércio Caldas pela manhã e antes de uma conversa marcada com Augusto de Campos, que ele já entrevistou em 2003 - "Fizemos a entrevista por e-mail, amanhã vou encontrá-lo pessoalmente pela primeira vez, estou muito empolgado" -, o curador suíço Hans Ulrich Obrist concedeu uma entrevista à seLecT na tarde desta terça-feira na Casa de Vidro, no Morumbi, e adiantou uma lista preliminar de artistas e arquitetos que vão integrar a mostra que prepara para ocorrer entre novembro deste ano e março de 2013 no local.
Em meio a uma agenda corrida de atividades como curador (ele dirige atualmente o centro cutural Serpentine Gallery, em Londres), professor e editor (ele é conhecido pelos livros e maratonas de entrevistas, com artistas e criadores em diversas áreas, que organiza mundo afora), Obrist conta que uma constante, ainda que pontual, ao longo de seus 20 anos fazendo curadorias em museus, bienais e outras instituições no mundo inteiro, é a prática pouco convencional de organizar exposições em ambientes domésticos.