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novembro 13, 2018

João Vargas Penna lança documentário sobre Roberto Burle Marx

O documentário “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx” chega às salas de cinema no dia 15 de novembro para mostrar toda a contribuição do paisagista brasileiro à flora nacional. Dirigido e escrito por João Vargas Penna, o filme é um passeio pela arte e personalidade de Roberto Burle Marx, que também era pintor, cozinheiro e cantor, facetas estas pouco conhecidas do grande público.

Nascido em São Paulo, filho de judeu alemão e católica pernambucana, Burle Marx foi precursor da ecologia e defesa do meio ambiente. O paisagista valorizava as plantas nativas e descobriu muitas espécies novas, em viagens de coleta e pesquisa por todos ecossistemas brasileiros, que fazem parte de uma enorme coleção de plantas vivas localizada no sítio onde morou.

A narração do documentário, baseada em falas e textos de Burle Marx, acompanha imagens das obras do paisagista. Os destaques ficam para o Sítio Burle Marx, o Parque do Flamengo e o Instituto Moreira Salles, no Rio de Janeiro, a fazenda Tacaruna e Vargem Grande, além da Praça Euclides da Cunha, em Recife, o Ministério das Relações Exteriores, em Brasília, e projetos na França e Venezuela.

O filme contou com a consultoria e a participação de José Tabacow, ex-assistente, sócio e parceiro de Burle Marx em vários projetos como a orla de Copacabana.

O “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx” tem produção da Camisa Listrada e Atelier de Cinema, com distribuição da Elo Company.

Sinopse

O filme é um passeio pela arte e personalidade do paisagista e pintor Roberto Burle Marx, que apresenta suas ideias e lembranças numa sucessão de paisagens sensoriais.

Ficha Técnica

Título Original do Filme: Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx
Ano de Finalização: 2018
País: Brasil
Duração: 72 minutos
Gênero: Documentário
Formato de Exibição: DCP
Janela de Exibição: 1:1.85
Som: 5.1
Idioma do Filme: Português
Legendas: Inglês
Diretor e roteirista: João Vargas Penna
Produção executiva: André Carreira
Montagem: Joana Collier e Fabian Remy
Fotografia: Carolina Costa
Música e edição de som: O Grivo
Produtoras: Camisa Listrada e Atelier de Cinema

Nota do diretor

“Burle Marx foi um dos maiores paisagistas do século XX. Ele era um mestre na construção de espaços públicos, locais de convívio e harmonia com a natureza. “Filme Paisagem, um olhar sobre Roberto Burle Marx” é um passeio pela arte e personalidade do paisagista. O trabalho apresenta suas ideias numa sucessão de paisagens – formas de apreensão do mundo a partir dos sentidos do espectador. Num mundo cada vez mais cheio de barreiras e conflitos, é da maior importância mostrar a obra desse artista e cidadão que criou espaços de deleite e aproximação entre os homens e o meio ambiente. Quis mostrar o homem a partir de seu mundo diverso e sensual, misturando imagens de diversos formatos num percurso por seu sítio, por suas obras e por paisagens naturais ou construídas que o motivaram”.

O diretor

João Vargas Penna [Belo Horizonte, 1955] foi professor de Cinema e TV, coordenador de conteúdo, diretor de fotografia e dirigiu curtas metragens de ficção, documentários e séries de TV exibidas e premiadas em diversos festivais no mundo. Atualmente João Vargas trabalha como artista visual e realizador de documentários sobre arte, paisagismo e meio ambiente.

Publicado por Patricia Canetti às 3:53 PM


This is Brazil na Murilo Castro Miami, EUA

A Galeria Murilo Castro, uma das mais relevantes de Minas Gerais, inicia expansão e inaugura espaço expositivo em Miami. No dia 17 de novembro a unidade norte-americana da galeria abre as portas com a mostra autoral batizada de This Is Brazil e contará com obras Anna Bella Geiger, Amélia Toledo, Camille Kachani, Felipe Barbosa, Luiz Hermano, Marcos Coelho Benjamim, Rosana Ricalde, Sérvulo Esmeraldo e Vítor Mizael.

“A Galeria Murilo Castro reúne hoje um time importante de artistas que atraem o interesse de colecionadores de diversas partes do mundo. Nossa expansão facilita esse encontro e nos coloca num circuito reconhecidamente globalizado”, explica Murilo Castro. “Além disso, é uma excelente oportunidade de estar próximo de um novo público altamente relevante, que circula pela cidade por conta de eventos de projeção internacional, como a Miami Art Basel”, completa.

A Galeria Murilo Castro é uma galeria de arte contemporânea de Belo Horizonte inaugurada em 2002. Por meio de exposições e representação de artistas, a galeria destaca artistas estabelecidos, em meio de carreira e talentos emergentes que atuam local e internacionalmente. Além do programa de exposições, e participação feiras de arte nacionais e internacionais, a Galeria Murilo Castro realiza uma série de palestras que conectam a comunidade, profissionais de arte e artistas para gerar respostas às questões sociais e culturais, desenvolvendo uma relação mais próxima entre os artistas e público interessado em aprender e colecionar arte contemporânea.

Publicado por Patricia Canetti às 2:53 PM


Mulheres na Coleção MAR, Rio de Janeiro

O Museu de Arte do Rio, sob a gestão do Instituto Odeon, abre ao público no dia 16 de novembro a exposição Mulheres na Coleção MAR. Em diálogo com o Festival Mulheres do Mundo (Women of the World), do qual o MAR é parceiro estratégico, a mostra apresenta um recorte de obras de mais de 150 artistas históricas e contemporâneas, brasileiras e estrangeiras, que integram o acervo. Estão presentes artistas como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Vânia Mignone e Célia Euvaldo.

Pela primeira vez na história do MAR, a curadoria foi realizada a partir de um processo colaborativo que envolveu cerca de 30 mulheres de todos os setores do museu, entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e de serviços gerais, advogadas, jornalistas, designers, museólogas e gestoras. Em uma série de encontros realizados ao longo de dois meses, sob a orientação da equipe de conteúdo, as funcionárias trocaram experiências de vida e de trabalho, conversaram sobre o universo feminino e a respeito das múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade.

O grupo também foi apresentado ao conceito da exposição e a uma série de obras de artistas mulheres presentes na Coleção MAR. E experimentou exercícios de curadoria, selecionando trabalhos de acordo com os desejos e conceitos mapeados nos encontros e norteando a curadoria da exposição. “Mulheres na Coleção MAR” está dividida em seis núcleos significativos: Retrato/Representação, Corpo Político, Geografias Transversais, Cidade e Paisagem, Abstração e Poéticas.

"Quando surgiu a ideia da exposição, pensei que não poderíamos perder a oportunidade de engajar as funcionárias do MAR em um processo curatorial colaborativo, mais horizontal, de escuta recíproca em torno das questões do que é ser mulher e do que é fazer uma mostra de artistas mulheres. A diretoria acatou a sugestão e então nos debruçamos juntas sobre as obras da coleção, trocamos experiências e saberes, dividimos preocupações. O MAR segue vivo e pulsante na mão dessas mulheres, quebrando paradigmas e inventando novos modos de fazer curadoria", explica Amanda Bonan, coordenadora de Conteúdo do MAR, antecipando que um vídeo sobre o processo, com imagens dos encontros e depoimentos das funcionárias, poderá ser visto na exposição.

Segundo a diretora executiva do museu, Eleonora Santa Rosa, esta exposição se reveste de alguns significados especiais. “O primeiro deles é fazer parte da programação extraordinária do Festival de Mulheres, com toda a potência que terá esse evento. Em segundo lugar, o que essa experiência proporcionou ao corpo funcional feminino do MAR. Foi muito importante, porque o museu experimentou pela primeira vez uma tecedura de exposição realmente de base, discutindo com quem às vezes não tem nada a ver com o trabalho curatorial como se realiza uma exposição. Ao mesmo tempo esses laboratórios de criação curatorial também abriram uma dimensão extraordinária de depoimentos pessoais. Então exposição está sendo amalgamada não só por um corte profissional, frio, “curatorial”, mas faz parte de um caldo muito maior, envolvendo uma percepção desse acervo, um outro olhar sobre a montagem desse acervo num determinado espaço e, mais do que isso, o cinturão em torno dessa exposição do ponto de vista de reflexão pessoal, de reflexão de histórias individuais, de narrativas dessas histórias e de como isso pode estar projetado nessa mostra".

Publicado por Patricia Canetti às 2:19 PM


Marcelo Moscheta no Sesc Pompeia, São Paulo

Criada para a 4ª edição do projeto “Plano Expandido”, a intervenção de pedra, carvão e papel ocupa o Hall do Teatro

“Toda pedra é uma pequena montanha”. Esta frase, pintada sobre um muro em um povoado em Portugal, acendeu uma faísca no artista visual Marcelo Moscheta, cujos desdobramentos podem ser vistos no Sesc Pompeia, entre os dias 10 de novembro e 3 de fevereiro de 2019.

“A pedra tem uma capacidade de transformação que nos ultrapassa. Ela pode ser maleada, partida e reconfigurada sem perder sua origem. Por entender que desenho é trajetória, Moscheta já viajou o mundo transferindo pedras de seus locais, grafando com GPS seus exatos pontos de origem e especulando sobre a possibilidade de envolver o planeta em um desenho desses deslocamentos, como pontos no globo unidos pela obstinação do artista”, explica o artista, pesquisador e educador Guilherme Dable no texto de apresentação da instalação.

O que encanta Moscheta são os ciclos da natureza, que representam períodos de renascimento. “Tudo está em movimento e, para evidenciar isso, a instalação Transumantes, no Hall do Teatro, altera a função dos paralelepípedos encontrados no chão. As peças ocupam uma das paredes do espaço, como se flutuassem. E, como toda transformação deixa rastros, há também uma pilha de papéis cortados no mesmo formato dessas pedras, além de desenhos feitos de carvão. Todas as estruturas são ligadas por uma peça metálica”, conta o artista.

A ideia da mutação também está presente nos desenhos que compõe a instalação. Conhecido por suas criações em grafite e PVC preto, Moscheta produziu obras em carvão sobre papel. O resultado é que a alvura do papel em contraste com a opacidade do carvão parece querer enfatizar o aqui e o agora.

SOBRE MARCELO MOSCHETA

Nascido em 1976, Marcelo Moscheta iniciou a trajetória no universo artístico no ano de 2000. Suas obras nascem a partir das suas andanças por lugares remotos, em que coleta objetos da natureza para reproduzir em desenhos e fotografias.

Atualmente, dedica-se a duas frentes de pesquisa: fronteiras e limites impostos aos territórios e a relação que os rios estabelecem com a paisagem ao longo de seu curso. Nesta linha, em 2015, desenvolve o projeto “Arrasto” em que percorre toda a extensão do Rio Tietê coletando minerais em suas duas margens. Ele também pesquisou camadas ancestrais de memórias no Rio Trebbia (na Itália), na fronteira do Canadá e Estados Unidos.

Destacam-se em seu currículo as exposições individuais “Erosão Diferencial” (2017) no MACC de Campinas, “Plano Inclinado” (2017), na SIM Galeria, “Sete Quedas” (2016), sua primeira individual na Galeria Vermelho, “1.000 km, 10.000 anos” (2013), na Galeria Leme, e a instalação “Contra.Céu” (2010), realizada na Capela do Morumbi.

Já recebeu vários prêmios e bolsas de pesquisas, entre as quais The Pollock-Krasner Foundation Grant (2017), The Drawing Center Open Sessions Program (2015), Bolsa Estímulo de Produção em Artes Visuais da Funarte (2014), Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (2012) e o I Prêmio Pipa Júri Popular, em 2010, entre outros.

PLANO EXPANDIDO

Compreendendo o desenho como organizador do pensamento visual, mas também como recurso poético autônomo, o projeto do Sesc Pompeia propõe a diferentes artistas a criação de intervenções que apresentem e problematizem questões atuais de sua produção autoral e elementos fundamentais dessa linguagem no contexto da arte contemporânea. A 1ª edição, em junho de 2016, teve participação do artista argentino Nicolás Robbio com a obra “Questões ao traçar uma linha”. A 2ª, em dezembro de 2016, apresentou Walmor Corrêa com a instalação “Achillina Giuseppina Maria | Bo Achillina | Achillina Giuseppina | Achillina Bo Bardi| Lina Bo Bardi | Lina Bo”. A 3 ª, em abril de 2018, trouxe “A Longa Noite”, de Lucia Koch.

Publicado por Patricia Canetti às 10:53 AM


novembro 11, 2018

Gisele Camargo na Carbono, São Paulo

A Carbono Galeria tem o prazer de apresentar a exposição individual da artista Gisele Camargo exibindo a série Construção.

Inspirada no conto homônimo de Franz Kafka, a série acontece paralelamente à produção pictórica da artista. Produzida durante todo o ano de 2018 e totalizando 170 pinturas de 23 x 23 cm cada, das quais 130 estarão expostas na Carbono, os trabalhos constituem um grupo onde as formas mudam de acordo com as cores e vice-versa.

A série foi concebida para arrecadar fundos para a construção da residência artística Serra Morena, localizada na Serra do Cipó em Mina Gerais. Nesta região denominada Campos Rupestres, encontra-se uma das maiores reservas ecológicas do país, a qual Burle Marx se referia como Jardim do Brasil.

Gisele Camargo
Rio de Janeiro, 1970 | Vive e trabalha na Serra do Cipó, MG
A artista é formada em pintura pela EBA – UFRJ. O grande corpo do seu trabalho é mesmo a pintura. Mesmo quando o trabalho engloba a fotografia, realizando colagens que podem ser confundidas com paisagens arquitetônicas inventadas, poderiam ser pinturas abstratas.
Em 2013, recebeu o prêmio Arte Patrimônio / Honra ao Mérito do IPHAN, em 2012, recebeu a Bolsa de Apoio a Pesquisa e Criação Artística, Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e, em 2011, o Prêmio Ibram de Arte Contemporânea. Em 2006 e 2003, recebeu o Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea – Fundação Nacional de Artes - Rio de Janeiro. Foi Indicada ao Prêmio PIPA em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2018.
Entre as principais exposições individuais destacam-se: "Luas, brutos e sóis" (2018, Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rio de Janeiro); “Cápsulas e Luas” (2015, Paço Imperial, Rio de Janeiro); “Noite americana ou Luas Invisíveis” (2014, Luciana Caravello Arte Contemporânea, Rio de Janeiro); “A Capital” (2011, Galeria IBEU, Rio de Janeiro); Prêmio Projéteis de Arte Contemporânea (2006), FUNARTE, Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro.
Entre as principais exposições coletivas estão: “A Luz que vela o corpo é a mesma que revela a tela” (2017, Caixa Cultural, Rio de Janeiro); “Gray Matters” (2017, Wexner Center for the Arts, Ohio State University, EUA); TRIO Bienal (2015, Rio de Janeiro); “Vértice – Coleção Sergio Carvalho” (2015, Museu Nacional dos Correios, Brasília, DF); “Cruzamentos – Arte Contemporânea Brasileira” (2014, Wexner Center for the Arts, Columbus, EUA); “Duplo Olhar – Coleção Sergio Carvalho” (2014, Paço das Artes, São Paulo); “Dez anos do Instituto Tomie Ohtake” (2011, São Paulo); “O Lugar da Linha” (2010, Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), Rio de Janeiro, e no Paço das Artes, São Paulo); “Nova Arte Nova” (2008/2009, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo), entre outras.

Publicado por Patricia Canetti às 9:55 AM