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setembro 18, 2017

Performances do Guerrilla Girls na Frestas, Sorocaba

Guerrilla Girls no Brasil: coletivo de artistas feministas dos EUA comanda o “Departamento de Reclamações” no Sesc Sorocaba nos dias 21, 22 e 23 de setembro, encerrando a participação com uma apresentação performática

Criado nos Estados Unidos, em 1985, para denunciar o sexismo e o racismo no mundo da arte, o coletivo de artistas Guerrilla Girls vem mais uma vez ao Brasil. Depois da 29ª Bienal de Artes de São Paulo (2010), quatro integrantes da formação atual do grupo estarão no país para uma participação na 2ª edição de Frestas – Trienal de Artes, em Sorocaba, e a abertura de uma retrospectiva de seus cartazes no MASP (Museu de Artes de São Paulo).

Usando máscaras de gorilas e pseudônimos como Frida Kahlo e Gertrude Stein, elas estarão em Sorocaba nos dias 21, 22 e 23 de setembro para comandar o “Departamento de Reclamações” (clique aqui para conferir os horários). Instalado desde 12 de agosto na área expositiva do edifício principal do Sesc, o trabalho foi realizado pela 1ª vez no ano passado, na Tate Modern, em Londres, e em Frestas convida os visitantes a entrarem em um espaço de 100 m2 e registrarem qualquer tipo protesto ou reivindicação. A versão online está no ar em www.departamentodereclamacoes.com.

A participação presencial das Guerrilla Girls na 2ª Trienal de Artes – que segue até 3 de dezembro – será encerrada com uma apresentação performática no dia 23 de setembro, sábado, às 20h, no Teatro da unidade.

Elas contarão ao público como elaboraram, em mais de 30 anos de carreira, cartazes, painéis e ações que utilizam dados estatísticos, humor e visual extravagante para denunciar a discriminação de gênero e étnica na arte. A apresentação trará imagens e vídeos dos projetos, incluindo as últimas intervenções em museus e ruas ao redor do mundo e o vídeo-manifesto “O Guia das Guerrilla Girls para Comportar-se Mal, Algo que Se Deve Fazer na Maior Parte do Tempo no Mundo como o Conhecemos”. Ao final, os participantes poderão fazer perguntas às artistas. Para mais informações, acesse esse link.

A partir de 29 de setembro, estará em cartaz no MASP a retrospectiva “Guerrilla Girls: Gráfica, 1985-2017”. A primeira individual das artistas no Brasil reunirá mais de 100 de seus icônicos cartazes.

Publicado por Patricia Canetti às 6:21 PM


Daniel Acosta na Pinacoteca, São Paulo

Uma plataforma redonda de madeira com oito metros de diâmetro e dez centímetros de altura que vai girar muito lentamente ao redor do seu próprio eixo, desenvolvida por Daniel Acosta, é o próximo trabalho a ocupar o Octógono da Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A instalação, Rotorama – Sistema de Giroreciprocidade, inspirada em um trabalho exposto pelo artista em 2008, é inédita e foi desenvolvida exclusivamente para este espaço.

Uma vez dentro da plataforma, as pessoas poderão ficar de pé, sentadas ou deitadas. São cerca de dez minutos até que a estrutura dê uma volta completa, velocidade tão lenta que pode causar no visitante a impressão de estar parado. Aos poucos, entende-se que não. A mostra tem curadoria de Valéria Piccoli, curadora-chefe da Pina, e patrocínio do Iguatemi São Paulo.

A obra quase desaparece, como um tapete, frente a verticalidade do espaço. Sem qualquer atrativo, além da possibilidade de “subir” na obra, a atenção se volta toda para o público. “São os visitantes que conferem volume ao trabalho. A proposta do Daniel não é criar uma peça para ser colocada no Octógono, mas um dispositivo para que o próprio público seja protagonista do trabalho. Além disso, há a surpresa, para quem olha de cima, de uma espécie de poema visual que se forma a partir de grafismos na plataforma”, explica Piccoli.

A proposta é criar uma condição de percepção especial que pode gerar ambiguidade e certa perda das referências. “Algo bem parecido com o que acontece quando lavamos o carro naquelas máquinas com escovas giratórias do posto de gasolina. Estamos parados, mas sentimos como se estivéssemos em movimento. Acontece também quando você está na rodoviária sentado dentro do ônibus e o ônibus do lado sai. Uma experiência muito curiosa”, explica Daniel Acosta.

A instalação de Daniel Acosta permanece em cartaz até 5 de fevereiro de 2018.

Os trabalhos de Daniel Acosta (Rio Grande, RS, 1965) combinam repertórios da arte, do desenho industrial, da arquitetura e dos espaços urbanos. Suas obras propositadamente se colocam na fronteira entre a escultura e a peça de mobiliário. O desenho de cada peça obedece a uma padronização e a uma coordenação modular que não se presta à funcionalidade prática, mas à representação e ao engano.

Publicado por Patricia Canetti às 5:15 PM


Daniel Senise na Nara Roesler NY, EUA

A Galeria Nara Roesler | Nova York tem o prazer de anunciar Printed Matter, primeira exposição individual de Daniel Senise na sede da Galeria Nara Roesler em Nova York e a primeira exposição na cidade desde 2004. Com curadoria da Dra. Isobel Whitelegg, historiadora da arte, palestrante e professora na Universidade de Leicester, a exposição irá mostrar quinze obras nas quais Senise reapropria-se de páginas de livros antigos. O artista recolheu material de fontes que vão desde monografias de artistas a livros religiosos, criando uma nova plataforma pictórica, aproveitando o poder retido pelo material e abordando a questão da matéria versus tempo. Quatro obras apresentam papel reciclado ou em tiras, enquanto as onze peças restantes utilizam papel para construir uma paisagem geométrica sobre base de alumínio. Conhecido como pintor, o artista sempre esteve mais interessado pela imagem do que pelo processo da pintura, portanto esta exposição exemplifica como o artista transcende a categoria artística de "pintor", mantendo a linguagem visual pela qual ele é conhecido. Uma série de eventos e workshops na galeria foram organizados para acompanhar a exposição.

Galeria Nara Roesler | New York is pleased to announce Printed Matter, Daniel Senise’s first solo exhibition at Galeria Nara Roesler’s New York outpost and first exhibition in New York since 2004. Curated by Dr. Isobel Whitelegg, art historian, lecturer and curator at the University of Leicester, the exhibition will showcase fifteen works in which Senise re-appropriates pages of vintage books. The artist collected material from sources ranging from artist monographs to religious books, creating a new pictorial platform, tapping into the power retained by material and addressing the question of matter vs. time. Four works feature recycled or shredded paper, while the remaining eleven pieces utilize paper to build a geometric landscape on an aluminium base. Known as a painter, the artist has always been more interested in the image over the process of painting, therefore this show exemplifies how the artist transcends the artistic category of "painter" while retaining the visual language for which he is known. A series of events and workshop at the gallery have been organized to accompany the exhibition.

Publicado por Patricia Canetti às 2:07 PM


Pedro Reyes na Luisa Strina, São Paulo

Luisa Strina tem o prazer de anunciar a segunda exposição individual do artista mexicano Pedro Reyes.

Pedro Reyes consegue misturar os domínios da utopia e da função, fantasias individuais e aspirações coletivas através do domínio da forma dentro de uma noção expandida de escultura. Formado em arquitetura, seu trabalho é impregnado com esquemas simbólicos e físicos para melhorar a comunicação humana e a criatividade. Ele explora as formas nas quais um espaço permite momentos individuais de libertação ou ativa a interação entre um grupo de pessoas, com o propósito de liberar a criatividade de limitações comuns.

Para sua exposição na Galeria Luisa Strina, Reyes apresentará uma série de esculturas inéditas de pedra, concreto, bronze e ferro forjado. Embora técnicas como esculpir diretamente na pedra tenham praticamente desaparecido da prática contemporânea, é de interesse de Reyes reconectar-se com a longa tradição da escultura ao longo do tempo e geografia.

As Litófonas são blocos monolíticos de mármore preto com cortes paralelos de diferentes comprimentos e profundidades, resultando em objetos que produzem notas musicais diferentes quando tocados. Nessas obras, a volumetria não é apenas uma presença visual, mas também acústica e participativa, uma vez que requerem a intervenção de um músico ou de um participante para serem ativadas e experimentadas.

Nu em espiral explora a figura reclinada, um tema central na escultura do século XX. Henry Moore esteve particularmente interessado no Chac-mool (tipo de escultura pré-colombiana meso-americana apoiada nos cotovelos, com a cabeça virada de lado e uma tigela descansando no colo) para elaborar grande parte de suas figuras reclinadas; mostrando que grandes transformações na escultura moderna foram inspiradas na estatuária arcaica.

Exposições individuais recentes incluem: “Doomocracy – House of Political Horrors”, Creative Time, Nova York (2016); “Domingo Salvaje”, La Tallera / Sala de Arte Público Siqueiros, Cuernavaca (2016); Dallas Contemporary, Dallas (USA); “pUN: The People’s United Nations”, Hammer Museum, Los Angeles (2015)”; “Sanatorium”, The Power Plant, Toronto (2014), Whitechapel Gallery, Londres (2013) e Solomon R. Guggenheim Museum, Neova York (2011); “The Permanent Revolution”, Museu Jumex, Cidade do México (2014); “Pharmasphere”, Boston Museum of Fine Arts (2013); “Os Terráqueos”, Galeria Luisa Strina, São Paulo (2013); “Baby Marx”, Walker Art Center, Minneapolis (2011).

Exposições coletivas recentes incluem: Paiz Art Biennial, Cidade da Guatemala (2016); “The Revolution will not be gray”, Aspen Art Museum, Aspen (2016); “Hors Pistes”, Centre Pompidou, Málaga / Paris (2016); “El orden natural de las cosas”, Museu Jumex, Cidade do México (2016); “Transformers”, MAXXI Museum, Roma (2015); “Who interprets the world?”, 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa (2015); “Invento – Revolutions that Invented Us”, OCA, São Paulo (2015); “Station to Station”, Barbican Centre, Londres (2015); “Ciclo”, CCBB, São Paulo (2014); “PER/FORM How to do things with[out] words, CA2M Centro de Arte Dos de Mayo, Madri (2014); “El Teatro del Mundo”, Museo Tamayo, Cidade do México (2014); “In the Spirit of Utopia”, Whitechapel Gallery, Londres (2013); 12a Bienal de Sharjah (2013); Bienal de Liverpool (2012); Bienal de Gwangju (2012); dOCUMENTA(13), Kassel (2012); Bienal de Istambul (2012).

Coleções das quais seu trabalho é parte incluem: 21st Century Museum of Contemporary Art, Kanazawa, Japão; Brooklyn Museum, Nova York; Colección Jumex, México; ICA Institute of Contemporary Art, Miami; Kadist Art Foundation, São Francisco; Bronx Museum, Nova York; Carnegie Museum, Pittsburgh; La Tallera / Sala de Arte Público Siqueiros, Cuernavaca / Cidade do México, México; MAXXI National Museum of the 21st Century Arts, Roma; Mac/Val Musée d’Art Contemporain du Val-de-Marne, Vitry-sur-Seine, França; Museo Rufino Tamayo, Cidade do México; MUAC Museo Universitario de Arte Contemporáneo , Cidade do México; MFA Museum of Fine Arts, Boston; Walker Art Center, Minneapolis.

Publicado por Patricia Canetti às 12:27 PM


setembro 13, 2017

Sobre Pacific Standard Time LA/LA

Uma Celebração Além Fronteiras

Pacific Standard Time: LA/LA é uma vasta e ambiciosa exploração da arte latino-americana e latina em diálogo com Los Angeles. Dirigido pelo Getty, Pacific Standard Time: LA/LA é o mais recente esforço colaborativo de instituições de artes no sul da Califórnia.

Através de uma série de exposições temáticas, o Pacific Standard Time: LA/LA [Horário Padrão do Pacífico: LA/LA] apresentará uma grande variedade de importantes obras de arte, muitas delas novas para o público do sul da Califórnia. Embora a maioria das exposições tenha uma ênfase na arte moderna e contemporânea, também haverá exposições cruciais sobre o mundo antigo e a era pré-moderna. Com temas como objetos de luxo nas Américas pré-colombianas, arte afro-brasileira do século 20, espaços alternativos na Cidade do México e práticas de cruzamento de fronteiras de artistas latinos, as exposições vão desde estudos monográficos de artistas individuais até pesquisas amplas que atravessaram vários países.

Enquanto as exposições se concentrarão nas artes visuais, os programas do Pacific Standard Time: LA/LA expandirão para incluir música, performance, literatura e até culinária. Pacific Standard Time: LA/LA será um evento multifacetado que transformará Los Angeles e a Califórnia do Sul por cinco meses; e nossa compreensão da arte moderna e contemporânea para sempre.

Abraçando organizações de todos os tamanhos e tipos - dos maiores museus aos museus menores, das galerias universitárias aos centros de artes cênicas - as exposições e programas do Pacific Standard Time: LA/LA terão lugar no sul da Califórnia, de Santa Bárbara a São Diego, de Santa Monica a Palm Springs.

Com suas raízes históricas na América Latina e seus dados demográficos atuais, Los Angeles pode ser descrito como a capital de amanhã. De uma maneira que só é possível em Los Angeles, o Pacific Standard Time: LA/LA aumentará implicitamente questões complexas e provocativas sobre as relações atuais nas Américas e sobre o tecido social e cultural em rápida mudança do sul da Califórnia.

Traduzido do original em inglês.

Publicado por Patricia Canetti às 6:33 PM