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outubro 16, 2018

Nelson Felix na Galeria Reocupa, São Paulo

Nelson Felix faz exposição de Inauguração da Galeria Reocupa

A primeira exposição da Galeria Reocupa - Esquizofrenia da forma e do êxtase - traz um grupo de obras inéditas de Nelson Felix, desenvolvidas durante a estada de 24 horas do artista na Ocupação 9 de Julho. Os trabalhos fazem parte de uma ação desenvolvida pelo artista em três locais distintos: primeiramente em dois pontos da América, atingindo geograficamente o início e o fim do Continente; o segundo, no edifício da Ocupação da 9 de Julho, no centro de São Paulo, trabalhando no espaço externo e interno da Galeria Reocupa e, por último, no prédio da Bienal de São Paulo, como parte da mostra internacional, apresentando uma série de sete esculturas.

Para Nelson, a percepção do espaço se caracteriza por um emaranhado de questões, englobando a poesia e o desenho. Nesse sentido, o artista faz uso de esculturas, objetos, fotografias, ações, coordenadas geográficas e deslocamentos para construir uma ideia de espaço que extrapola o local imediato da obra instalada, atingindo a escala do global. O trabalho apresentado parte de ações de Felix iniciadas com deslocamentos a dois lugares na América: Anchorage, no Alasca e Ushuaia, na Argentina. Os pontos seriam como ‘o início e o fim’ das cordilheiras formadas pelas Montanhas Rochosas na América do Norte, e dos Andes na América do Sul, vistas poeticamente pelo artista como a coluna vertebral do globo terrestre.

A partir daí, foram escolhidos os posicionamentos de duas partes de uma escultura no edifício da Ocupação, uma na parte externa e outra no espaço da Reocupa. A mostra na galeria é complementada por desenhos, essenciais a todo o processo de trabalho. Segundo Nelson, “o amalgama desta série de ações foi feito através do desenho, do ato de desenhar constante. Nesse exagero de elementos articulados nasce uma noção de ‘paisagem’, uma noção de espaço em que se mesclam espaço natural, operações poéticas e espaço construído. Está carregada de percepções, significados, história, sentimentos, desejos, memórias. Um esforço se faz necessário por parte do observador. A obra requer tempo para que você possa tatear e começar a ver sua estrutura”.

O artista também apresenta uma série de obras desenvolvidas nesse processo a partir do dia 20 de outubro na Galeria Milllan em São Paulo.

Sobre a Galeria Reocupa A Galeria Reocupa é um projeto artístico que visa colaborar para o posicionamento da Ocupação 9 de Julho, no centro de São Paulo, como espaço de referência para discussão e reflexão sobre cultura, cidade e sociedade contemporânea.

O projeto reativa o antigo saguão do edifício, localizado na Avenida 9 de Julho. Inativo há décadas, o espaço se oferece simultaneamente como potência e desafio aos que se propuserem a ocupá-lo. Buscando evidenciar artistas e trabalhos dentro e fora do circuito estabelecido, contará com uma programação de mostras e atividades paralelas desenvolvidas a partir de cada projeto. Sua gestão será compartilhada entre artistas, curadores, arquitetos e gestores culturais que atuam em parceria com os moradores da ocupação. A Galeria Reocupa se propõe a atuar como vetor de convergência entre os diversos atores do circuito da arte e, mais amplamente, como instrumento de construção e articulação entre o meio artístico, o corpo social da Ocupação e a população do centro de São Paulo. A ideia é desenvolver partilhas, ativações, trocas, conversas, afetos, articulações entre artistas, curadores, colecionadores, editores, galerias, coletivos, instituições, produtoras, e movimentos sociais.

Publicado por Patricia Canetti às 4:31 PM


(Em) Conversa com André Santangelo e Pedro Gandra na Referência, Brasília

Referência Galeria de Arte realiza encontro entre os artistas André Santangelo e Pedro Gandra para debate sobre arte, processos criativos e produção.

No dia 20 de outubro, sábado, às 11h, a Referência Galeria de Arte recebe o público para o projeto (Em) Conversa, que reunirá os artistas André Santangelo e Pedro Gandra que apresentarão ao público seus trabalhos e falarão sobre seus processos criativos, modos de produção e os aspectos principais de suas obras. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na 202 Norte Bloco B Loja 11, Subsolo, Asa Norte, Brasília-DF.

(Em) Conversa é um desdobramento do projeto Conversa – exposições que reúnem as obras de dois artistas em cada mostra oferecendo um diálogo entre linguagens, suportes e técnicas. Nesta etapa do projeto, a proposta é colocar dois artistas para falar de seus trabalhos, suas rotinas de ateliê, temas de investigação, técnicas, entre outros assuntos que podem surgir durante o encontro. O objetivo do encontro é aproximar o público do fazer do artista e de sua produção. As apresentações dos artistas terão 30 minutos de duração cada e serão seguidas de 30 minutos de conversa aberta à participação do público.

Sobre os artistas

André Santangelo é um artista brasiliense que, há mais de 20 anos, produz imagens e instalações onde especula, constantemente, as possibilidades da integração entre as técnicas clássicas, como a pintura, e as mídias contemporâneas, como a fotografia em sua versatilidade atual, sempre criando novos contextos, novos mundos, novas poesias. O diálogo entre a fotografia e a pintura, perceptível em suas obras, demonstra que a formação do artista se deu em pintura e fotografia ao mesmo tempo em que ele apreendia as tecnologias digitais, de captura e manipulação de imagens, que estão a cada dia se superando e que tanto impactam a produção artística desde a década de 80. Santangelo participou de diversos projetos junto a instituições de referência no circuito artístico brasileiro como o Instituto Itaú Cultural, a Funarte, o Prêmio PIPA entre outros, realizando exposições em diversas capitais brasileiras e no exterior. É representado pela Referência Galeria de Arte e participa continuamente da SP-Arte, mais importante evento das artes visuais da América Latina. Suas obras estão em diversas coleções particulares e museus.

Pedro Gandra nasceu no Rio de Janeiro, atualmente reside em Brasília. Desde 2007, estuda artes visuais em módulos livres em diversas instituições, ateliês e grupos de estudo, como a EAV do Parque Lage/RJ e Casa França Brasil/RJ. Desenvolve sua investigação em pintura, lidando com referências de capacidades cênicas na disposição de elementos que compõem os trabalhos, aliados a uma ideia de proposição narrativa. Desde 2011, participa de diversas exposições coletivas em galerias e instituições, tais como: O espaço entre, Galeria Largo das Artes/RJ; SEUmuSEU, Museu Nacional de Brasília; Somos todos Clarice, Galeria do Lago, Museu da República/RJ; 44º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto, Santo André/SP; Novas referências, Referência Galeria de Arte/BSB; Fronteiras da pintura – Fronteiras da ilusão, Museu Nacional dos Correios/BSB; Invenção da paisagem, Martha Pagy Escritório de Arte/RJ; Dialetos 2, no Centro Cultural São Paulo, que apresentou um recorte da jovem produção do Centro-Oeste; Daqui a Pouco, na Baró Galeria/SP. Foi o 3º Premiado no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea, em Brasília. Também, foi premiado no Concurso Garimpo da Revista Dasartes de 2017.

Publicado por Patricia Canetti às 12:35 PM


Marco Paulo Rolla e Dudude no Palácio das Artes, Belo Horizonte

O artista plástico Marco Paulo Rolla e a artista de dança Dudude mantêm uma parceria colaborativa desde os anos 90. Em apresentação inédita no Café do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena 737), o público poderá assistir a performance Tanque: uma ópera molhada, um dos resultados do processo de colaboração desses dois artistas que não se limitam ao domínio de cada uma de suas áreas e se lançam ao desafio do experimento em outras linguagens. A apresentação ocorre no dia 18 de outubro, quinta-feira, às 19 horas.

Segundo Marco Paulo, o intuito da performance é provocar as próprias linguagens da cena e realizar uma leitura metafórica do cotidiano de pessoas comuns. “Tanque tem em sua construção uma reflexão sobre a vida ordinária, levando em conta ações simples do dia-a-dia de uma pessoa numa metrópole brasileira, que padece da degradação cultural e tem dificuldades em se comunicar com o outro”, explica o artista.

A performance conta com duas ações claras: lavar roupa e assistir televisão. Ambos os personagens, um homem e uma mulher isolados em suas próprias realidades, alternam entre observar o que se passa na TV e lavar roupas em um grande tanque e baldes cheios de água. Marco Paulo e Dudude interpretam os movimentos enquanto cantam, em vozes operísticas, frases cotidianas. “O canto lírico aparece como suporte e linha de força para realçar um estranhamento, visando a inversão das realidades do que seria o real e o virtual”, conta Marco Paulo. “Os personagens não se comunicam diretamente, é como se cada um vivesse em seu apartamento. O canto erudito proferido pelos dois é uma forma de redimensionar o cotidiano através dos recursos da expressão cênica da ópera – uma situação aparentemente banal é trabalhada para ressaltar o absurdo que ela pode representar”.

Para Dudude, Tanque continua com sua devida potência, mesmo após 13 anos da estreia da performance no Festival Cenas Curtas, do Galpão Cine Horto. “A obra nos cativa pela atualidade, pelo momento que passamos no país. Além da importância política, Tanque possibilita experimentar habilidades distintas, provar, degustar. Trabalhar com Marco é sempre um prazer, somos amigos, camaradas, e temos em comum a necessidade de avançar”, conta a artista, que se diz empolgada com a remontagem.

A performance é o resultado da vontade dos artistas de vivenciar linguagens artísticas distintas e provocar reflexões acerca da vivência rotineira do homem contemporâneo. “Buscamos tratar do esvaziamento cultural de nossa sociedade, causado pelo empobrecimento material, em contraposição a um mundo virtual, imagético e altamente perverso imposto pelo meio de comunicação mais acessível e comum a toda população: a televisão”, conclui Marco Paulo.

Tanque teve sua estreia em 2005 e após grande sucesso os artistas foram convidados para vários eventos no Brasil e no exterior, como a Mostra de Teatro Brasil em Cena (2006), na cidade de Berlim, o Festival Rio Cena Contemporânea, no Rio de Janeiro, o Festival de Teatro Palco e Rua, em Belo Horizonte, e o Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto. Em todas essas apresentações, a performance obteve tanto o respaldo do público quanto da crítica especializada.

Marco Paulo Ribeiro Rolla – Natural de São Domingos do Prata, Minas Gerais, nasceu em 1967. Mestre em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG em 2006, fez residência na Rijksakademie van Beeldende Kunsten, em Amsterdam, na Holanda. Desde 2001 é criador, coordenador e editor do CEIA - Centro de Experimentação e Informação de Arte – Belo Horizonte. Realizou exposições individuais no Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda. Participou de exposições coletivas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Rohrbach Zement e Dotternhausen, na Alemanha; Muu Gallery e Helsink, Finlândia; e na Foundazione Pistoletto, na Itália. Realizou a mostra individual de desenhos em técnica mista Construções Fatais, no Palácio das Artes, e participou da programação de Performance da 29ª Bienal de São Paulo, em 2010. Em 2015 participou da exposição Terra Comunal, com curadoria de Marina Abramovic no SESCSP. Seus trabalhos encontram-se em coleções como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Instituto ITAU Cultural de São Paulo, Museu de Arte da Pampulha de Belo Horizonte, Centro Cultural Inhotim, e FUNARTE. Como performer vem se destacando em festivais no Brasil e no exterior. Como coordenador do CEIA realizou, entre outros eventos, a MIP – Manifestação Internacional de Performance, 2003 e 2009. Desde 2013 é o curador de performance do Memorial Minas Vale. É professor da escola Guignard UEMG, desde 2009, onde criou a disciplina de Performance e é orientador e curador da Mostra Perplexa de performance. Também atuou como orientador nas turmas de atelier de especialização de Pintura na mesma instituição.

Dudude – Bailarina, improvisadora, coreógrafa, diretora de espetáculos e professora de dança. Estuda e trabalha desde a década de 70 a pedagogia de ensino da dança contemporânea. Trabalhou como professora e/ou coreógrafa para o Grupo Galpão, Cia Burlantins, Grupo de Dança 1º Ato, Companhia de Dança Palácio das Artes, Grupo do Beco do Conglomerado Santa Lúcia e Oficinão Galpão Cine-Horto. Fez parte da geração formada pelo TransForma Centro de Dança Contemporânea, criado e gerido por Marilene Martins, onde permaneceu de 1970 a 1981, primeiramente como aluna e mais tarde como bailarina, professora, coreógrafa e durante um ano (1981) como diretora artística. Foi nessa época que realizou seu primeiro trabalho coreográfico, Escolha seu Sonho, criado para o grupo. Fundou e dirigiu a Benvinda Cia de Dança de 1992 até meados de 2007. Em 2001 recebeu a Bolsa Virtuose, do Ministério da Cultura do Brasil. Em 2003 desenvolveu seu projeto selecionado pelas Bolsas Vitae de Artes, Poética de um Andarilho - A Escrita do Movimento no Espaço de Fora. Em 2004 estreou o espetáculo Maria de Lourdes em Tríade, e Tanque, uma parceria com Marco Paulo Rolla. Foi convidada, em 2005, para apresentar seu trabalho Um solo para uma dança e um violão em Paris (França), no Ano do Brasil na França. Estreou em 2006 seu espetáculo Na Planície, Logo Montanha, Aparece o Mar... e neste mesmo ano apresentou-se na Copa da Cultura em Berlim (Alemanha). Em 2007 fez turnê no Equador, apresentando seu mais novo trabalho Sem, um colóquio sobre a falta. Desde então segue trabalhando entre Belo Horizonte e Casa Branca onde possui um Atelier desde 2010, promovendo ações focadas na arte contemporânea. Em seus trabalhos atuais está cada vez mais focada na conexão de arte e vida, dentro do conceito da Ecologia Humana.

Publicado por Patricia Canetti às 12:15 PM


outubro 12, 2018

Leilão Artes Plásticas pela Democracia

Cerca de 50 artistas, entre os mais reconhecidos, doaram em torno de 60 obras para o Leilão Artes Plásticas pela Democracia, que se realiza online entre os dias 11 e 19 de outubro, com o objetivo de prover recursos para o Instituto Lula e a defesa do ex-presidente. Entre as obras há duas do poeta Augusto de Campos e uma assinada por Tomie Ohtake, doada por Ricardo Ohtake, filho da artista (confira, abaixo, a lista completa dos artistas participantes).

Os lances mínimos equivalem a algo entre 30% e 50% do valor de mercado de cada trabalho, de acordo com o estabelecido pelo artista. Haverá obras para todos os bolsos: para o car taz de Cubagramma 1962, assinado por Augusto de Campos, o preço mínimo é de R$ 1.000,00.

O valor total arrecadado será divulgado no dia seguinte ao encerramento do Leilão, 20 de outubro, em confraternização no Galpão VB. O evento vai reunir os integrantes da organização do leilão e do movimento Ação pela Democracia, que o promove, além de artistas, colecionadores, representantes do Instituto Lula e da mídia e simpatizantes da causa.

Artistas participantes (confirmados até 1º de outubro):

Albano Afonso, Alvaro Seixas (3 obras), Alvaro Wolmer, Ana Prata, Antonio Goper, Armando Queiróz, Augusto de Campos (2 obras), Bruno Dunley, Ciro Cozzolino, Cláudio Cretti, Ding Musa, Dudi Maia Rosa, Edith Derdyk (2 obras), Edouard Fraipont, Eliane Paulino, Enio Squef, Fabio Miguez, Flavia Bomfim (2 obras), Francisco Klinger, Geórgia Kyriakakis, Germana Monte-Mór (2 obras), Gilda Vogt, Guilherme Ginane, Hildebrando de Castro, Iran do Espírito Santo, Juliana Kase, Laura Vinci, Lia Chaia, Lourival Cuquinha, Lucas Bambozzi (2 obras), Lucia Koch, Luciano Zanette, Luiz Solha, Marcius Galan, Mauro Restiffe, Néle Azevedo, Nuno Ramos, Paulo Monteiro, Paulo Nenflidio, Paulo Pasta, Renata de Bonis, Ricardo Bezerra, Rochelle Costi, Rodrigo Andrade, Sandra Cinto, Sergio Niculitcheff, Sergio Romagnolo (2 obras), Sergio Sister, Tomie Ohtake, Valdirlei Dias Nunes, Vanderlei Lopes

Leilão Ação pela Democracia
Lances online de 11 de outubro às 11h até 19 de outubro às 19h

Anúncio do resultado: Confraternização no Galpão VB Videobrasil (Avenida Imperatriz Leopoldina 1150, São Paulo) dia 20 de outubro, a partir das 18h.

Publicado por Patricia Canetti às 11:47 AM


Lançamento do jogo digital Aura-Remastered no MARGS, Porto Alegre

Arte é tema de game interativo: o jogo Aura-Remastered compõe o projeto O Poder da Multiplicação, que trata da linguagem e das técnicas de reprodução na arte, da gravura à era digital

No dia 16 de outubro, terça-feira, acontece no MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul o lançamento do jogo virtual Aura-Remastered, que faz parte do projeto O Poder da Multiplicação. Realizado pelo Goethe-Institut Porto Alegre no campo da arte impressa, o projeto inclui, ainda, website, exposição, catálogo e uma série atividades paralelas, como debates e visitas mediadas.

O evento será realizado em dois momentos: às 16h, a equipe responsável pela criação do jogo fará um painel de apresentação do projeto no auditório, como atividade de extensão da UFRGS, com inscrições prévias e gratuitas. A partir das 17h, o jogo estará disponível para experimentação do público em geral, no espaço expositivo, junto à exposição O Poder da Multiplicação, com entrada franca.

O jogo foi desenvolvido por uma equipe coordenada pela professora Dra. Paula Mastroberti, do Instituto de Artes da UFGRS (veja abaixo a ficha técnica). Aberto ao diálogo interativo com a exposição O Poder de Multiplicação - em cartaz no MARGS até o dia 11 de novembro - o jogo Aura-Remastered coloca em discussão a importância da cópia como forma de acesso à cultura e à arte em nosso cotidiano. Ele permite, também, por via da simulação e da metáfora, a experimentação das diferentes técnicas de reprodução em gravura ou arte impressa e o modo como essas técnicas afetam a cultura e a sociedade.

Para jogar, o usuário deverá copiar e colar figuras (stickers, carimbos, estênceis) que exercem diversas funções, como ultrapassar obstáculos, destruir o muro que impede a visibilidade de outros mundos possíveis e concluir o jogo de forma criativa e variada. Depois da apresentação os participantes poderão jogar e interagir no espaço expositivo. O jogo estará disponível para download para o sistema Android a partir do dia 10 de outubro.

Lançamento do jogo digital Aura-Remastered

Dia 16 de outubro, terça-feira
Museu de Arte do Rio Grande do Sul - MARGS
Praça da Alfândega, s/n - Centro Histórico, Porto Alegre - RS

Às 16h - painel de apresentação - atividade de extensão da UFRGS
Com Paula Mastroberti e equipe
Entrada franca com inscrições prévias pelo link
Vagas limitadas
Local: Auditório

Às 17h - apresentação para o público em geral e experimentação do jogo
Entrada franca
Local: Exposição O Poder da Multiplicação

Ficha técnica Game Aura-Remastered

Paula Mastroberti, coordenadora e professora do Instituto de Artes da UFRGS
Camila Peres, artista-designer/assistente de coordenação e artista gráfica
Pedro Frota Paiva, sound-designer e artista-designer
Bruna Dias Morais, artista-designer
Joarez Ceccato Santini, game-designer
Guilherme Veloso Sehna, game-designer e programador
Willian Brasil Metzger, programador

Publicado por Patricia Canetti às 11:34 AM