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abril 19, 2017

César Meneghetti no MUBA, São Paulo

Projeto O Percurso Ausente apresenta diferentes vivências do artista mundo afora

O Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA) apresenta O Percurso Ausente, uma introdução a produção artística de César Meneghetti, consolidada nos últimos anos no exterior e realizada em diversas partes do mundo. Esta plataforma abrirá precedente para um diálogo interdisciplinar abrangendo temas emergenciais, que abordam dois campos críticos aparentemente desconectados: grupos em territórios de fragilidade social e o uso criativo da tecnologia nas artes, relacionando-os para compreendermos plenamente o verdadeiro significado da vida e da criação em nosso tempo. Com curadoria de Tereza de Arruda, produção da Mega Cultural e colaboração do Coletivo Casadalapa, a abertura acontece dia 30 de março.

O artista traz para São Paulo uma seleção de trabalhos de longo percurso realizados em diversos países nos últimos 10 anos: Itália, Níger, Eslováquia, Vietnã e um último no Brasil, colaborando com o coletivo Casadalapa, da capital paulista. Estes trabalhos em geral duram vários anos de pesquisa e desenvolvimento, envolvem grupos de pessoas e questões relacionadas à territórios de fragilidade social. Desta forma, o projeto torna-se não só artístico, mas também um momento de reflexão e autorreflexão. Pessoas com deficiência aspirantes artistas, camponesas africanas, ecologistas vietnamitas que lutam contra os males da globalização, ou um grupo de moradores dos Campos Elísios (Cracolândia) são apresentados em sua verdade. Reflexões que apontam um modo diverso de elaborar um conceito do “outro”.

“Vou apresentar as obras This_Orient, K_Lab Interacing on the Reality Interface, Beloved Ones, I/O Eu é um Outro e Vidas em Obras, onde o público vai entender como é o meu trabalho. Por meio de fotos, intervenções e vídeos vou mostrar que eu não estava interessado em fazer filmes durante as minhas vivências, eu queria conhecer essas pessoas com as quais passei um tempo”, afirma Cesar.

O trabalho de Meneghetti oferece a oportunidade de investigar a alteridade, através de uma nova visão de si, oferece, ainda, a possibilidade e o direito de o grupo de pessoas envolvidas e não habituadas a participar de um diálogo no contexto social, cultural artístico deixar uma marca através das diversas linguagens.

O MUBA recebe a exposição pela sinergia que possui com o artista, inclusive, tecnologia e inclusão social são pilares da Belas Artes, instituição mantenedora do Museu.

Obras: THIS_ORIENT, K_LAB Interacing On The Reality Interface, Beloved Ones, I\O Eu É Um Outro e Vidas em Obras (Coletivo CasadaLapa).

Técnicas: Vídeo, fotografia, objeto, instalação, intervenção no espaço.

Nota: A intervenção VIDAS EM OBRAS (intervenção urbana) será realizada pelo coletivo Casadalapa de São Paulo. Participaram ao projeto VIDAS EM OBRAS: Atila Fragozo, Cauê Novaes, César Meneghetti, Júlio Dojcsar, Laura Guimarães, Murilo Taveira, Pedro Noizyman, Sato do Brasil, Silvana Marcondes e Zeca Caldeira.

CÉSAR MENEGHETTI é brasileiro, trabalha entre São Paulo, Berlim e Roma. Formado em Comunicação Visual pela Faculdade de Artes Plásticas da FAAP, especializou-se na Central-Saint Martins School of Art and Design, na City of London Polytechnic (mixed medias) e no Centro Sperimentale di Cinematografia, em Roma. O seu trabalho está centrado em problemáticas sociais, migração e ao conceito de fronteiras sejam elas políticas, sociais ou individuais, assim como à questão do outro antropológico nas relações entre os hemisférios norte e sul. Utiliza, além do meio audiovisual, a fotografia, a pintura, escultura e a instalação. Realizou diversas mostras, documentários, filmes e vídeo experimentais exibidos em mais de 40 países recebendo numerosos prêmios e reconhecimentos. César Meneghetti tem uma vasta produção artística sendo que a maior parte dela é inédita no Brasil. Vive em São Paulo. Marcou presença na 55ª BIENAL DE VENEZA, BIENAL DE SHARJAH, CERVEIRA, ADRIATICA, TEHERAN, LA PAZ e mostras em museus e galerias no exterior como o MAXXI, MACRO, El Museo Santa Fé, MLAC, Smith’s Gallery, Hit Gallery, Rosalux, Sacrow Schloss, TRASMEDIALE, Microwave Hong Kong, Palazzo Delle Esposizioni, Recyclart Brussels, Tokyo Videoart Center, Festival de Veneza, Festival de Locarno, London Film Festival, Festival de Turin, Habana Film Festival, Festival de Biarritz, Festival de Clermont Ferrant entre outros.

Coletivo CasadaLapa O trabalho pelo coletivo Casadalapa constituído por artistas visuais, designers, fotógrafos, cineastas, videoartistas, grafiteiros, cenógrafos, ativistas, educadores, antropólogos, Djs, Vjs, produtores culturais e cinematográficos independentes e que possuem em comum o caráter de se constituírem como ações colaborativas, entendendo o processo artístico como um processo de doação entre seus sujeitos e a sociedade.

Publicado por Patricia Canetti às 9:20 PM


Manoel Veiga no MON, Curitiba

Museu Oscar Niemeyer recebe a exposição Matéria Escura de Manoel Veiga: uma série inédita de obras fotográficas impressas em tela.

O Museu Oscar Niemeyer (MON) realiza dia 16 de março, quinta, às 19 horas a mostra Matéria Escura, de Manoel Veiga, artista recifense radicado em São Paulo. Com curadoria de Galciani Neves, professora e pesquisadora no campo das artes visuais, a exposição conta com um conjunto de 33 imagens que tem como ponto de partida as pinturas de Caravaggio (1571-1610), que sempre foi grande referência para o artista.

A exposição é composta de fotografias impressas em tela dessa série mais recente de Manoel Veiga, que revisita as pinturas do mestre italiano eliminando as cores e apagando tudo menos os tecidos, como roupas e cortinas,com os quais Caravaggio construía suas cenas. O trabalho começou há seis anos pela obsessão de Veiga por essas obras-primas e que de várias maneiras se conectava com sua produção recente.

O título “Matéria Escura” refere-se a um novo tipo de matéria que não interage com a luz e que representa cerca de 84% do universo. Sua discretíssima presença é inferida pelo efeito gravitacional causado por essa matéria invisível sobre a matéria percebida pelos vários equipamentos de captação, radiotelescópios, etc. “Transpondo esse raciocínio para as imagens que compõem a série em questão,o análogo da matéria escura seriam os corpos, arquiteturas, etc,que são inferidos parcialmente pela curvatura dos tecidos”, explica Veiga.

Na abertura será lançado o livro sobre a trajetória do artista, editado pela Dardo da Espanha, com textos de David Barro, Agnaldo Farias, entre outros.

A mostra fica em cartaz no MON até o dia 11 de junho. A visitação pode ser feita de terça adomingo, das 10h às 18h e os ingressos custam R$12,00 e R$6,00 ( meia-entrada).

Manoel Veiga forma-se em Engenharia Eletrônica pela UFPE (1989), tendo sido bolsista do Depto. de Física por 3 anos. Trabalha em fábrica até dedicar-se às Artes Visuais (1994). Frequenta a Escolinha de Arte do Recife (1994-95) e trabalha sob a orientação de Gil Vicente (1995-97). Estuda na Escola Nacional Superior de Belas-Artes e na Escola do Louvre em Paris, França (1997). Participa de workshop em Nova York (1998). Em São Paulo, estuda História da Arte com Rodrigo Naves (1999), Leon Kossovitch (2000/01) e desenvolve estudos teóricos com Carlos Fajardo (1999-2002) e com Nuno Ramos (2000). Tem participado de exposições no Brasil e exterior, com obras em acervos de vários museus brasileiros.

Publicado por Patricia Canetti às 7:43 PM


Marcelo Moscheta no MACC, Campinas

O artista Marcelo Moscheta, radicado em Campinas, considerado um dos mais importantes da sua geração, foi contemplado pelo edital do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo/2016, na categoria Artes Visuais, e agora traz o seu conjunto de obras para o Museu de Arte Contemporânea de Campinas (Macc), a partir da próxima terça-feira, 28 de março.

A exposição, com o sugestivo título Erosão Diferencial, reúne oito instalações de grande formato, produzidas ao longo dos últimos anos e que nunca foram expostas na cidade.

A mostra também vai oferecer ao público a oportunidade de ver o processo de criação de uma nova série de trabalhos do artista. "Erosão Diferencial", obra inédita que dá nome à exposição, vai ser criada dentro do museu, durante o período em que a exposição estiver em cartaz, em uma sala expositiva transformada em ateliê. Moscheta vai trabalhar no local, às vistas do público, ao lado de alunos e artistas locais pré-selecionados como assistentes.

Marcelo Moscheta, nascido em São José do Rio Preto (SP), cursou Artes Plásticas na Unicamp. Desde então estabeleceu Campinas como sua residência fixa. Apesar de viver e trabalhar na cidade, já participou de residências artísticas em diversos lugares do mundo, como França, Canadá, China, Colômbia, Polo Norte, Deserto do Atacama, entre outros.

Seu trabalho, que versa sobre o tema da intersecção entre o homem e a paisagem, tem como principal matéria-prima essas experiências.

Moscheta é um dos artistas de maior destaque da sua geração, tendo recebido prêmios importantes do setor (Prêmio PIPA - categoria júri popular em 2010) e com trabalhos em coleções importantes no Brasil, (Pinacoteca do Estado de SP, MAM -SP, MAC- USP, MAM -RJ) e no exterior (Deutsch Bank - NY, Lhoist Collection, RNA Foundation Moscou).

Publicado por Patricia Canetti às 1:13 PM


abril 17, 2017

Ana Prata no www.aarea.co

“Sem areia”, de Ana Prata, em cartaz no site www.aarea.co

Em sua terceira edição, www.aarea.co lança no dia 21/04 o trabalho “Sem Areia”, de Ana Prata, concebido especialmente para o site. A obra, composta de 106 mandalas desenhadas em um aplicativo do IPad, dispõe-se em uma sequência que prevê a exposição de 2 segundos para cada um dos desenhos, totalizando cerca de 3 minutos e meio de apresentação.

De origem sânscrita, a mandala tem valor etimológico relacionado ao sentido de “círculo” e, consequentemente, de “essência”. Sua representação visual, baseada em uma simbologia geométrica abstrata, tem a ver com práticas religiosas. Embora suas acepções sejam variadas e derivem de uma cultura a outra, acredita-se que da observação meditativa das mandalas decorra um efeito espiritual relativo à contemplação interior que abre vias para o autoconhecimento. No contexto contemporâneo, a mandala está presente nas bancas em revistas para colorir, em decorações de restaurantes vegetarianos, em tatuagens, num certo misticismo para consumo rápido que virou cliché em nossos dias.

As mandalas desenhadas por Ana Prata, no entanto, dispensam um empenho paciente e meticuloso. Elas são elaboradas em poucos minutos, por gestos erráticos com o dedo diretamente na superfície da tela digital e apesar de não comportarem uma suposta harmonia simétrica ideal, ainda conservam certa graça e delicadeza.

Em “Sem areia”, a mesma mídia utilizada para realizar os desenhos continua sendo o meio pelo qual o trabalho é apresentado: numa sequência acelerada, as mandalas são visualizadas na tela de celulares, tablets e computadores. Por serem os mesmos dispositivos provocadores de ansiedade e dispersão na contemporaneidade, esses certamente não são os meios mais propícios para o envolvimento meditativo. Ainda assim, o trabalho não descarta por completo essa dimensão espiritual que, afortunadamente, vem acompanhada de senso de humor em suas imperfeições e apresentação no estilo “Power Point”.

Ana Prata (Sete Lagoas - MG, 1980) vive e trabalha em São Paulo. No período de 2009 - 2014, apresentou exposições individuais no Centro Cultural São Paulo, Centro Universitário Maria Antonia, Instituto Tomie Ohtake e Galeria Millan e Galeria Marília Razuk. Em 2014 expôs no La Maudite (Paris) e em 2015 participou da vitrine do Kunsthalle São Paulo e do projeto Kubikulo, na Kubik Gallery (Porto). Entre as coletivas de que participou, destacam-se o Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (São Paulo), 2011 e 2013, a mostra "Os primeiros dez anos", no Instituto Tomie Ohtake (São Paulo), 2011, a mostra Lugar Nenhum, no Instituto Moreira Salles (Rio de Janeiro, RJ), 2013, bem como "O espírito de cada época", do Instituto Figueiredo Ferraz, 2015 e "A luz que vela o corpo é a mesma que revela a tela", da Caixa Cultural Rio de Janeiro, em 2017. Em 2016 realizou residência na Residency Unlimited, em Nova York e no mesmo ano fez uma individual na Pippy Houldsworth Gallery, em Londres.

Publicado por Patricia Canetti às 12:18 PM


Beto Shwafaty na Funarte, Brasília

Brasília, Maio de 2017 – No próximo 19 de Abril, quarta feira às 19h, o artista paulista Beto Shwafaty irá inaugurar o projeto Parque Funcional, selecionado pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2015 - Atos Visuais Funarte Brasília, o qual ocupará a Marquise e Entorno do Complexo Cultural da Funarte em Brasília (DF).

Parque Funcional envolve a construção e exibição de um conjunto de trabalhos de arte inéditos, que situam-se entre a escultura, micro-arquitetura e o mobiliário urbano inspirados em projetos de contracultura e estratégias de auto-produção ligadas à épocas e locais diversos. O projeto transita entre os campos da arte, arquitetura e design. A produção das peças será realizada por uma equipe de participantes, selecionada através de chamada pública, que atuará ativamente no processo produtivo sendo orientada pelo artista e pelos demais profissionais técnicos envolvidos. Os materiais a serem utilizados nessas produções serão aqueles ligados ao universo da sustentabilidade, do re-uso e de novos materiais eco-orientados.

Propondo produções que atuem de modo a emancipar o espectador, transformando a passividade em atividade e construções formais em dispositivos acessíveis e que possam cumprir um papel tanto estético quanto funcional nos contextos em que se inserem - cada peça será assumida como um dispositivo, uma forma, uma reprodução, uma função, uma escultura e uma citação. Quando colocados em relação uns aos outros, esse objetos criarão a noção de um Parque Funcional, cujo espectro de possibilidades e ações se propõe a criar uma reflexão tanto sobre nossa relação com os espaços e objetos, quanto sobre as possibilidades de atuar nas escalas das necessidades mais básicas e diárias, como abrigar-se, sentar, apoiar-se, etc.

O projeto visa estimular processos de reflexão e experiência artística por meio de contatos com outras áreas, no tocante à questões relativas ao design, sustentabilidade, moradia, arquitetura e práticas colaborativas que incidem tanto na formação de público quanto na inclusão de participantes no processo produtivo. A fusão de práticas e proposições ligadas à arte, à arquitetura e ao design objetivam, ao final, criar explorações sobre as potencialidades construtivas de matérias e ideias que se configuram como dispositivos, artefatos e construções cuja atuação impacta de modo tanto estético quanto funcional na realidade que nos circunda. Assim, a intenção não é criar apenas um trabalho artístico, mas um campo experimental, um canteiro de obras como um espaço de criação, experimentação, formação e produção de proposições diversas.

Beto Shwafaty (1977, São Paulo) é artista e pesquisador. É bacharel em Artes Visuais pela Unicamp (2001), possui mestrado em Artes Visuais e Estudos Curatoriais pela Nuova Academia di Belle Arti (Milão, 2010). Ele frequentou ainda como artista convidado o grupo do artista Simon Starling na Staedelschule (Frankfurt, 2011) e o PIESP (São Paulo, 2012). Shwafaty esteve envolvido com projetos coletivos, curatoriais e espaciais desde o início da década de 2000, e como resultado, desenvolve uma prática baseada em pesquisas sobre espaços, histórias e visualidades na qual conecta formalmente e conceitualmente questões políticas, sociais e culturais convergentes ao campo da arte. Suas obras e projetos foram exibidos em diversos locais, no Brasil e exterior. Dentre as mostras em que participou, destacam-se: ‘Se o Clima for Favorável’ – 9a Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2013); ‘Formas únicas da continuidade no espaço’ - 33o Panorama da Arte Brasileira, MAM SP (São Paulo, 2013); ‘Contrato de Risco’, Galeria Luisa Strina (São Paulo, 2015); ‘An Ability to Create and Destroy’, Positions - Art Basel (Miami, 2016). Em 2017 o artista integrará a mostra curada por Clara Kim ‘Learning from Latin America‘ na Los Angeles Municipal Art Gallery (como parte do Pacific Standard Time project, uma iniciativa da Getty Foundation); realizará uma apresentação na Kadist Foundation Paris e colaborará com a mostra de Pedro Neves Marques no Museu Berardo, em Lisboa. Para 2018, o artista esta preparando sua primeira mostra individual institucional, na Power Plant de Toronto, Canadá. www.shwafaty.art.br

Publicado por Patricia Canetti às 2:36 AM