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outubro 14, 2011
Dasartes - Ano 3, Agosto - Setembro 2011 - Número 17
Dasartes - Número 17
Tipo de publicação: Bimestral
Preço: R$ 14,90 + correio
Como comprar: clique aqui para se informar
Formato fechado: 23 x 29 cm
Nº páginas: 92 páginas
Impressão: Em cores
Tiragem: 7500 exemplares
Peso: 300g
Realização: Indexa Editora
Apresentação
A Revista Dasartes traz um conteúdo completo do mundo das artes, com agenda de exposições, destaque para as principais feiras, convida o leitor a conhecer a coleção de apreciadores da arte e o ateliê e processo criativo de artistas. O último número da Dasartes conta com uma retrospectiva de Antonio Manuel, a inédita de Olafur Eliasson no Brasil, entrevista com os curadores do Panorama MAM, Cristina Tejo e Cauê Alves, além de Daniel Senise mostrando seu ateliê e Magritte no Tate.
agosto 1, 2011
Concinnitas – Revista do Instituto de Artes da UERJ – Número 18
Concinnitas – Revista do Instituto de Artes da UERJ – Número 18
Tipo de publicação: Semestral
Preço: R$ 25.00 + correio
Como comprar: clique aqui para se informar
Formato fechado: 129 x 231mm
Capa: brochura
Nº páginas: 200
Impressão: preto e branco com capa e encarte em cores
Organização: Sheila Cabo Geraldo
Editora: Sheila Cabo Geraldo
Dossiê
Reflexões sobre Meeting Margins - Valerie Fraser
Intercâmbios transnacionais e a popularização do pensamento científico - Michael Asbury
Compartilhando imaginários sobre maio de 68 - María Iñigo Clavo e Valerie Fraser
Tucumán Arde - Isobel Whitelegg
Ensaio Rosana Ricalde
Vizinhança incomum - Sheila Cabo Geraldo
Colaborações
Turbineville: shadow && frayeur - Lisette Lagnado
Escola pública da arte x escola de arte pública - Luiz Guilherme Vergara
Artigos
Arte conceitual e conceitualismo: uma síntese teórica - Artur Freitas
O graffiti hip hop e a mulher - Priscilla de Paula
Multiterritorialização na arte contemporânea - Gil Vieira Costa
Lomografia: a fotografia pós-digital - Tatiana Xerez
Diáspora, poesia urbana e africanidades - Denise Espírito Santo
Tradução
Algo falta: uma discussão - Theodor W. Adorno e Ernst Bloch
Resenhas
O arquivo da política em Martha Rosler - Marcelo Expósito
Pele profunda - Gilton Monteiro
Poro: um grande deslocamento - Isabel Carvalho
Renascimento italiano: ensaios e traduções - Larissa Sousa de Carvalho
Apresentação
Nesse número publicamos o dossiê organizado especialmente pelo professor Michael Asbury sobre o projeto Meeting Margins: Arte Transnacional na América Latina e Europa, 1950-1978, do qual participam Valerie Fraser e Maria Iñigo Clavo, da Universidade de Essex, e Michael Asbury e Isobel Whitelegg, do TrAIN: Researche Centre for Transnational Art, Identity and Nation, da Universidade de Artes de Londres.
Acreditamos que essa pesquisa poderá encontrar ressonância entre os grupos de investigação brasileiros, podendo abrir novas perspectivas de diálogos entre pesquisadores e instituições.
Publicamos também o ensaio que a artista Rosana Ricalde preparou para esse número e que mais uma vez nos faz atravessar continentes. A capa traz o trabalho "Mares da lua". Uma oportunidade de entrar em contato com o universo poético da artista, que soma formas de atravessamento e transbordamento, nos levando a refletir sobre o alcance da palavra e da imagem.
Trazemos a público, ainda, o ensaio Turbineville: shadow && frayeur, sobre a obra de Dominique Gonzalez-Foester, que a pesquisadora e curadora Lisette Lagnado revisou especialmente para a publicação.
Concinnitas 18 publica, também, o texto Escola pública da arte x escola da arte pública, que Luiz Guilherme Vergara nos enviou, assim como a tradução da conversa de Theodor Adorno e Ernst Bloch: Algo falta: uma discussão, sobre o sentido e a permanência da utopia no mundo contemporâneo.
julho 7, 2011
Concinnitas – Revista do Instituto de Artes da UERJ – Número 17
Concinnitas – Número 17
Tipo de publicação: Semestral
Preço: R$ 25.00 + correio
Como comprar: clique aqui para se informar
Formato fechado: 192 x 231mm
Capa: brochura
Nº páginas: 200
Impressão: preto e branco com capa e encarte em cores
Organização: Sheila Cabo Geraldo
Editora: Sheila Cabo Geraldo
Dossiê
O gigante da encruzilhada - Mônica Maria Linhares Castrioto
Herança antropofágica na poética contemporânea - Rubens Pileggi de Sá
Arte e mediação: percepção requer envolvimento - Vera Rodrigues de Mendonça
Notas sobre forma-colagem - Isabel Almeida Carneiro
Sentir o avesso: interioridade e exterioridade nos bólides de Oiticica - Carla Hermann
Espaços em trânsito - Jacqueline de Moura Siano
Ensaio
Bill Lundberg
Artigos
Bill Viola: na natureza das coisas - Gilles A. Tiberghien
Eduardo Kac e a escrita do corpo no espaço - Bianca Tinoco
Arte contemporânea, corpo e cidade: existências entretecidas - Danielle Milioli e Emyle Pompeu de Barros Daltro
Corpos desindividualizados, faces desabilitadas - Niura Legramante
A invenção e a rua: da apropriação/reinvenção de objetos precários - Ludmila Brandão e Rosane Preciosa
Origens, registros e deslocamentos em Marcas Registradas - Manoel Silvestre Friques
Resenhas
O trabalho de luto da pintura moderna - Ricardo Nascimento Fabbrini
Gordon Matta-Clark: desfazer o espaço - Elena O'Neill
Hélio Oiticica - O Museu É o Mundo - Beatrice Martins e Luciana Grizotti
Apresentação
Sheila Cabo Geraldo
Editora
O artista norte-americano Bill Lundberg nos presenteou com uma sequência inédita de imagens da instalação Guests (Convidados), que reproduzimos na capa e na abertura do ensaio encartado nesta edição. Lundberg é um dos pioneiros da videoinstalação e nos abre, como escreveu Valerie Cassel Oliver, um campo de ilusões, que atrai e fascina. Suas instalações são jogos lúdicos em que a magia e a lucidez concorrem e se misturam. É esse campo lúdico e artificioso que aparece ainda em Stolen kisses (Beijos
roubados) e Passage (Passagem), as duas outras instalações cujas imagens completam o ensaio preparado pelo artista.
É também sobre videoinstalação o artigo que publicamos de Gilles Tiberghien, que escreveu um elucidativo ensaio sobre a obra de Bill Viola, outro pioneiro. Se Viola e Lundberg dividem especulações sobre o virtual da imagem, neste último, diz Tiberghien, o que se ressalta é o tratamento particular que o artista reserva à natureza como paisagem, que é a maneira como aborda a relação que o homem estabelece com o mundo.
Especular sobre o que seja essa relação parece uma constante em muitos dos artigos aqui publicados, recebidos da comunidade acadêmica e artística. Na condição contemporânea da arte, a pergunta instala-se no ensaio sobre o corpo do homem como um lugar de experiências, abordado na obra de Eduardo Kac, mas também naquele que trata do processo em que os corpos se desindividualizam ou cuja existência é entretecida com o corpo da cidade. São maneiras de estar e de registrar o mundo, o que também aparece nos artigos que compõem o dossiê e que foram preparados para esta edição por Mônica Maria Linhares Castrioto, Rubens Pileggi Sá, Vera Rodrigues de Mendonça, Isabel Almeida Carneiro, Carla Hermann e Jacqueline Moura Siano. A todos agradecemos a colaboração.
março 30, 2011
Tatuí n.11
Tatuí n.11
Preço: R$ 8 + correio
Como comprar: clique aqui para se informar
Formato fechado: 21 x 15 cm
Nº páginas: 90
Impressão: cor
Capa: lombada
Tiragem: 1500
Peso: 100g
Autores:
Ricardo Basbaum, Beatriz Lemos, Marcio Harum, Marcio Shimabukuro, Micheline Torres, Lucas Bambozzi, Ricardo Resend, Mayra Redin, Paulo Nazareth, Kiki Mazzucchelli, Afonso Luz, Ana Luisa Lima e Clarissa Diniz
Realização: independente, Recife (PE), editoras Ana Luisa Lima e Clarissa Diniz
Patrocínio: Funcultura | Apoio: MXM Gráfica e Editora
Sumário
Epígrafe - Ricardo Basbaum
Caminhando e cantando. Desenhos sobre a sensação de ir - Beatriz Lemos
Sans Papier_1a Parte conversa - Marcio Harum, Marcio Shimabukuro e Micheline Torres
O lugar da negociação na mobilidade - Lucas Bambozzi
Globetrotter_Entrevista - Ricardo Resende
Cartas 1_2 - Ana Luisa Lima e Mayra Redin
Cartas 3 - Ana Luisa LimaPaulo Nazareth
Não seja marginal, Não seja herói : a arte brasileira no exterior em tempos de mobilidade acelerada - Kiki Mazzucchelli
Sans Papier_2a Parte conversa - Marcio Harum, Marcio Shimabukuro e Micheline Torres
Clarissa Diniz
Afonso Luz
Cartas 5_6 - Ana Luisa Lima e Mayra Redin
Carta 4 - Mayra Redin
Editorial
Em tempos de intensa circulação de informações, indivíduos e recursos, como tem sido produzida, pensada e viabilizada a arte? Em um contexto de mobilidade generalizada, em que o deslocamento se torna não apenas meio para realização de projetos, como também finalidade de muitos deles, que necessidades e demandas têm surgido? Entre fluxos globalizatórios e especificidades locais, como nos movemos?
Trabalho em rede, residências, tecnologia, programas de exportação, políticas de difusão, economia da cultura, intercâmbios, experiência estética, internacionalização, caminhadas, criação, história e crítica da arte são algumas das questões abordadas nesta Tatuí 11, que se apresenta como um debate construído por entre camadas de textos, entrevistas, cartas, falas e conversas entre artistas, curadores, críticos e gestores.
As ideias sobre a nossa crescente situação de trânsito são, por sua vez, trespassadas por desenhos de Nelson Félix, nos quais estão postas experiências (tantas vezes solitárias) de deslocamento pelo mundo. Um trabalho que se configura em movimentos de partida e retorno – momentos de quase absoluto evanescimento e, por outro lado, estrondosa aparição.
Entre as urgências do ir e vir, permanecem as inquietações do caminho, e sobre as quais se debruça esta Tatuí.
novembro 4, 2010
Tatuí n. 10
Tatuí n. 10
Preço: R$ 8,00 + correio
Como comprar: clique aqui para se informar
Formato fechado: 15 x 21 cm
Nº páginas: 64
Impressão: Em cores
Tiragem: 200
Peso: 100g
Editoras: Ana Luisa Lima e Clarissa Diniz
Colaboradores: Ana Luisa Lima, Clarissa Diniz, Cristhiano Aguiar, Daniela Castro, Deyson Gilbert, Kamilla Nunes, Pablo Lobato, Vitor Cesar
Produção executiva: Bebel Kastrup
Assistência de produção: Virginia Correia, Dilma Gabiru
Projeto gráfico: Vitor Cesar
Produção gráfica: Daniela Brilhante
Revisão de texto: Cristhiano Aguiar
Sumário:
6-7 Clarissa Diniz, Bíblia, Deyson Gilbert, James Branch Cabell, Michel de Certeau, Robert Frost, Tom Peters, Tristan Tzara
8-11 Pablo Lobato, Bom Despacho, Bruno G. A. Teixeira, Cao Guimarães, Clarissa Diniz, Cristhiano Aguiar, Julia Panadés
12-13 Cristhiano Aguiar
14-15 Daniela Castro, Haroldo de Campos
16-17 Kamilla Nunes, Clarissa Diniz, Daniela Castro, Didi-Huberman, Júlio Cortázar, Pablo Lobato
18-19 Daniela Castro, Clarissa Diniz, Kamilla Nunes
20-21 Clarissa Diniz, Deyson Gilbert, Eduardo Viveiros de Castro, Hélio Oiticica, Joaquim Cardozo, José Oiticica, Oswald de Andrade
22-23 Clarissa Diniz, Andrea Fraser, Cristhiano Aguiar, Edgar Morin, Hannah Arendt, Michel Onfray, Pablo Lobato, Rosalyn Deutsche, Vitor Cesar, Wolder Wallace
24-25 Kamilla Nunes, Daniela Castro, Gilles Deleuze, Pablo Lobato, Ricardo Basbaum, Vitor Cesar
26 Cristhiano Aguiar, Joaquim Cardozo
28-33 Clarissa Diniz, Daniela Castro, Kamilla Nunes, Pablo Lobato, Claes Oldenburg, Instituições culturais, Jean Genet, Vitor Cesar
36 Cristhiano Aguiar
37-38 Ana Luisa Lima, Daniela Castro, Engenheiros do Hawaii, Wong Kar-Wai
34-35 Vitor Cesar, Daniela Castro, Eduardo Viveiros de Castro
39-47 Deyson Gilbert, Erwin Schrödinger, Guy Debord, Mosteiro de São Francisco, Karl Marx, Joseph Stalin
49 Ulises Carrión, Vitor Cesar
50 Cristhiano Aguiar, Francis Alÿs
52-53 Vitor Cesar, Hannah Arendt, Rosalyn Deutsche, Ulises Carrión
54-62 Cristhiano Aguiar, Carlos Drummond de Andrade, Clément Rosset, Francis Alÿs, Georges Bataille, Gilles Lipovetsky, João Gilberto Noll, Julia Panadés, Marcel Conche, Pablo Lobato,Rodrigo Braga, W.G. Sebald, Zygmunt Bauman
Apresentação:
Em sequência às experiências editoriais que a revista Tatuí tem realizado, esta edição n. 10 foi produzida em um processo de residência realizado entre 25 de julho e 16 de agosto de 2010, na casa de número 179 da Rua de São Bento (Olinda, Pernambuco). De sua concepção editorial partici- param oito pessoas de diversas partes do Brasil, convidadas a pensar a revista a partir de suas atuações – borradas – no campo da arte: artistas e curadores e críticos e escritores e cineastas e designers e editores. As imagens, textos, poemas, ensaios, intervenções que aqui se encontram derivam das conversas, dos espaços de silêncio, das dinâmicas de corpo e dos instantes de infiltração dimensional que perpassaram os 21 dias de convivência. Trata-se de uma grande composição a partir dos dissensos que nos foram comuns, afirmando espaço para pensamentos construídos em conjunção também com forças que se fizeram presentes a despeito da ausência. Esta Tatuí é como uma pororoca: convoca águas de várias direções e transborda.
