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julho 3, 2020

Live com Fernanda Pitta + Raquel Garbelotti no @galeriamariliarazuk

A curadora Fernanda Pitta bate papo com a artista Raquel Garbelotti sobre sua produção no sábado, dia 4 de junho de 2020, às 16h, no Instagram @galeriamariliarazuk.

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Raquel Garbelotti, Wind Fence, 2017 - Maquete de acrílico e minério de ferro, 13 x 50 x 70 cm, edição: 1/3 (foto Edouard Fraipont)

No projeto intitulado Wind Fence, há uma maquete da casa onde a artista reside tomada pelo minério de ferro, material bruto extraído no estado do Espírito Santo. Um video mostra esse processo de invasão do pó de minério na maquete. Ambos, filme e maquete dão a ver o perigo das invasões da modernidade, sua herança desenvolvimentista e os impactos na paisagem e na vida das pessoas. No filme, a arquitetura da casa toda branca vai se revelando aos poucos à medida que o minério vai adentrando o espaço e tomando os cômodos. Wind Fence refere-se, portanto, a uma cerca que não barra o vento, mas que faz o minério adentrar ou invadir todas as casas e edifícios em Vitória, no Espírito Santo.

Fernanda Pitta é historiadora da arte, curadora sênior na Pinacoteca de São Paulo. Atualmente, além de colaborar com a curadora Naine Terena na exposição "Véxoa: nós sabemos", com abertura em fins de agosto na Pinacoteca, prepara com o pesquisador Laurens Dhaenens a curadoria da mostra "No one would have believed" a ser inaugurada em novembro, no Kunstwerk Aalst, em Aalst, na Bélgica.

Raquel Garbelotti é artista e pesquisadora. Faz Pós-Doutorado em Cinema na ECA/USP. Doutora pela EDCA/USP em 2011. Docente na UFES desde 2004. Sua pesquisa relaciona-se com vídeo-instalações e o cinema de exposição. Trabalha com a questão fílmica e a arquitetura, e apresentou os desdobramentos de suas pesquisas em exposições no Brasil e exterior.

Publicado por Patricia Canetti às 11:58 AM


junho 18, 2020

The Art Newspaper Live: Funding Matters Registration Now Open

The Art Newspaper Live: Funding Matters Registration Now Open

In our first live virtual event on 25 June, part of a new online series, we bring together institutional leaders to discuss the challenges ahead

How can museums recover from Covid-19? What decisions can they make now to ensure a sustainable future? These are just a few of the questions up for discussion in “Funding Matters”, a live online event being held by The Art Newspaper on 25 June.

Against the backdrop of an already challenging funding landscape, art institutions now face steep revenue shortfalls due to extended closures and a decline in giving from governments and private donors. With a clear need for technological investment, the pressure to cultivate the next generation of philanthropists and growing expectations from younger audiences, museums must find new ways to move forward. We have asked museum directors from the UK, Italy and the US for their insight into funding strategies and future programming in the wake of the pandemic.

Within this discussion, we will explore the state of private philanthropy and existing funding models, the move from blockbuster exhibitions to mission-driven programming, and how shifting the focus from global to local can open up new revenue streams.

Funding Matters, Thursday, 25 June, 2pm GMT, 9am EST (10h no horário de Brasília). The event is free to attend with registration, limited spaces available. The discussion will be available on The Art Newspaper’s YouTube channel after the event. Please register HERE.

Meet the panellists:

Zoé Whitley, director of Chisenhale Gallery, London

Before taking up the helm at East London’s Chisenhale Gallery earlier this year, Whitely served as senior curator at the Hayward Gallery, Southbank Centre. She curated the British Pavilion at the 58th Venice Biennale in 2019. From 2014 to 2019, she was curator, international art at Tate Modern and held an overlapping tenure as curator, contemporary British art at Tate Britain from 2013 to 2015. She co-curated Tate Modern's acclaimed 2017 exhibition Soul of a Nation: Art in the Age of Black Power, which toured the US through 2020. An award-winning curator and previously named one of Apollo Magazine's 40 Under 40 Thinkers, she is a frequent interlocutor for artists’ talks. In addition to numerous catalogue essays, her children's art activity book, Meet the Artist: Frank Bowling, explains abstraction through making.

Tristram Hunt, director of Victoria & Albert Museum, London

Since taking up the post in 2017 of director of the world's leading museum of art, design and performance, Hunt has focused his energy on supporting design education in UK schools, expanding the museum’s photography department, and encouraging debate around its global collections. In the coming years, his priorities are centred around the transition to a multi-site museum, with V&A Dundee, the redesign of the Museum of Childhood, and the development of a new museum and collections and research Centre in Stratford, East London. Prior to joining the V&A, Hunt was Member of Parliament (MP) for Stoke‐on‐Trent Central and Shadow Secretary of State for Education. He has a PhD from the University of Cambridge and is the author of several books, including Marx’s General, Ten Cities That Made an Empire and, most recently, The Lives of The Objects, which tells the story of the V&A’s South Kensington collection.

Carolyn Christov-Bakargiev, director of Castello di Rivoli Museo d’Arte Contemporanea and the Francesco Federico Cerruti Foundation, Turin

A respected author, curator and director, Christov-Bakargiev’s previous positions include: senior curator at the P.S.1 Contemporary Art Center (1999-2001); chief curator of Castello di Rivoli (2002-2008); artistic director of the 16th Sydney Biennale in 2008; artistic director of dOCUMENTA (13), Kassel, in 2012; curator of the 14th edition of the Istanbul Biennale in 2015 while simultaneously directing the Castello di Rivoli Museo d’Arte Contemporanea and GAM Torino (2016-2017). She is the author of Arte Povera (Phaidon Press, 1999) and has organised exhibitions and written books on William Kentridge (1997), Fabio Mauri (1994), Pierre Huyghe (2004), Hito Steyerl (2018), Adrián Villar Rojas (2020), among others. She has taught and lectured at various international institutions and universities including Goethe Universität, Frankfurt; MIT and Harvard University, Cambridge, Massachusetts; Northwestern University, Chicago. In 2019 she won the prestigious Audrey Irmas Award for Curatorial Excellence.

Sally Tallant, director of Queens Museum, New York

Before moving to New York, Tallant was the director of the Liverpool Biennial—the UK’s largest contemporary arts festival—from 2011 to 2019. From 2001 to 2011 she was head of programmes at London’s Serpentine Gallery, where she was responsible for the development and delivery of an integrated programme of exhibitions, architecture, education and public events. She has curated exhibitions in a wide range of contexts including galleries, museums, public spaces and non-arts spaces. Tallant is a regular contributor to conferences nationally and internationally. In 2018 she was awarded an OBE for services to the arts in the Queen’s birthday honours list.

Publicado por Patricia Canetti às 1:44 PM


Instituto Tomie Ohtake realiza a 4º edição do projeto Experiências Negras

O Núcleo de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake realiza a 4ª edição do projeto Experiências Negras | Artistas: Produzindo em tempos de confinamento. Os artistas convidados Keila Serruya (Brasil), 18 de junho, Nu Barreto (Guiné-Bissau), 25 de junho, e Rubén H. Bermudéz (Espanha), 2 de julho, apesentam as suas pesquisas e poéticas, investigações atuais e a relação de suas produções com o período de isolamento social.

18, 25 de junho e 2 de julho, quintas-feiras, às 16h

Os dois primeiros encontros são ao vivo e em português, enquanto a conversa com o artista espanhol foi gravada e será disponibilizada com legendas. Cada um dos artistas também está desenvolvendo um trabalho, comissionado pelo Instituto Tomie Ohtake, em diálogo com a experiência de confinamento.

Com mediação da educadora Jordana Braz, os encontros virtuais acontecem sempre às quintas-feiras, às 16h, no Instagram do Instituto Tomie Ohtake. No dia 18 de junho haverá o lançamento da terceira publicação digital Experiências Negras | Novas Curadorias Femininas: possibilidades e transgressões. Essa publicação, vídeos e publicações anteriores do projeto estão online.

Keila Serruya (Brasil) é artista amazonense que evoca a arte e os conhecimentos ancestrais para se manter viva e resistente. Mãe, artista visual, realizadora audiovisual, fotógrafa e produtora cultural. Analisa constantemente os prováveis diálogos a serem praticados e desenvolvidos com a cidade e quais são as urgências. Compreende que os diálogos tecnológicos, periféricos, audiovisuais e de ocupação trazem uma proposta que modifica o existir de todos que consomem essas narrativas para RUA. Vive em Manaus, Amazonas.

Nu Barreto (Guiné-Bissau) é artista plástico Guineense radicado em França, onde vive e trabalha. Formado em fotografia pela 4AEP e o Gobelins (Ecole de métiers ’images/Paris-1996), retoma o desenho e a pintura em 1997. Participou de diversas exposições individuais e colectivas de destaques e está presente em distinguidas coleções privadas (PLMJ, Coleção do rei de Marrocos...) e públicas (National Museum of African American History and Culture/Smithsonian DC Washington/USA, Museu de Mucane/Vitória/Brasil...). Vive em Paris, França.

Rubén H. Bermúdez (Espanha) é fotógrafo e docente. Autor do livro “Y tu, ¿por qué eres negro?”, também co-fundador do Colectivo Afroconciencia e colaborador da Revista Clavo-Ardiendo Magazine e desenvolve trabalhos pontuais como curador de arte. Vive em Madrid, Espanha.

Publicado por Patricia Canetti às 12:29 PM


Flávio Cerqueira na programação online do MASP

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Flávio Cerqueira, Amnésia, 2015 (Acervo MASP)

Semana no MASP girará em torno da produção do artista contemporâneo Flávio Cerqueira

Amnésia (2015), de Flávio Cerqueira (São Paulo, 1983), é a obra da semana no desafio MASP [desenhos] em casa. Tanto adultos quanto crianças podem participar: basta fazer sua versão do trabalho e publicar no Instagram marcando o @masp e utilizando a #maspdesenhosemcasa até as 23h59 de domingo, 21 de junho.

No dia seguinte, 22/06, o museu irá selecionar alguns desenhos na mesma rede social. Os autores receberão um Amigo MASP, que dá direito a frequentar o museu gratuitamente por um ano. Amnésia integrou a mostra Histórias afro-atlânticas (MASP e Instituto Tomie Ohtake, 2018) e foi doada pelo artista ao MASP no contexto da exposição.

Amnésia também será tema do Diálogos no acervo na quarta-feira, 17 de junho, às 16h. O projeto semanal apresenta, por meio de encontros virtuais no Instagram, obras do acervo do museu abordando elementos como biografia do artista, contexto histórico e técnica.

Com o objetivo de contemplar diferentes perspectivas a respeito de um mesmo tema, o museu promove ainda, na quinta-feira, 18 de junho, às 18h, uma live com o artista Flávio Cerqueira e o antropólogo Hélio Menezes, curador de arte contemporânea no Centro Cultural São Paulo e um dos curadores convidados de Histórias afro-atlânticas.

Eles irão conversar sobre a produção do artista e sua participação na exposição, eleita uma das melhores de 2018 pelo jornal The New York Times.

A curadoria da mostra foi também de Adriano Pedrosa, diretor artístico do MASP, Tomás Toledo, curador-chefe, Lilia Schwarcz, curadora-adjunta de histórias e Ayrson Heráclito, curador convidado.

Todas as lives serão disponibilizadas no IGTV e no canal do museu no YouTube posteriormente.

Publicado por Patricia Canetti às 11:56 AM


maio 20, 2020

CANAL NO TUBO Casa Triângulo apresenta vídeo de Nino Cais

Nino Cais, Sem título, 2016 - vídeo, 6' 3''

Assista ao vídeo até 21 de maio de 2020

Em Sem Título, 2016, vestido de roupa de jóquei e com a face coberta por um rabo de cavalo, Nino Cais cria uma metáfora com a pretensão do ser humano em domar/orquestrar o que é de fora. Posicionado em um canto sugerindo uma espécie de castigo e construindo um som semelhante ao de um cavalo em movimento, o artista instiga a ambiguidade da interpretação da posição de domador, tendo em vista que o ser humano também é constantemente manipulado pela sociedade através do cumprimento de etapas e de deveres ao longo da vida.

Nino Cais [São Paulo, Brasil, 1969] tem a mediação entre corpo e ambiente, seja ele natural ou edificado, como tema central de sua obra, sendo o desenho, o objeto, a colagem, a fotografia, o vídeo e a instalação seus meios de expressão. Dentre exposições recentes destacam-se: Against, Again: Art Under Attack in Brazil, Anya and Andrew Shiva Gallery, Johnfoy College, Nova Iorque, EUA [2020]; Tensões Relações Cordiais, A Casa do Parque, São Paulo, Brasil; O que meu corpo sabe: Fotografias em fricção nas coleções EAV Parque Lage e Memória Parque Lage, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro, Brasil [2019]; Don't turn off the light, Fridman Gallery, Nova Iorque, EUA; Waving and Wavering, Maryland Art Place, Baltimore, EUA; Ação e Reação, Casa do Brasil, Setor Cultural da Embaixada do Brasil, Madrid, Espanha [2018]; Ópera do Vento, Casa Triângulo, São Paulo, Brasil; Queermuseu - cartografias da diferença na arte da brasileira, Santander Cultural, Porto Alegre, Brasil [2017]. Suas obras fazem parte de coleções públicas como as do Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo, São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil, entre outras.

Publicado por Patricia Canetti às 2:21 PM