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novembro 29, 2017

Masp cancela mostra após americano Basquiat ser tema do CCBB por Silas Martí, Folha de S. Paulo

Masp cancela mostra após americano Basquiat ser tema do CCBB

Matéria de Silas Martí originalmente publicada no jornal Folha de S. Paulo em 27 de novembro de 2017.

Todos querem Basquiat. Depois de anos de planejamento, o Masp decidiu cancelar sua aguardada exposição do americano, carro-chefe de seu calendário do ano que vem, porque o Centro Cultural Banco do Brasil vai fazer sua própria retrospectiva do pioneiro da arte de rua.

Oitenta trabalhos de Jean-Michel Basquiat, morto de overdose aos 27, em 1988, vão ocupar o CCBB paulistano a partir de janeiro, contrariando o Masp, que pretendia abrir sua exposição em abril.

"Estamos cancelando Basquiat porque achamos que duas mostras do mesmo artista ao mesmo tempo na cidade seriam um mau uso de recursos públicos num país onde eles estão cada vez mais escassos", disse Heitor Martins, presidente do Masp, sobre a decisão da instituição.

O museu da avenida Paulista planejava investir cerca de R$ 2,5 milhões na mostra do artista que entrou para o circuito dos museus e galerias de arte depois de deixar suas marcas nos muros e vagões de metrô de Nova York.

Negociações de empréstimos de obras com acervos de todo o planeta estavam avançadas, mas foram descartadas de última hora, deixando um vácuo no programa da instituição no ano que vem.

Diretores do Masp chegaram a negociar com o CCBB, para que o centro cultural adiasse a sua mostra, mas não chegaram a um acordo.

"Está havendo uma competição. O Basquiat está muito na moda agora. Todo mundo quer", diz Pieter Tjabbes, à frente da mostra do CCBB. "Havia muita procura pelo produto Basquiat. Não fazia sentido ter duas grandes exposições ao mesmo tempo."

O dinheiro, no caso, parece ter vencido a queda de braço na briga pelo artista do momento –o CCBB vai gastar R$ 15 milhões em recursos incentivados, seis vezes mais do que o Masp, para montar a sua exposição de Basquiat.

Mas há uma diferença fundamental. Enquanto o Masp negociava empréstimos com uma série de museus, aos quais poderia oferecer outras obras de sua coleção em troca, o CCBB fechou um esquema milionário com um único –e poderosíssimo– acervo.

Todas as obras da exposição do centro cultural vêm dos armazéns de Jose Mugrabi, megacolecionador israelense que vive em Nova York. Segundo pessoas próximas às negociações, ele teria recebido quase R$ 5 milhões para emprestar suas obras.

Seu acervo tem mais de 800 trabalhos de Warhol e joias de Basquiat, artista que ele passou a colecionar depois de fazer a limpa no mercado do mestre da arte pop.

"Tudo vem da coleção dele", disse Tjabbes, que esteve em Nova York na semana passada negociando os empréstimos. "Tínhamos de ser práticos. Você não pode fazer uma exposição retrospectiva emprestando de 40 coleções. Então isso foi uma solução fantástica, porque a qualidade do acervo dele é inegável."

Posted by Patricia Canetti at 9:30 AM

Radicada em Pernambuco, Bárbara Wagner vence o Prêmio PIPA 2017, Jornal do Commercio

Radicada em Pernambuco, Bárbara Wagner vence o Prêmio PIPA 2017

Matéria originalmente publicada no Jornal do Commercio em 20 de novembro de 2017.

O mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais premiou a brasiliense que mora no Estado

A final do Prêmio Pipa 2017 - o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais - aconteceu, no último sábado (18), no Rio de Janeiro. E a ganhadora do prêmio de arte contemporânea moderna foi a brasiliense Bárbara Wagner, escolhida pelo júri da competição.

O artista recebeu uma doação financeira e uma participação de três meses em um programa de residência artística da Residency Unlimited, em Nova York, em 2018. O valor total da doação é de R$130 mil. Como vencedora, a artista também doará uma obra para o Instituto PIPA.

Bárbara Wagner nasceu em Brasília em 1980 e vive e trabalha no Recife, tendo passado pela agência JC Imagem, do JC, como estagiária. Sua prática em fotografia está centrada no ‘corpo popular’ e suas estratégias de subversão e visibilidade entre os campos da cultura pop e da tradição.

Desde 2011, trabalha em colaboração com o artista Benjamin de Burca (Munique, 1975), com quem participou do 33º e 35º Panorama de Arte Brasileira (São Paulo, Brasil), da 4ª Bienal do Oceano Índico (La Réunion, França), da 36ª EVA International (Limerick, Irlanda), da 5ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça, da 32ª Bienal de São Paulo (São Paulo, Brasil), do 5º Skulptur Projekte Münster e do 20º Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil.

VEJA UM VÍDEO DO PIPA 2017 SOBRE BÁRBARA WAGNER

Posted by Patricia Canetti at 9:23 AM

novembro 28, 2017

Estúdio Bijari completa 20 anos com exposição retrospectiva que inaugura a nova galeria Anti-Pop, FHOX

Estúdio Bijari completa 20 anos com exposição retrospectiva que inaugura a nova galeria Anti-Pop

Matéria originalmente publicada no FHOX em 27 de novembro de 2017.

"Arquivo Bijari 1997-2017" apresenta desde peças gráficas para lambe-lambe, projeções em larga escala, videomapping, intervenções urbanas, videodança, entre outras obras.

No dia 2 de dezembro, sábado às 12h, a nova galeria Anti-Pop vai receber a exposição Arquivo Bijari 1997-2017, que marca o aniversário de 20 anos do coletivo de artistas Bijari.

Nesta exposição, que ficará aberta até 3 de fevereiro, o público poderá conhecer trabalhos emblemáticos da produção artística do grupo, além de obras inéditas. Com curadoria dos próprios artistas, a exposição celebra projetos que ajudaram a discutir e a propor reflexões sobre as dinâmicas urbanas.

“É consenso entre nós quais são os projetos mais interessantes, as imagens mais fortes e as ações que ainda repercutem. Os trabalhos que ainda ecoam e permitem ser revistos com um frescor, mesmo 15, 20 anos depois, são aqueles que escolhemos mostrar nessa retrospectiva e que nos representam melhor como grupo”, explica Maurício Brandão, um dos seis artistas do Bijari.

A exposição “Arquivo Bijari 1997-2017” apresenta desde peças gráficas para lambe-lambe, projeções em larga escala, videomapping, intervenções urbanas, videodança, além dos projetos para arquiteturas táticas e trabalhos desenvolvidos ao longo dos últimos anos com outros coletivos artísticos e comunidades urbanas. É o caso dos projetos “Zona de Ação”, cujas intervenções refletem sobre o processo de renovação urbana do Largo da Batata e revisita as primeiras ações do projeto “Realidade Transversa”, que retratava o cotidiano dos trabalhadores urbanos informais e os convidavam para protagonizarem performances em exposições de arte.

Entre os destaques da retrospectiva está “Galinha”, de 2002, vídeo em que uma galinha é solta em lugares com distintos perfis socioculturais, como o Largo da Batata em São Paulo e o calçadão em frente ao Shopping Center Iguatemi. As reações das pessoas e da galinha são registradas pelo grupo. Este projeto foi reeditado em Cuba para a 8ª Bienal de Havana, em 2003.

Um dos projetos mais conhecidos do Bijari, o Praças (Im)possíveis, também estará na exposição. O grupo criou bicicletas adaptadas que se transformam em praças articuláveis, cujos espaços temporários de convivência e desaceleração se confrontam com a brutalidade dos territórios viários onde se instalam de forma nômade.

O Estúdio Bijari ainda realizou as intervenções da série “Natureza Urbana” em veículos abandonados nas ruas de São Paulo, transformando-os em jardins, trincheiras verdes que brotam da lataria recortada de carros, caçambas e ônibus inutilizados. Um destes veículos ocupará a fachada da Galeria Anti-Pop. O nome do novo espaço é uma referência à primeira série de intervenções gráficas criadas pelo Bijari, que se expandiu para sets de live-images exibidos em grandes festivais de música eletrônica no começo dos anos 2000. A Galeria Anti-Pop será aberta para veiculação de projetos, conversas e exposições de artes.

Os 20 anos do Bijari

Formado por estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP nos anos 90, o grupo iniciou os trabalhos com foco em design gráfico e cenografia em um espaço na rua Bijari, no Butantã, zona Oeste da capital. De lá para cá foi expandindo sua atuação e hoje desenvolve projetos em motion graphics, cenografia, realidade virtual e produção de vídeos em formatos e escalas não convencionais.

O grupo é formado por especialistas em diferentes áreas, entre artistas, arquitetos, designers, planejadores e videomakers e possui uma plataforma comercial consolidada em paralelo ao trabalho autoral, sendo ela, em grande medida, que permite uma independência no modo de pensar e produzir os trabalhos de arte.

O Biajri conta com trabalhos expostos na Kollective Kreativitat em Kassel-Alemanha, em 2006, La Normalidad/Ex-Argentina no Palais de Glace, Buenos Aires, em 2006, MDE11 em Medellin, Colombia, em 2011 e na Creative Time em Nova York, em 2012. Atualmente o grupo está com a obra “Contando con Nosotros” na LA/LA Pacific Standard Time em Los Angeles até o próximo dia 10 de dezembro.

O Bijari vem explorando diferentes linguagens visuais e práticas artísticas que se instalam nas frestas entre os espaços institucionalizados da arte e o espaço comum das cidades. Essa opção sublinha a intenção do grupo por (re)afirmar a responsabilidade da atuação do artista num campo expandindo, onde as subjetividades estéticas se mesclam necessariamente ao engajamento social e (micro)político.

Sobre o Bijari

Núcleo de criação em artes visuais e multimídia composto por um time de profissionais como artistas visuais, arquitetos, cenógrafos, designers, planejadores, diretores de vídeo e de arte. Bijari existe desde 1998 e possui um trabalho de pesquisa calcado na convergência entre arte, design e tecnologia, e tem como objeto de interesse as narrativas, poéticas e conflitos que moldam e dão vida à paisagem urbana, seja para a criação conceitual de suas obras públicas ou entregas para o mercado de entretenimento multimídia brasileiro. Mais informações em www.bijari.com.br.

Posted by Patricia Canetti at 11:44 AM

Com protesto silencioso e pedido de ‘desculpas’, CPI ouve curadores de exposições polêmicas por Thiago Faria, Estado de S. Paulo

Com protesto silencioso e pedido de ‘desculpas’, CPI ouve curadores de exposições polêmicas

Matéria de Thiago Faria originalmente publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 23 de novembro de 2017.

Curadores da 'Queermuseu', Gaudêncio Fidélis, e da '35º Panorama da Arte Brasileira', Luiz Camillo Osorio, à CPI dos Maus-Tratos no Senado

“Queria pedir desculpas pela forma como tudo isso está sendo tratado”. A frase, da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), resumiu o sentimento de parte dos parlamentares que acompanharam ontem os depoimentos de curadores da exposição Queermuseu, Gaudêncio Fidélis, e 35º Panorama da Arte Brasileira, Luiz Camillo Osorio, à CPI dos Maus-Tratos no Senado.

As duas mostras foram alvo de críticas em redes sociais por conteúdos considerados inapropriados para crianças e adolescentes. No caso da Queermuseu, a exposição financiada pelo banco Santander foi cancelada em setembro após acusações de promover pedofilia e zoofilia.

Fidélis chegou a ser alvo de um pedido de condução coercitiva – quando a pessoa é obrigada a comparecer -, cancelado na véspera. “Entendo minha vinda à CPI como uma convocatória. Num primeiro momento eu declinei pelo fato de eu discordar do objeto da CPI. É difamatório. Estou aqui cumprindo a lei”, disse ele.

Um grupo de artistas e representantes da cena cultural de Brasília acompanhou a reunião no Senado e exibiu cartazes com dizeres como “visitem museus” e “a arte é libertadora”. Ameaçados de serem expulsos da sala caso fizessem protestos ruidosos, ficaram em silêncio a maior parte do tempo.

Houve ainda momentos de constrangimentos envolvendo o relator da CPI, senador José Medeiros (Podemos-MS), e o presidente da comissão, Magno Malta (PR-ES). Em um deles, Medeiros questionou Fidélis sobre uma obra que não estava na exposição. Depois, quis saber se crianças que visitavam a mostra eram incentivadas a “se tocar sexualmente” com base na obra O eu e o tu, de Lygia Clark. Após ouvir a negativa de Fidélis, se disse aliviado. “O senhor me tira uma laje da cabeça ao dizer que não tinha criança se tocando sexualmente na exposição”, disse Medeiros.

Em diversas ocasiões, Malta afirmou que sua intenção não era censurar a arte, mas sim preservar crianças e adolescentes de possíveis “maus tratos psicológicos”. “O debate que se deu em cima de arte não é o nosso foco. Nosso debate é maus tratos contra crianças. Tudo poderia ter sido esclarecido se eles tivessem aceitado o nosso convite lá atrás”, disse ele.

A intenção da CPI era ouvir também o coreógrafo Wagner Schwartz, que protagonizou uma performance nu na exposição 35º Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna (MAM), em São Paulo. Schwartz, porém, está na França e não compareceu. Ele também foi alvo de um pedido de condução coercitiva da CPI, derrubado pelo ministro Alexandre de Moraes.

A polêmica em torno da performance, batizada de La Bête e inspirada em outra obra de Lygia Clark, ocorreu após uma criança ser filmada interagindo com Schwartz.

Posted by Patricia Canetti at 9:44 AM