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Como atiçar a brasa

 


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maio 7, 2016

Criticar é pecado (ou é proibido) na SP-Arte por Silas Martí, Plástico

Criticar é pecado (ou é proibido) na SP-Arte

Matéria de Silas Martí originalmente publicada no blog Plástico do jornal Folha de S. Paulo em 7 de abril de 2016.

Hoje é dia do jornalista. Na manhã de ontem, fui acordado com uma mensagem no celular. Era só uma fotografia de uma reportagem de outro jornal sobre a feira SP-Arte. A matéria, no caso, reproduzia em grande parte o release —texto publicitário enviado a jornalistas por assessores de imprensa— sobre este que é maior evento do mercado de arte da América Latina.

Na sequência, uma assessora da feira me perguntou se minha reportagem publicada no mesmo dia na “Ilustrada” não deveria ter saído junto a outro texto informando sobre a programação paralela à festa do mercado, assunto da reportagem de capa do último “Guia Folha”, que dedicou não só sua capa mas também outras dez páginas às mostras marcadas para a época da feira.

Meu texto publicado na primeira página do caderno de cultura falava sobre a polarização de opiniões políticas entre galeristas e artistas na SP-Arte. Os assessores do evento não podiam prever o teor da matéria, mas barraram meu acesso à feira nos dias da montagem, uma possível tentativa de censura. Suspeito que isso tenha a ver com a cobertura do jornal na última edição do evento, que questionou o uso de recursos da Lei Rouanet por parte da organização da feira, evento que costuma faturar R$ 30 milhões com a venda de estandes e gerar até R$ 300 milhões em negócios.

Nesta edição da SP-Arte, que vai até domingo, houve mais uma vez o uso de verbas incentivadas, agora na ordem de R$ 5 milhões. É uma prática nefasta em tempos de crise econômica. Jornalistas da concorrência estiveram presentes na montagem, enquanto eu fui barrado. Fotógrafos do jornal tiveram acesso à feira e outros repórteres também. A mesma assessoria de imprensa que me deu exemplos de cobertura autorizou, de forma direta ou indireta, a presença da concorrência deste jornal, numa clara tentativa de moldar e barrar o que é ou não publicado a respeito do evento.

Este texto serve de testemunho de um equívoco ridículo de talhar a opinião pública a respeito da SP-Arte. Não tenho nada contra o mercado de arte, já que tudo nesse segmento gira em torno dele. Meu protesto é contra o que parece ser uma tentativa absurda de censurar qualquer jornalista que tenha um posicionamento crítico a respeito dos métodos de financiamento e divulgação dessa feira. Há conflitos de interesse nítidos na maneira como o mercado de arte se estrutura neste país.

No dia do jornalista —eu não ligo para essas datas, mas é uma coincidência interessante—, é triste pensar o quanto o jornalismo cultural é refém de assessorias de imprensa e departamentos de marketing. Exponho essa questão, que pode nem interessar ao público, por princípio. Nosso meio artístico que tanto lamenta a quase extinção da crítica de arte em nossos jornais e revistas é o mesmo que só quer ouvir elogios, não tolera qualquer voz dissonante —uma coisa bem jeca.

Fui informado pela assessoria da SP-Arte que outros jornalistas na montagem da feira ali entraram por um mal-entendido na porta, já que todos estavam barrados antes da abertura do evento. Soube depois que uma outra jornalista, não sei por qual motivo, também foi barrada. Eu cubro a mesma feira há nove anos e sempre entrei durante a montagem para fazer minhas reportagens. A mudança na postura me surpreendeu, ainda mais quando a concorrência entrou —autorizada ou não, nunca vamos saber— antes que eu pudesse ali estar. Censura não é legal. E não combina com arte.

Posted by Patricia Canetti at 1:57 PM

Pobre menina rica por Silas Martí, Folha de S. Paulo

Pobre menina rica

Matéria de Silas Martí originalmente publicada no blog Plástico do jornal Folha de S. Paulo em 8 de abril de 2016.

Em ano de crise, feira SP-Arte tem quase R$ 6 milhões em recursos aprovados via Lei Rouanet; galeristas vendem obras mais baratas e congelam valor do dólar para conter a explosão dos preços

Um tanto nervosos, galeristas faziam fila para subir ao topo do hotel Maksoud Plaza, a uma quadra da avenida Paulista, para uma das festas de abertura da SP-Arte, que começa agora no Ibirapuera. Pareciam saber que aquela talvez seja a altura máxima que as coisas vão atingir nesta semana.

Em plena crise econômica, a maior feira de arte ao sul da linha do Equador pediu neste ano R$ 5,7 milhões em recursos incentivados via Lei Rouanet para financiar suas operações --o valor mais alto desde a estreia, há dez anos.

Mesmo faturando até R$ 29 milhões com a venda de estandes e gerando cerca de R$ 250 milhões em negócios para as 140 galerias que levam 3.000 obras ao pavilhão, organizadores da SP-Arte defendem o uso de dinheiro público para a feira, com ingressos a R$ 40.

"Nunca falei que o evento era para o povão, mas incentiva a cultura", diz Fernanda Feitosa, diretora da SP-Arte, que conseguiu por ora captar R$ 1,5 milhão pela Lei Rouanet e pode continuar captando mesmo depois do evento.

"Sobre as vendas, há uma arrecadação tributária de R$ 15 milhões. Se isso é permitido por lei, não vejo por que não fazer. É uma isenção que gera retorno, um supernegócio."

Mas talvez não seja um supernegócio para os galeristas.

Temendo um fracasso de vendas, os principais nomes do mercado levaram obras mais baratas à feira. Neste ano de crise, acentuada pela disparada do dólar que passou dos R$ 3, o preço médio dos trabalhos à venda é um dos mais baixos --a obra mais cara é um Picasso de US$ 5 milhões, quando em anos anteriores alguns trabalhos chegavam a cifras de dois dígitos.

"Trouxemos obras de preços menores, como gravuras em vez de pinturas", diz Rose Lord, da nova-iorquina Marian Goodman, uma das maiores casas do mundo. "Vamos ver o que acontece."

Christophe van de Weghe, da galeria que leva seu sobrenome, também de Nova York, diz que está preparado para dar descontos de até 20% em obras que trouxe à SP-Arte, de artistas como Andy Warhol, Picasso e Lucio Fontana.

Enquanto isso, galeristas brasileiros, com artistas que têm obras cotadas em dólar, tentam frear a explosão dos preços adotando um dólar mais baixo --em muitos casos, a moeda foi congelada a R$ 2,80 para os clientes.

"Nunca vi os colecionadores aqui tão retraídos", diz o galerista André Millan. "O país vai parar, quer dizer, já parou."

CONCORRÊNCIA DESLEAL

Mas um motor de peso continua mantendo a feira de pé. Desde 2012, a SP-Arte tem isenção do ICMS que incide sobre as obras, um benefício concedido pelo governo do Estado que deixa trabalhos 20% mais baratos do que fora da feira.

No caso de obras importadas, que encarecem até 50% com taxas, a medida se tornou o principal atrativo para a vinda de galerias de fora, como as americanas Gagosian e David Zwirner, à feira paulistana.

Também tornou comum uma prática que irrita galeristas locais, que dizem enfrentar uma concorrência desleal com as gigantes de fora.

Com a isenção de parte dos tributos, galerias estrangeiras costumam negociar obras com clientes do país antes mesmo do evento, trazendo trabalhos já encomendados só para concluir os negócios na época da feira, contando então com o benefício.

Greg Lulay, diretor da David Zwirner, considerada uma das galerias mais influentes do mundo, diz que envia imagens de obras específicas para colecionadores no Brasil e tenta trazer aquilo que querem, concretizando a venda no país --muitas galerias, aliás, guardam na reserva de seu estande essas peças já negociadas.

"Trazemos o que alguns clientes estão buscando e também pedimos a artistas que façam obras para a feira", diz Lulay. "Estamos em conversa com esses clientes o ano todo."

"Ninguém chega a uma feira sem já ter mostrado os trabalhos", admite Feitosa. "Mas se as galerias de fora já viessem com tudo vendido, não precisariam de um espaço grande na feira, teriam só um estande pequenininho para a entrega. Esses comentários me parecem meio fantasiosos."

SP-ARTE
QUANDO abre nesta quarta (8), às 11h, para convidados; de qui. a sáb., das 13h às 21h; dom., 11h às 19h
ONDE pavilhão da Bienal, pq. Ibierapuera, portão 3, sp-arte.com
QUANTO R$ 40

Posted by Patricia Canetti at 1:42 PM

maio 4, 2016

32ª Bienal de SP anuncia lista final de artistas por Camila Molina, Estado de S. Paulo

32ª Bienal de SP anuncia lista final de artistas

Matéria de Camila Molina originalmente publicada no jornal Estado de s. Paulo em 4 de maio de 2016.

Edição, a ser inaugurada em setembro, terá 81 participantes de 33 países, entre eles, o cineasta Leon Hirszman e os artistas Frans Krajcberg e Jonathas de Andrade

O cineasta Leon Hirszman e os artistas Frans Krajcberg, que, aos 95 anos, vai exibir criações inéditas, Jonathas de Andrade, Ana Mazzei, Maria Thereza Alves e Wlademir Dias-Pino são alguns dos nomes da lista final de participantes da 32ª Bienal de São Paulo, divulgada nesta quarta-feira, 4, pelos organizadores do evento. Sob o título Incerteza Viva e com curadoria-geral de Jochen Volz, a edição, a ser inaugurada em 10 de  setembro, vai ser composta por trabalhos de um total de 81 criadores e coletivos de 33 países selecionados pela equipe curatorial.

"Estamos buscando compreender diversidades, olhar para o desconhecido e interrogar aquilo que tomamos como conhecido", afirma Jochen Volz no comunicado da 32.ª Bienal. Em 8 de dezembro de 2015, a curadoria da edição, formada ainda pela sul-africana Gabi Ngcobo, a brasileira Júlia Rebouças, o dinamarquês Lars Bang Larsen e a mexicana Sofía Olascoaga, anunciou o título da exposição e uma lista de 54 participantes na qual constava o francês Pierre Huygue, os brasileiros Gilvan Samico e Bené Fonteles e o belga Francis Alÿs.

A 32.ª Bienal de São Paulo contará com cerca "de 70% a 80%" de obras comissionadas para o evento, afirma Jochen Volz. Mais ainda, a lista de artistas revela a presença marcante de artistas jovens, nascidos a partir da década de 1970. Veja abaixo os convidados para a edição.

ARTISTAS DA 32ª BIENAL DE SÃO PAULO

Alia Farid
Nasceu em Kuwait, 1985. Vive e trabalha no Kuwait e em Porto Rico

Alicia Barney
Nasceu em Cali, Colômbia, 1952. Vive e trabalha em Bogotá, Colômbia

Ana Mazzei
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1980. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Anawana Haloba
Nasceu em Livingstone, Zâmbia, 1978. Vive e trabalha em Oslo, Noruega

Antonio Malta Campos
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1961. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Bárbara Wagner
Nasceu em Brasília, Brasil, 1980. Vive e trabalha em Recife, Pernambuco, Brasil

Bené Fonteles
Nasceu em Bragança, Pará, Brasil, 1953. Vive e trabalha em Brasília, Brasil

Carla Filipe
Nasceu em Aveiro, Portugal, 1973. Vive e trabalha em Porto, Portugal

Carlos Motta
Bogotá, Colômbia, 1978. Vive e trabalha em Nova York, EUA

Carolina Caycedo
Nasceu em Londres, Reino Unido, 1978. Vive e trabalha em La Jagua, Colômbia e Los Angeles, EUA

Cecilia Bengolea e Jeremy Deller
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, 1984. Vive e trabalha em Paris, França
Nasceu em Londres, Reino Unido, 1966. Vive e trabalha em Londres, Reino Unido

Charlotte Johannesson
Nasceu em Malmö, Suécia, 1943. Vive e trabalha em Skanör, Suécia

Cristiano Lenhardt
Nasceu em Itaara, Brasil, 1975. Vive e trabalha em Recife, Pernambuco, Brasil

Dalton Paula
Nasceu em Brasília, Brasil, 1982. Vive e trabalha em Goiânia, Goiás, Brasil

Dineo Seshee Bopape
Nasceu em Polokwane, África do Sul, 1981. Vive e trabalha em Joanesburgo, África do Sul

Donna Kukama
Nasceu em Mafikeng, África do Sul, 1981. Vive e trabalha em Joanesburgo, África do Sul

Ebony G. Patterson
Nasceu em Kingston, Jamaica, 1981. Vive e trabalha em Kingston, Jamaica e Lexington, Kentucky, EUA

Eduardo Navarro
Nasceu em Buenos Aires, Argentina, 1979. Vive e trabalha em Buenos Aires, Argentina

Em'kal Eyongakpa
Nasceu em Mamfe, Camarões, 1981. Vive e trabalha no Sudoeste de Camarões e Amsterdã, Holanda

Erika Verzutti
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1971. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Felipe Mujica
Nasceu em Santiago, Chile, 1974. Vive e trabalha em Nova York, EUA

Francis Alÿs
Nasceu em Antuérpia, Bélgica, 1959. Vive e trabalha na Cidade do México, México

Frans Krajcberg
Nasceu em Kozienice, Polônia, 1921. Vive e trabalha em Nova Viçosa, Bahia, Brasil

Gabriel Abrantes
Nasceu em Chapel Hill, Carolina do Norte, EUA, 1984. Vive e trabalha em Lisboa, Portugal

Gilvan Samico
Nasceu em Recife, Pernambuco, Brasil, 1928 - Recife, Pernambuco, Brasil, 2013

Grada Kilomba
Nasceu em Lisboa, Portugal, 1968.Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Günes Terkol
Nasceu em Ankara, Turquia, 1981. Vive e trabalha em Istambul, Turquia

Heather Phillipson
Nasceu em Londres, Reino Unido, 1978. Vive e trabalha em Londres, Reino Unido

Helen Sebidi
Nasceu em Marapyane, África do Sul, 1943. Vive e trabalha em Joanesburgo, África do Sul

Henrik Olesen
Nasceu em Esbjerg, Dinamarca, 1967. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Hito Steyerl
Nasceu em Munique, Alemanha, 1966. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Iza Tarasewicz
Nasceu em Kolonia Koplany, Polônia, 1981. Vive e trabalha em Bialystok, Polônia e Berlim, Alemanha

Jonathas de Andrade
Nasceu em Maceió, Alagoas, Brasil, 1982. Vive e trabalha em Recife, Pernambuco, Brasil

Jordan Belson
Nasceu em Chicago, Illinois, EUA, 1926 - São Francisco, Califôrnia, EUA , 2011

Jorge Menna Barreto
Nasceu em Araçatuba, São Paulo, Brasil, 1970. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

José Antonio Suárez Londoño 
Nasceu em Medellín, Colômbia, 1955. Vive e trabalha em Medellín, Colômbia

José Bento
Nasceu em Salvador, Bahia, Brasil, 1962. Vive e trabalha em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Kathy Barry
Nasceu em Christchurch, Nova Zelândia, 1969. Vive e trabalha em Auckland, Nova Zelândia

Katia Sepúlveda
Nasceu em Santiago, Chile, 1978. Vive e trabalha em Colônia, Alemanha e Tijuana, México

Koo Jeong A
Nasceu em Seul, Coreia do Sul, 1967. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Lais Myrrha
Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1974. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Leon Hirszman
Nasceu em Rio de Janeiro, Brasil, 1937 - Rio de Janeiro, Brasil, 1987

Lourdes Castro
Nasceu em Funchal, Portugal, 1930. Vive e trabalha na Ilha da Madeira, Portugal

Luiz Roque
Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil, 1979. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil

Luke Willis Thompson
Nasceu em Auckland, Nova Zelândia, 1988. Vive e trabalha em Auckland, Nova Zelândia

Lyle Ashton Harris
Nasceu em Nova York, EUA, 1965. Vive e trabalha em Nova York, EUA

Maria Thereza Alves
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1961. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Mariana Castillo Deball
Nasceu na Cidade do México, México, 1975. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha e Cidade do México, México

Maryam Jafri
Nasceu em Karachi, Paquistão, 1972. Vive e trabalha em Nova York, EUA e Copenhague, Dinamarca

Michael Linares
Nasceu em Bayamón, Porto Rico 1979. Vive e trabalha em San Juan, Porto Rico

Michal Helfman
Nasceu em Tel Aviv, Israel, 1973. Vive e trabalha em Tel Aviv, Israel

Misheck Masamvu
Nasceu em Mutare, Zimbabwe, 1980. Vive e trabalha em Harare, Zimbabwe

Naufus Ramírez-Figueroa
Nasceu na Cidade da Guatemala, Guatemala, 1978. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha e Cidade da Guatemala, Guatemala

Nomeda & Gediminas Urbonas
Nasceu em Kaunas, Lituânia, 1968. Vive e trabalha em Cambridge, MA, EUA, Vilnius, Lituânia e Trondheim, Noruega
Nasceu em Vilnius, Lituânia, 1966. Vive e trabalha em Cambridge, MA, EUA, Vilnius, Lituânia e Trondheim, Noruega

Oficina de imaginação política
Criada em 2016. Baseada em São Paulo, Brasil

OPAVIVARÁ!
Criado em 2005. Baseada no Rio de Janeiro, Brasil

Öyvind Fahlström
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1928 - Estocolmo, Suécia, 1976

Park McArthur
Nasceu na Carolina do Norte, EUA, 1984. Vive e trabalha em Nova York, EUA

Pia Lindman
Nasceu em Espoo, Finlândia, 1965. Vive e trabalha em Fagervik, Finlândia

Pierre Huyghe
Nasceu em Antony, França, 1962. Vive e trabalha em Santiago, Chile e Nova York, EUA

Pilar Quinteros
Nasceu em Santiago, Chile, 1988. Vive e trabalha em Santiago, Chile

Pope.L
Nasceu em Newark, Nova Jersey, EUA, 1955. Vive e trabalha em Chicago, Illinois, EUA

Priscila Fernandes
Nasceu em Coimbra, Portugal, 1981. Vive e trabalha em Roterdã, Holanda

Rachel Rose
Nasceu em Nova York, EUA, 1986. Vive e trabalha em Nova York, EUA

Rayyane Tabet
Nasceu em Ashqout, Líbano, 1983. Vive e trabalha em Beirute, Líbano

Rikke Luther
Nasceu em Aalborg, Dinamarca, 1970. Vive e trabalha em Copenhague, Dinamarca e Berlim, Alemanha

Rita Ponce de León
Nasceu em Lima, Peru, 1982. Vive e trabalha na Cidade do México, México

Rosa Barba
Nasceu em Agrigento, Itália, 1972. Vive e trabalha em Berlim, Alemanha

Ruth Ewan
Nasceu em Aberdeen, Reino Unido, 1980. Vive e trabalha em Glasgow, Reino Unido

Sandra Kranich
Nasceu em Ludwigsburg, Alemanha, 1971. Vive e trabalha em Frankfurt, Alemanha

Sonia Andrade
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, 1935. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Susan Jacobs
Nasceu em Sidney, Austrália, 1977. Vive e trabalha em Melbourne, Austrália e Londres, Reino Unido

Till Mycha (Helen Stuhr-Rommereim e Silvia Mollicchi)
Nasceu em Lawrence, Kentucky, EUA, 1986. Vive e trabalha em Filadélfia, Pensilvânia, EUA
Nasceu em Sansepolcro, Itália, 1983. Vive e trabalha em St-Erme, França e Londres, Reino Unido

Tracey Rose
Nasceu em Durban, África do Sul, 1974. Vive em Joanesburgo, África do Sul

Ursula Biemann e Paulo Tavares
Nasceu em Zurique, Suíça, 1955. Vive e trabalha em Zurique, Suíça
Nasceu em Campinas, São Paulo, Brasil, 1980. Vive e trabalha em São Paulo, Brasil e Quito, Equador

Víctor Grippo
Nasceu em Junín, Argentina, 1936 - Buenos Aires, Argentina, 2002

Vídeo nas Aldeias
Criado em 1986. Baseado em Olinda, Pernambuco, Brasil

Vivian Caccuri
Nasceu em São Paulo, Brasil, 1986. Vive trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Wilma Martins
Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 1934. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Wlademir Dias-Pino
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, 1927. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Xabier Salaberria
Nasceu em Donostia-San Sebastián, Espanha, 1969. Vive e trabalha em Donostia-San Sebastián e Barcelona, Espanha

Posted by Patricia Canetti at 3:11 PM