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agosto 15, 2014
'Artistas plásticos brasileiros são alienados’, diz historiadora por Maria Fortuna, O Globo
'Artistas plásticos brasileiros são alienados’, diz historiadora
Entrevista de Maria Fortuna com Aracy Amaral originalmente publicada no jornal O Globo em 13 de agosto de 2014.
‘Os artistas brasileiros são completamente alienados’
Uma das mais importantes historiadoras de arte do país, a paulistana Aracy Amaral, 84 anos, acha os artistas plásticos brasileiros pouco politizados. “Eles são alienados, voltados para pequenas problemáticas. É uma espécie de refúgio de uma realidade hostil”, define ela, que participa de bate-papo sobre a mostra “artevida”, ao lado da crítica Lisette Lagnado, hoje, no Parque Lage. Aracy falou à coluna.
Por que você classifica os artistas brasileiros como alienados?
Hoje, no resto do mundo, vemos artistas plásticos muito mais preocupados com a política, com a realidade, do que no Brasil. Na América Latina, principalmente na Colômbia, vemos uma preocupação maior com o que se passa em volta. O Brasil vive em um estado de guerra civil latente, com 40 mil pessoas assassinadas por ano. Há uma guerra não declarada com toda esta desigualdade. É uma sociedade altamente preconceituosa.
Você diz que o Brasil está sempre olhando para fora...
Este é o nosso problema. Não nos olhamos no espelho, e pensamos que temos olhos azuis e somos louros. Há uma rejeição de si próprio, uma coisa muito esquisita. Antigamente, os artistas plásticos se atualizavam com o Prêmio Turner. Agora, com a internet, eles sabem de tudo o que acontece no mundo muito mais rápido.
O que acha dos jovens artistas?
A maioria só está preocupada com o mercado e as feiras de arte. Nos anos 1970, havia duas correntes: uma mais atenta ao que se passava à volta com a política, e outra mais conceitual, importada de outros países, como acontece até hoje.
Crítica: Ambiciosa, mostra 'artevida' se torna asséptica e fria por Fabio Cypriano, Folha de S. Paulo
Ambiciosa, mostra 'artevida' se torna asséptica e fria
Crítica de Fabio Cypriano originalmente publicada no jornal Folha de S. Paulo em 7 de agosto de 2014.
- artevida (corpo), Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, RJ - 28/06/2014 a 21/09/2014
- artevida (política), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM RJ, Rio de Janeiro, RJ - 20/07/2014 a 21/09/2014
- Paulo Bruscky - artevida (arquivo), Biblioteca Parque Estadual - BPE, Rio de Janeiro, RJ - 28/06/2014 a 21/09/2014
- Georges Adéagbo - artevida (parque), Escola de Artes Visuais do Parque Lage - Galeria Cavalariças, Rio de Janeiro, RJ - 20/07/2014 a 21/09/2014
A gênese da hoje chamada arte contemporânea teve início no final dos anos 1950, especialmente por meio de artistas que buscaram vincular arte e vida, fosse pelo uso do corpo, dando início às perfomances, fosse usando a estética como uma plataforma de transformação social.
É justamente esse momento o foco da mostra "artevida", com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, em quatro espaços do Rio de Janeiro: o Museu de Arte Moderna, a Casa França-Brasil, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e a Biblioteca Parque Estadual.
Trata-se de uma exposição ambiciosa, que traça um panorama da produção experimental dos anos 1950 até os anos 1980 de mais de cem artistas das Américas, Ásia, Europa e África, muitos deles desconhecidos no Brasil, como o palestino Abdul Hay Mosallam ou a turca Gülsün Karamustafa.
Em cada espaço, há um tema dominante, mas os dois que merecem destaque são o corpo, na Casa França-Brasil, com 63 artistas, e a política, no MAM, com 52.
Para reunir um grupo tão amplo e de tantas origens, há uma pesquisa de fôlego. A originalidade da mostra, aliás, está em dispor tal diversidade em torno da produção brasileira. Muitas foram as exposições que focaram esse período e seu caráter experimental, mas poucas apresentaram, como ocorre no Rio, obras de Hélio Oiticica, Lygia Clark e seus contemporâneos.
Ambos estão representados com obras que possibilitam a interação do público, como os "Parangolés", de Oiticica, que podem ser vestidos, ou os "Bichos", de Clark, que podem ser manipulados.
MOLDURAS
O problema é que, dentro desse amplo escopo, a interação com as obras é exceção. Ao expor obras realizadas em um período conturbado, como o dos artistas latino-americanos sob regimes de ditadura e com obras de forte caráter de protesto, "artevida" resulta elegante demais.
Com obras em molduras sofisticadas, que transformam o caráter político desses trabalhos em mero objeto de consumo, a mostra se torna asséptica e fria.
Será que o típico formato para o mercado acaba sendo o destino da chamada arte experimental —ou foi apenas falta de ousadia curatorial? O fato é que, para uma mostra que se chama "artevida", há arte demais para pouca vida.
agosto 10, 2014
Resenha: Arte e multidão de Antonio Negri, Quadrado dos Loucos
Arte e multidão
Resenha de NEGRI, Antonio. Art & multitude. Cambridge: 2011, Polity, originalmente publicada no Quadrado dos Loucos em 1 de novembro de 2012.
A arte não acontece descolada do sistema de produção. Qualquer fabricação, ação, acontecimento ou crítica de arte passa, necessariamente, pela organização das forças produtivas. Por “sistema produtivo”, aqui, se adota uma concepção ampla. Mais do que a produção de sujeitos e objetos, é um conceito radicalmente construtivista. O sistema produtivo é o que cria o próprio mundo, natureza e cultura; é subjetividade em estado fluido, dinâmico, disforme. É uma essência atuante, um campo de forças a partir do que se podem constituir e desconstituir as formas de vida, as perspectivas, os regimes expressivos e as relações sociais. Para Negri, a produção não se esgota no produtivismo, que é sobredeterminar a produção por seu aspecto econômico. A produção neste sentido negriano não se subordina a uma lógica — economicista, politicista ou culturalista que seja. Produção tem um caráter ontológico. Baseia-se nas mutações incessantes do trabalho vivo — o núcleo conceitual da filosofia da práxis constituinte. O trabalho vivo reúne as qualidades de cooperação, criatividade, procriação, comunicação e imaginação; o que condiciona uma ética e uma política. Pesquisar o lugar do trabalho vivo convoca certa antropologia, uma etnografia dos processos produtivos de subjetividades, em suma, uma copesquisa, militante e perspectivista, capaz de ativar pontos de vista e, a partir deles, construir o comum das diferenças e singularidades — uma força política composicional.
A arte é expressão do trabalho vivo. Como tal, vem primeiro de qualquer captura. A captura da arte para finalidades diversas ocorre sempre depois. Estas podem ser o mercado, a linha do partido, o futuro da nação, a didática “revolucionária”, o recesso do museu, a egolatria do Artista ou o narcisismo do colecionador. A captura mais usual, pelo mercado, transforma o trabalho vivo em valor, isto é, submete a turbulência da criação artística, domestica-a, e então confere um valor, coloca-a na circulação de sujeitos e objetos formatados pelo capital.
Mas esse processo vem depois. O antecedente ontológico da captura não deixa de ser a criação viva. Porque o capital não cria nada por si mesmo. Não é autônomo. O comum é quem cria, na contingência de sua historicidade, segundo as formas do viver juntos e viver bem. A imaginação resulta de um excedente decorrente desse viver mais. É fundamental que haja o ‘mais’. Sem surplus, o sujeito acaba fabricado somente por suas necessidades. No capitalismo, governa-se o excedente e paga-se literalmente o mínimo necessário. Ir além do trabalho necessário, exceder-se — das necessidades como conformação a uma natureza determinista e determinada de fora, adstrita às limitações de uma consciência moral, — consiste no primeiro passo para o momento especial da criação. Logo, da afirmação de subjetividade, que então se propaga em novos processos cruzados de individuação e coletivização — singularização.
Para Negri, arte é excesso de vida convertido em imaginação, que se exprime imediatamente na realidade como construção e reinvenção do comum.
A arte não exprime o seu tempo histórico. Não tem a ver com o Espírito do Tempo. Pesquisar-lhe as condições, apesar disso, é necessário para fazer a arte. A relação da arte com a história é a mesma entre o intempestivo e o tempo cronológico. Fura o tempo histórico, estilhaçando tudo o que nele é estático, amortecido, suas regularidades e suas mesmerizações. É ruptura. Se a arte não está perturbando ninguém, tem algo errado. O intempestivo da arte define sua própria medida — é, portanto, desmedida no tempo e espaço existentes, cria-se enquanto medida própria, incomensurável aos valores já existentes, a ser compilados apenas por funcionários — jamais artistas. O artista, — que qualquer um pode ser enquanto composição do trabalho vivo, — vive o próprio tempo além dele. Está no presente mas morde a borda do futuro. Não há telos senão kairós.
O artista não renuncia à contingência. Coloca-se na crise e a vive em sua loucura e exasperação. Das crises, se multiplicam vanguardas, que importam menos por seus programas e diktats, do que pelo desejo de selvagem recriação de todo o existente. A arte não pode dizer para onde vai, mas ela tem que ir — ou não perseverará. Essa ida sem volta é revolucionária nos mesmos termos que o trabalho vivo: quando desborda das necessidades e limites externos. O capital precisa seguir a produtividade da arte, e adaptar-se para continuar subordinando e explorando, — e não o inverso. A arte é primeira.
Qual o diagnóstico das forças produtivas hoje?
Vivemos a abstração derradeira. A capitalização comprime o futuro no presente, o tempo das finanças quando a vida está toda ela, inclusive em sua virtualidade, subsumida. O mercado mil vezes liquefeito do capitalismo globalizado e integrado. A realidade sólida do vazio: o dinheiro sem nenhum peso, acelerado à velocidade da luz. A sucessão incessante de formas fantasmáticas configura a nova condição do ser. Menos a abstração da verdade, do que a verdade do abstrato. Somos o abstrato, a sua mais maravilhosa consumação. O que fazer? Voltar? Se o abstrato cobre como segunda pele, não há mais pele anterior para regressarmos. Nada por debaixo que possa nos redimir. Nenhuma nostalgia do concreto, nenhum elo perdido do valor de uso.
Um critério ético se coloca para a criação, com três possíveis posicionamentos.
Primeiro, o niilismo eufórico, que comemora a enchente do abstrato. Apólogos de tudo que é fluxo e singular, uma mera reiteração acrítica do idêntico em movimento uniforme. É o autômato chinês. O niilista artístico se aninha nas rachaduras e dobras do vazio, e então o parasita. Facilmente vendável e ultimamente cínico. É a arte reduzida a joguete estético, o comum reduzido (e assim mais uma vez drenado) no capital simbólico, seus memes, sua fusão com o tempo histórico. Cronos da conservação.
Segundo, quem o vazio assombra. Teóricos do espetáculo, da indústria cultural ou da sociedade de consumo, — de qualquer Moloch abissal que tenha dominado tudo e lamentam não haver mais o que fazer de substantivo. Escoaram-se para sempre os momentos em que ainda poderíamos acreditar em nossa libertação. Tudo é corrupto. Tudo é profanado. Esses nostálgicos de uma utopia retrógrada. E cúmplices da posição anterior em seu niilismo passivo. Resultam daí o pesadelo, a covardia e a resignação. É a noite insuperável dos catastrofistas. Acuso-lhes sobretudo a falta de imaginação.
“A diferença entre reacionários e revolucionários está em que os primeiros negam a massiva vacuidade ontológica do mundo, enquanto os últimos a afirmam; os primeiros operam na retórica; os últimos, na ontologia. (…) somente estes apreendem o mundo na prática e podem exercer a sua crítica, porque reconhecem que fomos nós que fizemos este mundo, inumano como ele é.” [p. 22]
Terceiro, afirmar o vazio, e da borda do precipício preenchê-lo de novo ser. O comum preenche as formas vazias do capital. É o construtivismo radical do comum, da arte como trabalho vivo, antimercado e antiniilista. Tarefa de uma ontologia materialista: reapropriar-se positivamente da abstração. Construir o ser como ritmologia no silêncio, uma explosão que faz uso das abstrações dando-lhes outro sentido. Só reclama da falta de sentido da vida quem não é forte o suficiente para criá-lo (N.) — tarefa antes coletiva. Eis repetição com diferença: ritmo com estilo.
O abstrato enfim não é prerrogativa do capital. Não há classe sem uma abstração determinada pela rede de antagonismos, produtividades e diferenças reais. Só assim, na abstração potente de que o comum se apropria, o intempestivo rasga um novo ser no tempo-espaço mesmerizado. Essa também é uma ruptura na métrica homogênea do mercado. Se o biopoder opera no abstrato subsumindo a vida, a biopolítica age no outro sentido: é a vida subsumindo o abstrato. É a própria condição da multidão, um modo biopolítico imanente, cooperativo e liberto, que o trabalho vivo corporifica.
O confronto entre as forças organizadas do comum e as do capital se desenvolve sobre o deserto do próprio abstrato. Hoje, só no abstrato, — por onde passam as forças e se inscrevem os agentes no sistema produtivo contemporâneo, — a arte pode agir, e inclusive já age, como trabalho da multidão.
Governo oferecerá intercâmbio a 500 profissionais de ciências humanas por Natalia Godoy, G1
Governo oferecerá intercâmbio a 500 profissionais de ciências humanas
Matéria de Natalia Godoy originalmente publicada no portal G1 em 31 de julho de 2014.
Edital foi lançado nesta quinta-feira (31) e inscrições já estão abertas. Cursos e estágios começam em novembro e vão até março de 2015.
O Ministério da Cultura anunciou nesta quinta-feira (31) a abertura de dois editais públicos para oferecer bolsas de estudo no exterior e patrocinar a participação em eventos culturais organizados fora do país a cerca de 500 profissionais de diversas áreas que não são atendidas pelo programa federal Ciência Sem Fronteiras.
Os editais do Conexão Cultura Brasil foram publicados nesta quinta no "Diário Oficial da União". A iniciativa é uma parceria entre os ministérios da Cultura, das Relações Exteriores e da Educação.
O governo federal custeará passagem de ida e volta e as diárias, que somadas chegam a até R$ 30 mil por aluno (para cursos de três meses). Segundo o Ministério da Cultura, o programa custará R$ 4 milhões aos cofres públicos. Os candidatos que forem selecionados irão viajar ao exterior a partir de novembro deste ano.
As áreas contempladas pelo programa são música, teatro, circo, artes visuais, cinema, animação, games, programação de softwares, literatura, TV, rádio, moda, design, arquitetura, publicidade, gastronomia, artesanato, turismo, dentre outras.
De acordo com o Ministério da Cultura, não há um pré-requisito definido e nem uma idade-limite para concorrer a uma vaga. Para se habilitar às bolsas de estudo, o interessado deve obter uma pré-aprovação de uma das universidades credenciadas.
Serão oferecidos cursos e estágios no Instituto Europeu de Design (Itália e Espanha), Federculture da Itália, Universidade de Bolonha (Itália), British Council (Reino Unido), Royal Shakespeare Company (Reino Unido), Barbican Centre (Reino Unido), SouthBank Centre (Reino Unido), The Global Centre (Reino Unido), BBC Scottish Symponhy (Reino Unido), Science Museum (Reino Unido) e o Festival de Edimburgo (Escócia).
De acordo com a ministra da Cultura, Marta Suplicy, não é necessário ter diploma, porém, será exigida experiência prévia na área escolhida.
“O pré-requisito é experiência na área, algumas áreas exigem diploma. O critério está na mão da universidade. Tem instituição que exige que saiba a língua e tem instituição que não exige”, explicou a ministra.
Após garantir a autorização da instituição de ensino estrangeira, o estudante será submetido a uma banca, no Brasil, composta por representantes de secretarias ligadas ao Ministério da Cultura.
Os interessados em cursos que começarem em dezembro, devem se inscrever até o dia 1º de outubro. Para cursos de janeiro a março, as inscrições vão até 7 de novembro.
Quanto aos eventos, serão três os oferecidos: a feira de música WOMEX 2014, em Santiago de Compostela, na Espanha, de 22 a 26 de outubro deste ano; o festival de artes cênicas Santiago a Mil, no Chile, de 3 a 18 de janeiro de 2015; e o ARCO Madrid, na Espanha, uma feira de arte contemporânea que vai de 25 de fevereiro a 1º de março do ano que vem. Esse edital levará delegações de até 60 empreendedores para participar dos eventos.
“É dar oportunidade para o jovem brasileiro se qualificar nas artes, porque hoje, no mundo moderno, as pessoas não querem fazer só advocacia e medicina, a economia criativa é o século 21”, completou a ministra da Cultura, Marta Suplicy.
O projeto piloto do programa Cultura Brasil foi o envio de 100 empreendedores culturais para o I Mercado de Indústrias Criativas dos Países do Mercosul (MICSUL) em Mar Del Plata, Argentina, em maio deste ano, informou o Ministério da Cultura.
“Bônus por UF”
Para “minimizar desigualdades e promover a descentralização das ações culturais”, segundo o texto do edital do governo, os projetos das regiões Norte, Nordeste, de alguns estados do Centro-Oeste e o Espírito Santo vão receber uma pontuação extra, um chamado “bônus pela unidade federativa”.
Vão receber 2,5 pontos extras os estados do Norte: Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Pará e Roraima; do Nordeste: Alagoas, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe; do Centro-Oeste, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além do Espírito Santo.
Ceará, Goiás e Pernambuco recebem 2 pontos; Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina vão ganhar 1,5; Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, 1 ponto; e projetos dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo 0,5.
Contrapartida
Segundo a ministra Marta Suplicy, vai haver um contrato que obrigue o bolsista a compartilhar no Brasil o que a pessoa aprendeu no exterior. Ainda não há definições sobre como vai ser isso, mas o governo é otimista de que não vai "ter problemas em direcionar" o retorno da pessoa contemplada pelo curso.
“Quando volta, vai dar uma oficina do que ele aprendeu lá, vai fazer um show, vai de alguma forma fazer essa contrapartida, porque ele recebeu do governo brasileiro uma oportunidade extraordinária […] Tem um contrato né. Ele tem um contrato de ida, de volta e de contrapartida. Ele tem um contrato que ele vai fazer essa prestação depois que ele voltar”, afirmou a ministra.
Para se inscrever nos editais, os interessados podem acessar aqui. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos e-mails culturabrasilintercambios@cultura.gov.br (sobre o intercâmbio) ou culturabrasilnegocios@cultura.gov.br (sobre os eventos).
