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Como atiçar a brasa

 


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março 30, 2007

"Quando colecionadores importantes se unem", por Dorothy Spears

"Quando colecionadores importantes se unem", matéria de Dorothy Spears, originalmente publicada no sítio do The New York Times em 28 de março de 2007

Enquanto museus estabelecidos se debatem com a queda na filantropia que há muito têm os ajudado a formar suas coleções, uma recente doação ao Museu de Arte de Dallas se destaca como um modelo de generosidade. A força motriz por trás dessa doação - uma contribuição conjunta de 900 obras de arte prometida por colecionadores locais, com valor estimado superior a 300 milhões de dólares — é Jack Lane, o diretor do museu, que chegou à cidade com um histórico de formação de associações de apoio aos museus que tem dirigido.

No vernissage em fevereiro do "Fast Forward: Contemporary Collections for the Dallas Museum of Art" ("Uma Visão do Futuro: Coleções Contemporâneas para o Museu de Arte de Dallas"), os colecionadores — Marguerite Hoffman, Cindy e Howard Rachofsky e Deedie Rose — dirigiram-se a marchands e colecionadores americanos e europeus sobre suas promessas de doarem suas coleções, inclusive obras que vierem a comprar no futuro, ao museu. Todos os três mencionaram o contagiante amor pela arte do Sr. Lane, assim como sua liderança e suas conexões com o mundo da arte contemporânea, como estímulos para sua decisão.

"Se um diretor tem um interesse em especial", disse o Sr. Rachofsky em entrevista, "é ao redor disso que o financiamento gravita". O Sr. Lane "foi a cola", ele afirmou, "que nos estimulou a agir em conjunto".

O envolvimento do Sr. Lane com o museu, conhecido por sua coleção enciclopédica, começou na primavera de 1998, quando ele recebeu um telefonema da Srta. Rose, a trustee que encabeçava a busca por um novo diretor. A Sra. Rose estava familiarizada com as prévias atuações do Sr. Lane como diretor do Museu Carnegie de Pittisburgh e do Museu de Arte Moderna de San Francisco, no qual ele foi figura chave em momentos fundamentais de sua história. Ele percebeu a oportunidade que Dallas representava. "Algumas importantes coleções de arte contemporânea estavam sendo formadas lá", ele disse.

No entanto, embora sofisticados em seus gostos e aquisições, os colecionadores de Dallas tendiam a agir de forma independente. "Tenho colecionado de forma regular desde o final dos anos 1970", disse o Sr. Rachofsky. "Não necessariamente com um forte relacionamento com o museu, porque o Museu de Arte de Dalas não tinha um programa de arte contemporânea forte".

O Sr. Hoffman concorda, acrescentando que antes da chegada do Sr. Lane, o museu "conduzia uma política de colecionamento de arte contemporânea bastante difusa", e que "não havia um plano geral, e não havia fundos disponíveis. Nos faltava uma geração inteira de artistas".

O Sr. Lane, cujo currículo inclui um diploma do Williams College, um doutorado em história da arte de Harvard, um M.B.A. pela Universidade de Chicago e o serviço militar como tenente da marinha no Vietnã, chegou ao museu em fevereiro de 1999 e começou a angariar o apoio dos colecionadores de Dallas. Depois de comprar uma coleção completa de múltiplos de Gerhard Richter, por exemplo, o Sr. Lane supervisionou uma retrospectiva do trabalho do artista, exibindo 20 de suas pinturas emprestadas por colecionadores locais.

O Sr. Lane também apelou para o orgulho dos colecionadores, encorajando-os a examinarem a história de outros museus enciclopédicos como o Instituto de Arte de Chicago, cuja coleção extraordinária de pinturas Impressionistas e Pós-impressionistas, ele afirmou, foi possibilitada por doações feitas no final do século 19 e início do 20, quando "aqueles artistas ainda eram considerados contemporâneos". Se os colecionadores de Dallas seguissem esse exemplo, ele argumentou, o museu poderia um dia "ter o seu lugar entre os grandes museus".

Especulações sobre uma doação conjunta começaram no Ano-Novo de 2000, quando a Sra. Hoffman e seu marido, Robert (que faleceu em agosto), estavam dividindo uma garrafa de vinho com o Sr. Rachofsky e sua esposa, Cindy, num resort no vale de Napa. Para angariar apoio para um campanha de levantamento de fundos em honra do centenário do museu, em 2003, os Hoffmans sugeriram que ambos os casais fizessem uma promessa: se o objetivo da campanha fosse alcançado, eles fariam a doação irrevocável de suas coleções ao museu. Os Rachofskys não apenas concordaram, como ofereceram a inclusão de sua casa, projetada por Richard Méier. Os casais contataram a Sra. Rose e seu marido, Rusty, que adicionaram sua coleção ao desafio.

No final de 2004 a campanha não havia atingido seu objetivo. O Sr. Lane disse: "Precisamos agradecer nossos doadores e andar em frente. Então resolvemos dar uma festa". Vários dias antes do evento, em fevereiro de 2005, o Sr. Lane, que obviamente tinha dificuldades em aceitar a derrota, ligou para a Sra. Rose, que cuida da coleção do casal, e pediu-lhe que contatasse os Hoffmans sobre a possibilidade de doarem suas coleções de qualquer forma.
Os Hoffmans concordaram, desde que os Roses fizessem o mesmo. Quando os Roses aceitaram, os Hoffmans estenderam o pedido aos Rachofskys, que concordaram.

"Foi um momento realmente transformador", afirma o Sr. Lane. "E aconteceu de um dia para o outro". Bem, não exatamente. Tanto a Sra.. Hoffman quanto a Sra. Rose citam a decisão do Sr. Lane em 2002 de indicar Bonnie Pitman como representante da diretoria como uma de suas melhores decisões e um ingrediente fundamental para sua generosidade. "Os colecionadores querem suas coleções sendo vistas e admiradas", comenta a Sra. Hoffman.

"Quando a Sra. Pitman chegou", a Sra. Rose disse, "ela costumava dizer, 'é possível rolar uma bola de boliche no hall central e não acertar em ninguém', de tão poucas pessoas que freqüentavam o museu". A Sra. Pitman criou um programa com o objetivo de incrementar o engajamento do visitante com arte.

Sob sua supervisão, o número de visitações aumentou em 42%, com um surpreendente índice de 53% dos visitantes participando de programas educativos. "Entre a credibilidade do Jack no mundo da arte internacional, e a parceria entre ele e Bonnie", afirmou a Sra. Hoffman, "ele foi capaz de levar o museu a um patamar mais elevado de reconhecimento". Maiores índices de visitação inevitavelmente completaram o circuito necessário para que as doações se dessem.

As doações prometidas pelas famílias Hoffman, Rachofsky e Rose ampliarão em muito a coleção de arte contemporânea do museu. "Uma Visão do Futuro", uma exposição temporária de 143 das obras doadas, e visitas às casas dos colecionadores revelaram um conjunto rico em obras do minimalismo, da arte povera e da pintura alemã. Entre as obras incluem-se importantes peças de Ellsworth Kelly e Philip Guston, uma importante instalação de 1990 de Bruce Nauman mostrando uma cabeça giratória e um conjunto de pinturas de Mr. Richter e Sigmar Polke, em especial uma baseada num recorte de um jornal de Dallas.

"Estou verde de inveja", disse Neal Benezra, diretor do Museu de Arte de San Francisco, falando por telefone desde seu escritório. "É o sonho de todo diretor de museu, que todos os seus colecionadores se unam desta forma, voltada ao bem cívico".

A conquista do museu de Dallas torna-se especialmente notável dado ao significativo declínio filantrópico e ao disparo astronômico do preço de obras de arte, que juntos deixaram os museus americanos em apuros para manter a relevância de suas coleções. "Os museus de arte nos EUA são profundamente dependentes do apoio dos colecionadores locais e de seus trustees", disse Sir Nicholas Serota, diretor do Tate em Londres. Persuadir os colecionadores a "colocar as necessidades da comunidade acima de seus ganhos pessoais", ele disse, "pode ser uma tarefa espinhosa". Sob a liderança do Sr. Lane, os colecionadores de Dallas começaram a consultar uns aos outros antes de efetuar compras e a adquirir em conjunto obras para o museu. Como resultado de sua cooperação, eles têm adquirido obras de altíssimo nível.

"Os marchands têm sempre uma escolha", afirma Sir Nicholas, "Podem vender obras mais ou menos importantes, dependendo. Se sabem que um colecionador está comprando para um museu, então ficam mais predispostos a vender um trabalho do mais alto nível". E os fundos dos colecionadores são tipicamente mais maleáveis do que os fundos de aquisição de um museu, dando-lhe mais margem de manobra ao comprar trabalhos de artistas reconhecidos.

Barbara Gladstone, uma marchand de Manhattan, afirma que o poder de persuasão do Sr. Lane é um grande trunfo. "Quando ele chega numa comunidade", ela diz, "ele é capaz de convencê-la do valor de seu museu como parte de sua vida cultural".

Tradução de Renato Rezende

Posted by Leandro de Paula at 3:00 PM

março 28, 2007

Respostas das instituições culturais sobre a compra da Coleção Adolpho Leirner

Respostas das instituições culturais sobre a compra da Coleção Adolpho Leirner

A partir da matéria de Fabio Cypriano na Folha de São Paulo, do dia 21 de março de 2007, ficamos sabendo que duas instituições culturais paulistanas, a Pinacoteca do Estado e o Museu de Arte Moderna de São Paulo, foram contatadas pelo colecionador Adolpho Leirner para a venda de sua coleção de arte construtiva brasileira.

O Canal Contemporâneo enviou no mesmo dia para Marcelo Araujo, diretor da Pinacoteca, e para Felipe Chaimovich, curador do MAM SP, citados na referida matéria, as seguintes perguntas:

1 - A instituição buscou apoio junto aos membros de seu conselho e associação de amigos;
2 - A instituição buscou apoio junto aos seus parceiros e patrocinadores regulares;
3 - Algum projeto foi aprovado junto às leis de incentivo;
4 - As várias instâncias de governo e suas estatais foram procuradas;
5 - Por que este processo não foi tornado público.

A seguir as respostas recebidas.

De Marcelo Araujo, diretor da Pinacoteca, recebemos no mesmo dia:

Conversei algumas vezes com Adolfo Leirner sobre a possibilidade de aquisição de sua coleção de arte concreta para a Pinacoteca do Estado, bem como com diferentes autoridades da área cultural do Governo do Estado de São Paulo sobre a importância desta coleção. Nunca, entretanto, chegamos, Adolfo e eu, a um estágio de projeto ou proposta concreta. Adolfo sempre declarou que via o MAM SP como a instituição mais adequada para abrigar essa coleção.

De Felipe Chaimovich, curador do MAM SP, recebemos em 27 de março de 2007:

A coleção foi oferecida por Adopho Leirner ao MAM em caráter verbal. Não foi apresentado um projeto detalhado da mesma, de modo que a consideração de incorporação da coleção ao Museu não foi registrada em atas ou demais documentos. Assim, não houver nenhuma tramitação documentada do episódio.

Posted by Patricia Canetti at 9:41 AM | Comentários (1)

março 27, 2007

Manutenção de acervos: a participação da sociedade brasileira?

Manutenção de acervos: a participação da sociedade brasileira?

Em resposta à perda de um acervo tão importante para o Brasil quanto a Coleção Adolpho Leirner, o Canal Contemporâneo foi pesquisar junto aos museus brasileiros como eles desenvolvem os seus programas de manutenção envolvendo pessoas físicas.

A idéia é que, antes de avançarmos para direções mais complexas como a inércia do Estado ou o desinteresse dos patrocinadores, estimulemos a relação básica entre sociedade e instituição pública. A função das instituições museológicas perante a sociedade é um tema claro e debatido, mas nem sempre a recíproca é tão evidente.

Vamos perceber neste levantamento que a maioria de nossos museus ou não desenvolve este vínculo ou o faz de maneira incipiente. O histórico da relação entre instituições públicas e sociedade brasileira não nos indica que este envolvimento aconteça de forma espontânea e, ao mesmo tempo, nossa participação nesse processo não tem sido convocada. Diversos projetos encontram-se aprovados pelo Ministério da Cultura para captação de recursos junto a pessoas físicas ou jurídicas. Contudo, o público que freqüenta estas instituições desconhece o potencial de sua participação. E assim ficamos: alijados, sem saber o que ocorre de bom e de ruim; isolados individualmente, apáticos coletivamente e, por fim, impotentes.

A fragilidade destes programas também aponta para uma inabilidade de nossas instituições em tratar as suas questões de mercado: a captação de recursos e o relacionamento com o consumidor, que vão impactar diretamente na sua função de distribuição de cultura. Alguns desses programas se baseiam no auxílio às atividades regulares dos museus, outros, na arrecadação de fundos para projetos específicos, mas a realidade é que, desarticulados de ações de marketing que potencializem sua comunicação, seu alcance acaba sendo pífio. Mais do que expedientes para questões pontuais, eles devem ser encarados como formas de pertencimento à história destes espaços encarregados de contar e revisar nosso tempo.

Se não é possível percebermos uma atualização frente às demandas contemporâneas de ordem econômica, dificilmente veremos qualquer transformação em relação aos conceitos institucionais e artísticos tão prementes nestes mesmos museus.

Seria muito bom ajudarmos na manutenção de nossas instituições culturais e ainda avançarmos coletivamente para a lógica do "muitos pagando pouco". Mas, para isso, temos que deixar de lado a "aura" do pagamento único e alto e botar o pé na economia contemporânea. Segue aqui o resultado da pesquisa feita com importantes instituições do país: esta é a nossa forma de perspectivar a crise sob um foco mais amplo e de sugerir uma participação mais ativa de todos nós no sistema de arte brasileiro.


PROGRAMAS E PROJETOS DE INSTITUIÇÕES COM ACERVO E FUNDAÇÕES


CURITIBA

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO PARANÁ - MAC PARANÁ
Procurada pelo Canal Contemporâneo, a Sociedade de Amigos do museu não retornou o contato. Informações: mac@pr.gov.br / 41-3222-5172

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Conservação e Restauração de 248 Desenhos do Acervo do Museu de Arte Contemporânea do PR
Visa a restauração de 248 obras de arte em suporte papel, nas técnicas de desenho, pertencentes ao Museu de Arte Contemporânea do Paraná. As obras passarão por processo de conservação e restauração, atuando com profissionais especializados na aplicação de técnicas-científicas para promover uma maior permanência e durabilidade. Período de realização: mai/2006 a out/2007.
Autorizado p/ Captar R$: 265.707,00
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 265.707,00


MUSEU OSCAR NIEMEYER - MON
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas. Informações: imprensa@mon.org.br / 41-3350-4400

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Museu Oscar Niemeyer
O projeto prevê a publicação de um livro sobre o Museu Oscar Niemeyer, a criação gráfica do livro será da responsabilidade de Guilherme Zamoner, da Zob Design.
Autorizado p/ Captar R$: 263.560,00
Captado R$ : 263.560,00
Saldo a Captar R$ : 0,00


FORTALEZA

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CENTRO DRAGÃO DO MAR
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas, os recursos são provenientes somente do governo e de editais públicos. Informações: 85-3488-8625


PORTO ALEGRE

FUNDAÇÃO BIENAL DO MERCOSUL
A arrecadação de recursos de pessoas físicas começou como uma ação espontânea a partir da 4a Bienal e, hoje, ainda não está configurada como um programa específico, mas continua a contribuir para a realização da mostra. Os apoiadores ganham agradecimento no catálogo da exposição. Para contribuir, entrar em contato via e-mail: marketing@bienalmercosul.art.br

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Bienal de Artes Visuais do Mercosul (6ª)
A 6ª Bienal do Mercosul será realizada na cidade de Porto Alegre - Estado do Rio Grande do Sul, contando com a participação de países que integram - ou estão em vias de integrar o Mercosul: Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai, além desses, o México. Acontecerá: exposição museológica, de arte contemporânea, cursos, workshops e seminários.
Autorizado p/ Captar R$: 12.443.165,73
Captado R$: 896.800,00
Saldo a Captar R$: 11.546.365,73


FUNDAÇÃO IBERÊ CAMARGO
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas. Informações: 51-3388-1935

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Museu Iberê Camargo 3º Etapa
Trata-se da 3º Etapa da Construção do Museu Iberê Camargo. Realiza o projeto arquitetônico, bem como projetos técnicos.
Autorizado p/ Captar R$: 13.033.302,51
Captado R$ : 10.397.998,33
Saldo a Captar R$ : 2.635.304,18

Iberê Camargo: A Solidão da Grande Arte
Divulgar a obra de Iberê Camargo, bem como oferecer uma visão e a evolução estética de sua obra.Tiragem 1.000 exemplares. Distribuição: 200 bibliotecas de universidades públicas e comunitárias, 200 patrocinador, 150 bibliotecas públicas do Brasil, 150 centros de pesquisa e documentação de museus e centros culturais no Brasil, 100 embaixadas brasileiras no exterior, 200 Fundação Iberê Camargo e distribuição institucional. Período de realização 365 dias.
Autorizado p/ Captar R$: 168.613,49
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 168.613,49


MUSEU DE ARTE DO RIO GRANDE DO SUL - MARGS
A partir de contribuições de R$ 100 anuais (R$ 30 p/ estudantes), pessoas físicas tornam-se integrantes da Associação de Amigos do MARGS e parceiras do museu e investem em iniciativas como compra de novas obras (em 2002, foi montado o projeto "Aquisições" com os trabalhos adquiridos via estes recursos) e edições de livros sobre o acervo (projeto de 2005). A Associação de Amigos é a responsável legal pelos projetos e o cadastro pode ser realizado na página do museu. Informações: 51-3224-4255

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

MARGS - Um Acervo em Expansão
Aquisição do acervo da APLUB - Associação dos Profissionais Liberais Universitários do Brasil, constando de 71 esculturas e 601 obras entre pinturas, desenhos, aquarelas, serigrafias, nanquim e gravuras - com a relação das obras e avaliações em anexo, cujo acervo passará a fazer parte do MARGS.
Autorizado p/ Captar R$: 4.016.968,13
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 4.016.968,13

Pró-MARGS
O objetivo do projeto é permitir que o MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul tenha condições de preservar de forma ainda mais adequada o seu patrimônio, além de incrementar e diversificar suas atividades culturais ofertadas à comunidade, organizando, mantendo, ampliando e preservando a atividade principal a qual se destima: a preservação, o acolhimento, a valorização do patrimônio cultural e das diversas manifestações artísticas do RS e do Brasil, disponibilizando-as à comunidade; Ampliando o campo das possibilidades de construção identitária e a percepção crítica da comunidade em que está inserido, por meio da oferta de atividades que estimulem um processo educacional e construtivo que promova a formação ao público.
Autorizado p/ Captar R$: 256.811,36
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 256.811,36


RECIFE

MUSEU DE ARTE MODERNA ALUÍSIO MAGALHÃES - MAMAM
Em fase de estruturação, a Sociedade de Amigos do MAMAM contribuirá para as atividades do museu. Maiores informações no sítio do museu.


RIO DE JANEIRO

CENTRO DE ARTES HÉLIO OITICICA - CAHO
Resposta da Assessoria de Comunicação da Secretaria das Culturas da Prefeitura do Rio, gestora do centro cultural, sobre a existência de programas de afiliação de pessoas físicas à instituição:

"A Secretaria Municipal das Culturas é mantedenora do Centro de Artes Hélio Oiticica. E deve zelar pela conservação e funcionamento de todos os equipamentos urbanos, com recursos públicos, investindo na oferta de uma programação diversificada, na multiplicação do acesso da população à cultura, na inserção do Rio nas redes mundiais de Cultura e na requalificação do patrimônio público, transformando antigas casas em espaços culturais, valorizando os bairros e a qualidade de vida dos cariocas. A Secretaria Municipal das Culturas trabalha em parceria com a iniciativa privada no desenvolvimento de projetos culturais. Segundo o Secretário Municipal das Culturas, cabe a iniciativa privada buscar a sustentabilidade de museus e centros culturais particulares, que muitas vezes são iniciativas importantes para a cidade, mas não podem depender dos recursos do município".


FUNDAÇÃO EVA KLABIN
Em fase de criação, a Sociedade de Amigos da Fundação Eva Klabin terá por missão a arrecadação de recursos para as atividades de conservação de acervo e promoção de novas exposições da instituição através de duas frentes: pessoas jurídicas e pessoas físicas. Em breve, no www.evaklabin.org.br.


MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE NITERÓI - MAC NITERÓI
O Canal Contemporâneo aguarda o encaminhamento das informações do Setor de Desenvolvimento do museu. Informações: 21-2620-2400

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Melhorias e Benfeitorias para o Público do Museu de Arte Contemporânea de Niterói
O objetivo do projeto é proporcionar ao visitante do Museu de Arte Contemporânea de Niterói melhores condições de acesso, atendimento e serviços. Dotando-o de instalações mais adequadas para acolher melhor os visitantes. Equiparando-o aos padrões de serviços aos museus internacionais de acordo com as normas museológicas vigentes.
Autorizado p/ Captar R$: 296.195,71
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 296.195,71


MUSEU DE ARTE MODERNA - MAM RIO

- O programa "Amigos do MAM" oferece benefícios como entrada gratuita em todas as exposições, convites para vernissages, visitas guiadas e descontos nas lojas do museu. A contribuição é de R$ 324/ano (individual) ou R$ 720/ano (familiar - até 4 pessoas). A ficha de inscrição para o programa está disponível no sítio do museu.

- Para incentivar a prática do colecionismo, o MAM Rio desenvolve, desde 2004, o projeto "Colecionadores", através do qual pessoas físicas adquirem cinco obras de cinco diferentes artistas produzidas especialmente para o programa, em tiragem limitada. O projeto será retomado em 2007 e os interessados podem contatar a instituição através do e-mail atendimento@mamrio.org.br.

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Plano Anual de Atividades do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - PAA - 2006
Em 2006, o Museu programou 16 exposições que têm entre os seus destaques a fotografia de Mário Testino, a produção artística de arte moderna dos anos 60 da Espanha, uma coletânea de fotos de Joaquim Paiva, que firmou contrato de comodato em 2005 para abrigar todo seu acervo no MAM, entre outros eventos.
Autorizado p/ Captar R$: 3.013.896,62
Captado R$: 0,00
Saldo a Captar R$: 3.013.896,62.

Restauração do MAM - Rio de Janeiro
Tem como objetivo a atualização e revitalização do espaço do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a restauração e restauração do prédio principal do MAM - RJ se faz necessária, pela constatação da deterioração de diversas partes que compõem a estrutura, sendo necessária a troca de várias delas.
Autorizado p/ Captar R$: 2.891.143,08
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 2.891.143,08


MUSEUS CASTRO MAYA (MUSEU DO AÇUDE E MUSEU DA CHÁCARA DO CÉU)
Patrocinados majoritariamente pelo IPHAN, os Museus Castro Maya possuem uma Sociedade de Amigos, que também contribui nas atividades das instituições. A Associação Cultural dos Amigos dos Museus Castro Maya tem projetos aprovados no Ministério da Cultura, aguardando incentivos de pessoas físicas ou jurídicas. Maiores informações através do e-mail nucleoprojetos@museuscastromaya.com.br e dos telefones: 21-2247-0999, 21-2224-8981, 21-2224-8524.

- Para quem deseja se tornar associado da instituição independentemente dos projetos já aprovados e apoiar a manutenção de suas atividades regulares, a contribuição anual é a partir de R$ 60 (R$ 30 para estudantes), garantindo benefícios como entrada gratuita nos museus, visitas guiadas especiais e descontos nas publicações vendidas. Cadastro disponível no sítio da associação.

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Bichos - Projeto de Comunicação/Educação
Visa a montagem no Museu da Chácara do Céu uma exposição atrativa para o público jovem, com peças variadas do acervo Castro Maya de artes plásticas com a temática animais; prepara material educativo especialmente concebido para a mostra a ser aplicado em visitas guiadas pelos monitores do museu.
Autorizado p/ Captar R$: 32.380,00
Captado R$ : 8.100,00
Saldo a Captar R$ : 24.280,00

Brunch Cultural do Museu do Açude
Realização da programação 2007 de evento que, há mais de sete anos, ocupa o Museu do Açude, no Rio de Janeiro. Este evento é formado por shows com artistas de renome e um bufê oferecido aos espectadores.
Autorizado p/ Captar R$: 184.801,86
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 184.801,86

Coleção museus brasileiros - Museus Raymundo Castro Maya
Editar o livro "Coleção Museus Brasileiros - Museus Raymundo Castro Maya" visando o enriquecimento do público ao visitar o Museu do Açuda e Museu Chácara de Céu. A leitura será através de textos leves e precisos, e inseridos no contexto histórico e social, com grande riqueza iconográfica.
Autorizado p/ Captar R$: 155.854,60
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 155.854,60

MUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES - MNBA
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas. Informações: 21-2240-0068

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Plano de Recuperação Emergencial para o Museu Nacional de Belas Artes
O Plano de recuperação emergencial para o Museu Nacional de Belas Artes propõe longo de 16 meses promover a recuperação da estrutura museológica compreendendo o edifício, suas funções e equipamentos de modo a garantir a preservação do acervo das exposições temporárias e a segurança das pessoas.
Autorizado p/ Captar R$: 14.964.211,46
Captado R$ : 7.822.891,18
Saldo a Captar R$ : 7.141.320,28


SALVADOR

MUSEU DE ARTE MODERNA DA BAHIA - MAM BAHIA
Procurada pelo Canal Contemporâneo, a assessoria de comunicação do museu não retornou o contato. Informações: 71-3117-6132


SÃO PAULO

BIENAL DE ARTE DE SÃO PAULO - BIENAL SP
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas.


INSTITUTO DE ARTE CONTEMPORÂNEA - IAC
Não possui programa de afiliação para pessoas físicas. Informações: 11-3031-1571

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Instituto de Arte Contemporânea - IAC - Abertura 1ª Etapa
Divulgar a trajetória dos artistas Sérgio Camargo, Mira Schendel, Willys de Castro e Amílcar de Castro. Preparação parcial do espaço físico/edifício do IAC, para apresentação de recorte crítico dos acervos dos referidos artistas. Produção editorial de publicação contendo textos críticos e repertório iconográfico dos artistas.
Autorizado p/ Captar R$: 915.647,74
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 915.647,74


INSTITUTO TOMIE OHTAKE
Não possui programa de afiliação pra pessoas físicas. Informações: 11-2245-1900

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Tomie Ohtake Esculturas
O Instituto Tomie Ohtake, tem como objetivo a exposição sobre o trabalho de Tomie Ontake, com apresentação de esculturas da artista, a primeira exposição com obras desta modalidade. Será realizada no Centro Cultural Banco do Brasil - Brasília e posteriormente no Instituto - São Paulo. Período de realização maio a novembro de 2006.

Autorizado p/ Captar R$: 317.080,00
Captado R$ : 205.100,00
Saldo a Captar R$ : 111.980,00


MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - MAC USP
A AAMAC (Associação de Amigos do MAC-USP) e a Fundação de Apoio à USP (FUSP) são as responsáveis pelos aportes dos recursos que mantêm a instituição. Os interessados em contribuir com o MAC-USP devem entrar em contato através do telefone 11-3772-7747.

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Catálogo Geral MAC USP 2005
Ampliar a divulgação do Acervo do Museu de Arte Contemporânea da USP, por meio da publicação impressão e em CD Rom do Catálogo Geral de Obras do Acervo MAC USP. Catalogação do Acervo de Arte Conceitual e do Espólio Rafael França e inserção das informações catalográficas no Banco de Dados e Imagens do Acervo. Tiragem de 5.000 CD Rom e 3.000 catálogos (2 volumes ). Distribuição: 25% patrocinador, 10% MinC, 40% instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais da área de artes (distribuição feita ao longo de dois a três anos), 15% venda/Portaria do Museu (preço de custo), 10% reserva técnica. Período de execução de 12 meses.
Autorizado p/ Captar R$: 502.522,50
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 502.522,50


MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO - MAM SP
Possui duas linhas diferentes de programas voltados para pessoas físicas: os de manutenção de suas atividades regulares (via renúncia fiscal) e os de relacionamento com o público, que oferecem diferentes benefícios.

- Sócio MAM - Programa de relacionamento através do qual diferentes valores de doação garantem níveis de benefícios diversos, sendo dividido por categorias. Informações e Cadastro no www.mam.org.br/participe/socio.

Benefícios para todas as categorias: carteira personalizada de sócio titular; entrada gratuita no MAM; recebimento da programação por e-mail; curso exclusivo e gratuito para sócios; visita monitorada às exposições; desconto nos Serviços da Biblioteca e nos Cursos oferecidos pelo MAM (os descontos variam dependendo da categoria).

Categorias: Estudante R$ 66/ano (comprovante de estudos obrigatório); Colega R$ 164/ano; Individual R$ 33/mês; Amigo R$ 66/mês; Parceiro R$ 131/mês; Patrocinador R$ 262/mês; Patrono R$ 655/mês

- Núcleo Contemporâneo - por R$ 714/ano (individual) ou R$ 1.208/ano (casal), os associados têm direito a visitas a ateliês e coleções particulares, exposições, debates e palestras com especialistas. Neste programa, 50% do valor arrecadado é revertido para a aquisição de novas obras, que passam a integrar a "Coleção Núcleo Contemporâneo no acervo do MAM". Informações e Cadastro no www.mam.org.br/participe/nucleo.

- Colecionadores MAM - dividido em dois sub-projetos, a iniciativa promove a prática do colecionismo a partir da produção de novas obras. Anuidades: R$ 2970 (Clube da Gravura) e R$ 1980 (Clube da Fotografia), por 5 diferentes trabalhos. Informações e Cadastro no www.mam.org.br/participe/colecionador.

- Doações - pessoas físicas podem apoiar o museu destinando parte de seus impostos devidos ao Plano Anual de Atividades. Os projetos estão aprovados na Lei Rouanet (Imposto de Renda) e na Lei Mendonça da Cidade de São Paulo (IPTU ou ISS) . Informações: 11-5085-1331.

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Plano Anual de Atividades 2006/MAM São Paulo
O objetivo deste projeto é realizar as atividades culturais de 2006 do Museu de Arte moderna de São Paulo que tem sede no Parque do Ibirapuera. O MAM possui um acervo de 4.069 obras de artistas brasileiros de arte moderna e contemporânea, que solicita cuidados freqüentes de conservação e restauro. O acervo está condicionado em uma reserva técnica que necessita de constante aferição de seus equipamentos; o restauro é realizado por profissionais especializados a um custo bastante alto além do MAM ter uma apólice de seguros que atende "ali risks".
Autorizado p/ Captar R$: 15.485.361,92
Captado R$ : 7.818.576,14
Saldo a Captar R$ : 7.666.785,78

Plano Anual de Atividades 2007 - MAM São Paulo
Realizar as atividades culturais de 2007 do Museu de Arte Moderna de São Paulo que tem sua sede no Parque do Ibirapuera. As ações consistem em manutenção do acervo próprio, organização de mostras temporárias de arte moderna e contemporânea nacional e internacional.
Autorizado p/ Captar R$: 11.472.647,04
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 11.472.647,04


MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - MASP
Procurado pelo Canal Contemporâneo, o setor administrativo do museu não retornou o contato. Informações: 11-3251-5644

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Revitalização Galeria Prestes Maia/MASP - Centro
Obra de reforma e adaptação da galeria Prestes Maia para sede do MASP - Centro.
Autorizado p/ Captar R$: 5.942.928,00
Captado R$ : 2.981.709,14
Saldo a Captar R$ : 2.961.218,86


PINACOTECA DO ESTADO DE SÃO PAULO
A Associação de Amigos da Pinacoteca do Estado de São Paulo possui três categorias de participação, distinguidas pelo valor da contribuição anual e benefícios recebidos. Maiores informações: 11-3329-7139 ou icasanovas@pinacoteca.org.br.

- Estudante, R$ 50/ano. Benefícios: direito à entrada gratuita para todas as exposições

- Individual I, R$ 300/ano. Benefícios: direito à entrada gratuita para todas as exposições; convite para inauguração das exposições e 5% de desconto na loja.

-Individual II, R$ 500/ano Benefícios: direito à entrada gratuita para todas as exposições (duas pessoas); convite para inauguração das exposições; visita às exposições em horários especiais, agendados pela Pinacoteca; ingressos para duas pessoas para as palestras, concertos, etc, sob reserva solicitada com 24 horas de antecedência; 10% de desconto na loja e possibilidade de admissão no quadro de Associado Contribuinte.

- Associados Contribuintes para pessoas físicas e jurídicas que participam das atividades de gestão da Associação, tendo direito de voto e voz nas assembléias realizadas pela entidade. Para participar, basta manifestar a intenção quando realizar a inscrição como Associado.

BANCO DE DADOS DA LEI ROUANET - www.cultura.gov.br (veja como incentivar)

Pinacoteca 100 Anos - Livro Sobre a História do Museu
Este projeto tem como objetivo a edição de um livro de arte, predominantemente ilustrado, onde a história da Pinacoteca do Estado de São Paulo será contemplada. Será editado ainda um fascículo do livro. O projeto se encaixa nas comemorações dos 100 anos da mesma.; Tiragem: 4.000 exemplares em português e 1.000 em inglês. O lançamento do livro será no quarto semestre de 2005.
Autorizado p/ Captar R$: 469.295,00
Captado R$ : 0,00
Saldo a Captar R$ : 469.295,00

Pinacoteca na Praça
Tem como objetivo a exposição que levará ao interior de São Paulo mostra sobre a arte brasileira baseada no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, com a curadoria de Marcelo Araújo, conservador e diretor geral da Pinacoteca.
Autorizado p/ Captar R$: 469.600,00
Captado R$ : 250.000,00
Saldo a Captar R$ : 219.600,00

COMO INCENTIVAR fazendo uso da Lei Rouanet

Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Nº 8.313/1991), mais conhecida como Lei Rouanet, tem toda a sua legislação disponível no www.cultura.gov.br, como também todos os projetos aprovados em período de captação.

A Lei Rouanet estabelece os mecanismos de Mecenato que podem receber incentivos por parte de pessoas físicas e jurídicas.

Quais são os tipos de Mecenato?
O investimento pode ser de dois tipos: doação ou patrocínio. A doação é a transferência gratuita, em caráter definitivo, de recursos financeiros, bens ou serviços para a realização de projetos culturais. Neste caso é proibido o uso de publicidade para a divulgação das atividades objetos do respectivo projeto cultural. Já no patrocínio, a finalidade é promocional e de publicidade institucional.

Quem pode incentivar?
- Pessoas físicas que preenchem a Declaração Completa de Renda, até o limite de 6% de dedução do IR devido (antes de subtrair o imposto retido na fonte ao longo do ano).
- Pessoas Jurídicas cujo imposto de renda seja tributado sobre o lucro real, até o limite de 4% de dedução do IR devido.

Quais são as percentagens reembolsadas no incentivo?

100% de incentivo
Projetos enquadrados nos segmentos indicados pelo artigo 18 da Lei 8.3131/91 descontarão 100% do valor doado ou patrocinado. Ou seja, 100% da quantia paga ao projeto será reembolsada pelo governo federal se estiver dentro dos limites da legislação do imposto de renda vigente (atualmente 4% para empresas e 6% para pessoa física). As empresas que investem nesses segmentos não podem lançar o valor incentivado como despesa operacional.

Artigo 18
Segmentos enquadrados neste artigo que recebem 100% de incentivo:
- Artes cênicas;
- Livros de valor artístico, literário ou humanístico;
- Música erudita ou instrumental;
- Circulação de exposições de artes visuais;
- Doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos;
- Produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual;
- Preservação do patrimônio cultural material e imaterial

Artigo 26
Para todos os outros segmentos, são estas as percentagens reembolsadas sobre o valor total pago ao projeto, sempre levando em conta os limites da legislação do imposto de renda vigente (atualmente 4% para empresas e 6% para pessoa física).
- Pessoas Físicas: são incentivados 60% (patrocínio) e 80% (doação).
- Pessoas Jurídicas, são incentivados 30% (patrocínio) e 40% (doação). Os valores transferidos ao projeto são lançados como despesa operacional e posteriormente é feita a dedução legal. Isso leva a empresa efetuar um resgate tributário na ordem de 62% no caso de patrocínio e 72% no de doação.

Por que incentivar?
- O Incentivo Cultural ainda engatinha em nossa sociedade e acreditamos que, ao estimular a participação de pessoas ligadas à nossa comunidade, podemos dar um passo importante para ampliar o financiamento da cultura no Brasil.
- Incentivando projetos culturais a partir do Mecenato da Lei Rouanet, é possível descontar até 100% do valor incentivado, dentro do limite de 6% para Pessoa Física e 4% para Pessoa Jurídica.
- É importante ressaltar que os benefícios de que trata esta lei não excluem ou reduzem outros benefícios, abatimentos e deduções em vigor.

IMPORTANTE
Os recursos deverão ser depositados em conta específica do projeto para receber o recibo do projeto incentivado para a dedução fiscal.

Posted by Leandro de Paula at 2:27 PM

Manifesto em defesa à Política Nacional de Museus

Manifesto em defesa à Política Nacional de Museus

A equipe do Departamento de Museus e Centros Culturais (DEMU), abaixo assinada, expressa sua indignação em relação à matéria veiculada no Jornal O Globo de 25/03/2007, na coluna de Élio Gaspari.

Os fatos alegados na matéria - ainda sob investigação no IPHAN - buscam denegrir as imagens do Coordenador Técnico, Mário de Souza Chagas, e do Diretor do DEMU, José do Nascimento Júnior, em uma tentativa de reduzir todas as conquistas da Política Nacional de Museus (PNM), implantadas durante os últimos quatro anos.

Tal atitude desconsidera os princípios fundamentais que norteiam a conduta ética e democrática das relações mantidas com setores e atores da cultura e, especialmente, do universo museológico. A reorganização do setor, a criação do Sistema Brasileiro de Museus, os vários editais e outros investimentos em museus do Brasil, o concurso público que permitiu a entrada de 22 museólogos no IPHAN, o Cadastro Nacional de Museus, a Semana Nacional de Museus com mais de 1.400 eventos por todo o país, o lançamento do periódico MUSAS, da Revista do Patrimônio sobre museus e a coleção Museus, Memória e Cidadania, são alguns dos instrumentos de operação da PNM: instrumentos institucionais, de democratização e de fomento. Desejamos enfatizar que todo este avanço só foi possível graças à transparência e à competência da atual gestão do Departamento, que sempre agregou profissionais que desejam o desenvolvimento e a consolidação da área, independentemente de suas orientações ideológicas.

Como membros desta equipe, denunciamos a tentativa de desarticulação, em prol de interesses pessoais, de todo o trabalho realizado. Além disso, causa-nos perplexidade a acusação direcionada ao museólogo e professor Mario de Souza Chagas, profissional nacional e internacionalmente conhecido e respeitado por sua produção e atuação no cenário museal e, principalmente, por sua inquestionável retidão de caráter.

Para evitar a disseminação de práticas nocivas e perversas que resultam em prejuízo para toda a instituição, solicitamos aos órgãos competentes do IPHAN a rápida apuração de todos os fatos, e convocamos todos os profissionais ligados à preservação do patrimônio e todos os que reconhecem as conquistas da Política Nacional de Museus a apoiarem esta manifestação.

Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN

26 de março de 2007.
Adriana Bandeira
Alejandra Saladino
Ana Paula de Lima Freire
Andressa de Lima Faislon
Átila Bezerra Tolentino
Bárbara Froener
Cícero Antônio Fonseca de Almeida
Claudia Maria Pinheiro Storino
Eneida Braga Rocha de Lemos
Fernanda Magalhães Pinto
Flávia Mello de Castro
Flaviane da Costa Gomes
Lilian Oliveira
Gustavo Góes
Humberto Nóbrega
Jânides Miranda da Silva
Jéssica da Silva Santana
Joana Regattieri
Kênia Sabino
Letícia Oliveira
Lidiane Rodrigues Araújo
Monique Batista Magaldi
Maria Isabella Medeiros
Marcelo Helder Maciel Ferreira
Marcio Ferreira Rangel
Marilene Gonçalves Guimarães
Marina Byrro Ribeiro
Newton Fabiano Soares
Paula Regina Almeida de Oliveira
Paulo José Nascimento Lima
Rafael Farias da Silva
Rose Moreira de Miranda
Rosilene do Espírito Santo
Sara Schuabb Couto
Stefany Lima
Tatiana Kraichete Martins
Vinícius Barcelos

Posted by João Domingues at 11:45 AM

Carta Aberta de Mário de Souza Chagas ao Jornalista Élio Gaspari

Carta Aberta de Mário de Souza Chagas ao Jornalista Élio Gaspari

Goiânia, 26 de março de 2007.

Prezado Senhor Élio Gaspari,

Meu nome é Mário de Souza Chagas, nasci no dia 26 de junho de 1956; sou filho de João de Souza Chagas e Sylvia da Costa Chagas. Meus pais não me deixaram riquezas materiais. Eles me deram amor, honra, caráter, inteligência e vontade de trabalhar pelo belo, pelo bom e pelo bem da humanidade.

Estudei toda a minha vida em escolas públicas, e me orgulho disso: fui aluno da Escola Municipal Espírito Santo, do Colégio Estadual Sobral Pinto, da Escola Técnica Federal Celso Suckow da Fonseca, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Fiz Mestrado no Programa de Pós-graduação em Memória Social da UNIRIO e Doutorado no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da UERJ. Hoje, sou Professor Adjunto da UNIRIO, Professor Visitante da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Museólogo e Coordenador Técnico do Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN. Sou funcionário público, técnico e pesquisador com 27 anos dedicados à cultura e 20 anos dedicados ao magistério superior.

Nunca fugi de um debate intelectual, sempre escrevi e publiquei o que penso. Nunca me ocultei atrás de cargos, nunca fiz dos cargos que ocupei uma trincheira ou trampolim político. Tenho artigos e livros publicados no Brasil e no exterior, nas áreas da memória, da educação, do patrimônio e dos museus. Além disso, e acima de tudo, sou poeta. Antes de tudo na vida, sou poeta.

No meio museológico brasileiro, sou conhecido e reconhecido. Tenho posições intelectuais, e sei que tenho contribuído para a consolidação do campo dos Museus e da Museologia no Brasil. Minha obra é pública e meu currículo está disponível na Internet. Ajudei, por convicção, a construir a Política Nacional de Museus, que alterou as relações de forças no campo dos Museus brasileiros. No entanto, prezado jornalista, nunca invadi privacidades, nunca me interessei, nem invadi, nem espionei, nem roubei correspondência alheia. O senhor é um jornalista responsável. Aprecio a sua coluna. Por isso mesmo, confesso que fiquei chocado de me ver ali, na sua coluna, citado como um criminoso, ou alguém que precisasse desempenhar papéis sórdidos para construir carreira ou se manter grudado num cargo.

Examine a minha biografia. Eu sei que tenho uma biografia que o senhor não conhece ? é justificável que não a conheça ? mas eu zelo por ela. Até porque zelar por ela é zelar por mim e pelos meus. E eu, como não tenho riquezas materiais, cuido bem da minha biografia, e cuido bem de mim.

Prezado jornalista Élio Gaspari: a nota (ou o artigo) publicada na sua coluna, no dia 25 de março de 2007 poderia, de modo particular, denegrir a minha imagem profissional e afetar o meu ser moral. Eu digo e sustento: não sou e não estou afetado. Caro jornalista Élio Gaspari, ainda que eu seja seu admirador, penso que a sua coluna exagerou e foi ligeira e apressada nas conclusões e insinuações ali presentes. Penso que a sua coluna exagerou mais ainda, quando publicou, sem a minha autorização, o meu e-mail pessoal.

Finalmente, eu gostaria de dizer, prezado jornalista Élio Gaspari, que se os e-mails do Museu Imperial foram clonados, que isto seja inteiramente apurado; no entanto, me acusar publicamente daquilo que não fiz não é correto. Tenho a consciência limpa e o coração tranqüilo.

Mário de Souza Chagas.

Posted by João Domingues at 11:42 AM

Grampearam 8.787 e-mails no Museu Imperial, por Elio Gaspari, Folha de São Paulo

Grampearam 8.787 e-mails no Museu Imperial

Coluna de Elio Gaspari, originalmente publicada na Folha de São Paulo no dia 25 de março de 2007

As mensagens e as conversas dos funcionários eram arquivadas e mandadas ao comissariado da cultura

DESDE A MADRUGADA de 17 de novembro de 1889, quando sumiu a maleta de jóias da imperatriz Tereza Cristina, o patrimônio dos Bragança não passava por transtorno semelhante. No dia 7 de fevereiro, funcionárias do Museu Imperial foram surpreendidas por mensagens eletrônicas do serviço Gmail, informando que as memórias de suas caixas estavam saturadas. Como elas não tinham caixas no Gmail, foram ver o que houve. A diretora do museu, Maria de Lourdes Parreiras Horta, aprendeu que, desde agosto do ano passado, 8.787 mensagens de 34 endereços funcionais do museu haviam sido repassadas para um desconhecido musimp@gmail.com.

O encarregado do serviço, Aluizio Robalinho, explicou-se: por motivo de segurança, criara uma espécie de "backup" no Gmail. Fizera isso sem pedir autorização a quem quer que fosse. Muito menos contara que arquivava numa caixa particular a correspondência funcional dos outros. Seu "backup" era esperto. Antes que fosse apagado, conseguiu-se comprovar que quatro mensagens alheias haviam sido redirecionadas. Três para um endereço do próprio funcionário e uma para Mário de Souza Chagas, coordenador técnico do departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan, subordinado ao diretor José do Nascimento Jr. A mensagem incluía um tenebroso "para seu conhecimento". Anexava diálogo da diretora do museu com a chefe do arquivo.

Com 41 anos de serviço público, 20 de Museu Imperial e há 16 na sua direção, Maria de Lourdes Parreiras Horta chamou a Polícia Federal. O Ministério da Cultura abriu uma sindicância interna. O funcionário que privatizou comunicações do serviço público e criou o "backup" esperto, atribui a encrenca à ação de algum hacker. O uso de sítios como o Gmail para fins criminosos permite à polícia varejar a memória da caixa fantasma. Quando mensagens eletrônicas do serviço público são retransmitidas para o comissariado de Brasília, está instalada uma forma inédita de espionagem político-administrativa. As escutas da ditadura passam a ser brinquedo de criança.

Quem deve estar contente com essa marmelada é d. Pedro 2º. Testou o telefone de Graham Bell, e está na crônica do grampo, com o seu museu transformado em Big Brother.

Posted by João Domingues at 11:35 AM