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outubro 13, 2013

Seminário Escavar nas Superfícies no MAR, Rio de Janeiro

O seminário, que conta com a participação de arqueólogos, moradores do morro, filósofos, urbanistas, artistas, educadores, curadores, trata das questões que a atravessam e/ou que movimentam a mostra Turvações Estratigráficas de Yuri Firmeza que acontece paralelamente no MAR.

Participantes: Alan Correia, Clarissa da Costa Moreira, Clarissa Diniz, Felipe Ribeiro, Gleyce Kelly Heitor, Janaina Melo, Julia Baker, Julio Groppa Aquino, Luciana Souza, Luís Antonio dos Santos Baptista, Paulo Herkenhoff, Rafael Borges Deminicis, Sabrina Parracho Sant’Anna, Sylvio Gadelha, Yuri Firmeza

18 e 19 de outubro de 2013, sexta e sábado - inscrições até 14 de outubro

Museu de Arte do Rio - MAR
Praça Mauá 5, Centro, Rio de Janeiro
Inscrições online até o dia 14 de outubro (100 vagas)

PROGRAMAÇÃO

18 de outubro, sexta-feira

10h às 12h mesa Apresentação do projeto da exposição
Reflexão sobre as várias instâncias do processo de criação do projeto do artista Yuri Firmeza.
Palestrantes
Julia Baker (RJ) é assessora curatorial da Gerência de Conteúdo do MAR.
Yuri Firmeza (CE) é artista visual e professor do curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal do Ceará.
Artur Cordeiro (SP) é arquiteto e cenógrafo.
Mediação
Mara Pereira (RJ) é educadora supervisora da Gerência de Educação do MAR.

14h às 16h mesa A Educação como Corte
O pensamento como interpelação do presente em detrimento de elocubrações futuristas. Educar não para compreender a história, mas para fraturá-la. Uma educação para o esquecimento.
Palestrantes
Julio Groppa Aquino (SP) é professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
Sylvio Gadelha (CE) é professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará.
Mediação
Janaina Melo (MG) é gerente de Educação do MAR.

17h às 19h mesa Processos de Musealização no Brasil
O lugar dos museus no projeto de modernidade no Brasil. Monumentos da cultura e monumentos da barbárie. O investimento em museus nos processos de revitalizações urbanísticas. O MAR e o contexto do Porto Maravilha.
Palestrantes
Paulo Herkenhoff (RJ) é diretor cultural do MAR.
Sabrina Parracho (RJ) é professora adjunta do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
Washington Fajardo (RJ) é presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade.
Mediação
Gleyce Heitor (PE) é assessora pedagógica da Gerência de Educação MAR.

19 de outubro, sábado

10h às 12h mesa Escavar os Alicerces
O eterno retorno da história. Os achados arqueológicos do século XVII, o atual modelo cidade-negócio e as ruínas do presente. A construção social da realidade.
Palestrantes
Luís Antonio dos Santos Baptista (RJ) é professor do Departamento de Psicologia da UFF.
Rafael Borges Deminicis (RJ) é mestre em arqueologia pelo Museu Nacional – UFRJ.
Mediação
Luciana Souza (MG) é assessora de museologia da Gerência de Conteúdo do MAR.

14h às 16h mesa Monumentos e Escombros
A monumentalização das cidades. Políticas públicas e planejamento urbano. Especulação imobiliária e remoções forçadas. O morro da providência, a Secretaria Municipal de Habitação e as casas marcadas.
Palestrantes
Clarissa da Costa Moreira (RJ) é professora da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense.
Felipe Ribeiro (RJ) é artista visual e professor do Departamento de Artes Corporais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Maurício Hora (RJ) é fotógrafo.
Mediação
Clarissa Diniz (PE) é gerente de Conteúdo do MAR.

17h às 19h mesa A Terra Prometida
O papel do audiovisual na construção simbólica das cidades. A cidade cenográfica e o isolamento da comunidade. Vídeos institucionais, maquetes virtuais e a cidade idílica. Palestrantes
André Parente (RJ) é artista, pesquisador e professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Tadeu Capistrano (RJ) é professor do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Mediação
Alan Correia (MG) é gerente de Comunicação do MAR.

PARTICIPANTES

Alan Correia é mestre em ciências da comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Graduou-se em relações públicas pela Universidade Federal de Minas Gerais, mesma universidade onde cursou especialização em gestão de projetos sociais. Tem experiência em assessoria de comunicação para projetos sociais e culturais. Atualmente, é gerente de Comunicação do Museu de Arte do Rio.

Clarissa da Costa Moreira formou-se em arquitetura e urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1994. Tornou-se mestre em urbanismo pelo Programa de Pós-Graduação em Urbanismo da mesma instituição, em 2002, com a dissertação "A cidade contemporânea entre a tábula rasa e a preservação: cenário para o Porto do Rio de Janeiro". Prêmio nacional da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional, em 2003, a dissertação foi publicada pela Editora da Unesp, em 2005. Concluiu doutorado em filosofia da arte e da arquitetura na Universidade de Paris I, Panthéon-Sorbonne, em 2007, com a tese "Ville et Devenir: Dogville ou le devenir-village des métropoles", orientada pelo filósofo francês Henri-Pierre Jeudy (LAIOS-CNRS/EHESS) e publicada pela editora Harmattan, em 2009. Foi professora visitante na Escola de Arquitetura Paris-Malaquais, trabalhando sobre projetos urbanos no centro do Rio de Janeiro. De um modo geral, o centro do Rio, e o Porto, especificamente, têm sido constantes objetos de reflexão, propostas e, mesmo, intervenções em seu percurso acadêmico e profissional, desde a graduação, em projeto que recebeu o prêmio Opera Prima, concedido pela Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo, em 1995, até o período em que atuou como gerente do Programa Novas Alternativas da Secretaria Municipal de Habitação. Mais recentemente atuou como consultora na área de reabilitação urbana e introdução do uso habitacional em centros de cidades brasileiras. Em 2011, foi professora do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de São João del Rei e professora convidada no mestrado em filosofia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ. Atualmente, é professora da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense, onde desenvolve o projeto de pesquisa "Cidade em aberto", que inclui a realização de caminhadas no Porto, em parceria com o geógrafo francês Nicolas Bautès. Em 2012, em parceria com o artista visual Alê Souto promoveu um happenning no bairro da Gamboa. Participa da rede transnacional Universidade Nômade, composta por militantes, intelectuais, artistas, grupos de pesquisa e coletivos.

Clarissa Diniz é crítica de arte, graduada em licenciatura em educação artística/artes plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É editora da Tatuí, revista de crítica de arte. Publicou os livros Crachá – aspectos da legitimação artística (2008), Gilberto Freyre (2010) – em coautoria com Gleyce Heitor –; Montez Magno ( 2010, em coautoria com Paulo Herkenhoff e Luiz Carlos Monteiro); e Crítica de arte em Pernambuco: escritos do século XX (coautoria com Gleyce Heitor e Paulo Marcondes Soares (2012). Entre as curadorias desenvolvidas, destacam-se O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff), no MAR, Rio de Janeiro, 2013; Zona tórrida – certa pintura do Nordeste (cocuradoria com Paulo Herkenhoff), no. Santander Cultural, Recife, 2012; Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff), no Itaú Cultural, São Paulo, 2011; Refrações – arte contemporânea em Alagoas (cocuradoria com Bitu Cassundé), na Pinacoteca da Ufal, Maceió, 2010; e contidonãocontido (cocuradoria com Maria do Carmo Nino e EducAtivo Mamam), no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife, 2010. Foi curadora assistente do Programa Rumos Itaú Cultural Artes Visuais 2008-2009 e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo. Atualmente, é gerente de Conteúdo do Museu de Arte do Rio.

Felipe Ribeiro é artista interdisciplinar, professor do Departamento de Artes Corporais da Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutorando do Instituto de Artes Visuais da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e mestre em cinema studies pela New York University. Escreveu e dirigiu Trans-Tv, em que atores contracenavam com imagens editadas ao vivo, projetadas sobre um plano-relevo. Em parceria com a coreógrafa Denise Stutz, realizou os espetáculos de dança e vídeo Espalha pra Geral! e Justo uma Imagem. Atualmente, ambos trabalham na montagem de Eu, um Branco.

Gleyce Kelly Heitor é graduada em licenciatura em história pela Universidade Federal de Pernambuco e mestre em museologia e patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Desde 2005 trabalha com educação em museus no desenvolvimento de projetos de mediação cultural, de pesquisas e de formações com professores sobre história dos museus, história da arte e arte contemporânea. Atuou nos programas educativos do Instituto Ricardo Brennand, Museu Murillo La Greca, Fundação Joaquim Nabuco e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Atualmente, é assessora pedagógica no Museu de Arte do Rio.

Janaina Melo é historiadora com pós-graduação em ensino e pesquisa em arte contemporânea pela Escola Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais. Foi professora da mesma instituição entre 2009 e 2012 e curadora educativa do Instituto Inhotim de 2008 a 2012. Atualmente é gerente de Educação do Museu de Arte do Rio.

Julia Baker é formada em ciências sociais pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e produção cultural pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente, cursa a pós-graduação em história da arte e da arquitetura no Brasil na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Já participou de diversos cursos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, entre eles o programa Fundamentação – com os professores Franz Manata, Guilherme Bueno e Orlando Molica – e Workshop de Curadoria e Crítica – com os professores Guilherme Bueno, Felipe Scovino e Daniela Labra. Participou com artigos no I Congresso de Engenharia do Entretenimento e no II Encontro Nacional de Estudos do Consumo. É coautora do artigo Civilização como bárbarie, publicado na Revista Global em 2012.

Julio Groppa Aquino é professor associado (livre-docente) da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, onde realiza atividades de docência, pesquisa e extensão voltadas à formação docente inicial e continuada. É também pesquisador do CNPq e da Fapesp. Graduado pela Universidade Estadual de São Paulo (1987), cursou o mestrado (1990) e o doutorado (1995) no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, e o pós-doutorado (2003) na Universidade de Barcelona. É autor, coautor e organizador de mais de duas dezenas de obras dedicadas aos impasses concretos da educação brasileira e, em particular, seus efeitos desagregadores sobre o éthos docente.

Luciana Souza é graduada em história pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em museologia e patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Atuou como historiadora do Grupo Memória Arquitetura, pesquisando bens tombados e registrados por municípios de Minas Gerais. Atualmente é assistente de museologia do Museu de Arte do Rio.

Luís Antonio dos Santos Baptista é professor titular do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação Estudos da Subjetividade da Universidade Federal Fluminense. Doutor em psicologia pela Universidade de São Paulo, realizou o estágio de pós-doutorado no Departamento de Sociologia Urbana da Universidade de Roma. Entre outros, publicou os livros A cidade dos sábios (Summus, 1999), A fábrica de interiores, A formação psi em questão (Eduff, 2000), O veludo, o vidro e o plástico e Diversidade e desigualdade na metrópole (2ª edição, Eduff, 2012).

Paulo Herkenhoff é crítico de arte e curador. Dirigiu o Instituto Nacional de Artes Plásticas da Funarte, entre 1983 e 1985. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre 1985 e 1990, e diretor do Museu Nacional de Belas Artes, de 2003 a 2006. Foi curador geral da 24ª Bienal Internacional de Artes de São Paulo, em 1998, e curador do The Museum of Modern Art, Nova York. Entre exposições curadas, destacam-se Guignard e o Oriente: China, Japão e Minas, no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2010; Guillermo Kuitca, no Museu Reina Sofia, Madri; e Museu de Arte Latinoamericana de Buenos Aires, 2003; Tempo, no The Museum of Modern Art, Nova York, 2002; Cildo Meireles, geografia do Brasil, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, Recife, e Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, 2002; Arte brasileira na coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo, 2002; e Trajetória da luz na arte brasileira, Itaú Cultural, São Paulo, 2001. Realizou palestras em universidades de vários continentes e tem textos publicados em revistas, catálogos e livros de instituições como a Tate Modern (Londres), o Centre Georges Pompidou (Paris), o Museu de Arte Moderna de Paris, a Fondació Antoni Tàpies (Barcelona), entre outras. Atualmente, é diretor cultural do Museu de Arte do Rio.

Rafael Borges Deminicis é historiador graduado pela Universidade Federal Fluminense, mestre em sociologia política pela Universidade Estadual do Norte Fluminense, mestre em arqueologia pelo Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pesquisador no campo da história de temas como movimento operário, sindicalismo revolucionário, anarquismo no Brasil e história da China; e na sociologia, de temas como movimentos sociais e teoria dos movimentos sociais. Na arqueologia, tem experiência com pesquisas em arqueologia histórica e arqueologia de sociedades tribais remotas ou indígenas no Brasil. Atua há mais de oito anos em projetos de preservação do patrimônio cultural.

Sabrina Parracho Sant’Anna é doutora em sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora adjunta da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da mesma universidade. Especialista em sociologia da cultura e sociologia da arte, tem pesquisado museus e memória. Publicou Construindo a memória do futuro: uma análise da fundação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, (Editora FGV, 2011).

Sylvio Gadelha graduou-se em psicologia pela Universidade Federal do Ceará. É especialista em psicopedagogia pelo Instituto Sedes Sapientiae, mestre em sociologia pela Universidade Federal do Ceará, doutor em educação pela Universidade Federal do Ceará/Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, pós-doutor em educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Atua como professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará, como professor do Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira da mesma instituição e professor do Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Cultura e Artes da Universidade Federal do Ceará. Possui vários artigos e livros publicados nas áreas de psicologia e filosofia da educação. Foi co-organizador de várias edições do Simpósio Nietzsche e Deleuze, em Fortaleza.

Yuri Firmeza é professor do curso de cinema e audiovisual da Universidade Federal do Ceará. É mestre em poéticas visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – financiado por bolsa de pesquisa Fapesp. Realizou exposições em diversas cidades do Brasil e do exterior. Foi curador – em parceria com Beatriz Lemos – do Encontro Sul-Americano Inventando o Lugar; do ciclo de conferências internacional A Imagem-Pensamento de Letícia Parente – em parceria com André Parente e Solon Ribeiro –; e do Simpósio Internacional A Vida Secreta dos Objetos, edição em Fortaleza – em parceria com Cesar Baio. Publicou textos em jornais e revistas de arte e cultura.

Posted by Patricia Canetti at 7:40 AM