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junho 15, 2021

Yná Kabe Rodríguez e convidados em Ativações na Hábito/Habitante na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro

A exposição coletiva Hábito/Habitante, realizada pela Escola de Artes Visuais, terá uma série de ativações. Reunindo cerca de 60 obras de mais de 40 artistas brasileiros, a mostra apresenta um arco de trabalhos que partem da década de 1960 e apontam para as coletividades.

Primeira Escola de Indisciplina do Brasil apresenta Semana Poliesportiva

Propondo práticas desportivas em suas instâncias de pluralidade e dissidência, reunindo questões de competição e indisciplina e o lugar das corpas em movimento quando estão no jogo. Através de aulas, atividades virtuais poliesportivas e um caderno de Educação Física da EIB.

Dentro da ideia de quadra poliesportiva em uma construção da “matéria” de Educação Física no currículo escolar, a Semana Poliesportiva da EIB busca apresentar outras noções de esporte, competição e práticas desportivas, nos alongando nas discussões de pedagogias transgressoras na educação das corpas, em um contexto de experiências marginais às “práticas corporais".

PROGRAMAÇÃO

Meditação e suas práticas indisciplinares
10 de junho, quinta-feira, 12h30-13h - Meditação guiada

Limites da performance: resistência das corpas em movimento
17 de junho, quinta-feira, 16h20-17h - Aula de Vogue Performance

Jogar Online: das práticas desportivas à distância e jogos online
24 de junho, quinta-feira, 19h-20h - Transmissão de jogo

Queimada e outros esportes transvestigêneres - Abertura da Quadra Poliesportiva
25 de junho, quinta-feira, 9h-17h - Esportes transvestigeneres

Happy Hour HH
25 de junho, quinta-feira, 16h20-18h - Happy hour virtual

Yná Kabe Rodríguez, 29 anos, Recanto das Emas, Distrito Federal. É bacharela em Artes Visuais pelo departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília e mestra em Arte Contemporânea pelo programa de Pós-Graduação em Arte Visuais. (PPGAV) na linha de pesquisa MPAC (Métodos e Processos em Arte Contemporânea). Trabalha como artista-babá-curadora-pesquisadora, ocupando o cargo de secretária na SEC-EIB (Secretaria para o Desenvolvimento da Primeira Escola de Indisciplina do Brasil) e é mãe na Casa de Olfenza.

Primeira Escola de Indisciplina do Brasil
A Primeira Escola de Indisciplina do Brasil (EIB) é um processo de imaginação político-pedagógico, que busca investigar as diversas possibilidades de construir um currículo a partir das pedagogias/aprendizagens indisciplinares territorializando o Brasil como escola e pátio de produção de conhecimento dissidente. A secretaria (SEC-EIB) e a escola têm como função organizar as atividades e proposições para imaginação como a construção de um currículo escolar e a produção do Projeto Político-Pedagógico da escola, jogando com as expectativas e parâmetros do que seria válido como conteúdo escolar, o corpo docente de uma escola de indisciplina, os territórios de aprendizagem e os diversos materiais pedagógicos.

Posted by Patricia Canetti at 11:24 AM

junho 9, 2021

Yonamine em Fala Pública - Residências MAM, Rio de Janeiro

Encontros no MAM
Conversas sobre artes, com pessoas convidadas, que a cada mês compartilham processos de trabalho, criação e pesquisa a partir de dinâmicas variadas

Este mês, o artista angolano Yonamine é o convidado da Fala Pública – Residências MAM, parte da programação da residência Pesquisa em artes. A conversa acontece no dia 12 de junho, sábado, às 16h, via Zoom e no YouTube do MAM.

O trabalho do artista articula-se por entre complexas instalações, grandes murais, fotografias e vídeos. Yonamine utiliza uma imensa gama de objetos e materiais, tais como jornais, serigrafias, grafismos, colagens e rasgos onde imagens oriundas da cultura popular, de filmes americanos, personalidades que povoam as massas e figuras políticas do continente africano e do mundo se sobrepõem. Nesta grande mescla, o artista constrói um vocabulário peculiar sobre estas referências, indicando seus posicionamentos político-sociais.

Inscrições online, por meio de formulário online de 1 a 11 de junho.

Programação do MAM Rio em junho 2021: Artística e Cinemateca.

Posted by Patricia Canetti at 1:32 PM

Projeto Presença Negra no MARGS

Projeto propõe o debate e a reflexão sobre a presença e representatividade de artistas negros/as no acervo do Museu e no sistema da arte, culminando em uma grande exposição prevista para 2022

Lançamento da programação será nesta quinta-feira, 10.06, às 19h, reunindo Igor Simões (UERGS) e Izis Abreu (MARGS) em live na qual será apresentado o Programa Público e suas bases conceituais

Nos próximos meses, serão trazidas a público conferências, palestras, encontros, cursos, conteúdos e diversas ações com intelectuais do pensamento negro: artistas, teóricos/as, pesquisadores/as, curadores/as e agentes de movimentos sociais

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), instituição vinculada à Secretaria de Estado da Cultura do RS (SEDAC), lança nesta quinta-feira, 10 de junho de 2021, às 19h, o projeto “Presença Negra no MARGS”, que consiste em um amplo e extenso programa institucional propondo o debate e a reflexão sobre a presença e representatividade de artistas negros e negras no Acervo Artístico do Museu e também no sistema da arte (confira mais abaixo a programação geral).

A iniciativa, que vem sendo pensada e estruturada ao longo do último ano, será desenvolvida entre 2021 e 2022, trazendo a público conferências, palestras, encontros, cursos, debates, conteúdos e diversas ações com artistas, teóricos/as, pesquisadores/as, curadores/as e intelectuais negros/as e do pensamento negro no Brasil, incluindo agentes de movimentos sociais e ONGs.

Entre os temas, estão:
> A noção de arte afro-brasileira;
> As intersecções entre relações sistêmicas da arte e raça;
> Os processos de discussão decolonial em instituições culturais brasileiras;
> Os mecanismos e estratégias para uma educação antirracista a partir da arte;
> E o papel dos museus e das instituições na implementação de políticas e ações, sobretudo desde o sul do Brasil.

As atividades serão desenvolvidas nos próximos meses dentro de um Programa Público, que oferecerá uma plataforma a fim de manter o tema em evidência na programação e afirmar o compromisso permanente do Museu.

Todas as ações serão realizadas de forma virtual, através das redes sociais e com transmissão pelo YouTube do MARGS.

O “Programa Público Presença Negra no MARGS” tem coordenação da equipe do Núcleo Educativo e de Programa Público do MARGS, no âmbito do convênio institucional com a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) e de uma parceria firmada com o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros, Indígenas e Africanos (NEAB), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A programação online também oferecerá um ambiente preparatório para a grande exposição que será apresentada em 2022, como ponto culminante dos debates, reflexões e investigações do projeto. Com o título provisório “Presença Negra no MARGS”, a mostra com curadoria dos pesquisadores Igor Simões (UERGS) e Izis Abreu (MARGS) resultará de um profundo exame e revisão crítica do Acervo Artístico do Museu — desde sua formação iniciada em 1954, até os dias atuais —, abordando a produção, a trajetória e as obras de artistas negros e negras que o integram. Ao problematizar o reduzido número de suas obras no Acervo do MARGS, a investigação propõe uma reflexão sobre ausências, exclusões, invisibilidades e silenciamentos de sujeitos racializados como negros e negras no sistema da arte.

Nas palavras de Izis Abreu, pesquisadora e integrante do Núcleo Educativo e de Programa Público do MARGS:

“Em um total de 1.020 artistas, temos a presença de ao menos 22 negros/as, representando menos de 2% do total do Acervo do Museu. Observar esses dados é importante pois os acervos e as coleções de um museu de arte designam o que é considerado arte e quais objetos devem ou não fazer parte, definindo quais subjetividades devem ser preservadas, difundidas e acessadas. Assim, acabam por reverenciar alguns artistas em detrimento de outros. Por conseguinte, a equidade de representações passa necessariamente pela reflexão das relações de poder que determinam a inserção de uns e a recusa de outros. Pensando nisso, o projeto ‘Presença negra no Acervo do MARGS’ soma-se a uma série de debates que vêm sendo estimulados pela atual gestão, e de outros que ainda serão realizados, como forma de consolidação de políticas institucionais que buscam a inclusão do pluriversal na produção do sensível.”

Nas palavras do diretor-curador do MARGS, Francisco Dalcol:

“Considerando o caráter episódico que o projeto poderia assumir se contasse apenas com a realização da exposição, o Programa Público vem também a manter as discussões e reflexões em evidência na pauta e no cotidiano institucional do Museu. Assim, com o projeto ‘Presença Negra no MARGS’, a atual gestão e direção artística do Museu reforça sua atuação frente às exigências e compromissos dos debates contemporâneos, por meio de reflexões críticas, da produção de conhecimento avançado e da instituição de políticas que buscam maior pluralidade, diversidade, inclusão e equidade dentro de um processo histórico hoje seriamente questionado. E em um país em que o racismo estrutural e sistêmico persiste em suas diversas formas de dominação, opressão, segregação e exclusão, o projeto vem também a problematizar o mito da democracia racial no Brasil”.

No MARGS, o “Presença Negra” se vincula ao programa “Histórias Ausentes”, com o qual se procura conferir visibilidade e legibilidade a manifestações artísticas e narrativas invisibilizadas pelos discursos dominantes da historiografia oficial, destacando trajetórias, atuações e produções artísticas que permanecem não legitimadas pelo sistema das artes.

E na SEDAC, o projeto se insere no conjunto de ações por meio de suas instituições enquanto política da Secretaria no âmbito do “Ano do Cinquentenário do 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra”, instituído em decreto de 13.05.21 pelo governador Eduardo Leite.

Nas palavras da Secretária de Estado da Cultura, Beatriz Araujo:
"Este projeto vai tornar ainda mais relevante o papel histórico e social do Margs, que abrirá suas portas para o olhar de artistas negros, construindo, assim, uma cultura mais inclusiva”.

PROGRAMAÇÃO DE LANÇAMENTO

A estreia do projeto será nesta quinta-feira, 10 de junho de 2021, às 19h, com a primeira ação: uma live reunindo Izis Abreu (MARGS) e Igor Simões (UERGS), que farão a apresentação do “Presença Negra no MARGS” e de suas bases conceituais.

Já no dia 17 de junho, também às 19h, o MARGS traz a público a conferência “Arte afro-brasileira: entre o visível e o oculto”, apresentada por Hélio Menezes, pesquisador que vem oferecendo relevantes contribuições sobre o tema a partir de sua atuação e projetos.

Os dois eventos serão transmitidos pelo YouTube do MARGS

PROJETOS

1) “Presença Negra no Acervo do MARGS”

O primeiro projeto a ser lançado dentro do Programa Público será o “Presença Negra no Acervo do MARGS”, que pretende abordar a produção e a trajetória de artistas negros e negras que integram o Acervo Artístico da instituição.

São artistas de orientação acadêmica, não acadêmica, moderna ou contemporânea. Entre alguns/mas, estão Arthur Timótheo da Costa (1882-1922), Emanoel Araujo (1940- ), J. Altair (1934-2013), Flávio Cerqueira (1983- ) e Maria Lídia Magliani (1946-2012).

Enquanto programa que se quer comprometido com o exame e a revisão da história e da estrutura institucionais do Museu, o projeto visa levantar reflexões sobre as ausências e (in)visibilidades de sujeitos racializados como negros e negras na arte, ao problematizar o reduzido número de artistas cujas obras compõem o acervo do MARGS.

Esse projeto será composto por uma série de conteúdos produzidos a serem publicados nas redes sociais do MARGS, com periodicidade quinzenal, a partir de 15.06.2021.
A coordenação é de Izis Abreu, integrante do Núcleo Educativo e de Programa Público do MARGS.

2) “Racialização e arte no Brasil” - Encontros de História, Teoria e Crítica da Arte — Edição 4

Um dos objetivos centrais do projeto é promover espaços que permitam discutir a história da arte desde um ponto de vista da mobilidade, tendo como pauta assuntos que, além de emergentes, são urgentes nas apreensões contemporâneas da disciplina.

Em sua 4ª Edição, no ano de 2021 a atividade quer discutir a presença negra na escrita da história da arte no Brasil, desde o lugar de pesquisa, crítica e curadoria.
Para tanto, reúne projetos que surgem do trabalho de alguns pensadores negros que têm protagonizado, a partir de suas práticas, debates indispensáveis para um horizonte artístico que ainda persiste em negar o bélico encontro entre a história da arte brasileira e os processos que constituem um país eminentemente preto.

O ciclo de palestras e debates contará com a participação de figuras referenciais sobre o tema nas artes visuais no Brasil, que destacarão conhecimentos que urgem por visibilidade em uma sociedade estruturalmente marcada pelo racismo. A coordenação do projeto é de Igor Simões (UERGS). A transmissão será pelo YouTube do MARGS.

Confira a programação:
> 24.06.2021: o 1º Encontro receberá Amanda Carneiro (MASP/SP), falando sobre “Museu e decolonialidade e a experiência do MASP/Afterall”
> 01.07.2021: o 2º Encontro será com Deri Andrade (Projeto Afro/Alagoas/SP), apresentando “O Projeto Afro e as geografias da arte preta no Brasil”
> 08.07.2021: o 3º Encontro terá como convidada Diane Lima (Curadora Independente/BA), refletindo sobre “O trabalho curatorial e a racialização no Brasil”
> 15.07.2021: o 4º e último encontro contará com a presença de Bruno Pinheiro (Pesquisador/Doutorando em História/Bahia-SP), discutindo o tema “Modernismos afro-atlânticos”

3) “Grupo de estudos sobre representatividade, miscigenação e branquitude”

O objetivo geral do grupo de estudos é observar a norma identitária branca e como o seu funcionamento produz efeitos racistas por meio de leituras e conversas coletivas. Ao mesmo tempo, visa acionar movimentos que se colocam como contranarrativas a esses discursos histórico e socialmente construídos.

Os estudos serão realizados em torno de 3 temas – representatividade; mito da democracia racial e miscigenação; e branquitude –, compreendidos na complexidade entre os efeitos do racismo sobre as pessoas negras e uma estrutura previamente racializada pela norma identitária branca.

O método, construído coletivamente, tem a imagem de uma mesa farta que oferece um conjunto diversificado de recursos da cultura (acadêmica, midiática, artística) sobre cada tema.

Os encontros serão realizados em uma sala virtual e terão periodicidade quinzenal, entre 28.07 e 17.11.21. As inscrições para participação serão divulgadas em breve, nas redes sociais do MARGS. A coordenação da ação é de Carmen Capra (UERGS).

4) Curso “Pensamento negro, estética e movimento social”

O curso tem o objetivo de ampliar o conceito de cânone no pensamento brasileiro. Por meio de significativo conjunto de obras de diferentes linguagens e estilos, pretende-se destacar as variadas formas de interlocução delas com a emergência, desenvolvimento e consolidação do pensamento negro brasileiro que deu fundamento à ação política dos movimentos sociais nos séculos XIX-XX.

Organizado em quatro blocos – Criação literária e condição negra; artes afro-diaspóricas, estética dos terreiros e teatro negro; raça, nação e cultura negra; pensamento e movimento de mulheres negras – o curso será realizado entre 14.07 e 24.11 e contará com a presença de diversos convidados para debater os temas propostos.

As inscrições para participação serão divulgadas em breve, nas redes sociais do MARGS. A ação tem coordenação de José Rivair Macedo (UFRGS).

5) Exposição “Presença Negra no MARGS”

A realização do Programa Público oferecerá um ambiente preparatório para uma grande exposição que será apresentada em 2022, como ponto culminante dos debates, reflexões e investigações do projeto.

Com o título provisório “Presença Negra no Acervo do MARGS”, a mostra com curadoria dos pesquisadores Igor Simões (UERGS) e Izis Abreu (MARGS) resultará de um profundo exame e revisão crítica do Acervo Artístico do Museu — desde sua formação iniciada em 1954, até os dias atuais —, abordando a produção, a trajetória e as obras de artistas negros e negras que o integram.

Ao problematizar o reduzido número de suas obras no Acervo do MARGS, a investigação propõe uma reflexão sobre ausências, exclusões, invisibilidades e silenciamentos de sujeitos racializados como negros e negras no sistema da arte. O projeto curatorial também envolve uma leitura crítica sobre a representação conferida ao negro/a em imagens de obras de caráter figurativo e narrativo, a maior parte delas de autoria de artistas brancos.

PROGRAMAÇÃO GERAL

> 10.06.21: live de abertura, com Izis Abreu e Igor Simões, apresentando o “Presença Negra no MARGS” e as bases conceituais (19h, transmissão pelo YouTube do MARGS)

> 17.06.21: conferência de abertura, com Hélio Menezes, sobre o tema “Arte afro-brasileira: entre o visível e o oculto” (19h, transmissão pelo YouTube do MARGS)

> 15.05.21: início das publicações quinzenais do projeto “Presença Negra no Acervo do MARGS” no Instagram e Facebook do Museu. Coordenação: Izis Abreu (MARGS)

> 24.06, 01.07, 08.07 e 15.07.21: “Encontros de História, Teoria e Crítica da Arte. Edição 4: Racialização e Arte no Brasil”. Coordenação: Igor Simões, UERGS (sempre às 19h, transmissão pelo YouTube do MARGS)

> Entre 28.07 e 17.11.21: grupo de estudos sobre representatividade, miscigenação e branquitude, com encontros quinzenais. Coordenação: Carmen Capra, UERGS (Sala virtual, divulgação de acesso para os inscritos)

> Entre 14.07 e 24.11.21: curso “Pensamento negro, estética e movimento social”, com encontros semanais. Coordenação: José Rivair Macedo, UFRGS (Sala virtual, divulgação de acesso para os inscritos)

> 1° Semestre de 2022: exposição “Presença Negra no Acervo do MARGS” (título provisório), com curadoria de Igor Simões (UERGS) e Izis Abreu (MARGS)

Posted by Patricia Canetti at 1:10 PM

1º Colóquio Musealização da Arte: poéticas em narrativas

O Grupo de Pesquisa Musealização da Arte: poéticas em narrativas (MARTE) convida para seu 1º Colóquio a ser realizado via Zoom. Serão quatro encontros virtuais com pesquisadores, visando continuar os diálogos e reflexões no âmbito da Museologia, da História da Arte e das Ciências Sociais.

O primeiro colóquio toma o conceito de musealização como plataforma comum no âmbito paras as pesquisas realizadas por museólogas, historiadoras da arte, historiadoras da cultura e conservadoras dedicados às artes visuais e às visualidades. O fenômeno da musealização é compreendida como gesto situado em camadas de temporalidades e espaços, entre a produção artística e os processos institucionais de preservação, pesquisa e comunicação de obras e narrativas, apresentando assim as trajetórias inscritas nas instituições.

As palestras e os debates deste evento buscam envolver diferentes contextos em âmbito nacional e internacional, bem como a utilização de noções, de conceitos e de protocolos, fundamentalmente, discutidos pela Museologia, pela História da Arte e pelas Ciências Sociais. Para além das noções de musealização, também são estudadas noções como performatividade, documentação museológica, arquivamento, curadoria, linguagens da arte contemporânea, (i)materialidade, efemeridade, entre outras. O alcance proposto vislumbra o caráter transmutável da noção de musealização frente às práticas artísticas, aos objetos artísticos, às escolhas e aos processos institucionais, e às implicações críticas que o objeto artístico provoca nos processos de acervamento.

PROGRAMA
Inscrições por formulário online

Mesa 1 - 10 de junho, 14h30 (Brasília)
Musealização da Performance: Coleções, Arquivos e Protocolos
Debatedora: Daniela Felix (UnB)
Reunião do Zoom

Arquivos de Performance: Premissas e Experiências
Anna Paula da Silva (UFBA/UnB)

Caminhos para a preservação de performance: trajetórias de pesquisa
Juliana Sales Caetano (UFMG)

A reperformance como um momento na história da institucionalização da performance
Bianca Tinoco (UnB)

Mesa 2 - 17 de junho, 14h30 (Brasília)
Instituições museológicas: histórias das artes e suas visualidades
Debatedora: Marize Malta (UFRJ)
Reunião do Zoom

Museu da Solidariedade: entre o Internacionalismo e o Latino-Americanismo
Luiza Mader Paladino (IFB)

Para além do “suave tédio da ordem”: o acervo do Instituto Ricardo Brennand-Recife/PE em trajetória e outras histórias da arte
Diego Souza de Paiva (UFRJ))

Produção artística contemporânea maranhense em foco
Mariana Estelitta Lins Silva (UFMA)

Mesa 3 - 24 de junho, 14h30 (Brasília)
Musealização e curadoria: o "popular" no museu
Debatedora: Ana Lúcia de Abreu Gomes (UnB)
Reunião do Zoom

De mapas às redes de interação e cooperação: mapeamentos de objetos/coleções de cultura popular sob tutela de instituições museais no estado do Rio de Janeiro
Elizabete de Castro Mendonça (UNIRIO)

Véio e o Museu do Sertão
Neila Maciel (UFS)

Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte
Emerson Dionisio Oliveira (UnB)

Mesa 4 – 1º de julho, 14h30 (Brasília)
Musealização e arquivamento: poéticas do efêmero
Debatedora: Tatiana da Costa Martins (UFRJ)
Reunião do Zoom

Arte e contexto no Museo Experimental El Eco a partir da obra de Vitor Cesar
Fernanda Carvalho de Albuquerque (UFRGS)

Acervando projetos: aquisição e proveniência em museus de arte
Fernanda Werneck Côrtes (UnB)

COMISSÃO CIENTÍFICA

Ana Maria Albani de Carvalho (UFRGS)
Clóvis Carvalho Britto (UnB/UFBA)
Edson Silva de Farias (UnB)
Joseania Miranda Freitas (UFBA)
Juan Albarrán Diego (Universidad Autónoma de Madrid)
Mariela Brazón Hernández (UFBA)
Marize Malta (Museu Dom João VI/UFRJ)
Pablo Fabião Lisboa (UFG)

Informações: musealizacaodarte@gmail.com
Realização: Grupo de Pesquisa Musealização da Arte: poéticas em narrativas
Apoio: UnB; UFBA

Posted by Patricia Canetti at 11:03 AM

junho 3, 2021

Respiração: o novo programa público do Pivô

Programação gratuita é composta por uma série de conversas, aulas e oficinas online

Respiração é um programa público gratuito que atravessa toda a programação do Pivô, contemplando a residência Pivô Pesquisa, o Programa de Exposições e o Pivô Satélite. Informado pela não separabilidade, o programa percebe corpo e mente como organismo único, profundamente implicado em todas as coisas do universo. Ao longo do ano, serão investigadas relações entre corporeidades, sexualidades, territorialidades, ancestralidades, classe, raça e gênero.

O objetivo do programa transversal é estabelecer diálogos entre pesquisas artísticas distintas e articular as discussões realizadas no contexto dos programas do Pivô, estendendo-as a um público mais amplo. A programação, realizada online nesta primeira etapa, é composta por uma por uma de série de conversas, aulas e oficinas que pretendem instaurar um espaço de criação construído coletivamente e permeável à trocas intelectuais e afetivas. O programa visa instigar a imaginação, o abdômen, os joelhos e os quadris, a partir de interlocuções entre os mais diversos saberes. Seu conteúdo está sendo concebido em diálogo entre a equipe do Pivô e alguns dos inúmeros curadores e artistas que têm colaborado com a instituição em 2021.

A programação será inaugurada em 4 de junho com um exercício de criação visionária. A poeta e filósofa abigail Campos Leal apresentará uma introdução teórica e conceitual à imaginação radical preta. abigail é uma das organizadoras do Slam Marginália, uma competição de poesia feita por e para pessoas trans. No formato de oficina, “eu era uma estrela: introdução à imaginação radical preta” inclui também um breve exercício de fabulação radical através da escrita, estimulado pelas produções de Carolina Maria de Jesus, Samuel Delany, Octavia Butler, Saidiya Hartman, Conceição Evaristo, Jota Mombaça, Ventura Profana e Castiel Vitorino Brasileiro. Como parte deste projeto, serão concedidas 5 bolsas de estudo no valor de R$100 para pessoas trans em situação de vulnerabilidade econômica (inscrições encerradas).

Partindo da obra “Delirar o racial”, dos artistas Davi Pontes e Wallace Ferreira, a segunda atividade do programa público investigará o conceito de coreografia. O filme da dupla, que está em cartaz na plataforma digital Pivô Satélite, será o disparador para a conversa entre os artistas e o professor e pesquisador André Lepecki. Lepecki é Professor Titular e Coordenador do Departamento de Performance Studies na New York University. Seus escritos e conferências exploram as relações entre a dança, a coreografia, o espaço urbano e a ordem neoliberal, observando sempre “a capacidade imanente da dança de teorizar o contexto social”. No novo filme, Pontes e Ferreira lançam mão de recursos coreográficos, uma série de ações que lidam com a incerteza, a desordem e o provisório, para escapar do fantasma da linearidade e pensar uma ética fora do tempo para vidas negras. A conversa acontecerá no dia 09 de junho, transmitida ao vivo pelo YouTube, com mediação do curador Victor Gorgulho e interpretação simultânea em Libras.

Em três encontros por semana, a partir de 17 de junho, a artista Deise de Brito apresentará o curso “Devolve o meu quadril?”. O conjunto de estudos práticos explora a interligação entre a coluna, a pélvis, a bunda, as coxas, os joelhos e os pés, através de uma fundamentação corporal negro-diaspórica. A proposta tem como âncora danças negras orientadas sob uma gestualidade cotidiana. Deise de Brito é artista da dança e do teatro, educadora e Doutora em Artes. Sua pesquisa é voltada a artistas negros em gêneros ligados ao entretenimento, além de investigações relacionadas ao corpo na diáspora negra das Américas. Sua premissa é a desobediência como estratégia de descolonização do corpo e da mente.

O Ciclo II do Pivô Pesquisa 2021, sob condução da curadora Catarina Duncan, receberá Tiganá Santana em sua aula inaugural, em 24 de junho. Compositor, cantor, instrumentista, poeta, produtor musical, diretor artístico, curador, pesquisador, professor e tradutor, Santana é reconhecido internacionalmente como um dos grandes pesquisadores brasileiros das línguas africanas e da música afrodiaspórica. O encontro será no formato de uma conversa aberta, explorando musicalidades e saberes, para tratar da relação estabelecida entre entes, seres, coisas, imaterialidades existentes em qualquer dimensão de realidade, tendo como fundamento a cosmologia africana dos bantu-kongo. Mais informações em breve. A curadora nos explica: “Busco construir no espaço e tempo do segundo ciclo do Pivô Pesquisa encontros de acolhimento, que alimentem a alma, o corpo e a mente de maneira integrada. Tiganá e Inaê são mestres de vivências integradas, entre mundos, linguagens e experimentações que podem nos guiar nessa caminhada."

Encerrando a primeira etapa do programa, a artista Inaê Moreira apresentará sua pesquisa sobre o que tem chamado de Dança Intuitiva, em que busca estabelecer relações entre movimento, memória e corpografias ancestrais em espaços coletivos de pesquisa. Èmí Wá, a mãe Oxum, empresta seu nome à oficina que, a partir de 02 de julho, será realizada em cinco encontros coincidindo com as mudanças de fases da Lua. Em iorubá, a palavra èmí significa o sopro da vida e pode ser traduzida para o português como respiração, a produção da energia vital. A artista conta: “Nesta prática vamos transitar entre os mangues, rios, mares, florestas e ventanias que ancoram a espiritualidade Iorubá, respirando com consciência por meio de forças que têm o poder de curar e de expandir nossas potências criativas”.

Respiração, programa público transversal, conta com o patrocínio de Beck's

PROGRAMAÇÃO

"eu era uma estrela: introdução à imaginação radical preta"
Oficina com abigail Campos leal
04 de junho, das 16h às 19h
20 vagas
Gratuito (inscrições encerradas)

"Delirar o racial: coreografia e o futuro sem tempo"
Conversa com André Lepecki, Davi Pontes e Wallace Ferreira
Mediação: Victor Gorgulho
09 de junho, 19h
Gratuito pelo canal de YouTube do Pivô

"Devolve o meu quadril?"
Oficina com Deise de Brito
17, 24 de junho e 01 de julho, das 15 às 17h
30 vagas
Gratuito

Tiganá Santana: aula inaugural Pivô Pesquisa 2021 Ciclo II
Mediação: Catarina Duncan
24 de junho, 18h
Gratuito pelo canal de YouTube do Pivô

"Èmí Wá"
Oficina com Inaê Moreira
02, 09, 17, 23 e 31 de julho, das 16 às 18h
30 vagas
Gratuito

Informações e inscrições em www.pivo.org.br.

Posted by Patricia Canetti at 5:21 PM

Integra Artes promove atividades artísticas online e gratuitas

Programação de oficinas, aulas, palestras e lives inicia a partir de sexta-feira, 4 de junho de 2021, por meio do projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social, contemplado pelo Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado pela Secretaria da Cultura do RS em parceria com a Fundação Marcopolo

O projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social apresenta uma agenda de eventos culturais com enfoque na divulgação da produção artística do Rio Grande do Sul, que tem início a partir desta sexta-feira, 04.06. Ao todo, serão 25 atividades online e gratuitas realizadas até o mês de julho, incluindo oficinas, aulas, palestras e conversas, que serão ministradas por artistas e agentes de criação. Exceto por um dos eventos, os demais não necessitam de inscrição prévia. A programação completa pode ser acessada nas redes sociais (Instagram e Facebook: integra.artes) e no site do projeto (integraartes.com), no qual também estão os links de acesso às atividades.

Artes visuais, fotografia, performance, HQs, arte digital, arte sonora, história da arte, artes cênicas, música, dança, literatura, cinema e produção cultural estão entre os segmentos de aprendizagem que fazem parte do Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social. As ações do projeto estão sendo viabilizadas através do Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, realizado pela Secretaria da Cultura do RS (Sedac-RS) em parceria com a Fundação Marcopolo, com recursos da Lei Aldir Blanc no 14.017/20.

Nas palavras da gestora do projeto, Manoela Furtado: “Tendo em vista os desafios que a pandemia trouxe para todes, cada dia é uma luta constante e uma busca por novas possibilidades. A área cultural, que já costuma ser relegada a um segundo plano, tem enfrentado muitas dificuldades. É nesse cenário não tão favorável, mas no qual buscamos novas alternativas com esperança de dias melhores, que apresentamos o projeto Integra Artes – Criação e formação de público nas artes durante o isolamento social. Nosso maior propósito é incentivar a democratização da arte e da cultura através da ocupação de espaços virtuais”.

PROGRAMAÇÃO

04.06, sexta-feira, às 14h
O enquadramento performativo como trabalho de arte
Ministrante: Eduardo Montelli, artista visual
Sobre a atividade: Fala pública sobre as práticas artísticas de Eduardo Montelli, envolvendo performance, vídeo, fotografia e outras questões de sua pesquisa.
Classificação etária: +18

04.06, sexta-feira, às 18h
1º momento: Somos instrumentos musicais ambulantes
2º momento: A poesia dá rima
Ministrante: Mendy Black, artista musical
Sobre a atividade: Oficina sobre musicalidade através do beatbox. O segundo momento será dedicado ao freestyle como movimento de interação e expressão artística.
Classificação etária: livre

07.06, segunda-feira, às 18h
Os ritmos do corpo criativo
Ministrante: Catharina Conte, diretora, atriz, performer, professora de teatro e filmmaker
Sobre a atividade: Oficina de criação e expressão artística, que une teatro, dança e performance.
Classificação etária: livre

11.06, sexta-feira, às 15h
Periferia: o desenho na borda
Ministrante: Claudia Hamerski, artista visual
Sobre a atividade: Conversa sobre o processo criativo em desenho.
Classificação etária: livre

11.06, sexta-feira, às 19h
Conceito de vazio na arte: do MA oriental ao salto para o vazio ocidental
Ministrante: Mônica Sofia, artista visual
Sobre a atividade: Palestra sobre o conceito de MA (vazio oriental) e sua aplicação em áreas como teatro, arte, arquitetura, dança e literatura em um comparativo com o nada (o vazio ocidental).
Classificação etária: livre

14.06, segunda-feira, às 18h
Introdução à ilustração digital utilizando software gratuito
Ministrante: Alessandro Marques, artista gráfico e musical
Sobre a atividade: Oficina de arte digital, apresentando aspectos básicos a partir da utilização de software de edição de imagens gratuito.
Classificação etária: livre

18.06, sexta-feira, às 18h
Montagem expográfica como experiência poética
Ministrante: Felipa Queiroz, artista visual
Sobre a atividade: Oficina sobre montagem de exposições de arte e ocupação do espaço como experiência poética-artística.
Classificação etária: livre

21.06, segunda-feira, às 19h
História do humor gráfico RS (1960 – 2020)
Ministrante: Bruno Ortiz, professor de História e Filosofia, ilustrador, chargista e quadrinista
Sobre a atividade: conversa sobre humor gráfico por meio do cartum, charge, caricatura e quadrinhos, quadrinhos e outras linguagens.
Classificação etária: livre

22.06, terça-feira
Vídeo 1: Práticas estendidas na expressão sonora
Ministrante: Marcelo Armani, artista sonoro e compositor eletroacústico
Sobre a atividade: apresentação de processos, poéticas e técnicas que o artista utiliza em seu trabalho dentro do campo da arte sonora.
Classificação etária: livre

25.06, sexta-feira, às 18h
Artes que não vão para o museu
Ministrante: Lorena Toniolo, professora e artista visual
Sobre a atividade: Oficina sobre as formas de se trabalhar com artes acessíveis, mas ao mesmo tempo marcantes.
Classificação etária: livre

28.06, segunda-feira, às 19h
Video mapping e projeção como táticas de ocupação do espaço urbano em tempos de isolamento
Ministrantes: Coletivo Projetores pela Cultura
Sobre a atividade: Oficina de video mapping (projeção de vídeo em superfícies de grandes dimensões, como fachadas de prédios), focando em técnicas básicas de projeção com software gratuito
Classificação etária: livre

29.06, terça-feira
Vídeo 2 e 3: Práticas estendidas na expressão sonora
Ministrante: Marcelo Armani, artista sonoro e compositor eletroacústico
Sobre a atividade: Apresentação de processos, poéticas e técnicas que o artista utiliza em seu trabalho dentro do campo da arte sonora.

02.07, sexta-feira, às 16h
A fábula do afeto: a poesia em forma de diário
Ministrante: João Wapler, escritor e poeta
Sobre a atividade: Leitura de poemas, destacando a prosa poética presente no texto em primeira pessoa, seguida de conversa com o autor sobre escrita criativa.
Classificação etária: livre

02.07, sexta-feira, às 19h
Audio e visual em família
Ministrante: Vado Vergara, diretor, roteirista e montador audiovisual
Sobre a atividade: Oficina de criação livre destinada para dois membros da família (criança – entre 6 e 10 anos – e adulto responsável), na qual a narrativa é pensada através de um desenho e filmada com um dispositivo móvel. Participação de 20 pessoas (10 crianças + 10 adultos). Requer inscrição prévia.
Classificação etária: crianças com mais de 7 anos, acompanhadas de familiares

05.07, segunda-feira, às 10h
Conversa – Museu de Resgates
Ministrantes: Cristiano Sant’Anna, artista visual, e Jacson Carboneiro, fotógrafo e reciclador
Sobre a atividade: visita virtual ao Museu de Resgates, que apresenta um acervo de objetos esquecidos, refletindo sobre arte, lixo e consumo.
Classificação etária: livre

05.07, segunda-feira, às 18h
Ilustração e HQ autobiográficas
Ministrante: Alexandre De Nadal, artista visual, ilustrador e quadrinista
Sobre a atividade: Oficina de quadrinhos autobiográficos, sobre produção de histórias em quadrinhos que retratem situações vividas pelos próprios criadores.
Classificação etária: livre

07.07, quarta-feira, às 19h
ILUSTARÔ
Ministrante: Simone Rodrigues, arte-educadora
Sobre a atividade: Oficina de ilustração sobre exercícios de autoconhecimento e reforço de identidade através dos arcanos maiores do Tarot Mitológico.
Classificação etária: livre

09.07, sexta-feira, às 19h
Uma mulher que se fotografa: o autorretrato como um caminho artístico na fotografia
Ministrante: Ursula Jahn, artista visual e fotógrafa
Sobre a atividade: Apresentação da artista sobre suas experimentações em fotografia, bem como as artistas que são referência de sua trajetória.
Classificação etária: +18

12.07, segunda-feira, às 14h
Oficina de gravura alternativa com E.V.A.
Ministrante: Sérgio Rodrigues, artista visual
Sobre a atividade: Oficina de gravuras e carimbos utilizando o material de E.V.A.
Classificação etária: livre

12.07, segunda-feira, às 17h
Possibilidades poéticas do plástico a partir das relações com o corpo
Ministrante: Carolina Marostica, artista visual
Sobre a atividade: Palestra sobre as possibilidades poéticas do plástico na escultura a partir das relações com o corpo.
Classificação etária: livre

16.07, sexta-feira, às 19h
Noções básicas de projetos para editais
Ministrante: Cristiane Marçal
Sobre a atividade: Palestra sobre a elaboração de projetos para submeter a editais culturais.
Classificação etária: livre

19.07, segunda-feira, às 19h
Mulheres artistas e feminismo: narrativas invisibilizadas na história da arte
Ministrante: Lívia Auler, artista visual e fotógrafa
Sobre a atividade: Aula sobre artistas mulheres invisibilizadas na História da Arte.
Classificação etária: +18

20.07, terça-feira, às 19h
Hip hop na performatividade do futuro
Ministrante: Caroline Brito, arte-educadora e performer
Sobre a atividade: Aula sobre performance, envolvendo hip hop e intervenção urbana.
Classificação etária: +14

Atividade final (a data será divulgada em breve)
Roda de conversa online de encerramento do projeto, com jovens estudantes
Participantes: Gabryel Evangelista, Rafael Barreto e Ana Letícia Ayres
Sobre a atividade: Conversa sobre temas sobre arte e temas transversais, como educação antirracista, igualdade social, feminismo, diversidade e políticas culturais.
Classificação etária: livre

CANAIS DE DIVULGAÇÃO DO PROJETO

Instagram: https://www.instagram.com/integra.artes/
Facebook: https://www.facebook.com/integra.artes/
Site: https://www.integraartes.com/

Posted by Patricia Canetti at 10:40 AM