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fevereiro 5, 2013

22º Encontro Nacional da ANPAP: Chamada de Comunicações

A Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP lança chamada para comunicações para 11 simpósios no próximo encontro em 15 a 20 de outubro de 2013, na cidade de Belém-PA.

Coordenadores de simpósios: Afonso Medeiros (UFPA), Alice Fátima Martins (UFG), Aparecido José Cirillo (UFES), Cleomar Rocha (UFG), Emerson Dionísio Gomes de Oliveira (UNB), Guto Nóbrega (UFRJ), Hugo Fernando Salinas Forte Junior (USP), Humberto Farias de Carvalho (UFRJ), Isabela Frade (UERJ), José Luiz Kinceler (UDESC), Lilian Amaral (UNESP), Lucia Gouvêa Pimentel (UFMG), Lucimar Bello Frange (ANPAP/FAEB), Luiz Sérgio de Oliveira (UFF), Maria Beatriz Medeiros (UNB), Maria Christina de Souza Lima Rizzi (USP), Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silva (UDESC), Maria de Fátima Morethy Couto (Unicamp), Maria Luisa Távora (UFRJ), Maria Luiza Fragoso (UFRJ), Maria Virginia (Viga) Gordilho Martins (UFBA), Marilda Oliveira de Oliveira (UFSM), Marize Malta (UFRJ), Michiko Okano (UNIFESP), Nara Cristina Santos (UFSM), Robson Corrêa Camargo (UFG), Rosana Pereira de Freitas (UFRJ), Sainy C. B. Veloso (UFG), Valzeli Figueira Sampaio (UFPA), Yacy-Ara Froner (UFMG)

Inscrições para Comunicações até 30 de abril de 2013 NOVA E ÚLTIMA PRORROGAÇÃO até 31 de maio de 2013

Informações: anpap.belem@gmail.com

Edital ANPAP/ 2013

A Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas vem a público divulgar as diretrizes de seu 22º Encontro Nacional ANPAP, que se realizará na cidade de Belém-PA entre 15 e 20 de outubro de 2013.

I. – Do tema: “Ecossistemas Estéticos”.

Considerando-se o estatuto da arte e da imagem na atualidade, a ambiência parece ser a da diversidade, seja de processos, de técnicas ou de conceitos. Alguns autores, como Deleuze (1992) e Domènech (2011), sugerem a percepção das artes e das imagens numa relação de interdependência e intervenção entre estas e os demais universos da cultura humana e, por isso, não deixam de recorrer às ideias de ecologia e/ou meio ambiente que, consequentemente, podem ser estendidas às concepções de prevaricação, contaminação, adaptabilidade, sobrevivência, parasitismo, sustentabilidade, afinidade, canibalismo, relação, mestiçagem, sincretismo, barganha, enfrentamento, permeabilidade, remanejamento e reprodutibilidade, dentre outras.

Todas aquelas ideias e estas concepções podem ser enfeixadas e ressignificadas no conceito de ecossistema, visto que este subentende o caráter de interdependência dos organismos vivos que fazem parte de um dado universo, revendo a noção mecanicista de sujeito e objeto na medida em que as relações são sempre entre agentes, isto é, interagentes em prol da (sobre)vivência de cada um e do equilíbrio, mesmo que precário, do todo.

A alteração causada por um único organismo obriga a reconfigurações e readaptações do sistema inteiro, com benesses e malefícios para todos, independentemente da posição de cada um na teia evolutiva. Nesse sentido, pode-se afirmar que as artes visuais e as imagens são organismos vivos que interferem no todo da esfera cultural e sofrem interferências dos demais organismos e sistemas que compõem essa esfera.

Estamos propondo não apenas conceber a arte em rede com outros elementos da cultura ou a partir de um mero contexto mais ou menos perceptível, mas de conceber a arte como elemento dependente dessa rede; como elemento alimentício e, ao mesmo tempo, componente devorador nessa tessitura sistêmica. Essa perspectiva, talvez, nos permita refletir sobre os muitos modos camaleônicos do ser e do estar das artes visuais em seu campo ampliado (ou emancipado, como querem alguns).

Que reflexões são pertinentes ao sistema artístico-estético diante do sistema industrial-tecnológico? Entre a sociedade do conhecimento, a sociedade do consumo e a sociedade do espetáculo, onde e de que forma se situam os ecossistemas poéticos? Quais os modos de instituição, existência e sobrevivência dos circuitos (institucionalizados ou não) das artes? Que tipo de coisa eles alimentam e por que tipo de coisa são sustentados? Nas múltiplas e diversas relações que as artes visuais mantêm com outros saberes e fazeres, o que elas ganham? O que elas perdem? O que elas acrescentam? O que elas subtraem?

Ecossistemas são produtos de uma longa, lenta, laboriosa e delicada maturação que nunca está finalizada. Ecossistemas estéticos podem ser pensados como processos; dinâmicas; mobilidades; equilíbrios precários; organicidades tênues; inteligências em constante estado de adaptabilidade; conluios do aleatório com o intencional; demo/grafias artístico-estéticas; ecoestéticas.

Ecossistemas estéticos não constitui um conceito, mas, antes, uma provocação, um convite à reflexão sobre as artes visuais e as configurações de sua herança genética na atualidade, num momento em que essa herança vai sendo modificada pelas condições oferecidas pelo (meio) ambiente.

É esta abordagem que propomos (re)dimensionar juntos neste 22º Encontro Nacional da ANPAP, pensando os organismos artístico-estéticos em profunda e vital simbiose com a miríade de outros organismos que constituem a esfera da cultura.

II. – Da estrutura: O 22º Encontro terá uma organização multiforme, compreendendo conferências, simpósios, mesas-redondas e seções de comunicação em três (3) modalidades: comunicações em Simpósios, comunicações em Comitês e comunicações em Jornada Pibic. Cada comunicador, excetuando-se os conferencistas, disporá de vinte (20) minutos para a exposição de seu trabalho.

II.I. – Das seções de comunicações nos Simpósios: Para associados e não-associados, os Simpósios são os seguintes (com seus sub-temas e coordenadores):

01 – Sistemas de Arte: relações, modos de exibição e visibilidade.
Coordenadores: Marize Malta (UFRJ); Maria de Fátima Morethy Couto (Unicamp); Emerson Dionísio Gomes de Oliveira (UNB).

Tomando como premissa a arte como comunidade viva (sistema biótico) e museus, galerias, exposições, coleções, críticas e histórias como elementos físicos e sociais a ela relacionados (sistema abiótico), propõe-se focalizar as redes de relações que geram e alimentam o sistema da arte. Este sistema compreende uma complexa teia de relações na qual se entrecruzam processos e objetos artísticos, produtores, fruidores, discursos, representações, instituições, ritos, jogos e instituições. Envolve, ainda, uma interação entre os diferentes sujeitos responsáveis não apenas pelas ações e reações da produção artística, sua circulação, recepção e desaparecimento, mas também pela própria constituição do que venha ser o artístico em dimensões históricas próprias. O (eco)sistema da arte, em sua pluralidade constitutiva, em suas características operatórias, é elemento decisivo no modo como apreendemos a perceber os objetos e os processos poéticos próprios à arte. É, portanto, um sistema complexo e mutante, cuja sobrevivência depende de dinâmico processo de adaptação com distintos meios (exposições, coleções, mercado editorial, salões, prêmios, espaços museais, narrativas da história da arte, crítica especializada, leilões, ensino etc.). Sistema que em muitos aspectos transforma a própria arte em “instituição-processo” e que a inscreve em intercâmbios e ambientes culturais particulares, distantes dos eixos centrais e das narrativas reducionistas e lineares sobre a arte. Este simpósio visa acolher trabalhos que buscam pensar o objeto artístico em suas várias dimensões e (in) materialidades, a partir de uma abordagem ecossistêmica. Os questionamentos que marcam os atuais debates sobre as interações entre a produção e o cenário cultural contemporâneo operam como marcos referenciais para discutir os processo relativos à arte nos últimos dois séculos.

Sub-temas: 01.1. – Adaptação e mutabilidade. 01.2. – Sistemas de Arte. 01.3. – História da Arte e suas relações. 01.4. – Modos de exibição e visibilidade. 01.5. – Materialidades e meios ambientes artísticos.
Palavras-chave: Sistema de arte; abordagem ecossistema; História da arte.

02 – Arte como Sistema: hibridações e bio-telemática.
Coordenadores: Nara Cristina Santos (UFSM); Maria Luiza Fragoso (UFRJ); Guto Nóbrega (UFRJ).

Distanciado do sistema da arte que procura definir a produção artística e seu mercado, há uma concepção estreitamente vinculada à ciência e a tecnologia na contemporaneidade: a arte como sistema. A generalização da palavra pode ser amenizada, se compreendermos o conceito a partir dos anos 1940. No âmbito da Biologia, em sua Teoria Geral dos Sistemas Ludwig von Bertalanffy entendia o sistema, como um complexo de elementos em interação, e defendia o pensamento sistêmico como contextual. Já Norbert Wiener, em sua publicação Cibernética, percebeu o processo de retro-alimentação como um mecanismo importante da homeostase - um equilíbrio no organismo - mas que poderia levar a um estado estacionário do sistema. No entanto, as fronteiras desse sistema se constituem como um espaço relacional e dinâmico, de trocas entre sistema e ambiente. O que vemos hoje é a vida artificial sendo gerada ou construída com o estudo e a hibridação com sistemas vivos; máquinas que podem se configurar como sistemas vivos, como organismos biológicos passíveis de se autodeterminar; estudos específicos a respeito das relações que surgem entre homens, sistemas inteligentes e a “natureza” constituída a partir dessas relações. Poderíamos dizer que um campo das investigações artísticas contemporâneas se funda na onipresença de produtos multimídia, na ubiquidade das ferramentas e dispositivos tecnológicos computacionais, no crescente número de teorias e estudos sobre “novas” estéticas e “novas” formas de interação humano/máquina-obra/público, assim como nos caminhos entrelaçados entre arte, ciência, tecnologia e suas motivações. Com esta proposta de simpósio procuramos abrir fontes inovadoras de conhecimento, com enfoque nos processos de criação e nas referências históricas, teóricas e críticas. Acreditamos que é preciso investir em questões sobre as novas ecologias híbridas em curso através de processos bio-telemáticos. Nesse sentido, considerar a possibilidade de surgimento de uma nova consciência a partir da imersão e experimentação criativa nos ambientes cibernéticos e talvez, defender que somente colocando em prática a interconexão de tais sistemas, seremos capazes de perceber a total dimensão dos organismos que pensamos como rede.

Sub-temas: 02.1. – Arte e pensamento sistêmico. 02.2. – Arte e ecologias híbridas. 02.3. – Arte e autômato. 02.4 – Arte e vida artificial. 02.5. – Arte e bio-telemática.
Palavras-chave: Ecologia híbrida; arte sistema; vida artificial; bio-telemática.

03 – Performances culturais: as formas da expressividade humana e seus ecossistemas estéticos.
Coordenadores: Maria Beatriz Medeiros (UNB), Sainy C. B. Veloso (UFG) e Robson Corrêa Camargo (UFG).

O simpósio Performances culturais: a expressividade humana e seus ecossistemas estéticos, elege para convergência, fricção e análise as questões que envolvem as Performances Culturais em sua complexa dinâmica. Envolve a percepção das artes, das imagens e sonoridades, na interdependência e intervenção entre estas e os demais universos da cultura humana. Performances Culturais são manifestações que, de forma institucionalizada ou espontânea, religiosa ou laica, apresentam um jogo simbólico de representações culturais, constituindo-se por sua vez em “ecossistemas estéticos” de significação e/ou são por eles constituídas. São assim consideradas na produção das artes como processo cultural, em suas interrelações com a sociedade e nas imagens que ela produz, numa relação de interdependência, intervenção e contaminação entre estas e os demais universos da cultura humana. Produtor e produto. Esta relação pode ser analisada pelos participantes em seus vários níveis de interação, que compreendem as análises sócio-antropológicas, estéticas e históricas que utilizam os estudos culturais para examinar um conjunto de possíveis atos sociais: rituais, festas, teatro, espetáculos musicais, danças, jogos, pintura corporal e a performance propriamente dita. Performances culturais podem ser assim vistas em sua ressignificação, numa reelaboração e superação da relação dualista sujeito-objeto. Nas performances culturais se vê o objeto impregnado de seu sujeito e o sujeito contornando-se em seu objeto. São múltiplos e variados os cortes epistemológicos possíveis: as complexas e dinâmicas cartografias ambientais, teórico-conceituais, a antropologia teatral e cultural, a história cultural, a performance art, a estética, o estudo de caso, bem como com as diversas pesquisas que privilegiam o campo educativo. Busca-se enfatizar as formas da materialidade presentes em objetos, edifícios, ruas, cidades, telas, palcos, terreiros, corpos, sons, assim como a linguagem em ato e a teatralidade espetacular, concisa e múltipla.

Sub-temas: 03.1. – performances culturais: festas e ritos. 03.2. – performance arte. 03.3. – performances culturais: teatralidades e meio ambiente. 03.4. –performances culturais: som e imagem. 03.5. – performances culturais: teoria e estética.
Palavras-chave: Performances culturais; Transdisciplinaridade; Ecossistemas estéticos.

04 – O sistema da gravura artística: interferências, interdependências e contaminações.
Coordenadores: Maria Luisa Távora (UFRJ); Lucia Gouvêa Pimentel (UFMG).
O simpósio sobre a gravura artística objetiva reunir pesquisadores, voltados para este instrumento de criação da arte moderna como objeto de estudo, preocupados em contribuir para a análise e reflexão do seu campo constitutivo e sua inserção no amplo sistema das artes visuais, no Brasil. A compreensão dos “ecossistemas poéticos” requer o entendimento de que a gravura, neste caso, mais que dependente de uma rede de múltiplos agentes culturais, é parte constituinte de seus modos de existência no processo de (re)configurações e (re)adaptações em um amplo campo de trocas. Daí a relevância dos estudos sobre sua ambiência e história nos quais são identificadas e analisadas as circunstâncias de sua institucionalização: parcerias e/ou embates com museus, centros culturais, mostras, salões, bienais, curadorias e conservadores. Soma-se a este quadro, o interesse de pesquisas sobre a crítica de arte e a construção de sentidos para as poéticas. Serão também adequados ao simpósio, ora proposto, os trabalhos com reflexão centrada tanto nos procedimentos artísticos tradicionais da gravura quanto aqueles que tratam da ampliação e invenção de processos criadores com tecnologias alternativas tais como os procedimentos não tóxicos. Cabem da mesma forma discussões sobre a natureza do múltiplo na gravura e seu papel na ampliação e aprofundamento das noções de reprodutibilidade da imagem na sociedade contemporânea. Considerando ainda as discussões atuais sobre o ensino de arte, serão de relevância para a constituição do campo da gravura e sua geografia, análises de processos de formação de novas gerações de artistas e educadores, processos instaurados em adequações e mobilidades interdisciplinares voltados para a realização de imagens através do meio gráfico.

Sub-temas: 04.1. – Gravura – tradição moderna e atualidade: configurações poéticas e experimentações. 04.2. – A Gravura no Brasil: processos históricos, experiências regionais. 04.3. – A Gravura e a formação artística: teorias e metodologias. 04.4. – A Gravura, o discurso crítico e outros agentes de produção de sentido na rede artística.
Palavras-chave: Gravura artística; arte no Brasil; campo artístico.

05 – O contexto na formação dos professores de artes visuais: a pesquisa nas licenciaturas.
Coordenadores: Maria Cristina da Rosa Fonseca da Silva (UDESC), Maria Christina de Souza Lima Rizzi (USP) e Isabela Frade (UERJ).
O Simpósio objetiva reunir trabalhos de pesquisa que investiguem os processos de formação docente em artes visuais em seus relativos contextos, atentando especialmente para os modos de articulação própria na relação entre teoria e prática, os regimes de política da imagem vigentes e as configurações particulares que assumem as experiências pedagógicas em arte e suas epistemologias. No âmbito de uma ecologia dos saberes, consideramos os Ecossistemas Estéticos através de uma abordagem multidimensional, em associações que se constroem em perspectivas múltiplas, onde assumem qualidades diferenciadas a partir dos ambientes políticos nos quais se inserem. Essa chamada vem arregimentar estudos que abordem as experiências formadoras em seus múltiplos quadros, potencializando suas diferentes dinâmicas, buscando os diferenciais na formação do professor de arte e suas contradições. A proposta nasce de um trabalho em rede que vem sendo desenvolvido desde 2011 com apoio CAPES/MINCYT em participação integrada das universidades brasileiras: UDESC/USP/UERJ e das argentinas IUNA/UNLP. Esse se organiza em forma de um observatório latino-americano que pretende reunir pesquisadores que estejam investigando questões pertinentes à formação de professores de artes nas licenciaturas, ressaltando os aspectos inovadores em suas respectivas esferas de produção. Nesse encontro ANPAP 2013, aprofundamos o debate a partir de três vertentes: a primeira, evidenciando a política das imagens e o campo das visibilidades eletivas, reúne pesquisas que questionem a hierarquia dos saberes e as visibilidades contra hegemônicas. Relativismo cultural, exotismo e fruição da diferença; os novos sujeitos e seus ambientes. A segunda aborda a formação para espaços da educação não formal em arte considerando as dimensões estéticas, culturais, sociais, filosóficas, tecnológicas, pedagógicas, políticas (entre outras) que se configuram e se entrelaçam na formação de mediadores culturais. A terceira vertente articula os estudos de formação de professores de artes advindas do campo das políticas públicas, considerando as Diretrizes para a Formação na Área de Artes Visuais e os programas governamentais que incluam ou que sejam específicos para as Licenciaturas.

Sub-temas: 05.1. – formação docente em artes visuais e as políticas da imagem. 05.2. – formação docente em artes visuais e os espaços não formais. 05.3. – formação docente em artes visuais e as políticas governamentais. 05.4. – formação docente em artes visuais e a pesquisa.
Palavras-chave: Professores de artes visuais; Licenciaturas; Políticas.

06 – Práticas colaborativas na arte contemporânea: artista, público e instituições.
Coordenadores: Luiz Sérgio de Oliveira (UFF), Aparecido José Cirillo (UFES) e José Luiz Kinceler (UDESC).

O espalhamento de diferentes tipos de práticas artísticas no domínio público é um fenômeno significativo na produção de arte recente a clamar pela intensificação e pelo adensamento de estudos e debates. Essas práticas têm sido oferecidas à sociedade em processos que denotam a aspiração de promover o transbordamento da arte para além de seus recônditos tradicionais, tanto em obras que exacerbam sua fisicalidade, presença e permanência em escala monumental, quanto em projetos de arte efêmera para os quais as imagens documentais e os registros na memória são os únicos resíduos de resistência à desaparição anunciada. Nessas práticas dominadas pela fluidez dos encontros entre artista e comunidades, grupos sociais ou indivíduos, a efetivação do encontro e a qualidade das trocas que dele fluem são os pontos a merecer atenção e destaque. Parte dessas produções de arte de natureza efêmera tem sua constituição em práticas colaborativas entre artistas e diferentes tipos de comunidades, grupos sociais ou simplesmente indivíduos, em processos que atravessam necessariamente etapas de consultas e negociações, plantados em cenários nos quais esses “outros” são induzidos ao centro das inquietações do processo criativo. Essas práticas diferenciadas de arte no domínio público têm acarretado o deslocamento do artista de suas posições tradicionais, ao mesmo tempo em que introduzem uma dinâmica incomum às práticas artísticas ao substituir procedimentos centralizados no artista pelo exercício de negociações sob a pressão de interesses múltiplos, obrigando o artista a assumir a posição lateral da mediação. Neste cenário contemporâneo da arte, o papel e o lugar do artista são deslocados, deixando de ser assenhoreado como o criador único da obra de arte, passando a definir-se como aquele que media o processo de identificação e realização simbólica dos desejos difusos que permeiam nossos cotidianos. O campo alargado das colaborações na arte contemporânea, em suas relações com as instituições e com os públicos de arte, com a crítica e com as instâncias de poder público, com o mercado diante do deslocamento do artista e das práticas desmaterializantes, apresenta-se extremamente fértil para reflexões e debates críticos em torno da presença, dos compromissos e potencialidades da arte e dos artistas nas sociedades contemporâneas, instaurando-se como ponto de confluência de saberes atraídos para uma investigação transversal da natureza da arte.

Sub-temas: 06.1. – Artistas, instituições e comunidades. 06.2. – O artista e a autoria nas práticas de arte colaborativa. 06.3. – Arte colaborativa e ativismo. 06.4. – Público e recepção nas práticas colaborativas contemporâneas. 06.5. – As tensões do efêmero.
Palavras-chave: Práticas colaborativas; Comunidades; Efêmero.

07 – Regimes de visualidades e educação.
Coordenadores: Marilda Oliveira de Oliveira (UFSM) e Alice Fátima Martins (UFG).

A complexidade dos fluxos imagéticos nos cenários contemporâneos reconfigura noções de campo artístico e experiência estética, desenhando cenários cambiantes, compartilhados por ecossistemas estéticos que se pautam pela diversidade de forma, movimento, direção, projeto, sentidos... Os regimes de visualidades que resultam dessas dinâmicas reivindicam análises que busquem compreendê-los a partir de seus potenciais como mediadores na produção de sentidos e de referenciais culturais. Nos contextos educativos, os mais diversos, os regimes de visualidades cumprem papel formador de primeira instância, engendrando pedagogias culturais, em articulação continua entre subjetividades e coletivo, eu e o outro, singular e plural, local e global. O intenso convívio e exposição imagética de toda ordem aponta para a necessidade de se abrir espaços de diálogo e reflexão a respeito, particularmente na direção de se compreender as negociações e agenciamentos implicados nesses fluxos e nas aprendizagens que eles supõem, afetos, ideologias, tensões, exercícios de poder, submissões, resistências, entre outros. Nesses termos, neste simpósio, pretende-se abrir espaço para a discussão de questões relativas aos trânsitos de imagens nas relações entre ensinar e aprender, em contextos múltiplos, ecossistemas nos quais a experiência estética supõe estabelecimentos de força, tensões, compartilhamentos, singularidades, instabilidades. Por isso, o Simpósio Temático Regimes de Visualidades e Educação, aqui proposto, deverá organizar-se em torno dos temas 1. Visualidades invadem as escolas... que visualidades? 2. Tramas imagéticas em contextos educativos; 3. De que aprendizagens podem ser portadoras visualidades que habitam escolas? 4. Visualidades contemporâneas e imagens da arte: ecossistemas de aprendizagem. 5. Visualidades e processos de subjetivação.

Sub-temas–07.1. –Visualidades invadem as escolas... que visualidades? 07.2. – Tramas imagéticas em contextos educativos. 07.3. – De que aprendizagens podem ser portadoras visualidades que habitam escolas? 07.4. – Visualidades contemporâneas e imagens da arte: ecossistemas de aprendizagem. 07.5. – Visualidades e processos de subjetivação.
Palavras-chave: Visualidades; Cultura visual; Educação.

08 – Diálogos estéticos entre arte, ambiente e comunidades.
Coordenadores: Maria Virginia (Viga) Gordilho Martins (UFBA), Lucimar Bello Frange (ANPAP/FAEB) e Hugo Fernando Salinas Forte Junior (USP).

Vivemos um tempo de confluências entre culturas, saberes e disciplinas. Em meio a esta diversidade, ao chamado à aceitação da vida diversa como ela é, sem compromisso com a tentativa de reduzí-la à uniformidade, surgem algumas questões: - em que medida a atividade acadêmica, que se assenta nos pilares do ensino, da pesquisa e da extensão, nos traz oportunidades para entendimento e prática artística neste mundo de misturas, dinâmicas e volatilizações? De que modos, diálogos estéticos entre arte, natureza, comunidade e culturas distintas possibilitam pensar eco-estéticas e eco-estesias contemporâneas. Neste sentido, esta proposta de Simpósio propõe reunir comunicações que abordem diálogos estéticos entre arte, ambiente e comunidades, considerando comunidade como o ato coletivo em si. Nessa perspectiva, apresentaremos como ponto de partida para promover interlocuções com outros pesquisadores, o relato de uma dessas oportunidades, que a vida acadêmica proporciona: – O projeto, intitulado “BTS em Retalhos” (2008/2012), que tendo a participação efetiva dos proponentes deste Simpósio, buscou dissolver fronteiras entre o pensar, o sentir e o fazer em cinco comunidades que margeiam a Baía de Todos os Santos – Baiacu, Itaparica, Matarandiba, Coqueiros e Ilha de Maré. Nesse quinquênio, as práticas de ensino, pesquisa e extensão venceram os muros da Academia e foram compartilhadas através de ações poéticas. Para estabelecer uma conversa com o mencionado projeto, os propositores do simpósio convidam artistas e pesquisadores que apresentem experiências artísticas em comunidade, refletindo sobre o criar coletivo e o possível poder transformador destas ações.
Assim, este simpósio se propõe a uma abordagem de ações nas quais se mostrem as potências e as fragilidades da pesquisa nas relações entre arte, ambiente e comunidade. Mais do que a simples produção de obras artísticas finalizadas e com objetivos mercadológicos, o que se busca aqui é destacar o processo criativo, a ação efetiva da arte e os indivíduos no seu contexto geográfico, social, político, e em seu ambiente natural. Pretende-se nessas vertentes, realizar uma reflexão sobre os muitos modos camaleônicos do ser e do estar das artes visuais em relações de alteridade e em outros campos ampliados.

Sub-temas: 08.1. – Arte em comunidades: aspectos geográficos, políticos e sociais. 08.2. – Ações poéticas coletivas em comunidades. 08.3. –Arte como transformação e reflexão do ambiente de comunidades. 08.4. – Reflexões sobre o ambiente natural a partir de ações artísticas coletivas. 08.5. –Possíveis diálogos entre arte e comunidade
Palavras-chave: Processos criativos coletivos; Comunidade; Natureza.

09 – Estéticas relacional e tecnológica: interdependências em fluxo.
Coordenadores: Cleomar Rocha (UFG), Valzeli Figueira Sampaio (UFPA) e Lilian Amaral (UNESP).

O presente simpósio objetiva investigar os modos de fazer artísticos colaborativos que se configuram no âmbito de uma geopolítica líquida, apropriam-se do “espaço-tempo” diante de um modelo participativo e compartilhado das redes, através dos processos de transformação dos territórios, considerando suas implicações culturais, ecológicas, políticas, sociais e tecnológicas, tendo as estéticas relacional e interativa como campos de interdependências em fluxo, configurando inovadoras plataformas de intervenções urbanas e práticas contemporâneas. A presença da tecnologia na arte pode nos indicar a aproximação do conceito de produção colaborativa nas práticas artísticas, sugerindo, de um lado, a colaboração e interação nos processos poéticas e estéticas e, de outro, redefinindo lugares, propondo signos desprendidos, em novas cartografias poéticas. Segundo Couchot, desde os anos 1950 é possível registrar duas tendências na relação entre arte e tecnologia: de um lado, a tentativa de incluir o espectador na “própria elaboração das obras sob o modo de feedback cibernético, modificando assim tanto o estatuto da obra quanto aquele do autor” (2003, p. 103). E uma outra perspectiva revela-se na produção, desvelando o processo da criação artística, alterando o modo de funcionamento das regras de colaboração e dos códigos de programação. Atualizado por Janet Murray (2003), esta interação configura-se como agência, encontrando, da outra parte, a resposta do sistema, a transformação. Agência e transformação podem ser, deste modo, a estrutura dialógica da interatividade. Como desdobramento, a estética relacional (BORRIAUD, 2006) inscreve-se na arte interativa, em um fluxo historiográfico, como descreve Oliver Grau (2009). Enxergar o fluxo, o assento que os desdobramentos poéticos e estéticos têm na cultura, é enxergar ecologias culturais, base de proposição deste simpósio. Observa-se, ainda, que cada vez mais artistas se utilizam de estratégias de representação cartográfica inspiradas no situacionismo e nas cartografias (táticas, críticas, afetivas, relacionais...). Estas, geram experiências artísticas que desenvolvem mapeamentos de caráter colaborativo, nos quais as mídias digitais constituem suporte, meio, inspiração para realizá-los. Cartografar implica mapear para além de elementos fixos na paisagem, incorporando fluxos, ações, acontecimentos, relações sociais e afetivas que se materializam ou não no espaço, em processo contínuo em novas ecologias artísticas.

Sub-temas: 09.1. – Poéticas tecnológicas. 09.2. – Mídias interativas. 09.3. – Arte colaborativa. 09.4. – Intervenção urbana. 09.5. – Arte participacionista.
Palavras-chave: Estética relacional; Poéticas tecnológicas; Arte colaborativa.

10 – Entre Orientes e Ocidentes.
Coordenadores: Rosana Pereira de Freitas (UFRJ), Afonso Medeiros (UFPA) e Michiko Okano (UNIFESP).

A reflexão sobre as dinâmicas culturais e a produção artística oriental a partir do estudo das relações de interdependência entre ecossistemas é a proposta do presente simpósio temático. Existe uma tópica nas pesquisas orientalistas – reforçada pelos estudos comemorativos dos descobrimentos – que recorre à ideia de rede, muitas vezes apenas para fazer recuar as origens do que hoje se chama globalização. Mas vale lembrar que a produção e a circulação artística não pode ser pensada de modo estanque. Há sístoles e diástoles, filtros osmóticos, relações de dependência mútua. Não se trata, portanto, meramente de ligar pontos autônomos em determinada cartografia, mas de estudar as manifestações artísticas como organismos vivos, como parte de um todo do qual são, a um só tempo, parte e consequência. Abordá-las no interior de seu próprio sistema, localmente, e ir além – averiguar as relações entre dois grandes ecossistemas – Oriente e Ocidente. Há contágios e origens insuspeitas para muito o que por aqui e por lá circula em termos artísticos. A criação, as relações de mecenato, o gosto, a produção e o consumo artístico, não podem ser vistos de modo isolado. Seria útil sustentar a ideia de “outro” em uma concepção ecossistêmica? Simbiótica, a noção de Edward Said de “outro”, delineada em seu clássico “Orientalismo: O Oriente como invenção do Ocidente”, pressupõe dependência mutua. Para Said, o Ocidente valeu-se do Oriente para criar um outro a partir do qual pudesse se auto-definir. Entre orientes e ocidentes, propomos pensar a arte atual ou a do passado, a partir de exemplos únicos ou da análise de grandes conjuntos, valendo-nos da noção de sistemas eco-estéticos.

Sub-temas: 10.1. – Dinâmicas Orientalistas. 10.2. – Outras historiografias da arte. 10.3- Arte Antiga e Colonial entre Oriente e Ocidente. 10.4. – Arte Moderna e Contemporânea entre Oriente e Ocidente. 10.5. – Arte Asiática em ecologias estéticas.
Palavras-chave: Arte Oriental; Oriente/Ocidente; Orientalismo.

11 – Ação museal em contexto.
Coordenadores: Humberto Farias de Carvalho (UFRJ) e Yacy-Ara Froner (UFMG).

“Coleções: ecossistemas de preservação” propõe a percepção integrada e a discussão no campo epistemológico de formação das áreas de Teoria da Arte, Conservação e Curadoria, questões significativas de formação e gestão de acervos. Por meio do cruzamento desses campos de saber específicos, expande os princípios da preservação de acervos a partir de conceitos oriundos da Conservação e da Teoria da Arte. Em um sistema complexo, como o é o sistema das artes, composto por camadas distintas de sentido e significado, as ações de preservação de acervos e coleções demandam a imersão e o entendimento da rede de relações sob a qual interagem distintos processos, atores e conceitos. Depende deste jogo de escalas a postura adotada por curadores, restauradores, críticos e historiadores da arte: ao reterem como escala de observação apenas seu campo específico, perdem no plano da discussão o próprio princípio da variação de escalas, o regime “biótico” e o “ecossistema” ampliado das coleções. “A ideia chave ligada à ideia de variação de escalas é que não são os mesmos encadeamentos que são visíveis quando mudamos de escala, mas conexões que passaram despercebidas...”. (RICOEUR, 2007). Por ecossistemas, a proposta do simpósio compreende a arte e sua forma de organização como um sistema biótico, mutante e mutável, sob o qual os museus, as galerias, as exposições e as coleções partilham princípios comuns genéticos (de origem), poéticos (de criação), estéticos (de visibilidade) e matéricos (de fisicalidade). Sem a compreensão desses princípios, a curadoria e a conservação desses acervos torna-se precária, parcial e comprometida. Assim, ao compreender o sistema das artes e a formação de coleções em sua pluralidade e complexidade, tanto em relação aos princípios formadores quanto aos conceitos imbricantes, torna-se importante incluir as especialidades operatórias das relações artísticas e entender o dinamismo introduzido em distintas formas de expressão, linguagens e processos – como a passagem do tempo, a incorporação da degradação e até mesmo a morte intencional da obra proposta – nos protocolos de preservação e curadoria de acervos. Distintos biomas (espaços de vivência de coleções) impõem distintos protocolos de preservação. Cabe ampliar a discussão não apenas para espaços institucionais, mas para acervos de artistas, coleções particulares e instituições que incluem a paisagem, o percurso e o ambiente do entorno como princípio integrado à fruição artística. Este simpósio propõe acolher trabalhos que busquem pensar exposições, coleções e acervos em suas distintas relações, cruzando princípios da curadoria e da preservação como sistemas vivos, ecossistemas fluídos e estéticos.

Sub-temas: 11.1. – Curadoria; 11.2. – Preservação; 11.3. – Sistema da arte; 11.4. – Coleção; 11.5. – Materialidades e gestão de acervos.
Palavras-chave: Coleção; Curadoria; Preservação.

As propostas de comunicações para os Simpósios serão avaliadas pelos respectivos coordenadores.

II.II. – Das seções de comunicações nos Comitês: Para associados e não-associados, em mesas de quatro (4) participantes, organizadas segundo os Comitês da ANPAP, quais sejam, de História, Teoria, Crítica de Arte e de Curadoria; de Educação em Artes Visuais; de Poéticas Artísticas e de Patrimônio, Conservação e Restauro.

II.III – Das seções de comunicações na Jornada Pibic: Para graduandos de licenciatura e/ou bacharelado que fazem parte formalmente de programas de iniciação científica (pibic), com pesquisas pertinentes aos Comitês acima discriminados.

II.IV – Das conferências: Segundo o tema do 22º Encontro ANPAP, feitas por convidados e/ou associados cujas comunicações originalmente propostas para Seções ou Simpósios sejam particularmente recomendadas pelos respectivos Comitês avaliadores, constatada a pertinência, a relevância e a excelência.

II.V – Das publicações: Todas as comunicações aprovadas e efetivamente apresentadas durante o 22º Encontro da ANPAP serão publicadas integralmente nos respectivos Anais.

III. – Dos participantes:

III.I. – Somente profissionais associados, profissionais não-associados, estudantes de Pós-Graduação e graduandos com Iniciação Científica poderão propor comunicações para as seções nos Simpósios, nos Comitês e na Jornada Pibic.

III.II. – Qualquer pessoa interessada, associada ou não, poderá participar como ouvinte do 22º Encontro da ANPAP, desde que previamente inscrito.

IV. – Dos pagamentos:

Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas
Banco: Itaú
Agência: 0416 – Maracanã – Rio de Janeiro
Conta: 57123-0
CNPJ: 59 573 386/0001-73

* Anuidades: todos os associados – R$150,00 (até 30/04/2013) ou R$ 200,00 (a partir de 01/05/2013).

* Proposta de Simpósio: o pagamento da anuidade de 2013 é requisito para a apresentação de comunicação em seções ou simpósios.

* Submissão de comunicação:

Associados: isentos, se estiverem em dia com a anuidade de 2013.
Pesquisadores não-associados: R$150,00 – Por comunicação.
Estudantes de pós-graduação: R$75,00 – Por comunicação.
Graduandos com Iniciação Científica: isentos.

* Inscrição no 22º Encontro Nacional da ANPAP – Individual.

Pesquisadores associados e não associados com comunicação aceita: R$150,00. Estudantes de Pós-Graduação com comunicação aceita: R$75,00. Graduandos com Iniciação Científica: isentos. Profissionais/Ouvintes: R$150,00. Estudantes de Pós-Graduação/Ouvintes: R$75,00. Estudantes de Graduação/Ouvintes: R$30,00.

V. – Calendário:

01 de fevereiro de 2013: Divulgação do Edital ANPAP 3013. Abertura do período de inscrições para propostas de Simpósios e comunicações.

15 de março de 2013: Data limite para envio de proposta de simpósio, conforme ficha específica em anexo, para anpap.belem@gmail.com com o título

PROPOSTA DE SIMPÓSIO 2013.

31 de março de 2013: Divulgação dos Simpósios aprovados.

30 de abril de 2013: Data limite para envio das propostas de comunicação para os simpósios e para as Seções. Enviar texto completo, de acordo com o

formato descrito neste Edital ANPAP 2013, ficha de submissão de comunicação e comprovante de pagamento de taxa de submissão no valor de R$ 150,00

(para não associados) e R$75,00 (para estudantes de pós-graduação).

O Texto, a ficha de submissão e os comprovantes de pagamento deverão ser enviados para anpap.belem@gmail.com o título

(assunto) de e-mail PROPOSTA DE COMUNICAÇÃO 2013 + TAXA DE SUBMISSÃO (OU ANUIDADE).

Observações:
1. – Os associados com a anuidade de 2013 paga ficam dispensados da taxa de submissão. Explicitar esse fato no corpo do e-mail.
2. – A taxa de submissão é da comunicação, portanto, mesmo que seja uma comunicação coletiva, apenas um pesquisador deve pagar a taxa.

17 de maio de 2013: Divulgação das comunicações selecionadas.

18 de maio a 16 de junho de 2013: Inscrição de todos os pesquisadores e/ou estudantes que tiveram comunicações aprovadas para o 22º Encontro Nacional

da ANPAP, assim como para os coordenadores de simpósio. A ficha e o comprovante de pagamento de inscrição (R$150,00 para pesquisadores associados e não-associados) e

R$75,00 (para estudantes de pós-graduação) devem ser enviados para anpap.belem@gmail.com com o título de e-mail INSCRIÇÃO 22º ENCONTRO.

16 de junho de 2013: Data limite para que os coordenadores de simpósios enviem para a Comissão Organizadora (do evento) a composição das mesas

redondas.

19 de julho de 2013: Divulgação da programação preliminar do 22º Encontro Nacional da ANPAP para os coordenadores de Simpósios, associados e autores

de comunicações selecionadas.

02 de agosto de 2013: Divulgação pública da programação final do 22º Encontro da ANPAP.

02 de agosto a 06 de outubro de 2013: Inscrições para ouvintes. A ficha e o comprovante de pagamento da taxa de inscrição para profissionais/ouvintes (R$150,00), estudantes de pós-graduação/ouvintes (R$75,00) e estudantes de graduação/ouvintes (R$50,00) deverão ser enviados para anpap.belem@gmail.com com o título de e-mail INSCRIÇÃO DE OUVINTE. Somente os que pagarem a taxa de inscrição e assistirem a 75% da programação receberão certificados de participação.

15 e 16 de outubro de 2013: Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Artes/Artes Visuais.

16 a 20 de outubro de 2013: 22º Encontro Nacional da ANPAP.

VI. – Normas para submissão de comunicação. (Ficha de submissão)

– A submissão de comunicação deve ser enviada acompanhada de ficha de submissão específica, em anexo a este Edital 02/2013 e do comprovante de pagamento da taxa de submissão.
– As propostas de comunicações deverão ser enviadas especificando o Simpósio ou o Comitê ou a Jornada Pibic escolhido e dentro do prazo divulgado no calendário publicado neste Edital 02/2013.
– O texto enviado é o mesmo que será publicado nos anais, se aceito.
– O pesquisador deve enviar o texto completo e de acordo com as normas de redação em anexo.
– Não serão aceitos pedidos de mudanças no texto após a submissão.
– As submissões poderão ser enviadas tanto por associados quanto por não-associados.
– Docentes, pesquisadores independentes, alunos de pós-graduação (mestrado e doutorado) e graduandos pibic poderão enviar propostas de comunicação. Caberá aos coordenadores dos Simpósios ou aos membros do Comitê Científico selecionar os trabalhos.
– No caso de comunicação para Simpósio, cada pesquisador só poderá apresentar uma única proposta de comunicação, seja ela derivada de uma pesquisa individual ou coletiva. No caso de ser coletiva, somente um dos participantes poderá apresentar a pesquisa, preferencialmente o primeiro autor do texto.
– Propostas não aceitas para Simpósios, poderão ser aceitas para seções de comunicações por Comitê, desde que aprovadas.
– Os associados deverão enviar junto com a proposta de comunicação o comprovante de pagamento da anuidade. Os não-associados deverão enviar junto com a proposta de comunicação o comprovante de pagamento de taxa de submissão de comunicação no valor de R$150,00 para pesquisadores não-associados e R$75,00 para estudantes de pós-graduação (mestrado e doutorado).

VII. – Normas de redação da comunicação Comunicação Escrita
• Arquivo em Word: extensão doc (arquivos em pdf não serão avaliados)
• Papel: formato A4 (21 x 29,7 cm).
• Margem: as folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.
• Título do artigo: fonte arial, em caixa alta (maiúsculas), corpo 12, negrito, centralizado, entrelinhas simples. – Separar o título do artigo do nome dos autores por duas linhas em branco, entrelinhas simples.
• Nome do(s) autor(es): fonte arial, corpo 11, alinhado à direita, entrelinhas simples. – Colocar ao lado do(s) nome(s) do(s) autor(es) sua afiliação institucional. – Separar os nomes dos autores do resumo por duas linhas em branco, entrelinhas simples. Obs.: O currículo resumido não deve ser listado aqui, mas inserido após as referências, no final do trabalho.
• Resumo: máximo de 10 linhas. Formatação: fonte arial, corpo 11, alinhamento justificado, entrelinhas simples. Composto de: Título RESUMO: em caixa alta (maiúsculas) e negrito; – Pular uma linha com espaçamento simples; Palavras-chave: de 3 a 5 palavras. Sendo o sub-título 'Palavras-chave' em negrito. –Pular duas linhas com espaçamento simples.
• Resumen: Abstract ou Sommaire: máximo de 10 linhas Formatação: fonte arial, corpo 11, itálico, alinhamento justificado, entrelinhas simples. Composto de: Título RESUMEN, ABSTRACT ou SOMMAIRE: em caixa alta (maiúsculas), negrito e itálico; – Pular uma linha com espaçamento simples;
Palabras clave, Key words ou Mots-clés: de 3 a 5 palavras. Sendo o sub-título 'Palabras clave', 'Key words' ou 'Mots-clés' em negrito e itálico. – Pular três linhas com espaçamento simples para início do texto; Obs.: O título do artigo não precisa ser traduzido para o idioma do Resumen, Abstract ou Sommaire nem repetido antes do texto. O texto deve ser iniciado logo após o tópico anterior, conforme acima descrito.
• Subtítulos no corpo do texto: fonte arial, corpo 12, negrito, alinhamento à esquerda, entrelinhas simple;. Atenção: Configurar parágrafo, espaçamento antes 0pt e depois 12pt.
• Texto: fonte arial, corpo 12, alinhamento justificado, entrelinhas 1,5. Atenção: Configurar parágrafo, espaçamento antes 0pt e depois 12pt. Máximo de 15 laudas no total, incluindo dois resumos (português e em uma das línguas estrangeiras mencionadas), referências, notas, imagens e currículo resumido. Obs.: As formatações de texto e margens não devem ser alteradas para que o documento preencha as 15 laudas. Não deve ser inserida nenhuma quebra de seção nem quebra de página no documento. As páginas não devem ser numeradas.
• Citações: Até três linhas, manter a formatação acima definida para o texto. Mais de três linhas, fazer recuo de 4 cm da margem esquerda, letra arial, corpo 10, alinhamento justificado, espaçamento entrelinhas simples. Obs.: Consultar a ABNT NBR 10520.
• Imagens: dispostas no corpo do texto. Número máximo de 10, podendo ser coloridas ou em P&B, com a seguinte configuração: Formato .jpg, com resolução mínima de 72 dpi e máxima de 150 dpi, tendo o tamanho de 7 x 5 cm (mínimo) ou 15 x 10 cm (máximo). Alinhamento centralizado. As imagens não devem ter formatação de quebra automática de texto. Devem ser dispostas sem texto nas laterais. Legendas: devem ser indicadas logo abaixo das imagens, com fonte arial, corpo 10, alinhamento centralizado, entrelinhas 1,5.
• Notas: formatadas como notas de fim e ter o formato dos números em algarismo arábico. Fonte arial, corpo 9, alinhamento justificado, entrelinhas simples. Obs.: Consultar a ABNT NBR 6023. – Pular duas linhas, entrelinhas 1,5.
• Referências: Após as notas. Fonte arial, corpo 11, alinhamento à esquerda, entrelinhas simples. – Pular duas linhas, entrelinhas 1,5.
• Currículo(s) do(s) autor(es): Após as referências. Fonte arial, corpo 11, alinhamento justificado, entrelinhas simples. Nome do autor: alinhado à esquerda em negrito. Abaixo o currículo resumido com limite de 5 linhas por autor. Obs.: Não é necessário escrever a palavra 'currículo'. No caso de mais de um autor, deixar uma linha entre cada currículo.

Ao final da comunicação, deve ser acrescentada a ficha de submissão com as informações pertinentes preenchidas, de modo que comunicação escrita e a ficha de submissão façam parte de um único documento/arquivo.

Observações: – A ficha de submissão, o artigo e o comprovante bancário deverão ser enviados exclusivamente pelo e-mail anpap.belem@gmail.com.

- Não serão aceitos:
*Trabalhos submetidos fora do prazo;
*Trabalhos fora da especificação normativa deste Edital 2013;
*Trabalhos sem o acompanhamento da ficha de submissão ou do comprovante de depósito bancário.

XIX. – Normas para Inscrição no 22º Encontro Nacional da ANPAP

– O pagamento da taxa de inscrição é obrigatório para todos os participantes do 22º Encontro: R$ 150,00 (profissionais associados e não associados com trabalho a ser

apresentado; profissionais/ouvintes), R$75,00 (estudantes de pós com trabalho a ser apresentado ou ouvintes) e R$50,00 (estudantes de iniciação científica com trabalho

a ser apresentado e estudantes de graduação/ouvintes).
– Estarão isentos da taxa de inscrição os membros da Diretoria da ANPAP, do Conselho Deliberativo e os pareceristas Ad-hoc.
– A ficha de inscrição e o comprovante bancário devem ser enviados exclusivamente para o endereço de e-mail

href="mailto:anpap.belem@gmail.com">anpap.belem@gmail.com

X. – Endereço para contato

Associação Nacional dos Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP

XI. – Links das fichas

Ficha de submissão
Ficha de Inscrição – Comunicadores
Ficha de Inscrição – Ouvinte

Fonte: www.anpap.org.br/edital

Posted by Patricia Canetti at 10:44 AM