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junho 27, 2008

Simpósio Internacional Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência! no Itaú Cultural, São Paulo

Simpósio Internacional Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência!
Palestras e Workshops
Participantes: Jon Bird e Andy Webster (GB); Peter Cariani (EUA); Santiago Ortiz (COL); Silvia Laurentiz (BR)

2 a 5 de julho de 2008

Itaú Cultural
Av Paulista 149, estação Brigadeiro do metrô, São Paulo - SP
11-2168-1776 / 1777 ou atendimento@itaucultural.org.br
www.itaucultural.org.br
Ingressos distribuídos com meia hora de antecedência


Simpósio Internacional Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência! - Programação:

PALESTRAS
Sala Itaú Cultural
2 de julho, quarta-feira, 19h30
Dr. Wires on Emergence – Curta-metragem de 3 minutos que antecede a palestra inaugural
Palestra Emergência e Criatividade
Com Peter Cariani (EUA)

3 de julho, quinta-feira, 19h30
Palestra Emergência e Caos
Com Santiago Ortiz (COL)

4 de julho, sexta-feira, 19h30
Palestra Emergência e Estética
Com Silvia Laurentiz (BR)

5 de julho, sábado, 19h30
Palestra Emergência e Cibernética
Com Jon Bird e Andy Webster (GB)

WORKSHOP
Ativar o Caos – Cerimônia Xamânica paa Acordar o Deus Caos
Com Santiago Ortiz (COL)
4 e 5 de julho (sexta-feira e sábado)
Auditório do 2º andar
Número de participantes: 13 inscritos
Inscrições: de 12 a 23 de junho Itaú Cultural
no e-mail workshop@cibercultura.org.br
Detalhamento de horários:
4 de julho, sexta-feira
10-13h: introdução
15-17h: apresentação de trabalhos (duas horas)

5 de julho, sábado
10-13h: oficina
14h30-18h: oficina


Fenômeno da emergência é tema de simpósio no Itaú Cultural

Durante quatro dias, de 2 a 5 de julho (quarta a sábado), o Itaú Cultural promoverá o simpósio internacional Emoção Art.ficial 4.0 – Emergência! O evento vai juntar, em quatro palestras e um workshop, pesquisadores internacionais e brasileiros para debater e refletir sobre diversos aspectos do fenômeno da emergência. O conceito fundamenta a exposição de mesmo nome que corre em paralelo, na instituição, e estará aberta ao público de 2 de julho a 14 de setembro. A palestra inaugural do seminário, dia 2, às 19h30, será do americano Peter Cariani, biólogo e doutor em ciências de sistemas pela Binghamton University. Ele falará de Emergência e Criatividade. Pouco antes de sua apresentação, será exibido o curta-metragem de 3 minutos Dr. Wires on Emergence, produzido especialmente para o evento por um misterioso personagem que vêm divulgando seus vídeos caseiros sobre tecnologia na Internet. Nos dias 4 e 5, o artista colombiano, matemático e pesquisador de arte e ciência Santiago Ortiz ministrará o workshop Ativar o Caos – Cerimônia Xamânica para Acordar o Deus Caos.

A palestra de Cariani parte do princípio de que sistemas diversos – de crianças em fase de crescimento a robôs sofisticados – experimentam o mundo e, após tentativas e erros, adquirem independência e se remodelam originando novos comportamentos e funções. Trata-se da capacidade do sistema aprender por conta própria e se ajustar positivamente ao meio externo. Dr. Wires on Emergence, o curta que antecede essa palestra, aborda a emergência de forma bem humorada. O personagem que batiza o filme encarna um cientista britânico que evangeliza a cibernética e esclarece conceitos complexos de tecnologia para um público não especializado.

Emergência e Caos, o tema da palestra de Ortiz, no dia seguinte, 3 de julho, também às 19h30, explica que a interação entre elementos é o motor criativo da emergência. Paralelamente, de acordo com ele, o caos revela um tipo de ordem e teorias sugerem que sentidos e coerências emergem da confusão de um mundo aparentemente desordenado. No dia 4, no mesmo horário, a artista multimídia brasileira Silvia Laurentiz falará sobre emergência e estética. Ela vai apresentar estudos de caso e novos experimentos poéticos comprovando o advento do fenômeno da emergência no campo da criação artística.


Fechando o clico de debates, no dia 5, às 19h30, Jon Bird, pesquisador de neurociência computacional e robótica na Universidade de Sussex (Inglaterra), e Andy Webster, artista e pesquisador na Falmouth College of Arts de Cornwall (Ingl.) darão palestra sobre a interação cibernética entre um número elevado de agentes reais e/ou virtuais como precedente da emergência. A dupla acredita que a causalidade circular entre os elementos da interação pode proporcionar a imanência de eventos na ecologia, ciência e arte.

Workshop
Ativar o Caos – Cerimônia Xamânica para Acordar o Deus Caos, o workshop a ser ministrado por Santiago Ortiz nos dias 4 e 5 de julho, terá 12 horas de duração no total e será dividido em três partes: introdução, apresentação de trabalhos do artista e feitos em parceria onde são visíveis as noções de complexidade – [http://moebio.com] e bestiário [http://bestiário.org] –, e uma oficina dividida em duas atividades: a primeira é de criação conceitual de projetos que podem ser desenvolvidos em equipe ou individualmente, e a segunda como uma sessão de code-jamming – 4 ou 5 sessões de uma hora cada, nas quais o artista programa uma peça guiada pelas idéias de todos os participantes; baseadas nos conceitos e processos da complexidade e procura de emergências.

Os trabalhos serão realizados no auditório do 2º andar do Itaú Cultural. O número de participantes é restrito a 13 pessoas. As inscrições devem ser feitas entre 12 e 23 de junho no e-mail workshop@cibercultura.org.br


Os participantes

Andy Webster é artista e pesquisador na Falmouth College of Arts, Cornwall, Inglaterra. Suas obras são influenciadas pelo artista norte americano Richard Serra e pelo cientista britânico Gordon Pask.

Jon Bird é pesquisador de neurociência computacional e robótica na Universidade de Sussex, Inglaterra. Ele colabora em inúmeros projetos artísticos, que envolvem conceitos como curadoria evolucionária e filmes generativos. Faz parte do comitê organizacional do Blip, fórum de arte, ciência e tecnologia que eventualmente promove exposições no Reino Unido.

Peter Cariani é biólogo e doutor em ciência de sistemas pela Binghamton University, EUA. Seus interesses cobrem uma ampla variedade de questões científicas e filosóficas, como cibernética, biologia teórica, sistemas autônomos e neurologia. Atualmente é instrutor na Harvard Medical School e professor de cognição musical no MIT.

Santiago Ortiz é artista colombiano, matemático e pesquisador de arte, ciência e campos de representação, focando possibilidades multidisciplinares. Trabalha com técnicas de comunicação, criação e expressão onde se combinam narrativas e literatura, espaços digitais e arquitetônicos.

Silvia Laurentiz é artista multimídia. Doutora pelo programa de Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e docente do Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes, USP.

Posted by João Domingues at 1:44 PM

junho 25, 2008

Minicurso Artes Plásticas e o Modernismo de 22: por uma imagem do brasileiro na contramão das vanguardas internacionais, com Tadeu Chiarelli na UFPB, João Pessoa

Minicurso Artes Plásticas e o Modernismo de 22: por uma imagem do brasileiro na contramão das vanguardas internacionais, com Tadeu Chiarelli

3 a 5 de julho, 14-17h

Universidade Federal da Paraíba - UFPB
Cidade Universitária s/n Sala 402, João Pessoa - PB
Inscrições: 83-3216-7289
Realização: Programa de Pós-Graduação em Letras; Projeto de Pesquisa O Brasil em sua Literatura: Memória e Identidade Cultural


Estas palestras têm por objetivo problematizar a relação que normalmente se faz entre o modernismo de 1922 e as vanguardas internacionais, demonstrando que aquele movimento estaria mais próximo das tendências do retorno à ordem europeu e ligado ao debate sobre arte nacional, vigente no país desde o século XIX. O autor visa ao estabelecimento de um diálogo produtivo entre o debate sobre a questão da identidade nas artes visuais e nos outros campos da cultura no Brasil durante a primeira metade do século XX.

Posted by João Domingues at 10:42 AM

junho 23, 2008

Cursos UniversidArte Idéias - Arte Contemporânea: A história da arte recente e as transformações nas práticas e poéticas da atualidade, com Mauro Trindade

Cursos UniversidArte Idéias
Arte Contemporânea: A história da arte recente e as transformações nas práticas e poéticas da atualidade, com Mauro Trindade

6 de agosto a 24 de setembro de 2008

Universidade Estácio de Sá - Campus Tom Jobim
Centro Empresarial BarraShopping - Av. das Américas - 4.200 - Bloco 11, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
21-2495-0552 / 5994
Horário: quartas, 16-18h
Preço: 2 parcelas de R$ 160

Série de cursos livres, debates, palestras e discussões com a intenção de dinamizar a circulação de idéias e fomentar a reflexão sobre a importância da arte, da música, do cinema e outras áreas da cultura na construção do pensamento contemporâneo.

Programa:

I-Tronos e reinos: em busca da autonomia. Das igrejas e palácios para as galerias e os museus: criação do mercado e os novos temas da arte.

II - A Era modernista. Do expressionismo ao pop. A arte conceitual e o minimalismo. Objetos e instalações: a descategorização do objeto artístico.

III-Performance e happening. Do Dadaísmo aos dias de hoje: conceitos ampliados. Permanência e efemeridade.

IV - O cinema e a televisão: o impacto do digital e os novos conteúdos. A explosão do documentário. Videoarte: ação e contemplação.

V - Música e tecnologia. Elétrico e eletrônico. A guitarra, o baixo e os teclados. O rádio e o disco. Celulares e tocadores: rede e recepção.

VI - Circuitos internacionais de arte. As feiras de arte. O novo papel do museu. Veneza, São Paulo e Kassel. Arte, catálogo e reprodução.

VII - Arte e técnica ao longo da história. Precursores cinéticos e digitalização. Sites de arte, ferramentas de design e web arte. As novas poéticas eletrônicas.

VIII - A permanência do desenho e da pintura. Quando o contemporâneo é contemporâneo. Crítica e história.

Posted by João Domingues at 3:19 PM

junho 16, 2008

Universidarte Idéias: Curso Arte na virada do século XXI, com Daniela Labra na Estácio de Sá Copacabana, Rio de Janeiro

Universidarte Idéias
Curso Arte na virada do século XXI: ações performáticas, interações tecnológicas e intervenções urbanas - possibilidades poéticas, políticas e sociais das práticas artísticas contemporâneas, com Daniela Labra

Inscrições abertas

Universidade Estácio de Sá Copacabana- Campus Dorival Caymmi
Rua Raul Pompéia 231, Copacabana, Rio de Janeiro - RJ
Informações: 2503-7146/2503-7057 ou universidarte@estacio.br
Horário: segundas, 19h30-21h
Período: 4 de agosto a 29 de setembro de 2008
Preço: 2 parcelas de R$ 160 (a 1ª no ato da inscrição)

Série de cursos livres, debates, palestras e discussões com a intenção de dinamizar a circulação de idéias e fomentar a reflexão sobre a importância da arte, da música, do cinema e outras áreas da cultura na construção do pensamento contemporâneo.

Arte na virada do século XXI: ações performáticas, interações tecnológicas e intervenções urbanas - possibilidades poéticas, políticas e sociais das práticas artísticas contemporâneas.

A produção de arte atual costuma provocar mais dúvidas do que certezas. Sendo fato que as fronteiras disciplinares se esfacelaram e que não há mais régua ou regras para qualificar uma obra de arte, a qualidade desta pode ser balizada muitas vezes por quesitos estritamente conceituais ou meramente espetaculares e mercadológicos.

Entretanto, a queda de fronteiras e regras para a arte abriu, por outro lado, um horizonte de experimentações que circulam na periferia de situações mais comerciais. Nessa seara, apresentam-se obras artísticas que se distinguem pela efemeridade e imaterialidade, como performances, intervenções urbanas, sites-specifics, obras de cunho sócio-político, bio-arte, algumas práticas em suportes digitais, entre outros.

Para compreender a diversidade da produção atual, este curso se propõe a discutir teorias e conceitos da arte contemporânea, bem como a realidade do meio institucional que a acolhe e a faz circular em museus, galerias e bienais de arte de todo o mundo.

O curso tem duração de 8 encontros e se apóia em material teórico e audiovisual, como fotos e vídeos, fornecidos pela ministrante.

Daniela Labra

Crítica de Arte , é curadora independente graduada em Teoria do Teatro pela Uni-Rio, especializada em Comunicação e Arte pela Universidade Complutense de Madrid e mestre em Artes pela Unicamp. Desde 2003 realiza projetos com arte contemporânea, tendo desenvolvido curadorias e palestras em diversos países sobre a produção de arte atual no Brasil. Coordena com a Galeria Vermelho (SP) a mostra Verbo, dedicada à arte da performance, desde 2004. Curadorias recentes: Espaços Reversíveis, Museu Cruz e Sousa, Florianópolis (2008); Fabulosas Desordens (2007), Caixa Cultural, RJ; Juha Nenonen e Miklos Gaál, Centro Mariantonia, SP (2006); Urban Scapes, Galerie DNA, Berlin, (2006). Membro do conselho editorial da Revista Número (Centro Mariantonia/USP) de 2003 a 2007. Tem publicado em revistas especializadas e catálogos de exposições diversas. Foi professora do departamento de Teoria e História da Arte do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) em 2006 -2007. Esteve como curadora-residente na Cable Factory (Helsinki, Finlândia) em 2005 e no IASPIS -International Artists Studio Program in Sweden (Estocolmo), 2007. Mantém regularmente o site www.artesquema.com. Vive no Rio de Janeiro.

Posted by João Domingues at 2:28 PM

junho 13, 2008

Oficina de Marcos Cardoso e Crítica "ao vivo" com Edmilson Nunes no SESC Tijuca, Rio de Janeiro

Realejo ArtesAndAndo
Oficina de Marcos Cardoso
Inventando Moda

9, 16, 23 e 30 de julho, 18-21h


Crítica "ao vivo" com Edmilson Nunes

31 de julho, quinta-feira, 19h

SESC Tijuca - Sala de vídeo
Rua Barão de Mesquita 539, Tijuca, Rio de Janeiro - RJ
Informações e inscrições: 21-3238-2076 / 3238-2168 ou tijuca.geringonca@sescrio.org.br / tijuca.jovem@sescrio.org.br
http://projetogeringonca.blogspot.com

Posted by João Domingues at 4:44 PM

junho 12, 2008

I Fórum de Mídia Livre na UFRJ, Rio de Janeiro

I Fórum de Mídia Livre

14 e 15 de junho, sábado e domingo, 9-17h

Universidade Federal do Rio de Janeiro - Campus da Praia Vermelha
Fórum de Ciência e Cultura - Auditório Pedro Calmon
Avenida Pasteur 250, Praia Vermelha, Rio de Janeiro – RJ
forumdemidialivre@gmail.com
http://forumdemidialivre.blogspot.com
Inscrição: R$ 15; R$ 5 para estudantes

Programação:

14 de junho, sábado, 9h
Mesa de abertura
Abertura do Fórum com convidados e coordenadores do Fórum de Mídia Livre, com Apresentação/Distribuição de documento com questões, propostas, provocações iniciais do Fórum da Mídia Livre em torno dos eixos temáticos. Debate geral com os participantes. Dinâmica da Desconferência: 5 ou 6 convidados preparam uma fala/pauta/provocação de 5 a 10 minutos e depois abre-se a roda para todos que quiserem se inscrever e falar, com um limite de tempo.

14h
Grupos de Desconferências com cinco eixos temáticos
Reunião paralela dos Grupos de Trabalho, moderados por um Coordenador e a participação de convidados (ver abaixo), com objetivo de propor um documento enxuto com considerações, encaminhamentos, propostas, em torno das questões do eixo temático do grupo.
Programação: Eixos Temáticos

1) Democratização da Publicidade Pública e dos Espaços na Mídia Pública
A questão das verbas públicas de publicidade e propaganda e a garantia pelo poder público de espaços para os veículos da mídia livre nas TVs e nas rádios públicas, assegurando assim maior diversidade informativa e amplo direito à comunicação e outras propostas concretas e pragmáticas. Trabalhar com o conceito de verbas livres.

Coordenador: Renato Rovai (Revista Fórum). Relator: Rodrigo Brandão (Comitê Rio do FML). Convidados: Antonio Mello (Blog do Mello); Claiton Mello (Gerência de Marketing da Fundação Banco do Brasil); Dario Pignotti (Ansa, Página 12 e Manifesto); Emir Sader (CLACSO e UERJ); Giuseppe Cocco (Le Monde Diplomatique e revista Global); Joaquim Palhares (Agência Carta Maior); Mário Augusto Jakobskind (Brasil de Fato); Robinson Almeida (secretário de Comunicação do Governo da Bahia).

2) Políticas Públicas de Fortalecimento da Mídia Livre
Regulamentações, Lei Geral da Comunicação, Direito à Comunicação, TV Pública, Telefonia e Internet Pública, Convergência das Mídias, Pontões de Cultura Digital, etc.

Coordenador: Antonio Biondi (Intervozes). Convidados: Caetano Ruas (Circo Digital/Pontão de Cultura Digital); Jorge Bittar (deputado federal PT-RJ); Lalo Leal (professor da USP); Marcos Dantas (professor PUC-RJ); Gustavo Gindre (Intervozes).

3) Fazedores de Mídia
Mapeamento/discussão da rede de produtores de mídia livre, coletivos, sites, jornais, canais, empresas, agências, movimentos sociais que fazem mídia, propostas que tenham o "público" e o "comum" como referência pensando na constituição de um Portal de Mídia Livre. A questão da mídia "contra-hegemônica" e a potencialização da difusão mundial de outras formas de sentir, pensar e agir.

Coordenador: Altamiro Borges (Vermelho). Relator: Leandro Uchoas. Confirmados: Bárbara Szaniecki (Revista Global); Beto Almeida (Telesur); Fátima Lacerda (Agência Petroleira de Notícias); Patricia Canetti (conselheira titular de Arte Digital do CNPC - Conselho Nacional de Política Cultural); Paulo Lima (Revista Viração).

4) Formação para Mídia Livre
Como as Universidades, experiências de educação não-formal, escolas livres, empresas, ongs, coletivos, etc., podem contribuir pela construção de uma “mente livre” para formar “midiativistas”, jornalistas, radialistas, editores, publicitários, assessores, artistas, etc., que sejam criadores de atitudes agregadoras, conteúdos e pautas de fato novas, apontando e construindo assim novos e potentes cenários de expressão, trabalho e mudança.

Coordenadora: Ivana Bentes (ECO/UFRJ e Universidade Rede Nômade); Confirmados: Augusto Gazir (Escola Popular de Comunicação Crítica - ESPOCC); Bernardo Brant (Oficina de Imagem); Evandro Vieira Ouriques (Núcleo de Estudos Transdisciplinares de Comunicação e Consciência - NETCCON.ECO.UFRJ); Fábio Mallini (UFES); Hamilton Octavio de Souza (Jornalismo-PUC); João Pedro Dias Vieira (professor da Uerj); Márcio Blanco (Observatório de Favelas); Rosane Svartman (Nós do Morro); Marcus Faustini (Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu); Zilda Ferreira (Educom); Mardônio Barros (MST).

5) Mídias Colaborativas, Novas Mídias
Apresentação/discussão dos movimentos, projetos, ferramentas e tecnologias de criação livre (Software Livre, Creative Commons, Wiki, P2P, sites e portais colaborativos, etc.) e políticas de acessos e capacitação para o uso dessas ferramentas, implantação de ferramentas livres/não-proprietárias nos serviços públicos e mídias livres.

Coordenador: Gustavo Barreto (Consciência.Net) e Anselmo Massad (Revista Fórum). Confirmados: Claudia de Abreu (Comunicativistas); Ermanno Allegri (ADITAL); Oona Castro (Overmundo/Intervozes); Rita Freire (Ciranda); Márcia Corrêa (Bem TV).

15 de junho, domingo, 9h
Plenária de leitura e aprovação dos relatórios com espaço para intervenções dos convidados, representando movimentos sociais, centrais sindicais, governos, partidos políticos etc.
Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho. Discussão ampla e geral e Apresentação/Esboço de documento/manifesto do I Fórum da Mídia Livre, sintetizando as proposições e apontando prioridades. Debate. (TRANSMISSÃO ON-LINE)

14h
Feira de projetos em espaço de sinergia
Oficinas, Encontros Regionais, iniciativas livres, encontros específicos, atividades propostas, apresentação de materiais produzidos durante o Fórum, nas Oficinas etc.

18h
Evento de encerramento
FESTA/Confraternização - Campus da Praia Vermelha e lugares em fase de proposição.

Outras atividades e estrutura:

Quiosques, espaços de apresentação de projetos de mídia, exposição, distribuição de jornais, revistas, impressos, DVDs, livros, estação de queima de CDs e DVDs com conteúdos livres, apresentação de rádios comunitárias e canais de TV, convite para grupos e coletivos apresentarem trabalhos etc. Ocupação do Campus da Praia Vermelha com uma Feira Livre.

Haverá uma Sala de Imprensa para garantir a cobertura do evento pelos veículos de mídia livre.

Assinam pelo Grupo de Trabalho Executivo (GTE) do I Fórum de Mídia Livre:
Altamiro Borges, Antonio Biondi, Gustavo Barreto, Ivana Bentes, Joaquim Palhares, Marcos Dantas, Paulo Salvador e Renato Rovai.

Posted by João Domingues at 10:18 AM

junho 11, 2008

Workshop com Eder Santos no MAM-BA, Salvador

Workshop com Eder Santos

Inscrições até 20 de junho de 2008

Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM BA
Av. Contorno Solar do Unhão Salvador - BA
71-3117-6141 ou mam@mam.ba.gov.br
www.mam.ba.gov.br
Preço: R$ 50

Vídeo-artista Eder Santos ministra workshop no MAM-BA

Integrando a programação de atividades de Eder Santos no Museu de Arte Moderna da Bahia, será realizado um workshop com o artista de 30 de junho a 04 de julho. Com o tema "Sons para imagens e imagens para sons", Eder e Paulo Santos (músico do Uakti e seu parceiro nos trabalhos em vídeo) desenvolverão uma série de exercícios para criação de imagens para sons e de ritmos para imagens.

As inscrições podem ser realizadas no Núcleo de Arte e Educação do MAM, de 10 a 20 de junho, no valor de R$ 50 reais. As aulas serão ministradas das 13h às 19h, no galpão de cursos e oficinas e pelo Solar do Unhão. O workshop destina-se a artistas, vídeo-makers, publicitários, designers, estudantes e professores de áreas ligadas ao tema. Os participantes devem ter mais de 18 anos e possuir câmera digital (fotográfico com dupla função ou filmadora). Para se inscrever, os interessados devem entrar em contato com o Núcleo de Arte e Educação do MAM, através do telefone (71) 3117 6141.


Que fim levaram todas as flores

O Museu de Arte Moderna traz pela primeira vez a Bahia o mineiro Eder Santos. Com obra reconhecida e premiada no mundo todo, Eder trabalha com videoarte, performances e instalações numa busca constante pela criação de novas possibilidades de olhar, de ver as imagens. Com isto, propõe outras formas de percepção e interação com as imagens e o som, com o tempo e o espaço. Em Salvador, ele apresenta o projeto de site specif QUE FIM LEVARAM TODAS AS FLORES construído especialmente para a Capela do MAM.

Segundo o artista, a idéia para o trabalho que ele vai mostrar no MAM "veio quase que imediatamente: a relação com o barroco. Salvador é muito barroca, assim como as cidades de Minas. Mas na Bahia tem ainda esta questão que é forte, da presença da religião afrodescendente. Esta mistura, que vem do negro e se expressa tanto na religião, quanto na arte. Elementos desta relação vão estar presentes na exposição, na música que a acompanha. E o título vem justamente de uma música, de uma canção dos Secos e Molhados (numa referência só ao nome, não tem nada a ver com a letra). É um título poético. Bonito".

Para Eder Santos, "as flores estão ligadas à emoção, a um momento de sentimento e ao mesmo tempo de espiritualidade. Meu trabalho é bem aberto, um convite a entrar na obra. Proponho uma interatividade física, pois o que me move é aquela questão, de tentar trabalhar a maneira de a pessoa ver a imagem", explica.

Ao entrar na Capela, o visitante será absorvido por um ambiente preparado ludicamente por Eder santos. Para isso, o artista se apóia na tecnologia, com a utilização de sensores, projeções com imagens de nuvens e despencar de flores. E é nas paredes e no teto da Capela que as imagens serão projetadas, convidando o público a reeducar o seu olhar, a buscar novas formas de interação com as imagens e objetos. Para compor o ambiente imersivo, Eder trabalha em parceria com o músico Paulo Santos, integrante do grupo mineiro UAKITI.

Posted by João Domingues at 1:31 PM

junho 5, 2008

Chamada para Trabalhos: 7° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia: para compreender o momento atual e pensar o contexto futuro da arte

Chamada para Trabalhos: 7° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia: para compreender o momento atual e pensar o contexto futuro da arte
Temas: Arte, educação e tecnologia; Bioart; Cibercultura e ciberativismo; Dispositivos não convencionais de interação; Espaço urbano, arte e mídias locativas; Interação: Cinema e TV digital; Interatividade e sistemas; Interator - interatividade; Paradigmas estéticos da arte computacional; Poéticas digitais

Envio de resumos até 2 de julho de 2008

Envio de comunicações: suzetev@unb.br (com cópia para fburgos@unb.br)
7° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia: 1 a 4 de outubro de 2008, no Museu Nacional

Chamada de Trabalhos

O Programa de Pós-Graduação em Arte, e sua linha de pesquisa em Arte e Tecnologia, do departamento de Artes Visuais, do Instituto de Artes, da Universidade de Brasília, com apoio do Museu Nacional da República, iniciou a chamada de trabalhos para o 7° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia: para compreender o momento atual e pensar o contexto futuro da arte (#7.ART).

Informações gerais

O 7° Encontro Internacional de Arte e Tecnologia discutirá dois tipos de comunicação: as que tomem a teoria, a história e a crítica sobre arte e tecnologia como objeto de pesquisa, seja para analisar essa teoria, criticá-la ou desenvolvê-la e as comunicações sobre prática artística com pesquisas em tecnologia e ciência que se enquadrem nas propostas temáticas do evento.

O pesquisador, artista, professor ou estudante interessado em inscrever seu trabalho deve indicar em qual tema ele se insere.

Os temas propostos são os seguintes:

T 1 - Interatividade e sistemas
T 2 - Interator - interatividade
T 3 - Paradigmas estéticos da arte computacional
T 4 - Bioart
T 5 - Cibercultura e ciberativismo
T 6 - Dispositivos não convencionais de interação
T 7 - Arte, educação e tecnologia
T 8 - Espaço urbano, arte e mídias locativas
T 9 - Poéticas digitais
T 10 - Interação: Cinema e TV digital

Eventualmente, a Comissão Organizadora do #7.ART poderá remanejar a distribuição das propostas de um grupo temático para outro.

Datas importantes

1. Os resumos deverão ser enviados até o dia 2 de julho de 2008;
2. A notificação de aceite ou não será encaminhada até o dia 20 de julho para o e-mail do autor;
3. O texto aceito para apresentação no encontro e publicação dos anais deverá ser encaminhado até dia 10 de agosto;
4. O encontro será realizado nos dias 1, 2, 3 e 4 de outubro de 2008 no Museu Nacional.


Formato dos resumos e textos

2. O resumo deve conter: título (máximo 700 caracteres, fonte verdana, corpo 11, negrito, usar itálico apenas para palavras estrangeiras e em latim); nome do autor ou autores em corpo 10 justificado à margem direita; o resumo deve até 10 linhas, sem divisão de parágrafos, corpo 11, espaço simples; palavras-chave (três a cinco) do trabalho; currículo resumido do autor ou autores deverá ser em nota de rodapé, corpo 9, espaço simples, e conter: titulação máxima, instituição de vínculo, endereço eletrônico e telefone de contato.
3. Os resumos deverão ser enviados para o e-mail: suzetev@unb.br com cópia para fburgos@unb.br.
4. Os textos completos devem conter de sete a dez laudas, incluindo resumo, tabelas, gráficos, notas e as referências bibliográficas. O texto do trabalho completo deverá utilizar espaço simples, fonte verdana 11. O título, resumo, palavras-chave e notas, seguirão o mesmo padrão do resumo sendo que no currículo resumido do autor (titulação máxima, instituição de vínculo, e-mail) será dada como nota na primeira lauda. As eventuais notas serão feitas no decorrer do texto em corpo 9, espaço simples. Os textos devem ser enviados revisados (de acordo com as normas da ABNT de trabalhos acadêmicos) para o e-mail: suzetev@unb.br com cópia para fburgos@unb.br.

Tempo de Apresentação

A apresentação dos trabalhos ocorrerá da seguinte forma: 20 minutos para exposição e 10 minutos debate com os coordenadores da mesa e público.

Observações

1. Não contamos com recursos para passagens e hospedagens;
2. De 1 a 11 de outubro, em conjunto com o #7.ART, o Museu Nacional apresentará uma exposição de arte e tecnologia.

Posted by João Domingues at 2:58 PM

Ciclo de palestras Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética / ética como estética

Ciclo de palestras Cildo Meireles. Tempos e espaços: estética como ética / ética como estética
Participantes: Frederico Morais, Glória Ferreira, Lisette Lagnado, Lynn Zelevansky, Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff, Ricardo Basbaum, Sônia Salzstein, Suely Rolnik, Thais Rivitti

7 e 8 de junho de 2008

Estação Pinacoteca
Largo General Osório 66, Luz, São Paulo - SP
11-3337-0185 ou estacaopinacoteca@pinacoteca.sp.gov.br

14 de junho de 2008

Centro de Arte Contemporânea - Galeria Fonte
Rua B 20, Inhotim, Brumadinho - MG
31-3227-0001

21 e 22 de junho de 2008

Complexo Cultural Funarte - Sala Cássia Eller
Eixo Monumental, Setor de divulgação cultural Lote 2, Brasília - DF
61-3222-2029

O seminário “Cildo Meireles.Tempos e espaços: estética como ética / ética como estética” reúne pela primeira vez no Brasil, teóricos de diversas áreas para discutir a produção de Cildo Meireles e, a partir dela, questões urgentes no contexto atual da globalização: do redimensionamento das fronteiras entre centro e periferia às relações dentre identidades locais e cultura global. Os seminários acontecem dias 7 e 8 de junho na Estação Pinacoteca, dia 14 em Inhotim Centro de Arte Contemporânea e dia 21 e 22 na Funarte em Brasília. As palestras serão ministradas por Frederico Morais, Glória Ferreira, Lisette Lagnado, Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff, Ricardo Basbaum, Sônia Salzstein, Suely Rolnik, Thais Rivitti e Lynn Zelevansky.


Programação do ciclo de palestras
Estação Pinacoteca
7 de junho, sábado, 10h
Palestra com Moacir dos Anjos

15h
Inserções e circuitos, mesa redonda com Suely Rolnik e Ricardo Basbaum

8 de junho, domingo, 11h
Palestra com Sônia Salztein


Centro de Arte Contemporânea - Galeria Fonte
14 de junho, sábado, 11h
Palestra com Paulo Herkenhoff

15h
Cultura e Lugar, Global e Local, mesa redonda com Çynn Zelevansky e Thais Rivitti


Complexo Cultural Funarte - Sala Cássia Eller
21 de junho, sábado, 14h30
Palestra com Frederico Morais

16h30
Entrevista aberta com Cildo Meireles pelos críticos que participam do seminário

22 de junho, domingo, 15h
Mesa redonda com os curadores do seminário.

Posted by João Domingues at 11:07 AM | Comentários (1)

junho 4, 2008

Acta Media 6 - Simpósio e Colaboratório no SESC Pinheiros, São Paulo

Acta Media 6 - Simpósio e Colaboratório
Autoria e textualidade na era digital

24 de maio a 19 de junho de 2008

SESC Pinheiros
Rua Paes Leme 195, Pinheiros, São Paulo - SP
11-3095-9400
www.sescsp.org.br
Programação: www.actamedia.org


O computador e o futuro da criação intelectual

A emergência de novas formas de produção intelectual, mediadas pelo computador, traz à tona uma questão desafiadora e instigante: será que as novas tecnologias estão transformando o nosso modo de escrever, pensar e criar?

A transição do analógico para o digital, que se encontra em pleno curso, provoca uma ampla e irreversível transformação nos modos de captação, geração, registro e circulação de informações. Neste contexto, o computador não pode mais ser visto como um mero suporte para armazenamento de dados, já que atua de fato como um agente artificial que participa do processo semiótico de aquisição, estruturação, compreensão e disseminação da informação, ou seja, da própria construção do conhecimento.

Entender, no entanto, o pensamento como um processo híbrido homem-máquina é algo que desafia os paradigmas dominantes, pois os conceitos estabelecidos que ora norteiam o pensamento, a reflexão, a expressão e a ciência são ainda insuficientes para o entendimento do processo de hibridização. A decodificação dessa realidade híbrida requer uma re-percepção aberta e apurada, e só se faz possível mediante a reformulação de estruturas fundamentais que informam nossos sistemas linguísticos e, por extensão, a cultura, a história, as identidades, a criação científica.

Paralelamente, as interações infotelemáticas homem-máquina e homem-máquina-homem proporcionam formas alternativas de comunicação e criação, incentivando a experimentação de estratégias de colaboração e co-autoria. Desse modo, as redes de comunicação constituem-se de fato em máquinas de articulação cooperativa, que possibilitam o surgimento de um sem número de experiências de produções inter-individuais, na construção de softwares, textos, publicações, enciclopédias, projetos artísticos. Na atualidade, a atividade criativa já pode prescindir de um centro ou de um comando para ocorrer. Uma vez deflagrada por um indivíduo ou grupo, ela desencadeia uma troca horizontal compartilhada, desestabilizando todo um modelo de produção anteriormente consolidado.

Em outras palavras, estas produções híbridas e colaborativas têm o potencial de questionar a noção tradicional de autoria, como uma atividade puramente humana e notadamente individual. Observa-se a instauração efetiva de um processo autoral que se dá através de um sistema planetário de redes e interfluxos, distribuído e descentralizado, que proporciona interação entre agentes humanos e sistemas computacionais cada vez mais complexos.

Cabe refletir também, portanto, sobre a política da instrumentação tecnológica, pensar a forma pela qual as inovações técnicas ordenam a atividade humana, instaurando configurações que propiciam o desenvolvimento de relações pautadas, por exemplo, na autoridade e na centralização, ou de outro modo, na igualdade e na cooperação, além de muitas outras diferentes combinações estruturais destas tendências, resultando em diversos tipos de constituição arquitetural.

As inovações tecnológicas não devem ser pensadas como processos puros e exatos, isentos de intenções. Seja de forma deliberada ou não, as sociedades sempre escolhem o tipo de técnica que vai estruturar e configurar o seu modus vivendi.

A história da Internet ilustra bem esta afirmação. Ainda que tenha se originado na Arpanet – uma rede de comunicação do Departamento de Defesa americano com fins estritamente militares –a Internet foi desenvolvida sob a influência da comunidade acadêmica e modelada para facilitar a troca de informações e o trabalho cooperativo entre diferentes centros de pesquisa. Por outro lado, muitos dos programas e das práticas que hoje povoam a rede de computadores foram criados pela comunidade hacker, um conjunto disperso de experts em tecnologia que participaram da invenção da rede e que assumem como um de seus principais valores o livre fluxo de informações e a cooperação produtiva.

Não é à toa que hoje, quando se faz um balanço do legado de maio de 1968, muitos enxergam na Internet a realização, em certo sentido, dos projetos utópicos daquela época. Afinal foram os ideais da contracultura das décadas de 60 e 70 do século passado que inspiraram o desenvolvimento de computadores mais acessíveis e de uma rede de comunicação que valorizasse a cooperação, a liberdade e as relações igualitárias, contestando arquiteturas que assumiam como parâmetros formas hierárquicas e autoritárias.

Posted by João Domingues at 10:38 AM