Página inicial

Cursos e Seminários

 


abril 2021
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30  
Pesquise em
Cursos e Seminários:
Arquivos:
abril 2021
fevereiro 2021
janeiro 2021
dezembro 2020
novembro 2020
outubro 2020
setembro 2020
agosto 2020
julho 2020
junho 2020
abril 2020
março 2020
fevereiro 2020
janeiro 2020
dezembro 2019
novembro 2019
outubro 2019
setembro 2019
agosto 2019
julho 2019
junho 2019
maio 2019
abril 2019
março 2019
fevereiro 2019
janeiro 2019
dezembro 2018
novembro 2018
outubro 2018
setembro 2018
agosto 2018
julho 2018
junho 2018
maio 2018
abril 2018
março 2018
fevereiro 2018
janeiro 2018
dezembro 2017
novembro 2017
outubro 2017
setembro 2017
agosto 2017
julho 2017
junho 2017
maio 2017
abril 2017
março 2017
novembro 2016
outubro 2016
setembro 2016
agosto 2016
julho 2016
junho 2016
maio 2016
fevereiro 2016
janeiro 2016
novembro 2015
outubro 2015
setembro 2015
agosto 2015
julho 2015
junho 2015
maio 2015
abril 2015
março 2015
fevereiro 2015
dezembro 2014
novembro 2014
outubro 2014
setembro 2014
agosto 2014
julho 2014
junho 2014
maio 2014
abril 2014
março 2014
fevereiro 2014
janeiro 2014
dezembro 2013
novembro 2013
outubro 2013
setembro 2013
agosto 2013
julho 2013
junho 2013
maio 2013
abril 2013
março 2013
fevereiro 2013
janeiro 2013
dezembro 2012
novembro 2012
outubro 2012
setembro 2012
agosto 2012
julho 2012
junho 2012
maio 2012
abril 2012
março 2012
fevereiro 2012
janeiro 2012
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
abril 2009
março 2009
fevereiro 2009
janeiro 2009
dezembro 2008
novembro 2008
outubro 2008
setembro 2008
agosto 2008
julho 2008
junho 2008
maio 2008
abril 2008
março 2008
fevereiro 2008
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
maio 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
As últimas:
 

abril 6, 2021

Creativity Masterclass I / Sol na Barriga, palestra online aberta com Charles Watson

No dia 8 de abril de 2021, às 15h, acontece a Aula Aberta, online e gratuita, que inaugura a A Creativity MasterClass I / Sol na Barriga. O encontro será interativo pelo Zoom, com vagas limitadas, e transmissão no YouTube para os demais interessados.

Será nosso primeiro workshop vespertino, acontecerá em novo horário: de 15h às 18h (horário de Brasília), do dia 15 ao 17 de abril. Uma oportunidade para quem considera a tarde um horário mais confortável dentro de sua rotina, e para quem é residente em outros países e gostaria de acompanhar as palestras do educador Charles Watson.

A maioria das pessoas criativas não está tentando ser criativa, sua criatividade decorre das atitudes que desenvolvem em relação às atividades que trazem verdadeiro significado às suas vidas. É também a razão pela qual são capazes de suportar as dúvidas, o desconforto e os inevitáveis momentos de baixa autoestima que necessariamente acompanham todo tipo de pesquisa criativa.

Investigando fatores culturais, históricos, psicológicos e neurocientíficos, o primeiro da série de 8 módulos apresenta como novas tecnologias de pesquisa nestas áreas estão esclarecendo os mecanismos envolvidos em processos de inovação e pensamento criativo. De natureza interdisciplinar e amplamente ilustrada com textos, imagens e entrevistas, esta MasterClass consiste em 4 palestras de um repertório de 10 temas – escolhidas de acordo com as particularidades do grupo.

Propomos um sistema de lotes com valores progressivos:
1º Lote: 18,75% de desconto / 31 de março a 04 de abril
2º Lote: 12,5% de desconto / 05 a 09 de abril
3º Lote: valor integral / 10 a 15 de abril

Acesse aqui para inscrições ou informações ou, para participar da aula aberta, preencha o formulário. Mais informações: contato@dynamicencounters.com.br / 21-98838-9588

Posted by Patricia Canetti at 10:59 AM

abril 4, 2021

Claudia Saldanha fala sobre Marcia X em Nos tecemos a partir de outras

Nos tecemos a partir de outras: Ciclo de Palestras e Conversas via Zoom com curadoras e pesquisadoras traz Claudia Saldanha para falar sobre Marcia X, com mediação de Paula Terra-Neale. Inscrições online.

12 de abril de 2021, segunda-feira, 17h às 19h

Claudia Saldanha
Mestre em Artes Visuais pelo Pratt Institute, Nova York; Doutora em Artes Visuais pelo Instituto de Artes Visuais da UERJ, RJ. É Professora de História da Arte da UERJ. É Diretora do Paço Imperial. De 2008 a 2014 foi Diretora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. De 2003 a 2005 dirigiu a Divisão de Teoria e Pesquisa do Museu de Arte Contemporânea de Niterói. De 1993 a 2005 dirigiu a Divisão de Artes Visuais do Instituto Municipal de Arte e Cultura - RioArte. Nesse período foi curadora da Galeria Sérgio Porto e da Série Rioarte Vídeo / Arte Contemporânea. Foi curadora de inúmeras mostras, dentre as quais "Márcia X" na Galeria Weisser Elephant, Berlin (2006) e "Márcia X Revista", Paço Imperial (2005 e 2006).

Marcia X
Márcia Pinheiro de Oliveira (Rio de Janeiro RJ 1959 - idem 2005). Artista visual. No início dos anos 1980, freqüenta a Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage. Participa do 3º Salão Nacional das Artes Plásticas e recebe o prêmio de viagem ao país. Em parceria com o poeta e artista Alex Hamburger (1949) realiza várias intervenções e performances. Faz sua primeira exposição individual, Ícones do Gênero Humano, em 1988, no Centro Cultural Cândido Mendes - CCCM, no Rio de Janeiro. Com o escultor Ricardo Ventura (1962), participa entre 2001 e 2003 das mostras coletivas Orlândia, Nova Orlândia e Grande Orlândia - Artistas Abaixo da Linha Vermelha, que mobiliza artistas, curadores e críticos. Está presente na 3ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, 2002, e no ano seguinte na Manifestação Internacional de Performance - MIP, organizada pelo Centro de Estudos e Informação de Arte, em Belo Horizonte.
Verbete da Enciclopédia Itaú Cultural

Posted by Patricia Canetti at 4:21 PM

Fundação Iberê promove uma série de conversas sobre arquitetura de museus, acervo e manutenção

A Fundação Iberê realiza uma série de lives no Instagram sobre arquitetura, manutenção e conservação com características museológicas.

24 de março a 2 de junho de 2021, sempre às quartas-feiras

Ao todo serão seis encontros sobre o funcionamento e rotina em acervos e como são feitas as reparações em construções museológicas. Os bate-papos serão mediados pelo arquiteto e urbanista Lucas Volpatto, responsável pela conservação e manutenção da Fundação Iberê.

Calendário de lives

24 de março | Quarta-feira | 20h
Flávio Kiefer, arquiteto e autor de “Fundação Iberê Camargo – Álvaro Siza”, um livro que documenta e analisa a história do prédio e o papel deste projeto na trajetória de Siza, nas principais correntes do pensamento arquitetônico internacional e seu significado inovador na cultura museológica brasileira.

7 de abril | Quarta-feira | 19h
Gustavo Possamai, responsável pelo acervo da Fundação Iberê.

20 de abril | Terça-feira | 19h
Blanca Brites, historiadora, crítica de arte e curadora independente.

05 de maio | Quarta-feira | 19h
Renata Galbinsk, arquiteta e especialista em Gestão e Prática de Obras de Restauração do Patrimônio Cultural, ex-diretora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado – IPHAE e ex-superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN no Rio Grande do Sul.

19 de maio | Quarta-feira | 19h
Mônica Zielinsky, professora titular no Instituto de Artes da UFRGS. Foi coordenadora da pesquisa do projeto de catalogação da obra completa de Iberê Camargo, em um convênio entre a UFRGS e a Fundação Iberê Camargo.

2 de junho | Quarta-feira | 19h
Guilherme Wisnik, professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e curador do Pavilhão do Brasil na Expo 2021 em Dubai.

Os encontros virtuais integram o projeto Iberê Renova, contemplado pela Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc nº 14.017/2020, Edital Sedac nº 10/2020 - Aquisição de Bens e Serviços, para aquisição de equipamentos e materiais para modernização do acervo, a fim de atender aos padrões internacionais para salvaguarda, catalogação e exposição de bens museológicos.

Posted by Patricia Canetti at 10:45 AM

Videoarte e Documentário Experimental com Sonia Guggisberg na b_arco

Videoarte e Documentário Experimental

Nos encontros, Sonia Guggisberg, irá mapear e explorar os limites da capacidade documental, discutindo os contextos de arte política e hibridismo linguístico.

5 a 8 de abril de 2021, segunda a quinta, das 19h às 21h30

A artista e pesquisadora irá apresentar conceitos e experimentações que estão presentes em seu trabalho, usando-os para chegar a noções importantes para a documentação nas artes visuais, a experimentações artísticas em fotografia, vídeo instalações, instalações sonoras, site specific e documentários.

Sonia Guggisberg é pós-doutoranda em Artes Visuais pela ECA-USP, Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como artista, videomaker e pesquisadora participando de mostras coletivas e Individuais, palestras e workshops no Brasil e em outros países desde a década de 90. Com o foco em questões do documentário artístico em formato curta e longa metragem, seus trabalhos são em fotografia, site specific, instalação em vídeo e som.

APRESENTAÇÃO

O curso pretende mapear e explorar os limites da capacidade documental, ampliada pelo hibridismo linguístico, e levar aos participantes uma pesquisa teórica sobre diferentes formas de documentar e produzir imagens através de experimentações artísticas.

A abordagem é feita a partir dos estudos realizados pela artista plástica e multimídia Sonia Guggisberg, que apresenta sua produção artística documental tendo como foco um olhar sobre as mudanças do mundo contemporâneo e suas disputas de sentido. Apresenta também sua trajetória em vídeo instalações, instalações sonoras, site specific e documentários.

O curso está dividido em 4 temas e diferentes subitens para aprofundamento e abertura de discussão: (1) A Cultura da Imagem, (2) Procedimentos de Tradução na Arte, (3) Documentário e sua Viabilidades Possíveis, (4) Noção de Documentação Performativa e Saberes.

Os sub-itens, explicitados no cronograma abaixo, abordarão, por meio de vídeos, textos e discussões questões da pesquisa de doutoramento de Sonia: “Redes de Memórias, imagens e testemunhos: por uma Documentação Performativa de Saberes”.

PROGRAMA

Cronograma
Aula 1 – A CULTURA DA IMAGEM
Sobre a cultura da imagem
O modus operandi na sociedade
VÍDEOS: Instalações sobre Águas Nascente, 2008. CCBB SP. (Video Instalação na Exposição Individual Lençol Freático) Contaminações, 2016. Sistemas Ecos 2014 _ organização e projeto e Exposição Individual SENAC Scipião. Grade, 2016. Paço das Artes. Horizonte Móvel, 2018. Galeria Rabieh.

Aula 2 – PROCEDIMENTOS DE TRADUÇÃO
Tradução na Cultura e sua Condição de Miscigenação
Tradução: Uma Estratégia para a Criação Artística
Documentário ou documentação: um tema em discussão
FILMES: “Subsolo” 26 min. ( Bienal de Arquitetura e várias mostras)
“Redesenhos: Elevado Costa e Silva”, 6 min. ( Prêmio Mobi Film, Unibes)

Aula 3 – DOCUMENTÁRIO e suas VISIBILIDADES POSSÍVEIS
Testemunho e memória: um repertório poroso
A fragilidade da potência documental
A linguagem como dispositivo de poder
FILMES: “Mindscape”, 8 min, Documentary short experimental film, 2019. Official Selection, 7º International Documentary Festival of Ierapetra, Creta, Grécia, 2020.
“Atenas Vermelha” (Red Athens), 8 min, Documentary short film. 13th annual London Greek Film Festival 2020. Film Competition

Aula 4 – NOÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO PERFORMATIVA DE SABERES: Uma pesquisa artística.
Ecologia de Saberes
VÍDEOS: Instalações Sonoras Roda Viva, ISEA 2020. ( ISEA 2020 Montreal, Paço das Artes) Lost Sounds, Sistemas Ecos 2014.
FILMES: _ Instalações em Vídeo Cachoeiras Urbanas, 2014. (Coleção Instituto Figueiredo Ferraz)
“Fim de Sonho” (Last Dream), Ensaio 6 min 2015. (Prêmio Brasil de Fotografia, 2015- Ensaio)
“Partir” (Leave), 8 min, 2019. Curta documental. (Festival É tudo Verdade).

SERVIÇO

Para: Estudantes em arte e vídeo, pesquisadores, curadores e artistas.
Carga horária total – 4 encontros – 10h
Valor: Desconto à vista R$280,00; Parcelado - 2 x R$150,00
*Este curso é oferecido na modalidade ONLINE, portanto é necessário ter acesso à internet. As aulas irão acontecer ao vivo no aplicativo ZOOM. Indicamos que o participante tenha um computador ou celular com câmera e microfone.
*Não conseguiu assistir a algum dos encontros ao vivo? Basta solicitar a gravação da aula para nossa equipe de atendimento no email atendimento@barco.art.br ou no Whatsapp. As gravações são enviadas em links pessoais e intransferíveis, ficando disponíveis por 7 dias corridos após a realização da aula ao vivo.
Inscrições online

Posted by Patricia Canetti at 10:41 AM

Arte, Subdesenvolvimento e Fome com Moacir dos Anjos na b_arco

Arte, Subdesenvolvimento e Fome

Neste curso online, Moacir dos Anjos pretende discutir como a produção artística brasileira do período incorporou, temática e formalmente, os paradoxos desse contexto histórico, podendo ser por isso chamada de uma “arte subdesenvolvida”.

19 e 20 de abril de 2021, segunda e terça-feira, das 19h às 21h30

Partindo da ideia de fome, sintoma do sofrimento de muitos dos que vivem sob uma condição subordinada no mundo, Moacir dos Anjos irá propor reflexões sobre o trabalho de artistas, cineastas, músicos e escritores como Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Caetano Veloso, Carolina Maria de Jesus, Ferreira Gullar, Glauber Rocha, Hélio Oiticica, João Cabral de Melo Neto, Leon Hirszman, Lygia Pape, Solano Trindade, Tunga, entre outros..

Moacir dos Anjos é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, onde coordena o projeto de exposições Política da Arte. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2001-2006), Recife, e pesquisador visitante no centro de pesquisa Transnational Art, Identity and Nation, University of the Arts London (2008-2009). Já curou importantes exposições como o pavilhão brasileiro (Artur Barrio) na 54ª Bienal de Veneza (2011), a 29ª Bienal de São Paulo (2010), a mostra Cães sem Plumas (2014), no MAMAM; A Queda do Céu (2015), no Paço das Artes, São Paulo; Emergência (2017), no Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro; Quem não luta tá morto. Arte democracia utopia (2018), no Museu de Arte do Rio; Raça, classe e distribuição de corpos (2018) e Educação pela pedra (2019) e outras.

APRESENTAÇÃO

A economia, a política e a cultura no Brasil estiveram, entre meados da década de 1950 e fins da de 1970, sob forte influência do conceito de subdesenvolvimento. Dos ensaios e propostas de Celso Furtado a respeito da situação socioeconômica da América Latina aos textos e filmes de Glauber Rocha, havia a compreensão de que o subdesenvolvimento seria tanto uma “condição” para aqueles que ali viviam (“da adversidade vivemos!”, afirmava Hélio Oiticica) e também algo a ser superado a partir de suas próprias contradições. O conceito de subdesenvolvimento informou os filmes associados ao Cinema Novo, os escritos sobre a vanguarda de Ferreira Gullar e também parte da chamada “arte experimental” feita no período, sendo ainda elemento nuclear do único manifesto escrito do Tropicalismo, publicado em 1968 pelo poeta Jomard Muniz de Brito.

Este curso pretende discutir, em duas sessões, como a produção artística brasileira do período incorporou, temática e formalmente, os paradoxos desse contexto histórico, podendo ser por isso chamada de uma “arte subdesenvolvida”. O elemento central do curso será a ideia de fome, sintoma do sofrimento de muitos dos que vivem sob uma condição subordinada no mundo e operador central na luta para subverter as desigualdades que produzem e preservam a escassez de alimentos. Se necessário, pela violência inerente a uma “estética da fome”.

Entre os artistas, cineastas, músicos e escritores comentados no curso incluem-se Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Artur Barrio, Caetano Veloso, Carolina Maria de Jesus, Ferreira Gullar, Glauber Rocha, Hélio Oiticica, João Cabral de Melo Neto, Leon Hirszman, Lygia Pape, Solano Trindade, Tunga, entre outros.

BIBLIOGRAFIA

Castro, Josué de. Geografia da fome. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2011.
Favaretto, Celso. Tropicália: alegoria, alegria. Cotia, Ateliê Editorial, 2000.
Furtado, Celso. Teoria e Política do Desenvolvimento Econômico. São Paulo, Editora Nacional, 1968.
Gomes, Paulo Emílio Sales. “Cinema: trajetória no subdesenvolvimento”. Em Gomes,
Paulo Emilio Sales, Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. São Paulo, Paz e Terra, 1996.
Gullar, Ferreira. Vanguarda e Subdesenvolvimento. Ensaios sobre arte. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1984.
Jesus, Carolina Maria de. Quarto de despejo. Diário de uma favelada. São Paulo, Ática, 2014.
Oiticica, Hélio. “Esquema geral da Nova Objetividade”. Em Oiticica Filho, César (org.). Hélio Oiticica. Museu é o mundo. Rio de Janeiro, Beco do Azougue, 2011.
Oiticica, Hélio. “Anotações sobre o parangolé”. Em Oiticica Filho, César (org.). Hélio Oiticica. Museu é o mundo. Rio de Janeiro, Beco do Azougue, 2011.
Oiticica, Hélio. “Brasil diarreia”. Em Oiticica Filho, César (org.). Hélio Oiticica. Museu é o mundo. Rio de Janeiro, Beco do Azougue, 2011.
Rocha, Glauber. “Eztetyka da fome”. Em Rocha, Glauber. Revolução do Cinema Novo. São Paulo, Cosac Naify, 2004.
Rocha, Glauber, “O Cinema Novo e a aventura da criação”. Em Rocha, Glauber. Revolução do Cinema Novo. São Paulo, Cosac Naify, 2004.
Rocha, Glauber. “Tropicalismo, antropologia, mito, ideograma”. Em Rocha, Glauber. Revolução do Cinema Novo. São Paulo, Cosac Naify, 2004.
Schwartz, Roberto. “Cultura e política, 1964-1969”. Em As ideias fora do lugar: ensaios selecionados. São Paulo: Penguin Clássicos Companhia das Letras, 2014 (texto originalmente publicado em 1970).
Veloso, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo, Companhia das Letras, 1997.

SERVIÇO

Público-alvo: aberto a todos os interessados
Carga horária total – 2 encontros – 5h
Valor: Desconto à vista R$220,00; Parcelado - 2 x R$120,00
*Este curso é oferecido na modalidade ONLINE, portanto é necessário ter acesso à internet. As aulas irão acontecer ao vivo no aplicativo ZOOM. Indicamos que o participante tenha um computador ou celular com câmera e microfone.
*Não conseguiu assistir a algum dos encontros ao vivo? Basta solicitar a gravação da aula para nossa equipe de atendimento no email atendimento@barco.art.br ou no Whatsapp. As gravações são enviadas em links pessoais e intransferíveis, ficando disponíveis por 7 dias corridos após a realização da aula ao vivo.
Inscrições online

Posted by Patricia Canetti at 10:31 AM

História Excêntrica da Arte Contemporânea com Daniela Labra e Clarissa Diniz no Zait

História excêntrica da arte contemporânea

O curso é ministrado por Daniela Labra e Clarissa Diniz em aulas temáticas que comentam movimentos, artistas, teóricos, exposições e eventos não só circunscritos nas regiões que configuram a narrativa hegemônica da História da Arte. Assim, elaboramos contra-narrativas oficiais a partir de um panorama artístico histórico diverso, transnacional e crítico.

Matrículas abertas par o curso de 6 de abril a 4 de maio de 2021

PROGRAMA

Aula 1. Apresentação geral e discussão: ex-cêntrico desde qual centro? Uma conversa sobre narrativas canônicas e modernismos reinventados. (com Daniela Labra e Clarissa Diniz)

Aula 2. Ornamento não é crime (com Clarissa Diniz)
Em 1908, o arquiteto Adolf Loos lança o texto "Ornamento e crime", colaborando para o cânone racista que, desde sua perspectiva euro-etnocêntrica, pretende esvaziar certos complexos onto-estéticos ao encarcerá-los como "adornos" ou "ornamentos". A aula retoma o texto de Loos e o problematiza e transborda a partir de outros modos de compreender as agências das formas, traçando um percurso por entre a art déco, a arte moderna e a arte indígena contemporânea no Brasil.

Aula 3. Vanguardas do pós-Guerra para além dos eixos (com Daniela Labra)
Com uma abordagem geopolítica, comentamos sentimentos de vanguarda estética no pós Guerra e ações artísticas em regiões como Japão, Argentina, Senegal, Leste Europeu e outras.

Aula 4. Estéticas Visionárias (com Clarissa Diniz)
A partir da experiência peruana de Pablo Amaringo e da Escola Usko-Ayar (1988), esta aula percorre projetos, gestos e intencionalidades estético-políticas dedicadas não à episteme realista, mas a mundos que só se dão a ver em condições e contextos singulares. Por entre uma trama de identificações e de diferenças entre práticas de "miração" ou de "ficção visionária", investigamos como o engajamento das artes com aquilo que não cabe na chave do visível pode elaborar críticas, possibilidades e alternativas ao mundo tal como o vemos.

Aula 5. Sistema da Arte Contemporânea e o ex-cêntrico comodificado: negociações, concessões e possibilidades estéticas-éticas (com Daniela Labra).
Aula de encerramento com uma discussão sobre o panorama das artes atual as fricções entre mercado e existência artística.

Com Daniela Labra, curadora, crítica e fundadora da Plataforma Zait e Clarissa Diniz, curadora e pesquisadora, mestre em história da arte pela UERJ, doutoranda em antropologia pela UFRJ e professora da EAV Parque Lage.

De 06/04 a 04/05
Terças das 10h às 12h (Horário de Brasília)
Valor:
Curso live: R$ 450,00
Com acesso exclusivo às gravações das aulas e materiais complementares no Fórum Zait.
Inscrições online

Posted by Patricia Canetti at 10:15 AM

abril 1, 2021

Programação de abril no MAM, Rio de Janeiro

PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA | ABRIL 2021

MUSEU FECHADO

22 MAR - 12 ABR

Atividades presenciais suspensas em razão do agravamento da pandemia

Leia o comunicado www.mam.rio/sobre/comunicado-ao-publico/

CRIANÇAS – ONLINE

AniMAM

QUI 14 abr (lançamento)

Hélio Oiticica é o tema do novo AniMAM, filme de animação para a primeira infância (0 a 6 anos) produzido pelo museu. O desenho enfatiza a relação do artista com o samba e o Carnaval, manifestações que contribuíram para o desenvolvimento de sua obra. Os desenhos e a animação são de Ambrosio Pentu e a música é um samba das cariocas Marina Iris e Manu da Cuíca.
www.mam.rio/animam/

PARA FAZER EM CASA

QUA, 27 ABR (lançamento)
Oficina de carimbo de batata, com Aline Besouro. Enquanto o MAM faz exposição de Fayga Ostrower, com gravuras, litografias e outras impressões a partir de matrizes, uma oficina em vídeo convida as crianças a produzirem matrizes de batatas desenhadas com um lápis, e a imprimi-las no papel.
www.mam.rio/oficinas-caseiras-criancas/

CINEMATECA DO MAM – ONLINE

Programas e ciclos online, acompanhados de palestras e discussões sobre cinema e suas múltiplas manifestações.
www.vimeo.com/channels/cinematecadomam

VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL

Projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Em abril, Veredas do patrimônio audiovisual focaliza este mês as vanguardas cinematográficas e apresenta uma obra daquele que é considerado o primeiro crítico de cinema da história, Louis Delluc (1890–1924). Cineasta, crítico, escritor e animador cultural, Delluc é possivelmente o criador do termo “cineclube”. Figura central da vanguarda do cinema francês do período silencioso ao lado de nomes como Germaine Dulac e Jean Epstein, em 1922 Delluc realiza La femme de nulle part aquele que seria considerado seu principal e mais bem sucedido filme. A valorização e conservação de sua obra está diretamente ligada ao empenho de Henri Langlois, fundador da Cinemateca Francesa. E vem justamente da Cinemateca Francesa a cópia restaurada que apresentamos deste filme que é, até onde pudemos levantar, inédito no Brasil. Acompanhando a apresentação do filme haverá conferência da Cinemateca Francesa sobre o trabalho por trás da plataforma de difusão online da instituição, batizada, justamente em homenagem a seu fundador, Henri.

SEX 30 ABR – DOM 2 MAI
A mulher de lugar algum (La Femme de nulle part) de Louis Delluc. França 1922. Versão restaurada. Com Ève Francis, Roger Karl, Gine Avril, André Daven. 66’. Silencioso. Intertítulos em francês. Legendas em português. Classificação indicativa: 12 anos

SEG 29 mar (gravado em inglês, com legendas)
Conferência de Kate Saccone sobre as origens e conquistas do The Women Film Pioneers Project. Mediação José Quental

SEX 30 abril (gravado)
Conferência de Emilie Cauquy, Nicolas le Thierry e Catherine Hulin sobre “Henri”, plataforma de vídeo criada pela Cinemateca Francesa durante a pandemia. Mediação José Quental (em francês com legendas em português)

O CINEMA DE RODRIGO DE OLIVEIRA

Retrospectiva dedicada ao cineasta, roteirista, montador e crítico de cinema Rodrigo de Oliveira. Serão apresentados seus três longas e três curtas–metragens realizados entre 2012 e 2019. Rodrigo tem uma trajetória singular como realizador, pois antes de realizar seu primeiro curta, já tinha dois longa–metragens (As horas vulgares, co–dirigido com Vitor Graize e Teobaldo morto, Romeu exilado) que, além de serem exibidos nos circuitos dos festivais, tiveram lançamentos comerciais em diversas cidades do país. Originário de Volta Redonda e radicado na cidade de Vitória (ES), Rodrigo é sócio da produtora Pique Bandeira Filmes que vem se destacando na produção e coprodução de alguns dos filmes mais significativos da produção contemporânea no país, além de realizar um importante trabalho de recuperação da memória audiovisual do Espírito Santo, com o projeto Acervo Capixaba. A retrospectiva faz parte do esforço da Cinemateca do MAM em revisitar e divulgar o cinema brasileiro contemporâneo.

SEX 2 abril – QUI 8 abril
As horas vulgares de Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize. Brasil, 2012. Com João Gabriel Vasconcellos, Romulo Braga, Tayana Dantas, Sara Antunes, Thaís Simonassi, Julia Lund, Higor Campagnaro, Raphael Sil, Murilo Abreu, Erik Martincues e Abner Nunes. 123’. Classificação indicativa: 16 anos

Sex 9 abril – QUI 15 abril
Teobaldo morto, Romeu exilado de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2014. Com Alexandre Cioletti, Rômulo Braga, Sara Antunes, Margareth Galvão e Erik Martíncues. 118’. Classificação indicativa: 16 anos

QUI 15 abril, às 16h (via Youtube e Facebook)
Debate O cinema de Rodrigo de Oliveira. Com Rodrigo de Oliveira, Lucas Barbi, Rômulo Braga e Luiz Pretti. Mediação: Kênia Freitas.

SEX 16 abril – QUI 22 abril
Eclipse solar de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2016. Com Rejane Arruda, Erik Martíncues, Natália Hubner, Leonardo da Silva e Rômulo Braga. 28’. Classificação indicativa 10 anos. Ano passado eu morri de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2017. Com João Paulo Stein, Rodrigo de Oliveira, Lorena Lima e Isabella Masiero. 25’. Classificação indicativa 12 anos. + Os mais amados de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2019. Com Alberto Contarato, Fagner Soares, Rômulo Braga, Suely Bispo. 28’. Classificação indicativa: 16 anos

Sex 23 abr – DOM 25 abril

Todos os Paulos do mundo de Rodrigo de Oliveira e Gustavo Ribeiro . Brasil, 2018. Documentário. 90’. Classificação indicativa: 14 anos.

CENTENÁRIO DE ZEQUINHA MAURO

Filho do pioneiro Humberto Mauro, Zequinha foi um dos mais talentosos e prolíficos fotógrafos de cinema do país. Além de ter uma produção de mais de uma centena de filmes, Zequinha Mauro formou diversas gerações de fotógrafos de cinema no Brasil. Ele também montou e dirigiu filmes produzidos pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo. A programação teve início em março e se estenderá até o final de maio.

SEG 29 mar – DOM 4 abr
Programa 2. Canções populares (Chuá… Chuá e A casinha pequenina) de Humberto Mauro. Brasil, 1945. Documentário. 7’+ Aboio e cantigas de Humberto Mauro. Brasil, 1954. Documentário. 10’. + Canções populares (Azulão e o Pinhal) de Humberto Mauro. Brasil, 1948. Documentário. 8’ + Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. Documentário. 10’. + Engenhos e usinas – música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. 8’ + Manhã na Roça: o carro de bois de Humberto Mauro. Brasil, 1956, 8’. Classificação indicativa: livre

SEG 5 abril – DOM 11 abril
Programa 3. Alberto Nepomuceno – 1864 – 1920 de Humberto Mauro. Brasil, 1950. Documentário. 12’. + Castro Alves (1847 – 1871) de Humberto Mauro, Brasil, 1948. Documentário. 22’ + Cidade do Rio de Janeiro de Humberto Mauro. Brasil, 1949. Documentário. 32’. Classificação indicativa: livre

SEG 12 abril – DOM 18 abril
Programa 4. Festa de São Benedito de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. Documentário. 11’. + Festa do Divino Espírito Santo de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. 10’. Classificação indicativa: livre

SEG 19 abril – DOM 25
Programa 5. Laço de fita: Folclore do Piauí de Paulo Cezar Saraceni, Brasil, 1976. Documentário. 30’. + Conversa com Cascudo de Walter Lima Júnior. Brasil, 1977. Documentário. 8’. + Taim de Lyonel Lucini. Brasil, 1978. Documentário. 31’. Classificação indicativa: livre

SEG 19 abril, às 16h (ao vivo pelo Youtube e Facebook)
A trajetória de Zequinha Mauro no INCE, INC e Embrafilme. Com Sheila Schvarzman, Carlos Roberto de Souza, Ronaldo Werneck, André Di Mauro. Mediação José Quental

SEG 26 abril – DOM 2 maio

Programa 6. Oswaldo Cruz de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973.Documentário. 15’. + Cinegrafista de Rondon de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1979. Documentário. 9’. + Os brasileiros e a conquista do ar de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973. 11’. Classificação indicativa: livre

CINEMATECA JÚNIOR

Sessão com dois filmes realizados coletivamente em oficinas de animação conduzidas pela Cinemateca Portuguesa dentro do projeto Cinemateca Júnior. São animações em duas técnicas diferentes, a primeira em stop motion faz uma linda homenagem ao 25 de abril, a chamada Revolução dos Cravos. A segunda em pintura sobre película gera um filme abstrato cheio de poesia. Ambas os trabalhos foram criados por crianças e adolescentes em oficinas oferecidas no quadro deste pioneiro projeto.

DOM 25 abr – SAB 1 maio
O Dia da Liberdade, 25 de Abril de Alunos da oficina Técnicas de Cinema de Animação. Portugal, 2014. Animação. 1’. + [Workshop intervenção direta em película 16 mm] de alunos da oficina. Portugal, 2015. Animação. 33’ 37’’. Classificação indicativa: livre

ARTES VISUAIS – EXPOSIÇÕES
Previsão de reabertura: 15 ABR
Ingressos em www.mam.rio/ingressos

MARCOS CHAVES: AS IMAGENS QUE NOS CONTAM

20 MAR – 13 JUN - Visitação suspensa de 22 MAR - 15 ABR
Curadoria: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente

Panorama da obra do artista carioca Marcos Chaves, com trabalhos das últimas quatro décadas. Instalações, esculturas, objetos, fotografias e vídeos capturam aspectos fundamentais das paisagens que o artista habita e pelas quais circula. O espaço expositivo, com as vidraças descobertas, permitirá ao visitante conectar diretamente as obras de Chaves com a cidade do Rio, tema recorrente do seu trabalho.

FAYGA OSTROWER: FORMAÇÕES DO AVESSO

20 MAR – 6 JUN
Curadoria conjunta da equipe curatorial do MAM Rio, formada por Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente, e a equipe de Educação e Participação, com Daniel Bruno, Gilson Plano e Shion Lucas

A importância do trabalho artístico de Fayga Ostrower (1920–2001), especialmente no campo da abstração, é comparável a sua relevância como pensadora e educadora de arte, trabalho que desenvolveu no Bloco Escola do MAM Rio. “Fayga Ostrower: formações do avesso” traz ao MAM gravuras e tecidos da artista junto com seus textos e ideias, para celebrar o centenário do seu nascimento em 2020 e a recente doação de um conjunto de obras ao museu pelo Instituto Fayga Ostrower.

MEDIAÇÃO

Todos os meses construímos com diferentes grupos e indivíduos relações com as exposições, as programações e os acervos através do desenvolvimento de visitas, residências, debates, oficinas e formações. Com elas tornamos públicas as reflexões suscitadas pelo museu, dando ênfase à integração do museu com o território e com a cidade, à acessibilidade e os agenciamentos culturais, e às relações entre museu e comunidade escolar.

ACERVO EM FOCO

No último sábado do mês organizamos uma conversa dedicada a uma obra dos acervos do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e sua história, e explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.

SÁB 24 abr, às 14h, online

Políptico do Itamaraty, de Fayga Ostrower, com Antonio Amador. Diálogo sobre a gravura que a artista Fayga Ostrower elaborou em 1968, e que integra a exposição “Fayga Ostrower: formações do avesso”
Live no Instagram
Faixa etária: livre.

ENCONTROS NO MAM

A cada segundo sábado do mês haverá uma conversa com e sobre arte com profissionais convidados e profissionais do MAM, especialmente programas de Residências MAM. A cada mês a conversa adota dinâmicas e temáticas diferentes, compartilhando processos de trabalho, criação e pesquisa que se desenvolvem no museu.

SÁB 10 abr, às 16h (Facebook e Youtube do MAM)
Fala pública com Amara Moira
No âmbito do projeto de residência Pesquisa em Artes, haverá palestra da escritora e poeta Amara Moira. Nascida em Campinas (SP), Amara Moira é uma transexual, feminista, escritora e professora de literatura.

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até 8 pessoas de qualquer idade, quando dialogam e compartilham olhares, leituras e significados nas exposições do MAM. Agendar em www.mam.rio/ingressos

DOM 18 e 25 abr
10h30 – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

13h30 – Arquitetura MAM – Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.

15h – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

PERCURSOS

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo às exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

QUINTAS E SEXTAS, às 10h e 11h30

Percursos à escolha:

Paisagens imaginantes – Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até as paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.

História do MAM – Ao longo de sua história, o MAM realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou–se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

Arquitetura MAM – Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala–se no território da cidade.

VISITAS ACESSÍVEIS
Assista em www.youtube.com/mamrio

As visitas acessíveis juntam-se às tradicionais visitas em vídeo com tecnologias assistivas e recursos visuais para criar um recurso de educação que preze, em primeiro lugar, pela acessibilidade para os mais diversos públicos, com foco em pessoas com deficiências. Os vídeos têm como língua principal a Libras, sendo também utilizada a apresentação falada em português.

Visita à exposição Fayga Ostrower: formações do avesso
QUA 14 abr (lançamento)
As paisagens quase abstratas de Fayga Ostrower nos convidam a sensações. Estas paisagens propõem também texturas que serão exploradas neste vídeo. Como tratar do sentido tátil visualmente? Neste vídeo vamos buscar formas de relacionar os sentidos para explorar as formas e texturas que a artista utiliza para criar seu próprio mundo.

Visita à exposição Marcos Chaves: as imagens que nos contam
QUA 21 abr (lançamento)
Será que notamos os objetos comuns que vemos nas ruas? Um buraco no asfalto é um enorme problema para quem precisa se locomover, mas será possível ver arte nele? Quais os limites entre a arte e funcionalidade. Será que fazer arte é uma atividade acessível? Este vídeo vai olhar para a rua de dentro do museu e descobrir com você novos significados.

RESIDÊNCIAS MAM

Com o intuito de fazer do MAM Rio um lugar de formação e aprendizado que esteja aberto às influências e intervenções de diferentes grupos e comunidades, o museu organiza em 2021 cinco programas de residências, as quais regularmente resultam em eventos públicos ou apresentações.

TERRITÓRIOS CURATORIAIS

Seminário de encerramento da residência Territórios curatoriais, com apresentações públicas dos projetos de curadoria desenvolvidos pelos participantes, além de reflexões sobre o período de encontros. Durante seis semanas, curadores de regiões periféricas do Estado do Rio de Janeiro participaram da residência para a formação e desenvolvimento de suas pesquisas e projetos. Com encontros presenciais e online, a residência inclui mentorias individuais, sessões de estudos e envolvimento com a rotina de trabalho do MAM Rio.

TER 13 e QUA 14 abr, das 19h às 21h (online pelo Zoom)
Com os residentes Andreza Jorge, Dyó Potyguara, Gustavo Barreto, Jean Carlos Azous, Nathalie Peixoto e Thayná Trindade, o coordenador curatorial Thiago de Paula e o produtor Alexandre dos Santos

EXPRESSO EDUCAÇÃO: RESIDÊNCIA PROFESSOR–PESQUISADOR

Ciclo de palestras no qual tornamos públicos os debates realizados no projeto Expresso Educação: Residência Professor–pesquisador. Será formado por quatro encontros nos quais os temas “Arte, Educação e Cultura Digital” serão abordados por profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Os encontros são voltados para professores e educadores de diferentes disciplinas e contextos educacionais.

TER 27 abr, das 10h às 12h (online pelo Zoom)
Educação e Linguagens de Mídias Sociais, com Audino Vilão e Jonathan Caroba
Vagas: 50.

BLOCO ESCOLA

Em 2021, o MAM Rio retoma as atividades do Bloco Escola, recuperando a vocação original do MAM Rio, expressada tanto pela sua arquitetura como por suas práticas, de atuar na formação continuada dos profissionais e públicos nos campos artístico e cultural, com seminários, oficinas e cursos de curta e longa duração dedicados aos aspectos teóricos, poéticos, sociais, históricos da arte, do cinema e de outras formas de expressão, bem como suas redes de produção, circulação e difusão, pensadas em escala local, nacional e internacional.

CURSO INTERFACES ENTRE ARTE E EDUCAÇÃO

O curso online compreende a formação em artes de forma ampliada e vai investigar projetos e metodologias que abarcam as formações de públicos. O contexto são os museus, as instituições e projetos com recorte territorial, as escolas livres e espaços de formação de artistas, bem como a formação de alunos e professores da educação básica, olhando também para a escola e suas metodologias.

Reunirá profissionais que transitam por esses diferentes contextos e que vão contribuir para reflexões em torno das multiplicidades de questões, urgências e demandas que conformam as relações entre arte e educação.

Carga horária: 23 horas em três módulos entre abril e junho. Com conferências, palestras, debates e encontros para sistematização dos aprendizados de cada módulo. Voltado para professores, educadores, artistas e gestores que tenham a educação como campo de pesquisa e atuação. Vagas: 30. Inscrições formulário: https://mamrio.typeform.com/to/JvTetHqc

PROGRAMA

SEG 5 abr, das 19h às 21h
Conferência de abertura: Qual a importância de pensar arte e educação, a partir do museu de arte, com Pablo Lafuente, diretor artístico do MAM Rio


Módulo 1

Educação museal e mediação cultural – As interfaces entre arte e educação nos museus

SEG 12 abr, das 19h às 21h
Palestra: Mediação cultural como redistribuição, com Gleyce Kelly Heitor, gerente de Educação e Participação do MAM

SEG 19 abr, das 19h às 21h
Palestra: Mediação como pesquisa, com Cayo Honorato (professor do departamento de Artes Visuais da UnB)

SEG 26 abr, das 19h às 21h
Debate: O que é a comunidade quando o museu é na comunidade? Com Érika Lemos Pereira, coordenadora do Educativo do Galpão Bela Maré, e Bruna Camargos, pesquisadora da Residência MAM | Capacete

SEG 3 mai, das 19h às 20h
Aprendizados e reflexões, com moderação de Lais Daflon


Módulo 2

Interfaces entre arte e educação nas escolas, nos terreiros, nos quintais e nas aldeias

SEG 10 mai, das 19h às 21h
Palestra: A atualidade da formação de professores em artes, com Wilson Cardoso (UFRJ)

SEG 17 mai, das 19h às 21h
Palestra: Pedagogias de terreiro, com Espaço Cultural Vila Esperança – Escola Pluricultural Odé Kayodê

SEG 24 mai, das 19h às 21h
Debate: Arte e território, com Pâmela Nunes, de Redes da Maré, e o artista Xadalu Tupã Jekupé

SEG 31 mai, das 19h às 20h
Aprendizados e reflexões, com moderação de Gilson Plano


Módulo 3
O lugar da educação nas escolas livres de artes

SEG 7 jun
O lugar da pesquisa na formação, com Aline Albuquerque (Porto Iracema das Arte – CE)

SEG 14 jun
Palestra: Descentralização a afirmação do território, com Isabela Souza (Elã – Galpão Bela Maré)

SEG 21 jun
Debate: Formação e deformação de artistas – Ulisses Carrilho, curador da EAV Parque Lage, e Beatriz Lemos, curadora adjunta do MAM Rio

SEG 28 jun
Aprendizados e reflexões, com moderação de Antonio Amador

Posted by Patricia Canetti at 1:34 PM