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outubro 31, 2019

Trilhas artísticas com Elias Maroso, Richard John, Alessandra Bochio e Felipe Castellani no MARGS, Porto Alegre

O Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) dá continuidade ao ciclo de encontros “Trilhas artísticas”, organizado para trazer a público relatos de experiências sobre o desenvolvimento de trajetórias e pesquisas artísticas. A terceira edição reúne Elias Maroso (artista e pesquisador), Richard John (artista visual e professor), Alessandra Bochio (artista multimídia, pesquisadora e professora) e Felipe Castellani (artista sonoro e multimídia, pesquisador e professor). A mediação é de Vitor Grunvald, professor e pesquisador da UFRGS.

1 de novembro de 2019, sexta-feira, das 14h às 17h30

MARGS - Auditório
Praça da Alfândega s./n, Centro Histórico, Porto Alegre, RS
51-3227-2311
Capacidade: 60 lugares (preenchidos por ordem de chegada)
Entrada Franca

Em uma iniciativa do Instituto de Artes da UFRGS em parceria com o MARGS, o “Trilhas artísticas” apresenta, mensalmente, artistas e curadores abordando seus percursos e metodologias de trabalho. Inicialmente, serão três encontros, de setembro a novembro, sempre das 14h às 17h30min, no auditório do museu. A entrada é gratuita. O primeiro encontro, no dia 19.09.2019, reuniu Marina Camargo (artista visual), Diego Groisman (curador, pesquisador, tradutor, produtor cultural e gestor da Casa Baka) e Fabiana Faleiros (artista visual e pesquisadora), com mediação de Francisco Dalcol, diretor-curador do MARGS.

O segundo evento, realizado no dia 04.10.2019, teve as presenças de Daniel Escobar (artista e mestrando em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS), Renata Sampaio (artista, educadora e curadora independente) e Vitor Grunvald (professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A coordenação do projeto “Trilhas artísticas” é da professora e pesquisadora Marina Câmara (UFRGS).

SOBRE O TRILHAS ARTÍSTICAS

Trata-se de um ciclo de conferências de artistas e curadores abordando seus processos criativos e as metodologias de trabalho responsáveis pelo alcance de suas obras ou curadorias. Coordenada pela Profª. Marina Câmara, a iniciativa é uma parceria do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e da Pró-Reitoria de Extensão (Prorext), com o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

Ao longo de três encontros, os participantes apresentam e compartilham com o público os modos de operação que permitiram que seus trabalhos tivessem projeção profissional inclusive para além da cena local ou para além da cena artística restrita. Cada conferência contará com a presença de três participantes e a mediação de um convidado. Por ser uma atividade de extensão, quem tiver 75% de presença em todo o ciclo, poderá solicitar certificado de participação como ouvinte.

SOBRE AS FALAS

Richard John
Abordará sua produção artística a partir da pesquisa acerca de Desenhos Miméticos e a Tirania da Forma. A ênfase da fala será no conhecimento versus experiência nas formas de representação do desenho.

Elias Maroso
Trará um relato sobre a arte de pulsar caminhos e de atravessar o espaço, saídas que são entradas para outras saídas. Também apresentará um breve apanhado de ações que envolveram a trajetória artística, destacando as saídas encontradas tanto na produção e gestão de eventos artísticos independentes quanto na produção circunscrita no meio acadêmico e institucional.

Alessandra Bochio e Felipe Merker Castellani
Será realizada uma análise da pesquisa artística recente dos artistas, mais precisamente a partir de 2016. Essa abordagem traz como ponto central as convergências e inter-relações entre imagem, som, corpo e ambiente, principalmente em instalações e performances audiovisuais. Partindo de estratégias operatórias que geram simultaneamente resultantes sonoras e visuais, Alessandra e Felipe buscam a constituição de uma série de relações de interdependência mútua entre os diferentes meios de expressão artística solicitados nas obras. Assim, os ambientes instalativos e/ou performativos se constituem enquanto uma rede de retroalimentações e traduções entre informações de natureza distinta, entre meios materiais e imateriais, entre analógico e digital, entre corpo, espaço e o público.

SOBRE OS PARTICIPANTES

Richard John [Bom Princípio/RS, 1966]
Artista visual e professor. É doutor em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Pela mesma instituição, possui Mestrado em Artes Visuais na linha de Poéticas Visuais e Bacharelado em Artes Plásticas com ênfase em Pintura e Desenho. Entre 1998 e 2011, atuou como professor do Centro Universitário da Feevale nos cursos de Bacharelado em Artes Visuais, Ensino da Arte na Diversidade e Arteterapia. De 2006 a 2011, na mesma universidade, exerceu o cargo de coordenador do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Poéticas Visuais: Pintura, Desenho e Instalação – Processos Híbridos. Entre 2009 e 2018, foi professor do Curso de Design Visual da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-Sul) e, entre 2013 e 2018, atuou como coordenador do Espaço Cultural desta mesma instituição.

Elias Maroso [Sarandi/RS, 1985]
Artista e pesquisador. É doutorando em Artes Visuais na linha de Poéticas Visuais no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui Mestrado em Arte e Tecnologia, Graduação em Artes Visuais e Especialização em Design de Superfície, pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Em 2008, realizou extensão universitária na Escuela de Bellas Artes, na Universidad de la República, em Montevidéu/Uruguai. É membro-fundador do coletivo de artistas e produtores culturais Sala Dobradiça. Integra o Grupo Arte e Design (UFSM – CNPq) e o Grupo de Pesquisa Veículos da Arte (UFRGS – CNPq). Desenvolve pesquisa voltada ao objeto, à eletrônica e à intervenção.

Alessandra Bochio [São Paulo/SP, 1983]
Artista multimídia, pesquisadora e professora. Como artista se dedica à criação de performances e instalações audiovisuais. É Doutora em Artes Visuais pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), 2015, com estágio de pesquisa na Université Sorbonne Nouvelle Paris 3, França. É professora adjunta do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e líder do Grupo de Estudos e Práticas em Arte Mídia.

Felipe Merker Castellani [São Paulo/SP, 1984]
Artista sonoro e multimídia, pesquisador e professor. Como artista desenvolve instalações interativas, videoinstalações e performances audiovisuais em parceria com artistas de diversas áreas. É doutor em Música na área de Processos Criativos junto ao Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), 2016, com estágio de pesquisa na Université Paris 8, França. É professor adjunto do Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas e líder do grupo de pesquisa Corpo-imagem-som: pesquisa artística e práticas experimentais.

MEDIADOR
Vitor Grunvald [1983, Belém/PA]
Vitor Grunvald é viado, nortista, professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e ‘corpa’ livre do coletivo de ‘artivismo’ Revolta da Lâmpada. É um dos coordenadores do Núcleo de Antropologia Visual – UFRGS, além de integrar diversos outros grupos de pesquisa na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui formação também em cinema pela Academia Internacional de Cinema. É fotógrafo, realizador audiovisual e seus trabalhos, tanto acadêmicos quanto artísticos, giram em torno de gênero, sexualidade, arte, imagem, performance, cinema e estratégias documentais. Seu último trabalho, Domingo, parte de um projeto documental de narrativa transmídia realizado com Paulo Mendel, foi selecionado para a 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil.

Posted by Patricia Canetti at 8:32 AM

outubro 24, 2019

Entreolhares: Oficina o Grupo Contrafilé no Itaú Cultural, São Paulo

Itaú Cultural abre inscrições para workshop que debate o encontro entre estética e política na atualidade. A partir da pergunta “O que a arte tem a ver com tudo isso?”, o programa Entreolhares dá continuidade à série de workshops com artista, tendo o Grupo Contrafilé como convidado desta edição. Nos três encontros que conduzirão, o tema será explorado com o olhar voltado à performance, aos espaços de fala e escuta e ao espaço como obra.

Inscrições de 29 de outubro a 11 de novembro de 2019

Itaú Cultural
Avenida Paulista 149, São Paulo, SP, Estação Brigadeiro do Metrô
11-2168-1777

Itaú Cultural recebe inscrições para a nova edição do programa Entreolhares. Os interessados devem se inscrever pelo site do instituto (www.itaucultural.org.br), mesmo endereço eletrônico no qual os selecionados serão anunciados no dia 19 de novembro.

Organizado pelo Núcleo de Artes Visuais do Itaú Cultural e realizado desde de 2014, o Entreolhares recebe nesta edição o Grupo Contrafilé, composto por Cibele Lucena, Joana Zatz Mussi e Rafael Leona. Nos dias 26, 28 e 29 de novembro (terça-feira, quinta-feira e sexta-feira), eles conduzem o debate sobre o encontro entre a estética e a política na atualidade e a sua relevância em um momento histórico – tanto local, quanto global –, no qual precisamos cada vez mais nos perguntar: “O que a arte tem a ver com tudo isso?”.

Nas aulas, pretende-se acionar práticas e conceitos para pensar coletivamente sobre a questão, construindo e reconstruindo registros, escritos, discursos e narrativas a partir das relações entre arte e cidade, arte e produção de perspectivas/mundos e entre arte e escuta.

Entreolhares Falar e Escutar como Arte – com Grupo Contrafilé
Inscrições abertas de 29 de outubro a 11 de novembro
Pelo site www.itaucultural.org.br
Número de vagas: 30
Divulgação dos selecionados no site: 19 de novembro
Dúvidas e outras informações por email

Entreolhares Estética da Evidência
De 26 a 28 de novembro (terça-feira, quinta-feira e sexta-feira)
Horário: 18h30 às 21h30
Carga horária: 9 horas

Posted by Patricia Canetti at 11:05 AM

Oficina Caixa dos Desejos "Buon Viaggio" na Pinakotheke Cultural, Rio de Janeiro

Para o último dia da exposição “Leonilson por Antonio Dias – Perfil de uma coleção”, na Pinakotheke Cultural, crianças de todas as idades poderão se divertir com muita criatividade na oficina gratuita Caixa dos desejos “Buon Viaggio”, em que a garotada irá criar uma caixa personalizada para guardar as futuras lembranças de viagens.

26 de outubro de 2019, sábado, das 11h às 13h

Pinakotheke Cultural
Rua São Clemente 300, Botafogo, Rio de Janeiro, RJ
21-2537-7566

Esta é a última oficina infantil da mostra e não há inscrição prévia para a atividade. As crianças serão direcionadas para as atividades por ordem de chegada.

O artista Leonilson (1957-1993) estava em Milão, Itália, quando conheceu em 1981 o então já aclamado artista Antonio Dias (1944-2018). Daí em diante se tornaram grandes amigos, em uma amizade pontuada por viagens e cartas.

A exposição Leonilson por Antonio Dias – Perfil de uma coleção, que também tem entrada gratuita, reúne 38 desenhos e pinturas de Leonilson pertencentes a Antonio Dias. A mostra dá sequência à programação da Pinakotheke que aborda a amizade entre artistas.

Posted by Patricia Canetti at 10:48 AM

outubro 10, 2019

Mesa redonda em A parte maldita: um esboço na Sim Galeria, São Paulo

A Sim Galeria promove encontro em torno da exposição A parte maldita: um esboço. Mediada pelo curador da mostra Ricardo Sardenberg, a mesa abordará a pesquisa do curador acerca do conceito de "dispêndio", discutido pelo escritor francês Georges Bataille no livro homônimo à mostra (A parte maldita, 1949/1975). A partir da discussão proposta por Sardenberg, os artistas Eli Sudbrack, Gokula Stoffel, Rodolpho Parigi e Yuli Yamagata, que integram a mostra, compartilharão mais de suas pesquisas e trabalhos em exibição.

10 de outubro de 2019, quinta-feira, 19h30-21h30

Sim Galeria | São Paulo
Rua Sarandi 113 A, Cerqueira César, São Paulo, SP

Eli Sudbrack (AVAF) (Rio de Janeiro, RJ, 1968) Vive e trabalha entre São Paulo, Brasil, e Nova York, EUA. Assume vivid astro focus (avaf) foi fundado por Eli Sudbrack em 2001. Avaf ocasionalmente se transforma em uma dupla com o artista parisiense Christophe Hamaide-Pierson (Paris, 1973) e às vezes também em um coletivo, dependendo dos diferentes projetos em que estão envolvidos. Avaf trabalha em uma vasta gama de mídias, incluindo instalações, pintura, desenho, vídeo, escultura, néon, papel de parede, música, decalques. Com frequência confronta arraigados códigos culturais, questões de gênero e política através de uma superabundância de cores e formas. Avaf traz um espírito colaborativo apaixonado para todos os aspectos do seu trabalho, desde conceber projetos em conjunto com outras pessoas, empregar uma ampla gama de referências e materiais, até a execução de instalações de grande escala com equipes de variados backgrounds. Avaf aborda cada projeto com uma inesperada combinação de visão abudante, desenfreada e aguçado pragmatismo. O intuito central de seus projetos é sempre o mesmo: a criação de um Gesamtkunstwerk (“obra total de arte”) onde o espectador se torna um com trabalho de arte.

Gokula Stoffel (Porto Alegre, RS, 1988.) Vive e trabalha em São Paulo, SP. Em sua prática, Stoffel procura materializar imagens mentais evocando memórias e estados psicológicos afim de investigar esses possíveis desdobramentos pictóricos em objetos e espaço. Sua inquietação com a representação na atualidade se evidencia em suas pinturas, que, em realidade, vão para além da “pintura”: Gokula aplica técnicas dessa mídia em materiais industriais remanescentes, pedaços de vidro e tipos de tecidos variados, a fim de criar uma iconografia espacial fragmentada.

Rodolpho Parigi (São Paulo, SP, 1977) Vive e trabalha em São Paulo, SP. Bacharel em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado SP – Brasil. Trabalha com desenho, pintura e performance. Participou de residências artísticas como FLORA Ars + Natura – Bogotá Colombia 2011. Cité des Arts , Paris França 2009. Red Bull Station, São Paulo, Brasil, 2011. Realizou as recentemente as seguintes exposições individuais: “Modelo Vivo – Fancy Violence”, Pinacoteca do Estado, São Paulo, SP, 2017; Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP ,2015; “El Bestiário”, Sketch, Bogotá, Colômbia, 2015 e Rodolpho Parigi & Fancy Violence, Carbono Galeria, São Paulo, SP, 2015.Participou de exposições coletivas recentes que incluem: “Depois do Fim” – FIC Fundação Iberê Camargo Porto Alegre 2017; “A mão Negativa” – Vilnius, Lituânia, 2017; “Supensão – Perfomance”, CCBB Centro Cultural Banco do Brasil, SP, 2016; “Panoramas do Sul” – Festival de Arte Contemporânea Vídeo Brasil SESC SP, 2015; “A Mão negativa”, EAV Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ, 2015.; Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo SP, 2013; “Spinerei” – Leipzig, Alemanha, 2011. Suas obras fazem parte de coleções como: Pinacoteca do Estado de São Paulo – SP Brasil. Itaú Cultural São Paulo, Brasil. MAM – Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, Brasil. Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil, entre outras.

Yuli Yamagata (São Paulo, SP, 1989) Vive e trabalha em São Paulo, SP. Yuli Yamagata é formada em artes visuais na Universidade de São Paulo (USP), bacharelado em escultura. Trabalha essencialmente com costura e parte de tecidos ordinários encontrados em armarinhos e lojas populares para construir seu universo visual. Operações de reversão de sentido e deslocamento são comuns em seu trabalho. Possui um interesse especial na intersecção de imagens e referências, indo desde o design clássico às cores vibrantes das roupas de lycra dos praticantes de cross-fit. Entre suas principais exposições estão “Rocambole” (Pivô Arte & Pesquisa – São Paulo), “Tropical Extravaganza: Paola & Paulina” (SESC Niterói – Rio de Janeiro) e “Menção Honrosa” (CCCJ – Rio de Janeiro). Em 2018, participou da residência Despacio (San José-CR), gerido por Federico Herrero , do Proyecto Visible (Miami- USA), projeto curador por Jesús Fuenmayor baseado em artistas Latino-Americanos, e colaborou na direção de arte e figurino da peça “Sonhos de Uma Noite de Verão” no Teatro Satyros (São Paulo). Em 2019, realizou a continuação da exposição “Rocambole”, resultado de uma conversa de quase dois anos na residência do Pivô, com curadoria de Fernanda Brenner, em Lisboa (PT). A exposição ocorreu no espaço de arte independente Kunsthalle Lissabon (Lisboa), dirigido por João Mourão e Luís da Silva.

Posted by Patricia Canetti at 3:34 PM

Dynamic Encounters - Inhotim @ Instagram

Para aproximar pessoas interessadas no projeto Dynamic Encounters e disponibilizar um conteúdo único e riquíssimo, fruto de discussões espontâneas entre os mais experientes professores do projeto e o nosso grupo, criamos a conta privada @dynamicencounters_inhotim_2019 no Instagram para que possam acompanhar de perto todo o andamento da viagem a Inhotim, que acontecerá na semana que vem, de 10 a 13 de outubro. Nela serão compartilhadas fotos e vídeos em posts, stories e lives, com resumos de discussões e principais assuntos abordados. Apesar de não substituir a experiência presencial, é uma ótima oportunidade de conhecer mais a fundo o projeto. A equipe desta edição é formada pelos professores Charles Watson, Fernando Cocchiarale, Frederico Carvalho e Jailton Moreira, com a coordenação de Anna Bentes.

O acesso será possível mediante ao pagamento do valor de R$80,00. Pode ser feito via Paypal neste link (R$80,00 + taxa do sistema). Ou, se preferir, através de transferência bancária. Se optar por essa opção, nos solicite os dados bancários respondendo a este e-mail.

Após o pagamento, por favor nos envie o comprovante com as seguintes informações:

Nome:
Instagram:
Email:
Telefone:
CPF:

O próximo passo é fazer o pedido de nos seguir pelo Instagram: @dynamicencounters_inhotim_2019

Liberaremos o acesso assim que recebermos o email de confirmação. A conta estará ativa durante os dias do projeto e será encerrada 15 dias após o término do mesmo. Aproveite!

Qualquer dúvida estamos à disposição por email ou pelos telefones 21-2553-3748 / 9224.

Posted by Patricia Canetti at 3:24 PM

A Fábrica de Pipas, de Christus Nóbrega, celebra as crianças no Casapark, Brasília

Em outubro, a Galeria Casa será ocupada pela instalação performática e interativa, onde a garotada e seus pais poderão se divertir fabricando pipas seguindo uma tradição milenar e conhecer mais sobre a produção e o processo criativo do artista visual radicado em Brasília

Em comemoração ao mês das Crianças, o casapark recebe na Galeria Casa a “Fábrica de Pipas”, de Christus Nóbrega. Entre 4 e 27 de outubro, crianças, mães, pais e familiares poderão se divertir, conhecer a obra e os processos criativos de um importante artista visual que vive e produz em Brasília através de produção de um artefato criado há mais de três mil anos e, hoje, é parte da brincadeira de crianças ao redor do mundo. A “Fábrica de Pipas” funcionará em turnos de 15 minutos cada e jornada de trabalho de terça a sexta, das 14h às 22h, sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 14h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos, incluindo os maiores de 18 anos. A Galeria Casa fica no casapark, 1º Piso, ao lado do Espaço Itaú de Cinemas. Telefone: 61-3403-5300.

Criada pelos chineses em 1200 a.C., a pipa surgiu inicialmente como um instrumento de sinalização e de alerta militar. Hoje, é um brinquedo presente nas mais diversas culturas ao redor do mundo. Segundo a coordenadora de marketing do casapark, Josie Fedrigo, a “Fábrica de Pipas”, de Christus Nóbrega, “a proposta é apresentar para o nosso público um olhar sobre a cultura, a arte e o design. E para o dia das crianças não poderia ser diferente. A Fábrica de Pipas aproxima as crianças de uma linguagem de arte essencial para sua formação como, também, estabelece um espaço criativo para que pais e filhos possam passar um tempo juntos fazendo um trabalho coletivo em um ambiente repleto de informações e referências históricas, artísticas e lúdico”.

Com entrada gratuita, a “Fábrica de Pipas” é uma instalação artística, interativa e performática, onde os visitantes podem participar fabricando pipas. Assistidos por dois monitores – performers que exercem as funções de “gerentes de produção” -, cada “operária e operário” trabalhará em turnos de 15 minutos, tempo médio para a produção de uma pipa. Depois de bater o ponto, vestidos de jalecos cinzas, trabalhadores e trabalhadoras seguem para a linha de produção. A cada 11 pipas fabricadas, a trabalhadora e o trabalhador levará uma para casa, carimbada e autenticada como tendo sido produzida na fábrica. As crianças podem participar acompanhadas dos pais.

Resultado de uma residência artística realizada por Christus Nóbrega na China em 2015, a “Fábrica de Pipas” é parte da exposição “Dragão Floresta Abundante”, que passou pelos CCBB Brasília, Belo Horizonte e foi convidado a participar da 25ª Bienal de Curitiba. A obra discute a ambiguidade de um país que, ao mesmo tempo em que mantém tradições milenares, é pioneiro no mundo da tecnologia. “Para a instalação na Galeria Casa, a fábrica vem em uma versão mais robusta e convida o público a pensar sobre a história da humanidade através do processo de fabricação de objetos”, afirma o artista visual Christus Nóbrega.

Além da instalação performática instalada na galeria principal, Christus Nóbrega ocupará a saleta da Galeria Casa. No local, o público poderá conhecer mais sobre os processos criativos e o percurso do artista a partir de obras inéditas relacionadas à residência artística na China e de séries anteriores, além de cadernos de anotações.

Sobre Christus Nóbrega

Artista e Professor Adjunto do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB), Christus Nóbrega é Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos cursos de Pós-Graduação em Artes e Design da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris e no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro. Autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA) e em 2018 na Austrália no Canberra Contemporary Art Space.

Sobre a Galeria Casa

A Galeria Casa é um espaço criado pelo casapark para ampliar a visibilidade, fomentar e oferecer uma imersão transformadora e agregadora na produção dos profissionais que atuam nas artes visuais, na arquitetura e no design. Com uma programação especial oferecida gratuitamente ao público, a cada mês ao longo de um ano, uma galeria ou coletivo de artistas ou espaço independente dedicado às artes visuais ocupará a Galeria Casa com exposições, oficinas, ateliês abertos e conversas com artistas, curadores, arquitetos e designers. Concebida para acolher ocupações artísticas com as mais variadas expressões de linguagens e suportes, a Galeria Casa responde à crescente demanda do público por mais espaços capazes de reunir pessoas interessadas em conhecer e debater sobre novos valores estéticos diante da diversidade e da potência das produções locais e nacionais.

Posted by Patricia Canetti at 3:17 PM

Tapetes Contadores de Histórias na Fundação Iberê, Porto Alegre

Conhece os Tapetes Contadores de Histórias? Então vem pra Fundação!

No final de semana das crianças, o grupo carioca estará na capital gaúcha de mala e tapete contando suas histórias, que assim como eles, se desdobram, revelam segredos e contam de universos jamais chegados se não pela literatura. Confere a programação de cada dia e traz o seu pequeno para comemorar a infância com a gente na Fundação Iberê (Av. Padre Cacique 2000, Porto Alegre, RS).

Sábado, 12/10, às 15h, Palavras Andantes vem de bem distante: um conto africano e três americanos. Trata-se de uma história cheia de espelho mágico, agulha mágica, busca pelo Sol na cordilheira dos Andes e muito mais! Os painéis que servem de cenário para esta fábula foram criados no Brasil e Peru, e seus detalhes trazem a surpresas que enriquecem o imaginário de quem as escuta. Duração: 50 minutos.

Domingo, 13/10, às 15h, Na Fazenda da Minha Avó é um convite divertido para pensar de maneira singela a vida no campo e a relação da criança com a natureza. São narrados dois contos africanos, um brasileiro e um francês. Os painéis artesanais possuem toda a riqueza que essas histórias trazem, ilustrando um pouco do imaginário infantil. Duração: 50 minutos.

Atividade indicada para todas as idades.

Inscrições gratuitas e no local.

Posted by Patricia Canetti at 3:03 PM

MAR é lugar de criança!

“Nesse Dia das Crianças, os pequenos, jovens e suas famílias vão poder experimentar diferentes atividades lúdicas. Há também oficinas de criação desenhadas para diferentes faixas etárias, que contemplam desde os pequenos até os adolescentes”, explica a coordenadora de Educação do MAR, Izabela Pucu.

12 de outubro de 2019, sábado, 10h às 18h

Museu de Arte do Rio – MAR
Praça Mauá 5, Centro, Rio de Janeiro, RJ

Sábado, 12 de outubro, é umas das datas do ano mais aguardadas pelos pequenos e, como o MAR é lugar de criança, o museu preparou uma série de atividades para comemorar esse dia especial. Das 10h às 18h, o Museu de Arte do Rio – MAR, sob a gestão do Instituto Odeon, recebe uma programação especial com atividades educativas, oficinas e visitas mediadas às exposições voltadas para o público infantil e seus familiares.

A participação nas oficinas será por meio de inscrição gratuita no site da Sympla. Já a atividade nos pilotis terá entrada gratuita e sem a necessidade de inscrição. Para as visitas mediadas às exposições, será preciso adquirir o ingresso (R$ 20 – inteira | R$ 10 – meia) na bilheteria do museu. Crianças de até cinco anos têm direito a entrada gratuita no Pavilhão de Exposições.

PROGRAMAÇÃO

> Estação Brincando com as Cores e Formas | Pilotis (atividade gratuita)
10h às 12h – Com os educadores Davi Benaion, Gabriela Cyrne, Rita Valentim e Patrícia Chaves
14h às 16h – Com os educadores Georges Marques, Juliana Pavan, Luiza de Negreiros e Guilherme Marins

▪ Nesta atividade, o público infantil, infanto-juvenil e suas famílias serão convidados a se relacionarem com as cores e formas do mundo, por meio de diversas brincadeiras do universo infantil adaptadas no diálogo com a arte contemporânea.

> Conheça o MAR especial Dia das Crianças (R$ 20 – inteira | R$ 10 – meia)
11h às 12h – Com o educador Edmilson Gomes
14h às 15h – Com o educador André Vargas

▪ Com 1 hora de duração, a visita oferece uma visão panorâmica dos espaços do museu em conexão com a história da região portuária e da Pequena África. Além disso, a atividade também integra um percurso cartografado que relaciona um conjunto de trabalhos das exposições em cartaz. Neste sábado, o Conheça o MAR será oferecido especialmente para as crianças e suas famílias. A visita é concluída dentro do pavilhão de exposições de modo que o visitante possa escolher as mostras e os espaços que gostaria de revisitar. O ponto de encontro fica ao lado da bilheteria do museu.

> Oficina de Criação: Imagem e Corpo | Primeira infância
10h às 13h – Com os educadores Cás de Mattos e Mariana Gon

Local: Escola do Olhar

▪ Como se comunicar sem usar as palavras? Por meio de gestos e expressões, num jogo performático, a atividade convida as crianças a experimentarem o mundo ao redor, impulsionando a percepção visual e a criação imagética na representação de emoções.

Faixa etária: Primeira infância | 03 a 05 anos
20 vagas

Atividade gratuita
Inscrições online

> Oficina de Criação: Buliçosos - Uma viagem no mundo da arte | 06 a 09 anos
14h às 17h – Com os educadores Lia Soares e Fernando Porto
Local: Escola do Olhar

▪ A proposta da oficina é proporcionar, por meio de estações artísticas, o contato das crianças com diversos processos do mundo da arte, como: teatral, musical e plástico.

Faixa etária: 06 a 09 anos
20 vagas

Atividade gratuita
Inscrições online

Posted by Patricia Canetti at 2:55 PM

outubro 3, 2019

Sim Galeria promove visitas aos ateliês de seus artistas

O próximo encontro será no ateliê de Marcelo Moscheta no sábado, 5 de outubro

Em mais uma iniciativa que busca aproximar público e artistas, a SIM Galeria promove ao logo desse semestre uma série de cinco visitas, uma a cada mês, aos ateliês de Julia Kater (17/08), Ricardo Alcaide (14/09), Marcelo Moscheta (05/10), Rodrigo Bivar (09/11) e Marina Weffort (07/12).

O próximo encontro será com Marcelo Moscheta, no dia 5 de outubro, sábado, às 11h30, em seu ateliê localizado na cidade de Campinas. Quem participar terá a chance de conhecer o espaço de trabalho do artista e saber mais sobre sua carreira, inspirações, processo criativo e demais aspectos que permeiam seu trabalho. As inscrições devem ser feitas por e-mail até o dia 04/10 e a galeria fornecerá transporte partindo de São Paulo, com vagas limitadas.

Desde o início da sua carreira, Marcelo Moscheta (São José do Rio Preto, 1976) tem realizado obras e exposições que nascem de seus deslocamentos por lugares remotos. Recentemente tem pesquisado fronteiras e limites impostos a territórios e a relação que os rios estabelecem com a paisagem ao longo de seu curso.

Destacam-se as exposições individuais Erosão Diferencial (2017) no MACC de Campinas; Plano Inclinado (2017) na SIM Galeria; Sete Quedas (2016) na Galeria Vermelho, 1.000 km, 10.000 anos (2013), na Galeria Leme e a instalação Contra.Céu (2010) realizada na Capela do Morumbi.

Comissionado pela 8ª Bienal do Mercosul (2011), realizou sua pesquisa por toda a extensão da fronteira entre Brasil e Uruguai. No mesmo ano participou de residência artística a bordo de um veleiro em Spitsbergen, no Polo Norte, resultando na exposição NORTE (2012), realizada no Paço Imperial. Moscheta já participou de expedições e residências em locais como o Plataforma Atacama, LABVERDE na Floresta Amazônica, Flora Ars+Natura na Colômbia, além de China, Ucrânia, França e Itália.

Já recebeu vários prêmios e bolsas de pesquisas entre as quais Prêmio de Arte Marcos Amaro (2019); The Pollock-Krasner Foundation Grant (2017); The Drawing Center Open Sessions Program (2015); Bolsa Estímulo de Produção em Artes Visuais da Funarte (2014); Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (2012) e o I Prêmio Pipa Júri Popular, em 2010, entre outros.

Studio Visits – Sim Galeria
Ateliê Marcelo Moscheta
Dia 5 de outubro, sábado, às 11h30
Informações e inscrições por email

Posted by Patricia Canetti at 12:10 PM

outubro 1, 2019

Trilhas artísticas com Daniel Escobar, Renata Sampaio e Vitor Grunvald no MARGS, Porto Alegre

O MARGS dá continuidade ao ciclo de encontros “Trilhas artísticas”, organizado para trazer a público relatos de experiências sobre o desenvolvimento de trajetórias e pesquisas artísticas. A segunda edição reúne Daniel Escobar (artistas e mestrando em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS), Renata Sampaio (artista, educadora e curadora independente) e Vitor Grunvald (professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com mediação de Igor Simões (curador educativo e professor da UERGS).

4 de outubro de 2019, sexta-feira, das 14h às 17h30

MARGS - Auditório
Praça da Alfândega s./n, Centro Histórico, Porto Alegre, RS
51-3227-2311
Capacidade: 60 lugares (preenchidos por ordem de chegada)
Entrada Franca

Em uma iniciativa do Instituto de Artes da UFRGS em parceria com o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), o “Trilhas artísticas” apresenta, mensalmente, artistas e curadores abordando seus percursos e metodologias de trabalho. Inicialmente, serão três encontros, de setembro a novembro, sempre das 14h às 17h30min, no auditório do museu. A entrada é gratuita.

O primeiro encontro, no dia 19.09.209, reuniu Marina Camargo (artista visual), Diego Groisman (curador, pesquisador, tradutor, produtor cultural e gestor da Casa Baka) e Fabiana Faleiros (artista visual e pesquisadora), com mediação de Francisco Dalcol, diretor-curador do MARGS.

O próximo e terceiro encontro, com data marcada para 01.11.2019, contará com Elias Maroso, Richard John e Romy Pocztaruk. A coordenação do projeto “Trilhas artísticas” é da professora e pesquisadora Marina Câmara (UFRGS).

SOBRE O TRILHAS ARTÍSTICAS

Trata-se de um ciclo de conferências de artistas e curadores abordando seus processos criativos e as metodologias de trabalho responsáveis pelo alcance de suas obras ou curadorias. Coordenada pela Profª. Marina Câmara, a iniciativa é uma parceria do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq) e da Pró-Reitoria de Extensão (Prorext), com o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

Ao longo de três encontros, os participantes apresentam e compartilham com o público os modos de operação que permitiram que seus trabalhos tivessem projeção profissional inclusive para além da cena local ou para além da cena artística restrita. Cada conferência contará com a presença de três participantes e a mediação de um convidado. Por ser uma atividade de extensão, quem tiver 75% de presença em todo o ciclo, poderá solicitar certificado de participação como ouvinte.

PROGRAMAÇÃO

Daniel Escobar
Sua fala trará a público os bastidores da obra “A Arte da Conversação” em suas diferentes versões realizadas no contexto de três cidades brasileiras – Belo Horizonte, Sorocaba e Porto Alegre. Caracterizada por um processo de negociação para obtenção de um conjunto de letras de fachadas comerciais tomadas emprestadas, a obra empenha-se em inscrever temporariamente uma palavra no corpo da cidade.

Renata Sampaio
Irá nos contar como o seu autorreconhecimento enquanto mulher negra a fez enxergar a elaboração artística como potente forma de criação de contranarrativas pelas maiorias minorizadas, e a curadoria como uma forma de alastrar essas vozes.

Vitor Grunvald
Apresentará os caminhos do projeto “Família Stronger” que tem desenvolvido com o artista e diretor Paulo Mendel ao longo dos últimos três anos. Trata-se de um documentário de narrativa transmídia sobre um coletivo LGBTQIA+ da periferia de São Paulo que inclui a realização de (vídeo)instalações, curtas e longa-metragem, além de trabalhos relacionados com uso da tecnologia para experimentação com estratégias documentais e com a imaginação etnográfica.

SOBRE OS PARTICIPANTES

Daniel Escobar [Santo Ângelo/RS, 1982]
Mestrando em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS. Sua obra aborda as paisagens do desejo criadas pelo consumo e pelo entretenimento, com uma pesquisa conduzida por questões relacionadas ao capital e suas múltiplas hipóteses (indústria da publicidade, capital imobiliário, mercado turístico, capital simbólico, fake news e rede). Participou de residências como Bolsa Pampulha (Belo Horizonte, 2008-2009) e Bolsa Iberê Camargo/Casa de Velázquez (Madrid, 2014). Em 2018, foi finalista do Prêmio Pipa Online e premiado com o Incentivo Extraordinário. Possui obras em acervos públicos e privados no Brasil e no exterior, incluindo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), Museu de Arte do Rio (MAR), Coleção de Arte da Cidade de São Paulo, Museu de Arte da Pampulha, Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR), Casa de Velazquez (Madrid), entre outros.

Renata Sampaio [Rio de Janeiro/RJ, 1988]
É artista, educadora e curadora independente. Formada em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), trabalha com produção em performance e videoarte, tendo participado de exposições coletivas em cidades do Brasil, Portugal e Espanha. Interessa-se por temas ligados ao corpo negro feminino, território e intimidade. Destaque para a participação no programa Diálogos Ausentes do Itaú Cultural com a Performance da Invisibilidade: o estereótipo da negra nas artes cênicas e a curadoria da mostra de vídeo-performances Esteriotipação: mulheres negras performam, no Rio de Janeiro e São Paulo. Possui 14 anos de experiência como mediadora cultural, tendo sido co-coordenadora do programa educativo da 11ª Bienal do Mercosul. Em 2019, lançou o jogo Corpo Negro Cubo Branco, na qual reflete sobre o impacto de ser um corpo negro dentro do setor educativo de uma exposição/instituição de arte.

Vitor Grunvald [Belém/PA, 1983]
Vitor Grunvald é viado, nortista, professor do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e ‘corpa’ livre do coletivo de ‘artivismo’ Revolta da Lâmpada. É um dos coordenadores do Núcleo de Antropologia Visual – UFRGS, além de integrar diversos outros grupos de pesquisa na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Possui formação também em cinema pela Academia Internacional de Cinema. É fotógrafo, realizador audiovisual e seus trabalhos, tanto acadêmicos quanto artísticos, giram em torno de gênero, sexualidade, arte, imagem, performance, cinema e estratégias documentais. Seu último trabalho, Domingo, parte de um projeto documental de narrativa transmídia realizado com Paulo Mendel, foi selecionado para a 21ª Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil.

Posted by Patricia Canetti at 2:51 PM

Jornadas de Outubro na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro

Desde de 2016, outubro é o mês que a Escola de Artes Visuais do Parque Lage elegeu para repensar o mundo sob a perspectiva daqueles que carregam o arrojo das mudanças. Enquanto o Dia da Criança no Brasil é festejado no dia 12, as Jornadas de Outubro estendem a comemoração ao mês inteiro com programação pública dedicada a crianças de todas as idades, que inclui jongo com o coletivo Quilombo Etu, oficinas ao ar livre, visitas à exposição Campo e banho na piscina do palacete.

Até 26 de outubro de 2019

Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ
Programação
21-2334-4088

APRESENTAÇÃO

Nesta edição, a coordenação do projeto organizou uma programação que parte do desejo de reflexão sobre a escola. Por que as escolas existem? Pode a escola ser uma floresta? Pode a floresta ser uma escola? É possível saber onde começa e onde termina o aprendizado? Como nos formamos na relação com a arte? O que uma escola de arte tem a aprender com as crianças? Quais as pistas para desenvolvermos uma justa reciprocidade envolvendo aluno, escola e professores, todos aprendizes? Essas são algumas das perguntas com as quais caminharemos juntos, a olhar para dentro e para fora da nossa escola durante as Jornadas de Outubro.

“Desejamos nos aproximar dos saberes proporcionados pela floresta e pela arte. Queremos substituir certezas totalitárias por perguntas. Questionar coletivamente a separação entre natureza e cultura, sensibilizar o olhar e a escuta, sensibilizar a desaceleração que aponta para uma possibilidade outra de educação. Apostar menos na norma e mais no convívio, na experimentação e na troca entre os corpos. Vivenciar a experiência com o mundo, consigo e com o outro como possibilidades de criação”, reflete Gleyce Kelly Heitor, coordenadora de ensino da EAV.

Para compor a programação deste ano, que se estende até o sábado, dia 26 de outubro, a instituição convida crianças, famílias, artistas e professores à proporem vivências, ampliando as reflexões sobre a temática “escola”.

A programação inclui dançar jongo com o Quilombo Etu, conhecer ou relembrar músicas do repertório afro-brasileiro na festa Rebolinha acompanhados pela MC Leão, assistir filmes, experimentar a exposição “Campo”, a floresta e o palacete de muitas formas, com os professores do Parquinho Lage, com educadores e com as famílias (segue programação completa mais abaixo).

As inscrições devem ser feitas por e-mail ou diretamente na secretaria da EAV Parque Lage.

Organização: Gleyce Kelly Heitor, Gilson Andrade, Luana Vieira Gonçalves, Luana Moura e Ulisses Carrilho

PROGRAMAÇÃO

Gratuito | Aberto ao público | Classificação livre

Inscrições gratuitas para todas as atividades abertas ao público. Caso o participante não esteja presente 30 minutos antes do início da aula, a reserva será liberada para lista de espera. Sujeito a lotação.

Inscrições por e-mail ou efetuadas diretamente na secretaria da EAV – Parque Lage.

Sábado, 5 de outubro

ATIVAÇÕES DE PERGUNTAS DO PARQUINHO LAGE
Duas atividades simultâneas
Horário: 10h30 – 12h30
Público: crianças de 6 à 12 anos
Esta edição das Jornadas de outubro parte do desejo de refletirmos juntos sobre o “ser escola”. Trocando certezas por perguntas, através de duas atividades artísticas, de forma lúdica, pretendemos refletir com as crianças sobre as questões que norteiam o parquinho lage: Por que as escolas existem? Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?

Atividade 1: Por que as escolas existem?
Professores: Filipe Machado e Roberto França
Local: sala 1

Atividade 2: Pode a floresta ser uma escola? Pode a floresta ser uma escola?
Professores: Bruno Balthazar e Pri Fiszman
Local: parque

ATIVAÇÃO DA EXPOSIÇÃO CAMPO: COMO EXPERIMENTAR A FLORESTA?
Horário: 14h00 – 16h00
Professores: Daniela Seixas e Rodrigo Ferreira
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades
Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.
Neste sábado, partindo dos sentidos do corpo, despertados pela exposição Campo, será proposta uma experimentação e dissolução das fronteiras e modos de sentir o espaço da floresta-urbana-escola. Caminhada, invenção de trajetos, coletas, desenhos, escutas e investigações com os elementos da natureza como prática de criação e aprendizado.

Quinta-feira, 10 de outubro

ATIVAÇÃO EXTERNA: DE ESCOLA PARA ESCOLA COM ESCOLA POR VIR
Horário: 19h00 – 22h00
Convidada: Thelma Vilas Boas
Local: Lanchonete<>Lanchonete, R. Pedro Ernesto, 16, Gamboa.
Público: famílias, professores e interessados por arte e educação
De escola para escola acontece pela primeira vez nesta edição das Jornadas de Outubro. Pretende provocar encontros entre escolas criando espaço para a troca de saberes e processos. Neste encontro estaremos no espaço da Lanchonete<>Lanchonete, localizado na Gamboa, conversando sobre o caminhar, construir e inventar espaços de convívio/resistência/aprendizado/troca. Serão realizadas duas ativações, Letramento e Geometria, a partir de experiências em processo de invenção na Escola Por Vir.
A L<>L propõe a invenção coletiva da Escola Por Vir a fim de potencializar o impacto positivo das suas práticas na comunidade e criar possibilidades outras nas quais se possam gestar futuros livres e críticos, com maior justiça e bem-estar social para todxs, contribuindo, assim, com a ressignificação deste território vítima da violência do racismo e da fome.
Alocada desde junho de 2019 em um galpão de 240m2, a Lanchonete <> Lanchonete _ Escola Por Vir é um espaço de convivência gratuito, seguro, digno e rico nas diferenças e pluriversidades, fruto de invenção coletiva, com diversas estações de experimentações (projetos) em diferentes campos do saber à disposição da comunidade que favoreçam a troca de aprendizados e colaborem para construção livre, orientada e interterritorial de inteligência, alimentando o desenvolvimento físico/intelectual das subjetividades dos participantes crianças, jovens e adultos, majoritariamente locais, negros e de baixa renda.
Reconhecendo o crítico contexto socioeconômico, a crescente injustiça social e o anúncio do final de políticas governamentais de proteção aos direitos das minorias e dos recursos naturais, a L<>L se afirma como um gesto de resistência ao imponderável.
Através de uma práxis que combina, no mesmo lugar, a comensalidade com atividades que potencializam a constituição de sujeitos autônomos e emancipados, utilizando uma linguagem simples e franca, construída concomitante à escuta, as iniciativas da Lanchonete <> Lanchonete _ Escola Por Vir seguirão ativadas com e a partir do contexto local e suas singularidades, suas urgências e as prioridades dos moradores da Pequena África.
A cozinha – escola – comunitária da L<>L, gratuita e aberta diariamente, que oferece axs participantes oficinas de preparo saudável de alimentos in natura, de artes, de impressões gráficas, de letramento, de estudos de narrativas não brancas, será amplificada e integrada a outros campos do saber trazidos pela Escola Por Vir.

Sábado, 12 de outubro

ARTE EM FAMÍLIA ESPECIAL CAMPO: A IMAGEM MÁGICA
Professoras: Caroline Valansi e Maria Laet
Horário: 10h30 – 12h30
Público: crianças a partir de 4 anos e suas famílias

ATIVAÇÃO DA EXPOSIÇÃO CAMPO: COMO EXPERIMENTAR O TEMPO?
Com Julia Saldanha e Nivea Santana
Horário: 14h00 – 16h00
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades

Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o ‘Programa educativo – Uma escola dentro da escola’ se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.
Quanto tempo o tempo tem? Como medimos tempo no nosso corpo? No espaço? O que é um dia para nós pode ser a vida inteira de um inseto. Nesta ativação, inspirada pela exposição Campo, vamos pensar juntos o tempo contando a história de uma borboleta que acabou de descobrir o mundo. Para experimentar o tempo no espaço vamos fazer uma atividade a partir da obra “Paff”, do artista Ernesto Neto.

PISCINA LIVRE
Horário: 15h00 – 18h00
Aberto ao público
REBOLINHA CONVIDA MC LEÃO
Com Galo Preto, João Penoni e Sabrina Rodrigues
Horário: 15h00 – 18h00
Local: pátio da piscina
Aberto ao público

Sábado, 19 de outubro

ATIVAÇÕES DE PERGUNTAS DO PARQUINHO LAGE
Duas atividades simultâneas
Horário: 10h30 – 12h30
Público: crianças de 6 à 12 anos
Esta edição das Jornadas de outubro parte do desejo de refletirmos juntos sobre o “ser escola”. Trocando certezas por perguntas, através de duas atividades artísticas, de forma lúdica, pretendemos refletir com as crianças sobre as questões que norteiam o parquinho lage: Por que as escolas existem? Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?

Atividade 1: Por que as escolas existem?
Professores: Regina Neves e Zoè gruni
Local: sala 1

Atividade 2: Pode a floresta ser uma escola? Pode a escola ser uma floresta?
Professores: Alexis Zelensky e Fernanda Zerbini
Local: parque
Pecinhas, pedacinhos, sons, e estímulos que convidam as crianças à criação de uma escola dentro da floresta. Como é essa escola? É uma escola para as formigas? É pequena? É grande? No micro e no macro, são infinitas as possibilidades de encontrar os limites dessa escola. Com fitas de demarcação, papéis e microfone, vamos construir junto com as crianças os registros da criação de uma escola da floresta.

ATIVAÇÃO DA EXPOSIÇÃO CAMPO: COMO EXPERIMENTAR A PRESENÇA?
Professores: Rodrigo Maré, Andressa Rocha e Antônio Amador
Horário: 14h00 – 16h00
Local: Cavalariças
Público: crianças de todas as idades
Através da exposição Campo e do espaço da Escola de Arte Visuais do Parque Lage, o parquinho lage e o Programa educativo – Uma escola dentro da escola, se juntam com crianças de todas as idades para vivenciar processos sensoriais e experienciar perguntas.

Sábado, 26 de outubro – Encerramento

ARTE EM FAMÍLIA ESPECIAL DE FAMÍLIA PARA FAMÍLIA
Professores: Zie e sua família – Lara Corrêa, Clarissa Diniz e Luiz Guimarães
Horário: 10h30 – 12h30
Local: sala 1
Público: crianças a partir de 4 anos e suas famílias

JONGO PARA TODAS AS IDADES: QUILOMBO ETU
Com Pâmela Carvalho, Pablo Carvalho e Rodrigo Maré
Horário: 14h00 – 16h00
Local: salão nobre
Público: crianças de todas as idades
O Quilombo Etu é um coletivo-projeto criado e protagonizado por jovens negros moradores de favela. Entendendo que a favela pode ser lida como Quilombo contemporâneo, onde a população preta resiste, se reinventa e se fortalece, o grupo pretende trazer a noção de “Etu” – palavra que em kikongo significa “nós” para dentro deste Quilombo. Um Quilombo construído a partir da coletividade e unidade preta e favelada.
Nosso Quilombo promove ações como oficinas de danças populares afro-brasileiras, percussão, rodas de conversa, entendendo corpo e mente como um só, e como chaves para a construção do indivíduo preto.
A atividade das Jornadas de outubro consiste numa oficina-roda a partir dos elementos do jongo e de outras manifestações das culturas populares pretas. Partindo da premissa de que corpo e mente não são dissociados e que a valorização das narrativas e epistemologias pretas são essenciais para a prática do antirracismo, a ação buscará abranger públicos de todas as idades.

>> Atividades extra e intra muros

Atividades fechadas destinadas a grupos de crianças parceiros do parquinho lage

Parque Lage na Maré
Projeto de parceria entre o parquinho lage e a Lona Cultural Municipal Herbert Vianna

Sábado, 2 de outubro

JOGOS, BRINCADEIRAS E DISTRIBUIÇÃO DE DOCES
Professores: Pri Fiszman, Marrytsa Melo, Alexis Zelensky, Patrícia Alves Dias e Pedro Rochas
Horário: 16h00 – 18h00
Local: Lona Cultural Municipal Herbert Vianna
Público: crianças e adolescentes de 4 a 17 anos

Sábado, 12 de outubro

LABORATÓRIO DE INVENTOS E LIVRINHO DE ARTISTA
Professores: Marrytsa Melo, Filipe Machado, Julia Saldanha e Luana Vieira
Local: EAV- Parque Lage
Público: crianças de 4 a 12 anos
Parquinho lage e Projeto Circulando

Recepção de grupos de crianças, adolescentes, adultos e idosos frequentadores da rede de atendimento do Projeto Circulando – Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SMASDH).

Quinta-feira, 10 de outubro

VISITA À EXPOSIÇÃO CAMPO
Professores: Educativo da exposição Campo
Local: Cavalariças, EAV- Parque Lage
Público: crianças e adolescentes de 4 a 17 anos

Quinta-feira, 24 de outubro

ATIVIDADE DO PARQUINHO LAGE
Professora: Deise Alcantara
Local: EAV – Parque Lage
Público: crianças e adolescentes de 4 a 17 anos

Posted by Patricia Canetti at 2:24 PM