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agosto 24, 2016

Itaú Cultural e 32ª Bienal de São Paulo: Workshop gratuito com Lais Myrrha

Na segunda série de encontros realizados em parceria entre as duas instituições, a artista Lais Myrrhaé a convidada e conversa com os participantes sobre processos de criação artística, tendo como base o próprio projeto que desenvolveu especialmente para a 32ª; São 20 vagas para três dias de aulas abertas, voltadas a interessados em artes visuais, arquitetura e design de um modo geral

Entre 23 de agosto e 2 de setembro, o Itaú Cultural e a Bienal de São Paulo recebem inscrições para mais uma edição da série de workshops Entreolhares, realizada em parceria durante a 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva. Com o tema Sobre projetos e processos, serão três dias de oficina, entre 15 e 17 de setembro, com a artista participante na exposição, Lais Myrrha. São 20 vagas disponíveis, para interessados em artes visuais, arquitetura e design independentemente de sua formação. Todas as aulas terão interpretação simultânea em Libras. As inscrições devem ser pelo site www.itaucultural.org.br, mesmo canal onde, em 8 de setembro, serão divulgados os nomes dos selecionados para o workshop.

O ponto de partida de Entreolhares – Sobre projetos e processos é o debate sobre os aspectos e as possíveis relações e injunções que existem entre a arte e a arquitetura e estimular a criação de meios de experimentação de processos criativos, que unam ou não estas duas áreas. A análise é a base do trabalho que a jovem artista mineira, selecionada para a 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva preparou para a exposição.

Nos dias 15 e 16 de setembro, o workshop será no Itaú Cultural, na Sala Multiuso. Na primeira aula, Lais apresenta o tema e ensina os alunos a fazer um sketchbook, ou caderneta de anotaçãoartística. No segundo dia, a discussão se amplia a partir de pesquisas trazidas pelos próprios participantes e assim segue para a conclusão das aulas, no dia 17, marcada para ser no Pavilhão da Bienal, no espaço Aula 3, no ambiente da 32ª Bienal de São Paulo – Incerteza viva.

A proposta é que alunos elaborarem um pequeno bloco de registros contendo observações, desenhos e imagens sobre os espaços e percursos realizados durante os três dias de workshop, considerando noções de espaço, contexto e construção.

Os interessados não precisam ter formação específica, apenas descrever a sua intenção de participar do workshop no ato da inscrição,que deve ser feita em www.itaucultural.org.br. No dia 8 de setembro, o instituto divulgará a lista dos 20 selecionados para o Entreolhares – Sobre projetos e processos, no mesmo site. A avaliação será feita pela organização do workshop.

Lais Myrrha é natural de Belo Horizonte e vive e trabalha em São Paulo. É mestre e doutoranda pela Escola de Belas-Artes da UFMG e bacharel em artes visuais pela Escola Guignard (UEMG). Contemplada com diversos prêmios, incluindo a I Bolsa Pampulha (2003), os prêmios da Funarte Projéteis (Rio de Janeiro, 2007) e Atos Visuais (Brasília, 2007) e o I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, nacategoria escultura (Brasília, 2011), a Bolsa Estímulo As Artes Visuais pela FUNARTE, em 2012, e no ano seguinte, o Prêmio Arte e Patrimônio, do IPHAN/Minc/Paço Imperial do Rio de Janeiro. Entre as exibições coletivas, destaque para a participação na 8ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre (2011) e, individuais, amostra Zona de Instabilidade (curadoria de Júlia Rebouças) na CAIXA Cultural São Paulo e Brasília (2013 e 2014, respectivamente), a selação para a 18ª edição do Festival Internacional de Arte Contemporânea do Videobrasil e a participação em Blind Field attheKarnnetMuseum, no Estado de Illinois, nos Estados Unidos. Em 2014, Lais realizou o Projeto Gameleira 1971 no espaço Pivô, participou da exposição Greve na ediçaõ da SP-Arte daquele mesmo ano e apresentou Ensaio de Orquestra, no espaço Coletor, todos em São Paulo.Este ano, a artista participa da mostra dedicada à escultura contemporânea brasileira Brasil, Beleza ?!, no Museu Beelden aan Zee, Holanda, e tem obra comissionada para a 32ª Bienal de Arte de São Paulo – Inceteza viva.

Posted by Patricia Canetti at 8:59 AM

agosto 19, 2016

Cursos na Casa França-Brasil, Rio de Janeiro

Nova programação de cursos da Casa França-Brasil para o segundo semestre de 2016.

Casa França-Brasil
Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro, Rio de Janeiro, RJ
21-2332-5120 ou info@casafrancabrasil.rj.gov.br

SOBRE CURSOS

FORMAÇÃO DE ARTISTA
Imersões Poéticas
Professores: Cadu, Efrain Almeida, Marcelo Campos, Marisa Flórido e convidados
6 de setembro a 29 de novembro, terça e quinta-feira, 14-17h

Inscrições prorrogadas até 25 de agosto de 2016

O Programa “Imersões poéticas”, promovido pela Casa França-Brasil, é uma das iniciativas da Instituição no sentido de potencializar a utilização de um espaço de cultura para além de seu papel expositivo, cumprindo com demandas da formação de público, artistas e profissionais da cultura.

O Programa tem como fundamento a proposição de um espaço de imersão para um grupo de artistas e pesquisadores. Com duração de três meses, setembro a novembro de 2016, inclui encontros de acompanhamento e revisão de portfolio, exercícios de criação e concepção de ideias, e elaboração de projeto de pesquisa para futuros trabalhos. Estão previstos contatos com artistas e profissionais do sistema da arte, incluindo curadores, críticos de arte, diretores de museus, profissionais de galerias de arte, produtores, restauradores, ministrando palestras, além de uma agenda de leituras individuais de portfolios.

Informações e ficha de inscrição online

INTERFACES DA ARTE

Creativity Masterclass / Módulo 1
Professor: Charles Watson
25 de agosto a 8 de setembro de 2016, quinta-feira, 18-22h

Investigando fatores culturais, históricos, psicológicos e neurocientíficos, os encontros mostram como novas tecnologias de pesquisa nestas áreas estão esclarecendo os mecanismos envolvidos em processos de inovação e pensamento criativo. Amplamente ilustrado com textos, imagens e entrevistas, o workshop traça a relação entre altos níveis de motivação e desempenho criativo otimizado. Pessoas são potencialmente criativas, mas para desenvolverem conhecimento tácito são necessários fatores como uma relação passional com o assunto, intensa curiosidade, persistência e a coragem necessária para identificar e enfrentar as dificuldades que sempre vão surgir ao longo de um processo. No mundo real, não é a inspiração que produz o trabalho, é o trabalho o que produz inspiração. Ter uma ideia na cabeça não é o suficiente, é preciso concretizá-la: “Poesia não é feita de ideias, é feita de palavras”, diz Mallarmé a Degas.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: Serão concedidas 2 bolsas integrais e 2 bolsas de 50% para interessados, mediante carta de intenção, comprovante de renda e comprovante de residência. Os pedidos deverão ser encaminhados para análise pelo email info@casafrancabrasil.rj.gov.br, até o dia 15 de agosto.

Mapeando o novo Centro do Rio > Registros e percursos urbanos
Professores: Coletivo Cotidiano e Mobilidade
4 a 25 de novembro de 2016, sábado, 10-13h

O workshop visa a criação de experiências de derivas ou percursos urbanos com registros em imagens, sons, relatos e mapeamentos utilizando aplicativos de smartphones que geram mapas, gráficos e linhas de percurso. Propõe vivenciar os espaços remodelados do centro do Rio de Janeiro através de caminhadas e seus registros, bem como a criação de jogos, relatos e interações que irão motivar a exploração de questões relacionadas à mobilidade urbana e ao redesenho da cidade.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

ANTROPOLOGIA DA ARTE

Colonislismo e reflexividade
Professores: Marcelo Campos e Marcos Albuquerque
6 a 30 de setembro de 2016, terça e sexta-feira, 18h30-20h30

A proposta do curso é discutir em oito encontros os temas e conceitos pertinentes a formação do campo da Antropologia da Arte. Haverá o adensamento da relação entre o processo colonial e a formação deste campo disciplinar. Para tanto o curso se desenvolverá entre os seguintes temas: traços históricos-teóricos da formação do campo da antropologia da arte; as relações da antropologia com o surrealismo; imagens-discursos de legitimação do colonialismo; a formação de acervos e patrimônios nacionais (museus). E, por fim, autorrepresentação e contra discursos a partir da antropologia da performance.

Diálogos fotográficos
Professoras: Bárbara Copque e Luiza Baldan
3 a 27 de outubro de 2016, segunda e quinta-feira, 18h30 a 20h30

O curso irá mostrar a relação entre a antropologia, a fotografia e a arte. Através de eixos temáticos, e do desenvolvimento de um projeto prático, discutiremos os seguintes temas: a antropologia visual, as perspectivas antropológicas (contemporâneas) para o uso e análise da fotografia, etnografias visuais, além de abordagens/percursos/poéticas artísticas.

Performance e autorrepresentação
Professores: Alexandre Sá e Leonardo Bertolossi
5 de novembro a 10 de dezembro de 2016, sábado, 9-12h

O curso propõe discutir entre teorias e poéticas artísticas a relação entre auto-representação e performance nas artes visuais e nas ciências sociais. Os conceitos de performance/performatividade/agência; a vida social como um teatro; estigmas e estereótipos; o show do eu na era do espetáculo; a profusão de identidades à venda e a antropofagia zumbi; o eu angustiado e cínico entre o espelho e a máscara; a rostidade e o corpo templo; o eu cindido e o outro-eu; os poros e os fractais em Freud e na Melanésia; e as normatividades e as descolonizações, serão alguns dos eixos de discussão em quatro encontros.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

TÁTICAS DE PRODUÇÃO
O objetivo do programa de cursos é apresentar e discutir a diversidade de atividades profissionais que cercam o universo da produção em artes.

Montagem de exposições
Professor: Victor Monteiro
6 de setembro a 25 de outubro de 2016, terça-feira, 10-13h

O curso visa aprofundar discussões teóricas das regras institucionais de museologia, acessibilidade e montagem, com objetivo de propiciar um laboratório de desenvolvimento de exercícios espaciais para montagem de exposições. Nos encontros serão apresentados e vivenciados: o equipamento ferramental e materiais de fixação, marcações e manipulação de objetos em espaços expositivos, noções de dimensionamento manual de espaços, entre outros conteúdos. Dessa forma, visa aproximar os participantes dos materiais, técnicas e ferramentas utilizados nesse campo.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

Tópicos em mediação
Professoras: Cristina de Pádula e Tânia Queiroz
8 de setembro a 24 de novembro de 2016, quinta-feira, 10-13h

A partir de leituras e dinâmicas objetiva-se estabelecer um espaço de discussão e pesquisa sobre tópicos relevantes para a atividade de mediação em museus e centros culturais. A proposta inclui temas e questões como: ensino e aprendizagem em espaços culturais, mediação e arte contemporânea, a relação do visitante com a obra de arte, o mediador e sua atuação em espaços históricos. Dessa forma, pretende-se construir, com os participantes, estratégias para proporcionar a públicos diferenciados novas possibilidades de aproximação com exposições, espaços culturais e obras apresentadas. Está previsto, no âmbito do curso, estágio nas mostras da Casa França Brasil, como complementação de sua experiência de formação.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$900,00, o valor pode ser pago em 3 parcelas.
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

Vídeo hífen
Professor: Ivo Godoy
9 a 30 de setembro de 2016, quarta e sexta-feira, 10-12h30

A proposta do curso é debater questões relacionadas a gênero e linguagem na produção audiovisual, pensando o vídeo como uma potencia hibrida. Trata-se de um laboratório de produção de vídeos experimentais que englobam diferentes discursos, técnicas, conceitos, dispositivos e gestos a fim de encontrar práticas que instiguem os participantes a criarem conexões entre seus campos de atuação ou interesse e a forma vídeo. Pensar o vídeo como suporte e escrita do pensamento. Formas como a video-poesia, video-dança, video-aula, video-crítica, video mapping, filme ensaio, cinema de artista, entre outros, são exemplos de algumas formas híbridas do vídeo. Todos os interessados, independente do seu campo especifico de atuação, são bem vindos. Quanto mais diverso os participantes mais hibrido serão as produções.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento pelo curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

CURADORIA

Curadoria e construção do texto crítico no Brasil
Professor: Marcelo Campos
24 de setembro a 29 de outubro de 2016, sábado, 10-13h

(crônicas, cartas, poesias, teses acadêmicas, textos de exposição)

A proposta deste curso é discutir a curadoria em suas exteriorizações críticas. O texto e a escrita curatoriais remontam, no Brasil, à construção de pensamentos pautados pela literatura nacional. Como gênero literário próximo às crônicas de costume, a análise sobre artistas, obras e sociedade configurou o início da reflexão a qual, hoje, denominamos critica de arte. Em fins do século XIX, o texto critico, em outro sentido, se imiscuía às análises da sociedade. Com a proximidade entre artistas e literatos, o texto se torna uma critica amante, configurando cartas, poemas que, em muitas ocasiões, faziam as vezes de bilhetes de recomendação dos formadores de opinião para auxiliar os artistas na conquista de trabalho e posição junto ao sistema de arte. Na esteira da ideia de uma arte autônoma, distante dos vínculos socioculturais, o texto critico é atravessado por outros saberes, como a filosofia e a própria história da arte. Hoje, com o recrudescimento dos programas de pós-graduação no Brasil, as teses acadêmicas enriquecem essa trajetória, adensando a linguagem, mas, em alguns casos, desenhando fronteiras para especialistas. O texto de exposição é, sem dúvida, o mais recorrente na construção critica da arte no Brasil, desvalorizado nas comprovações curriculares, perdido e limitado nos folhetos e catálogos. Configuramos, assim, um curso como uma oficina de pesquisa, leitura e produção de textos.

*O valor arrecadado com esse curso será inteiramente revertido para a produção das exposições da Casa França-Brasil.

Expografia
Professora: Leila Scaff
9 de setembro a 14 de outubro de 2016, sexta-feira, 14-16h

O objetivo do curso é apresentar, de maneira pratica e objetiva, as etapas e processos envolvidos na montagem de uma exposição. Será dividido em 6 aulas, contemplando os seguintes itens: conceitos espaciais; suportes museográficos; estudos de casos e exercícios práticos. A abordagem de diferentes contextos expositivos será utilizada para a compreensão dos principais e diversos processos para a produção de uma exposição.

O lugar da pesquisa em projetos artísticos e culturais
Professora: Ileana Pradilla
24 de setembro a 29 de outubro de 2016, sábado, 14-17h

O curso discutirá o lugar e as possibilidades da atividade de pesquisa em projetos artísticos e culturais, tais como exposições, livros e filmes, com ênfase nas artes visuais. Em seis encontros, serão analisadas as relações entre o pesquisador e os diversos agentes envolvidos na conceituação e execução dos projetos, como curadores, editores, diretores e produtores. Partindo da compreensão da pesquisa enquanto atividade criativa, o curso abordará processos, metodologias e especificidades do trabalho, de acordo com a natureza dos projetos, e apresentará ainda um cenário sobre as principais fontes disponíveis para o pesquisador, no Rio de Janeiro.

As matrículas serão recebidas na Casa França-Brasil.
Investimento por curso: R$600,00
Formas de pagamento: dinheiro ou cheque
Descontos: 50% para estudantes, professores, funcionários da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e funcionários de instituições culturais.

SOBRE PROFESSORES

Alexandre Sá vive e trabalha no Rio de Janeiro. É psicanalista e pós-doutor em Estudos Contemporâneos das Artes pela Universidade Federal Fluminense. É um profissional híbrido que trabalha com as mais diversas linguagens (instalações, performances, objetos e vídeos) e sua pesquisa plástica tem como preocupação estética as relações entre o texto, a imagem, a poesia, a psicanálise e o corpo. Uma de suas particularidades é o diálogo entre teoria e prática, pois atua também crítico, escrevendo textos para revistas especializadas; além de desenvolver trabalhos como curador. Coordena o curso de Artes Visuais da Unigranrio. É diretor do Instituto de Artes da UERJ e docente do Programa de Pós-Graduação em Artes nesta mesma instituição.

Barbara Copque é doutora em Ciências Sociais (PPCIS/UERJ) e professora adjunta do Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Coordenou o grupo de pesquisa INARRA/Imagens Narrativas e Audiovisuais (CNPq-UERJ) e, atualmente, é co-coordenadora do NUVISU/Núcleo de Estudos Visuais em Periferias Urbanas (CNPq-UERJ). Publicou livros, artigos, realizou ensaios fotográficos, participou de realização de vídeo etnográfico e de exposições coletivas em artes visuais no Parque Lage. Atua nas seguintes áreas temáticas: antropologia visual, menores em situação de risco, criminalidade feminina, envelhecimento e violência urbana e institucional.

Charles Watson é educador e palestrante, especializado no Processo Criativo / Problem Finding e Desempenho Otimizado. Formado pela Bath University / Inglaterra. Realiza palestras desde a década de 90. Sua pesquisa interdisciplinar, constantemente atualizada, investiga fatores que influenciam processos de inovação e criação. Diretor do workshop Dynamic Encounters, há 24 anos proporciona viagens nacionais e internacionais, com visitas à museus, galerias, eventos de arte e ateliês de artistas. Além dessas atividades educacionais, Charles é construtor de barcos e ensina physical thinking através do workshop de marcenaria e construção naval Wet Dream. A abrangência de suas experiências tem resultado em palestras únicas, provocativas e às vezes desconcertantes, abordando temas aparentemente tão distintos quanto evolução, sistemas complexos, ecologia, arte contemporânea e esportes radicais, sempre com uma pitada de humor britânico.

Cotidiano e Mobilidade é um coletivo criado em 2007, formado por Bia Amaral, Giodana Holanda, Jac Siano, Joy Till, Lidice Matos e Clorisval Pereira Jr. O coletivo visa a criação de mapeamentos pessoais e coletivos na interseção entre arte, vida cotidiana e mobilidade, a partir de experiências, jogos e registros em percursos urbanos.

Cristina de Pádula é graduada em Filosofia, Mestre e doutoranda em Linguagens Artísticas pela UFRJ. Tania Queiroz é graduada em Arquitetura e Urbanismo, professora de Artes e Sociologia da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro, e Coordenadora da Casa França Brasil. Desde 1998 desenvolvem trabalhos no setor educativo de museus e centros culturais. Coordenaram, desde então, programas educativos nas seguintes instituições: Paço Imperial, MAM-RJ, Casa França-Brasil, Museu do Açude, EAV-Parque Lage e Casa de Cultura Laura Alvim. A partir de 2010 desenvolveram o curso de Formação de Mediadores na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e em 2014 publicaram o livro O mundo é mais do que isso, com Maria Tornaghi.

Ileana Pradilla Cerón é mestre em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com especialização em História da Arte e Arquitetura no Brasil, também pela PUC-Rio. É pesquisadora-sênior do Instituto Moreira Salles (IMS-Rio) e fundadora da Plural, Comunicação Memória & Cultura, empresa voltada para a pesquisa de conteúdo, pesquisa iconográfica e audiovisual. Foi Diretora da Divisão de Artes Visuais do Instituto Municipal de Arte e Cultura (Rioarte) e Professora Visitante na cadeira de Historiografia da Arte I, no Instituto de Artes (UERJ). É co-autora da Coleção Palavra do Artista, livros de entrevistas com artistas plásticos contemporâneos brasileiros (CAHO, Rio de Janeiro: 1998). Autora de cronologias de artistas plásticos publicadas em livros e catálogos de exposições, entre as quais Antonio Dias (Antonio Dias. São Paulo: APC / Cosac Naify/ DAP, 2016); Vik Muniz (Vik Muniz. Vilha Velha: Museu Vale do Rio Doce, Outubro de 2015) Marcos Chaves (Marcos Chaves. Paisagens Não Vistas Catálogo da exposição homônima no MAR- Museu de Arte do Rio, março de 2015); Ângelo Venosa (Angelo Venosa: A febre da Matéria, São Paulo: Cosac & Naify, 2013) e Milton Dacosta (“Milton Dacosta – O rigor do Silêncio”. Milton Dacosta. Rio de Janeiro: Silvia Roesler editora, 2005).

Ivo Godoy é produtor audiovisual, pesquisador e professor, Mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Experiência de mais de 10 anos na área de educação formal (professor temporário de Vídeo e Poéticas Digitais na Universidade Federal do Espirito Santo – UFES) e não formal pelo projeto CAJUN Prefeitura de Vitória ES (educador de Artes Digitais). Desenvolve atualmente a série Video-Críticas disponível no canal do YouTube.

Leila Scaf Rodrigues é arquiteta, formada pela Universidade Santa Ursula, em 1977. Associada da LSR arquitetura ltda, realizou vários trabalhos de expografia em Museus e Espaços Culturais, tais como Museu Nacional de Belas Artes, RJ, MAM RJ, MAM SP, Museu de Arte do Rio,RJ, Instituto Tomie Otake, SP, entre outros.

Leonardo Bertolossi é historiador e antropólogo. Bacharel em História pelo IFCS/UFRJ, fez o mestrado em Antropologia Social no Museu Nacional/UFRJ, e o doutorado na mesma área na USP. No mestrado pesquisou as políticas e poéticas de representação do National Museum of the American Indian, do Smithsonian Institute, com ênfase nas exposições de artistas contemporâneos indígenas norte-americanos. No doutorado pesquisou o circuito e o mercado primário de arte contemporânea nos anos 80 e 90, com ênfase na geração 80, na Bienal de São Paulo, e no debate em torno da identidade da arte brasileira diante da internacionalização. Desde 2013 vem ministrando cursos de extensão sobre arte e antropologia no CPC Casa de Dona Yayá da USP, no CCJF, na EAV/Parque Lage, e na Casa do Saber Rio. Atualmente é pós-doutorando em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRJ.

Luiza Baldan é doutoranda e mestre em Linguagens Visuais (PPGAV/EBA/UFRJ), bacharel em Artes Visuais pela Florida International University (Miami, EUA) e professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Recentemente expôs no Centro Cultural São Paulo (2015), na MdM Gallery (Paris, 2014) e no MAM Rio (2013), e participou das coletivas “Cruzamentos: Contemporary Art in Brazil”, The Wexner Center for the Arts (Columbus, EUA, 2014); “Escavar o Futuro”, Palácio das Artes (BH, 2013) e “Lugar Nenhum”, Instituto Moreira Salles (RJ, 2013). Alguns dos prêmios recebidos são Viva Arte! (SMC RJ, 2015); Arte e Patrimônio IPHAN e Bolsa Funarte de Estímulo às Artes Visuais (2013); XI Prêmio Marc Ferrez de Fotografia da Funarte (2010). Em 2012 publicou o livro “São Casas” e em 2016 publicará “Derivadores” com o artista Jonas Arrabal, além de participar do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP e de ser finalista do Prêmio Pipa. Atualmente coordena o Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia (ABA).

Marcelo Campos é doutor em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EBA/UFRJ); professor adjunto do Departamento de Teoria e História da Arte e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Artes do Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); e professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. É autor dos livros: Um canto, dois sertões: Bispo do Rosário e os 90 anos da Colônia Juliano Moreira (Rio de Janeiro: Azougue, 2016) e Emmanuel Nassar: engenharia cabocla (Niterói: Museu de Arte Contemporânea de Niterói, 2010). Foi curador, entre outras, das exposições: Efrain Almeida: Uma Pausa em Pleno Voo (Paço Imperial, Rio de Janeiro; e Centro Cultural do Banco do Nordeste, Fortaleza, 2015- 2016); Um Canto, Dois Sertões: Bispo do Rosário e os 90 Anos da Colônia Juliano Moreira (Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, 2015); e Vestígios de Brasilidade (Santander Cultural, Recife, 2011). Foi ainda cocurador, entre outras, da exposição Tarsila e Mulheres Modernas no Rio (Museu de Arte do Rio [MAR], Rio de Janeiro, 2015), junto com Paulo Herkenhoff, Hecilda Fadel e Nataraj Trinta.

Marcos Albuquerque é doutor em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Adjunto no Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPCIS) da UERJ. Vice-coordenador do INARRA (Imagens, Narrativas e Práticas Culturais)/ UERJ e do PROÍNDIO/ UERJ. Atua na área de Antropologia com ênfase em Etnicidade, Performance, Antropologia da Arte e Antropologia Visual. Sua produção acadêmica, e de vídeos etnográficos, enfoca o sistema da arte étnica, principalmente entre indígenas em contexto urbano. Recebeu 05 prêmios nacionais pela sua produção videográfica. Sua tese de doutorado ganhou a menção honrosa do prêmio capes de tese (2012).

Victor Monteiro é mestrando no curso de Processos Artísticos Contemporâneos pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro; Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo. Desenvolve trabalhos em mídias diversas. Contemplado pelo edital de Bolsa-Ateliê de 2010-2011 da Secretaria Estadual de Cultura do Espírito Santo com a proposta individual “Apontamentos”. Integrante do Núcleo Pandilha, pelo qual recebeu a Bolsa para Núcleos de criação do Programa Rede Cultura Jovem na edição 2012 com o “Projeto MAS – Mapeamento Arquitetônico de Superfícies”. Trabalhou como encarregado pelas montagens expositivas do Museu de Arte do Rio – MAR. Cursou o programa de Aprofundamento em Curadoria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

Posted by Patricia Canetti at 9:30 AM

agosto 8, 2016

Confluências Poéticas: Oficinas no Sesc Paço da Liberdade, Curitiba

Oficinas artísticas com artistas das exposições do Paço

Durante os meses de exibição da exposição Confluências Poéticas, o Sesc Paço da Liberdade oferece gratuitamente oficinas com os três artistas convidados. Com intuito de aproximar a comunidade artística do público visitante a temática das oficinas partem das poéticas dos artistas, com abordagem teórica e prática.

Artistas: Leila Pugnaloni, Tatiana Stropp e Tony Camargo

25 de junho a 3 de setembro de 2016, das 14h às 16h

Sesc Paço da Liberdade - Atelier Pedagógico
Praça Generoso Marques 189, Centro, Curitiba, PR
Inscrições: 41-3234-4200 ou email
15 vagas, gratuito

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Oficinas

Leila Pugnaloni: dias 25/06 - 30/07 - 20/08
Tatiana Stropp: dias 16/07 - 13/08 - 03/09
Tony Camargo: dias 23/07 - 06/08 - 27/08

Bate-papo

Bate-papo com os artistas participantes da exposição Confluências Poéticas - Leila Pugnaloni, Tatiana Stropp e Tony Camargo -, para apresentar suas poéticas pessoais, a relação com o meio de arte e debater com o público a produção de pintura contemporânea. Uma grande oportunidade de conhecer ou reencontrar estes três artistas que são referência na atual cena artística de Curitiba.

9 de julho, sábado, das 14h às 16h

Sesc Paço da Liberdade - Espaço das Artes
Praça Generoso Marques 189, Centro, Curitiba, PR

Posted by Patricia Canetti at 12:01 PM

agosto 2, 2016

MAM SP abre inscrições para 17 cursos em diversas áreas artísticas para o segundo semestre de 2016

O Museu de Arte Moderna de São Paulo anuncia a grade de cursos para o segundo semestre deste ano, que abrange uma gama diversificada de temas nas áreas de história e crítica da arte, fotografia, desenho, curadoria, iluminação e um grupo de discussão sobre a produção artística dos próprios participantes. Os cursos atendem ao público adulto, tanto iniciante quanto especialista, e possuem carga horária, duração, datas e valores diferentes.

Ministrantes: Daniel Salum, Dudi Maia Rosa, Felipe Martinez, Gal Oppido, Karina Bacci, Magnólia Costa, Marcello Vitorino, Marcelo Greco, Pedro França, Tobi Maier

Cursos MAM - 2º semestre 2016
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portão 3, Parque do Ibirapuera, São Paulo, SP
11-5085-1314 ou cursos@mam.org.br

As novidades são as disciplinas Mulheres na arte e Introdução à História da Arte

Um dos destaques da temporada é o inédito Mulheres na arte, ministrado por Magnólia Costa, que discute a emancipação da mulher e os diversos papéis no meio artístico contemporâneo, como a presença em instituições de arte e as perspectivas no cenário cultural. Além das disciplinas já conhecidas pelo público, como fotografia e desenho, outra novidade são as aulas de Introdução à História da Arte, que faz um panorama sobre a pintura ocidental, desde o Renascimento até a ruptura com a tradição no século XIX. Regido por Felipe Martinez,o curso tem como pano de fundo as características sociais e econômicas que proporcionaram a configuração de cada época a partir do estudo da evolução da técnica e das ideias nas obras de grandes mestres como Michelangelo, Rafael, Rembrandt, Caravaggio e Delacroix.

Seguem abaixo as descrições e informações dos cursos:

Mulheres na arte - Magnólia Costa
O curso discute a emancipação da mulher e os diversos papéis no meio artístico contemporâneo. Discute-se também o nascimento do mercado de arte e as conquistas da mulher neste segmento. São debatidas questões como a presença da mulher nas instituições difusoras de arte e as perspectivas no cenário cultural.
De 9 de agosto a 8 de novembro
Terças-feiras, das 18h às 20h
Duração: 14 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315,00
Público: interessados em geral
Magnólia Costa é bacharel, mestre e doutora em Filosofia pela USP, especializada em Estética. Realizou parte das pesquisas na Université de Paris I (Panthéon-Sorbonne) e na Université de Paris IV (Paris-Sorbonne). É tradutora, crítica de arte e curadora independente. Leciona história da arte no MAM desde 2001, onde também coordena as Relações Institucionais.
Arte e ilusão - Magnólia Costa
Se realidade e ilusão entrassem num duelo, a ilusão venceria, principalmente no campo da arte. A ilusão atrai e encanta. A magia consiste em ser produzida por meio de recursos palpáveis. Descubra como isso acontece, investigando obras de grandes artistas de vários períodos.
De 11 de agosto a 10 de novembro
Quintas-feiras, das 15h às 17h
Duração: 14 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315,00
Público: interessados em geral

Fotografia I - Karina Bacci
O curso parte de referências à produção de diversos fotógrafos e relaciona conceitos da linguagem fotográfica a aspectos técnicos como enquadramento, luz, velocidade, abertura e profundidade de campo. É necessário ter equipamento fotográfico com possibilidade de operação manual e tripé.
De 9 de agosto a 22 de novembro
Terças-feiras, das 20h30 às 22h30 + uma aula diurna em um domingo a combinar
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315,00
Público: iniciantes
Karina Bacci é fotógrafa, bacharel em fotografia pelo SENAC-SP e pós-graduada em Cinema, Vídeo e Fotografia pela Belas Artes. Trabalha como fotógrafa freelancer e atua na área cultural e como professora em oficinas e cursos de fotografia e vídeo, tendo ganho prêmios na área.

Fotografia I - Marcello Vitorino
Uma introdução ao universo da fotografia, estímulo para pensá-las e produzi-las. A proposta apresenta princípios da formação da imagem, técnica, linguagem e história. Estão previstas saídas fotográficas, sendo necessário ter equipamento compossibilidade de operação manual.
De 11 de agosto a 24 de novembro
Quintas-feiras, das 17h30 às 19h30
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315,00
Público: iniciantes
Marcello Vitorino integrou a equipe de repórteres fotográficos do Diário do Grande ABC (1997 a 99), onde iniciou pesquisa sobre o fotógrafo João Colovatti, que resultou na exposição João Colovatti: Revelações de um Anti-Herói(2004), em Santo André. Em 2008, apresentou monografia sobre João Colovatti na pós-graduação em Fotografia no SENAC-SP. Fez parte do Núcleo de Fotografia da Casa do Olhar, tendo participado de diversas exposições.

Fotografia II - Com Marcello Vitorino
O curso visa a um aprofundamento técnico em relação ao Fotografia I, além de ênfase no desenvolvimento poético do olhar, propondo exercícios para a construção de narrativas lineares e não lineares, utilizando-se da fotografia como ferramenta de linguagem e expressão pessoal.
De 11 de agosto a 24 de novembro
Terças-feiras, 20h às 22h
Duração: 16 aulas
Investimento: quatro parcelas de R$ 315
Público: interessados em aprimorar o olhar e as possibilidades técnicas. É necessário ter conhecimento técnico básico (fotometria manual) ou tenha cursado "Fotografia I".

Fotografia Aplicada - Daniel Salum
O aluno aprofunda o desenvolvimento do olhar, conceitos de iluminação e criação por meio de aulas práticas e teóricas. Utilizando equipamentos de estúdio, flashes e luz natural, aprimora a percepção sobre as possibilidades da luz como matéria criadora.Retrato e fotografia de objetos são utilizados para enfatizar o desenvolvimento técnico e a linguagem fotográfica. É necessário ter equipamento fotográfico com possibilidade de operação manual.
De 25 de agosto a 13 de dezembro
Terças-feirasdas 20h às 23h + duas aulas diurnas em sábados a combinar,
Duração: 18 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315,00
Público: interessados em fotografia em geral que desejam aprofundar os conhecimentos técnicos e de linguagem.
Pré-requisitos obrigatórios: domínio de fotometria em modo manual
Daniel Salum é fotógrafo e bacharel em Fotografia pelo Senac-SP. Realizou cursos com artistas renomados como Joel Peter Witkin, Ralph Gibson, Gal Oppido, Cláudio Feijó, Eustáquio Neves e Claudi Carreras. Foi professor de fotografia do SENAC-SP, MIS e SESC. Atualmente, ministra aulas na Escola Panamericana de Arte e Design e no MAM. Integra o coletivo fotográfico Oficina da Luz. Participou de diversas exposições coletivas e individuas no Brasil e no exterior.

Breve Panorama da Fotografia Japonesa do Pós Guerra - Daniel Salum
Talvez nenhum outro país tenha sofrido mudanças tão drásticas depois da Segunda Guerra Mundial como o Japão. Nesse período, a fotografia tornou-se um dos meios mais utilizados para capturar as tensões do pós-guerra. Surgem fotógrafos que desenvolvem uma nova maneira de documentar as transformações da realidade, onde o indivíduo por trás da câmera passa a ter cada vez mais importância, e uma nova filosofia estética aparece.No curso são apresentados e discutidos trabalhos dos principais fotógrafos japoneses do período, a importância histórica e influências até os dias de hoje.
De 17 de agosto a 28 de setembro
Quartas-feiras, das 19h30 às 21h30
Duração: 06 encontros
Investimento: 2 vezes de R$250
Público: interessados em geral

A Arte de Fingir - a manipulação no meio fotográfico - Daniel Salum
O desejo de modificar as imagens captadas pela câmera fotográfica é tão antigo quanto a própria fotografia, somente os métodos que mudaram. Quase todo tipo de manipulação, que agora associamos com a fotografia digital, fez parte do repertório analógico do meio. No curso é traçado umpercurso da arte da manipulação fotográfica desde 1840 até hoje.
De 1 a 29 de outubro
Sábados, das 10h30 às 12h30
Duração: 5 encontros
Investimento: R$ 350,00
Público: interessados em geral

Luz marginal procura corpo vago - Gal Oppido
A reflexão sobre a imagem estática pauta os exercícios de percepção da luz, desde a solar até as discretas luzes domésticas. A luz é entendida como formadora de conteúdos plásticos a partir da incidência em corpos nus, objetos e paisagens cotidianas. É necessário possuir equipamento fotográfico com possibilidade de operação manual e tripé. O curso orienta a criação de um projeto gráfico desenvolvido com as fotos realizadas ao longo do semestre.
De 15 de agosto a 28 de novembro
Segundas-feiras, 20h30 às 23h
Duração: 16 aulas
Investimento: quatro parcelas de R$ 340
Público: Fotógrafos e estudantes de fotografia
Gal Oppido é fotógrafo, arquiteto, músico e desenhista.Em 1975, formou-se arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Em 76, iniciou o trabalho com fotografias relacionadas ao desenho. Durante os anos 70 e 80, atuou como baterista no Grupo Rumo, banda integrante do movimento Vanguarda Paulista.Realizou em 2011, as exposições Antífona, no Museu Afro Brasil e São Paulo Mon Amour, na Maison de Mettalos, em Paris.Recebeu o prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte como melhor fotógrafo, pelo conjunto da obra, em 1991.

Introdução à História da Arte - Felipe Martinez
O curso faz um panorama sobre a pintura ocidental desde o Renascimento até a ruptura com a tradição no século XIX. São estudados os principais estilos da arte ocidental nos pontos de contato e de divergência tendo como pano de fundo as características sociais e econômicas que proporcionaram a configuração de cada época a partir do estudo da evolução da técnica e das ideias nas obras de Michelangelo, Rafael, Rembrandt, Caravaggio e Delacroix.
De 4 de agosto a 24 de novembro
Quintas-feiras, das 18h às 20h
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 270,00
Público: interessados em geral
Felipe Martinez é doutorando e mestre em História da Arte pela UNICAMP, onde atua como professor em programa de estágio docente. Defendeu dissertação sobre os quadros de Vincent van Gogh presentes no acervo do MASP, onde foi professor. Participou de publicações acadêmicas sobre o período impressionista e pós-impressionista, e foi pesquisador visitante do Museu Van Gogh, em Amsterdã.

História da Arte Moderna - Felipe Martinez
O curso aborda os movimentos artísticos que iniciam na segunda metade do século XIX e duram até meados do século XX, quando surgem manifestações do que se chama, popularmente, de arte contemporânea. As aulas focam emconcepções artísticas que fundamentaram as academias de pintura no século XIX como o Impressionismo e o Pós-Impressionismo, passando pelas concepções estéticas dominantes na virada do século até chegar nas vanguardas do século XX. Também são abordadas implicações da modernidade nas manifestações culturais brasileiras, de modo a mostrar os vínculos com a cultura internacional.
De 8 de agosto a 28 de novembro
Segundas-feiras, das 18h às 20h
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 270,00
Público: interessados em geral

Fotografia autoral I - Marcelo Greco
O objetivo contribui para a reflexão sobre o processo criativo de cada aluno, questionando escolhas temáticas a partir da discussão sobre as condições culturais que o influenciam e orientando-o para o desenvolvimento da percepção do próprio olhar. São apresentados trabalhos de diversos fotógrafos consagrados, situando a produção historicamente.
De 10 de agosto a 14 de dezembro
Quartas-feiras, das 17h30h às 19h30
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315
Público: pessoas interessadas em compreender e se desenvolver no uso da fotografia como forma de expressão artística e que tenham conhecimentos técnicos de fotografia.
Marcelo Greco trabalha com fotografia desde 1996. Desenvolve projetos nos principais museus do país. Fez diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Faz parte de coleções como da Coleção Joaquim Paiva, Fundação Cultural de Curitiba, Pinacoteca do Estado de SP. Foi curador geral do Festival Paraty em Foco(2008).

Fotografia autoral II - Marcelo Greco
Depois de desenvolver o olhar no curso Fotografia autoral I, o aluno aprofunda a reflexão sobre o processo criativo criando imagens, editando-as e formatando-as para a produção de um material que pode ser exposto ou publicado. Em cada aula discutem-se os erros e acertos na edição e finalização no trabalho de outros fotógrafos.
De 10 de agosto a 14 de dezembro
Quartas feiras-feiras, das 20h às 22h
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 315
Público: interessados em compreender e se desenvolver no uso da fotografia como forma de expressão artística e que tenham conhecimentos técnicos de fotografia.

Desenho - Dudi Maia Rosa
O desenho de observação é usado como instrumento para o desenvolvimento da percepção visual e como ponto de partida para a discussão de questões ligadas à arte contemporânea. Aulas com modelo vivo são realizadas para incitar o debate sobre a produção dos participantes.
De 9 de agosto a 29 de novembro
Terças-feiras, das 17h às 19h30
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 vezes de R$ 340,00
Público: interessados em geral
Pintor e desenhista, Dudi Maia Rosa apresentou a primeira individual em 1967, na Galeria Átrium (SP). Desde então, realizou exposições individuais e participou de coletivas importantes como Panorama da Arte Atual Brasileira no MAM (em 73, 86, 89 e 93); Bienal de São Paulo (87 e 94); Bienal de Johanesburgo (95); Mostra do Redescobrimento: Brasil 500 Anos, (2000); 5ª Bienal do Mercosul (2005) e Brasiliana: Moderna Contemporânea no MASP (2006). Apresentou individuais no Instituto Tomie Ohtake (2008); Galeria Millan (2012); e no Centro Universitário Maria Antônia (2013).

Arte Contemporânea - Pedro França
O curso oferece um panorama não exaustivo de debates importantes na produção artística atual. O objetivo é apontar como a arte pensa nosso mundo a partir de operações formais e intelectuais. A maior parte das aulas debruça-se sobre obra de um único artista, com apresentação de imagens, vídeos e textos.
De 13 de agosto a 26 de novembro
Sábados, das 10h30 às 12h30
Duração: 16 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 350,00
Público: interessados em geral
Pedro França é artista e fez mestrado em História pela PUC-Rio. Atualmente dá aulas no MAM e no Instituto Tomie Othake, em SP. Trabalha como artista desde 2011, produzindo desenhos, filmes e instalações. Participou de exposições individuais e coletivas.

Grupo de discussão: pensamento = ação + reflexão - Pedro França
O curso acompanha e debate a produção dos alunos em qualquer meio e em qualquer estado de maturidade. Os debates são feitos com participação da turma. A cada duas aulas de exposição de trabalhos, acontece uma aula teórica de apresentação de obras, textos ou referências levantadas nas aulas anteriores. As aulas têm como objetivo estimular a reflexão a partir do exercício de olhar obras de outros artistas que toquem em problemas vizinhos aos seus.
De 19 de agosto a 2 de dezembro
Sextas-feiras, das 19h às 21h30
Duração: 15 encontros
Investimento: 4 parcelas de R$ 350,00
Público: interessados produzir arte, sem restrição de tempo de experiência.

Curso Curatorial - Tobi Maier
O curso é curatorial e considera os alunos como participantes, o que atribui a função de contribuinte. Desenvolvendo o pensamento sobre aproximações curatoriais inovadoras e experimentais, o cursoaprofunda o interesse em história e crítica de arte, formando uma voz curatorial distinta. São 10 aulas de conversa sobre teoria, história de arte e o legado crítico de trabalho curatorial através de alguns casos. O curso inclui visitas a exposições em cartaz e conversas com outros profissionais de curadoria e produção.
De 12 de agosto a 21 de outubro
Sextas, das 10h30 às 12h30
Duração: 10 encontros
Investimento: 3 parcelas de R$ 315,00
Público: Direcionado a professionais jovens, que já estão atuando na esfera cultural em instituições ou independente e está aberto para interessados
Tobi Maier é crítico de arte, curador, docente e editor. Atuou como curador no Frankfurter Kunstverein (2006-08) e no MINI/Goethe-Institut Curatorial Residencies Ludlow 38, em NY (2008-11). Foi curador associado da 30ª Bienal de São Paulo. É mestre em Estudos Curatoriais pelo Royal College of Art, Londres, e doutorando em Poéticas Visuais (USP). Colabora de São Paulo para várias revistas de arte contemporânea como Artforum, Frieze, Flash Art, Spike e Select. Também é co-fundador do espaço expositivo SOLO SHOWS em São Paulo.

Posted by Patricia Canetti at 3:06 PM