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março 25, 2020

Fundação Bienal anuncia novas datas da 34ª edição da mostra

Diante dos desafios enfrentados por todo o mundo neste momento delicado, e como fruto de intenso diálogo entre as diversas instâncias de governança da Fundação Bienal e a curadoria da exposição, ajustamos o calendário da 34ª Bienal de São Paulo para garantir a segurança de nossos visitantes, artistas e colaboradores.

A abertura da exposição coletiva da 34ª Bienal, inicialmente prevista para 5 de setembro, foi adiada para 3 de outubro de 2020, e a visitação foi estendida até 13 de dezembro. Além disso, as exposições de Clara Ianni e Deana Lawson, bem como as performances de León Ferrari e Hélio Oiticica, que aconteceriam entre abril e agosto, serão incorporadas à mostra coletiva.

Estamos em diálogo com as instituições parceiras desta edição da mostra, a fim de tentar manter, ao máximo, a rede de exposições paralelas planejada em conjunto com esses espaços. Mais informações sobre esse calendário serão divulgadas oportunamente.

As atividades de programação pública, em curso desde o final do ano passado, serão retomadas assim que possível. Enquanto isso, conteúdos da 34ª Bienal serão compartilhados em nosso site, redes sociais e por meio de newsletters.

A arte, com sua capacidade de estabelecer conexões e emocionar, é, agora, mais necessária do que nunca. Nossas equipes estão trabalhando (remotamente) para que a Fundação Bienal contribua de alguma forma, no seu âmbito de atuação, durante este momento difícil.

Agradecemos a todos pelo apoio e compreensão, e esperamos recebê-los em outubro.

Fonte
34ª Bienal de São Paulo: Alterações no calendário expositivo

Posted by Patricia Canetti at 1:23 PM

março 24, 2020

The Circa Project - chamada de trabalhos

The Circa Project

Circa
do latin
aproximadamente / por volta de
ab: ca. o c.

[en español]
[in English]

\__________

Foi naqueles dias que infectamos o tempo.
As ruas ficaram vazias, o céu recuperou o azul, o silêncio tomou conta das cidades e das vidas.
Quem sou?
Quem somos?

Quarentena do desejo.
É o final dos tempos ou um novo recomeço?
Casulo.
Metamorfosis.
Loop.

Tarquisiómines, Éfeso, 11 a. c.-ca.

/__________

Circa, advérbio da incerteza.
Lugar/tempo flutuante.

Para nós, sapiens de 2020, o tempo é subjetivo mais do que nunca.
Mais do que nunca, o futuro significa a próxima hora.
Mais do que nunca o futuro é incerto.

Mas num mundo contraditório e desigual, a incerteza não necessariamente representa uma perspectiva pessimista. Pode ser um tempo de renascimento individual e coletivo, ou pode ser uma pausa insignificante para tudo voltar a ser como sempre foi.

O escritor uruguaio Eduardo Galeano disse uma vez que para o diretor de cinema argentino Fernando Birri a utopia está no horizonte, por tanto, é inatingível. Toda vez que damos um passo à frente, ela também se desloca. Quanto mais a procuramos mais se nos escapa. Então, para que serve a utopia? Birri diz que utopia serve para caminhar.

Após a derrocada das ditaduras sulamericanas, na metade da década de 80', Galeano reivindica o direito de sonhar e delirar. 40 anos depois, Davi Kopenawa * pajé Yanomami da Amazônia brasileira, nos adverte sobre a queda do céu, e Ailton Krenak **, outro líder indígena brasileiro, sugere estratégias para adiar o fim do mundo.

Kopenawa questiona a noção de progresso e desenvolvimento do "povo da mercadoria”, o homem branco.

Após 30 anos de luta pela liberdade de seu povo, pelo direito de manter viva a sua cultura, e por manter em pé a floresta amazônica, Kopenawa acredita que já é tarde para evitar a queda do céu. Certamente para o seu povo, perseguido e dizimado desde a colonização, sempre foi tarde. Por sua vez, Krenak rejeita a ideia da humanidade como algo separado da natureza.

Os Yorubá não precisam do advérbio circa, sempre souberam que o tempo é multidimensional. Em contrapartida "o homem branco" demorou centenas de anos para descobrir esse conceito e ainda engatinha no entendimento da existência como algo complexo.

Hoje, não o hoje do circa, agora, neste minuto, neste segundo, somos todos os personagens de um filme distópico em que somos alienados de nosso maior bem, a possibilidade de estarmos juntos.

Notícias falsas, deep fake, falsas notícias falsas, toneladas de dados, nunca tanto significou tão pouco.

Para adiar o fim do mundo certamente precisaremos afrouxar as cordas do tempo, flanar entre cosmologias e crenças diversas, paradoxais e complementares, e por sobretudo reverenciar e atualizar o conhecimento ancestral para assim expandir a consciência.

Em tempos obscuros de combate a ciência, o neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro*** revela a história do sonhar, elucidando o papel do sonhos na existência humana. A sua relação com a origem das crenças, com a saúde, e com potencial de transformação relacionado a capacidade de planejar e testar futuros possíveis. As contribuições de Ribeiro e das centenas de cientistas associados na pesquisa mundo afora, ainda atualiza as ideias de Freud, propondo analogias entre as partes do cérebro, e os respectivos funcionamentos, que estariam associados às teorias do autor.

"O sonho habita a interface entre ontem e amanhã, com potencial para impactar fortemente o sonhador a cada despertar. E portanto plausível que a consciência propriamente humana, com sua imensa capacidade de narrar o passado para imaginar o futuro, derive de uma invasão da vigília pelo sonho. O primeiro espaço mental para simulação de ideias deve ter sido o sonho, muito tempo antes de nossos ancestrais aprenderem a fazer isso acordados. A expansão gradual da capacidade de contar histórias e viajar mentalmente no tempo foi o combustível da explosão cultural humana nos últimos milênios."

O projeto circa convida artistas, filósofos, escritores e simpatizantes a refletir, comentar e compartilhar, na forma de imagem, vídeo, texto, áudio, livros, links, filtros para redes sociais, realidade virtual e aumentada, ideias que tangenciem as dobras do advérbio circa. Um convite para pensarmos e criarmos não-lugares, calvinianas cidades invisíveis, bibliotecas borgeanas, novas e babilônicas cidades, subjetividades nômades.

Compartilhe-mos nossa angústia, nossos medos, a esperança, o amor… Aprendamos uns com os outros, repensemos o passado, o presente e o futuro desde ecologias outras, exploremos o efeito placebo da linguagem como poder de cura, sonhemos, caminhemos.

As contribuições serão publicadas no site, Instagram e Facebook do projeto.

Ao final da última quarentena - ca, esperamos poder fazer uma exposição e produzir um livro via crowfunding, sobre este repositório coletivo do zeitgeist 2020.

Artista-curador Fernando Velázquez

*** Observe que devido a restrições de tempo e espaço, não podemos garantir a postagem de todas os envios.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

- Imagens: L 2000px max/A 1500px min/ rgb/jpg, png, gif an./1.5Kmb max.
- Vídeo: 1280 x 720/30fps max/15 segundos/mp4 (arquivos de maior duração poderão ser enviados via Youtube ou Vimeo)
- Texto: 160 caracteres (sentença) 2500 car. (micro ensaio). Pode ser em qualquer língua com a respectiva tradução para o inglês.
- Áudio: 1 minuto max/mp3 (arquivos de maior duração poderão ser enviados via Soundcloud, Bandcamp etc.
- Livro/documento/ pdf/5mb max.
- Link/ endereço do website
- Playlist/ link

1 (um) item por artista

Por favor, enviar as contribuições para: the.circa.project.call[at]gmail[.]com

título/ nome, título do envio (caso contrário será creditado como “sem título"), cidade (ca.), país (ca.), ano (ca.)

No corpo da mensagem: site pessoal e perfil de Instagram e qualquer outra informação que considere oportuna.

Ao enviar material você autoriza a publicação no site e nas redes do projeto e confirma a autoria.

*Observar que devido a programação do site o material poderá ser cortado pelo navegador.

OBSERVAÇÕES

No site do projeto - thecircaproject.com:

O item “artists" elenca todo o conteúdo enviado incluindo: acesso a cada envio sem interferências gráficas (clicar no nome), endereço do website pessoal e da conta do Instagram.

Material em pdf, capas de livro e links são visualizados em “library" e áudio e playlists em “disco”.

Posted by Patricia Canetti at 2:34 PM

março 11, 2020

Relatos de Chegada com Letícia Lopes na Casa Baka, Porto Alegre

Aliança Francesa Porto Alegre promove Relatos de Chegada com a artista Letícia Lopes, vencedora do 3º Prêmio AF de Arte Contemporânea, que fala sobre imersão artística na França em bate-papo na Casa Baka

No dia 13 de março, sexta-feira, às 19h, na Casa Baka (Rua da República 139, Cidade Baixa, Porto Alegre), a vencedora do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, Letícia Lopes, participa do evento Relatos de Chegada, onde vai compartilhar com o público detalhes sobre a residência artística realizada no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França. A experiência, que aconteceu entre agosto e setembro de 2019, foi resultado da premiação pelo primeiro lugar, que também incluiu ajuda de custo para produção artística e uma bolsa de francês na Aliança Francesa Porto Alegre.

O Relatos de Chegada busca promover um espaço de diálogo e trocas entre artista e público. O encontro conta com a mediação de Diego Groisman, curador da Mostra Coletiva do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea. A entrada é franca.

Na ocasião, ocorrerá ainda o lançamento oficial das inscrições para a 4ª edição da premiação. Mais informações, ficha de inscrição e regulamento poderão ser encontrados no site afpoa.com.br.

Letícia Lopes nasceu em Campo Bom (RS) em 1988. É Bacharel em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS (2015). Realizou várias exposições individuais e participou de muitas coletivas, entre elas Sauna Mística (AM Galeria - 2020/São Paulo/SP), Caixa Preta (Fundação Iberê Camargo - 2018/RS), Lento Crepúsculo (Pinacoteca Ruben Berta - 2018/RS) e Arte contemporânea do Rio Grande do Sul (Czech Centre - Praga/República Tcheca – 2017). Em 2014, foi vencedora do 3º Prêmio IEAVI com a exposição individual Em minha fome mando eu (Casa de Cultura Mário Quintana - POA/RS). Já em 2016, foi selecionada pelo Programa RS Contemporâneo, realizando a individual Presença Sinistra (curadoria de Marcelo Campos, Santander Cultural/RS). Em 2017, foi vencedora da 4ª edição do prêmio Novíssima Geração - Desenho e Pintura, a partir da qual realizou a mostra individual Por uma graça alcançada no Museu do Trabalho (2018/POA/RS). Em 2019, foi vencedora do 3º Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea, o que lhe rendeu uma residência artística de dois meses no Centre Intermondes, em La Rochelle, na França. Lá, realizou sua primeira exposição individual fora do país, I wanna be adored. Também em 2019, foi indicada ao Prêmio PIPA.

Posted by Patricia Canetti at 10:45 AM

março 4, 2020

7º Prêmio EDP nas Artes - Inscrições

A EDP, com o apoio do Instituto EDP, e o Instituto Tomie Ohtake lançam o edital do 7° Prêmio EDP nas Artes. O Prêmio culmina com a exposição dos trabalhos dos dez selecionados no Instituto Tomie Ohtake, quando serão anunciados os três premiados, que receberão bolsas para realizar residência artística no exterior.

Inscrições online até 3 de abril de 2020 prorrogadas até o dia 23 de abril de 2020

APRESENTAÇÃO

Assim como na última edição, as inscrições devem ser realizadas através da plataforma online. Informações completas no site www.premioedpnasartes.institutotomieohtake.org.br. A página disponibiliza ainda uma publicação em formato PDF, com sugestões sobre organização e apresentação de trabalhos de arte. Este material pretende servir como uma das fontes possíveis de consulta acerca do processo de montagem de portfólios.

Idealizado para estimular a produção artística contemporânea, o prêmio é voltado a jovens artistas de todo o Brasil, nascidos ou residentes no país há pelo menos dois anos, com idade entre 18 e 29 anos. A iniciativa, além da premiação, contempla uma série de atividades ao longo do ano, como debates e oficinas, inclusive em regiões brasileiras onde o acesso à arte contemporânea é mais restrito. A primeira, o debate “Carreira de Artista”, acontece no dia 10 de março, às 19h30, no Instituto Tomie Ohtake, quando o público poderá interagir com as artistas Ana Almeida, Carla Chaim e Leda Catunda e saber mais sobre suas trajetórias. A entrada será gratuita e não é necessário realizar inscrição prévia.

“O Instituto EDP, desde sua criação há doze anos, tem como um de seus principais objetivos promover a arte e a cultura em todo o Brasil. O prêmio EDP nas Artes é uma das principais ações da Companhia nessa frente, estimulando o desenvolvimento da arte contemporânea e ajudando a revelar novas gerações de grandes artistas”, reforça Luis Carlos Gouveia Pereira, diretor do IEDP.

Os 10 selecionados do Prêmio EDP nas Artes recebem em seus ateliês a visita da equipe de jurados, que acompanham os artistas na produção dos trabalhos que serão expostos, oportunidade única para artistas jovens em processo de formação. Além de apoiar o percurso artístico destes selecionados no processo de realização das obras, este acompanhamento implementa os critérios para a escolha dos três premiados.

O Prêmio culmina com a exposição dos trabalhos dos 10 selecionados no Instituto Tomie Ohtake, quando, na inauguração em 1 de outubro, serão anunciados os três premiados, que receberão bolsas para realizar residência artística no exterior.

Na edição anterior, em 2018, os três premiados com residências artísticas internacionais foram Marie Carangi (Recife - PE, 1989); Elilson Gomes Do Nascimento (Recife - PE, 1991) e Iagor João Barbosa Peres (Rio De Janeiro - RJ, 1995).

Sobre o Instituto EDP – Instituição sem fins lucrativos, responsável pelo desenvolvimento e coordenação das ações ambientais e socioculturais da EDP e suas controladas.

REGULAMENTO

O QUE É?

Realizado desde 2009, o Prêmio EDP nas Artes busca mapear e promover a produção de jovens artistas contemporâneos brasileiros.

Em um país grande e diverso como o Brasil, parte considerável da produção artística brasileira conhecida acaba se restringindo aos polos de concentração econômica, de modo que uma gama ampla de jovens e promissores artistas de outras regiões do país se mantém incógnita ou tendo circulação muito restrita.

Nesse sentido, além de considerar a vastidão e a diversidade geográfica do país, o Prêmio EDP nas Artes leva em conta também a pluralidade cultural, socioeconômica, de identidade de gênero, raça e corpos ou expressões dissidentes, buscando assim empreender uma investigação mais próxima e procedente do que se tem produzido hoje no campo da arte contemporânea brasileira, tendo sempre em vista a consistência, a relevância e a originalidade das pesquisas e das produções apresentadas.

O mapeamento vem seguido também por um caráter formativo, dado que os dez artistas selecionados são acompanhados pelo júri por meio de visitas e conversas, visando o enriquecimento e o aperfeiçoamento de suas pesquisas e práticas. Os artistas selecionados também participam de uma exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e do catálogo da mostra. Entre os selecionados, três serão premiados com residências internacionais, oportunidade que pretende contribuir para a sua formação como artistas.

QUEM PODE PARTICIPAR?

Artistas ou coletivos de artistas dos quais todos os seus membros cumpram os requisitos abaixo:

- ser brasileiro ou estrangeiro residente no país há pelo menos dois anos a contar da data da inscrição;
- ter idade entre 18 anos e 29 anos, ou seja, não ter menos de 18 anos ou mais de 29 anos na data da inscrição;
- ter produção na área das artes visuais (pintura, desenho, gravura, escultura, colagem, instalação, fotografia, vídeo, performance, som, novas mídias, entre outras);
- caso selecionado, ter disponibilidade para receber o júri em seu ateliê, participar de exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e, se premiado, da residência artística internacional (ver cronograma).

No caso de coletivos de artistas, apenas um dos membros deverá fazer a inscrição como membro responsável;

Não podem participar do Prêmio: funcionários do Instituto Tomie Ohtake, ou da EDP e do Instituto EDP e membros do júri da presente edição do Prêmio, seus parentes de até segundo grau e artistas que já foram selecionados pelas edições anteriores do Prêmio.

INSCRIÇÕES
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas entre 3 de março e 3 de abril de 2020.

INSCREVA-SE AQUI

QUAL MATERIAL ENVIAR?

PORTFÓLIO
Portfólio incluindo conteúdos/imagens de obras/trabalhos com detalhamento técnico e textos críticos ou folders de exposições que tenha participado (se houver).
FORMATO: Um arquivo PDF
TAMANHO MÁXIMO: 10 MB
Como referência para a construção do portfólio, recomenda-se a leitura da publicação: portfolio-energias-na-arte.pdf

PROJETO
Projeto com até três obras inéditas sugeridas para exposição coletiva a ser realizada no Instituto Tomie Ohtake (ver cronograma). As obras não podem pertencer a coleções de museus, instituições e/ou centros culturais.
O projeto pode conter: imagens, links de vídeo e áudio (YouTube ou Vimeo), textos, entre outros conteúdos. Devem ser detalhados: técnicas utilizadas, dimensões da obra, materiais propostos, plano de montagem e demais informações necessárias para o entendimento do projeto.
FORMATO: Um arquivo PDF
TAMANHO MÁXIMO: 10 MB

COMO FUNCIONA A SELEÇÃO?

PRÉ-SELEÇÃO
O júri analisa os materiais recebidos e seleciona até 20 artistas para a fase “Entrevistas Online”.

ENTREVISTAS ONLINE
O júri realiza videoconferências com os artistas definidos na fase “Pré-seleção” e seleciona até 10 artistas finalistas (ver cronograma).

QUAIS SERÃO OS CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO?

PORTFÓLIO
Pesquisa, experimentação e expressão ao longo do percurso artístico.

PROJETO
Coesão na apresentação das obras a serem expostas.

ENTREVISTA
Comprometimento e interesse pela proposta do Prêmio.

QUAL É A PREMIAÇÃO?

ACOMPANHAMENTO CRÍTICO
Até 10 artistas serão selecionados para participarem da fase de acompanhamento crítico das obras que serão apresentadas em exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake. Nesta fase, os artistas recebem em seus ateliês a visita dos membros do júri da presente edição do Prêmio, para diálogos e trocas sobre os seus trabalhos (ver cronograma). Os artistas recebem uma ajuda de custo no valor de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais), pagos mediante à assinatura de contrato e recibo, para despesas relacionadas à produção, transporte e seguro das obras. O Instituto Tomie Ohtake não disponibilizará verba extra para a produção, transporte e seguro das obras.

EXPOSIÇÃO COLETIVA NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE E CATÁLOGO
Até 10 artistas serão selecionados para exporem suas obras em exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake. Na abertura da exposição serão conhecidos os três artistas, dentre os presentes na exposição, que serão premiados com residências artísticas no exterior. As obras presentes na exposição serão publicadas em catálogo impresso da exposição coletiva.

RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS NO EXTERIOR
Três artistas, dentre os presentes na exposição, serão premiados com residências artísticas no exterior.* No caso de coletivo de artistas, a premiação pode ser utilizada pelo proponente principal ou por outra pessoa, desde que ela faça parte do coletivo, tendo sido mencionada na ficha de inscrição.

*Serão fornecidas passagens, alimentação e hospedagens necessárias. É de total responsabilidade dos premiados a obtenção de vistos e documentação necessários para as viagens.

QUANDO UM ARTISTA É SELECIONADO

- A equipe do Prêmio solicitará o envio de cópia digital do RG e comprovante de residência ou outros documentos que comprovem a autenticidade das inscrições e a elegibilidade para esta premiação. O envio dos materiais solicitados deve ser feito impreterivelmente em até três dias da data de sua solicitação.
- Será feito um repasse ao artista da ajuda de custo no valor de R$ 3.500,00 para despesas relacionadas à produção, transporte e seguro das obras. O repasse só será efetuado após:
- Recebimento de cópia digital dos documentos que comprovem a autenticidade das inscrições;
- Recebimento do recibo assinado pelo artista;
- Recebimento do contrato assinado pelo artista, no qual se responsabiliza e se compromete com a produção e transporte das obras utilizando a verba recebida e no período estabelecido. O não cumprimento do contrato acarreta multa contratual, bem como a devolução do valor destinado à ajuda de custo.
- O artista se compromete a receber os integrantes do júri em seu ateliê para a realização do “Acompanhamento Crítico” no período proposto (ver cronograma).

CRONOGRAMA

3 MARÇO 2020
Abertura das inscrições

3 ABRIL 2020
Encerramento das inscrições

15, 16 E 17 DE JUNHO 2020
Entrevistas online com os artistas pré-selecionados

25 JUNHO 2020
Divulgação dos artistas selecionados (site do Prêmio)

JULHO A SETEMBRO 2020
Acompanhamento crítico

1 OUTUBRO 2020
Abertura da exposição coletiva no Instituto Tomie Ohtake e anúncio dos três artistas premiados com residências artísticas internacionais

PRIMEIRO SEMESTRE 2021
Viagem dos premiados

*Todas as datas indicadas neste edital poderão sofrer alterações, se necessário

OUTROS

- As decisões do júri são soberanas, irrevogáveis e irrecorríveis.
- É reservado ao júri o direito de conceder menções honrosas não previstas neste edital.
- Os artistas selecionados assumem total responsabilidade por autorizações, direitos autorais e de imagem, licenças e outras liberações e regularizações que estejam vinculadas à produção de suas obras, não transferindo ônus ou obrigações ao Instituto Tomie Ohtake.
- Os artistas selecionados comprometem-se a participar de entrevistas e depoimentos, e autorizam o uso da sua imagem e do seu trabalho em periódicos, no catálogo e na divulgação desta e das próximas edições do Prêmio.
- A expografia da exposição coletiva será elaborada pelo Instituto Tomie Ohtake.
- É de total responsabilidade dos premiados a obtenção de vistos e documentação necessários para as viagens internacionais.
- O envio de materiais e documentos em formatos diferentes dos solicitados pode acarretar em eliminação do projeto da premiação.
- O não envio dos materiais solicitados pela equipe do Prêmio, no prazo estipulado por ela, pode acarretar em eliminação do projeto da premiação.
- O proponente não pode estar inadimplente com a União.
- O proponente não pode ser membro do Poder Executivo, Legislativo, Judiciário, do Ministério Público ou do Tribunal de Contas da União, ou respectivo cônjuge ou companheiro, ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade até o terceiro grau.
- O proponente não pode ser servidor público em exercício no Ministério da Cidadania e suas entidades vinculadas, ou pertencente aos quadros funcionais do referido órgão e suas entidades vinculadas ou respectivo cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade até o terceiro grau.
- A inscrição neste Prêmio implica no pleno conhecimento e aceitação dos termos deste edital, não sendo possível o cancelamento após o início das atividades.
- Os casos omissos neste edital serão analisados e deliberados pelo Instituto Tomie Ohtake.

DÚVIDAS

11-2245-1906
premioedpnasartes@institutotomieohtake.org.br

Posted by Patricia Canetti at 11:07 AM