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maio 6, 2021

Vânia Mignone na Casa Triângulo, São Paulo

A Casa Triângulo tem o prazer de apresentar a décima segunda exposição individual de Vânia Mignone na galeria, coincidindo com o lançamento do novo livro da artista. A publicação, primeira monografia da artista, foi editada pela Piña Cultura e conta com texto introdutório e entrevista com o curador Gabriel Pérez-Barreiro.

[scroll down for English version]

Vânia Mignone é reconhecida por suas pinturas que exploram um universo infinito e particular, mas que, ao encontrar os olhos do observador, acabam por se tornar plurais. Não há como se confrontar com a obra da artista sem confrontar a si próprio. Há, em suas retratações, uma forte semelhança com a fotografia; o recorte de uma cena efêmera é aqui trabalhado e imbuído de significados que não só evidenciam um questionamento intenso sobre o humano, mas também o faz refletir sobre si. A artista traz à luz da consciência situações e momentos aparentemente casuais, mas que carregam toda uma narrativa oculta que ela faz questão de explorar. Mignone evidencia por meio de suas obras o desconforto no que por nós já é conhecido e familiar.

Através dos seus recortes e colagens, Vânia traz profundidade ao que é colocado sobre a lupa observadora da artista que o esmiúça ativamente; o completa com palavras e símbolos, como observado por Gabriel Pérez-Barreiro: “o texto também tem um papel central na obra de Mignone. Quase todas as pinturas incluem uma palavra ou uma frase curta que nunca é descritiva, mas sempre altamente evocativa. Tais palavras servem quase como letras musicais de uma composição visual, e trazem referências que são poéticas e expansivas. Esses enunciados são parte integral do trabalho, incorporados à composição, e agem como elementos inseparáveis em nossa leitura visual da obra como um todo. As palavras não são legendas nem títulos, mas algo entre ambos, com peso físico e presença atmosférica que as tornam parte efetiva da cena em que estão”.

A mostra será composta por obras recentes e obras publicadas no livro, permitindo uma imersão visual sobre a sua trajetória.

Vânia Mignone [Campinas, 1967. Vive e trabalha em Campinas] é bacharel em publicidade e propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, SP, Brasil, e bacharel em Educação Artística pela UNICAMP, Campinas, SP, Brasil. Em 2016 recebeu o Prêmio Jabuti na categoria ilustração. Entre suas exposições individuais destacam-se: “Ecos”, no Museu de Artes Visuais da UNICAMP, em Campinas, SP, Brasil em 2019; “Eu poderia ficar quieta mas não vou”, curadoria de Danillo Villa, no SESC Presidente Prudente, em São Paulo, SP, Brasil, e Vânia Mignone, na Casa Triângulo, em São Paulo, SP, Brasil, ambos em 2017. Participou de diversas coletivas como: “1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira Na Coleção Andrea e José Olympio Pereira”, curadoria de Raphael Fonseca, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, RJ, Brasil, em 2021; “Proximidades Desiguais”, no Pavão Cultural, em Campinas, SP, Brasil, e “Dia, noite, noite” Coleção Andréa e José Olympio Pereira, curadoria de Júlia Rebouças, Galpão da Lapa, em São Paulo, SP, Brasil, ambas em 2020; “Itinerâncias – 33a Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas”, curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro, em Campinas, Brasília, Porto Alegre e Vitória, Brasil, e “Inequívoco”, na Fundação Canaria para el Desarrollo de la Pintura, em Las Palmas de Gran Canaria, Espanha, ambos em 2019; 33a Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas, curadoria de Gabriel Pérez-Barreiro, Fundação Bienal, em São Paulo, SP, Brasil, em 2018. As obras da artista estão presentes em coleções como: The UBS Art Collection; Museu Afro Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca do Estado de São Paulo e na Coleção Gilberto Chateaubriand do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, entre outros.


Casa Triângulo is pleased to present Vânia Mignone's twelfth solo exhibition at the gallery, coinciding with the launch of the artist's new book. The publication, artist's first monograph, was edited by Piña Cultura and has an introductory text and an interview with the curator Gabriel Pérez-Barreiro.

Vânia Mignone is recognized for her paintings that explore an infinite and particular universe, but which, when meeting the eyes of the observer, end up becoming plural. There is no way to confront the artist's work without confronting yourself. In her portrayals, there is a strong resemblance to photography; the cutout of an ephemeral scene is worked on and imbued with meanings that not only show an intense questioning about the human, but also make one reflect on yourself. The artist brings to the light of consciousness situations and moments that are seemingly casual, but carry a hidden narrative that she is keen to explore. Mignone shows through her works the discomfort in what is already known and familiar to us.

Through her clippings and collages, Vânia brings depth to what is placed on the artist's observing magnifying glass that actively scrutinize it down; she completes it with words and symbols, as observed by Gabriel Pérez-Barreiro: “the text also plays a central role in Mignone's work. Almost all paintings include a word or a short phrase that is never descriptive, but always highly evocative. Such words serve almost as musical lyrics for a visual composition and bring references that are poetic and expansive. These statements are an integral part of the work, incorporated into the composition, and act as inseparable elements in our visual reading of the work as a whole. The words are not subtitles or titles, but something between them, with physical weight and an atmospheric presence that make them an effective part of the scene they are in”.

The exhibition will consist of recent works and also the ones published in the book, allowing a visual immersion on its trajectory.

Vânia Mignone [Campinas, 1967. Lives and works in Campinas] has a degree in advertising and marketing from Pontifícia Universidade Católica de Campinas, SP, Brazil, e also a degree in Artistic Education from UNICAMP, Campinas, SP, Brazil. In 2016 received the Jabuti Award at illustration category. Among her solo exhibitions, the following stand out: “Ecos”, at Museu de Artes Visuais da UNICAMP, in Campinas, SP, Brazil, in 2019; “Eu poderia ficar quieta mas não vou”, curated by Danillo Villa, at SESC Presidente Prudente, in São Paulo, SP, Brazil, and Vânia Mignone, at Casa Triângulo, in São Paulo, SP, Brazil, both in 2017. She took part in several group exhibitions: “1981/2021: Arte Contemporânea Brasileira Na Coleção Andrea e José Olympio Pereira”, curated by Raphael Fonseca, at Centro Cultural Banco do Brasil, in Rio de Janeiro, RJ, Brazil, in 2021; “Proximidades Desiguais”, at Pavão Cultural, in Campinas, SP, Brazil, and “Dia, noite, noite” works from the collection of Andréa e José Olympio Pereira, curated by Júlia Rebouças, Galpão da Lapa, in São Paulo, SP, Brazil, both in 2020; “Itinerâncias – 33a Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas”, curated by Gabriel Pérez-Barreiro, in Campinas, Brasília, Porto Alegre and Vitória, Brazil, and also “Inequívoco”, at Fundación Canaria para el Desarrollo de la Pintura, in Las Palmas de Gran Canaria, Spain, both in 2019; 33a Bienal de São Paulo - Afinidades Afetivas, curated by Gabriel Pérez-Barreiro, Fundação Bienal, in São Paulo, SP, Brazil, in 2018. Her works are part of collections such as: The UBS Art Collection; Museu Afro Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca do Estado de São Paulo and at Coleção Gilberto Chateaubriand of Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, among others.

Posted by Patricia Canetti at 11:34 AM