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agosto 1, 2021

Beatriz Milhazes no Masp, São Paulo

Mostra é um desdobramento da exposição Beatriz Milhazes: Avenida Paulista

O MASP inaugurou, em 25 de junho de 2021, o Gabinete Beatriz Milhazes. A mostra será composta por 17 pinturas de pequeno formato da artista e ficará em cartaz até 1 de agosto. O gabinete abre após o encerramento da exposição Beatriz Milhazes: Avenida Paulista, a maior já realizada sobre a carreira da artista carioca e feita em parceria com o Itaú Cultural. A curadoria é de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP, e Amanda Carneiro, curadora assistente, MASP.

Assim como a mostra que a precedeu, esta também apresenta obras feitas entre 1989 e 2020, percorrendo quase toda a carreira de Milhazes. O ano de 1989 é um ponto de inflexão na obra da artista, pois foi quando Milhazes desenvolveu a técnica que denominou de “monotransfer”, em que ela pinta sobre uma folha de plástico transparente e depois decalca ou transfere o elemento pintado e seco para a tela.

Conhecida por suas pinturas em grandes formatos e projetos em escala arquitetônica, Milhazes também dedica especial atenção às telas diminutas: nelas, as formas, elementos e composições assumem um intricado detalhamento.

A expografia da galeria expositiva no primeiro subsolo, que fez parte da mostra anterior, foi renovada e evoca dois modelos clássicos de montagens de coleção e de exposição: o gabinete de curiosidades e o estilo Salon. No Gabinete Beatriz Milhazes, as telas encontram-se instaladas numa única parede, e a concentração deliberada é acentuada pelo vazio das outras superfícies, todas pintadas em azul.

A vitrine que já estava no espaço, contendo mais de 80 documentos relacionados aos 30 anos de carreira de Milhazes, entre convites, folders, catálogos, livros de artista, revistas e cartões, continuará no ambiente.

Realizar uma exposição apenas com as pinturas pequenas da artista era um desejo antigo de Milhazes e Adriano Pedrosa. "O gabinete é uma possibilidade azul de conviver, observar, analisar, sentir e refletir sobre as pinturas de pequeno formato. Um passeio poético e carinhoso por minha história por meio de publicações cronológicas dos anos 1980 a 2020", reflete Milhazes.

Segundo Amanda Carneiro, as telas apresentam o universo particular de Milhazes, cujo repertório de imagens oscila entre a abstração e a figuração, a geometria e a forma livre e “revelam”, completa Carneiro, “seus tão característicos motivos, do arabesco ao babado, do broto rosa aos círculos e dos corações ao símbolo de paz”.

Duas outras obras da exposição anterior complementam esta e permanecem no Acervo em Transformação: a pintura Avenida Paulista (2020), feita especialmente para a exposição e doada pela artista ao MASP, e a escultura Marola (2010-2015), em empréstimo de longa duração da artista ao museu.

Publicado por Patricia Canetti às 12:30 PM


Programação artística em agosto 2021 no MAM, Rio de Janeiro

PALESTRAS e CONVERSAS

TER 03 AGO . 10h – 12h
Tecnologia educacional e inclusão digital, com Carla Vieira, Alexandre Rosado e
Cristiane Taveira
Debate sobre o uso de novas tecnologias e ferramentas digitais para educacionais e a utilização destas plataformas para a educação de pessoas com deficiência. A palestra faz parte do Ciclo de Palestras Arte, Educação e Cultura Digital que torna público os debates realizados no projeto Expresso Educação – Residência Professor Pesquisador.
Vagas: 50. Inscrições online por formulário.

Convidados:

Carla Vieira é Bacharel em Sistemas de Informação pela USP e mestranda em Inteligência Artificial pela USP. Atua como engenheira de software e foi reconhecida como Google Developer Expert em Machine Learning. Participa como co-organizadora da comunidade perifaCode, buscando levar a tecnologia para dentro das periferias.

Alexandre Rosado é doutor em Educação (PUC-Rio, 2012) com parte da pesquisa desenvolvida no CREMIT (UCSC) em Milão, Itália. Mestre em Educação (UNESA, 2008) e graduado em Comunicação Social (UGF, 2004). Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Ensino Superior do INES atuando no curso de Pedagogia e no Mestrado Profissional em Educação Bilíngue, em que é coordenador adjunto (2019-2021), com temáticas na área de educação, mídias e tecnologia.

Cristiane Taveira é doutora em Educação pela PUC Rio. Professora das redes municipal e estadual por 20 anos. Atualmente é professora Adjunta da área de Educação Bilíngue do Departamento de Ensino Superior do Instituto Nacional de Educação de Surdos (DESU/INES). Tem experiência na área de Tecnologia Assistiva, Educação Bilíngue (Libras, Língua Portuguesa), Letramento Visual e Materiais didáticos voltados para Escolas Bilíngues de surdos, principalmente, Monografias videografadas em Libras.

O projeto Expresso Educação é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela JSL e Multiterminais, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS.

QUA 11 AGO, – 19h
Conversa online de Linn da Quebrada
Conversa com a multiartista Linn da Quebrada sobre seus trabalhos como performer e roteirista, abordando ferramentas para a produção artística de um programa de podcast no museu. O evento faz parte da Residência Pesquisa em Artes, na qual Linn da Quebrada participa como propositora de oficina para as artistas residentes durante o mês de agosto. Mediação: Camilla Rocha Campos.
Vagas: 50. Inscrições online por formulário.

Linn da Quebrada é uma artista multimídia e agitadora cultural conhecida pela sua carreira na música, na TV e no cinema. Em 2021, disseca algumas de suas principais provocações sobre o atual mercado musical e o fazer artístico em seu novo disco, Trava Línguas (Natura Musical), enquanto cria ideias e experimentos baseados no que mais lhe chama atenção: o transtornar-se em meio a uma celebração do fracasso.

A Residência Pesquisa em Artes recebe no MAM Rio 12 artistas e pesquisadoras durante 8 meses, criando situações de diálogo entre profissionais do campo da arte e contribuindo com a formação desses profissionais e seus posicionamentos frente às dinâmicas de se fazer e circular arte. É patrocinada por Beck's e Grupo PetraGold.

OFICINAS

A partir de QUA 4 AGO
Oficina online Meditando com Catavento, com Bruno Baltazar
Neste mês, nosso convidado é o educador Bruno Baltazar, que propôs a oficina Meditando com Catavento, mostrando que é possível se concentrar e manter o foco brincando. Com poucos materiais, a criança pode aprender os conceitos básicos da meditação de maneira lúdica e divertida. A oficina faz parte do projeto Para Fazer em Casa, atividade online para crianças de todas as idades, disponível em www.vimeo.com/mamrio

Oficina de Patins, com Gustavo Carilo
SÁB 7 AGO . 10h – 13h
Esta oficina explora as relações entre o corpo em movimento e o espaço externo do MAM Rio. Os públicos são convidados a aprender a andar de patins, experimentar o corpo e o deslize sobre rodinhas. A oficina faz parte do projeto Zona Aberta, que propõe práticas artístico-pedagógicas nos jardins e demais áreas externas do MAM Rio.
Zona Aberta é patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Adam Capital e Deloitte, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS
Vagas: 12, por ordem de chegada
Classificação indicativa livre
[O equipamento necessário será disponibilizado durante a oficina]

Dançar em Patins, com Gustavo Carilo
SÁB 21 AGO . 10h – 13h
A oficina dá continuidade à proposta de explorar as relações entre o corpo em movimento e o espaço externo do MAM Rio. Desta vez, os públicos serão convidados a executar coreografias sobre rodinhas. A oficina faz parte do projeto Zona Aberta, que propõe práticas artístico-pedagógicas nos jardins e demais áreas externas do MAM Rio.
Vagas: 12, por ordem de chegada
Faixa etária: livre
[O equipamento necessário será disponibilizado durante a oficina]

CURSOS

MAM PARA EDUCADORES
17, 18 e 19 AGO das 19 – 21h
Arte, Educação e Acessibilidade. Com Ana Regina Campelo, Lua Cavalcanti e Rosana Grasse.
Vagas: 95. Inscrições online por formulário.

O curso propõe refletir sobre o campo da educação com atenção para pessoas com deficiência a partir de perspectivas diferentes, desde a arte como lugar de saber produzidos por outros corpos não normativos. Além de propor novos desafios ainda a serem alcançados no âmbito da educação formal no Brasil, compreendendo os avanços já alcançados e as possibilidades de tornar a escola um lugar mais acessível e inclusivo para a diversidade de pessoas com deficiência.

Ana Regina Campello
Profa. Dra. Ana Regina Campello a) Curso de Pedagogia – Departamento de Ensino Superior – INES; b) Pesquisadora e Líder do Grupo de Pesquisa: Instrução em Libras como L1 e L2; c) Professora Colaboradora do Curso de Mestrado Profissional da Diversidade e Inclusão – CMPDI/UFF; d) Professora Colaboradora do Curso de Doutorado de Ciência, Tecnologia e Inclusão – PGCTIn/UFF; e) Professora de Pós Graduação do INES (Especialização) e Coordenadora do próximo Curso de TRADINES (Especialização); f) Tradutora e Intérprete da LP para Libras e vice versa e ASL e g) Proficiente em Prolibras (Libras – Ensino e Tradução/Interpretação) e Celpre-BRA (Língua Portuguesa).

Lua Cavalcanti
Lua Cavalcante é artista, educadora e mulher com deficiência. É tecnóloga em Fotografia, no momento está concluindo a formação em Pedagogia e se aventura pelos caminhos da Pedagogia Griô, um projeto de comunidade/humanidade que tem como foco a expressão da identidade, o vínculo com a ancestralidade e a celebração do direito à vida. No presente, ela compõe a equipe de mediadoras do Programa EducAtiva, no Museu Nacional da República Honestino Guimarães. Lua foi Orientadora de Público no IMS Paulista e Arte Educadora no CCBB DF. Lua se coloca como corpo-artístico-político-pedagógico propondo reflexões sobre quais lugares reais, imaginários e encantados esse corpo habita e opera.

Rosana Grasse
Meu nome é Rosana Grasse. Sou professora de Libras e trabalho através da Oficina de Literatura em LIBRAS na Educação Infantil do INES. Tive as experiências com as oficinas sobre poesia em LIBRAS e artística teatral. Sou formada em Letras/Libras. Possuo a especialização em Educação de Surdos pelo INES. No momento cursando o mestrado no mesmo instituto.

Mediação: Gilson Plano e Daniel Bruno

CURSO COLECIONISMOS CONTEMPORÂNEOS
SEG, das 19h as 21h de SET, OUT, NOV.

O curso visa contribuir com a formação de profissionais no campo da gestão de coleções, objetivando contribuir com a formação, teórica e prática, para a expansão do acesso aos acervos culturais enquanto patrimônios históricos. Com o objetivo de oferecer um panorama amplo das diversas vertentes que compõem essa área do conhecimento, cada módulo deste programa focará em uma perspectiva diferente: materialidades, imaterialidades e medialidades. As atividades serão desenvolvidas sob formatos distintos, tais como conferências, estudos de casos, compartilhamento de práticas e encontros para debates; com inscrições gratuitas e livres, e certificação pelo MAM Rio.

Carga horária: 30 horas distribuídas por três ciclos mensais - realizados ao longo dos meses de setembro, outubro e novembro - com encontros virtuais, através da plataforma digital do museu, sempre nas noites das segunda-feiras.
Datas: setembro - 06, 13, 20, 27; outubro - 04, 11, 18, 25; novembro - 01, 8, 22, 29.
Horário: 19h - 21h
Vagas: 60.

EXPOSIÇÕES
Ingressos em www.mam.rio/ingressos

ESTADO BRUTO
até 29 AGO 2021
Curadoria: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente
Exposição com 125 esculturas selecionadas no acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Obras de artistas de diferentes épocas, geografias e linguagens ocupam a totalidade do Salão Monumental e áreas do terceiro andar do museu, em forma de uma acumulação organizada que pretende mostrar a amplitude e a diversidade das coleções do museu.

VISITAS EDUCATIVAS

VISITAS AGENDADAS ONLINE
TER 3, 10, 17, 24 e 31 AGO . 10h e 14h
QUI 5, 12, 19 e 26 AGO . 10h e 14h

Visitas online com duração de 40 minutos para grupos de escolas, ONGs, dentre outras instituições, abordando um dos seguintes temas: Colecionismo e o Acervo do MAM Rio; História e Arquitetura do MAM Rio; e a exposição Estado bruto. – visitas ocorrem a partir de dinâmicas e jogos conduzidos por educadores.
Vagas: 45 por visita
Classificação indicativa livre
Agendamento por formulário

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até oito pessoas de qualquer idade, em que dialogam e compartilham olhares, leituras e significados em relação às exposições do MAM Rio. Vagas: 8 por visita. Agende em www.mam.rio/ingressos

DOM 1, 8, 15, 22 e 29 AGO

10h30 – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação a partir da exposição Estado bruto, em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?
Vagas: 8
Classificação indicativa livre
Agendar em www.mam.rio/ingressos
Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

13h30 – Arquitetura MAM – Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.
Vagas: 8
Classificação indicativa livre
Agendar em www.mam.rio/ingressos
Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

15h – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação a partir de Estado bruto, exposição em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?
Vagas: 8
Classificação indicativa livre
Agendar em www.mam.rio/ingressos
Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

VISITAS EM GRUPO
QUINTAS E SEXTAS – 10h e 11h30

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo – exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

Percursos à escolha:

Paisagens imaginantes – Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até – paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.

História do MAM – Ao longo de sua história, o MAM Rio realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou-se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM Rio através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

Arquitetura MAM – Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala-se no território da cidade.

VISITAS MEDIADAS
AOS SÁBADOS . 15h – 16h

Visitas às exposições, percorrendo obras e práticas artísticas, a partir das perspectivas de educadores, postas em diálogo com as do grupo. No mês de maio, as visitas serão em torno do tema “tempo” como elemento presente nas exposições em cartaz no MAM Rio.
Vagas: 12.
Classificação indicativa livre
Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

ACERVO EM FOCO
SÁB 28 AGO . 14h

Reino distante, de Márcia X com Shion Lucas
Diálogo sobre a obra da artista Márcia X de 1998 que integra a exposição Estado bruto, e que faz parte do acervo do MAM Rio. A visita faz parte do projeto Acervo em Foco, dedicado uma conversa sobre uma obra do acervo do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e suas histórias, explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.
Vagas: 12.
Classificação indicativa livre
Distribuição de pulseira na bilheteria com 30 minutos de antecedência.

Publicado por Patricia Canetti às 11:41 AM


julho 26, 2021

Galerias Nara Roesler e Vermelho integram a Frieze Viewing Room Los Angeles

Galerias brasileiras apresentam obras de JR, Virginia de Medeiros e Carlos Motta na quarta edição do evento, que celebra a paisagem artística da cidade

Galerias Nara Roesler e Vermelho integram a quarta edição da Frieze Viewing Room Los Angeles, que acontece de 27 de julho a 01 de agosto e ocorre simultaneamente ao primeiro Gallery Weekend Los Angeles, que oferecerá um programa de ações e ativações em toda a cidade para os membros e o público da Frieze.

As galerias brasileiras, que contam com o apoio do projeto Latitude - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad, uma parceria da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (ABACT) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), figuram no grupo de grandes expositores internacionais, ao lado de 47 importantes galerias do evento.

A Galeria Nara Roesler apresenta obras da artista brasileira Virginia de Medeiros e do francês JR. A seleção destaca o interesse mútuo dos artistas em trazer, por meio da fotografia, foco para as comunidades marginalizadas, com atenção para as histórias individuais de quem vive nas margens, destacando a individualidade de cada sujeito e colocando o público frente a frente com as dificuldades e realidades.

O estande online inclui trabalhos de diferentes séries icônicas de JR, como ‘Mulheres são Heróis’, ‘Sem Moldura’, e ‘As Rugas da Cidade’, nas quais o artista trabalhou para inspirar os espectadores a valorizar as mulheres e os idosos, que atuam como pilares de suas comunidades, não desanimadas por sua vitimização e negligência desproporcionais.

Esses trabalhos serão apresentados em conjunto com a série de fotografias Alma de Bronze, de Virginia de Medeiros, que retratam as mulheres que lideram a Frente de Luta por Moradia do Movimento Sem Teto do Centro de São Paulo (MSTC), na esperança de aprofundar e capturar a força das mulheres que guiam sua comunidade por meio da luta pela sobrevivência.

A Vermelho apresenta o trabalho de Carlos Motta, marcado pela narração de histórias suprimidas de diferentes indivíduos e comunidades sexuais e de gênero, na tentativa de desconstruí-las. Em sua série de fotografias de uma figura manipulando cobras, as imagens referem-se a práticas fetichistas gays associadas ao "desvio sexual".

Já as esculturas de bronze, intituladas ‘NÓS, O INIMIGO’, são baseadas em representações do demônio desenhadas na história da arte: pinturas históricas que retratam Satanás no inferno, desenhos, ilustrações e esculturas que retratam a personificação do mal. Cada figura desafia os padrões morais normativos de beleza, respeitabilidade e comportamento. Entre este exército de demônios, há personagens que sugerem uma perversão sexual mais comumente representada nas imagens católicas tradicionais.

A plataforma Viewing Room pode ser acessada por meio de um cadastro pelo link https://viewingroom.frieze.com/ e conta com recursos aprimorados de pesquisa, filtro, navegação e curadoria de conteúdo, para garantir que cada visitante tenha viva experiências únicas e muitas descobertas.

Sobre o Latitude - Platform for Brazilian Art Galleries Abroad

O Latitude é um programa desenvolvido por meio de uma parceria firmada entre a Associação Brasileira de Arte Contemporânea - ABACT e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos - Apex-Brasil, para promover a internacionalização do mercado brasileiro de arte contemporânea. Criado em 2007, conta hoje com 62 galerias de arte do mercado primário, localizadas em sete estados brasileiros e Distrito Federal, que representam mais de 1000 artistas contemporâneos. Seu objetivo é criar oportunidades de negócios de arte no exterior, fundamentalmente através de ações de capacitação, apoio à inserção internacional e promoção comercial e cultural.

O volume das exportações definitivas e temporárias das galerias do projeto Latitude vem crescendo significativamente. Em 2007, foram exportados US$ 6 milhões e, de acordo com a última Pesquisa Setorial Latitude publicada, em 2017 atingiu-se mais de US$ 65 milhões. As galerias Latitude foram responsáveis por 42% do volume total das exportações do setor no ano.

Desde abril de 2011, quando a ABACT assumiu o convênio com a Apex-Brasil, foram realizadas 48 ações em mais de 26 diferentes feiras internacionais, com aproximadamente 300 apoios concedidos a galerias Latitude. Neste mesmo período, foram trazidos ao Brasil aproximadamente 250 convidados internacionais, entre curadores, colecionadores e profissionais do mercado, em 23 edições de Art Immersion Trips. Além dessas ações, o Latitude realizou cinco edições de sua Pesquisa Setorial, com dados anuais sobre o mercado primário de arte contemporânea brasileira.

Publicado por Patricia Canetti às 1:23 PM


Desenhos na Mercedes Viegas, Rio de Janeiro

A partir do dia 26 de julho, a Galeria Mercedes Viegas apresenta, por meio de visitas agendadas, a exposição coletiva Desenhos. Em paleta reduzida e com foco nos traços de alto contraste, desenhos reúne trabalhos em papel marcados por nanquim, carvão, grafite e óleo em bastão. Contando com três diferentes gerações de artistas, a exposição inclui obras do acervo (décadas de 70, 80, 2000 e 2010) e obras produzidas no atual contexto pandêmico.

Em nova série de desenhos em carvão sobre papel canson datada deste ano, Cela Luz retrata a difusão de flora em contextos que variam do residencial ao desértico. Cela Luz (Rio de Janeiro, 1986) é pintora, e vive e trabalha no Rio de Janeiro. Entre 2015 e 2019, Cela morou em Nova York, onde completou o mestrado em artes visuais (MFA) na School of Visual Arts, em 2017. Em 2019, Cela realizou a exposição individual “Deixa Ventar”, na Galeria Mercedes Viegas. Entre as exposições coletivas de quais participou, se destaca: ‘Cognitive Dissidence’, com curadoria de Dan Cameron, na Ray Smith Studio (Nova York, 2017); ‘Transfiguration’, com curadoria de Carl Auge, SVA Flatiron Gallery (Nova York, 2017); ‘Partilhas, Presenças, Projetos’, com curadoria de Mario Gioia, na Galeria Blau (São Paulo, 2017); ’O Contexto da Linha’, Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, 2018); ‘Elas por Elas’, Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, 2019); ’Pequenos Formatos’, Galeria Mercedes Viegas (Rio de Janeiro, 2019); ‘Breves Narrativas de Sonhos’, Casa da Luz (São Paulo, 2020).

A artista Elisa Bracher participa com dois desenhos em grande formato a bastão oleoso, tinta para gravura em metal e verniz sobre papel arroz, um datando de 2007, e outro de 2014. Elisa Bracher (São Paulo, 1965) é escultora, gravadora, desenhista e fotografa. Formou-se em artes plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado – FAAP, São Paulo, e especializou-se em gravura em metal em 1989. Em meados de 1993, iniciou a transpor para o espaço as linhas que surgiam em seus desenhos e a realizar as primeiras esculturas em madeira e em cobre. Do final da década, datam as primeiras esculturas monumentais nas quais emprega grandes toras de madeira para a realização de obras que marcam a presença da artista em espaços públicos no Rio e em São Paulo, mas também em Essex, na Inglaterra, e em Berlim, na Alemanha. As esculturas em taipa de pilão, técnica da obra exposta no pátio ao lado, já foram realizadas pela artista no jardim Museu da Casa Brasileira, na Galeria de Arte Raquel Arnaud. Atualmente, há uma escultura sendo construída em caráter permanente no Parque Villa Lobos em São Paulo. Elisa Bracher é fundadora e diretora do Instituto Acaia que recebe diariamente trezentas pessoas entre crianças, jovens e adultos, habitantes da favela da Linha e da favela do Nove na cidade de São Paulo.

Ivens Machado participa de desenhos com dois desenhos combinando substâncias gasosas e objetos industriais em nanquim e grafite datando de 1971, e dois recortes em papel pautado datando de 1971 e 1980. Escultor, gravador e pintor, Ivens Machado (Florianópolis, 1942) estuda gravura na Escolinha de Arte do Brasil (EAB), no Rio de Janeiro, e é aluno de Anna Bella Geiger. No início da década de 1970, realiza obras em papel, utilizando materiais como folhas pautadas ou quadriculadas, nas quais realiza interferências. Em 1974, faz sua primeira exposição individual na Central de Arte Contemporânea, no Rio de Janeiro. É premiado em 1973 no 5º Salão de Verão do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ), com a instalação Cerimônia em Três Tempos. Ivens Machado participou de duas Bienais do Mercosul (1997 e 2003), da Nouvelle Biennale de Paris (1985) e de cinco edições da Bienal Internacional de São Paulo (1974, 1981, 1987, 1994, 2004).

A série “quarentena corona” (2020), de Raul Mourão, reúne doze desenhos em nanquim e papel que misturam devaneios abstratos (alguns que nos remetem às esculturas cinéticas do artista) a dados referentes aos primeiros meses da pandemia. Raul Mourão (Rio de Janeiro, 1967) cria esculturas, pinturas, fotografias, vídeos, instalações e performances desde o final da década de 1980. À época, o artista faz os primeiros registros fotográficos de um elemento urbano que seria mote de sua pesquisa nas décadas seguintes: as grades usadas para proteção, segurança e isolamento em ruas do Rio de Janeiro. Nos anos 2000, sua pesquisa toma novo caminho, o das esculturas cinéticas. Mourão passa a criar estruturas que podem ser acionadas pelo toque do espectador. As obras são exibidas em exposições individuais em instituições como o Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro e o Bronx Museum, em Nova York, além de galerias em São Paulo, Rio e Salvador. Os trabalhos também integram coletivas no Canadá, em Portugal, nos Estados Unidos e na Inglaterra. Em 2017, o artista apresentou a exposição individual “In my opinion”, na Plutschow Gallery, em Zurique, Suíça. Em 2019, realizou individuais na Galeria Nara Roesler, SP, e na Galeria Lurixs, Rio de Janeiro. Em 2011, junto ao artista Cabelo, fundou o espaço cultural Rato Branko.

A exposição receberá visitas agendadas. De acordo com os protocolos de saúde da OMS, assim como os decretos municipais e estaduais, as visitas serão separadas por intervalos de uma hora, e exigirão distanciamento social e o uso de máscaras. Os trabalhos também serão acessíveis virtualmente pelo site da galeria, www.mercedesviegas.com.br. Para agendar a sua visita, nos contactar por email, pelo galeria@mercedesviegas.com.br, ou via whatsapp, pelo (21) 96736-5295.

Publicado por Patricia Canetti às 1:23 PM


julho 16, 2021

Respiração Fachada: Hilton Berredo na Eva Klabin, Rio de Janeiro

Casa Museu Eva Klabin reabre com o projeto Respiração Fachada: Espaço cultural na Lagoa recebe a instalação inédita “Grafites Orgânicos” do artista plástico Hilton Berredo

Após mais de um ano fechada, a Casa Museu Eva Klabin, na Lagoa, reabre ao público no próximo domingo, dia 27 de junho, seguindo todos os protocolos de segurança determinados pela Prefeitura do Rio e com um presente para os cariocas. O projeto Respiração Fachada #1 apresenta uma instalação inédita do arquiteto e artista plástico Hilton Berredo chamada Grafites Orgânicos. A exposição da obra acontece até o dia 09 de janeiro mediante o agendamento das visitas, de 5ª a domingo, pelo site da Casa Museu Eva Klabin. O espaço reabre também o seu Jardim projetado por Roberto Burle Marx revitalizado, após a conclusão de obras realizadas na parte externa da casa para favorecer a acessibilidade com rampas e banheiros.

“É com grande alegria que estamos reabrindo a Casa Museu ao público e oferecendo à cidade um novo programa de arte contemporânea. Além de um compromisso com a arquitetura e acessibilidade, as transformações na Casa durante o tempo em que ficou fechada são grandes presentes para o Rio. A Casa Museu reabre oferecendo à cidade um enorme ganho cultural", conta Marcio Doctors, curador da Casa Museu Eva Klabin.

O Respiração Fachada é o novo projeto de arte contemporânea da Casa Museu Eva Klabin e, assim como o Projeto Respiração, realizado desde 2004, se propõe a trazer manifestações contemporâneas para um museu de arte clássica. Em 2016, a artista Regina Silveira criou uma intervenção na fachada da casa em seu trabalho Insolitus, edição #21 do RESPIRAÇÃO. Desde então o curador Marcio Doctors alimenta o sonho de transformar essa iniciativa em um programa regular. Com a pandemia e com o afastamento social que se impôs, o Respiração Fachada, em um movimento de expiração do Projeto Respiração, se transformou em uma saída cultural apropriada para o momento e as circunstâncias atuais.

“A obra de Hilton Berredo é um entrecruzamento de linhas de força. Combina um procedimento matematicamente rigoroso de corte serial das placas de borracha que, quando penduradas, adquirem multiplicidade de formas tridimensionais determinadas pelo acaso. Podemos vislumbrar nelas, a um só tempo, tanto a pintura quanto a escultura, o rigor da construção, a intensidade do barroco e a imaginação surrealista. É um artista poderoso pela múltipla síntese que consegue estabelecer entre as principais linhas de força das questões da arte moderna e da arte contemporânea. Certamente, o resultado das formas inusitadas de seus Grafites Orgânicos, no Respiração Fachada, surpreenderá pela força de sua imaginação inventiva”, explica Marcio Doctors, curador da Casa Museu Eva Klabin.

Com a escolha do Rio de Janeiro como Capital Mundial da Arquitetura e sede do UIA 2021 RIO | 27º Congresso Mundial de Arquitetos, o eixo curatorial para a intervenção deste ano voltou-se para a cidade e suas transformações paisagísticas e urbanísticas. Por isso, o convite ao Hilton Berredo, também professor de arquitetura, para iniciar o projeto foi natural. O carioca ficou conhecido nos anos 1980 por suas borrachas pintadas, expostas no Brasil e no exterior, mas sua trajetória profissional explora uma variedade de técnicas tanto tradicionais quanto tecnológicas. Sua arte está presente em diversas publicações no Brasil e integra o acervo do MNBA, do MAM Rio, do MAC Niterói, MAC/USP, e do Stedelijk de Amsterdã, além de diversas coleções particulares. O artista também já expôs em eventos como Brasil Já, exibida em cinco museus da Alemanha, Modernidade - Art Brésilien du 20eme siècle no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris e a XX Bienal Internacional de São Paulo.

“A borracha é um material maleável em todos os sentidos e por conta dessa característica eu consigo construir formas tridimensionais através da manipulação, do contato dela com o meu corpo, durante a criação. É uma relação quase simbiótica e muito importante, sem a qual não existiria a obra. Me inspirei na própria Casa Museu Eva Klabin em relação à Lagoa, em como fazer um trabalho que pudesse ser um marco festivo para essa localização da cidade. E também no vento, que foi meu maior aliado para a concepção desse projeto, que ressalta as linhas da casa com um movimento orgânico”, conta Hilton, que entre o planejamento e a execução do projeto levou 5 meses.

Ainda em comemoração à reabertura, a Casa Museu Eva Klabin realizará, entre junho e agosto de 2021, o Encontro Rio, a Reinvenção da Paisagem, que se propõe a criar uma reflexão sobre as transformações urbanísticas, culturais e paisagísticas da cidade do Rio de Janeiro, do final do século XIX às primeiras décadas do século XXI. O evento faz parte do calendário de atividades da programação do UIA 2021 RIO, maior e mais importante fórum internacional de arquitetura, e conta com idealização e organização de Marcio Doctors e do Arquiteto Urbanista Augusto Ivan Freitas Pinheiro. A estreia será no dia 29 de junho, às 19h, com Ruy Castro como convidado especial e a presença do Ex-Prefeito do Rio de Janeiro, Israel Klabin, Maria Silvia Bastos e Sergio Magalhães, Presidente do Comitê Executivo do UIA 2021 Rio. A transmissão será através do Canal Eva Klabin no YouTube www.youtube.com/canalevaklabin.

Publicado por Patricia Canetti às 5:16 PM