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fevereiro 26, 2018

Josely Carvalho no MAC USP, São Paulo

Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta: Diários de Cheiros: Teto de Vidro, por Josely Carvalho

Uma experiência Olfativa

O Museu de Arte Contemporânea da USP, apresenta a partir de 3 de março, sábado, às 11h, a exposição Diários de Cheiros: Teto de Vidro da artista radicada em Nova York, Josely Carvalho. A mostra é um desdobramento do Diário de Imagens que compreende a sua obra desde 1970, e se apresenta de forma multimídia, incorporando uma infinidade de suportes, do desenho e objeto, às instalações olfativas do presente. Nesta exposição, o olfato, nosso primeiro sentido, torna-se o veículo de resgate da memória individual e coletiva.

A mostra consta de duas instalações, sendo a primeira Estilhaços, taças de vinho que se quebradas que contêm as memórias olfativas. Delas foram elaborados seis cheiros: Prazer, Ilusão, Persistência, Vazio, Ausência e do Afetivo, originados de textos de seis escritores, convidados pela artista.Para a instalação seguinte, Resiliência, a artista criou seis cheiros: Pimenta, Lacrimae, Anóxia, Barricada, Poeira e Dama da Noite, inspirados nos estilhaços de vidros das manifestações que ocorreram no Rio de Janeiro em 2013 e que ocorrem globalmente. Para a artista, “os cheiros fortes nos remetem a sensação de perigo, instabilidade, intimidação e fragilidade, com exceção da Dama da Noite, cheiro puro da flor noturna, cheiro inebriante e narcótico que pode chegar a mascarar ou potencializar os outros odores”, conta. Cheiro dos Estilhaços será sentido através do toque. Nanocápsulas são produzidas pela empresa Ananse e serão incorporadas na fotografia impressa em voil transparente.

Para a curadora do MAC, Katia Canton, “a artista nutre-se da experiência pessoal e dos fatos sócio-políticos que mobilizam o mundo, sobretudo, aqueles que tocam a condição do feminino para criar uma teia híbrida, onde costura a relação tempo/espaço de maneira espiralada e contínua, assimilando em seus fluxos imagens, sons, lembranças e, cada vez mais, cheiros retirados de seu cotidiano e de suas histórias de vida”, diz Canton em seu texto de apresentação da exposição.

A intenção da artista é quebrar a santidade da obra de arte sendo a interatividade, parte integral da exposição. O público é convidado a tocar, cheirar, ouvir e ver. O sentir permite a abertura da memória. Ao segurar em suas mãos as esculturas levando-a ao nariz, consequentemente os sentidos do olfato e do tato são ativados. O mito de que uma obra de arte não pode ser tocada é quebrado nesta exposição.

A exposição conta com 13 cheiros originais produzidos em parceria com a Givaudan do Brasil; nano cápsulas de cheiro produzidos pela Ananse, livro de artista, seis esculturas de vidro soprado, vídeo e som para 4 canais e seis crayons olfativos a serem experimentados em uma parede da sala expositiva.

Josely Carvalho é artista plástica e pesquisadora interdisciplinar. Estudou na Escola de Arquitetura da Washington University, St. Louis, MO., tendo lecionado
na Faculdade de Arquitetura da Universidad Nacional de Mexico/UNAM e State University of New York/Purchase. Incorpora na sua obra escultura, gravura, pintura, poesia, vídeo, som, livro-arte, fotografia, internet e arte-olfativa em formato de instalações em tempo virtual e real.

Mantem ateliê em Nova York e Rio de Janeiro. Recebeu muitos prêmios de prestigio como: Pollock-Krasner Foundation; Creative Capital Foundation; Rockefeller Foundation, Bellagio International Study Center, Itália; Harvestworks Media Lab Center; New York State Council for the Arts/NYSCA; New York Foundation for the Arts/NYFA; Frans Masereel Printing Center residência, Kasterlee, Bélgica, National Endowment for the Arts/NEA; Art Matters Inc.;Creative Time entre outros.

Seu projeto pioneiro de internet http://www.bookofroofs.com (Book of Roofs/ Livro das Telhas, 1999) além de ser premiado, foi apresentado inúmeras vezes em eventos e exposições no Brasil, Europa e nos Estados Unidos assim como vários arquivos de web art.

Josely Carvalho tem realizado diversas exposições individuais, entre elas: Art/ Science Gallery, Department of Nanotechnology, University of California at Los Angeles (UCLA) 2013-14; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 2010-11; Casarão, Viana, Espírito Santo, 2011; SESC, São Carlos, S.P. 2012; Diary of Smells: Re ections & Digressions, Galerie Drei, Dresden, Germany 2010; Octógono da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 2007; 1816 Galeria, Bretenoux, França, 2009; Centro Cultural da Caixa, Brasília, 2005; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, 2000; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, 1995 e 2009; ISEA/2002, Nagoya, Japão; Art in General, Nova York, 1994; Centro Cultural da Caixa, Brasília; 2005; SESC Flamengo, Rio de Janeiro, 2004; Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, 2003; Des Lee Gallery, Wildwood Press em St. Louis, MO., 2002; VIPER International Festival of Film/ Video and New Media, Basel, Suíça; File 2002, São Paulo; Intar Gallery, Nova York, 1995; Casa de Las Americas, Havana, Cuba; Museu de Arte de São Paulo/MASP; Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Tyler Gallery, Tyler School of Art, Philadelphia; Gallery North, Miami Dade College, Miami; Olin Gallery, Kenyon College, Ohio; Instituto de Arte da Universidade de Brasília; Hillwood Museum, N.Y.; Paço das Artes, São Paulo .

Entre suas exposições coletivas encontram-se: Center for Book Arts, New York, 2016; Casa da America Latina/UNB, 2016; IFPDA INK Miami Art Fair, Art Basel Miami, 2015; Centro Cultural São Paulo, Tendências do Livro de Artista no Brasil:
30 anos depois – 2015/2016; IFPDA INK Miami Art Fair, Art Basel Miami, 2014;
St. Louis University Museum of Art, Mark Making/Prints from Wildwood Press
2012; A Printer’s Spotlight, 15 Years of Wildwood Press, Gallery 210, University of Missouri St Louis, 2011; Prints from Wildwood Press, Faulconer Gallery, Grinnell College, Iowa, 2008; Wildwood Press: Ten Years, Usdan Gallery, Bennington College, Vermont, 2007; Decade Show, New Museum of Contemporary Art; Bienal Internacional de Pintura, Cuenca; Mexican Museum, San Francisco; Korean Museum, Los Angeles; Museo del Barrio, N.Y.; Museu de Arte Moderna (MOMA), N.Y.; Franklin Furnace, N. Y.; Museo de Bellas Artes, Caracas; Bronx Museum of Art, N.Y.; Cuenca Bienal de Pintura, Cuenca, Ecuador.

Entre suas obras públicas: Memorial Armênia, Estação Armênia, instalação permanente no Metrô de São Paulo, 1995-2005; Turtle News I, painel eletrônico, Times Square, Public Art Fund, New York. 1988; Noticiário da Tartaruga , painel eletrônico, III Eletromídia da Arte, Brasil, 1999; http://www.bookofroofs.com webwork.

Suas obras estão em coleções privadas e públicas como: Museum of Contemporary Art, Jacksonville, Florida; Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, Brasil; Museu de Arte do Rio de Janeiro/MAR, Rio de Janeiro, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; Itau Cultural São Paulo; Museo de Bellas Artes, Caracas, Venezuela; Bronx Museum of the Arts, New York City; Museum of Modern Art(MOMA) New York City; Brooklyn Museum, New York; Seguros Sociais, Mexico; Museo de Arte Moderna da Bahia, Brasil; Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo; Museu de Arte Contemporânea (MAC), São Paulo; Museu da Gravura, Curitiba, Brasil; Metropolitano de São Paulo, Subway System, Brasil.

www.joselycarvalho.com
http://diaryofsmells.com
www.bookofroofs.com
www.youtube.com/joselycarvalho

Posted by Patricia Canetti at 12:05 PM