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março 31, 2017

Nino Cais na Triângulo, São Paulo

Nino Cais discute o sentido da imagem em sua exposição de estreia na Casa Triângulo

Além de ​intervenções, vídeos, objetos e uma instalação, o artista apresenta uma série de delicados desenhos feitos em grafite tingidos por densas manchas de de tinta preta à óleo.

A Casa Triângulo tem o prazer de apresentar, a partir de 4 de abril de 2017, a exposição Ópera do Vento, a primeira individual do artista Nino Cais na galeria. Abordando, entre outros temas, o caráter imaterial da obra de arte, a mostra conta com cerca de 30 desenhos, 35 intervenções feitas em páginas de livros, cinco objetos, um vídeo e uma instalação com 85 suportes para partituras.

O artista usa como ponto de partida o mundo à sua volta, dessa forma livros, fotografias, roupas e objetos corriqueiros vão tomando nova significação dada através de suas intervenções e justaposições inusitadas. Em suas palavras, “as intervenções sobre as imagens criam uma espécie de lente de aumento no próprio significado, não apenas propondo um novo significado mas também magnificando o sentido original da imagem”.

Nino Cais é um artista multidisciplinar: video, fotografia, colagem e desenho são algumas das linguagens trabalhadas em sua pesquisa.

Para a mostra o artista vem colecionando livros iconográficos, que guardam retratos, paisagens e imagens do cinema, e provocando em suas páginas intervenções com cortes, rasgos e cores. Delicados desenhos de ferramentas feitos a grafite são tingidos por manchas densas de tinta à óleo pretas. Um vídeo apresenta imagens de esculturas recortadas que atravessam uma paisagem como se criassem uma linha do tempo disfuncional, sem fim ou começo. Objetos de diversas finalidades são unidos e resultam em junções imprevistas: camisas masculinas brancas de algodão ganham pratos encaixados nos braços. A estranheza inicial dá lugar a uma sensação de repouso, como se guardasse um sentido transcendente ou sagrado, tal qual o tecido branco que envolve objetos da liturgia da igreja católica, uma memória da infância do artista já explorada em outras peças. Os objetos também comentam o corpo como matriz de tudo que existe no mundo, um corpo molde de onde nasce tudo. A exposição aborda a fluidez entre o acaso e o planejado e a valorização de uma construção processual.

Sempre entabulando relações com artistas de outras áreas como a literatura, moda, artes dramáticas, nesta exposição o artista convida a atriz e escritora Maria Ribeiro para dialogar com seu trabalho criando um texto de ficção que fará as vezes de um texto crítico.

Posted by Patricia Canetti at 2:43 PM