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maio 8, 2008

Bia Medeiros: trajetórias do corpo

Bia Medeiros: trajetórias do corpo

Bia Medeiros faz sua primeira individual em 1978 no Rio de janeiro e, já nesta exposição, além de gravuras, mostra uma preocupação em retirar seu trabalho de galerias e levá-los para as ruas, com objetivo de atingir um público não confrontado às questões da arte. São pequenas intervenções urbanas: carimbos e fotocópias.

Em 1982, viaja para Paris e lá se defronta com imensos cartazes publicitários. Faz gravuras, mas nas intervenções urbanas sente a necessidade de trabalhar em grupo. Trabalha com diversos artistas, mas firma parceria com Suzete Venturelli, e com ela trabalha até 1989.

No Conjunto Cultural da Caixa, em Brasília, esse percurso é o início cronológico. Uma gravura de 1976, um desenho já sobre cartazes publicitários, uma imensa intervenção urbana em Paris e um vídeo e diversas fotografias de performances com Suzete. O vídeo, onde Bia está grávida de 7 meses e as fotografias com Suzete são ousadas, as artistas exibem seus corpos nus. A exposição foi recomendada, pela Caixa, apenas para maiores de 18 anos.

Ao retornar ao Brasil, Bia se instala em Brasília e funda o grupo de pesquisa Corpos Informáticos. A proposta é pensar o corpo confrontado às tecnologias, mas não se perde o desejo de realizar intervenções urbanas, que hoje denomina Composições Urbanas, em sigla divertida “CU” (FUNARTE-Rio, 2007 e em 15 de maio de 2008 na FUNARTE-Brasília). Outra irreverente sigla, hoje utilizada pelo Grupo é “UAI”, ueb arte iterativa, projeto em andamento de uma página web iterativa (Menção honrosa, Prêmio Sérgio Motta, 2007).

O Grupo sempre foi formado por artistas plásticos, atores e performers, técnicos, etc, na sua maioria alunos de graduação, muitos deles com bolsa de Iniciação Científica. Diversos participantes há muito se formaram, concluíram seus Mestrados e até Doutorados e continuam participando do Grupo: Carla Rocha, Alice Stefânia; ou ajudando quando necessário: Milton Marques, Maycira Leão, Cyntia Carla. Cabe lembrar, também, a contínua participação de Maria Luiza Fragoso, que realizou o projeto expositivo de Bia Medeiros: trajetórias do corpo.

As linguagens artísticas utilizadas pelo Grupo - performance, composição urbana, videoarte, web-arte-, necessitam diversidade de conhecimentos. Mas, na proposta do Grupo, todos se envolvem com as diversas linguagens, atrizes fazendo vídeos, artistas plásticos performando, técnicos dançando, todo mundo participando dos laboratórios de corpo, lixando espelhos, cavando buracos, amarrando balanços, etc. As idéias e propostas são sempre discutidas em grupo, os trabalhos são sempre de autoria do grupo, não tendo um autor efetivo. Bia Medeiros, como responsável pelo projeto, pelos seus financiamentos assina a responsabilidade legal de toda produção.

Um pequeno apanhado deste imenso trabalho artístico é mostrado em Bia Medeiros: trajetórias do corpo. Além da produção anterior à fundação do Corpos Informáticos, são cerca de 20 vídeos – alguns premiados como o “Palladium” de Frederyck Sidou, e a página web em construção “UAI”-, muitas fotografias de corpos do Corpos, duas intervenções urbanas nas paredes, uma composição urbana (já que a galeria foi transformada em espaço público brasiliense, isto é, gramada), uma sala de estar (quase como na Bienal do Mercosul 2005), tudo isso em um projeto curatorial de Priscila Arantes, um projeto expositivo de Malu Fragoso e muito trabalho dos atuais membros do Corpos Informáticos: Carla Rocha, Diego Azambuja, Fernando Aquino, Hugo Cabral, Kacau Rodrigues (produtora executiva), Larissa Ferreira, Luiz Ribeiro, Márcio H. Mota.

Posted by João Domingues at 11:03 AM | Comentários(3)
Comments

Admiro o trabalho de Bia Medeiros e me sinto privilegiada de estar trabalhando com ela no projeto expositivo desta mostra. Convido a todos para visitar a exposição em Brasília, até 25 de maio, e no Rio de Janeiro a partir de 23 de junho! Não percam!

Posted by: Malu Fragoso at maio 9, 2008 12:14 PM

A trajetória de Bia Medeiros, que se confunde com a do Corpos Informáticos, é uma história de intersecções - artísticas e humanas. Processos colaborativos, trans-pessoais, trans-disciplinares e trans-formadores, dentre os quais me encanta ter participado de alguns. A exposição está emocionante, intensa e diversa, como a Bia e seus Corpos.

Posted by: Alice Stefânia at maio 20, 2008 4:31 PM

A mostra ainda tá aqui no Rio? Onde?
=]

Posted by: Fernanda Caparelli at julho 23, 2008 2:25 AM
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