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julho 28, 2005

Museus estão colocando tudo à venda, de suas obras de arte até sua autoridade

Museus estão colocando tudo à venda, de suas obras de arte até sua autoridade

Artigo de Michael Kimmelman publicado originalmente no New York Times e reproduzido em português no UOL Mídia Global em 17 de julho de 2005.

O que é notável na exposição do rei Tut no Museu de Arte do Condado de Los Angeles, para a qual o museu na prática vendeu seu bom nome e espaço de galeria para uma empresa com fins lucrativos, é as pessoas ainda considerarem este arranjo chocante.

Ultrajante? Certamente. É uma abdicação de responsabilidade, integridade e padrões. Mas está se tornando a norma.

O dinheiro manda. Sempre mandou, é claro. Mas nas instituições culturais de hoje, ele parece cada vez mais estar corrompendo a ética e minando as metas fundamentais como a preservação das coleções e a defesa do interesse público. Os curadores não estão mais tomando decisões. Colecionadores ricos, diretores míopes e interesses comerciais externos estão. Quando a Biblioteca Pública de Nova York negociou um dos grandes tesouros cívicos da cidade, "Kindred Spirits" de Asher B. Durand, em um leilão fechado por US$ 35 milhões, os curadores da biblioteca só souberam da venda horas antes do público ler a respeito no jornal.

Enquanto isso, o Museu do Condado de Los Angeles entrou em um arranjo ainda mais problemático do que o da exposição do Rei Tut. Tut, afinal, veio e irá embora. Mas o museu está fazendo planos mais duradouros com o bilionário e colecionador de arte contemporânea Eli Broad, permitindo que construa um museu que possa supervisionar, com seu nome nele, em propriedade do museu - em terreno público, isento de impostos. O condado de Los Angeles então pagará para mantê-lo.

A aposta é que algum dia o museu herdará as obras de arte. "Por que eu gastaria cerca de US$ 60 milhões se minha coleção fosse para outro lugar?", ele perguntou para a repórter do "The New York Times", Susan Freudenheim, antes de acrescentar: "Não há promessas". Quando correu a notícia no mundo das artes, nesta primavera, de que Broad estava considerando seus próprios candidatos para a posição de vice-diretor para arte contemporânea, Andrea L. Rich, a diretora do museu, anunciou que estava se aposentando.

Eu acho que o termo de negócios mais adequado é "leveraged buyout" ("aquisição alavancada").

Negócios também estão por trás do aluguel pelo Museu de Belas Artes de Boston de pinturas impressionistas para a Academia Real de Londres e para uma subsidiária de uma galeria comercial, PaceWildenstein, que tem uma filial no Bellagio Hotel and Casino em Las Vegas.

O arranjo pode parecer uma forma inofensiva de gerar renda. Mas o aluguel é complicado. Toda vez que uma obra de arte cai na estrada, há uma chance dela ser danificada ou perdida. Como guardiões de tesouros públicos, os museus deveriam decidir que exposições valem a pena o risco - com base em conhecimento público, não lucro a curto prazo. Ao menos este é o princípio.

O modelo também depende da noção de benevolência coletiva. Os museus e bibliotecas compartilham coleções e conhecimento porque, no final, o público é dono da arte e paga pelo conhecimento. No mundo real, os museus e bibliotecas mais ricos comandam os melhores empréstimos e termos mais rígidos, e troca de favores (viagens, bens e serviços de curadoria). Mas compartilhar, para o fim de desenvolvimento cultural mútuo, continua sendo a meta.

O dinheiro altera a equação. No ano passado, Boston alugou 21 Monets para o Bellagio. Agora está alugando arte para uma exposição em Londres e também para outra exposição no Bellagio, "A Paisagem Impressionista de Corot a Van Gogh", administrada pela PaceWildenstein. Ingresso: US$ 15 (que, se você olhar pelo lado positivo, é metade do valor do ingresso para a exposição do rei Tut). Quando as coleções se tornam ativos, passar do aluguel para a venda é um passo curto. Não se trata de descartar um pouco de detrito, mas remover das coleções quadros multimilionários para capitalizar em um mercado aquecido, como os porta-estandartes estão fazendo no momento.

Apesar da tempestade em torno de "Kindred Spirits", a Biblioteca Pública está se preparando para leiloar mais obras de sua coleção de arte americana neste outono, incluindo pinturas de Gilbert Stuart. E o Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York vendeu, entre outras coisas, um Picasso, um De Chirico, um De Kooning e um Pollock, artistas com os quais tem um compromisso histórico. No mês passado, ele causou espanto ao dispensar uma paisagem do de US$ 5,4 milhões de Henri-Edmond Cross, o pintor francês do século 19 e colega de Seurat e Signac.

O diretor do museu, Glenn D. Lowry, explicou que Cross (diferente de Picasso e Pollock?) não era um artista com o qual o museu tinha algum compromisso em particular, e ele disse que o quadro nunca foi exibido, como se gostos futuros fossem previsíveis. Isto após o MoMA ter justificado seu novo prédio (ingresso: US$ 20) dizendo que fornecia mais espaço para exibir uma maior variedade de arte.

O Museu de Arte Moderna e a Biblioteca Pública apontam que vendem para poder comprar - para atualizar suas coleções. Talvez. Mas museus cometeram erros no passado, os gostos mudam e o que parece irrelevante em um momento se torna desejável em outro. Além disso, quando as coleções se tornam fungíveis, seus membros do conselho podem não mais se sentir compelidos a levantar dinheiro eles próprios.

Boston e Los Angeles dizem que as exposições em Vegas e a exposição do rei Tut dão às pessoas comuns uma chance de ver o que caso contrário não poderiam. É um argumento pão e circo, que também ignora o ponto maior: quem controla a propriedade pública? Uma corrosão constante da fé na integridade das instituições será o preço de longo prazo para os negócios de curto prazo.

Com a fé desaparece o ecossistema delicado das contribuições de caridade e dos privilégios de isenção de impostos. Por que, perguntará o público, instituições como estas podem colher os benefícios do status de serem sem fins lucrativos se atendem interesses privados que moldam o conteúdo do que está em exposição e/ou colhem recompensas em dinheiro?

Broad pode continuar comprando e vendendo seus próprios quadros enquanto estes ganham o prestígio devido à associação com o museu. Com Tut, é difícil dizer o que é pior: o museu ter concordado em ceder a autoridade de curadoria sobre uma exposição em suas próprias galerias ou não estar ganhando muito dinheiro em troca. Esta é "a forma como o negócio está estruturado", Rich informou ao "Los Angeles Times".

O que o museu espera é ganhar novos membros. Mas o ingresso de novos membros, ocasionado por exposições de sucesso ou pela abertura de novos prédios, é notoriamente volúvel. Ele evapora assim que o evento que o provocou passa. É outro caso de pensamento fiscal de curto prazo.

Esta é a mentalidade de relatórios trimestrais de lucros de Wall Street e a forma como muitos membros de conselhos de museus e bibliotecas estão se acostumando a pensar. Eles vêem entidades sem fins lucrativos como equilibradas. As coleções guardadas são bens subutilizados; o "boom" do mercado de arte é uma oportunidade de ouro; o sucesso deve ser julgado por números. A freqüência e a filiação estão em alta? O museu está expandindo? Seu orçamento está crescendo? O museu está obtendo manchetes suficientes para novas aquisições e exposições?

Mas museus e bibliotecas não são empreendimentos comerciais. O crescimento não é necessariamente bom. Ampliação não é sempre sábia. Freqüentemente é o oposto. O verdadeiro sucesso é medido por intangíveis difíceis de quantificar: a qualidade da pesquisa e educação; o estudo, cuidado e manutenção das coleções; o nível de confiança pública.

Talvez confiança soe agora como um daqueles chavões que os puristas antiquados latem enquanto a caravana passa. Então chame de responsabilidade. O público deve exigir mais disto, juntamente com maior transparência. Os procuradores gerais também.

Na Europa, os museus são administrados pelo governo. Aqui, o capitalismo impera. Então os museus devem competir por dinheiro, colecionadores, visitantes. No todo, o sistema funciona.

Mas isto se apóia na fé de que decisões fundamentais (o que adquirir, o que vender, o que expor e como expor) pertencem não a interesses privados e comerciais, mas a especialistas, curadores e estudiosos, servindo ao público e à posteridade. Quando filantropos vêem um museu ou biblioteca canibalizando sua coleção, eles podem pensar duas vezes antes de aumentar sua contribuição. Quando os museus alugam suas obras e pagam em dinheiro por exposições cujo conteúdo é posteriormente subcontratado, outros museus podem decidir que emprestar é ingenuidade. Eles alugarão para aqueles que pagarem mais, sem se importar se outros museus desejam arte emprestada por razões melhores.

E quando os colecionadores vêem algumas instituições virando do avesso para agradar um doador, eles esperarão o mesmo. O MoMA ganhou as manchetes há pouco tempo ao receber de presente cerca de 2.600 desenhos que um conselheiro, Harvey S. Shipley Miller, reuniu em quase dois anos de compras. Miller é o único membro da Fundação Judith Rothschild, uma pintora que morreu em 1993, que a estabeleceu para "estimular o interesse em pintores, escultores e fotógrafos americanos mortos recentemente, cuja obra é da mais alta qualidade mas que carecem de um maior reconhecimento".

Miller, que supervisionou anteriormente a doação pela fundação de mais de 1.100 livros avant-garde russos e obras relacionadas ao MoMA, decidiu gastar milhões (incluindo US$ 140 mil em viagens, segundo um recente artigo na revista "Art on Paper") visitando galerias com um curador privado, comprando desenhos de mais de 640 artistas, vivos e mortos, famosos e desconhecidos, americanos e estrangeiros. Foi amplamente noticiado que ele informou às galerias que estava comprando em nome do MoMA; para um repórter da revista "New York" ele disse que o museu não poderia rejeitar nenhum artista; seria pegar ou largar toda a coleção. Os marchands ficaram ansiosos em ajudar o comprador entusiasta com um prazo auto-imposto.

"Eu duvido que tenha havido alguma aquisição no museu que tenha sido melhor analisada do que esta", disse Lowry, defendendo o presente. Grande coleções são historicamente formadas ao longo de muitos anos. O conhecimento, o mais alto padrão que o Museu de Arte Moderna deve manter, envolve discriminação, e discriminação geralmente leva tempo. Lowry disse que o curador de desenhos do museu, Gary Garrels, esteve "envolvido na concepção e conclusão, e prestou ajuda o tempo todo, o que não quer dizer que Harvey não tenha tomado suas próprias decisões". O diretor do MoMA apontou que os membros do comitê encarregado do departamento de desenhos tinham o direito de aceitar nenhum, alguns ou toda a coleção, o que significa que decidiram especificamente ficar com todos as obras.

Mas quão meticulosamente e responsavelmente eles poderiam, ou alguém poderia, analisar 2.600 desenhos? Como Lowry descreveu o processo, os membros do comitê - aqueles que decidiram fazer viagens até um depósito em Long Island City, Nova York, onde a coleção estava guardada - tiveram uma semana ou duas para avaliar as obras, que incluíam grandes compras de desenhos de artistas jovens, obscuros. O MoMA se recusou no passado a vender quadros de artistas vivos para não minar o ganha-pão deles. Armazenamento e conservação custam caro. Há centenas de artistas envolvidos neste caso. O compromisso de preservar suas obras durará, a menos que o Museu de Arte Moderna mude sua prática, por mais de uma geração. "Com o tempo, haverá uma seleção", disse Lowry. "Inevitavelmente haverá certos artistas que não se transformarão em fundamentais para a coleção." Como Cross, presumivelmente.

Milhões adoram Tut. A população de Las Vegas adora Monet. Outros museus considerariam o opulento presente de Miller como uma dádiva dos céus, apontou Lowry. E sobre o acordo com Broad, Rich apresentou um argumento semelhante: "Eu me pergunto o que pior poderia ocorrer? Nós não receberemos a arte, mas ficaremos com um ótimo prédio".

Esta é uma forma de colocar. Mas outra é que os museus, ao desvalorizarem seus princípios para ganhos de curto prazo, podem ganhar o desrespeito do público a longo prazo.

Tradução: George El Khouri Andolfato

Enviado por Departamento de Museus e Centros Culturais demu@iphan.gov.br

Posted by João Domingues at 2:50 PM

julho 12, 2005

Ata da reunião no Rio de Janeiro para escolha dos representantes para o seminário das CSs em 4 de julho de 2005

Ata da reunião para a escolha de representantes para o seminário da Câmara Setorial de Artes Visuais

As 19:30 horas, do dia 4 de julho de 2005, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, à rua Jardim Botânico 414, foi dado o início, pelo presidente da mesa Alexandre Lambert, a segunda plenária para eleição dos representantes que participarão do Seminário Nacional da Câmara Social de Artes Visuais, com o comparecimento de praticamente o dobro de participantes da primeira. Marcia Lontra perguntou quais seriam os itens da pauta a ser encaminhada a Funarte, ao que Ernesto Neto respondeu concordando com a necessidade de ser esboçada a pauta, mas apontando para a missão básica daquele momento, a eleição de pelo menos três representantes para as artes plásticas. Patrícia Canetti esclareceu que, dentro das artes visuais estão setorizadas pelo Minc até o momento, as categorias: artes plásticas, ate tecnológica, design, fotografia e artes gráficas. Alexandre Lambert se referiu ao fato de que os designers não tinham ainda se reunido. Foi perguntado onde a Funarte publicaria a pauta com as prioridades a serem discutidas no seminário. Márcia Lontra respondeu que o resultado do seminário será divulgado em setembro. Também foi perguntado: já que as artes visuais só se reuniram com seminários fechados, onde seria publicada a totalidade dos representantes inscritos e como se teria acesso a essa informação. Xico Chaves respondeu que se pretende divulgá-los a partir do dia 8 de julho. Alexandre Lambert lembrou da necessidade da assinatura de presença de todos os participantes da reunião com o nome completo acompanhado do número da carteira de identidade, documento esse a fazer parte da ata afim de legitimá-la. Isabela Frade perguntou se haveriam outros setores dos profissionais das artes visuais ou somente representantes dos artistas plásticos e se representantes da área de educação estariam junto. Alexandre Lambert respondeu que certamente estes também estariam representados no Seminário, dada a sua importância. Patrícia Canetti disse que a arte e a educação fazem parte da cadeia produtiva das artes visuais e são os responsáveis diretos na formação do público. Explicou que uma vez criadas as Câmaras Setoriais estas formarão grupos de trabalho para desenvolver temas específicos. Clarice Tarran disse que seria preciso que esses grupos se organizassem segmentando reuniões ao que alguém comentou que a Câmara Setorial é como um grande guarda-chuva que abarca a todos. Suzanne Tocci indagou se seria possível enviar representantes da Associação de Arte e Educação pelo fato da mesma já estar constituída. Alexandre Lambert respondeu que todas associações que se reuniram e enviaram seus representantes iriam ao seminário discutir a pauta organizada e Marcia Lontra disse não saber ainda o quadro dessa representação que virá dos diversos lugares.
Alexandre Lambert comunicou que Xico Chaves, Patrícia Canetti e Vera Condé os divulgarão resultados, respectivamente, através da Funarte, Canal Contemporâneo e Universidarte e que será feita uma reunião com os representantes que estudarão os três documentos gerados durante as discussões sobre Arte e Estado e que servirão de base, no Seminário, às propostas para uma política adequada. Ernesto Neto propôs a formação de um comitê de trabalho que resolvesse a pauta e a divulgasse e lembrou da necessidade de definir muito bem as prioridades. Clarice Tarran lembrou que o Rio de Janeiro está em posição de vantagem por ter uma base adquirida nas discussões sobre Arte e Estado, que os outros estados não possuem e Patrícia Canetti comentou que no Seminário poderemos tomar conhecimento das visões dos diferentes estados e regiões. Xico Chaves considerou que o modelo de câmara do Rio de Janeiro poderá servir de modelo a outros lugares. Márcia Lontra, representante da Funarte, esclareceu o andamento da organização dos trabalhos do Seminário no país e calcula a participação de 40 a 50 pessoas. Patrícia Canetti é de opinião que devemos trabalhar para que todos os representantes sejam incluídos no Seminário, já que as artes visuais não tiveram nenhuma reunião anterior com o Minc. Alexandre Lambert perguntou, então, quem aprovava a sugestão de Ernesto Neto de eleger uma representação para discutir prioridades por meio dos textos e depois mostrá-las numa reunião seguinte. Fabiana tomou a palavra para informar que havia enviado pela Internet, um texto mostrando a importância em delegar podere político adequadamente, não só a pessoas carismáticas, mas também àquelas capazes de ouvir e de pensar coletivamente e transmitir esse pensamento. Disse, também, que pelo fato da Funarte estar conduzindo o processo todo não a legitima como representante dos artistas, que o motivo da reunião era tirar uma representação autônoma e que, por isso, seria melhor que não fossem escolhidos os mesmos nomes já existentes nessa entidade e em outras entidades já constituídas. Foi sugerida, também, a formação de pequenos grupos a indicarem os representantes, ao que Ernesto Neto retrucou dizendo que estamos na mesma canoa e certamente os eleitos serão pessoas que irão conduzir bem o que pensamos. Leu-se a carta de Lia do Rio declinando, por motivos pessoais, de ser candidata a representante. Dessa maneira restou o nome de Alexandre Lambert entre os candidatos que se apresentaram na primeira plenária. Depois de algumas deliberações decidiu-se que a votação seria feita visualmente, que o voto seria aberto e que seriam eleitos 3 representantes para a Câmara Setorial de Artes Visuais do Rio de Janeiro e mais 4 membros como grupo de apoio. Também se deliberou sobre a eleição dos suplentes, surgindo três propostas: a) Alexandre Lambert - que os suplentes seriam os candidatos a representantes não eleitos, visto que os candidatos que se apresentaram eram em número de 6. b) Fabiana Santos - que os três nomes não votados passassem a ser candidatos do grupo de apoio. C) A terceira proposta seria de exclusão desses nomes. Venceu a proposta b) por 20 votos. Apresentaram-se, no total, 20 candidatos, 6 para representantes (Alexandre Lambert, Patrícia Canetti, Suzanne Tocci, Fabiana Santos, Marcio Botner, Julia Czeko) e 14 para o grupo de apoio e dentre eles foram eleitos como:

Representantes: Patrícia Canetti (41 votos), Alexandre Lambert (39), Marcio Botner (37).

Grupo de apoio: Ricardo Basbaum (42 votos), Ernesto Neto (33), Clarisse Tarran (30), Lia do Rio (30).

Finalizando, Xico Chaves pediu que a Associação Arte e Educação também enviasse um representante ao Seminário, Alexandre Lambert que o grupo de apoio e representantes mantivessem contato, se reunissem e depois comunicassem a todos suas deliberações e Marcia Lontra , que um documento com o nome, registros e contatos dos representantes, fosse enviado para a Funarte juntamente com a Ata.

Rio de Janeiro, 4/7/05
Alexandre Lambert Soares
(Presidente da mesa)

Lia do Rio Cardoso Costa
(Secretária)

Lista de presença :
Alexandre Lambert - Márcio Ferreira - Daniela Cristina Silva - Lia do Rio Cardoso Costa - Roselane Pessoa de Albuquerque - Lucia G. Laguna - Anna Braga - Alessandra Vagh - Adriana Montenegro - Mara Ribas de M Silva - Xico Chaves - Ana Muglia - Nara Varela - Cristina de Pádula - Tânia Queiroz - Vera Condé - Bia Amaral - Claudia Pinheiro - Leonardo Videla - Ângela Freiberger - Ana Miguel - Anselm Ullrich - Cristina Ribas - Marcelo Valls de Souza - Fabiana Eboli Santos - Helio Youssef Haddad - Marcelo Caldas - Nadam Guerra - Fabio Carvalho - Efraim Almeida - Heleno Bernardi - Renata Vasconcellos - Ana Torres - Vasco Acioli - Patrícia Kunst Canetti - Sandra Schchtman - Roberta Álvares de Azevedo Macedo - Janaina de Oliveira Garcia - Suzanne Goldphin e Silva Tocci - Isabela Nascimento Frade - Leodgard Fernandes Rodrigues - Danielle Ihns - Joana Traub Csekö - Nelson Ricardo Martins - KhalilCharif H. Neto - Ana Flores Lopes - Maria Alice AAF. Bitttencourt - Claudia Herzenhut - Ricardo Roclaw Basbaum - Márcio Botner - Jorge Emanuel M e Silva - Ernesto Saboia Araújo Neto - Ana Holck - Julia Traub Ksekö - Marcos Quelhas Moreira Chaves - Clarice Tarran Duarte - Márcia Lontra.

Posted by Patricia Canetti at 12:16 AM