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agosto 21, 2018

Mostra de Performances E eu não sou uma mulher? no Tomie Ohtake, São Paulo

Na ampla programação que integra a exposição Histórias Afro-atlânticas (em cartaz no Instituto Tomie Ohtake e no MASP até dia 21 de outubro), o Instituto Tomie Ohtake realiza uma série de atividades com artistas negras, entre as quais a Mostra de Performances E eu não sou uma mulher? que traz produções das artistas Luciane Ramos Silva, Michelle Mattiuzzi, Priscila Rezende e Renata Felinto, que dialogam com as questões da negritude feminina.

MOSTRA DE PERFORMANCES – E EU NÃO SOU UMA MULHER?

24 de agosto, sexta-feira, 19h
Sobre o papel branco (black process), com Michelle Mattiuzzi
Classificação indicativa 18 anos
Musa Michelle Mattiuzzi tornou-se devir musa em meados dos anos dois mil, numa cidade muito próspera localizada ao nordeste do Brasil: Salvador de Bahia. E foi daí que ela ganhou o mundo. Hoje vive sem pedir passagem. Agora está em Atenas mirando e desobedecendo com orgulho e graça, fazendo outro corpo em referência à música de um cantor carioca. Popular, foi premiada pela Instituição Prize Pipa na categoria online (2017). É uma garota grosseiramente fofa, gosta de desobediência, vive as luzes do fracasso. (Des)empoderada lidera o crime desorganizado da vida. Viva, corre o medo da morte. Em comunidade vive o patriarcado assolado pelo discurso coletivo. É preta, é mulher, e lésbica. Vive nas ruínas sob a paisagem da desordem do mundo.

25 de agosto, sábado, 17h
Como erguer baronatos, com Priscila Rezende
Classificação indicativa livre
Priscila Rezende é graduada em Artes Visuais. Dentre seus trabalhos destacam-se 1ª Mostra Perplexa de performances (2010); Outra Presença (2013); Limite Zero (2014); Projeto Raiz Forte (2015); The Incantation of the Disquieting Muse (2016); Perfura Ateliê de Performance (2017); Mostra Performatus #2 (2017); Festival Performe-se (2017); Negros Indícios (2017). Foi artista residente na instituição Central Saint Martins, Londres/2018.

25 de agosto, sábado, 19h
Axexê de A Negra ou o descanso das mulheres que mereciam serem amadas, com Renata Felinto
Classificação indicativa 18 anos
Renata Felinto é artista visual e professora. Doutora e mestra em Artes Visuais e especialista em Curadoria e Educação em Museus. Compôs o conselho editorial da revista O Menelick 2º Ato e é membro da Comissão Científica do Congresso CSO 2017-8 da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Coordenou o Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. A arte produzida por mulheres e homens negros descendentes tem sido principal tema de pesquisa.

26 de agosto, domingo, 19h
E SE? Na fresta da certeza, o vermelho escuro, com Luciane Ramos-Silva e participação de Verônica Santos, Malu Avelar, Juliana Jesus e Keithy Alves
Classificação indicativa: livre
Luciane Ramos-Silva é antropóloga e artista da dança, doutora em Artes da Cena e mestra em Antropologia. É membro do conselho editorial da revista O Menelick 2º Ato, gestora de projetos do Acervo África e professora na Sala Crisantempo. Atua em parceria com diversos coletivos e instituições nas encruzilhadas das áreas de dança, pedagogia e crítica cultural. Sua tese abordou as noções de colonialidade, os currículos de graduação e a proposta pedagógica que intitula Corpo em Diáspora.

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 – Complexo Aché Cultural, Pinheiros, São Paulo
(Entrada pela Rua Coropés, 88)
Metrô mais próximo – Estação Faria Lima / Linha 4 – Amarela

Posted by Patricia Canetti at 5:54 PM