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agosto 20, 2018

Raquel Nava na Alfinete, Brasília

Parceria entre a artista Raquel Nava e o taxidermista César Leão, a exposição Apresuntados ficará aberta ao público de 25 de agosto a 5 de setembro na Galera Alfinete. A mostra reúne três séries fotográficas produzidas com material do acervo do Museu de Anatomia Veterinária da Universidade de Brasília (UnB), assim como objetos criados a partir de apropriações e técnicas aprendidas pela artista no período de sua residência artística no local.

O trabalho, realizado a partir de estudos, pesquisas, vivências e propostas artísticas, apresenta um diálogo entre arte e ciência, tanto em âmbito espacial (o museu e o laboratório), quanto em âmbito estético e conceitual (pesquisas e obras concebidas).

Na exposição, fruto do projeto “Taxidermia Contemporânea: transformações e apropriações de Pesquisa e Residência Artística”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), a artista investiga o ciclo da matéria orgânica e inorgânica em relação aos desejos e hábitos culturais, usando, para compor suas instalações, a taxidermia e os restos biológicos de animais justapostos à materiais industrializados. A variação cromática com a qual trabalha nos objetos e fotografias apresentados se aproxima da paleta utilizada na produção de pintura da artista.

O resultado da pesquisa e da residência artística está disponível em publicação on-line, no site do projeto (www.animalia.art.br). Após a exposição, parte das obras da artista vão compor o acervo do Museu de Veterinária da UnB, acessíveis para consultas, aprendizagens futuras e apropriações.

Ineditismo

O projeto tem caráter inédito e, por isso, é de relevância para a pesquisa em arte e ciência por trabalhar processos de construção e apropriação que serão observados no laboratório e no âmbito artístico. O ressurgimento da taxidermia na arte contemporânea constitui um fenômeno cultural que aponta para complexas camadas da nossa interação com os animais e com a natureza frente a crises capitalistas e ambientalistas.

Os produtos gerados na pesquisa impactam o cenário artístico e científico de Brasília ao trazer à luz estudos interdisciplinares, frutos de um labor técnico, científico, artístico e cultural.

Visitas Guiadas

Escolas interessadas em fazer visitas guiadas para conhecer o trabalho da artista em exposição na Galeria Alfinete e o acervo do Museu de Anatomia Veterinária podem fazer agendamento por meio do telefone 61-99222-2106.

Raquel Nava formou-se em artes visuais pela Universidade de Brasília, obteve título de mestre em Poéticas Contemporâneas pela mesma instituição (bolsa Capes) e foi aluna da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires. Trabalhou como professora de licenciatura em Artes Visuais da Universidade Aberta do Brasil - UAB/UnB (2010-2017).

Expõe com regularidade desde 2006, tendo realizado mostras individuais em Brasília, no Rio de Janeiro, em Lima e em Paris. Entre suas exposições recentes estão as individuais Besta Fera Pop Fauna na Alfinete Galeria - Brasília (2017), Suturas com curadoria de Raphael Fonseca na Portas Vilaseca Galeria - Rio de Janeiro (2017) e Proyecto Nazca com curadoria de Manuel Neves na Galeria El Paseo – Lima (2015).

Participou de mostras coletivas em espaços como Grosvenor Gallery Manchester School of Art - Inglaterra, La Ira de Dios - Buenos Aires, Instituto Tomie Othake – São Paulo, Museu Oscar Niemeyer/MON - Curitiba, Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães/MAMAM- Recife, Galeria de Arte UFF – Rio de Janeiro, Funarte - Brasília, entre outros.

Recebeu prêmio no 19º Salão Anapolino de Arte, além de participar de residência artística em Buenos Aires (Argentina) e Berlim (Alemanha). Possuí obras no acervo do Museu Nacional da República de Brasília, no Centro Cultural Universidade Federal de Goiás/UFG, na Casa da América Latina/CAL-Universidade de Brasília/UnB e na Fundação Boghossian em Bruxelas (Bélgica).

Em 2016, teve o projeto “Taxidermia Contemporânea: transformações e apropriações de Pesquisa e Residência Artística” contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura/DF- Brasília. Indicada ao Prêmio Pipa 2018, foi selecionada para Prêmio Transborda 2015 e 2018 – Caixa Cultural Brasília. Vive e trabalha em Brasília.

Posted by Patricia Canetti at 3:04 PM