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julho 6, 2009

CONCINNITAS N. 14 - Revista do Instituto de Artes da UERJ

capa_14.jpg

CONCINNITAS N. 14
Tema: Espaços Moventes: instalações multimídia

Preço: R$ 25 + correio

Como comprar: clique aqui para se informar

Formato fechado: 19,3 x 21 cm
Nº páginas: 172
Impressão: capa colorida / miolo p&b e 1 encarte colorido
Tiragem: 500 exemplares
Peso: 150g
A CONCINNITAS N. 14 pode ser lida na íntegra no site www.concinnitas.uerj.br

Autores:
Articulistas: Alessandra Monachesi Ribeiro, Anne-Marie Duguet, Arthur Valle, Camila Dazzi, Daniel Belion, Dominique Païni, Felipe Scovino, Giordani Maia, Isabela Frade, Livia Flores, Luciane Ruschel Nascimento Garcez, Luísa de Nazaré Ferreira, Luiz Cláudio da Costa, Massimo Canevacci, Muntadas, Priscila Rossinetti Rufinoni, Sandra Makowiecky, Susana Dobal, Tania Rivera, Teresa Caldeira, Victa de Carvalho
Organização e edição: Sheila Cabo Geraldo


Sumário

Apresentação

Dossiê Espaços Moventes
Apresentação, Luiz Cláudio da Costa
Por que se expõe o cinema?, Dominique Païni
Notas sobre a (Fotografia das sombras dos ready-mades), Livia Flores
Dispositivos em evidência na arte contemporânea, Victa de Carvalho
Máquinas de desvios, Luiz Cláudio da Costa
Três imagens para relatar esculturas impalpáveis, Susana Dobal
Notas à memória de um dado desconhecido. Muntadas, Anne-Marie Duguet

Ensaio Muntadas
Apresentação, Teresa Caldeira

Artigos
O sol que tudo vê na tapeçaria de Vénus e Marte, Luísa de Nazaré Ferreira
Identidade, circuito e distância crítica, Giordani Maia
O sagrado na imagem, o ouro na arte, Luciane Ruschel Nascimento Garcez e Sandra Makowiecky
Nazareth Pacheco e o corpo, Alessandra Monachesi Ribeiro
“As bellezas naturaes do nosso paiz”, Arthur Valle e Camila Dazzi

Tradução
Apresentação, Isabela Frade
Transculturalidade, interculturalidade e sincretismo, Massimo Canevacci

Resenhas
Sobre Escultura como Imagem, de Cristina Salgado, Tania Rivera
Se você gosta de “arte brasileira”, não leia isto!, Felipe Scovino
Anos 70: oposições e inserções artísticas, Priscila Rossinetti Rufinoni
Parangolixo, Daniel Belion

Abstracts
Sobre Concinnitas
Normas para publicação


Apresentação

SHEILA CABO GERALDO

Como revista do Instituto de Artes, integrada ao Programa de Pós-Graduação em Artes da UERJ (PPGARTES), Concinnitas está sempre procurando estreitar vínculos com os corpos docentes e discentes dessas duas instâncias acadêmicas. Da mesma maneira, procura o entrosamento entre a academia e o meio artístico e cultural, colaborando para a ampliação do debate nesses campooimoral", diz a última parte do texto. Pela Lei dos Direitos Autorais (n.º 9.610, de 19 de fevereiro de 1998), os herdeiros dos artistas têm o direito de autorizar ou não a exibição pública das obras e também o de cobrar por essa exibição. O problema é que as decisões sobre os valores são arbitrárias.

"Em que medida a obra artística fica sujeita à ganância? E se a obra fica sem visibilidade, depois de um tempo, também, ela vai perdendo sua força no mercado e até nesse sentido esse pensamento comercial é uma burrice", afirma Osorio. São diversos os casos em que o alto valor pedido por herdeiros dificultam a divulgação de obras de artistas nos mais diferentes tipos de publicações.

Uma ferramenta

Apesar de existir a Lei dos Direitos Autorais, falta política para a área, um órgão regulador, como dizem a produtora cultural Ana Helena Curti e a advogada Cristiane Olivieri, criadoras de um veículo profissional para comercialização do uso de imagem, a empresa InArts, que fornece seu atendimento por meio do site www.inarts.com. "Uma relação abstrata com o mercado é o que dificulta", diz Ana Helena, reforçando que muitas vezes, por não se chegar a um acordo ou conclusão sobre preços para a reprodução, os herdeiros - cobrando valores abusivos ou não - acabam optando pela não-autorização e prejudicando a divulgação de uma obra.

Sendo assim, a InArts faz a intermediação na negociação e autorização do uso de uma obra entre o artista/herdeiro e as instituições culturais, agências e editoras, usando tabela de preços feita a partir de órgãos de mercado da Espanha, França e EUA. "É uma contribuição para a formalização e sistematização da área da cultura", diz Cristiane, lembrando que esse segmento rende cifras bilionárias de dólares em todo o mundo.

No site, os interessados fazem a consulta sobre as obras dos artistas que já integram o "catálogo" da empresa, como Antonio Dias, Carlito Carvalhosa, Edith Derdyk, Peticov, Ester Grinspum, Marina Saleme e Antonio Henrique Amaral - o único morto é Rubens Gerchman - e os arquitetos Paulo e Pedro Mendes da Rocha.

Posted by Ana Maria Maia at 4:24 PM