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setembro 2, 2020

Como habitar o presente? Ato 2 na Simone Cadinelli, Rio de Janeiro

“Como habitar o presente? Ato 2 – Estamos aqui”

Dando sequência ao Ato 1, a galeria vai expor em sua vitrine, voltada para a rua Aníbal de Mendonça, em Ipanema, trabalhos em vídeo feitos a partir de várias linguagens multimídia, como videomapping e GIFs, de 15 artistas, nascidos ou radicados no Rio, São Paulo, Belém, Salvador e Porto Alegre. Os trabalhos poderão ser vistos 24 horas por dia. A exposição será espelhada no site da galeria. Os trabalhos selecionados pela curadora Érika Nascimento são dos artistas Ana Clara Tito, Batman Zavareze, Ivar Rocha, Jonas Arrabal, Leandra Espírito Santo, Gabriela Noujaim, Martha Niklaus, Nathan Braga, Panmela Castro, Roberta Carvalho, Simone Cupello, Talitha Rossi, Ursula Tautz, Virgínia di Lauro e VJ Gabiru.

Simone Cadinelli Arte Contemporânea, dá sequência à exposição Como habitar o presente? com o Ato 2 – Estamos Aqui em sua vitrine e seu site, a partir de 24 de agosto de 2020. Os trabalhos em vídeo feitos em várias linguagens multimídia, como videomapping e GIFs, ficarão ligados 24 horas por dia, e poderão ser vistos por quem estiver passando no local, na Rua Aníbal Mendonça, em Ipanema. A exposição será replicada no site da galeria, com informações completas das obras e dos artistas [https://www.simonecadinelli.com].

Este novo momento da mostra reúne obras de 15 artistas nascidos ou radicados no Rio, São Paulo, Belém, Salvador e Porto Alegre: Ana Clara Tito (Bom Jardim, Rio de Janeiro, 1993), Batman Zavareze (Rio de Janeiro, 1972), Gabriela Noujaim (Rio de Janeiro, 1983), Ivar Rocha (Niterói, 1986), Jonas Arrabal (Cabo Frio, Rio de Janeiro, 1984, radicado em São Paulo), Leandra Espírito Santo (1983, Volta Redonda, Rio de Janeiro, e trabalha entre São Paulo e Rio), Martha Niklaus (1960, Rio de Janeiro), Nathan Braga (Rio de Janeiro, 1994), Panmela Castro (Rio de Janeiro, 1981), Roberta Carvalho (Belém do Pará, 1980), Simone Cupello (1962, Niterói), Talitha Rossi (Resende, Rio de Janeiro, 1987), Ursula Tautz (Rio de Janeiro, 1968), Virgínia di Lauro (Barra da Choça, Bahia, 1989, radicada em Porto Alegre), VJ Gabiru (São Paulo, 1977, vive em Salvador, Bahia).

A curadora Érika Nascimento comenta que “neste tempo cronometrado, em que a vida humana na Terra aparenta ter dias contados, apresentamos ‘Estamos aqui’ – o segundo ato da exposição Como habitar o presente? – e ansiando por dias melhores”. “Em um lugar de fragilidades e dor pelos nossos corpos sociais e físicos, onde a experiência de vivenciar a cidade está afetada, percebemos o mundo – e os códigos para nele existir – sendo recriado a todo tempo. Um lugar de estranhamento, dor e vulnerabilidade, um estado de tensão e atenção para uma sociedade doente”, afirma. “Estamos aqui, em uma dinâmica temporal atropelada, quase um loop, e continuamos sem respostas para as provocações lançadas no primeiro ato. Como podemos imaginar um horizonte, um mundo possível, o nosso lugar como habitante neste tempo presente-futuro? Como manter um estado de esperança e antecipar o presente?”, indaga a curadora.

Os vídeos, em diferentes conceitos, abordam questões pertinentes ao nosso momento atual, como a ideia de infinitos realizados através de códigos gerados a partir do bater das asas de borboleta, no trabalho do criador multimídia de projetos multidisciplinares Batman Zavareze; ideias de “apagamento”, da artista Leandra Espírito Santo, que transita em vários meios, como a performance; a alertas como o feito por Martha Niklaus, do risco permanente sofrido pelo acervo do Museu Casa de Pontal; a transitoriedade da vida na ótica de Nathan Braga; a denúncia da violência contra a mulher, biológica ou não, feita por Panmela Castro, que já expôs no Stedelijk Museum, em Amsterdã, e está na coleção da ONU; a pesquisa sobre o corpo feminino e suas transfigurações diante do “messianismo digital”, com seus símbolos e cancelamentos, de Talitha Rossi; a reconstrução do percurso de seus ancestrais, de Ursula Tautz; a memória, em pequenos fragmentos filmados e GIFs, de Virgínia di Lauro; e, em época de uma pandemia até o momento incurável, o silêncio da noite da cidade vazia, em imagens drone, do artista multimídia VJ Gabiru (Davi Cavalcanti).

Érika Nascimento observa que “Como habitar o presente?”, em seus Atos 1 e 2, “é uma exposição-projeto no sentido de projeção para novos mundos possíveis, um lugar para criar estranhamentos e preenchimentos desta lacuna que estamos atravessando, em uma época em que um vírus afasta nossos corpos e impõe novos códigos sociais e barreiras no cotidiano, nos colocando em um estado de angústia e impotência, e evidenciando grandes abismos sociais já existentes”. Ela complementa, observando que a exposição pode ser vista “através da janela de nossos celulares, computadores ou, em um universo possível, na vitrine da galeria”.

UMA BREVE DESCRIÇÃO DOS TRABALHOS

ANA CLARA TITO
“Os usos da raiva – momento 5” (2019), 1/5 (2 PA)
O trabalho é uma pesquisa que, a partir de ideias de permissão e de possibilidade, explora o registro e a potência do momento e a intelectualidade dos sentimentos. Numa coreografia calma e calculada, o metal é moldado e transformado em escultura durante as performances. Num processo de constante feitura, funcionando para além das definições de uma obra de arte pronta e congelada, as peças geradas seguem seu processo de mudança a cada nova instalação no espaço. A pesquisa é dividida em momentos, sendo cada momento realizado com uma quantidade de material necessariamente maior que a anterior.

BATMAN ZAVAREZE
“Infinito 01, 02 e 03” (2019), animação Full HD [1920x1080 pixels], 3’36”
A partir do desenho vetorial de uma borboleta, transformou o bater de suas asas em códigos e gerou os vídeos “Infinitos”. Ao todo são 47 vídeos livremente criados, sem determinações de um ponto final. Podem ser contemplados isoladamente ou combinados simultaneamente. Na última vez vivenciada, 47 projetores foram direcionados aleatoriamente numa caixa preta, onde chão, teto, e quatro paredes eram sobrepostos de vídeos em "loopings" com movimentos cíclicos, em diferentes perspectivas, oferecendo novos pontos de fuga e a interação do público, no meio de um cenário imersivo. Elas nascem como peças videográficas e constantemente são investigadas para uma vivência 4D. A imagem, o áudio, o espaço e a imaginação se complementam para compreensão dessa experiência em constante processo. “Infinitos” fazem parte das permanentes incompletudes, da inquietação em ver, sentir, escutar uma nova dimensão.

GABRIELA NOUJAIM
“Mulheres Latinamerica 2020” (2020), vídeo, 3' 33"
Produzido durante o período de quarentena devido à Covid-19, o vídeo é marcado pelo som da batida de um coração. A uma certa altura, a silhueta da artista aparece de forma fantasmagórica sobre a região da América Latina no mapa-múndi, seguindo com a projeção de uma radiografia de pulmão sobre seu corpo e o áudio de sua respiração. O som da música funde-se ao batimento cardíaco, apresentando os rostos das mulheres que estão lutando pela sobrevivência, trazendo suas marcas de “alma” estampadas nas máscaras cirúrgicas, formando um só corpo. Uma maneira de chamar a atenção para um vírus silencioso, que ninguém vê, e que é negligenciado por muitos chefes de Estado, o que agrava a situação da pandemia, principalmente em países marcados por desiguais sociais, como o Brasil.

IVAR ROCHA
“O Mundo Locomotiva Se Esfacela” (2013), vídeo, 58’
Baseado na ideia de arte como informação, este filme aborda aspectos críticos do tema, criando tensão entre a informação como tal e os processos de silenciamento presentes nas mais diversas instâncias da sociedade. Partindo de dois dispositivos potentes, sendo o primeiro uma pergunta extraída da cultura pop do anos 1980 – “Todo mundo tá feliz?” – da música de Xuxa Meneghel (1989), e da intervenção “Arte/Pare”, realizada no Recife (1973) pelo artista Paulo Bruscky, onde uma ponte é interrompida por uma fita, desafiando os motoristas a atravessá-la. “O Mundo Locomotiva se Esfacela” é a princípio o registro de uma ação onde repito o gesto de Bruscky, 40 anos depois, somando a isso a pergunta da música. Após instalada, a faixa é abandonada, numa abordagem crítica aos aspectos materiais e simbólicos da violência, investigando a importância das imagens na manutenção de imaginários e ações brutais.

JONAS ARRABAL
“Roteiro para um filme sem imagens” (2019), 14’44
A Ilha do Japonês, localizada no interior do estado do Rio de Janeiro, é uma ilha artificial, criada na década de 1960 para servir de base para os barcos pesqueiros. Aterraram uma área no meio do canal, e plantaram casuarinas – uma árvore resistente a salinidade – para servirem de quebra-vento. O artista se utiliza de elementos que compõem este território para pensar numa parábola sobre os processos de imigrações, memória, deslocamentos, desaparecimentos contínuos e identidade. O texto é escrito e narrado pelo próprio artista e teve participação (em voz) de Shinpei Takeda, artista mexicano, de origem japonesa que vive e trabalha entre Kagoshima (local de origem da família de Jonas Arrabal) e Berlim.

LEANDRA ESPÍRITO SANTO
“Clarão” (2017), vídeo, 2’ em loop
"Clarão"(2017) é um vídeo da série "Apagamento" (2017/2018), que aborda a representação da própria artista, fazendo analogia às ideias de revelar, esconder e apagar. No vídeo, feito em stop motion, uma sequência de imagens simula movimentos fictícios de iluminação e escuridão.

MARTHA NIKLAUS
“Retirantes” (2019), vídeo, 9'4"
Luz e câmera: Francisco Moreira da Costa. Edição: Carlos Fernando Macedo e Martha Niklaus. Cor: Catarina Carvalho.
O trabalho foi motivado pela grande inundação que atingiu o Museu Casa do Pontal, no Rio de Janeiro, em 2019. A peça de barro utilizada no vídeo foi modelada pela artista a partir da observação das obras de Mestre Vitalino e Zé Caboclo, presentes no acervo do Museu. “Retirantes” usa efeitos visuais de fortes contrastes, desde a escolha da peça, cujo tema é o êxodo da seca, que é mergulhada em um recipiente de vidro cheio de água. O desmoronamento das figuras de barro cria uma atmosfera apocalíptica e germinal, como as experiências limítrofes vividas nas grandes catástrofes, guerras, enchentes e pandemia. São situações em que se perde o controle e formam feridas, abalando a estrutura do ser em um desmantelamento existencial, numa sensação de suspensão e expectativa.

NATHAN BRAGA
“Deriva” (2014), vídeo, 2”52’.
No vídeo, os refinados movimentos do artista estão em contraponto com os vazios arquitetônicos, e funcionam como golpes no que ainda existe de estável, de fixo, de duradouro em nós. Ao mesmo tempo, invoca devires inesperados de sonhos, nos suspendendo em uma dialética irreparável e inalienável de sentidos, se apropriando de um conceito bastante difundido, mas sugerindo derivas em nós mesmos.

PANMELA CASTRO
"Caminhar" (2017), vídeo, 4'50", HD 720p.
Integrante do acervo do Museu de Arte Brasileira da FAAP, o vídeo mostra um vestido de noiva como um símbolo imponente, um grande fardo. Caminhar arrastando uma longa cauda pintando o chão da cidade de vermelho sangue é mapear metaforicamente a morte diária de milhares de mulheres, causada pelo simples fato de serem mulheres, biológicas ou não. Em 2016, uma mulher foi assassinada a cada duas horas (Anuário Brasileiro de Segurança Pública), totalizando 4.657 mortes. O risco de uma mulher negra ser assassinada no Brasil é duas vezes maior do que uma mulher branca.

ROBERTA CARVALHO
“INdiGesTo” (2020), vídeo, 3’15”.
O trabalho é uma performance audiovisual orientada para vídeo, que traz o ato de comer como um gesto de engolir e digerir uma realidade caótica. Na performance, temos uma projeção mapeada no prato que apresenta um vídeo com palavras tiradas dos noticiários atuais em tempos de pandemia. As palavras trazem as contrariedades e as desigualdades sociais que o momento de crise global torna ainda mais visível. O ato de comer denota nossa condição de indivíduo aprisionado em um cenário indigesto onde somos consumidos por esta condição.

SIMONE CUPELLO
“Sub” (2007), vídeo, 4’16”, cor, sem áudio
Uma das primeiras obras da artista, “Sub” possui o cerne de sua investigação sobre materialidade nas imagens. Naquele momento, Cupello utilizava o próprio corpo em experimentações que relacionam as superfícies de vídeos e fotografias com as de paredes e materiais de revestimento. A obra “Sub”, em que Cupello é vista nua movendo-se sobre os tacos de seu apartamento, foi originalmente concebida como videoinstalação e projetada em escala real no chão da capela excomungada do Solar do Unhão, Salvador, durante o 14o Salão da Bahia, em 2007.

TALITHA ROSSI
“CAPS LOCK” (A mãe natureza e a filha da internet, 2016), vídeo, 45”
Na era do messianismo digital em que vivemos uma nova linguagem escrita por símbolos e cancelamentos, o convívio corporal deu lugar para o convívio por telas. “A filha da internet” foi registrada durante uma performance da artista em Berlim em 2016. Quatro anos se passaram, a atrofia digital continua no enxame das vaidades e delírios virtuais. Só que desta vez nossos corpos e nossos aparatos digitais estão quarentenados. Confinados. Fugindo de microvírus para tentarmos não morrer. Mas o que seria um ser vivo neste tempo de mortos-vivos? Quem está vivo? O ser humano? A mãe natureza? Ou a internet?

URSULA TAUTZ
“Sem Título” (série “Estranhamentos”), vídeo em full HD em loop, 1’09”
Na cidade de Ołdrzychowice Kłodzkie, Polônia, lugar dos ancestrais da artista, Ursula refaz o caminho percorrido por sua família durante a guerra. Uma tentativa de criar laços afetivos e reconstruir a memória de forma não-linear, em um lugar de estranhamento, não pertencimento, de reencontro e entrega, o corpo da artista é amalgamado neste “lugar de origem”.

VIRGÍNIA DI LAURO
“Do gesto – ainda tatear as fissuras” (2019), 4’36, edição digital, feita a partir de pequenos fragmentos filmados e GIFs
Vídeo experimental, desdobrado a partir de fragmentos e GIFs atravessado por ruídos, falas, batidas e palavras soltas, onde através das janelas, tanto das telas, quanto nas janelas maquinadas, criam-se espaços de gestos e limites. No lugar de observador e observado, quase um delírio de se perder nos acontecimentos externos e se desconectar de si mesmo.

VJ GABIRU (Davi Cavalcanti)
“Urbe et orbi” (2020), vídeo, 3'21". Videomapping, imagens, edição e audioremix: @vjgabiru. Imagens via drone: Gabriel Teixeira. Trilha sonora: Nego Mozambique.
Para a cidade e para o mundo, no silêncio da noite da cidade vazia, pequenos versos de luz efêmera no espaço urbano demarcam nossa esperança de humanos, para uma pandemia, até então, incurável. Vale o que nos faz únicos como espécie, a linguagem, a capacidade infinita de atribuir sentido e significado a tudo o que nos rodeia, para cidade e para o mundo, nesse século em rede, digital e plural.

MINIBIOS DOS ARTISTAS

Ana Clara Tito (Bom Jardim, Rio de Janeiro, 1993) é graduada em Desenho Industrial pela ESDi/UERJ, com parte dos estudos na York University, em Toronto, Canadá, 2014/2015. Participou do Programa Formação e Deformação 2019, "Emergência e Resistência", e do curso "Cenas para outras linguagens", ministrado pela Camilla Rocha, ambos na EAV Parque Lage. Participou de exposições coletivas no Valongo Festival Internacional da Imagem, Bela Maré, Ateliê da Imagem, Espaço Breu e Solar dos Abacaxis. Realizou exposições individuais da Fundação de Artes de Niterói e no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. É também fundadora-integrante do movimento nacional Trovoa. Em sua pesquisa, utiliza seu corpo e seus estados emocionais/mentais como ponto de partida e de chegada. Seus trabalhos cruzam fotografia, performance e instalação, integrando a matéria como corpo-agente e explorando as relações entre material e imaterial. Pensa sua prática artística como desenvolvimento de um modus e de um universo baseado em permissão e possibilidade.

Batman Zavareze (Rio de Janeiro, 1972). Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Bacharel em Comunicação Visual, trabalha com projetos multidisciplinares ligados a exposições, shows, peças de teatro e programas broadcasting para canais televisivos brasileiros e internacionais. Suas produções dialogam com arte e tecnologia, utilizando como suporte principal o vídeo e a videoinstalação. Idealizador, diretor-geral e curador do Festival Multiplicidade no Rio de Janeiro desde 2005. Como diretor artístico, dirigiu: as lives das artistas AnaVitoria e do artista Carlinhos Brown (2020); Festival Ultrasonidos, também como curador (2019); o projeto autoral Macro, em parceria com o músico Pedro Luís (2019); turnê do show da banda Los Hermanos (2019); turnê internacional dos Tribalistas (2019/2018); show de final de Ano do artista Roberto Carlos, na TV Globo (2018); show da banda Kronos Quartet, no teatro Royal Albert Hall, em Londres (2019); as projeções do encerramento das Olimpíadas Rio (2016). Em 2015, foi o diretor de criação da instalação de realidade virtual sobre Kandinsky nas unidades do CCBB em todo o país. Em 2014, fez a concepção e a direção de arte da exposição “100 Anos Vinicius de Moraes”, da Biblioteca Parque do Estado, no Centro do Rio de Janeiro. Entre 2010 e 2015, na Casa França-Brasil, concebeu e fez a curadoria do projeto Happenings. Iniciou sua carreira na MTV Brasil (1991) e trabalhou com Oliviero Toscani na Fabrica/ Itália (1998/99). Possui trabalhos publicados em revistas e expostos em museus do Brasil e do exterior.

Gabriela Noujaim (Rio de Janeiro, 1983). Tem estruturado sua poética com interesse pela imagem técnica construída a partir de vídeos, fotografias, gravuras e instalação, tensionando as possibilidades em imaginar outros mundos e futuros, onde as noções de permanência e risco são questionadas. Participou da exposição "Prêmio Jovens Mestres Rupert Cavendish" (Londres, 2011). Recebeu a Menção Honrosa no festival de videoarte "Lumen EX" (Badajoz, Espanha) e o Prêmio de Aquisição da 39a Exposição de Arte Contemporânea de Santo André, SP (2011). Participou de várias coletivas, como "Se Liga" (CCBB RJ) e projeto "Technô" (Oi Futuro Flamengo RJ), em 2015. Foi finalista do 3m Love Songs Festival (Instituto Tomie Ohtake, SP, 2014), e integrou o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), em 2013. Possui obras na coleção do Museu de Arte do Rio; Instituto Ibero-Americano, Berlim; Centro Cultural São Paulo, Escola de Artes Visuais Parque Lage; Museu de Arte Digital, Valência; Galeria Cândido Mendes, Rio de Janeiro; SESC, Copacabana; Palácio de Las Artes Belgrano, Buenos Aires; Espaço Culturais dos Correios, Rio de Janeiro.

Ivar Rocha
Artista visual, gravador e docente, vive e trabalha entre São Paulo e Bogotá. Tem no colecionismo de fragmentos arquitetônicos e detritos encontrados no passeio público as ferramentas básicas para articular problemas fundamentais do dia a dia. Erige sua poética questionando temas como a memória, a violência urbana, as relações entre o indivíduo a história e a cidade. Parte desta pesquisa foi apresentada recentemente durante a XIII Bienal de La Habana, na ocasião do evento Indagar lo Propio do Instituto Superior de las Artes – ISA - Universidad de las Artes, Havana (2019), na exposição “Que as coisas permaneçam” na Galeria Desvio, Rio de Janeiro (2019), “Simbólica” no Memorial Getúlio Vargas, Rio de Janeiro (2018) e na ocasião da oficina de gravura “A invenção do desuso ou o enigma do objeto fragmentado”, na Corporación Universitária Escuela de Artes y Letras – EAL, Bogotá (2017). Nos últimos anos foi artista integrante do Atelier Sanitário, no Rio de Janeiro, participou da exposição “Tudo fora de ordem” no Espaço Saracura, Rio de Janeiro; “Des-Gastáre” Galeria Casa del Parque, Bogotá; e “Outras matrizes, novas poéticas” no Centro de Artes UFF, Niterói. Entre outros trabalhos, foi artista residente no Taller de Serigrafia René Portocarrero, Havana 2015 e apresentou a exposição individual “Grave” no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói 2013, entre outras exposições. Seu trabalho faz parte da coleção do MAR - Museu de Arte do Rio e de coleções particulares.

Jonas Arrabal
Jonas Arrabal é natural de Cabo Frio (1984), vive e trabalha em São Paulo. É mestre em Artes Visuais pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Realizou exposições individuais no Rio e em Curitiba, entre elas: os vivos e os mortos (Paço Imperial, Rio de Janeiro - 2019), Mar Baldio (Marques456, Rio de Janeiro - 2019), Volume Morto (SESI, Curitiba/PR - 2015), Sinfonia tempo (Galeria Ibeu, Rio de Janeiro -2014), Fundação (CCJF, Rio de Janeiro - 2014), Hipotética (Largo das Artes, em parceria com Felippe Moraes, Rio de Janeiro - 2013) e As Horas não passam para as pessoas felizes (Casamata, Rio de Janeiro – 2013) Entre as exposições coletivas,destacam-se: Inundação (Museu Casa do Pontal, Rio de Janeiro - 2019), Acervo (Galeria Luciana Caravello, Rio de Janeiro - 2019), A Vida não é só a praticidade das coisas ( Galeria Silvia Cintra, Rio de Janeiro - 2019), É tudo Provisório #1 (Caixa Preta, Rio de Janeiro - 2019) Juannio (Museo Ixchel del traje indigena, Cidade de Guatemala - 2018), The Sun teaches us that history is not everthing (Osage Art Foundation, Hong Kong - 2018), Responder a Tod_s (Despina, Rio de Janeiro - 2017),Reply All (Grosvenor Gallery, Manchester, Inglaterra - 2016), Permanências e Destruições (Projeto patrocinado pelo OI Futuro, série de intervenções artísticas na Ilha do Sol, na Baía de Guanabara -2016), X Bienal do Mercosul (Porto Alegre - 2015), Transição e Queda (Fundação Ecarta, Porto Alegre, e Largo das Artes,Rio de Janeiro - 2015), Abre Alas (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro-2015), Quinta Mostra (Parque Lage, Rio de Janeiro - 2015), Salão de Abril(Fortaleza/PE - 2015), Frestas - Trienal de Artes (SESC Sorocaba/SP - 2014 ), A Casa do Pai (Casa Contemporânea, São Paulo - 2014), Deslize (Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro - 2014), XII Salão de Itajaí (Itajaí/SC - 2013), Novíssimos (Galeria Ibeu, Rio de Janeiro - 2012), entre outras. Em 2015 publicou Transição e Queda, pela Pingado Prés (em parceria com Eduardo Montelli e Mayra Martins Redin) e em 2016 publicou Derivadores, pela editora Automatica (em parceria com Luiza Baldan). Possui obras na coleção do Museu de Arte do Rio, da Galeria Ibeu e da Osage Art Foundation

Leandra Espírito Santo
Doutora e mestre em Artes Visuais pela ECA/USP. Graduou-se em Comunicação Social pela UFF/Niterói.
Seu trabalho artístico transcorre por diversas mídias, como performance, fotografia, vídeo, escultura, intervenção urbana. Por meio de linguagem cômica e irônica, a artista faz reflexões sobre nossos procedimentos cotidianos, dos mais complexos aos mais comuns, investigando a relação entre a arte e as diversas técnicas e tecnologias, relativizando seus usos e pensando na relação que mantemos com elas em nível de corpo e comportamento. Em 2017, iniciou pesquisa focada nas relações entre identidade, corpo e máquina, série de trabalhos em que pensa a auto representação dentro das redes sociais. Em 2016, foi indicada ao Prêmio Pipa MAM-RJ, tendo sido finalista do Pipa Online. Em 2014, recebeu o Prêmio Estímulo no 42º Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto e ganhou a Chamada Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Niterói. Entre suas principais exposições, prêmios e eventos estão: “Instauração”- Sesc Belenzinho (SP, 2017); “Agora somos mais de mil” - EAV Parque Lage (RJ, 2016); “Quando o tempo aperta” – Palácio das Artes (BH, 2016) e Museu Histórico Nacional (RJ, 2016); “Novíssimos” - Galeria Ibeu (RJ); 37° Salão de Artes de Ribeirão Preto (SP, 2013); 2º Prêmio EDP nas Artes (SP, 2010). Possui obra na Coleção do Museu de Arte de Rio.

Martha Niklaus é uma artista visual que tem a videoarte e a videoperformance como linguagens marcantes em seus projetos. De Bandeira de Farrapos (1993) até Retirantes (2019), suas ações e performances são registradas e finalizadas em vídeos. Com destaque para Horizonte Negro (2015), Flutuar (2014), Nau-Now (2014), Livro (2013) e Sombras (1997), já exibidos em muitas exposições e mostra de vídeos, ao longo de sua carreira. Em sua última exposição individual, Histórias de Peixes, Iscas e Anzóis, em 2018, no Centro Cultural Paço Imperial (RJ), foram reunidos vídeos feitos no decorrer de 25 anos de trabalho. Desde 2016, faz parte do grupo A Perplexa, de desenvolvimento de projetos e crítica de videoarte, sob orientação da artista Analu Cunha. Atualmente participa do Curso de Documentário Contemporâneo, ministrado pelo documentarista Bebeto Abrantes e desenvolve projeto fílmico a partir das suas obras em videoarte. O Museu de Arte do Rio (RJ), Museu Histórico Nacional (RJ) e Museu Casa do Pontal (RJ) e Museu da Maré (RJ) têm em suas coleções cópias de obras videográficas da artista. Mais informações no site www.marthaniklaus.com

Nathan Braga
Nathan Braga, 25 anos, Rio de Janeiro.
Artista visual e pesquisador. Mestrando em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ, graduado em Artes visuais pela mesma instituição e técnico em química pelo IFRJ, instituição na qual cursa atualmente a especialização em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação. Nos últimos anos, Nathan tem se dedicado a investigar e atualizar plasticamente a Vanitas e seus motivos (como Ars Moriendi, Memento Mori, Danse Macabre, etc.), produzindo e revisitando narrativas fúnebres e cristãs, a partir de sua história pessoal, que se aprofunda com a morte de sua mãe quando tinha apenas 7 anos, mas tendo como pano de fundo a construção ocidental da História da Arte. Realizou exposições individuais no Museu de Arte de Blumenau, BR (2019) e no Centro de Artes UFF, BR (2019). Participou de exposições coletivas na Bortolami Gallery, USA (2020), Centro Cultural Justiça Federal, BR (2019), C.Galeria, BR (2019), Paço Imperial do Rio de Janeiro, BR (2018), Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica, BR (2018), entre outras. Recebeu menção honrosa por sua participação na XIII Bienal de Arte Joven Argentina, AR (2018) e foi segundo lugar na categoria escultura do 15 Salão de Artes Visuais de Ubatuba, BR (2018). Foi artista residente na Residência Artística FAAP, BR (2019) e Fundação ECARTA, BR (2020).

Panmela Castro
Originalmente pichadora do subúrbio do Rio, Panmela Castro interessou-se pelo diálogo que seu corpo feminino marginalizado estabelecia com a urbe, dedicando-se a construir performances a partir de experiências pessoais, em busca de uma afetividade recíproca com o outro de experiência similar. É Mestre em artes pela UERJ; realizou projetos em mais de 15 países; teve seu trabalho exposto em instituições como o Stedelijk Museum; e está em coleções como das Nações Unidas. Recebeu inúmeras nomeações por seu ativismo pelos direitos humanos.

Roberta Carvalho (Belém do Pará, 1980) é mestranda em Artes da UNESP (PPGARTES). Seus trabalhos inserem a imagem digital fotográfica ou em vídeo no espaço público, seja urbano ou rural. Várias imagens construídas e projetadas são de personagens comuns e muitas vezes às margens da sociedade, refletindo uma relação simbólica com o entorno onde a ação artística acontece, suscitando questões identitárias e sociais, como em “Symbiosis, série iniciada em 2007, onde faces de ribeirinhos amazônicos são projetadas em áreas verdes nestas próprias comunidades. Foi vencedora de diversos prêmios, entre eles, o Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais (2014), Prêmio Diário Contemporâneo (2011) e Prêmio FUNARTE Microprojetos da Amazônia Legal (2010). Foi bolsista de pesquisa e criação artística do Instituto de Artes do Pará (2006 e 2015). Dentre as exposições, mostras e festivais que participou, destacam-se: “Amazon Connection” (Brulexas, 2018), Arte Pará 2017, 7ª Mostra SP de Fotografia (São Paulo, 2016), “Visualismo – Arte, Tecnologia, Cidade” (Rio de Janeiro, 2015), SP ARTE/FOTO (2014), Grande Área Funarte (São Paulo 2014), “Pigments” (Martinica, 2013), Festival Paraty em Foco (Paraty, 2012), “Tierra Prometida” (Barcelona, 2012), e “Vivo Art.Mov” (Belém, 2011). É idealizadora do Festival Amazônia Mapping, iniciado em 2013. Suas obras integram os acervos do Museu de Arte do Rio (primeira obra em realidade aumentada do Museu), Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA) e Museu da Universidade Federal do Pará.

Simone Cupello vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Investiga imagens em campo ampliado adotando fotografias apropriadas como principal elemento de trabalho. O uso pouco convencional das fotografias, aponta para onde sua pesquisa se desenvolve: a materialidade da imagem e, junto a ela, às questões antagônicas, inerentes ao histórico das fotos, como tecnologia e afetos, presença e virtualidade, exibição e privacidade, memória e esquecimento. Através de seu acervo cria instalações/esculturas que ao serem esculpidas assumem formas orgânicas semelhantes às da natureza que, ao mesmo tempo que remetem ao que é palpável e físico, trazem à tona o alegórico, a forma forjada da paisagem. Nos últimos anos, realizou as individuais Jardim de Yeda (Central Galeria), Entornos (Centro Cultural Cândido Mendes), Olhares Privados (Centro Cultural Justiça Federal) e Extracampos (Projeto “Mesmo Lugar”, Hermes Artes Visuais). Participou das exposições Arte Londrina 7 (Universidade de Londrina), 43°SARP (Museu de Arte Ribeirão Preto), 2ª edição Frestas Trienal de Artes (Sesc Sorocaba), The Role of Image (One Paved Court, Richmond, UK), MONU – A Arte Delas (Marina da Glória), Fotos Contam Fatos (Galeria Vermelho), Abre Alas 12 (Galeria A Gentil Carioca), Contraprova (Paço das Artes), Mostra Bienal Caixa de Novos Artistas (Caixas Culturais do país), Díptico – Simone Cupello e Victor Haim (Ateliê da Imagem), entre outras. Teve mostras individuais na ArtRio 2019 e SP-Arte 2018 representando a Central Galeria de São Paulo. Consta do acervo do Museu de Arte do Rio.

Talitha Rossi
Desenvolve sua obra a partir do posicionamento de sua geração perante questões femininas e midiáticas. Performance, fotografia, vídeo, instalações, poesia e objetos, são seus suportes de escolha, que abrigam este universo, por meio de um olhar delicado. Exerce sua prática na experimentação, e aprende a lidar com a materialidade em seu próprio fazer artístico. Começou fazendo intervenções de pintura, lã e colagem em suportes urbanos pelas ruas do Rio de Janeiro. Já pintou a sua personagem em cidades como Berlim, Londres, Paris e Nova Iorque. Dedica-se à pesquisa sobre o corpo e suas transfigurações. Já participou de performances na Polônia, Alemanha, Portugal e Brasil. Atualmente, ocupa um ateliê em São Conrado, mesmo local onde é diretora criativa do NACASA.CO, um co-working de criativos no Rio de Janeiro.

Ursula Tautz
Rio de Janeiro, RJ, 1968. Vive e trabalha em Rio de Janeiro, RJ
Desenvolve sua pesquisa a partir de proposições multimídia: instalações, fotografias, desenhos, vídeos, objetos. Cursou a ESPM, além de ter frequentado oficinas da “School of Visual Arts /NY”, e a partir de 2005 a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou Da Siart Bienal 2018 - Bienal Internacional de Arte da Bolívia em La Paz, e de várias exposições coletivas, como “Monumental Arte na Marina da Glória” (RJ, 2016); “Intervenções Urbanas Bradesco ArtRio 2015”. Além das individuais “Frestas por onde Muros escoam” (2017) reinaugurando o Jardim da Reitoria da Universidade Federal Fluminense/RJ; “Lugar familiar” (Zipper Galeria/SP, 2016) e “Fluidostática” na Galeria do Lago - Museu da República (RJ, 2015). Foi selecionada para o “Programa Olheiro da Arte” (2010) e finalista do Prêmio Mercosul das Artes Visuais Fundação Nacional de Arte – FUNARTE (2016). Suas obras integram o acervo do MAR.

Virgínia di Lauro
Barra da Choça, BA, 1989. Vive e trabalha em Porto Alegre, RS
Desde 2011 reside em Porto Alegre, onde cursa o bacharel em Artes Visuais, pela UFRGS, tendo transitado pelo curso de Design de Moda e História da Arte. A partir do corpo, incluindo o próprio, a poesia, a memória, os sonhos, processos internos, desenvolve suas produções nos mais diversos suportes como vídeos, fotografias, gifs e pinturas. Em 2018 realizou a exposição individual “Tramas no Vazio” no Instituto Estadual de Artes Visuais. Em 2019 participou da exposição coletiva, Artistas Mulheres Tensões e Reminiscências, na Pinacoteca Rubem Berta, Porto Alegre, RS, com curadoria das Mulheres no Acervo. Em 2020 participou da residência artística “Caminhos para uma Imagem”, no Rio de Janeiro, com o artista Frederico Arêde, e frequentou o curso Creativity Master Class com Charles Watson na Escola de Artes Visuais (EAV), Parque Lage

VJ Gabiru, Davi Cavalcanti (São Paulo, 1977, vive em Salvador, Bahia).
é um artista multimídia, DJ, VJ, fotógrafo e videomaker. Desde 2001 vem participando de exposições coletivas na cidade de Salvador e em outras capitais, realizando trabalhos em pintura, instalação e sobretudo videoarte. Entre seus trabalhos estão Singue in de Rein (2005), Important Garbage (2003), Urbe et Orbi (2005), Sampa-Soterópolis (2002) e o Polêmico O Fim do Homem Cordial (direção de Daniel Lisboa) onde co-assina direção de arte, roteiro, produção e assistência de direção. Como VJ Gabiru explora a natureza anamórfica das imagens desconstruindo-as num universo de cores e gráficos, relacionando o universo de imagens da cultura de massa com o caldeirão étnico cultural do Brasil, estabelecendo conexões entre fluxos de imagens, ritmo musical e espaço a partir da tridimensionalidade do vídeo mapping. Como VJ e DJ, participou dos festivais: Festival Universo Paralello (entre 2005 e 2011), Festival Trancendence(2008), Festival Fora do Tempo (2008/2009), Montemapu Festival (Chile -2008), Psycholand (DF), Trance Vibrations (DF), After Dreams (PE), UV (BA), Aurora (BA), Pulsar (BA), Transfusion (BA), em clubs coom a Fiction (Goiania), Zauber (Salvador), Label Club (Belo Horizonte) Festival Eletronika (Salvador 2012) , Zona Mundi (Salvador 2011/2012), Futurama (Salvador 2011) entre outros eventos de música eletrônica. Além dos eventos musicais: como o projeto Afrobossanova com Paulo Moura e Armandinho, apresentações no Phoenix jazz Festival (praia do forte 2008), Show Canto Geral (Salvador 2008), Concertos Populares da Orquestra da UFBA (BA 2009/2010), concerto Mãe D’água (aniversário da fundação Palmares) apresentado em Brasília e Salvador, e vêm desenvolvendo trabalhos em videomapping com Carlinhos Brown (museu do ritmo verão 2011/2012, carnaval 2012), no Brasil e em outros países. Atualmente tem se dedicado a projetos de videomapping em intervenções urbanas e eventos, dialogando com a música instrumental e ancestral da Bahia ao lado da orquestra Rumpilezz.

Material de imprensa realizado por CWeA Comunicação

Posted by Patricia Canetti at 8:55 AM