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junho 26, 2019

A cidade e suas camadas - apagamentos e reconstruções na cidade de São Paulo (circuito Sé-Luz)

O Museu da Cidade de São Paulo promove uma caminhada crítica pelo centro histórico da cidade, passando pelo Solar da Marquesa de Santos, Beco do Pinto, Pátio do Colégio, Praça da Sé, Jardim da Luz e Praça Princesa Isabel, na companhia das artistas Giselle Beiguelman e Érica Ferrari, da pesquisadora Regina Helena Vieira Santos e do arquiteto Jeff Keese.

29 de junho de 2019, sábado, das 10h às 14h

Museu da Cidade – Beco do Pinto e Solar da Marquesa de Santos
Rua Roberto Simonsen 136, Sé, São Paulo, SP
Percurso: Beco do Pinto e Solar da Marquesa de Santos, Pátio do Colégio, Praça da Sé, Jardim da Luz e Praça Princesa Isabel
11-3105-6118
Evento gratuito e livre para todos os públicos

A cidade e suas camadas - apagamentos e reconstruções na cidade de São Paulo (circuito Sé-Luz) - Caminhada crítica pelo centro histórico de São Paulo com Giselle Beiguelman, Érica Ferrari, Regina Helena e Jeff Keese

Articulada em torno das instalações de Giselle Beiguelman Chacina da Luz e Monumento Nenhum, a caminhada é um convite à discussão daquilo que a artista e professora considera “bolsões do esquecimento” ou espaços atropelados pelo processo de metropolização da cidade.

O trajeto começa às 10 horas no Museu da Cidade - Solar da Marquesa de Santos, quando Giselle fala sobre suas instalações que exibem fragmentos de monumentos e estátuas depredadas, além de atentar para aspectos históricos do Beco do Pinto. No Pátio do Colégio, o arquiteto Jeff Keese e a artista Érica Ferrari tratam da história do local, compartilhando suas pesquisas acadêmicas e artísticas sobre o sítio histórico, cuja ocupação remonta ao século XVI.

Em seguida, o corso vai a pé até a Praça da Sé, conversando sobre “arquitetura fantasma” com a historiadora Regina Helena pelas ruas ao redor da grande praça e, de metrô, segue até o Jardim da Luz. Ali, avista-se o lago em cuja volta estavam as oito estátuas ora exibidas aos pedaços na instalação “Chacina da Luz”. Por fim, na Praça Princesa Isabel, Giselle e convidados arrematam a atividade observando de perto o Monumento a Duque de Caxias, de Victor Brecheret, de onde saiu a pata de cavalo que integra a instalação “Monumento Nenhum”.

Com a realização desse deslocamento por locais históricos e simbólicos da cidade, Giselle Beiguelman articula saberes e conhecimentos diversos, atentando “in situ” o público para os processos de apagamento que a ocupação urbana paulistana promove e como se desdobram em estéticas do esquecimento.

Roteiro resumido

· Solar da Marquesa de Santos | com Giselle Beiguelman | 15 minutos

· Beco do Pinto | com Giselle Beiguelman | 10 minutos

· Pátio do Colégio | com Erica Ferrari e Jeff Keese | 30 a 40 minutos

· Praça da Sé | “Arquitetura fantasma” com Regina Helena | 20 a 30 minutos

· Jardim da Luz | 30 minutos

· Praça Princesa Isabel (Monumento a Duque de Caxias) | 20 minutos

Caso chova, as conversas e discussões vão acontecer no espaço do Museu da Cidade – Solar da Marquesa de Santos.

As instalações Chacina da Luz e Monumento Nenhum ficam em exibição no Museu da Cidade até o dia 1º de setembro.

Giselle Beiguelman é artista e professora da FAU USP. Entre seus projetos recentes destacam-se: “Memória da amnésia” (2015), “Quanto pesa uma nuvem?” (2016) e “Odiolândia” (2017). Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais e suas obras integram coleções privadas e acervos de diversos museus como ZKM (Karlsruhe, Alemanha), Pinacoteca de São Paulo, Jewish Museum (Berlim, Alemanha), MAR (Rio de Janeiro) e outros. Foi editora-chefe da Revista seLecT (2011-2014) e é colunista da Rádio USP e do site da Revista Zum. Seu novo livro, “Memória da Amnésia: políticas do esquecimento”, será lançado na Flip em julho de 2019 pelas Edições Sesc.

Érica Ferrari é artista e pesquisadora. Mestranda em Poéticas Visuais da Universidade de São Paulo (ECA USP). Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo com Habilitação em Escultura. Pesquisadora associada ao Fórum Permanente e ao LabOUTROS da FAU USP. Nos últimos anos produziu objetos e instalações a partir de pesquisa em torno das relações entre arquitetura, espaço e história. Das exposições recentes, destacam-se “Estratigrafia” no Paço das Artes, “Totemonumento” na Galeria Leme (São Paulo), “Provocar Urbanos” no SESC Vila Mariana (São Paulo), “Estudo para Monumento” na Funarte (São Paulo), “Interaktion”, em Berlim, Alemanha e a “32º Bienal de Artes Gráficas”, em Liubliana, Eslovênia.

Regina Helena Vieira Santos é arquiteta e urbanista. Doutora, na área de História e Fundamentos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo-USP; em parceria com a Università degli studi di Firenze-Italia. (2013-2017). Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (2005-2008). Especialização em “desenho e Gestão do Território Municipal”, objeto de estudo Município de Itanhaém; PUC-CAMPINAS, 1997/1998. Cursou como extend student na School of Fine Arts da San Diego State University – California, EUA, 1994-1996. Concluiu a graduação na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Católica de Santos (1994). Professora na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - FIAM-FAAM-FMU Centro Universitário. Atuou como professora colaboradora na disciplina de Laboratório de Restauro na Università degli Studi di Firenze em 2016/2017. Atualmente é pesquisadora e colabora como FAU USP. Atua como arquiteta concursada no Departamento do Patrimônio Histórico - PMSP/São Paulo.

Jeff Keese é arquiteto e urbanista formado pela FAU USP. Atua nas áreas de projetos arquitetônicos, expografia, montagens de exposições, arquitetura temporária, sinalização e projeto gráfico, além de consultorias nas áreas de restauro e projetos culturais. Possui experiência em produção cultural, curadoria, projetos de exposições itinerantes e formatação de conteúdo para eventos culturais e institucionais, capacitação de mediadores para exposições e ministrante de cursos e workshops sobre temas relacionados ao ambiente expositivo. Trabalhou na coordenação de montagem e expografia do Prêmio CNI-SESI Marcantonio Vilaça por 09 anos, além de diversas montagens e exposições e projetos especiais. Fez acompanhamento de produção de 12 obras da dupla de artistas cubanos Los Carpinteros. Recentemente fez acompanhamento de montagem da exposição “Chacina da Luz.

Posted by Patricia Canetti at 2:24 PM