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julho 4, 2018

Bill Viola no Sesc Avenida Paulista, São Paulo

Pioneiro e nome incontornável no campo da videoarte, Bill Viola e sua obra são tema da exposição especialmente preparada para a inauguração do novo Sesc Avenida Paulista

A abertura do Sesc Avenida Paulista inaugura um período de muitos "primeiros", que certamente marcarão a história da unidade e da relação dos frequentadores com o espaço. A primeira exibição de vídeos integrada à primeira exposição da nova unidade (Bill Viola - Visões do Tempo) acontece na noite de quarta-feira, dia 2 de maio, no térreo, e traz uma oportunidade ímpar.

Enquanto a exposição, em cartaz até 9 de setembro, apresenta, por meio de doze obras, um recorte de videoinstalações de Bill Viola (1951) produzidas de 2000 para cá, os quatro programas mensais de exibição de vídeos percorrem a produção anterior do artista norte-americano e oferecem uma retrospectiva de trabalhos seminais e consagrados no campo da videoarte e da expressão audiovisual, como The Reflecting Pool (A Piscina Refletora, 1977-9).

É difícil observar as experimentações de Viola na edição das sequências de imagens e também na banda sonora desse vídeo ou de Ancient of Days (Ancião dos Dias, 1979-81) e Anthem (Hino, 1983), por exemplo, e não refletir sobre como a videoarte dos anos 70 e 80 conversa com impressionante desenvoltura com o que se produz e circula em vídeo, memes e gifs hoje nas redes sociais a partir dos onipresentes smartphones.

A câmera lenta, as transições inusitadas, o fast forward e o rewind, a tela dividida e as ilusões provocadas deliberadamente por Bill Viola, pela proximidade com as práticas cotidianas de quem gera e compartilha conteúdo audiovisual pela internet, têm talvez a capacidade de provocar ainda mais curiosidade no visitante de 2018 – justamente pelo contexto e pelos instrumentos utilizados no momento de criação – do que geraram em suas primeira exibições – feitas por canais de televisão, aliás!

Mas Viola não foi apenas visionário, em seu trabalho durante o século XX, quanto ao potencial formal do vídeo que se produziria para dentro e para fora das galerias de arte nas décadas seguintes. O artista, que trabalhou com outros grandes nomes da videoarte, como Nam June Paik e Peter Campus, desenvolveu um olhar particular e instigante sobre a experiência humana, a partir de influências ocidentais e orientais. Seus vídeos mais antigos, exibidos na programação integrada, e, sem dúvida, as instalações mais recentes, em exposição no 5º andar do Sesc Avenida Paulista, convidam a reflexões profundas sobre o corpo, a vida, a morte e o tempo – que é experimentado hoje em ritmo mais acelerado do que nunca!

Ação Educativa
A exposição conta com um programa educativo que contempla visitas mediadas, oficinas e encontros sobre os temas e as técnicas presentes na mostra. Agendamento de grupos: agendamento@avenidapaulista.sescsp.org.br.

Programação Integrada
Integrada à exposição, será exibida uma série de programas de vídeos experimentais e históricos do artista. Térreo. Sesc Avenida Paulista. Grátis. 12 anos. Retirada de ingressos com 30 minutos de antecedência. Sujeito à lotação do espaço.

Programa 1
2 de maio, quarta, 20h

Sweet Light [Luz Doce], 1977
Parte da coleção de videoteipes Memory Surfaces and Mental Prayers [Superfícies de Memória e Orações Mentais]
Cor, som mono, 9’08”

The Reflecting Pool [A Piscina Refletora], 1977–9
Parte da coleção de videoteipes The Reflecting Pool – Collected Works [Obras selecionadas] 1977–80
Cor, som mono, 7’

Ancient of Days [Ancião dos Dias], 1979–81
Parte da coleção de videoteipes The Reflecting Pool – Collected Works [Obras selecionadas] 1977–80
Cor, som estéreo, 12’21”

Anthem [Hino], 1983
Cor, som estéreo, 11’30”

Angel’s Gate [Portal do Anjo], 1989
Cor, som estéreo, 4’48”

Chott el-Djerid (A Portrait in Light and Heat) [Um Retrato em Luz e Calor], 1979
Cor, som mono, 28’

Programa 2
5 de junho, terça, 20h

The Passing [A Passagem], 1991
Em memória de Wynne Lee Viola
P&B, som mono, 54’22”

Programa 3
3 de julho, terça, 20h

Hatsu-Yume (First Dream) [Primeiro Sonho], 1981
Para Daien Tanaka
Cor, som estéreo, 56’

Programa 4
7 de agosto, terça, 20h

I Do Not Know What It Is I Am Like [Não Sei Como é que Pareço], 1986
Cor, som estéreo, 89’

Posted by Patricia Canetti at 11:34 AM