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junho 5, 2018

Ana Dias Batista na Marilia Razuk, São Paulo

Em Às avessas, sua segunda exposição individual na Galeria Marilia Razuk, a artista paulistana Ana Dias Batista mostra instalações inéditas construídas especificamente para a galeria, que modificam a circulação pelo espaço e fazem referência a outro estabelecimento comercial, as lojas de tapetes.

Partindo de soluções de organização típicas dessas lojas, a artista utiliza materiais como tapete, forração, nylon e cordão de seda, organizados em pilhas, enrolados e encostados às paredes ou aplicados nos forros e rodapés. Com poucos movimentos, os trabalhos subvertem esses elementos, afastando-os de seus destinos habituais e produzindo novas associações, o rodapé de seda transforma-se em linha de desenho, tapetes enrolados tornam-se canudos agigantados, um forro revestido imita uma grande tela de televisão e carpetes empilhados e recortados formam, em negativo, pilhas de tapetes dispostas pelo espaço. Uma publicação, no formato de um catálogo de tecidos, completa o conjunto, articulando algumas das narrativas construídas nos outros trabalhos.

Por meio de rebatimentos e inversões, como o título sugere, as obras em exposição propõem uma ficção: a transformação do ramo de atuação da galeria.

Ana também está em cartaz na cidade com a individual: “Chão comum”, na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

Sobre a Artista

Ana destaca objetos do cotidiano e cria trabalhos que os incorporam ou adotam suas formas ou funções, e incluem operações como reescalonamento, mimetismo, reflexão, duplicação, inversão e repetição. O sentido crítico de suas obras advém da ambiguidade gerada pelo objeto de arte em relação à funcionalidade ou finalidade dos objetos originais, recontextualizados. Formada em Artes Visuais pela Escola de Artes Visuais da Universidade de São Paulo, onde concluiu o doutorado em 2014. No mesmo ano participou com um projeto Solo na Pinta London e no setor Art Public em Art Basel Miami Beach, trabalhando com as relações de escala e função, com referência aos parques de diversão e outros jogos. Em 2016 participou com um projeto Solo em Art Basel Miami Beach.

A artista já apresentou exposições individuais no Centro Cultural São Paulo (2001), no Centro Universitário Maria Antônia (2004), no Museu de Arte da Pampulha (2007), na Estação Pinacoteca (2009), no Ateliê 397 (2015), na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2018) e nas galerias Adriana Penteado, Mendes Wood, Ybakatu, Leme e Marilia Razuk. Recebeu a Bolsa Pampulha e os prêmios Conexão Artes Visuais (Funarte, 2008) e PROAc (Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, 2009 e 2015). Recentemente integrou as mostras coletivas Avenida Paulista (MASP, São Paulo), In Memoriam (Caixa Cultural, Rio de Janeiro), Temporary Contemporary (Bass Museum, Miami), Tout doit disparaître (La Maudite, Paris), Imagine Brazil – Artists’ Books (DHC/ART Fondation pour l’Art Contemporaine, Montréal, Canadá), Huna, Hunak / Here, There (Al Riwaq Exhibition Space, Doha), Alimentário (Oca, São Paulo e MAM, Rio de Janeiro), OEI #79: redigera/publicera/distribuera! (Moderna Museet, Stockholm) e Que barra (Ateliê 397, São Paulo).

Posted by Patricia Canetti at 3:26 PM