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maio 17, 2017

Dirnei Prates na Gestual, Porto Alegre

A Galeria Gestual tem o prazer de apresentar Até Onde Vai o Extenso, exposição que reúne a última produção em fotografia e vídeo de Dirnei Prates, e que terá montagem em capítulos independentes, mas conjuntos. O texto crítico é de Paula Ramos, historiadora e crítica de arte, professora do Instituto de Artes da UFRGS.

Dirnei fala um pouco sobre eles:

Invisível
Nestas fotografias preto e branco, o foco são as paisagens silenciosas e bucólicas que procuram aglutinar a ideia de dois tempos convivendo: as montanhas ao longe, como algo permanente e sólido; e as plantas, com seus ciclos de transição, ornamentando o primeiro plano. O título remete à minha impossibilidade de ver perfeitamente a paisagem fotografada, por conta do uso de um filtro infravermelho que escurece completamente a visão da lente, e também por uma certa incapacidade de vivenciar a completa experiência daquela situação e lugar.


assim por diante I from Cine Água on Vimeo.

Assim por diante I
Neste vídeo feito em plano sequência, o cume de um morro coberto de vegetação é atravessado pelo lento desfile de nuvens e pela fina garoa que, através de um ciclo aleatório, transforma esporadicamente a paisagem dura e previsível. A imagem foi registrada no ano de 2005, em fita VHS, transposta e editada para o meio digital em 2016, mantendo sua baixa definição e ruído de imagem, próprios do formato original.


assim por diante II from Cine Água on Vimeo.

Assim por diante II
Do alto de um galho de árvore, um pássaro se equilibra perante a ação do vento. Sua resistência é constantemente testada, até o momento em que sai da cena, dando lugar a outro pássaro que recomeça o ciclo. A imagem foi registrada no ano de 2006, em fita VHS, transposta e editada para o meio digital em 2016, mantendo sua baixa definição de imagem.

Vento
Utilizando um filme instantâneo, registrei morros, plantas e a paisagem que me circundava durante minhas deambulações. Posteriormente justapus estes registros, com a intenção de criar uma paisagem crível, formada por fragmentos de lugares diferentes. O filme utilizado neste ensaio, por questões de fabricação, oferece um processo de revelação e de fixação instáveis, fazendo com que este registro apresente um lento, porém perceptível, sinal de envelhecimento, até um possível completo desaparecimento. Associo este permanente estado de latência do filme, aos ciclos naturais dos seres vivos, tentando criar assim, uma pequena metáfora do que nos é inerente e inevitável.

Posted by Patricia Canetti at 7:05 PM