Página inicial

Quebra de Padrão

 


julho 2021
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Pesquise em
Quebra de Padrão:

Arquivos:
As últimas:
 

novembro 13, 2007

As multidões da 6ª Bienal do Mercosul, por Juliana Monachesi

O Canal Contemporâneo visita a 6ª Bienal do Mercosul entre os dias 13 e 16 de novembro e promove aqui no "Quebra de Padrão" uma cobertura expandida do evento; à maneira da cobertura a várias mãos que o Canal promoveu do Grand Tour 2007, convidamos outros integrantes desta comunidade digital de arte brasileira a enviar suas impressões sobre a mostra em Porto Alegre

quarta 058.jpg

quarta 041.jpg

As multidões da 6ª Bienal do Mercosul

JULIANA MONACHESI

Depois de um dia inteiro visitando os armazéns do Cais do Porto onde acontece a Bienal do Mercosul (a maior parte dela, melhor dizendo), volto para o hotel e encontro aquele simpático bombom em cima do travesseiro; estava um tanto quanto sem idéia do que falar -ou de por onde começar a falar- sobre a Bienal e, vendo o pequeno chocolate embrulhado em papel dourado sobre o aparentemente macio travesseiro branco pousado, por sua vez, sobre a visivelmente confortável cama com lençóis branquinhos, tive aquele insight salvador: me ocorreu que a última sala que eu visitara da exposição, uma impressionante videoinstalação de William Kentridge, era também uma espécie de bombom sobre o travesseiro. Um pouco como as "salas finais" da Bienal passada, em que eram exibidas obras de Ilya Kabakov, Marina Abramovic, Pierre Coulibeuf e Stephen Vitiello.

kentridge.JPG

(...)

Um dado que chamava bastante a atenção hoje no Cais do Porto era a quantidade de grupos de alunos de diferentes escolas visitando a Bienal, o que comprova a ênfase que o evento vem dando ao seu projeto educativo sobretudo desde a edição passada. Mas não eram os estudantes a única multidão presente na mostra. Da anti-sincrética "parada Leirner" -a instalação A Lot(e), que foi apresentada na galeria Brito Cimino, em São Paulo, no ano passado- aos participantes da ação Cuando la Fe Mueve Montañas, obra de Francis Alÿs, passando pela multidão de vozes que são postas para falar o Marulho de Cildo Meireles, uma noção de coletividade atravessa diversos trabalhos expostos na Bienal do Mercosul, além de atravessar o próprio conceito curatorial, que partilha o projeto da exposição entre vários curadores. Não se trata de uma presença dominante nas obras, mas por ora é o que consigo articular; em uma segunda e mais detida visita ao Cais do Porto amanhã tento apreender melhor a tal "terceira margem do rio" que norteia a concepção do trabalho do curador-geral Gabriel Pérez-Barreiro nesta 6ª edição da bienal e volto a escrever aqui no Quebra. Hora de comer o bombom...

Posted by Juliana Monachesi at 10:46 PM | Comentários(1)
Comments

q merda isso

Posted by: ricardo fronteira at outubro 19, 2009 7:57 AM
Post a comment









Remember personal info?