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outubro 25, 2006

"Identificada", de Luciana Camuzzo


Identificada", adesivo vinílico e lápis de cor sobre formulário para carteira de identidade.

Luciana Camuzzo
Artista plástica, trabalha com apropriações e proposições em arte pública, realizadas predominantemente em São Paulo e Piracicaba (SP). Atualmente, participa do Projeto de Residência Artística Atelier Amarelo, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Posted by Leandro de Paula at 11:41 AM | Comentários(51)
Comments

Para saber mais sobre o meu trabalho acesse o blog
http://luce-camuzzo.blog.uol.com.br

Posted by: luciana camuzzo at outubro 25, 2006 4:12 PM

É a Modernidadenossa Antiguidade?
É a identidade; individual ou coletiva, civil ou subjetiva, uma utopia superada? ou ainda possível? ou necessária? Preencher um perfil na internet com dados verídicos é arriscado? Quem nunca preencheu um destes com dados falsos, total ou parcialmente? Quem já preencheu e quem não o fez que atire, não só a primeira mas, todas as pedras...

Posted by: luciana camuzzo at outubro 25, 2006 4:18 PM

Identidade utopia superada? Nunca. Há identidade no diferente, no amorfo, no camuflado, no verdadeiro, no falso... Somos o que somos, e o que queremos ser, nos espaços, virtuais ou não, que se apresentam. E aí está a IDENTIDADE - procurar SER.

Posted by: Lorena Breda at outubro 26, 2006 12:45 PM

Só há identidade se houver autoria?

Posted by: Luciana Camuzzo at outubro 27, 2006 5:22 PM

a existencia basta para termos identidade?

Posted by: gustavo torrezan at outubro 28, 2006 11:55 AM

ah...lembrei de outra coisa que gostaria de também colocar na discussão: a alteridade.
enfim, gostaria de "ouvir".

Posted by: gustavo torrezan at outubro 28, 2006 11:56 AM

Não somos o que somos, mem o que requemos ser, pois
vivemos de mascara, todos os dias, e temos que dar satifação ao outo comtamtemente, falar de nós mesmo para o proximo. E vivemos com mascara constante,e na mira do outro. José Vilmar

Posted by: José Vilmar da Silva at outubro 28, 2006 7:05 PM

No jornal de Piracicaba:

CULTURA » NOTÍCIAS

27/10/2006 » 22h24

Artes plásticas
Obra de piracicabana integra mostra de arte contemporânea alemã

‘Identificada’, de Luciana Camuzzo, participa do Documenta 12

Com a obra contemporânea “Identificada”, a artista piracicabana Luciana Camuzzo, 35, participa do Documenta 12 Magazines, evento que integra o Documenta de Kassel (Alemanha), considerada a mais importante exposição de Arte Contemporânea do Mundo a ser realizada em 2007. A intervenção realizada em formulário para expedição de carteira de identidade com adesivo e lápis de cor, foi confeccionada a partir do questionamento “é a modernidade nossa antiguidade?”. A obra encontra-se no blog do Canal Contemporâneo www.canalcontemporaneo.art.br/documenta12:, um dos 80 blogs participantes do mundo e um dos três do Brasil. O site pode ser acessado aos interessados em participar das reflexões.
“Não tenho a resposta verbal e não quero tê-la. Quero justamente abrir uma discussão junto com os internautas para que as respostas sejam construídas coletivamente. Isso é o objetivo do próprio evento”, fala. Luciana aproveita o espaço para fazer outros questionamentos relacionados à identidade: é a identidade individual ou coletiva, civil ou subjetiva, uma utopia superada? ou ainda possível? ou necessária? Preencher um perfil na internet com dados verídicos é arriscado? Quem nunca preencheu um destes com dados falsos, total ou parcialmente? “Quem já preencheu e quem não o fez que atire, não só a primeira, mas todas as pedras”, provoca.
Em arte contemporânea, Luciana trabalha com apropriações e proposições em arte pública, realizadas predominantemente em São Paulo e Piracicaba. Atualmente, participa do Projeto de Residência Artística Atelier Amarelo, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

PARTICIPAÇÃO – A iniciativa da qual participa a piracicabana é um trabalho colaborativo inédito realizado entre cerca de 80 publicações impressas e eletrônicas sobre arte contemporânea de todo o mundo. A discussão em blogs é parte das plataformas do projeto da Documenta 12 Magazines, que ainda engloba um debate internacional, publicações impressas sobre os três tópicos e a própria exposição em 2007.
A proposta é estimular debates, trabalhos artísticos e formas variadas de reflexão sobre os eixos centrais da mais importante mostra de arte do planeta. O Canal Contemporâneo integra esta rede de publicações e se apóia na diversidade de sua comunidade para compor seu mosaico participativo.

Posted by: Luciana camuzzo at outubro 29, 2006 2:49 AM

José Vilmar: não existe nenhum momento em que livres deste Big Brother,despimos a casca e ficamos parecidos com nós mesmos? O exercício diario de nos livrarmos desta vigilância não seria a construção da identidade? Ou isto é uma utopia moderna superada?

Posted by: Luciana camuzzo at outubro 29, 2006 2:59 AM

Em quanto tempo se constroi uma identidade, em quanto tempo se destroi uma identidade?

Posted by: Luciana camuzzo at outubro 29, 2006 3:00 AM

Fiquei a pensar sobre o tempo de construção da identidade, e me veio na cabeça a questão da sensação do tempo e de como ao isolarmos esse tempo, percebemos que realmente a identidade foi construida, pois o "tempo" (mensuravél e quantitativo) impõe a perda total da identidade individual, quando divide-o em porções e porcentagens.

Posted by: Jaime Lauriano at outubro 29, 2006 8:07 PM

Construimos e destruimos nossa identidade continuamente, mas ela tb se repete continuamente. Ela é iden e somos nós. Todo dia é um novo dia, inédito e repetição do ontem. Perdemos um dia e ganhamos um novo diáriamente. Somos uma construção individual ou uma construçnao coletiva?

Posted by: isabelle at outubro 30, 2006 11:19 AM

"Quem sou eu?"

Resposta que não se fecha nunca,no entanto ,muito boa a idéia de que somos constituídos pelos afetos vividos. Bem vindos os adjetivos aos formulários da carteira de identidade!!!

Se é possível ter subjetividade no mundo moderno?Claro que sim,contanto que se tenha clareza sobre o processo de domesticação e um bom contato com o Inconsciente,para não sermos dominados por eles.

Posted by: Sandra Sofiati at novembro 3, 2006 8:02 PM

NESCESSÁRIA MENTIRA , NÃO IDENTIFICAÇÃO OU SUPRIÇÃO POR CUSTA DE UMA SOCIEDADE POUCO DEMOCRÁTICA E ROTULISTA .

Posted by: PAULO MARCELO at novembro 6, 2006 4:20 PM

Instigante. Eterna busca de identidade pra descobrir que somos nós mesmos o tempo todo, mas em eterna mutação.

Posted by: Rosangela at novembro 6, 2006 5:17 PM

Identidade oficial em um país de ficção..... estamos realmente contruindo nossa identidade?

Ou estamos contruindo multiplas identidades, pelo conflito de ser e estar em uma estrutura social doente, em um conflito de o que queremos ser, o que somos obrigados a ser e o que somos para nos esconder ou "relaxar" .

Posted by: Cirilo Camuzzo at novembro 6, 2006 5:44 PM

querida Luciana ... só é possivel ser traida ,amada , lesada e eleita , sendo tomada de um super bom humor... para além de todas as identidades e reflexões , me fez rir gostoso...e nem sei por que ... (coisa rara na arte contemorânea tão abalada de idéias e ideais impossíveis ) tuas palavras tocadas e vibrantes ... são uma graça !!!
paulo von poser

Posted by: paulo von poser at novembro 6, 2006 8:20 PM

Dos movimentos sutis do dia-a-dia, das coisas boas e ruins e das impercetíveis, invisíveis que constroem nossa identidade, nossas igualdades e nossas diferenças.

Posted by: Alécio Rossi at novembro 6, 2006 8:56 PM

Camuzzinha
Que coisa séria/seria pensar na possibilidade de antes de prencher um nome dar o testemunho de um estado de ser...amada,lesada,traida, eleita, que se faz sempre em relaçao a um terceiro nao identificado no formulario.
E por que nao preencher partindo da referencia/julgamento da pessoa que escreve , assim leriamos :amavel, lesavel, elegivel, comivel,adoravel etc?????

Posted by: katia salvanny at novembro 6, 2006 10:13 PM

letras movimento formulário
identidade, hmmmm, não sei não,
acho que, ..
vou ver
teu
trabalho

Posted by: regina at novembro 6, 2006 10:13 PM

INDENTRIFRICACAO,FRACCAO DE PARTE ALGUMA IDENTIFICADA....

Posted by: ttileco oslce at novembro 6, 2006 11:56 PM

Boa pergunta Mdme. Kátia! Nisto está a diferença entre a identidade ontológica e nossas dúvidas eternas e, a identidade como utopia coletiva de uma época que descobriu a subjetividade e fez dela uma bandeira. E, pergunto eu, estaria esta utopia abandonada neste momento que vivemos ou ela ainda brota em algumas situações?

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 7, 2006 11:47 AM

Formulário para identificação
para a uniformidade
Meu nome , meu rg , minha filiação
Apenas meu rastro plastificado na multidão...


Posted by: Olga Martins at novembro 7, 2006 2:28 PM

Esse espaço no qual cabe qualquer pessoa dar forma a aquela que ela mesma não é, pode leva-lá a ser, de fato. Por acaso, descoberta. Lu, você nos permite transgredir o previsível.

Posted by: Taís at novembro 7, 2006 8:26 PM

Luciana.
Voce não imagina a que remete o seu trabalho num homem de sessenta anos. Ele lembra os anos duros da ditadura e nossa identidade sendo violentada.
Interessante é ver nos comentários de gente que não sofreu essa época como não existe a mesma conotação. Pode até haver um outro tipo de angústia nos comentários, como a falta de identificação que hoje vivemos, mas certamente não a nossa.

Posted by: joão vicente at novembro 7, 2006 9:53 PM

Houve um dia em que parei de produzir porque descobri que meu trabalho gritava dentro do gueto dos produtores da ARTE quase autista, que se formou e atua nos dias em que vivemos. Resolvi brigar e, hoje lendo todos esses comentários, de pessoas das mais diversas origens e pensamentos, todas capacitadas a dizr algo sobre o que fiz, sem medo, eu grudaria na minha identidade as letras da palavra VITORIOSA. Quanto mais meu trabalho se torna relacional mais descubro que não estou sozinha. Que muitos artistas estão escolhendo este caminho. Este processo da Documenta convida-nos a isto. Uma utopia moderna, no sentido histórico e absolutamente atual.

Posted by: luciana Camuzzo at novembro 7, 2006 11:13 PM

É, João! E eu me pergunto se esta identidade que foi violentada tanto individual quanto coletivamente pode vir a ser reconstruida? reinventada? Ou será que ela está pronta e reluzente aqui do nosso lado, mas tão distinta do que relembramos tendo vivido diretamente este momento ou não, que não conseguimos reconhecê-la? Ou será que ainda estamos longe de descobrir com quantos paus se faz esta canoa? Há lugar para identidades neste momento que vivemos? Ou só para perfis mais ou menos falsos na internet?

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 7, 2006 11:21 PM

Cirilo. identidade não seria o que encontramos em nós quando relaxamos?

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 7, 2006 11:28 PM

Luciana,

Cada vez mais gosto de seu trabalho, pois esta discussão levantada em torna da identidade, me fez repensar (como você mesmo citou) o gueto dos produtores de ARTE, e ainda mais como por diversas vezes, jovens artistas (me incluo aqui) são tentados a deixarem de lado a sua "identidade", e seguirem opniões (por vezes impostas) de pessoas que querem molda-lo.

Posted by: Jaime Lauriano at novembro 8, 2006 11:25 AM

forma (l) idade
moda (l) idade
morta (l) idade

Posted by: Jaime Lauriano at novembro 8, 2006 11:28 AM

Luciana querida, parabéns pela ousadia do tema, acho que quando estamos centrados em nos mesmos, em nosso silencio, nos permitimos ficar dentro de " nossa própria" identidade, quando saimos de nos e ficamos no externo a deriva deixamos de viver nossa identidade. Quando ficamos em nós permitimos ter e viver devires diversos,ir de encontro à possíveis.Helena Kavaliunas

Posted by: Helena Kavaliunas at novembro 9, 2006 8:59 PM

Lu, continuo aqui pensando ainda sobre a identidade, quando nos despimos dela em troca de nos aproximarmos do outro, de uma proposta de uma provavel seduçaõ de ser aceito...
Formidavel vc abri este pensamento, e promover este pensar aqui com agente, para ver realmente muitos estão esquecendo do coletivo, pois só sabem viver " fantasias imaginárias " por traz de uma provavel rede ( de uma maquina)
Ai vale pensar onde realmente esta o inviduo o eu????

Helena Kavaliunas

Posted by: Helena Kavaliunas at novembro 9, 2006 9:06 PM

identificar
identidade
identico
idem
id
ego
egoista
egocentrico
percebemos a nossa identidade no outro

parabéns pelo seu trabalho

Posted by: Deva Bhakta at novembro 10, 2006 2:23 PM

E que espelho complexo é esse tal de outro, num é?

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 10, 2006 5:08 PM

Helena, sem dúvida, nos nós da rede verdadeira têm que estar pessoas e não máquinas. mas, que tarefa díficil é esta, a de encontrarmos disponibilidades. Estariamos a caminho de uma nova Idade das Trevas, repleta de medos? Os atributos que entendemos como da identidade, estariam se transformando em máscaras construidas para serem naturais? O que é espontâneo têm valor? Acho que quero uma rede! Daquelas que se amarram em árvores, para descansar! rsrsrss!

Posted by: luciana Camuzzo at novembro 12, 2006 10:46 AM

O que você sente/pensa quando olha para a sua foto na carteira de identidade, em uma palavra? Ou mais se quiser explicar.

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 13, 2006 3:05 PM

Enquanto isto, no Lao Bar...

3a. Reunião com

Artistas Plásticos de Piracicaba

Quinta – Feira, dias 16 Novembro às 18 horas

Dentro da temática :O Estado da Arte da Arte Contemporânea de Piracicaba iremos desenvolver a proposta de participação do grupo no Canal Contemporâneo da documenta 12 magazines, no Tema 3 - O que pode ser feito?

Para os interessados em participar desta discussão sugerimos que entrem no site abaixo e procurem compreender como podemos participar e principalmente venha à reunião.

http://www.canalcontemporaneo.art.br/documenta12magazines/

Atenção: O encontro com o artista plástico Fábio Bittencourt sobre o 38 SAC e a Mostra Inscritos/Piracicaba 38 SAC, foi transferido para a próxima quinta feira , dia 23 às 18 horas.

Posted by: Luciana Camuzzo at novembro 13, 2006 3:49 PM

Um

Jaime
cinco
Lauriano
oito
Neto
quatro
Pessoa
nenhuma

Posted by: Jaime Lauriano at novembro 13, 2006 7:53 PM

Penso duplo:Identidade interna,consigo(QUEM SOU EU?)e identificação externa (QUEM É ELE,O OUTRO).
Perguntas ontológicas que nos regem. Para saber se sou/estousendo "Amada", "Usada",etc..preciso ter a capacidade de perceber semelhanças e/ou diferenças entre o que sou e conheceço e o que não sou mas me deparo:desconhecido,novo.Avaliar para decidir e escolher entre aceitar ou não, conviver ou afastar, e em casos extremos, amar ou atacar, destruir. Em suma,avaliar e interagir.

Posted by: Cláudia Braga at novembro 17, 2006 3:26 PM

Saudades....

Posted by: Rogeria at novembro 21, 2006 12:05 AM

Saudades dos outros, saudades de si mesma? Taí uma palavra que não dá para conjugar como as que estão nas fichas!

Posted by: luciana Camuzzo at novembro 21, 2006 2:40 AM

Identifica-se identicamente todos pelo formulário, mas não se identifica o "ser", o que sou, ou melhor, o que "eu somos" não é "identificável".

Posted by: Adriana Vaz de Aguiar at dezembro 4, 2006 2:02 PM

Essa é a Filosa que eu conheço..... chega de mansinho e arrebenta!!!! rsrsrsrs...
Sem comentários....Dri....bjus!!!

Posted by: Flávia Camuzzo at dezembro 6, 2006 2:44 AM

Quando olho a minha foto na carteira de identidade sinto que não sou mais eu quem está lá...

Posted by: yara moema at abril 26, 2007 9:32 AM

Sinto aversão quando olho minha carteira de identidade,pois não gosto da parte de mim que está manifestada lá.É um pouco desconstrutor da imagem idealizada que tenho de mim mesma.Mas ,apesar do mal estar,não deixa de ser interessante lembrar disso de vez em quando.

Posted by: Sandra at abril 26, 2007 10:13 AM

Lu,diante de sua proposta peguei a minha carteira de identidade que uso no meu dia-a dia, mas confesso que faz muitos anos que nao observava a foto.E como toda foto, essa tambem resgatou uma historia de vida inserida em um contexto da epoca.Foi muito provocativo e enriquecedor, pois aquela pequena imagem me fez despir da maneira que vivo hoje para mergulhar-me novamente em meus antigos sonhos,ideais,planos... Relembrei das pessoas que contribuiram muito com minha historia,dos momentos bons e divertidos que vivi, e aqueles que foram terríveis,que gostaríamos de pular, mas que nao deixam de ter sua importancia.Esse movimento me fez lembrar de Alberto Caieiro:
"Procuro esquecer-me do modo de lembrar que me ensinaram, e raspar a tinta com que me pintaram os sentidos, desencaixotar minhas emocoes verdadeiras, desembrulhar-me e ser eu"
É ínevitável...fui correndo buscar uma foto atual. Que exercicio dificil e posso dizer que agora estou fechada para balanco, mas deixo para voces alguns pensamentos que me acompaharao:
"Desde que nascemos, continuamente, palavra nos vao sendo ditas.Elas entram no nosso corpo, e ele vai se transformando. Virando uma outra coisa, diferente da que era.Eu nao sou eu, sou as palavras que os outros plantaram em mim.Meu corpo é resultado de um enorme feitico.E os feiticeiros foram muitos; pais maes,professores,livros, T.V., artistas, lideres politicos, padres, gurus...e em épocas distintas, apesar de tudo precisamos deles."Rubem Alves
"Sou o intervalo entre o meu desejo e aquilo que os outros fizeram de mim."Fernando Pessoa
O que sentiremos ao olhar anossa foto atual da qui 20 anos?Beijao Sibeli

Posted by: Sibeli at abril 26, 2007 9:05 PM

Observar você enquanto registro não nos traz a sensata noção do que é democracia, a sua identidade nunca é registrada, a sua "digital" sempre será distinta. ´
É estranho ver-se documentado.

Posted by: Marcio Donasci at abril 26, 2007 10:18 PM

Jaime, respondendo muuuuiiiitooo atrasada: Telefone é meu ponto fraco!Tenho incompatibilidade de gênios com todos eles...

Posted by: luciana camuzzo at abril 27, 2007 4:32 PM

Sinto-me vivida e lutadora

Posted by: SARA at maio 2, 2007 10:15 AM

será que temos uma identidade ou gostaríamos de ter..em um país que vale mais o que temos do que o que somos..onde o carro chede é a corrupção..a atual identidade do nosso país..será que somos felizes..ou gostaríamos de ser..chegou a hora de praticarmos a nossa verdadeira identidade....valeu lú

Posted by: lila at maio 6, 2007 9:19 AM

Quando olho a minha carteira de identidade, me lembro que a primeira, a original, eu perdi...quando dei por sua falta, pensei, bom agora sou outra pessoa, como se aquela tivesse se extinguido.
Logo tive que tirar outra. Quando a olhava, pensava: de fato, uma nova pessoa ou uma pessoa nova, construída, pensada. De lá prá cá, dez anos se passaram.
Agora, quando olho a minha carteira de identidade, sinto saudades da outra. Menina ingenua,uma vida pela frente. A nova, que já está velha, conta sobre a procura de uma mulher e suas dúvidas.
Hoje estas lembranças me fazem pensar,quantas 'vidas passadas' eu não vivi nesta vida? Algumas marcadas por documentos, outras soltas, aleatórias. Todas importantes, cheias de verdades, de entusiasmos, de experiências ....eu sei que vivi todas elas, mas olhando de fora, como quem olha a identidade de outro, me parecem uma porção de vidas, que poderiam ter sido vividas por pessoas distintas.

Posted by: Rita Moura at junho 11, 2007 2:51 PM
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