NESTA EDIÇÃO:
Estela Sokol, Felipe Cohen, Juha Nenonen & Miklos Gaál, Mariana Chama e Sérgio Sister no Maria Antonia, São Paulo
Performance de Daniel Santiago no MAMAM, Recife
Interregnum, de Cláudio Lacerda no Cacilda Becker, Rio de Janeiro
Debate O outro lado do Rio - Construindo pontes no universo da cultura no CCJF, Rio de Janeiro
DOCUMENTA 12 MAGAZINES - Conheça o projeto / Saiba como participar
"Isso", vídeo de Helena Trindade e Luiz Cavalheiros
CURSOS E SEMINÁRIOS Dynamic Encounters - Bienal de São Paulo 2006
COMO ATIÇAR A BRASA
Crítica frágil à mostra "Paralela 2006" encobre malabarismos, por Daniela Bousso
Sem amarras, por Luiz Camillo Osório, Jornal O Globo
ARTE EM CIRCULAÇÃO - Bienal ETC. As coisas vistas todos os dias, por Marcelo Rezende
QUEBRA DE PADRÃO I LOVE MY GIF! - Festival de gifs animados - Vera Bighetti
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Mariana Chama
Estela Sokol
Meio-dia e meia
Felipe Cohen
Ida
Juha Nenonen & Miklos Gaál
Mariana Chama
Ensaio de circo
Sérgio Sister
Reagente
30 de novembro, quinta-feira, 20h
Centro Universitário Maria Antonia
Rua Maria Antonia 294, São Paulo - SP
11-3255-7182 ou mariantonia@edu.usp.br
www.usp.br/mariantonia
Segunda a sexta, 12-21h; sábados, domingos e feriados, 10-18h
Exposição até 27 de janeiro de 2007
Enviado por Imprensa MariAntonia USP imprensama@usp.br
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Performance de Daniel Santiago
1º de dezembro, sexta-feira, 15h
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães - MAMAM
Pátio de São Pedro casa 11, Recife - PE
81-3232-2844/3423-2095 ou patio@mamam.art.br
www.mamam.art.br
Realização: MAMAM e Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal do Recife
Bate-papo com o artista no Centro de Formação em Artes Visuais do MAMAM no dia 2 de dezembro, 14h.
Enviado por Gustavo Neves de Sá de Albuquerque gustavonevesdesa@hotmail.com
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Interregnum, peça coreográfica de Cláudio Lacerda
30 de novembro, quinta-feira, 20h30
Teatro Cacilda Becker
Rua do Catete 338, Largo do Machado, Rio de Janeiro - RJ
21-2265-9933
Quinta a domingo, 20h30
Em cartaz até 10 de dezembro de 2006
Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (estudantes, idosos, professores e artistas)
Duração: 50 minuntos
Classificação: 12 anos
Ficha técnica:
Concepção, direção e coreografia: Cláudio Lacerda
Bailarinos: Cláudio Lacerda e Daniela Nistra
Desenho de luz: José Geraldo Furtado
Trilha sonora: Paulo Baiano
Figurino: Daniela Vidal
Produção: Anima Projetos Culturais
Patrocínio: Petrobrás
Enviado por Ney Motta Assessoria de imprensa neymotta@terra.com.br
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Fórum Cultural Mundial
Debate O outro lado do Rio - Construindo pontes no universo da cultura
Debatedores: Edson Natale (Projeto Rumos Música do Instituto Itaú Cultural), Milton Guran (Rede de Inclusão Visual) e Patricia Canetti (Canal Contemporâneo)
30 de novembro, quinta-feira, 14-18h
Teatro do Centro Cultural da Justiça Federal
Av Rio Branco 241, Cinelândia, Rio de Janeiro - RJ
21-3212-2550
Realização: Rede Social da Música e Centro Cultural da Justiça Federal
Enviado por Rede Social da Música redesocialdamusica@terra.com.br
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DOCUMENTA 12 MAGAZINES - Conheça o projeto / Saiba como participar
Tema 2: "Isso", vídeo de Helena Trindade e Luiz Cavalheiros no grupo "A vida como ela é" do Youtube
"Isso":
Significante apropriado da psicanálise (das Es), aqui referido à plasticidade das pulsões que atravessam o corpo e determinam o funcionamento do aparelho psíquico. No vídeo, o conceito de pulsão é relançado alegoricamente enquanto uma deriva pelo fluxo caótico dos signos (imagens e sons). Para nós, a “vida crua” se liga às pulsões sexual e de morte que agem sobre o sujeito a partir de objetos que, para ele, restam sempre como enigmáticos. Ela se relaciona à vertigem frente à desmedida do desejo. Acreditamos, também, que é da “vida crua” que advém a experiência estética do estranho (das Unheimliche), uma vez que nela está em jogo uma “outra cena”. Neste sentido, a vida crua desvela para o sujeito desejante a angústia de sua própria divisão, operada pelo descentramento radical do inconsciente.
Helena Trindade é mestre em Linguagens Visuais pela EBA-UFRJ e pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio. Cursou Teoria da Arte Moderna e Contemporânea na New York University e na School of Visual Arts, além de gravura na Arts Students League NY. Trabalha no Rio de Janeiro e expôs no Centro Cultural Telemar, no Paço Imperial, na FUNARTE, no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Centro Cultural São Paulo, entre outros.
Luiz Cavalheiros concluiu o curso de Aprofundamento em Pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 1995. É também artista gráfico e diretor de arte para publicidade, com diversos prêmios nacionais e internacionais. Trabalha no Rio de Janeiro e expôs no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Museu da República, no Paço das Artes e no Centro Cultural São Paulo.
Assista ao vídeo e comente no grupo "A vida como ela é" do Youtube
Comente no blog documenta 12 magazines
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CURSOS E SEMINÁRIOS
Dynamic Encounters - Bienal de São Paulo 2006
Professores / palestrantes: Charles Watson, professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - RJ; Fernando Cocchiarale, curador do MAM RJ, professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - RJ; Frederico Carvalho, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Luis Ernesto Moraes, artista, professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage - RJ
30 de novembro a 3 de dezembro de 2006
Informações e inscrições: 21-2553-3748 / 9224 ou wats352@attglobal.net
O projeto Dynamic Encounters informa que fará sua edição nacional durante a 27ª Bienal de São Paulo. O Dynamic Encounters conduz grupos de pessoas interessadas em aprimorar seus conhecimentos em arte.
No programa estão incluídas visitas a museus e galerias com o acompanhamento de professores que dão aulas e abordam de forma especulativa as obras vistas. Há também visitas a ateliês de artistas contemporâneos de renome internacional que mostram e discutem pessoalmente o seu trabalho.
Publique seu comentário no Cursos e Seminários
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COMO ATIÇAR A BRASA
Crítica frágil à mostra "Paralela 2006" encobre malabarismos
Emeio enviado por Vitoria Daniela Bousso, curadora da mostra Paralela 2006, ao jornal Folha de S. Paulo em 22 de novembro de 2006, em resposta à crítica de Fabio Cypriano.
Réplica publicada no jornal Folha de S. Paulo, na Ilustrada, no sábado, 25 de novembro de 2006.
Num ato de malabarismo, o estranho texto "Recorte frágil encobre contradições" (Ilustrada, 18 de novembro) elogia a "Paralela 2004" por seu recorte nacional e considera essa característica, estendida à edição 2006, uma forma de provincianismo. Reivindica um caráter original para a arte brasileira e a preocupação de se encontrar nela uma categoria nacional. Escorrega na falta de preparo conceitual e de compreensão teórica: o problema da originalidade na arte é um mito das vanguardas modernistas.
A questão do nacional, no que se refere à arte brasileira, foi desencadeada na Semana de Arte Moderna de 1922 para liberar a cultura brasileira do cenário colonial e sintonizar o Brasil com as tendências internacionais. Mas esta é uma questão superada.
Desde o início dos anos 80, com a globalização, o planeta se viu frente à diluição de fronteiras: as viagens dos artistas brasileiros se intensificaram e eles se aglutinaram ao redor de um mercado de arte mais profissionalizado, com a ação de galeristas como Marcantonio Vilaça, que, com alguns curadores, colocou definitivamente a arte brasileira no mapa do mundo.
A edição 2006 da "Paralela" considerou essas evidências. Na contramão do provincianismo, trabalhou em uma instância de "descuratorialização" e deixou o artista livre para escolha e definição do formato mais adequado da obra no espaço expositivo, descartando-se aí qualquer resquício de "sensacionalismo" por parte da curadoria. A "Paralela" aposta na diversidade e não tem tema.
Quanto à produção artística brasileira, ela é internacional em seus procedimentos éticos, estéticos e se afirma com poéticas contemporâneas.
Leia a continuação e publique o seu comentário no Como atiçar a brasa
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COMO ATIÇAR A BRASA
Sem amarras
Crítica de Luiz Camillo Osório, originalmente publicada no Jornal O Globo, no dia 18 de outubro de 2006
Como sempre em uma bienal, preparo físico é requisito básico. Com boa disposição, todavia, o visitante verá aquela que podemos denominar, sem maiores receios, a primeira Bienal de São Paulo do século XXI. Quais as razões para esta afirmação? Primeiro, o rompimento com o modelo tradicional das representações nacionais. Segundo, a opção por artistas jovens, escolhidos a partir de algumas influências marcantes dos anos 60. Terceiro, a decisão de trazer um conjunto mínimo de obras garantindo uma visão de trajetória e a criação dos projetos de residência de artista em várias cidades brasileiras. Quarto, e talvez o ponto mais importante, a aposta da curadoria em processos criativos mais abertos e coletivos.
Foi enfatizada pela curadora geral, Lisette Lagnado, a intenção política de suas escolhas. O título-tema da bienal, “Como Viver Juntos”, extraído de um livro de Roland Barthes, deixa isso claro. Cabe aqui uma consideração: a presença de um tema não é necessariamente uma camisa-de-força que constrange a liberdade expressiva das obras. Se bem realizada a curadoria, como acredito ter sido o caso desta bienal, o tema pode ser visto como um eixo conceitual a partir do qual as obras ganham um parâmetro relacional. Cria-se uma possibilidade de convivência e relação entre as proposições poéticas apresentadas. Outras articulações e novos sentidos são latências intrínsecas às obras.
Leia a continuação e publique o seu comentário no Como atiçar a brasa
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ARTE EM CIRCULAÇÃO - Bienal ETC.
As coisas vistas todos os dias
MARCELO REZENDE
A presença (talvez essa a mais exata palavra para definir sua “participação”) de Dominique Gonzalez-Foerster em São Paulo oferece a chance para uma pequena reflexão em torno das mais repetidas críticas em torno do projeto para a 27a Bienal. Dominique e sua obra podem ser estrategicamente colocadas em meio ao mais repetido discurso de oposição ao evento; na verdade, não se trata exatamente de discurso, e muito menos de uma crítica elaborada, mas de “impressões negativas” que, de diferentes formas, se dirigem para um mesmo lugar: haveria nos pavilhões da Bienal “muita política e pouca arte”, em razão de uma espécie de discurso “bem intencionado” que deixaria de lado (ou afogaria em uma avalanche de posições engajadas) a liberdade e as ações poéticas dos artistas, todos – em teoria – subjugados pela ação de força de um projeto curatorial, este, submetido ao discurso “político” de um modelo próximo dos de organizações não governamentais. Não se trataria mais de uma Bienal de arte, e sim uma plataforma para ONGs dirigidas por artistas. A liberdade do artista como um “indivíduo” estaria morta, e assim sua “poética”, sua “rebeldia natural” que não poderia condenar a arte à política. Ao menos no que o senso comum admite ser “a política”.
Em Chronology, o crítico e curador Daniel Birnbaum, no pequeno ensaio Nothing, reflete sobre os trabalhos de Dominique Gonzalez-Foerster, invariavelmente a partir do ponto de vista de uma única palavra, ou conceito: atmosfera. DGF vive em uma série de atmosferas que carregam aqueles diante de suas instalações e filmes com diferentes sensações: “A partir desse carregado momento atmosférico surge sua arte, e trabalho após trabalho Gonzalez-Foerster procura capturar essas sensações únicas e tão evasivas que lhe faltam nomes, mas que são distintas o suficiente para serem lembradas durante a vida inteira”.
Leia a continuação e publique o seu comentário no blog Arte em circulação
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QUEBRA DE PADRÃO
I LOVE MY GIF! - Festival de gifs animados - Vera Bighetti
Vera Bighetti [sem título]
www.arteaosvivos.com.br
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Enviadpo por ARTE AO(S) VIVO(S) arteaosvivos@gmail.com
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FÉRIAS DO CANAL
O último e-nforme do ano será em 22 de dezembro e o primeiro de 2007 em 15 de janeiro. As notícias deste período deverão ser enviadas com antecedência para serem veiculadas antes do recesso, portanto, até o dia 8 de dezembro de 2006. Para o ano de 2007, continuamos com nosso prazo de 15 dias de antecedência para o envio de material.
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