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RJ/SP/Cuba Augusto Sampaio no SESC Ipiranga / INSCRIÇÕES: 15º Videobrasil - Festival Internacional de Arte Eletrônica
ANO 5 - N. 5 / 26 DE JANEIRO DE 2005



NESTA EDIÇÃO:
Portrait na Leme, São Paulo
Augusto Sampaio no SESC Ipiranga, São Paulo
Jesús-Rafael Soto no CCBB, Rio de Janeiro

INSCRIÇÕES
15º Videobrasil - Festival Internacional de Arte Eletrônica, São Paulo
Curso de especialização em Gráfica e Gravura Avançadas no Belas Artes, São Paulo
VII Salão Internacional de Arte Digital, Cuba
FÓRUM DO CANAL

Novos comentários alimentam o "Para que servem os salões?", Fórum do Canal



Tsuyoshi Ozawa - Vegetable Weapon - Type C print, 2003 - 156 x 113 cm

Portrait

Ben Judd, Brent Stewart, Camila Sposati, Neil Hamon, Raquel Kogan, Tsuyoshi Ozawa

28 de janeiro a 29 de fevereiro de 2005

Galeria Leme
Rua Agostinho Cantu  88
Butantã  São Paulo
11-3814-8184 / 3814-8564
info@galerialeme.com
www.galerialeme.com
Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 17h.

Leia o release da exposição.

Este material foi enviado por Eduardo Leme (eduardo@galerialeme.com).
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Augusto Sampaio
Signos Gráficos

28 de janeiro a 8 de março de 2005

Sesc Ipiranga
Rua Bom Pastor  822
Ipiranga  São Paulo
11-3340-2000
Terça a sexta, das 9h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 9h às 17h30.

Este material foi enviado por Augusto Sampaio (confraria248@uol.com.br).
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Soto -
Esfera Theospácio

Jesús-Rafael Soto

A construção da imaterialidade

Curadoria: Paulo Venâncio Filho

25 de janeiro a 3 de abril de 2005

Centro Cultural do Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março  66
Centro  Rio de Janeiro
21-3808-2030
Terça a domingo, das 10h às 21h.

Este material foi enviado por Danusa Moojen (danusa.m@globo.com).
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Inscrições
15º Videobrasil - Festival Internacional de Arte Eletrônica

Comissão de seleção: André Brasil, Eduardo de Jesus, Christine Mello, Solange Farkas

Envio de material até 15 de abril de 2005

Associação Cultural Videobrasil
Av. Imperatriz Leopoldina  1150
São Paulo
05305-002
Promoção: SESC-SP
Apoio: Prince Claus Fund

Inscrições on-line: www.videobrasil.org.br/15/inscricoes
Maiores Informações: 11-3645-0516


Serão bem-vindas obras de arte eletrônica produzidas a partir de junho de 2003 por artistas de língua portuguesa e todos aqueles oriundos dos países do chamado “circuito sul”: América Latina, Caribe, África, Sudeste Asiático, Europa do Leste, Oriente Médio e Oceania. Cada participante poderá submeter somente 1 (uma) obra à seleção. Para efeito de inscrição, as obras em vídeo devem ser submetidas somente em fitas VHS ou DV (NTSC e/ou PAL), que não serão devolvidas. Se selecionadas, serão solicitadas para exibição nos seguintes formatos: vídeo (Beta SP, Mini-DV; PAL/ NTSC) e DVD. No caso de obras multimídia, o participante deverá especificar a plataforma e a configuração necessária. No caso de projetos de internet é imprescindível uma especificação técnica detalhada.

Leia o regulamento e publique seu comentário no Salões e Prêmios.

Este material foi enviado por Sílvia Oliveira (silviaoliveira@videobrasil.org.br).
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Inscrições
Curso de especialização em Gráfica e Gravura Avançadas
Pós-Graduação Lato Sensu

Agendamento de entrevistas até final de fevereiro

Início das aulas: março de 2005
Carga horária total: 360h
Duração: 3 semestres
Seleção: análise de portfolio, currículo e entrevista

Centro Universitário Belas Artes
Rua Major Maragliano  455
Vila Mariana  São Paulo

Maiores Informações: www.belasartes.br/pg/pg_areas.htm
11-5084-6010 / 11-5573-7600 r. 215

Este material foi enviado por
Laurita Salles (lausalles@uol.com.br).
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Inscrições
VII Salão e Colóquio Internacional de Arte Digital

Envio de material até 15 de abril de 2005

Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau
Calle de la Muralla  63
La Habana Vieja
Ciudad de Habana  Cuba
537-866-6585 / 861-6251

Maiores informações: www.centropablo.cult.cu/form/formularioviisalon.htm

Este material foi enviado por
Centro Cultural Pablo de la Torriente Brau (centropablo@centropablo.co.cu).
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Fórum do Canal

Novos comentários alimentam o trabalho coletivo “Para que servem os salões”, participação do Canal Contemporâneo na exposição "Tudo Aquilo que Escapa", integrante do 46º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, iniciado em 29/11/2004.

"Acho bastante pertinente a existência de um fórum questionando a estrutura dos salões EM UM SALÃO, o que nos mostra que há uma luz no fim do túnel...

Gostaria de sugerir que estas questões discutidas aqui se transformem em um documento, que poderia ser divulgado em outras publicações, eletrônicas ou não, ampliando desta maneira o alcance de nosso debate.

Para finalizar, acredito que esse debate está longe de terminar, e nem poderia, pois se por um lado temos iniciativas como esta do fórum, presente neste 46o. Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, por outro lado muitos salões brasileiros ainda se fiam em estruturas de seleção defasadas, que não conseguem abranger qualitativamente a produção de determinado local/artista...

Então, para que servem os salões, se não são efetivamente um lugar para artistas exibirem sua produção?" (nicolecosh)

"Bem, depende do perfil do evento, da proposta do seu trabalho, enfim. Penso que a discussâo seja maior do que o que é bom ou ruim. Acredito que pensar o sistema de arte é verificar que os salões são lugares/espaços/redes de troca e intercambio que alimentam a nós mesmo que de alguma forma nos "alimentamos " do sistema. è claro que todo o sistema é permeado pelo poder e estabelece um jogo de legitimidades e regras. Estar nele, ou seja participar, significa, talvez ser co-autor também. No Brasil, nos últimos anos os salões alteraram-se enquanto suas estruturas formais. Acho que vale a pena pensar nas estruturas que possibilitem trocas mais horizontais..." (joana darc de sousa lima)

Conheça e participe do trabalho no Fórum do Canal.

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TEXTOS DO E-NFORME

Coletiva Portrait na Galeria Leme

A Galeria Leme apresenta uma série de trabalhos de diversos artistas contemporâneos representados sob a forma de "portraits". Abaixo, uma apresentação dos artistas escolhidos e uma pequena explicação de suas obras.
 
Ben Judd (Reino Unido)
Apresenta duas fotos, uma feita em Londres e outra em Belém do Pará, onde esteve a convite de um programa de residência em novembro de 2004. Judd foca a idéia de estar simultaneamente conectado e desconectado com o mundo, a dualidade entre intimidade e distância. Ele tem fotografado e filmado modelos amadoras em cenários de estúdios geralmente pintados e construídos de maneira precária e que sugerem uma narrativa crível, porém fantástica ou romântica. Ben Judd é representado pela Vilma Gold Gallery.
 
Brent Stewart (E.U.A.)
Apresenta o vídeo Mother, que nada mais é que um simples e objetivo portrait de sua própria mãe. Mother começa familiar para o espectador, enquanto ela aparece regando plantas em seu próprio mundo. As cores são vibrantes, as falsas flores de plástico são freneticamente regadas pela água do esguicho. Ela olha, se mostra preocupada, tensa... como se sentisse uma presença... um ruído de avião é ouvido a distância...

Camila Sposati (Brasil)
A artista lida com humor sobre o diálogo entre imaginação e realidade nesta série intitulada Bandidos, que são homens comuns, que estão por aí, e que de alguma maneira conhecemos suas caras, algo na feição ou na expressão das esculturas feitas em massa de modelar (plasticínia) deixando marcada suas digitais impressas sobre elas.

Neil Hamon (Reino Unido)
O artista viaja pelo interior da Inglaterra para documentar meticulosamente encenações históricas. Trabalhos ora coloridos em larga escala ou pequenas fotos em sépia retratam e capturam objetos, costumes e atividades destes "guerreiros e soldados de fim de semana" que revivem e autenticam um passado. Seu trabalho examina nossa compulsão por preservar, retratar e relembrar.
 
Raquel Kogan (Brasil)
Um objeto, uma caixa que utiliza um vidro "inteligente", que contém cristais líquidos em um campo elétrico. Quando este campo é ativado pelo espectador, o vidro, que era translúcido, torna-se transparente e este se vê em um auto-retrato no espelho.
 
Tsuyoshi Ozawa (Japão)
A série Vegetable Weapons, produzida desde 2001 em onze países, tem aqui sua versão brasileira, fruto de uma residência feita por Ozawa no Rio de janeiro. São sempre jovens mulheres locais que escolhem um prato típico da região e compram os ingredientes para este. Ozawa usa estes vegetais para criar uma arma - seja um revolver ou uma metralhadora - e a fotografa. Após a foto, cozinha os vegetais e divide com todos a comida. A divisão retrata uma situação onde não existem aliados ou inimigos, uma ausência de hostilidade. Ele é representado pela Ota Fine Arts - Tokyo.

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Augusto Sampaio no Mural do Quintal, novo espaço do SESC Ipiranga

São Paulo acaba de ganhar mais um espaço para as artes plásticas. Localizado na unidade do Sesc Ipiranga, o Mural do Quintal é mais uma opção para os artistas interessados em mostrar seus projetos, idéias e processos de trabalho. Para inaugurar o local, o artista plástico Augusto Sampaio mostra a exposição Signos Gráficos a partir do dia 28 de janeiro, sexta-feira. A exposição apresenta cem xilogravuras de uma série que se encontra atualmente em progressão e se configura pela combinação sucessiva de registros verticais e horizontais. Este conjunto formará um painel de 23 metros de comprimento por 3 metros de altura.

Impressas em papel de pão, as obras de Augusto Sampaio nasceram pela preocupação do artista com a apropriação da cidade numa exposição realizada em 2002 no Centro Cultural São Paulo. “Percebi que a expansão das obras para as áreas públicas e externas me levaria a uma reflexão sobre o desenho e a cidade, a uma observação mais criteriosa do meu trabalho”, afirma ele.

Para esta exposição, Sampaio reúne o resultado de uma série iniciada há dois anos. Para ele, as xilogravuras, apesar de possuírem apenas linhas horizontais e verticais, resultam numa combinação de vários sinais gráficos formando um extenso alfabeto visual. “Aplicadas no espaço público, as gravuras surpreendem os pedestres, além de possuírem um caráter passageiro, pois, coladas na parede, estão sujeitas às condições do tempo e das próprias pessoas”, acredita Sampaio.

O crítico Leon Kossovitch escreve sobre Augusto Sampaio: “suas gravuras instituem contemplador ativo, desejoso, ou não, de significações. Na rua, porém, o contemplador está desativado, acedendo a esta posição se, e somente se, olhado pela gravura. Colada a muro ou portão, sobre fachadas ou pixações, a gravura espreita o passante desavisado e, desarmando-o, surpreende-o: tocado pelo olhar, este se refaz, contemplando-os, significando-os, como cenários em que a cidade se expõe.”

Augusto Sampaio

Nascido em Indaiatuba, interior de São Paulo, formou-se em Arquitetura (FAU-USP) e estudou Artes Plásticas com os seguintes artistas: Silvio Dworecki, Francisco Maringelli e Evandro Jardim. Dentre as exposições realizadas, destaque para a participação na Jeune Création 2001 - Art Contemporain, mostra jovem de arte contemporânea realizada em Paris (França), no Parc de La Villette, em abril de 2001, reunindo 150 artistas de diversas nacionalidades.

Realizou também as seguintes exposições: Interferência CEMIG, Belo Horizonte, MG; Interferência Memorial de Curitiba (individual), Curitiba, PR; Interferência SBC (individual), Terminais Metropolitanos de Transporte Coletivo de São Bernardo do Campo, SP; Cinco Artistas - Grandes Formatos, Museu de Arte de Ribeirão Preto, SP; Impressões - Um Panorama da Xilogravura Brasileira, Santander Cultural, Porto Alegre, RS; Galeria Vicente do Rego Monteiro (individual), Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, PE; Signos Gráficos, individual no Museu da Gravura de Curitiba, PR; Galeria SESC Paulista, São Paulo; Bienal del Grabado Latinoamericano em San Juan, Porto Rico; Salão Nacional - Rio de Janeiro, RJ; Bienal de Santos, SP, entre outras.

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Jesús-Rafael Soto no CCBB, Rio de Janeiro

A primeira mostra individual e retrospectiva no Rio de Janeiro da obra de um dos mais importantes nomes da arte no século XX ocupa quatro salas do CCBB-RJ no início de 2005. Jesús-Rafael Soto é considerado um dos mais importantes artistas plásticos da América Latina, cujos ecos continuam a desafiar, propor e provocar hoje em dia. Soto: a construção da imaterialidade, com curadoria de Paulo Venâncio Filho, estará aberta ao público de 25 de janeiro a 3 de abril.

A exposição acompanha em quatro salas a trajetória coerente do trabalho de Soto - a mais antiga obra exposta é de 1952 - vindo desde as históricas e pioneiras obras cinéticas até os trabalhos mais recentes. Além de proporcionar uma visão panorâmica desta vida de criação, a mostra apresenta alguns trabalhos jamais exibidos em público, como a Esfera Theospácio e Ovale Moutarde. A exposição também traz ao Rio de Janeiro o Penetrável do Museu de Arte Contemporânea da USP, totalmente restaurado especialmente para este evento do CCBB.

Artista de tremenda ousadia e de constante renovação, em estado de permanente curiosidade e investigação de novos domínios, Soto se manteve, em mais de cinqüenta anos de trabalho, um permanente sonhador em busca de novos meios para avançar na produção e na percepção da arte. Segundo Paulo Venâncio, numa definição o mais simples possível, “a arte cinética procura introduzir o movimento na obra, seja ele real ou virtual, seja através de elementos móveis ou efeitos óticos”.
 
A mostra vai além da exibição da obra do venezuelano: vai possibilitar um diálogo com artistas brasileiros contemporâneos de Soto, abstrato-geométricos e cinéticos, que terão também obras expostas. “A idéia é evidenciar um dos momentos altos da arte moderna e a importantíssima e pioneira contribuição latino-americana que ainda influencia e estimula a arte e artistas da atualidade”, define Paulo. “Nesta quarta sala será estabelecida uma relação entre obras de Lygia Clark, Hélio Oiticica, Sérgio Camargo, Lygia Pape, Franz Weissmann, Arthur Piza, Amílcar de Castro, Willys de Castro e Alfredo Volpi”, completa o curador. As 37 obras de Soto que estarão expostas no CCBB estão vindo da Fundação ligada ao Museu que leva seu nome em Ciudad Bolívar, da Coleção Cisneros e de particulares (veja no box a lista completa das obras), além do Museu de Arte Contemporânea da USP.


Como mandar o seu material para a pré-seleção do Canal Contemporâneo:

1 - Envie sua divulgação para canal@canalcontemporaneo.art.br;
2 - Com 15 dias de antecedência, mande as informações básicas;
3 - No assunto coloque a data, nome do artista e local;
4 - No corpo do emeio coloque as informações de serviço completas: data, nome do evento, nome do artista, local, endereço, telefones, horários e conexões;
5 - Inclua textos de imprensa, currículo e crítico em arquivos anexos;
6 - 2 a 3 imagens em jpg, em RGB, 200 dpis, com 500 pixels no menor lado;
7 – Caso você ainda não tenha as imagens e os textos, mande-nos uma previsão de envio.

ATENÇÃO GALERIAS E INSTITUIÇÕES
Quando houver trabalho e informação excessivos, daremos preferência ao material enviado pelas galerias e instituições assinantes . Para ter certeza que o seu material aceito pelo Canal Contemporâneo será publicado, faça uma assinatura semestral: www.canalcontemporaneo.art.br/assineocanal.


Visite o sítio! www.canalcontemporaneo.art.br

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