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AGENDA DE EVENTOS
Leo Ayres no CCBNB, Fortaleza
CIRCUITO
Bruno Miguel na Emma Thomas, São Paulo
Panorama da Arte Digital no Pará no Espaço Cultural Banco da Amazônia, Belém
Bruno Dunley no 11bis, França
CURSOS E SEMINÁRIOS A imagem em movimento e as artes plásticas com Tiago Mesquita no Maria Antonia, São Paulo
COMO ATIÇAR A BRASA
Anna Maria Maiolino é vencedora do 1º Prêmio Masp por Fabio Cypriano, Folha de S. Paulo
Encontro com a arte brasileira por Camila Molina, Estado de S. Paulo
A Brazilian in Paris: Bruno Dunley on His French Solo Debut and the State of Painting in Sao Paulo por Juliette Soulez, Art Info
Artistas captam a poesia do cotidiano de lavadeiras em Salvador por Fabio Cypriano, Folha de S. Paulo
QUEBRA DE PADRÃO Especial Pesquisa Índice Canal - Anna Maria Maiolino

Leo Ayres
Leo Ayres
Deixe as luzes acesas
Curadoria de Luiza Interlenghi
25 de maio, sexta-feira, 20h
Centro Cultural Banco do Nordeste
Rua Floriano Peixoto 941, Centro, Fortaleza - CE
85-3464-3108 ou cultura@bnb.gov.br
www.bnb.gov.br/cultura
Segunda a sexta, 10-20h; sábado, 10-18h
Exposição até 8 de julho de 2012
Leia o texto de Luiza Interlenghi
Leia o resumo na agenda
english
Enviado por Jacqueline Medeiros jacquerlm@bnb.gov.br
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CIRCUITO
Bruno Miguel
DVCO, NON DVCOR
8 de maio a 16 de junho de 2012
Galeria Emma Thomas
Rua Barra Funda 216, São Paulo - SP
11-3666-6489 ou contato@emmathomas.com.br
www.emmathomas.com.br
Segunda a sexta, 11-19h; sábado, 11-17h
Leia o texto de Benjamin Moreh
Leia o resumo na agenda
english
Enviado por Ana Garnier anagarnier@agencialema.com.br
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Panorama da Arte Digital no Pará
CIRCUITO
Panorama da Arte Digital no Pará
Alberto Bitar, Bruno Cantuária, Carla Evanovitch, Cláudia Leão, Flavya Mutran, Jorane Castro, Keyla Sobral, Luciana Magno, Melissa Barbery, Orlando Maneschy, Ricardo Macêdo, Roberta Carvalho, Val Sampaio, Victor De La Roque
Curadoria de John Fletcher e Ramiro Quaresma
10 de maio a 25 de junho de 2012
Espaço Cultural Banco da Amazônia
Av. Pres. Vargas 800, Campina, Belém - PA
91-4008-3888 ou xumucuis@gmail.com
panoramadaartedigital.wordpress.com
Segunda a sexta, 8-17h30
Leia o resumo na agenda
english
Enviado por Ramiro Quaresma ramiro.quaresma@gmail.com
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Bruno Dunley
CIRCUITO
Bruno Dunley
30 de março a 30 de junho de 2012
11bis Project Space
11 bis, Rue Elzévir, 75003, Paris - França
33-9-5459-2377 ou contact@11bis.fr
www.11bis.fr
Quarta a sábado, 15-19h, ou com agendamento
Leia a entrevista com o artista na Art Info
Leia o resumo na agenda
english
Enviado por Marília Sales marilia.saless@gmail.com
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CURSOS E SEMINÁRIOS
A imagem em movimento e as artes plásticas
com Tiago Mesquita, graduado em Ciências Sociais pela USP e mestrado em Filosofia pela mesma universidade. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Arte.
O diálogo entre a imagem em movimento e as linguagens mais tradicionais da arte, com destaque para o uso das técnicas de cinema por artistas modernos e contemporâneos.
30 de maio e 13, 20 e 27 de junho, quartas-feiras, 16 às 18h - R$ 170
Leia a informação completa e publique seu comentário no blog Cursos e Seminários
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COMO ATIÇAR A BRASA
Encontro com a arte brasileira
Matéria de Camila Molina originalmente publicada no jornal Estado de S. Paulo em 13 de maio de 2012.
Museu de Seattle prepara grande mostra brasileira e exibe instalação de Sandra Cinto como preparativo
Há mais de dois anos, o Seattle Art Museum (SAM), dos EUA, está de olho na arte brasileira. Em 2010, quando os diretores da instituição, uma das principais da costa oeste norte-americana, estiveram em São Paulo para pesquisar a produção contemporânea nacional, entre museus e galerias ficaram impressionados com a mostra Imitação da Água, que a artista Sandra Cinto exibia, na ocasião, no Instituto Tomie Ohtake. "Essa viagem já era parte das preliminares de um projeto do museu, o de realizar uma grande exposição de arte brasileira, que estamos programando para 2015", diz Catharina Manchanda, curadora do SAM.
Na quinta-feira, Catharina e a curadora associada do museu americano, Marisa Sánchez, conversaram com o Estado no Ibirapuera, o local que fervilhou de pessoas do meio artístico nacional e internacional durante esta semana por conta da SP-Arte - Feira Internacional de Arte de São Paulo, que termina hoje no pavilhão da Bienal. Vieram a convite do programa do evento, aproveitaram a oportunidade para "pesquisar" - Catharina ainda ia ao Rio; Marisa, iria depois para o Instituto Inhotim, em Minas Gerais. O SAM quer investir no projeto da mostra de arte brasileira. Afinal, já está investindo.
No último dia 14 de abril, Sandra Cinto inaugurou no Olympic Sculpture Park Pavilion do museu de Seattle a instalação Encontro das Águas, desdobramento da obra que realizou em 2010 em São Paulo e que ficará em exposição no local até maio de 2013. "Pensamos que seria importante para nós convidar artistas seminais, como a Sandra, para fazer um projeto antes no museu, como uma forma de introduzir a importância da arte brasileira aos visitantes, sobretudo, o público do noroeste dos EUA, que nunca viu nada do Brasil", diz Catharina. "Foi o começo de uma relação mais profunda."
Leia a matéria completa e publique seu comentário no blog Como atiçar a brasa
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COMO ATIÇAR A BRASA
Anna Maria Maiolino é vencedora do 1º Prêmio Masp
Matéria de Fabio Cypriano originalmente publicada na Ilustrada no jornal Folha de S. Paulo em 17 de maio de 2012.
A artista Anna Maria Maiolino é a vencedora da primeira edição do Prêmio Masp/Mercedes-Benz de Artes Visuais 2012, e irá receber R$ 200 mil, um dos maiores valores para prêmios voltados à arte contemporânea.
"Esse prêmio é como a confirmação da afiliação pela qual optei, do meu desejo de ser adotada pelo Brasil. Afinal, estou aqui desde os anos 1960", disse Maiolino à Folha, anteontem, pouco antes de embarcar para a Alemanha. Lá, participa da 13ª Documenta, em Kassel.
Nascida na Itália e tendo vivido na Venezuela, Maiolino foi desenvolver no Brasil a maior parte de sua carreira. "Minha obra é totalmente devedora da arte brasileira, foi aqui que ela germinou.
Com esse prêmio, me reconcilio com a minha vida peregrina", definiu ela, que completa 70 anos no domingo.
Também foi oferecido um prêmio de R$ 60 mil ao mineiro Paulo Nazareth, como "talento emergente". Ele está em cartaz em São Paulo na mostra "Noticias de America", na galeria Mendes Wood.
O que vai fazer com o dinheiro? "Investir em banana. Comprar uns três porcos e um lote para plantar banana", brincou Nazareth.
O anúncio dos premiados representa uma alteração no projeto inicial do Museu de Arte de São Paulo (Masp), que seria relacionar três finalistas e dar a todos uma mostra na instituição. Somente então o júri escolheria um vencedor.
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COMO ATIÇAR A BRASA
A Brazilian in Paris: Bruno Dunley on His French Solo Debut and the State of Painting in Sao Paulo
Matéria de Juliette Soulez originalmente publicada na Art Info em 19 de maio de 2012.
PARIS — One of Paris's newest galleries is giving a young Brazilian artist his French debut: the recently opened 11bis has chosen Bruno Dunley for the third show at its space in the Marais, which will also mark the Brazilian painter's first exhibition in France. Maria do Mar Guinle, director of the See Art + Advisory firm — which specializes in Brazilian art — first discovered Dunley at Art Rio when a painting of his featuring a penguin caught her eye. After Guinle befriended Dunley, his Sao Paolo gallerist Marcela Razuk, and the latter's Paris-based sister Marilla, she asked the young painter to create new works for an exhibition at 11bis, a project space started by See Art and curator Claudia Paetzold's cpCONTEMPORARY. ARTINFO France caught up with the talented and promising artist to talk minimalism, narrative, and life as a contemporary artist in Brazil.
Tell me about your inspiration and the poetics of your paintings.
I'm a young artist; I feel like I'm still at the beginning of my career, and I don’t have a clear idea of the totality of my poetics — maybe I never will. It's as if I'm walking with a candle in my hands, perceiving things gradually as they get closer, too close even. But I have to continue if I really want to see them.
What I paint are approximations, poetic figures, which speak to the uncertainty and the doubt that I think are part of my poetry. This is more overt and intense in relationship between paintings in the new body of work that I'm presenting at 11bis. I see my work as a series of questions and statements about the possibilities of painting, what it is, and what we expect from it. I try to give in to expectations and then break them in the work. I want to take first-time viewers to the limit of existence and acceptance. I think that’s what I’m trying to paint: A painting is finished when it breaks my expectations of the work.
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COMO ATIÇAR A BRASA
Artistas captam a poesia do cotidiano de lavadeiras em Salvador
Matéria de Fabio Cypriano originalmente publicada na Ilustrada no jornal Folha de S. Paulo em 19 de maio de 2012.
Maurício Dias e Walter Riedweg - Estranhamente Possível, Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM BA, Salvador - BA, 19/05/2012 a 22/07/2012
Há 40 anos, os moradores que viviam em torno do Museu de Arte Moderna da Bahia, da comunidade Solar do Unhão, só visitavam o local com latas na cabeça para buscar água potável.
Desde a última sexta (18), porém, eles são vistos como personagens da obra "Água de Chuva no Mar", por ocasião da mostra "Estranhamento Possível", da dupla Maurício Dias e Walter Riedweg, que apresenta ainda outras quatro videoinstalações.
"Água de Chuva no Mar" é o mais recente trabalho dos artistas, que costumam criar obras a partir do contato com grupos específicos. No caso de "Água...", a temática partiu das lavadeiras que vivem próximas ao museu, com as quais os dois conviveram por um mês.
"Até os anos 1970, como não havia água encanada na comunidade, elas vinham buscar água no museu. Nos pareceu ótimo abordar a história dessas mulheres, que com essa água lavavam as roupas da elite que frequentava o próprio museu", contou Dias à Folha.
A água, aliás, é um elemento que une alguns dos trabalhos apresentados. Ela está presente na videoinstalação "Juksa" (2006), que aborda o fim da pesca a partir de relatos dos últimos habitantes de uma pequena ilha no Pólo Norte. A vida em outra ilha é ainda abordada em "Paraíso Cansado", sobre o cotidiano da Gran Canaria, na Espanha.
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QUEBRA DE PADRÃO
Pesquisa Índice Canal - Anna Maria Maiolino
Para homenagear a artista vencedora do Prêmio Masp/Mercedes-Benz de Artes Visuais 2012, realizamos a Pesquisa Índice Canal, que apresenta a sua trajetória no circuito de arte contemporânea a partir do acervo do Canal Contemporâneo. A pesquisa mostra entradas desde 2002 até hoje, com a publicação nas diversas seções do Canal de sua participação em mostras, prêmios, bienais, cursos, livros publicados, matérias jornalísticas e textos críticos.
São mais de dez mostras individuais e mais de cinquenta mostras coletivas, incluindo a participação em bienais. Encontramos textos de Luiz Camillo Osorio, Marcio Doctors e Paulo Sergio Duarte, sendo este último o mais antigo, publicado em 2003.
Acreditamos que os apreciadores da obra de Anna Maria Maiolino vão se deleitar com o passeio por essa trajetória carinhosamente garimpada no Canal Contemporâneo.
Veja o Índice e publique o seu comentário no blog Quebra de padrão.
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TEXTOS DO E-NFORME
Deixe as luzes acesas no CCBNB
Em Deixe as luzes acesas a linha da orla da Beira Mar é traçada por um chão de espelhos, iluminado pelo brilho tênue de uma pequena réplica do farol. Nesta mesma paisagem, certas luzes que pontuam a noite do Rio de Janeiro, onde vive o artista, reaparecem em desenhos, mapas e vídeos, como um duplo, um improvável espelhamento. Mapas – do Rio ou Fortaleza – traçam rotas possíveis em cada uma das cidades. Por vezes, evocam deslocamentos solitários. Mas, nas dobras de seus labirintos, também levam aos encontros. A excitação desses encontros produz fagulhas no escuro, que Leo Ayres registra em desenhos com perfurações feitas com agulha. A cada ponto alguma luz atravessa o papel negro. Já na série Ritmo da noite, o artista captura, com o lápis opaco, brilhos de um globo de espelhos, como se elaborasse uma partitura para suas fugazes aparições. Até que ponto a trilha que anima o jogo de luz das casas noturnas cariocas coincide com a pulsação da noite de uma cidade desconhecida? Os vídeos Discoteca de Mão e Strangers in The Night, de ações com objetos de espelho criados pelo artista, observam a aproximação de desconhecidos na intermitência da penumbra e ausência da palavra. Sugerem o quanto essa delicada atividade noturna cria seus próprios traçados urbanos. Deixe as luzes acesas reúne registros imaginários de uma espera e cria estratégias de sedução. É como um encontro às cegas.
Luiza Interlenghi
Maio 2012
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A paisagem é um intervalo.
“Hoje tenho certeza que amanhã gostarão do que pintei ontem”
Bergamo Montenuovo. Séc XIX
Ontem, hoje e amanhã. Esse tempo específico não definido é a idéia a ser transformada em imagens na pesquisa de Bruno Miguel. Como numa narrativa típica de Tarantino, Bruno define uma timeline em que processos, referências e imagens coexistem em sua pseudo-harmonia estetizante. Nesta primeira mostra individual em São Paulo, “DVCO, NON DVCOR” (que em latim significa “Conduzo, não sou conduzido”), o artista cita a frase da bandeira da cidade de São Paulo como viés de leitura de seus trabalhos, todos desenvolvidos a partir de uma estadia de um mês em Nova York e Nova Jersey. A dinâmica desse processo inverte a via histórica, em que as paisagens brasileiras foram tantas vezes documentadas por missões ou artistas viajantes, e o coloca na direção contrária, sendo ele o editor.
A pintura é uma ilha de edição e toda obra é uma tomada de decisão, onde o recorte dado é sempre uma opção do artista. Questões como “por que”, “o quê” e “como” pintar são sinais de alerta sempre ligados. O artista enfrenta a sobrecarga de imagens efêmeras pop- sedutoras das mídias contemporâneas, além das novas tecnologias insistentes em levar a imagem na direção de uma tridimensionalidade tecnológica. Este é um desafio para artistas dessa geração íntimos do pensamento não linear fruto da internet.
Se na sociologia o homem é a soma de suas experiências, aqui a pintura é a síntese das influências sofridas pelo artista. O atelier é espaço de experimentação, construção e representação das idéias somadas à estante de livros, como um Google analógico, de fonte visual com suas referências e memórias. Uma ilha. A academia que outrora educou, agora passa à condição de Mamãe Belas Artes contestada. A relação precisa se dar em outro nível, o da troca. Vias de mão única não são democráticas. Democracias não são democráticas. Poucos conduzem muitos.
A paisagem aparece como um intervalo. Para os que não dormem acordados, o percurso casa – trabalho – lazer pode ser uma oportunidade de deleite com a beleza de paisagens banais. A cidade é tão perigosamente sedutora, que anestesia. A janela do transporte é a moldura do movimento, da passagem borrada sobre os vestígios de seus percursos anteriores e das pistas dos que ainda virão. A propaganda contamina a urbe, como pinturas na paisagem. O pôster, a fotografia do outdoor, os letreiros das fachadas; na metrópole essas imagens são reclames, como os dos trailers de cinema, mas somos nós que vivemos a narrativa. Os grafites e pichações acharam seu espaço intermediário, o da contaminação. Eles se apresentam como uma grade entre a paisagem, com suas espontaneidades subliminares, e o olhar do “viajante”, em eterno deslocamento. A cidade educa, desedu cando. A pintura aprende com a cidade. A música dos iPhones ensurdece enquanto entretém. A propaganda, a música e a internet educam como as pinturas, sermões e igrejas educaram séculos atrás. A obra de Bruno Miguel é generosamente bem educada. Como, então, transformar influências em referências? “Com pintura...”, assim afirma Bruno, “... mas uma pintura que beba nessas mesmas fontes, mesmo que não as afirmando, mas buscando entendê-las e as citando.”
Por fim, suas esculturas agem nessa ausência, na saudade da paisagem experimentada na vivência, ou nos sonhos. Tecnicamente peculiares, seus “Móveis-Paisagens”, através de um mix de carnaval e mobiliário, trazem de maneira utópica a outrora acessível paisagem natural para dentro das casas. É o monumental domesticado. A paisagem em suas obras bi, tridimensionais ou espaciais tem o sabor de clichês elegantes e informais sempre repletos de ironia, algo que mimetiza a leveza e a pseudo - despretensão da imagética dos subúrbios e das beiras de estrada, deixando uma sensação saudável de que algo mais profundo foi dito nas entrelinhas.
Benjamin Moreh
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