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DF/RJ/SP Edwiges Dash e Bruno Veiga no Sérgio Porto / Wagner Malta no Ateliê 397
ANO 4 - N. 44 / 07 de maio de 2004





NESTA EDIÇÃO:
Thiago Rocha Pitta na A GENTIL CARIOCA, Rio de Janeiro
Edwiges Dash e Bruno Veiga no Sérgio Porto, Rio de Janeiro
Wagner Malta no Ateliê 397, São Paulo
Performances de Elyeser Szturm, José Eduardo Garcia de Moraes e Oziel Araújo na Praça Portugal, Brasília
A_mostra Grátis no Sérgio Porto, Rio de Janeiro
Leia no Mapa das Artes, www.mapadasartes.com.br



Thiago Rocha Pitta


8 de maio, sábado, 12h

A GENTIL CARIOCA
Rua Gonçalves Ledo 17 – Sobrado
Centro – Rio de Janeiro
21-2222-1651
correio@agentilcarioca.com.br
Quarta a sexta, das 12h às 19h; sábados, das 12h às 17h.
Exposição até 5 de junho de 2004.
A GENTIL CARIOCA é um lugar de arte para fomentar a criação e o debate da arte carioca, brasileira e do mundo.

Veja o texto de imprensa.

Este material foi enviado por Márcio Botner (marciobotner@uol.com.br).
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Bruno Veiga
Casa de Bamba

Instalação
Edwiges Dash
Camadas Comidas

10 de maio, segunda-feira, 20h

Espaço Cultural Sérgio Porto
Rua Humaitá  163
Botafogo  Rio de Janeiro
21 2266-0896
Terça a domingo, das 12h às 21h.
Exposição até 20 de junho de 2004.

Sobre os artistas e seus trabalhos.

Veja o texto de Juan Travnik sobre o trabalho de Bruno Veiga.


Este material foi enviado por Meise Halabi (meisehal@visualnet.com.br).
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Wagner Malta

8 de maio, sábado, 14h

Ateliê 397
Rua Wisard 397
Vila Madalena  São Paulo
11-3034-2132 / 3814-3605
atelie397@terra.com.br
Segunda a sexta, das 12h às 19h, sábados, das 12h às 16h.

Horizonte de eventos é o nome da escultura de Wagner Malta Tavares, única peça da sua exposição no Ateliê 397. A peça tem onze metros de altura e foi construída com ferro cromado e banhado a cobre, acrílico, alumínio, espuma de e.v.a e latão. A peça vem cercada por dezenas de pequenas esculturas de gesso.

Veja o texto
Wagner Malta Tavares, o zelador da porta do inferno, de Rafael Campos.

Este material foi enviado por Rafael Campos (atelie397@terra.com.br).
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Performance
Elyeser Szturm, José Eduardo Garcia de Moraes e Oziel Araújo
3 Moscas de Judas

9 de maio, domingo, 16h

Praça Portugal (ao lado da embaixada dos EUA)
Brasília  DF

Do som aos objetos do cotidiano o espaço deserto da Praça Portugal será resignificado por três artistas brasilienses; Segredo. Série. Banal. Poesia. Coisa. Outra coisa. Isso. Assim. Incerto. Justo. Evasivo. Repouso.

Este material foi enviado por Elyeser Szturm (elygo@uol.com.br).


A_mostra Grátis
Especial Brócolis VHS


10 de maio, segunda-feira, das 20h às 23h

Espaço Cultural Sérgio Porto
Rua Humaitá  163
Botafogo  Rio de Janeiro
21 2266-0896
Terça a domingo, das 12h às 21h.
Exposição até 20 de junho de 2004.

A_mostra Grátis  acontece no Espaço Cultural Sérgio Porto, simultaneamente à inauguração das exposições realizadas nas galerias do local.


Veja a programação.

Este material foi enviado por Daniela Mattos (danielamattos@hotmail.com).
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Mapa das Artes

Tela de Picasso é vendida por US$ 104 milhões e bate todos os recordes mundiais
Rio realiza missa para Lygia Pape no domingo
Hilda Hilst ganha tributo em Campinas
Procura-se Burle Marx para exposição
Instalação de Ernesto Neto vai para a coleção Thyssen-Bornemisza
Valeska Soares inaugura individual no México
Restauração é tema de palestra gratuita no MNBA no dia 12 de maio
EXO e Capacete iniciam colaboração para uma série de projetos em 2004
Laura Vinci prepara individual na Itália
Casa das Caldeiras vira centro cultural


Leia na seção Notas do site Mapa das Artes - http://www.mapadasartes.com.br/notas.php

Este material foi enviado por Celso Fioravante .
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TEXTOS DO E-NFORME:

Thiago Rocha Pitta na A GENTIL CARIOCA

Desde seu primeiro trabalho apresentado ao público, abismo sob abismo (prêmio interferências urbanas, Santa Teresa 2001) ao mais recente, fonte, montado nos jardins do museu da Pampulha, Thiago Rocha Pitta vem procurando estabelecer com seu trabalho um dialogo entre artificio e natureza.

Em abismo sob abismo o artista instalou uma plataforma cuja superfície era revestida por um grande espelho, avançando sobre o abismo de um dos mirantes do bairro. Segundo as palavras da curadora Ligia Canongia “trazendo o céu para o chão, em sensação vertiginosa, a obra invertia a posição original da natureza e do espectador causando um verdadeiro colapso na compreensão espacial”.

Em 2002 o artista realizou o filme homenagem a William Turner (exposto no centro cultural Sérgio Porto), onde um barco é incinerado e deixado a deriva, ao sabor das ondas e do fogo. Em fonte, trabalho em exibição permanente no museu da pampulha, o artista instalou a margem da lagoa que leva o mesmo nome do museu, uma bateia de aço inox que  é alimentada por uma bomba com a água da lagoa  que,  em seguida, através de um orifício no fundo da bateia retorna a lagoa, criando um redemoinho, cujo movimento constante  se opõem a placidez das aguas da pampulha.

A exposição de Thiago Rocha Pitta, na A GENTIL CARIOCA, configura-se como a primeira individual de fato do jovem artista de 23 anos, que apresenta ao público uma série de trabalhos cuja estrutura assemelha-se a um moinho de água, do qual o movimento é engendrado pela luz do sol e pela rotação da terra(gravidade). Os trabalhos se localizam na orla desse moinho,  e tematizam os diversos fenomênos pelos quais a água passa em seu ciclo contínuo e ininterrupto.

A obra do artista se pretende paródia dos diversos estados da matéria encontrados na natureza, para tal se utiliza de múltiplos artifícios, não é possível precisar uma categoria central em sua produção, que nessa exposição apresenta pinturas, aquarelas, fotografias e esculturas.

Um dos espaços da galeria, (apelidado de piscina) é ocupado por uma grande escultura de pano opaco e plástico transparente, cujo trânsito ou congestionamento da água pela superfície da mesma, realiza situações que variam entre uma extrema luminosidade e sua correspondente sombra, passando pela erosão da matéria que a água provoca em seu deslocamento.

As pinturas e aquarelas confirmam uma forte tendência atmosférica, nebulosa e úmida já encontrada em trabalhos anteriores, porém aqui articuladas em séries cujas unidades, embora separadas (descontínuas), explicitam uma continuidade temporal, do movimento.

A fotografia, fonte, revela o olho de um redemoinho de água, cuja rotação da terra faz girar, e a luz do sol refletir a imagem horizontal desse moinho, que estrutura a presente exposição.

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Edwiges Dash e Bruno Veiga no Sérgio Porto

Na galeria 1, a mineira Edwiges Dash, radicada no Rio, mostra a instalação “Camadas comidas”, de 2003. Ela contrapõe um monitor de TV, que mostra mãos femininas montando uma lasanha no interior de um apartamento, e um telão de 2 x 3 m, onde são projetadas imagens de homens erguendo um prédio.

A proposta é relacionar “o dentro e o fora de uma construção, tendo a intermediação do trabalho masculino, na construção de lajes, e do feminino, na elaboração de um prato de culinária”, diz Edwiges: masculino|fora, feminino|dentro, o tamanho das “massas de construção” e a exibição simultânea das duas imagens em um mesmo espaço – a sala de exposição.

A artista enfatiza a relação entre as escalas das “construções” com a escolha dos suportes para mostrar as imagens: o telão, que ocupa integralmente uma das paredes da galeria, e um aparelho de televisão de 20  polegadas. No telão, homens erguem um prédio que, depois de pronto, serve como cenário (o apartamento) para a montagem de uma lasanha, transmitida pela  televisão. “Me interessa mostrar a superposição dos espaços, contrapondo o dentro e o fora, as camadas de lajes que são superpostas na estrutura de construção e a organicidade de uma prato de lasanha e do ser vivo que habita essas estruturas”, argumenta Edwiges.

Edwiges Dash é Mestre em História da Arte pela EBA|UFRJ e graduada em Gravura pela mesma faculdade.  Estudou na EAV do Parque Lage/RJ e na FAAP/SP. De 1990 a 1999, participou de coletivas no Rio, em Salvador, em Milão. Em 2000, participou do Atelier FINEP, no Paço Imperial, Rio de Janeiro, e em 2003, realizou a individual “Metamorfose”, na Galeria do Poste, em Niterói.

Na galeria 2, o fotógrafo Bruno Veiga mostra “Casa de bamba”, com cerca de 25 fotografias coloridas de sambistas históricos que moram no Rio de Janeiro e de seu universo doméstico. Esta série tem origem no projeto “Retratos do samba – Imagens da velha guarda”, com o qual Bruno foi contemplado pelo Programa de Bolsas RIOARTE 2002.

A proposta inicial era de registrar os “bambas”. No decorrer do trabalho, Veiga se encantou pelos elementos das casas desses personagens, a maioria nos subúrbios cariocas, e mudou o rumo da pesquisa: fez um pequeno inventário fotográfico de estilos de vida e valores estéticos, através de objetos cotidianos que formam a identidade destes compositores. “Afinal, a casa de cada um destes personagens contém um pouco da história privada de todos os cariocas”, diz o expositor.

Foram registradas as moradias de 23 artistas, entre eles, Nelson Sargento, Nei Lopes, Xangô da Mangueira, Noca da Portela, Niltinho Tristeza, Dona Eulália, Tia Maria e Seu Molequinho, do Império Serrano, Seu Jair do Cavaquinho, Seu Argemiro, Luís Grande, Wilson das Neves, Wilson Moreira.

Segundo o artista, “o recorte fotográfico da casa de cada sambista acabou por revelar uma parte dos hábitos sociais e dos valores estéticos que ajudam a compor a identidade da cidade Rio de Janeiro.” Através da documentação de aspectos corriqueiros do cotidiano do subúrbio, o fotógrafo não se propôs a produzir uma visualidade idealizada e saudosista e sim a  representar esta área da cidade como um espaço social e urbano em movimento, onde “a TV colorida 29 polegadas convive com a velha bacia de alumínio”, exemplifica ele.

Bruno buscou desconstruir a imagem violenta, distante e exótica, freqüentemente atribuída ao subúrbio e ao suburbano, por considerá-la responsável pela dificuldade em reconhecer e aceitar as semelhanças entre a Zona Sul e a Zona Norte do Rio de Janeiro.

“Casa de bamba” vem percorrendo várias cidades da Argentina, desde o segundo semestre de 2003. Foi apresentada em Buenos Aires, Córdoba, San Martin e Mendoza. Nesta última, ela será concomitante com a do Sérgio Porto.

Bruno Veiga tem 40 anos e há 20 é fotógrafo profissional. Trabalhou como repórter fotográfico para os principais diários do Rio e revistas de circulação nacional. É colaborador fixo da Veja-Rio, Bravo!, Vizoo, do El Pais (Espanha), entre outras publicações. Recebeu duas vezes o Prêmio Abril de Jornalismo, em 1992 e em 2000. Participou de coletivas no CCBB-Rio, em 2001, no Paço Imperial, em 2002, entre outras, e realizou individuais no Rio de Janeiro e em algumas cidades da Argentina.

Casa de Bamba - Exposição de fotografias de Bruno Veiga

JUAN TRAVNIK

A utilização do ensaio fotográfico como forma de contar estórias visualmente, se consolida no momento de esplendor das grandes revistas ilustradas a partir das décadas de 40 e 50.

A forma de articular estes discursos foram evoluindo, como também foram se transformando os cenários em que utilizados.

Sua aplicação no âmbito das artes visuais acentuou em muitos casos seu distanciamento de um desenvolvimento linear ou cronológico, próprio dos meios de comunicação de massas. Em muitos casos, os autores potencializaram o conteúdo poético das estruturas narrativas e o valor simbólico das imagens, e com isso quebraram a previbilisidade da sequência.

O trabalho de Bruno Veiga tem estas características. Poesia, cor e delicadeza se enlaçam em sua aproximação ao mundo dos protagonistas  da velha guarda do samba carioca. O desenvolvimento desta música autenticamente suburbana acompanhou o crescimento doa zonas periféricas do Rio de Janeiro. Nestas áreas , cada vez maiores e mais povoadas, as migrações internas de uma parte da classe média urbana  e de outros setores mais humildes, construíram uma identidade social de perfil definido, com uma projeção peculiar sobre os aspectos culturais, vinculados sobretudo com o visual e o musical.

Nas fotografias da série Casa de Bamba, a luz banha o interior das casas.  Envolve cantos, adornos, pequenos objetos e detalhes que nos conectam com a intimidade deste mundo suburbano. O autor hierarquiza estas imagens como elementos reveladores dos valores e costumes de seus personagens.

Mas Veiga consegue também que cada modelo que retrata se entregue com confiança singular  diante de seu olhar. Seus rostos transparecem sinceridade. Muitos deles, pouco conhecidos, tem o mérito de ter escrito as letras e músicas que expressaram aqueles que não eram ouvidos. Estes rostos simples e familiares, são dos criadores do autêntico samba. Do samba popular que se dança ruas. Aquele que canta e conta a vida cotidiana dos subúrbios cariocas.

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Wagner Malta Tavares, o zelador da porta do inferno

RAFAEL CAMPOS


Para evitar o excesso de desenvoltura, as peças de WMT tem seu desenvolvimento travado pela arquitetura, pela resistência do mundo frente ao material, pela vontade do artista. Ao mesmo tempo, parecem aparelhos que tem suas dimensões e configurações ideais para o exercício de atividades invisíveis, praticadas por uma entidade que existe em outra instancia dimensional da qual o único vestígio, inexplicavelmente, são as esculturas de Wagner Malta.

O escultor retoma o mito do artista romântico que, ao comunicar-se com o sentido oculto das coisas e não podendo expressá-lo claramente para os seus, realiza objetos mudos, apesar de histriônicos. Essa materialização escapa tanto a descrições assertivas quanto ao palavrório inútil de catálogos como esse, não porque apareça em seu estado primevo para o artista como imagem, mas porque mesmo a imagem parece insuficiente para descrever o impulso que as gerou. De fato, brotando das quinas, do chão do teto e das paredes, as peças aceitam meio a contragosto a formalização que o artista as submete. Alheias ao gosto corrente, as esculturas apresentam-se auto-suficientes, indiferentes a crítica e mesmo a opinião.

Site specific é uma expressão que designa obras de arte criadas em um determinado lugar e que existem somente no diálogo com esse. Pois bem, o Brasil tem alguns exemplos de site specific transcendental. O nosso artista, Renata Lucas e Iole de Freitas, mesmo que em escalas e de modos diferentes, parecem querer revelar o universal e imutável, escondido no mundo mas gerador dele. Transcendendo, portanto, o lugar onde a obra se apresenta. Se esta ali é porque foi aberta uma brecha para a atuação do artista. Tanto que suas peças podem ser transferidas, com maior ou menor de eficácia. Isso sem falar nas dificuldades de se tratar de arte pública em um país sem bem público.

Enfim, seus monolitos pré-cambrianos são tanto escoras quanto paredes vivas. As geometrias complexas dos materiais são travas repressoras ao movimento desenfreado. Todo seu aparato de artista formalizador é usado para anunciar, e ao mesmo tempo tentar deter, a lava desconhecida que ameaça irromper na vida conhecida. Apesar da proximidade intencional com os filmes de ficção científica e com os quadrinhos - a materialidade kitsch das peças e as simulações de movimento, respectivamente - o artista passa por cima da vaga da iconografia pop não por preferir esteticamente a austeridade do construtivismo, mas pela urgência da ação. Esse constructo, que faz tão visível a coisa, é um corpo apropriado, possuído, invadido, como o clássico de ficção dos anos 50. Apesar da aparência excêntrica das peças, foi o modo que elas encontraram para estar no mundo. No nosso mundo, quero dizer. Daí seu jeito auto-suficiente, de estrangeiro deslocado e que desconhece, ou não se importa, com as regras do lugar. WMT põe seu construtivismo para tapar o buraco do mundo, por sinal aberto por ele mesmo, de onde irrompem as forças amorfas, e assiste, fascinado, as ondas que explodem nos muros fabris.

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A_mostra Grátis - Especial Brócolis VHS

Lov* Feet

23’ - VHS - São Paulo/BR – 2002
Um tributo fetichista aos pés femininos co-produzido com a X-Plastic: sploshing, crush fetish, high heels, pés sujos
e muito rock’n’roll.

Hello
1’ - VHS - São Paulo/BR – 2002
Hello, isto é um jogo novo e especial

Querô
3’ - Campinas/BR – 2001
Video-clip da banda Coice de Mula, inspirado na obra de Plínio Marcos. Tiroteio, trash, punk rock e catchup.

Engoo
1’35’’ - VHS - São Paulo/BR – 2001
Vídeo-clip da banda Orestes Prezza, feito a partir de uma colagem de sexploitations dos anos 50 e 60.

Summer Collection
1’ - VHS - São Paulo/BR – 2002
Um desfile de moda doméstico como palco da homogeneização das identidades contemporâneas.

R$6,66
1’ - VHS - São Paulo/BR - 2002
Intervalo para nossos comerciais. Uma sátira ao fluxo capital televisual.

Ame M
1’ - VHS - São Paulo/BR – 2002
Uma animação conceitual e minimalista realizada com uma fotografia de infância e uma frase enigmática.

Suspendendo mr. Keith
10’30’’ – VHS - São Paulo/BR – 2003
Suspensão do performer Mr. Keith pela equipe Studio Nômade, em Osasco.

Born To Lose In Sob
2’ - VHS - São Paulo/BR - 2002
Video-clip da banda Os Muzzarelas. Animação com os desenhos de Daniel Guiometi (Etê).

Cai na Real
3’ - VHS - São Paulo - 2002
Clip da banda Resistência. Rock paulera + zap shockumentarie video.

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