NESTA EDIÇÃO:
Escultores –
Esculturas na Pinakotheke, São Paulo
Quatro matérias no SESC, Nova Friburgo
Foto Arte 2003, Arthur Omar no ECCO, Brasília
Panorama 4 em Le Fresnoy, Tourcoing
Brócolis VHS apresenta
Arte e Literatura, Décio Pignatari fala no CEEE, Porto
Alegre
Inscrições:
28° SARP e 4º Prêmio Cultural Sergio Motta, em andamento,
São Paulo
Procedência & Propriedade, Rio de Janeiro
Seminário Fotografia e Arte Contemporânea no CCBB,
Brasília

Waltercio Caldas, 1978 - foto de Andre Arruda
Escultores – Esculturas
Alfredo Ceschiatti, Amílcar de Castro, Bruno Giorgi,
Emanoel Araújo, Ernesto de Fiori, Frans Krajcberg, Franz Weissmann,
Ione Saldanha, Lasar Segall, Lygia Clark, Lygia Pape, Maria Martins,
Oscar Niemeyer, Sergio Camargo, Tunga, Victor Brecheret, Waltércio
Caldas
18 de junho a 30 de agosto de 2003
Pinakotheke São Paulo
Rua Ministro Nelson Hungria 200
Real Parque São Paulo
11-3758-5202
pinakothekesp@pinakotheke.com.br
http://www.pinakotheke.com.br
Segunda a sexta, das 10h às 20h; sábados, das 10h às 16h.
Visitas monitoradas: 11-3758-5202
A Pinakotheke, com sede nas cidades do Rio de Janeiro e Fortaleza,
inaugurou o seu espaço paulistano em novembro de 2002, com exposição
comemorativa
do centenário de nascimento de Candido Portinari. Em continuidade, a
Pinakotheke apresenta Escultores – Esculturas, mostra que vai trazer ao
público, obras do melhor período de produção de escultores consagrados
no país e no exterior.
“Além da escolha das obras ter sido uma tarefa complexa, procurou-se
apresentar a maior diversidade possível de técnicas e materiais”, disse
Max Perlingeiro, diretor da Pinakotheke. Serão apresentadas obras que
se destacam como O Ídolo e Cabeça feminina, de Victor Brecheret;
Sombras
e Boto da Amazônia, de Maria Martins; Duas mulheres, de Lasar Segall;
Cabeça
do escritor Mário de Andrade, de Bruno Giorgi. Cabe destacar também
Árvore,
de Frans Krajcberg; Trepantes, de Lygia Clark; Relevo, de Sergio
Camargo
e duas esculturas inéditas em São Paulo, de Oscar Niemeyer. A mostra
Escultores-Esculturas
é a primeira de uma série de exposições sobre as técnicas e os
processos
artísticos que está em fase de planejamento para apresentação em 2004,
O
desenho brasileiro.
Como atividade complementar didática, será mostrado o processo de
criação de uma escultura em grande formato: o modelo, a alma e o molde
que antecede a fundição. A obra de arte apresentada é de autoria de
Edgar Duvivier (1916-2000); a representação completa da fundição
artística pelo processo da cera perdida é ilustrada pela obra de Amadeo
Zani (1869-1944). Durante o período da
exposição serão também exibidos filmes sobre escultores brasileiros.
A exposição é ilustrada também pelo lançamento de um catálogo sobre os
artistas e as suas esculturas. A publicação bilíngüe – português/
inglês - reúne em 104 páginas, textos de Olívio Tavares de Araújo e Max
Perlingeiro, resumo biográfico dos artistas, relação de obras,
bibliografia e reproduções das obras da mostra. O catálogo, com formato
de 22,5 x 27 cm vai custar
R$ 45, tanto na exposição quanto nas melhores livrarias brasileiras.
A exemplo do que já acontece no Rio de Janeiro e em Fortaleza, a
Pinakotheke São Paulo também está aberta, mediante agendamento, às
escolas públicas
e privadas para que os alunos possam visitar as exposições em cartaz.
Para os professores foi elaborado um encarte, pela pedagoga Nereide
Schilaro
Santa Rosa, com tarefas para serem realizadas durante visita à
exposição
e em sala de aula.
volta ao topo
Quatro matérias
Angela Freiberger, Ana Muglia, Fernanda Junqueira e Ricardo
Ventura
21 de junho, sábado, 18h
SESC Nova Friburgo
Avenida Presidente Costa e Silva 231
Duas Pedras Nova Friburgo
Rio de Janeiro
Exposição até 25 de julho de 2003.
Quatro Matérias
A exposição itinerante “Quatro Matérias”, reúne 4 escultores
brasileiros que trabalham com diferentes materiais e ocuparão, com
grandes peças, na parte
externa dos SESCs de Nova Friburgo, Barra Mansa e Tijuca, já tendo sido
apresentada
no SESC Petrópolis.
Ângela Freiberger utiliza o mármore como suporte. Na pedra, ela esculpi
formas orgânicas e arredondadas, que lembram partes do corpo, ou trazem
nos
objetos a memória delas. Para esta exposição, a artista prepara uma
peça
inédita. Ângela é carioca e trabalha no Rio de janeiro.
Ana Muglia trabalha com material de construção civil, como o cimento e
vergalhões. Para o SESC ela traz um trabalho mostrado em (não sei que
ano?), no Espaço Cultural Sérgio Porto. (Mauro, você está com o
material do qual pode retirar dados para falar da poética da artista,
que eu conheço pouco o trabalho dela).
Fernanda Junqueira trabalha com cerâmica em peças de grandes dimensões.
São formas como a de vasos, que partem de seus trabalhos de pintura.
A cerâmica foi o primeiro material utilizado por Ricardo Ventura,
quando foi aluno de Celeida Tostes. Foi a partir de ferramentas que ele
próprio produzia
para mexer com a argila, que surgiram seus trabalhos em madeira. Os
pequenos
instrumentos deram origem a formas de grandes dimensões. Para o SESC,
Ricardo
vai produzir uma peça inédita.
Daquilo que as
coisas são feitas
PAULO REIS
Quatro matérias é uma exposição que trata não-somente dos materiais mas
também dos modos de operação daquilo que conhecemos como escultura.
Pedra, madeira, argamassa, areia, cimento são os materiais utilizados
pelos artistas Ana Muglia, Ângela Freiberger, Fernanda Junqueira e
Ricardo Ventura. Nestas obras, dispersas pelo jardim, integradas à
natureza, retornam ao seu hábitat natural, como que voltando ao seus
estágios iniciais de “coisas naturais”. As esculturas são, assim,
construções culturais, formas eruditas de esculpir com base na pureza
das formas encontradas na natureza, ou como aquilo que Platão concebe
como forma perfeita, Idéia.
Ana Muglia “esculpe” uma barricada de sacos plásticos e tecidos
recheados de brita, areia, argila, retomando o modelo primordial dos
materiais ainda como são usados nos seus estados naturais (como se
fosse possível conceber estados naturais, quando o homem se utiliza dos
materiais, industrializando-os para construir espaços habitáveis). A
obra da artista se insere nas discussões da arte contemporânea a partir
das heranças da arte povera, do brutalismo dubuffetiano, mas também dos
penetráveis de Hélio Oiticica e de uma gama de referências na história
da escultura moderna.
Já Ângela Freiberger esculpe no sentido lato do termo, pois a artista
vem se dedicando à retomada do conceito do esculpir, tão esquecido
pelos conceitualistas, trabalhando sobre grandes grupos de pedra. A
artista empreendeu viagens pela Itália e Portugal para aprender com
mestres artífices o trabalho na pedra mais especial para a arte
internacional, o mármore. Quando pensamos nas maravilhas feitas neste
material – de Michelangelo a Sérgio Camargo
–, entendemos o gosto de Ângela por esculpir, retirar formas de dentro
da
sensualidade desta matéria nobre. O resultante são bacias, pias,
vasilhames
e banheiras desviados de suas funções utilitárias para apenas reforçar
seus
aspectos escultóricos.
Fernanda Junqueira cria objetos aparentemente com uma função
utilitária, pois muitas vezes lembram cisternas ou mesmo vasos
receptores de água utilizadas, na Antiguidade – Pompéia e Herculano
estão cheias deles. Mas estas formas ancestrais são utilizadas pela
artista como que para subverter nosso conceito foucaultiano das
palavras e das coisas, das funções e das formas, enfim, do modo como o
nosso aparelho de inteligência opera com o significante e
o significado do mundo visível. A matéria aqui utilizada, o cimento
patinado, importa menos que a idéia da coisa em si.
No caso das esculturas de Ricardo Ventura, a forma importa tanto quanto
o material. Orgânico por natureza, a madeira foi o primeiro material de
que o homem se utilizou – melhor seria dizer industrializou – para
construir os aparatos representativos do seu sistema cultural, que o
coloca em oposição a outras espécies humanas: habitação, utensílios,
armas, brinquedos, etc. Há que lembrar ainda de outro aparato social
construído pelo homem, os
brinquedos sexuais, pois muitas das suas esculturas têm a forma fálica.
Basta-nos pensar nos acervos de museus do sexo espalhados pelo mundo e
logo identificamos esses pequenos gadgets de prazer esculpidos em
madeira,
tão antigos quanto as civilizações.
Quatro matérias tem esse caráter ancestral, evidenciado pela utilização
de materiais aparentemente banais na nossa sociedade, mas que nos faz
ver efetivamente que, para além da visibilidade das coisas, somos uma
construção lingüística. Wittgenstein tinha toda razão.
Itinerância da exposição:
SESC Barra Mansa, 26 de julho a 29 de agosto de 2003.
SESC Tijuca, 30 de agosto a 30 de setembro de 2003.
volta ao topo
Foto Arte 2003
Arthur Omar
A Pele Mecânica
19 de junho a 28
de julho de 2003
Espaço Cultural
Contemporâneo Venâncio – ECCO
SCS Ed. Venâncio 2000,
Bloco C 60, 2° subsolo
Brasília 61-224-2101
Segunda a sábado, das
9h às 20h.
volta ao topo
Panorama 4
Alex Geddie (instalação), Alexandra Mélot (filme 16mm),
Arno Fabre (instalação), Atsuhiko Watanabe (filme 35mm), Blaise
Bourgeois (vídeo-instalação), Boris Nordmann (vídeo-instalação),
Carolina Gonçalvez (filme 35mm), Catherine Meyer-Baud (instalação),
Cécile Dauchez (instalação), Dominique Chila (instalação), Emile
Soulier (espetáculo), Emmanuel Giraud (instalação), Eric Pellet (filme
16mm), Gaspard Hirschi (filme 35mm), Gregg Smith (instalação),
Jean-Marc Munerelle (vídeo-instalação), Jérôme Fihey (DVD-Rom), Jérôme
Thomas (vídeo), Jiro Ishihara (instalação), Jocelyn Le Creurer (filme
16mm), Julien Coïc
(filme 16mm), Kim Hee-young (DVD-Rom), Laura Erber (filme 35mm), Laura
Henno
(vídeo-instalação), Laurent Pernot (filme 35mm), Marie-Laure Cazin
(instalação),
Marlène Rabaud (vídeo), Morgan Dimnet (vídeo-instalação), Mylène Benoit
/
Mathieu Bouvier (instalação), Natacha Kantor (site web), Nicolas Devos
(vídeo),
Noëlle Pujol (vídeo-instalação), Nora Martirosyan (instalação), Olivier
Bosson
(vídeo), Sabrina Montiel-Soto (filme 16mm), Samantha Rajasingham
(vídeo-instalação), Samer Najari (instalação, site web), Slavica
Ceperkovic (instalação), Surachai Pattanakijpaibool (vídeo), Thierry
Bernard (vídeo-instalação), Veaceslav Druta (filme 16mm), Vincent
Voillat (site web), Yannig Willmann (filme 16mm)
19 de junho, quinta-feira, 20h
Le Fresnoy - Studio National des Arts Contemporains
22, rue du Fresnoy
59202 Tourcoing França
00-33-0-320-283800
com-fresnoy@le-fresnoy.tm.fr
http://www.le-fresnoy.tm.fr
Exposição até 6 de julho de 2003
Laura Erber
Nasceu em 1979 no Rio de Janeiro. Formou-se em Letras pela Universidade
do Estado do Rio de Janeiro. Estudos complementares em Historia da
Arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage 5EAV) e estudos de
Teoria do Teatro na Uni-Rio. Em 2001 ganhou o prêmio Nova Fronteira de
melhor adaptação
livre da obra de Guimarães Rosa pelo video "Campo Geral". Em 2002
publicou
"Insones", livro de poemas pela editora 7Letras do Rio de Janeiro.
Atualmente
é artista residente no Le Fresnoy - Studio National des Arts
Contemporains,
integrando a promoçnao Van Der Keuken. Recebeu a bolsa da Schloss
Solitude
Akaademie para a realização de um livro de poemas a partir de setembro
de 2004, na Alemanha. Uma ediçnao bilingue do livro "Insones" esta
prevista
para fevereiro de 2003 pela editora L'épi de Seigle - França.
volta ao topo
Orgulhosamente apresenta:
Monimo
Apenas uma palavra para nomear aquele dark side de todos nós. Direto da
Guatemala, uma produção Milanesa Filmes.
Telepatia
Acompanhe a saga dos telephs e pare o humanóide antes que seja tarde
demais. Uma produção de Daniel Seda.
O Hotel
Um homem ao procurar hospedagem em um hotel se vê cercado por um clima
onírico e personagens bizarras. Um vídeo de Caio Cobra e Academia de
Filmes.
Suspensão
Assista um trecho da performance do grupo NEOTAO no Teatro do Centro da
Terra (SP). Realização: Studio Nômade.
Signature Project
Registro de uma intervenção urbana da Brócolis VHS em colaboração com o
"Signature Project" de Sean Cousin (UK).
R$6,66
Intervalo para nossos comerciais. Uma sátira ao fluxo do capital
televisual. Mais uma produção Brócolis VHS.
volta ao topo
Ciclo de Palestras
Arte e Literatura: Literatura Contemporânea e Artes Visuais
Interfaces Entre o Verbal e o Não Verbal
Décio Pignatari
21 de junho, sábado, das 9h às 12h
Centro Cultural Erico Verissimo - CEEE
Auditório Barbosa Lessa
Rua dos Andradas 1223
Centro Porto Alegre
Inscrições:
Loja do MARGS
Praça da Alfândega s/nº
Centro Porto Alegre
Valor: R$ 40 (estudantes têm desconto de 50%).
A Fundação Iberê Camargo promove, entre os dias 24 de maio e 2 de
agosto de 2003, o ciclo de palestras Arte e Literatura: Literatura
Contemporânea e Artes Visuais.
Com curadoria do escritor, ensaísta e tradutor Donaldo Schüler, o
evento irá reunir em Porto Alegre nomes de peso da teoria e da prática
literária e artística.
Décio Pignatari
Poeta, escritor, ensaísta, tradutor e professor. Na década de 50,
destacou-se como um dos criadores da poesia concreta no Brasil. Em
prosa, publicou
o romance “Panteros” e o livro de contos “O Rosto da Memória”. Além
disso,
é responsável pela tradução para português de alguns dos maiores nomes
da
literatura mundial. Em “Retrato do Amor Quando Jovem”, traduziu “Romeu
e
Julieta”, de Shakespeare, e “Vida Nova”, de Dante Alighieri. Professor
de
Semiótica e Comunicação aposentado pela Universidade de São Paulo
(USP),
trabalha atualmente no curso de pós-graduação em Comunicação e
Linguagem
da Universidade Tuiuti do Paraná e é consultor de literatura da
Fundação
Cultural de Curitiba. É autor dos livros “Informação, Linguagem e
Comunicação”,
“Letras, Artes, Mídia”, “Semiótica da Literatura” e “Semiótica da Arte
e
da Arquitetura”.
Participante do seminário “Arte e Literatura”, promovido pela Fundação
Iberê Camargo entre os dias 24 de maio e 2 de agosto de 2003, Décio
Pignatari irá concentrar sua atenção sobre as “Interfaces entre o
verbal e o não-verbal”. Analisando a utilização de aspectos não verbais
como elemento de composição do escritor, o professor explicará a lógica
do não-verbal, que ele denomina “lógica do ícone”.
Programação:
28 de junho – Renata Azevedo Requião – Estesias
12 de julho – Sérgio Medeiros – John Cage: Notas, Palavras e Imagens
19 de julho – Daliana Mirapalhete – A Arte e a Imagem em Osman Lins
26 de julho – Affonso Romano de Sant’Anna – Aporias da Arte
Contemporânea
2 de agosto – Donaldo Schüler – Artes Visuais e Literatura, de Homero a
Joyce
volta ao topo
Inscrições
Salões em Andamento
28° SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo
Aberto a artistas brasileiros, e estrangeiros legalmente residentes no Brasil há mais de três anos. Serão aceitas inscrições individuais e coletivas em todos os campos das artes visuais. As obras inscritas deverão ser recentes com produção a partir de 2001.
Serão outorgados três prêmios aquisitivos, no valor de R$ 4 mil cada, menos os impostos, pagos até a data de abertura da mostra., sendo que os três artistas premiados estarão automaticamente agendados para uma exposição (Individuais Simultâneas) no MARP, no primeiro semestre de 2004.
Inscrições até 1º de julho de 2003
MARP - Museu de Arte de Ribeirão Preto Pedro Manuel-Gismondi
Rua Barão do Amazonas 323
14010-120 Ribeirão Preto SP
Informações: 16-610-2773
Terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
marp.cultura@ribeiraopreto.sp.gov.br
http://www.marp.ribeiraopreto.sp.gov.br
VEJA O REGULAMENTO COMPLETO EM: http://www.marp.ribeiraopreto.sp.gov.br.
VEJA O REGULAMENTO COMPLETO EM: http://premiosergiomotta.terra.com.br/2003/regulamento2.htm
volta ao topo
Inscrições Abertas
Procedência & Propriedade - 16ª edição
workshop intensivo de desenho
e conceitualização
Professor: Charles Watson
(Diretor do projeto Dynamic Encounters - Professor da Escola de Artes
Visuais
do Parque Lage)
4 de julho à 9 de agosto
de 2003
Atelier
Rua Mundo Novo 1045
Botafogo Rio de Janeiro
21-2553-3748 / 2554-8890
informações: wats352@attglobal.net
Duração: 5 semanas
Turma de até 20 alunos
volta ao topo
Seminário
Fotografia e Arte Contemporânea
(24 de junho, terça-feira, das 9h às 13h e 14h30 às 18h30)
Palestrantes: Eduardo Brandão - professor e criador da Galeria Vermelho em São Paulo; Felipe Chaimovich - professor de artes plásticas e crítico de arte; Gê Orthof - curador da mostra CENTRO |EX|CÊNTRICO; Helouise Costa - curadora do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo; Ligia Canongia - crítica de arte e curadora da mostra ARTE FOTO; Marília Panitz - curadora da mostra CENTRO |EX|CÊNTRICO; Mario Ramiro - artista plástico e professor na Escola de Comunicações e Artes da USP; Rubens Fernandez Junior - crítico de arte e fotografia; Tadeu Chiarelli - curador do Museu de Arte Moderna de São Paulo
Inscrições abertas
Teatro do CCBB
Setor de Clubes Esportivos Sul trecho 2 lote 22
Brasília
61-310-7480
Inscrições (350 vagas): segunda a sexta,
das
10h às 18h, 61-310-7420 / 310-7480
Temas das Palestras:
A Foto Arte como um diagnóstico pessoal e um prognóstico social
Duas palestras seguidas de discussão aberta ao público, que tentam
contrapor a fotografia como diário do artista à fotografia como
reflexão social. Duas vertentes históricas da fotografia de arte, tanto
na fotografia nacional como na internacional, que são importantes na
produção contemporânea.
Palestrantes: Felipe Chaimovich, Tadeu Chiarelli e Rubens Fernández
Junior.
A Linguagem fotográfica como resultado de uma tecnologia em movimento
Duas palestras seguidas de discussões abertas ao público a fim de
refletir sobre as questões que a fotografia digital pode inserir na
linguagem fotográfica e seu oposto analógico.
Palestrantes: Marília Panitz, Gê Orthof e Mario Ramiro.
O produto Foto Arte – produção, distribuição e armazenagem
Três palestras, seguidas de discussões abertas ao público, versando
sobre a teia entre produção (filme, revelação, montagem), distribuição
(mostras em museus e galerias) e armazenagem (acervos e coleções). As
singularidades desta produção, que se faz diferente da clássica pintura
e da escultura.
Palestrantes: Helouise Costa, Ligia Canongia e Eduardo Brandão.
volta ao topo
NO ÚLTIMO E-NFORME - ANO 3 - N. 74 / 16 DE JUNHO DE 2003
ArteFoto no CCBB, Brasília
Vídeo-Instalação na Alemanha: 1963-1990 no Paço das Artes, São Paulo HOJE
Sofia Panzarini na Mônica Filgueiras, São Paulo
João Modé com o Projeto Rede no SESC Madureira, Rio de Janeiro
Daniel Feingold e Luciano Mariussi no Sérgio Porto, Rio de Janeiro
A_mostra Grátis no Sérgio Porto, Rio de Janeiro
FotoRio, Ciclo de Mesas Redondas na UCAM, Rio de Janeiro HOJE
Palestra de Marek Barterlik na EBA, Rio de Janeiro
Mesa sobre Artemídia na Alemanha e Ambientes imersivos e interativos no Goethe, São Paulo
Democratização das Leis de Financiamento da Cultura, http://www.cultura.gov.br