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PA/PE/RJ/SP Franz Weissmann – anos 50: experimentação e lirismo no Tomie Ohtake / Projeto Sexta-Livre: vídeo coletivo ZUL no Ateliê da Imagem
ANO 8 - N. 139 / 10 DE DEZEMBRO DE 2008

NESTA EDIÇÃO:
Diô Viana na Augusto Fidanza, Belém
Projeto Sexta-Livre: vídeo coletivo ZUL no Ateliê da Imagem, Rio de Janeiro
Roberto Burle Marx 100 anos | A permanência do instável no Paço Imperial, Rio de Janeiro
Franz Weissmann – anos 50: experimentação e lirismo no Tomie Ohtake, São Paulo
Concerto Jorge Antunes & Wilson Sukorski no MIS, São Paulo
Oficina: Artista como agente com Márcio Botner no MEPE, Recife
Segunda temporada da série Catálogo: Rubem Grilo no Canal Brasil, Globosat
COMO ATIÇAR A BRASA  Brasil atrasa escolhas da 53ª Bienal de Veneza, por Silas Martí, Folha de São Paulo
FÉRIAS DO CANAL
CANAL INFOS&LINQUES



Diô Viana
A outra Margem

11 a 28 de dezembro de 2008

Galeria Augusto Fidanza do Museu de Arte Sacra
Praça Frei Caetano Brandão s/ nº, Cidade Velha, Belém - PA
91-4009-8825
www.dioviana.com
Terça a domingo, 10-18h

Enviado por Diô Viana dioviana@hotmail.com
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Katia Maciel

Projeto Sexta-Livre
Vídeo coletivo ZUL
Alex Topini, Ana Paula Albé, Ana Cavalcanti, Ana Dantas, Ana Linnemann, André Sheik, Cesar Cardoso, Claudia Melli, Diana Osward, Fatima Rodrigues, Felipe Varanda, Fernanda Sattamini, Fernada Pinto, Frederico Dalton, Gabriela Ferraz, Gisela Milman, Greice Rosa, Ira Etz, Isabela Lira, João Araújo, José Diniz, Luis Nogueira, Kátia Maciel, Laura Burnier, Marcia Clayton, Márcia Kranz, Marco Antonio Portela, Marcos. O da Silva, Massoca Fontes, Monica Mansur, Murilo Heuzi, Pat Kilgore, Patrícia Gouvêa, Rodrigo Lopes, Taís Monteiro, Tereza Heuzi, Tina Velho, Valéria Costa Pinto

12 de dezembro, sexta-feira, 19h30

Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Av. Pasteur 453, Urca, Rio de Janeiro - RJ
21-2541-3314 ou infoateliedaimagem.com.br
www.ateliedaimagem.com.br

Depois dos projetos coletivos em vídeo: OÇAPSE (2007) e OPROC (2008), será apresentado no Ateliê da Imagem, dentro da programação da Sexta-Livre, o Vídeo coletivo ZUL, que conta com a participação de 38 artistas, incluindo os convidados especiais desta edição: Frederico Dalton, Kátia Maciel, Pat Kilgore, Tina Velho e Ana Linnemann. Organizado por Marcos Bonisson, o vídeo tem a duração de 29 minutos. ZUL é o que participante na proposição significa por LUZ. Em março de 2009 será lançado em edição especial o DVD no Ateliê com a trilogia: OÇAPSE - OPROC - ZUL.

Enviado por Patricia Gouvêa pgouvea@ateliedaimagem.com.br
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Roberto Burle Marx, sem título, 1980, óleo sobre tela, 115 x 147cm, coleção Janete Costa, foto Francisco Baccaro (com a escolha e publicação desta obra, faz-se uma homenagem a arquiteta pernambucana Janete Costa recentemente falecida no Recife)

Roberto Burle Marx 100 anos | A permanência do instável

Curadoria de Lauro Cavalcanti

11 de dezembro, quinta-feira, 19h

Paço Imperial
Praça XV de Novembro 48, Centro, Rio de Janeiro - RJ
21-2533-4407 ou paco@pacoimperial.com.br
www.pacoimperial.com.br
Terça a domingo, 12-18h
Exposição até 22 de março de 2009

Enviado por Meise Halabi meisehal@terra.com.br
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Franz Weissmann, Dois Cubos em fita, 1952-1981, Aço pintado, 51x48x60cm

Franz Weissmann – anos 50: experimentação e lirismo

Curadoria de Marcus de Lontra Costa

12 de dezembro de 2008 a 1º de fevereiro de 2009

Instituto Tomie Ohtake
Avenida Faria Lima 201, Pinheiros, São Paulo - SP
11-2245-1900 ou instituto@institutotomieohtake.org.br
www.institutotomieohtake.org.br
Terça a domingo, 11-20h

Sobre a exposição

Enviado por Marcy Junqueira marcy@pooldecomunicacao.com.br
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Concerto
Jorge Antunes & Wilson Sukorski
Ballade Dure, Big Bang e Papiano

12 de dezembro, sexta-feira, 21h

Museu da Imagem e do Som - Auditório MIS
Av Europa 158, Jardim Europa, São Paulo - SP
11-2117-4777 ou mis@mis-sp.org.br
www.mis-sp.org.br
www.americasnet.com.br/antunes
www.sukorski.com
Classificação etária indicativa: livre
Duração: 90 minutos

Pioneiros da cena eletrônica experimental brasileira, Jorge Antunes e Wilson Sukorski se unem no concerto “Ballade dure, Big Bang & Papiano”.

Jorge Antunes (um dos pioneiros da música eletrônica de pesquisa no Brasil e um compositor dos mais radicais) e Wilson Sukorski (compositor e intérprete de linhagem francamente experimental) apresentam repertório dividido em duas partes: na primeira, Jorge Antunes interpreta duas composições “Ballade Dure” e “Big Bang” e, para encerrar, Sukorski interpreta “Papiano”. Ballade Dure foi realizada no GRM de Paris em 1995, sob encomenda do INA (Institut National de l'Audiovisuel). O compositor trabalhou com dois tipos de material sonoro de base: um som eletrônico evolutivo e a voz de um desempregado que pede esmola no interior do Metrô de Paris. Big Bang composta em 2001, em Brasília, é inspirada na teoria do nascimento do universo, no fenômeno da explossão inicial. Papiano usa 12 e-bows para a excitação de um piano de cauda criando, via um circuito muito simples de liga / desliga, toda uma nova exploração conceitual do mais clássico dos instrumentos da música ocidental.

Enviado por Mariana Garcia mariana.garcia@conteudonet.com
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47º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco
Oficina: Artista como agente com Márcio Botner

15 a 17 de dezembro, 14-17h
Inscrição até 12 de dezembro

Museu do Estado de Pernambuco - MEPE
Av. Rui Barbosa 960, Graças, Recife - PE
www.fundarpe.pe.gov.br
Inscrições: 81-8639-1230 ou educativosalaope@gmail.com

As ações e relações do artista plástico e a cena contemporânea, além da produção de portfólio são o foco da oficina Artista como agente, que será ministrada pelo galerista, artista e professor carioca, Márcio Botner. O público alvo da oficina são artistas, críticos, curadores e estudantes de artes visuais.

Márcio Botner - artista plástico e galerista. Diretor e sócio-fundador da Galeria de Artes A Gentil Carioca, desde 2003. Professor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, vice-presidente da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, coordenador do curso Artistas Educadores Casa Daros - RJ. Márcio Botner e Pedro Agilson formaram a dupla Botner e Pedro e trabalham juntos desde 2003.

Enviado por Dani Acioli daniacioli@aponte.com.br
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Segunda temporada da série Catálogo
Rubem Grilo

11 de dezembro, quinta-feira, 20h15

Canal Brasil - Globosat Canal 66 NET
www.globosat.globo.com/canalbrasil
Produção: Tv Imaginária Produções

Catálogo é uma série criada e dirigida por Marcos Ribeiro e irá ao ar no Canal Brasil Globosat - 66 na NET. Os programas dão voz ao artista que revela seu processo de criação, mostra seu ateliê, suas obras e expõe sua visão da arte e são reprisados em horários diversos durante a semana.

Enviado por Marcos Ribeiro mardear@terra.com.br
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COMO ATIÇAR A BRASA
Brasil atrasa escolhas da 53ª Bienal de Veneza

Matéria de Silas Martí, originalmente publicada na Folha de São Paulo, no dia 5 de dezembro de 2008

Faltando meses para a mostra, país ainda não definiu sua representação nacional. Escolha do curador e artistas deveria ocorrer com um ano de antecedência; outros países com o próprio pavilhão já anunciaram curadorias.


O Brasil está atrasado na escolha de um curador e dos artistas que devem ocupar o pavilhão do país na próxima Bienal de Veneza, que começa em junho do ano que vem.

Enquanto boa parte dos países que têm um pavilhão próprio no evento já anunciaram suas curadorias, nada se sabe até agora sobre a representação brasileira, o que leva a um receio do mundo das artes de que se repita a Bienal do Vazio do outro lado do Atlântico.

"A gente sempre tem um atraso fisiológico", lembra Jacopo Crivelli Visconti, curador da Fundação Bienal de São Paulo, instituição responsável pela representação nacional em Veneza desde 1994.

Representações nacionais importantes já anunciaram seus artistas: Shaun Gladwell representa a Austrália; Mark Lewis, o Canadá; Claude Lévêque, a França; Miquel Barceló, a Espanha; Liam Gillick, a Alemanha; Bruce Nauman, os Estados Unidos; Steve McQueen, a Inglaterra -todos têm o próprio pavilhão nos Giardini ao lado do espaço brasileiro, que, aliás, está pedindo reformas urgentes para conter uma infiltração na laje e readequar a rede elétrica insuficiente.

Leia o artigo na íntegra e publique o seu comentário no Como atiçar a brasa

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TEXTOS DO E-NFORME

Franz Weissmann – anos 50: experimentação e lirismo

Esta exposição focaliza, sobretudo, obras do escultor do período dos anos 50. Segundo o curador Marcus de Lontra Costa, são trabalhos criados por Weissmann que definiram sua identidade artística e atuaram no sentido da afirmação internacional da arte brasileira. Ao lado deste conjunto de 11 esculturas, patrimônio do modernismo no Brasil, há três obras realizadas pelo artista no início dos anos 2000, que reciclam e ampliam idéias formuladas por Weissmann há quase meio século.

“Às vésperas de comemorarmos cinqüenta anos de apresentação da 1ª exposição de Arte Neoconcreta, que lançou as bases do pensamento estético nacional, a mostra apresentada no Instituto Tomie Ohtake permite ao público de São Paulo um contato direto com uma produção de grande valor histórico e estruturadora de algumas importantes questões presentes na ação contemporânea", explica Lontra.

Franz Weissmann foi dos primeiros artistas brasileiros essencialmente geométricos, seguramente o primeiro escultor. Na escola que passaria a se chamar Guignard, em Belo Horizonte, foi professor de nomes como Amílcar de Castro e Mary Vieira. Nesse período, conforme analisa o curador, a sua produção escultórica se estruturava a partir de elementos figurativos, em especial nus femininos onde se percebia influência dos artistas europeus Henry Moore e Constantin Brancusi, tanto na busca da síntese volumétrica e simplificação formal, como também na manutenção de um certo caráter naturalista. “A partir daí Weissmann começa a conferir na sua produção um aspecto mais linear, enfatizando espaços ‘vazios’, que parecem dialogar e provocar a materialidade das suas obras”, completa Lontra.

Nascido na Áustria, Weissmann (Knittelfeld, Áustria 1911 - Rio de Janeiro RJ 2005) veio ao Brasil com a família ainda menino, morou em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, várias vezes em cada cidade. Em meados dos anos 1950, vivendo no Rio, se aproxima de grandes nomes da arte nacional tais como Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape e do poeta Ferreira Gullar, integrando, em 1955, o Grupo Frente. Em 1957, executa Coluna concretista (premiada com o Prêmio Nacional de Escultura da IV Bienal Internacional de São Paulo) e no ano seguinte as esculturas Ponte, Coluna neoconcreta, Construção, Três pontos. Segundo o curador, nessas esculturas, as ortodoxias concretistas são abertas ao cinetismo visual, ao lirismo e ao subjetivismo, elementos que a partir das obras do artista e de seus companheiros cariocas fizeram surgir o Neoconcretismo, cujo Manifesto foi publicado no Jornal do Brasil, em 1959, por Gullar.

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FÉRIAS DO CANAL
O último e-nforme do ano será em 19 de dezembro e o primeiro de 2009 em 14 de janeiro. As notícias deste período deverão ser enviadas com antecedência para serem veiculadas antes do recesso, até o dia 9 de dezembro de 2008. Para o ano de 2009, continuamos com nosso prazo de 15 dias de antecedência para o envio de material.

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