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HOJE 6º Prêmio Revelação de Artes Plásticas no MAC / Inscrições para X Salão da Bahia e Projéteis de Arte Contemporânea na FUNARTE
ANO 3 N. 98 / 08 de agosto de 2003




NESTA EDIÇÃO:
Ordenação e Vertigem no CCBB, São Paulo
Acta Media II no MAC USP, São Paulo

Imagem Eletrônica na Casa da Cultura, Ribeirão Preto
6º Prêmio Revelação de Artes Plásticas no MAC, Americana  HOJE
Poema Planar – Espacial no SESC, Nova Friburgo
Landfall Art Center 2003, Menção Honrosa para Flavia Fernandes, Itália
Cursos e Salões em andamento:
Instituto Tomie Ohtake, São Paulo
A Luz Como Fenômeno e a Criação Artística no MAC USP, São Paulo
X Salão da Bahia e Projéteis de Arte Contemporânea na FUNARTE (inscrições prorrogadas), Rio de Janeiro e Salvador




Lia Chaia - foto de Marcos Chaves, durante a inauguração para o Canal Contemporâneo

Ordenação e Vertigem

Adriane Gallinari, Courtney Smith, Elida Tessler, Leonilson, Lia Chaia, Lia Menna Barreto, Marcelo Silveiros, Marcos Chaves, Marepe, Martinho Patrício, Nelson Leirner, Sandra Cinto
Curadoria: Agnaldo Farias

2 de agosto a 12 de outubro de 2003

Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Álvares Penteado 112
Centro   São Paulo
11-3113-3651 / 3652
ccbbsp@bb.com.br



Mostra multidisciplinar reflete a estética de Bispo do Rosário

PAULA UNGAR

Desde que foi descoberta, a obra do sergipano de Japaratuba, ex-marinheiro e ex-pugilista Arthur Bispo do Rosário tem provocado discussões a respeito da relação entre arte e loucura. Foi durante o período em que permaneceu internado como esquizofrênico-paranóico na Colônia Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, que ele produziu todo o conjunto de sua obra – mais de mil peças. No entanto, ele não se via como artista; seu único intuito era ofertar os trabalhos que fazia a Deus e à Virgem Maria. Seria possível, então, dissociar a arte de Bispo do Rosário do fato de que possuía problemas psíquicos?
Para os especialistas da arte, a resposta é sim. "Claro que a produção de qualquer artista está diretamente ligada ao modo como ele vive e onde vive, mas o Bispo era um artista não pelo fato de ser louco. Até aí, Van Gogh também. O que interessa é a qualidade, a consistência e a lógica interna do trabalho", argumenta o crítico de arte Agnaldo Farias. Ou seja, a incrível plasticidade da obra de Bispo do Rosário não depende de sua condição mental. Apesar de não ter tido a arte como pretensão, todo o seu trabalho traz elementos específicos de uma obra artística. Por trás de suas vertigens, havia uma ordenação, um método, uma classificação.

LEIA A CONTINUAÇÃO EM: http://www.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr/sp/rptg/ReportagemDetalhe.jsp?Reportagem.codigo=353

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Acta Media II
Simpósio Internacional de Artemídia e Cultura Digital

9 de agosto a 31 de setembro, sábados, 10h

Inscrições até 15 de agosto de 2003

Museu de Arte Contemporânea da USP
Rua da Reitoria 160
Cidade Universitária   São Paulo
11-3091-3328 / 3559
Valor: R$ 100 (certificado de extensão universitária)
ficha de inscrição: acaomac@edu.usp.br
http://www.mac.usp.br/eventos/03/actamedia/pales
http://www.actamedia.cjb.net
Coordenação: Artur Matuck

Coordenado por Artur Matuck, artista multimídia e professor da ECA USP, o simpósio  Acta Media II congrega especialistas brasileiros e estrangeiros com o objetivo de apresentar propostas e suscitar debates acerca das questões mais fundamentais da arte, comunicação e cultura digital, enfatizando a atuação do computador como elemento transformador, instaurando novos processos, novas metodologias e novas questões teóricas.


Programação (sujeito a alterações):

9 de agosto
Apresentação geral do Simpósio

Os processos criativos em Artemídia
Artur Matuck

A Intermediaridade Interpoética
Wilton de Azevedo

16 de agosto
Art, Science and Technology: Collaborative Practices
Nina Czegledy (a confirmar)

Exhibiting New Media Art in Real Spaces: Problems and  Successes
Beryl Graham (a confirmar)

Art and Robotics: the Helpless Robot
Norman White (a confirmar)

23 de agosto
Places of Mind: Narrative Space for Digital Architecture
Peter Anders

Multiple Perspectives
Simon Biggs

Digital Media and Cybertext Poetry
Chris Funkhouser

30 de agosto
Retrospectiva do FILE
Paula Perissinoto e Ricardo Barreto

Rizoma como escultura social
Mark Tribe

13 de setembro
Net Art e Corpos Biocibernéticos
Lúcia Leão

Inteligencia Coletiva e Cultura Digital
Rogério da Costa

20 de setembro
Performance e Tecnologia: uma Genealogia Monstruosa
Lúcio Agra

Identidades Virtuais
Jane de Almeida

27 de setembro
Manifesto Hipermediático às Instituições Científicas
Sergio Bairon

Hipermídia e Subjetividades
Cícero Inácio da Silva

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Imagem Eletrônica
Adda Prieto, Ana Amorim, Fabio Noronha, Fernanda Magalhães e Karen Debértolis, Giancarlo Lorenci e Tânia Jungblut, Marta Neves, Regina Johas, Regina Silveira, Renata de Andrade, Ricardo Ramalho, Sebastião Miguel
Curadoria: Ricardo Resende
Exposição Paralela ao 28° SARP - Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional-Contemporâneo

6 de agosto a 3 de setembro de 2003

Casa da Cultura
Alto do São Bento s/n°
Ribeirão Preto  São Paulo
16-635-2421
Terça a domingo, das 9h às 18h.

 
Imagem Eletrônica

RICARDO RESENDE
 
A idéia desta mostra é podermos observar uma das práticas artísticas mais comuns à arte contemporânea, em que obras são realizadas com o auxílio do computador como um instrumento no processo criativo. O uso desta máquina revolucionária por alguns artistas, veio para quebrar os nossos limites de compreensão do processo artístico, muitas vezes ainda ligado com aquela noção artesanal de se produzir arte.
 
Seu uso remonta aos anos sessenta quando surgiu em meio a muita polêmica. Hoje estamos muito longe daquelas primeiras experimentações com o surgimento dos primeiros desses equipamentos eletrônicos (computadores, máquinas xerográficas e fax). Mas o uso deles pelos artistas ainda causam estranhamento e inquietações sobre o rumo das artes visuais. A visualidade destas obras geradas pelas últimas gerações de computador podem até se aproximar de uma pintura ou uma fotografia, com muitos efeitos especiais, criando novos desafios no entendimento do que consideramos arte e, até mesmo, negando-a. Uma de suas características é, justamente, a de não impor limites ao processo criativo e às metodologias para a resolução das obras. Um número crescente de artistas vêm investigando e incorporando à suas poéticas os avanços tecnológicos, muitas vezes sem nenhuma parcimônia.
 
Em função de tais inovações no campo da tecnologia, um novo público vem se formando, mais afeito às artes visuais e jogos eletrônicos, cheios de efeitos especiais. São crianças e adolescentes que, em um processo veloz e com muita familiaridade, preferem abandonar as formas usuais de divertimento, consumo cultural e informativo, para permanecerem cada vez mais tempo diante das telas de computadores, mudando deste modo, de forma radical, a experiência sensorial, transformando o computador em um agente de instauração artística. As imagens geradas tornam-se impactantes, muito distantes das que estávamos acostumados a apreciar.
 
O propósito desta exposição, portanto, tem por objetivo, evidenciar a fruição deste tipo de arte em nossa sociedade pós-industrial, que tem por base um alto grau de informatização e que vem sendo construída e baseada na dependência tecnológica. A penetração de manifestações artísticas neste contexto amplia nossa capacidade de compreensão deste novo universo de imagens imateriais que são armazenadas em cd-rom ou que circulam na internet e podem ser materializadas em uma dessas impressoras eletrônicas comuns.
 
A estética infográfica pode causar um certo estranhamento no primeiro contato por sua "frieza" e "limpeza" visuais, resultado dos materiais utilizados em sua finalização, a exemplo do vinil adesivo visto aqui em imagens gráficas, obtidas por impressoras do tipo plotter, que possibilitam saídas nos mais variados materiais e nas dimensões nunca imaginadas antes.

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6º Prêmio Revelação de Artes Plásticas de Americana
Ana Paula Lobo, Arnaldo Mendes, Camille Kachani, Clayton Luiz Camargo Júnior, Eduardo Srur, Eliana Bordin, Fábio Kneese Flaks, Fabrício Carvalho, Felipe Cohen, Fernanda de Moraes Figueiredo, Gisela  Motta e Leandro Lima, Jurandy Valença, Kaloan Meenochite, Maria Lúcia Cattani, Martha Lacerda, Nilsa de Toledo Volpato, Olívia Pádula Hohagen, Renato de Cara, Samantha Moreira, Silvia Cruz

8 de agosto, sexta-feira, 20h

Museu de Arte Contemporânea de Americana
Praça Comendador Müller  172
Centro   Americana
São Paulo
19-3462-6072
mac@americana.sp.gov.br
http://www.americana.sp.gov.br
Terça a sexta, das 12h às 18h; sábados, das 9h às 15h.
Exposição até 20 de setembto de 2003.

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Poema Planar – Espacial
Aluísio Carvão, Antonio Manuel, Franz Weissmann, Haroldo Barroso, Ivan Serpa, Johannes Itten, Joseph Breuer, Lygia Clark, Lygia Pape, Osmar Dillon, Paiva Brasil, Paulo Roberto Leal, Sophie Tauber-Arp, Tomaz Maldonado, Vatema, GO, Willys de Castro
Curadoria: Armando Mattos

9 a 31 de agosto de 2003

Sesc Nova Friburgo
Av. presidente Costa e Silva 231
Duas Pedras   Nova Friburgo
Rio de Janeiro
Terça a sexta, das 9h às 18h, sábados e domingos, das 9h às 18h.


O diálogo entre a exatidão científica e tecnológica e as artes visuais em um repertório que se estende da imagem à palavra. Este é o cerne de Poema Planar-Espacial, são 25 obras, de um extenso período – dos anos 20 aos 70 – apresentadas pelo curador Armando Mattos, idealizador da Coleção Projeto Concreto. Poema Planar-Espacial começa com a revelação de uma nova sintaxe artística que surge no início do século XX. A arte construtiva, atenta ao coletivo, incorpora elementos que priorizam os processos de execução e produção industriais.

Esta viagem pela ala construtivista-funcionalista da arte do último século começa pela Poltrona Wassily, de Jospeh Breuer, de 1923, projetada tendo por base o aço tubular. “Cria-se aqui um novo padrão de móveis. Para se ter uma idéia, a inspiração de Breuer veio do guidão de sua bicicleta Adler”, diz Mattos. O impacto de descobertas e invenções apresentadas pela indústria surge nas obras de artistas como a francesa Sophie Tauber-Arp. Precursora do Concretismo, ela comparece na mostra com uma de suas poucas criações pertencentes a acervos latino-americanos. Em uma serigrafia da década de 30, sem título, com a imagem de uma cruz (ícone da noção acadêmica de ordem dos planos de composição), ela explora o dinamismo de linhas e cores, revelando um poder sugestivo nas tensões espaciais que se formam dentro da pintura.

Assim também pode ser encarado O Casulo, de Lygia Clark, de 1958. A peça anuncia a chegada dos seus Bichos, objetos articulados que buscam “saltar” da parede, em busca do espaço. É o criador estabelecendo novos limites espaciais e sensoriais com a ajuda das novas tecnologias. Exatamente como na obra de Franz Weissman, de 1957, em exibição em Poema Planar-Espacial, a obra aqui resulta da dobra, recorte e junção de placas de metal replicadas, sejam quadradas, circulares ou triangulares. “Por conta de seu processo peculiar de criação e circulação, as artes plásticas ficaram, de certo modo, distanciadas do grande público. Mas agora os artistas mostram que não estão isolados do processo social ao qual, inevitavelmente, eles estão inseridos”, diz Mattos.

Cada artista é agora obrigado a montar sua própria geometria. E a poesia concreta vai se vincular a este contexto de forma natural. Ou, como diz Armando Mattos, recorrendo ao título da mostra: “a passagem do estado planar para o espacial se dá com o manuseio da página pelo espectador”. Nessa tradição ganha importância a apresentação do Poema Objeto, Cheio, de Osmar Dillon, que utiliza o elemento gráfico em placa de madeira trabalhada pelo artista. Desde os anos 60 o artista buscou, de forma original, uma integração entre poesia e pintura. Um dos últimos poetas neoconcretistas vivos, Dillon, que se isolou em seu ateliê em Ipanema em 1975, também terá o objeto poema Paz, de 1969, apresentada na mostra.

A influência sofrida pela palavra escrita a partir da evolução da imprensa (dos próprios processos de impressão) e das escolas de design pode ser ainda mais exemplificada no desenho da Série Anti-Letra de Ivan Serpra de 1971. E a obra de Paulo Roberto Leal, aqui representada por sete títulos, incluindo as séries Armagem e Desarmagem, de 1972, mescla os princípios neo-concretos com os materiais crus da arte Povera (animais, vegetais ou industriais). “Paulo Roberto utiliza aquilo que esta disponível, e constrói seus objetos a partir da inserção do material cotidiano”, lembra Mattos. Para se ter uma idéia, durante os anos 70 o artista apresentou nas Bienais de São Paulo e de Veneza obras a partir de papéis bobinados de máquina de calcular e de embalagem e uso industrial. E o público, mais uma vez, poderá manipular as ‘desarmagens’, feitas com papel craft. “Aqui nós reeditamos alguns desses trabalhos do Paulo para convidar o público a se inserir no universo participativo da arte.”, diz Mattos.

A curadoria de Poema Planar-Espacial é extremamente singular. As obras pertencem a uma única coleção, a Projeto Concreto, há 15 anos construída por Armando Mattos. Assim Mattos, que também é artista, é o colecionador e o curador da mostra. “Tenho uma visão panorâmica destas reedições que definem o Poema Planar-Espacial. As peças ganham uma dimensão tal que não podem mais ser vistas sem o todo”, diz Mattos. Por isso ele optou por uma linha cronológica clara e estabeleceu um percurso histórico, que passa pelo concreto paulista influenciado pela rigidez do suíço Max Bill, pelo neoconcreto carioca mais lúdico e tocado pela ode ao movimento de Alexander Calder e chega a nomes como os de Haroldo Barroso e Antônio Manuel, com seu desenho objeto  que se projeta  para o espaço’. Poema Planar-Espacial é uma oportunidade rara de se ver em perspectiva a vertente construtivista da arte, que busca, a todo tempo, e tendo como aliado maior o lúdico, a ação do espectador.

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Landfall Art Center 2003 - Aea ponta dea diga
Flavia Fernandes
Menção Honrosa

Acma
Associazione Culturale Malamocco Alberoni
Via Zaffi da Barca 14-1 30011
Alberoni  Venezia
Itália
info@alberoni.com
http://www.alberoni-venezia.com
A competição ocorreu nos dias 26, 27, 28 e 29 de junho de 2003.


FLAVIA FERNANDES

Em maio de 2003, fui convidada para participar de uma performance artística, Landfall Art Center organizada pela Associazione Culturale Malamocco Alberoni, Veneza, Itália. O convite veio por indicação de um dos artistas participantes, com o qual me correspondo, ao qual enviei algumas fotografias das intervenções na natureza que venho realizando desde 2000. As fotografias foram enviadas como presente, para que ele, se quisesse, usasse como suporte para seus escritos, considerando que além de Artista Plástico ele é um excelente poeta. Eles, querendo ampliar o evento, me convidaram para participar. A idéia do evento é de ser um laboratório de criatividade ao ar livre, um atelier a céu aberto, com várias pessoas trabalhando, cada um no seu universo, trocando a sua experiência de fazer.

Os artistas ficam por 4 dias trabalhando nessa ponta de pedras, mais específicamente no farol, construindo um trabalho, com materiais trazidos pelo mar. Galhos, garrafas, redes, bóias, pedras, pedaços de isopor, ou o que encontrar e tiver interesse em utilizar.

Optei por trabalhar com a água do mar e vários tipos de algas, criando um jardim zen, no meio das pedras brancas do molhe, dando prosseguimento aos trabalhos com água que venho realizando desde 2001. Ensaquei a água e coloquei um tipo ou dois de alga dentro.

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2.º Semestre 2003
Cursos Instituto Tomie Ohtake
Espaço Do Olhar

Inscrições abertas

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201
(Entrada pela Rua Coropés 88)
Pinheiros   São Paulo
Informações: 11-6488-1900

Espaço do Olhar é o nome do núcleo de “ação educativa” do Instituto Tomie Ohtake, no qual a instituição afirma o seu compromisso com a formação cultural da comunidade, oferecendo aos cidadãos, por meio de cuidadosa programação, subsídios estéticos para a expansão da sensibilidade e da capacidade de expressão.

O objetivo principal do Espaço do Olhar é formar o público leigo e atender aquele já interessado em arte, preferencialmente professores e alunos da rede pública e privada, além de oferecer cursos de aprofundamento para profissionais da área e artistas.  A proposta de formação do público fundamenta-se no desenvolvimento do olhar: um olhar perceptivo, poroso e apurado sobre a arte dos últimos 50 anos, principalmente a contemporânea, conforme o período de trabalho da artista plástica que dá nome ao espaço, Tomie Ohtake.

Com salas e auditórios especialmente projetados e equipados para a realização de cursos teóricos e práticos, workshops, simpósios e seminários, o Espaço do Olhar atua em sintonia com a curadoria de artes visuais do Instituto para a definição de suas atividades, sempre coordenadas por artistas, pensadores da arte e da cultura em geral.


Alguns cursos:
Oito encontros sobre Arte Contemporânea
Agnaldo Farias
 
Tempo e Pensamento
Peter Pál Pelbart

A Cultura Digital e a Inteligência Coletiva
Rogério Costa

O Corpo da Linha
Edith Derdyk

Pintura “Prática e Reflexão”
Paulo Pasta

Introdução à Escultura – estudo e prática da construção tridimensional
Mario Ramiro

A Metamorfose da Imagem – o percurso das relações entre a fotografia e a arte
Márcia Xavier

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Curso de Difusão Cultural
Profa. Dra. Anna Barros
A Luz Como Fenômeno e a Criação Artística

25 de agosto a 10 de novembro de 2003, segundas-feiras, das 9h às 12h

Inscrições até 22 de agosto de 2003

Museu de Arte Contemporânea da USP
Ateliê do MAC Anexo
Rua da Reitoria   109A
São Paulo
11-3091-3328
Glori@usp.br
Valor: R$ 50
Turma de 15 alunos
Os alunos inscritos deverão ter experiência em algumas técnicas artísticas, seja tradicionais: bidimensionais ou tridimensionais, seja em novas mídias.


O curso visa apresentar a luz como fenômeno, quando acontecendo, e não na representação.A luz será introduzida nas suas diferentes qualidades e formas de atualização: do fogo às novas tecnologias.A intenção é propiciar  um espaço para o processo de criação de trabalhos de Arte, que tenham como matéria criativa a luz, numa perspectiva ampla onde são bem vindas as diferentes técnicas artísticas, das tradicionais, como instalações às novas mídias.

A- PARTE PRÁTICA
Parte da classe será dedicada ao acompanhamento de projetos de arte.

B.- PARTE TEÓRICA
As aulas constarão de uma parte de apresentação e análise de obras de Arte Contemporânea  que usam a luz como fenômeno, como base de criação. Será usado vasto material visual, muitos inéditos, em slides e vídeos.


Anna Barros é artista multimídia. Expõe desde 1974 no Brasil e no exterior, tendo participado de importantes exposições coletivas e individuais, com instalações onde usa a luz como fenômeno e com   animações computadorizadas em 3D e em VRML. Sua atenção tem se concentrado, por vários anos, na luz como linguagem em arte.  Anna tem vários artigos publicados e o livro A Arte da Percepção. Um Namoro entre a Luz e o Espaço, Annablume/ Fapesp, 1999. Sua formação inclui: Bachelors in Fine Arts pelo Otis Art Institute of Parsons School of Design em Los Angeles, Ca., Mestrado em Artes pela Escola de Comunicação e Arte- ECA- USP e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Bolsa de Doutorado Sandwich pelo CNPq, San Francisco Art Institute, Ca. Bolsa de Pós-doutorado pela FAPESP. Anna foi professora na Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da PUCSP, professora visitante na Pós-Graduação em Arte e Tecnologia da Imagem na UnB, professora na Pós-Graduação em Arte e Tecnologia na Faculdade de Belas Artes, e é professora na Universidade São Marcos no Mestrado e Doutorado em Educação, Comunicação e Administração.

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Inscrições em Andamento

X Salão da Bahia
Seis prêmios aquisição, cada um no valor de R$ 15 mil, pagos até a data do encerramento do X Salão; todos os artistas selecionados receberão Prêmio Participação no valor de R$ 1 mil, pagos até à data do encerramento do Salão.

até 29 de agosto de 2003

Museu de Arte Moderna da Bahia
Av. Contorno s/n
Solar do Unhão   Salvador
Bahia
40015-166
71-329-0733 / 0660 ramal 35
salao@mam.ba.gov.br
arte@mam.ba.gov.br
http://www.mam.ba.gov.br
Segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 18h.
Dados Complementares para emissão de Nota Fiscal:
CGC do MAM-BAHIA: 13 266 325/0001-62
Inscrição Estadual: Isento

Cronograma
Seleção : 25 a 28 de setembro de 2003
Comunicação aos selecionados : 29 e 30 de setembro de 2003
Comunicação aos demais participantes : a partir de 4 de outubro de 2003
Recepção das obras selecionadas: de 6 a 31 de outubro de 2003
Premiação: 29 de novembro de 2003
Salão: 5 de dezembro de 2003 a 29 de fevereiro de 2004

LEIA O REGULAMENTO COMPLETO EM: http://www.mam.ba.gov.br/salao_bahia/regulamento.html


Projéteis de Arte Contemporânea
Seleção para 3 exposições coletivas
http://www.funarte.gov.br/concursos.htm

Comissão de seleção
Guilherme Bueno
Franz Manata
Lula Wanderley

Inscrições até 22 de agosto de 2003

FUNARTE
Palácio Gustavo Capanema
Galerias da FUNARTE - Mezanino
Rua da Imprensa 16
Centro   Rio de Janeiro
cav@funarte.gov.br
21-2279-8089 / 2279-8090
Concepção e produção: Eliane Longo, Elisa de Magalhães, Fernando Cocchiarale, Ivan Pascarelli, Patricia Canetti, Wilton Montenegro, Xico Chaves.
Realização: Coordenação de Artes Visuais, FUNARTE e Ministério da Cultura.

LEIA O REGULAMENTO COMPLETO E FICHA DE INSCRIÇÃO EM: http://www.funarte.gov.br/concursos.htm

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