NESTA EDIÇÃO:
Rodrigo de Castro na Millan Antonio, São Paulo
Mostra Acidentes no SESC, São Paulo
SALÕES&PRÊMIOS Selecionados I LOVE MY GIF! - Festival de gifs animados
CURSOS E SEMINÁRIOS
XIII Encontro de Pós-Graduação em Artes Visuais EBA/UFRJ no Hélio Oiticica, Rio de Janeiro
Capitalismo Cognitivo: Comunicação, linguagem e trabalho no CCBB, Rio de Janeiro
ARTE EM CIRCULAÇÃO - Bienal ETC.
Introdução: Por uma inserção crítica e plural, por Fernando Oliva
Pieter Hugo e a fotografia que nos olha, por Heloisa Espada
FÉRIAS DO CANAL
Funcionamento do Canal / Canal functioning
Envio de conteúdo / Content submission
Contato / Contact
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Rodrigo de Castro
23 de novembro, quinta-feira, 20h
Galeria Millan Antonio
Rua Fradique Coutinho 1360, São Paulo - SP
11-3031-6007
www.millanantonio.com.br
Segunda a sexta, 10-19h; sábados, 11-15h
Exposição até 20 de dezembro de 2006
Enviado por Marcy Junqueira marcy@pooldecomunicacao.com.br
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Diálogos Curatoriais dos Encontros SESC Videobrasil
Mostra Acidentes
Calin Dan, Cao Guimarães, Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander, Carlos Magno, Ciprian Muresan, Cristian Pogacean, Irina Botea, Leandro HBL, Marcellvs L., Mircea Cantor, Mona Vatamanu & Florin Tudor, Nuno Ramos, Roberto Bellini, Sérgio Roizemblit
Curadoria de Minhea Mircan (Romênia) e Wagner Morales (Brasil)
24 de novembro, sexta-feira, 20h
Unidade Provisória SESC - Auditório
Av Paulista 119, Bela Vista, São Paulo - SP
11-3179-3700
www.sescsp.org.br
Debate com os curadores Wagner Morales e Mihnea Mircan às 21h.
Enviado por FCF Comunicação fcfcom@uol.com.br
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SALÕES&PRÊMIOS
Selecionados I LOVE MY GIF! - Festival de gifs animados
Primeiro lugar: Claudio Bueno & Gunter [webartE]
Adriano Casanova [caí]
Cláudia Barbisan [de lírio]
Fernando Weno [escape]
Joao Penoni [acroGRAFIA FOTObacia]
Marcio Shimabukuro [untitled]
Monike Dias [objpqno007fev06.gif]
Rachel Castro [CRAZY_CUMBUCA]
Ricardo Van Steen [poesia]
Vera Bighetti [sem título]
Comissão de seleção: Helga Stein, Lucas Bambozzi, Priscila Arantes
www.arteaosvivos.com.br/selecionados
Realização: Arte ao(s) vivo(s)
Promoção: Canal Contemporâneo, Prêmio Sergio Motta, Fusionáudio, Galeria POP, Curso de Pós-Graduação em Mídias Interativas do SENAC
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CURSOS E SEMINÁRIOS
XIII Encontro de Pós-Graduação em Artes Visuais EBA/UFRJ
Tema: Da Precariedade
28 a 30 de novembro de 2006
Centro de Arte Helio Oiticica
Rua Luís de Camões 68, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro - RJ
21-2242-1012 / 21-2232-4213 / 21-2242-1213
Informações: 21-2598-1643 ou daprecariedade@gmail.com
Preço: R$ 10; estudante, R$ 5 paga no ato da inscrição.
Comissão organizadora: Ana Holck, Elizabete Mendonça, Isabel Hennig, Joana Traub Csekö, Leonardo Ventapane, Pedro Meyer Barreto
Da Precariedade, tema do XIII Encontro, não diz respeito apenas às dificuldades que permeiam a arte no Brasil nas esferas de produção e circulação. De fato, muitos são os obstáculos que se apresentam a um amplo amadurecimento da arte brasileira, quando comparada a toda estrutura de que dispõem os tradicionais centros de arte norte-americanos e europeus. Se no âmbito nacional um dos principais problemas reside na falta de sensibilidade por parte do Estado e da iniciativa privada em reconhecer a necessidade de um espaço para a arte ao lado de outras áreas dignas de investimento, denominadas estratégicas, no cenário internacional, fica evidente que nos últimos anos, apesar do mundo tornar-se um lugar menor, não necessariamente foram diminuídas suas desigualdades.
Veja a programação do seminário e publique seu comentário no Cursos e Seminários
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CURSOS E SEMINÁRIOS
Capitalismo Cognitivo: Comunicação, linguagem e trabalho
5 a 7 de dezembro de 2006
Centro Cultural Banco do Brasil
Rua Primeiro de Março 66, Centro, Rio de Janeiro - RJ
21-3808-2020
bb.com.br/cultura
Curadoria: Giuseppe Cocco
Producão Executiva: Leonora Corsini
Produção: Do Lar Design
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ARTE EM CIRCULAÇÃO - Bienal ETC.
Por uma inserção crítica e plural
Introdução por FERNANDO OLIVA, Coordenador Editorial do Bienal ETC.
Projeto on-line lança ensaios inéditos de críticos, artistas e escritores, convocando os leitores à participação, na tentativa de adensar o debate em torno da 27ª Bienal de São Paulo.
Com o intuito de lançar um olhar crítico e abrangente em direção à 27ª edição da Bienal de São Paulo, o Canal Contemporâneo concebeu o Bienal ETC., projeto on-line interativo que se dispõe, por meio de uma série de ensaios inéditos, a dar início a um debate aberto sobre os significados da megaexposição, as inserções que ela efetivamente promoveu no tecido cultural da cidade e do país, e sua relação com o universo da arte no Brasil e no mundo.
Após um mês e meio da abertura ao público de sua “seção expositiva”, e a um mês de seu encerramento, parece ser este o momento ideal para se tomar distância crítica e procurar adensar as discussões, na direção oposta à das críticas apressadas, do mero opinismo e dos comentários de bastidor.
Uma vez que estamos falando de um evento de dimensões gigantescas (são mais de cem artistas, ocupando uma área 25 mil metros quadrados a ser percorrida), é possível inventar uma Bienal diferente a cada visita ao Pavilhão. Neste sentido, o Bienal ETC. fez escolhas temáticas pontuais, buscando recortes conceituais que dessem conta da complexidade de um projeto cultural que buscou articular as obras de arte expostas com seis seminários, quatro publicações impressas e o pensamento de Roland Barthes, Marcel Broodthaers e Helio Oiticica, além de Gordon Matta-Clark, Nicolas Bourriaud e Renata Salecl, entre outros.
A escolha do curador por meio de apresentação de proposta e concurso, sistema mais profissional e transparente; a extensão do evento para todo um ano de seminários, no lugar de uma exposição pontual de apenas dois meses; a presença de residentes estrangeiros no Acre, Pernambuco e São Paulo; um colegiado de curadores trabalhando em conjunto com uma curadoria-geral; o deslocamento de artistas e arte-educadores à periferia da cidade; a Quinzena de Filmes; a autonomia curatorial reafirmada com o fim das representações nacionais. É incontornável o fato de que esta edição da Bienal conseguiu promover transformações profundas e necessárias – de certa forma traumáticas – em uma estrutura que se mantinha praticamente inalterada há mais de 50 anos. É necessário agora refletir não apenas sobre o significado destas mudanças, mas também sobre o papel de uma bienal brasileira no momento em que as bienais se transformam em eventos-instituições globais (e 33 novas bienais foram criadas nos últimos 10 anos, especialmente em regiões consideradas culturalmente periféricas), lutando por inserção e ressonância internacional, sob o risco de sucumbirem sob o ostracismo e o isolamento.
Os ensaios serão publicados na seção Arte em Circulação, periodicamente a cada semana. Entre os ensaístas do Bienal ETC., leremos textos da crítica e pesquisadora Heloisa Espada (que se detém sobre a questão da fotografia e do documental na exposição, particularmente as imagens do sul-africano Pieter Hugo, um dos trabalhos mais está chamando atenção do público); da professora de antropologia e estética na PUC-SP, atuando em uma perspectiva transdisciplinar (literatura e artes plásticas), e estudiosa de Roland Barthes, Mariza Werneck (que promete acabar com os mal-entendidos em torno do conceito de “viver-junto”); do escritor Marcelo Rezende (que analisa a obra de Dominique Gonzalez-Foerster e se pergunta: afinal, onde está o moderno?); do crítico e jornalista Daniel Hora (que, à luz dos problemas levantados por Nicolas Bourriaud e Claire Bishop, escreve sobre a arte colaborativa de ações como Eloisa Cartonera e Taller Popular de Serigrafia); além das visões de cunho pessoal dos artistas Carla Zaccagnini, Henrique Oliveira (que entrevista Mauro Restiffe), Rafael Campos Rocha (criador do termo "Bienong"), Ricky Seabra (que publica carta dirigida ao ativista Jimmie Durham) e Alberto Simon.
A coordenação editorial do Bienal ETC. é do crítico Fernando Oliva, colaborador das revistas Lapiz, Contemporary e C, e que escreve sobre a obra da artista holandesa Barbara Visser e suas relações com o conceito de modernismo na arquitetura e no design; sobre a atuação da artista espanhola Lara Almarcegui nos vazios de São Paulo; e sobre a experiência da canadense Susan Turcot no Acre.
Por fim, é fundamental lembrar que o Bienal ETC. é um projeto que está aberto aos posicionamentos e comentários críticos dos leitores on-line, convocando à participação e, de certa forma, ecoando a livre enquete lançada pela seção Fórum do Canal Contemporâneo, em maio do ano passado, quando a votação dos internautas antecipou corretamente o nome do projeto vencedor, da curadora Lisette Lagnado.
Publique o seu comentário e acompanhe a publicação de novos textos no blog Arte em circulação
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ARTE EM CIRCULAÇÃO - Bienal ETC.
Pieter Hugo e a fotografia que nos olha
HELOISA ESPADA
É curioso notar que, após décadas de discussões sobre a arbitrariedade do código fotográfico e num momento em que, mais do que nunca, a tecnologia digital põe em xeque a veracidade da fotografia, ela se faça presente na arte contemporânea sobretudo pelo viés documental. A maior parte dos ensaios exibidos na 27ª Bienal são fotorreportagens enfocando conflitos bélicos e tensões culturais em diferentes regiões do globo. O operador da câmera escolhe o assunto e o ponto de vista, mas, como era no século XIX, a imagem parece ser considerada, em primeiro lugar, como um registro inequívoco da realidade. Na série Leopoldo e Mobutu (1997-2004), de Guy Tillin, por exemplo, vemos os vestígios da guerra e aprendemos sobre o presente catastrófico da República do Congo antes de nos darmos conta das escolhas estéticas do fotógrafo, embora elas estejam ali e contribuam para a eficácia da mensagem.
No entanto, não seria legítimo questionar, mais uma vez, se essas fotos nos aproximam efetivamente das situações que explicitam? Nos anos 1970, a ensaísta norte-americana Susan Sontag defendia a idéia de que o bombardeio de imagens trágicas pela mídia levava à apatia. Cerca de 30 anos depois, no livro Diante da Dor dos Outros, contestou a si mesma argumentando que a fotografia não pode ser culpada pela indiferença dos indivíduos às calamidades sociais. Para Sontag, mesmo sem o intermédio das imagens técnicas, a própria atitude de olhar para o outro pressupõe um distanciamento que dificulta a empatia. Ela conclui que ver o sofrimento do outro, por mais próximo que esteja, nunca será o mesmo que senti-lo na pele. Por isso, o potencial de mudança proporcionado pela fotografia de denúncia é exíguo.
Leia a continuação e publique o seu comentário no blog Arte em circulação
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FÉRIAS DO CANAL
O último e-nforme do ano será em 22 de dezembro e o primeiro de 2007 em 15 de janeiro. As notícias deste período deverão ser enviadas com antecedência para serem veiculadas antes do recesso, portanto, até o dia 8 de dezembro de 2006. Para o ano de 2007, continuamos com nosso prazo de 15 dias de antecedência para o envio de material.
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