Página inicial

Cursos e Seminários

 


setembro 2017
Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sab
          1 2
3 4 5 6 7 8 9
10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20 21 22 23
24 25 26 27 28 29 30
Pesquise em
Cursos e Seminários:
Arquivos:
setembro 2017
agosto 2017
julho 2017
junho 2017
maio 2017
abril 2017
março 2017
novembro 2016
outubro 2016
setembro 2016
agosto 2016
julho 2016
junho 2016
maio 2016
fevereiro 2016
janeiro 2016
novembro 2015
outubro 2015
setembro 2015
agosto 2015
julho 2015
junho 2015
maio 2015
abril 2015
março 2015
fevereiro 2015
dezembro 2014
novembro 2014
outubro 2014
setembro 2014
agosto 2014
julho 2014
junho 2014
maio 2014
abril 2014
março 2014
fevereiro 2014
janeiro 2014
dezembro 2013
novembro 2013
outubro 2013
setembro 2013
agosto 2013
julho 2013
junho 2013
maio 2013
abril 2013
março 2013
fevereiro 2013
janeiro 2013
dezembro 2012
novembro 2012
outubro 2012
setembro 2012
agosto 2012
julho 2012
junho 2012
maio 2012
abril 2012
março 2012
fevereiro 2012
janeiro 2012
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
abril 2009
março 2009
fevereiro 2009
janeiro 2009
dezembro 2008
novembro 2008
outubro 2008
setembro 2008
agosto 2008
julho 2008
junho 2008
maio 2008
abril 2008
março 2008
fevereiro 2008
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
maio 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
As últimas:
 

agosto 27, 2017

Seminário A Síntese entre Arte, Arquitetura e Paisagem na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro

A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage abriu inscrições para o III Prêmio Reynaldo Roels Jr.
e o Seminário A Síntese entre Arte, Arquitetura e Paisagem, voltados a trabalhos de instalação. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até as 20h do dia 11 de setembro. Os 20 selecionados, cujos nomes serão anunciados em 15 de setembro, deverão obrigatoriamente participar do seminário para concorrer ao prêmio. O seminário terá 50 horas de duração e será realizado de 25 de setembro a 06 de outubro de 2017. O autor do projeto vencedor receberá R$ 20 mil e terá de produzir uma peça com as características de uma instalação, a ser exibida ainda este ano ao ar livre, na praça do Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói), cujo projeto arquitetônico é de Oscar Niemeyer. O prêmio foi criado em 2015 para homenagear o crítico de arte Reynaldo Roels Jr., que dirigiu a EAV entre 2002 e 2006. Os patronos do prêmio são os colecionadores Helio Portocarrero, economista, e Nelson Eizirik, advogado.

25 de setembro a 6 de outubro de 2017

Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ


DO SEMINÁRIO: A SÍNTESE ENTRE ARTE, ARQUITETURA E PAISAGEM
Concepção pedagógica: Lisette Lagnado e Ulisses Carrilho

De forma circular, com grandes vãos, em estrutura essencialmente radial e uma passarela com uma centena de metros em curvas livres, o prédio do Museu de Arte Contemporânea de Niterói é desde sua gênese descrito como uma forma abstrata sobre a paisagem. Mas prédios, mesmo quando ganham a forma de um disco voador, são habitados por pessoas e cotidianamente postos em questão a partir de seus usos. A síntese, característica marcante do desenho de Oscar Niemeyer, e as complexas relações da arquitetura aplicada aos modos de vida na cidade, configuram o disparador inicial do seminário A Síntese entre Arte, Arquitetura e Paisagem, expandindo a noção de espaço, fundamental para instalações.

Localizado entre a Baía de Guanabara e o Oceano Atlântico, o município de Niterói é o território em questão para os alunos que inscritos no seminário da presente edição. A uma ponte (ou balsa) de distância do Rio de Janeiro, o edifício de Niemeyer insere-se de forma vertical na costa da cidade, mas conduz também o visitante a mirar o outro lado, onde estão os morros do Corcovado e o Pão de Açúcar, provocando um pensamento sobre a relação entre centro e margens.


Segunda-feira, 25 de setembro

19h às 22h [aberto ao público]
Sara Ramo – Em torno da instalação. Mediação: Lisette Lagnado

Terça-feira, 26 de setembro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Lisette Lagnado e Ulisses Carrilho (EAV Parque Lage) – Escultura pública, instalação e monumento.
Apresentação do Skulptur Projekte Münster 2017, mostra de escultura pública no interior da Alemanha. Histórico da mostra e análise da quarta edição (2017).

19h às 22h [aberto ao público]
Zoy Anastassakis – Em meio a lugares em movimento, seguindo as trilhas dos acontecimentos: uma aproximação com a antropologia de Tim Ingold
A partir de uma aproximação com a antropologia de Tim Ingold realizada por meio da articulação de algumas das noções formuladas em seus mais recentes trabalhos (Being Alive, 2011; Making, 2013; The life of lines, 2015), a comunicação propõe um debate sobre as noções de lugar e acontecimento e suas implicações para a formulação e a produção de instalações artísticas em meio a ambientes edificados, tais como os museus de arte.

Quarta-feira, 27 de setembro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Iole de Freitas – Clínica

19h às 22h [aberto ao público]
Mario Novello – O Universo Inacabado: aula pública de cosmologia no MAC-Niterói.
Há uma nova ordem em construção na Cosmologia contemporânea capaz de produzir uma alteração substancial na ciência e que transborda para outros saberes. A razão para isso se deve à análise da dependência cósmica das leis físicas que induz a inesperada consequência de que as leis do universo estão ainda em formação. Somos assim levados à conclusão perturbadora de que vivemos em um universo inacabado.

Quinta-feira, 28 de setembro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Pablo León de La Barra – Clínica

19h às 22h [apenas para inscritos e selecionados]
Pablo León de La Barra – Clínica

Sexta-feira, 29 de setembro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Zoy Anastassakis – Clínica

19h às 22h [apenas para inscritos e selecionados]
Projeção do filme “Solaris”, de Andrei Tarkovsky

Segunda-feira, 2 de outubro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Alain Alberganti – Expressão, movimento e poética do espaço. Local: MAC Niterói

19h às 22h [aberto ao público]
Raphael Fonseca – Construções do Brasil no vai-vém das redes de dormir.
Esta fala é resultado de um estudo de doutorado baseado na relação entre as redes de dormir e construções de ideias em torno de “Brasil” e “brasilidade” a partir de representações iconográficas das mesmas. A investigação, portanto, lança luz sobre como as redes foram representadas por agentes discursivos com diferentes interesses no decorrer dos mais de cinco séculos de imagens dados desde o início da colonização portuguesa. Algumas relações entre as redes de dormir e noções de arquitetura e paisagem serão ressaltados nesse encontro a partir de estudos de caso transhistóricos.

Terça-feira, 3 de outubro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
João Masao Kamita – “Oscar Niemeyer – a arte da suspensão no grande espaço”
Vencer o impulso da gravidade com uma arte que convencionalmente depende dela, este parece ser um dos paradoxos da arquitetura de Oscar Niemeyer. Entre os opostos gravitacionais – peso e leveza – a graça do arquiteto seria fazer flutuar a arquitetura. Não implantar, afundar, cravar o edifício no solo, mas antes pousar, levitar, suspender. Suspensão, contudo, significa movimento, no caso em questão, chama atenção a beleza do movimento, que para tanto precisa se “implantar” num espaço amplo e aberto para seu fluir desimpedido.

18h às 19h – Pesquisa na Biblioteca | Centro de Documentação e Pesquisa para preparar as perguntas à Fernanda Gomes.

19h às 21h30 [aberto ao público]
Fernanda Gomes – Entrevista aberta. Mediação: Ulisses Carrilho

Quarta-feira, 4 de outubro

14h às 17h [aberto ao público]
Guilherme Wisnik – Arquitetura. Mediação: Ulisses Carrilho
Oscar Niemeyer: intuição trágica e repouso – Frequentemente interpretada como expoente de um hedonismo tropical e barroco, a arquitetura de Niemeyer, no entanto, pode ser interpretada como emblema de uma ruptura definitiva (moderna) com a unificação espacial barroca, individuando a arquitetura em formas isoladas e escultóricas. Daí o vazio impenetrável que envolve muitos de seus edifícios, como uma paisagem pintada por De Chirico.

19h às 22h [aberto ao público]
Matheus Rocha Pitta – Em torno da instalação. Mediação: Ulisses Carrilho

Quinta-feira, 5 de outubro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
Clínica

19h às 22h [aberto ao público]
Rafael Barcellos Santos – As ruínas do projeto moderno – Niemeyer em Niterói. Mediação: Rafael Fonseca
A Cidade (de) Niterói e o Caminho (de) Niemeyer – Os diversos projetos do arquiteto Oscar Niemeyer em Niterói, agrupados sob a denominação do Caminho Niemeyer, e as relações urbanísticas e arquitetônicas estabelecidas por cada uma de suas partes com a cidade existente, algumas delas construídas e outras apenas imaginadas e deixadas no papel, observadas sob a ótica de uma cronologia temporal e histórica, bem como de uma morfologia e tipologia arquitetônica e urbana.

Sexta-feira, 6 de outubro

14h às 17h [apenas para inscritos e selecionados]
19h às 22h [apenas para inscritos e selecionados]
Clínica – Lisette Lagnado e Ulisses Carrilho

BIOGRAFIAS

Alain Alberganti (Marseille, 1968)
Doutor em Estética (especialidades arte visual e teatro) pela Universidade Paris 8 (França). Em 2013, publicou, “De l’art de l’installation – La spatialité immersive” (“Da arte da instalação – A espacialidade imersiva”) na Editora L’Harmattan (Paris – França). Escreveu vários artigos sobre a arte da instalação em ligação com o corpo, o espaço urbano e o político. Realizou instalações e performances na França e no Rio de Janeiro, onde mora desde 2013.

Fernanda Gomes (Rio de Janeiro, 1960). Vive no Rio de Janeiro.
Artista visual, estudou na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Tem diversas participações em exposições coletivas internacionais, como a Bienal de São Paulo (1994 e 2012), a Bienal de Veneza (2003) e a Bienal de Istambul (1995 e 2013).

Guilherme Wisnik (São Paulo, 1972). Vive em São Paulo.
Professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Crítico de arte e arquitetura, é autor de livros como Lucio Costa (2001), Caetano Veloso (2005) e Estado crítico: à deriva nas cidades (2009). É membro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e da Latin American Studies Association (LASA). Foi curador da X Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013), da Ocupação Cildo Meireles (2011), e da exposição Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (2012).

Iole de Freitas (Belo Horizonte, 1945)
Artista. Realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, entre as quais se destacam a 12ª Documenta de Kassel (2007) e as Bienais de Paris (1975) e Veneza (1978). Dirigiu o Instituto Nacional de Artes Plásticas (1988-1989). Professora desde 1994, orienta grupos de análise da produção contemporânea.

João Masao Kamita (Curitiba, 1970). Vive no Rio de Janeiro.
Arquiteto, formado pela Universidade Estadual de Londrina, Mestre em História Social da Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura/PUC-Rio e Doutor em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo-FAU-USP. É autor de Vilanova Artigas (2000), co-autor de Arquitetura Moderna Brasileira (2004), um dos organizadores de Um Modo de Ser Moderno: Lucio Costa e a crítica contemporânea (2004).

Mario Novello (Rio de Janeiro, 1942). Professor Emérito do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Recebeu em 2004 o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Lyon (França) por seus estudos sobre modelos cosmológicos sem singularidade. Autor de O que é Cosmologia? A Revolução do Pensamento Cosmológico (Zahar, 2006), entre diversas outras publicações. A palestra, prevista para ser publicada em 2018 pela Editora N-1, será proferida à noite e ao ar livre, no pátio do Museu de Arte Contemporânea de Niterói.

Matheus Rocha Pitta (Tiradentes, 1980). Vive no Rio de Janeiro.
Artista visual. Remove os gestos de seu fundo biográfico e os apresenta como atos estéticos com uma dimensão histórica. Atraves do uso de fotografias, videos, esculturas e instalações, Rocha Pitta constroi seu próprio repertório de gestos, que são ativados diretamente com o público de suas exposições. Participou da Bienal de São Paulo (2010) e Bienal de Taipei (2014).

Pablo León de La Barra (Cidade do México, 1972). Vive no Rio de Janeiro.
Curador-chefe do Museu de Arte Contemporânea de Niterói, curador para a América Latina do Museu Salomon R. Guggenheim de Nova Iorque e curador adjunto do MASP Museu de Arte de São Paulo, em São Paulo, Brasil. Foi diretor da Casa França-Brasil, Rio de Janeiro (2015-2016). Em 2016 foi co-curador da bienal SITE Santa Fe, Novo México, assessor curatorial da Bienal de Sidney, assim como da Segunda Bienal Tropical de San Juan, Porto Rico, da qual também é fundadador.

Rafael Barcellos Santos (Niterói, 1976). Vive no Rio de Janeiro.
Arquiteto graduado pela FAU-UFRJ, especialista e mestre em Metodologias de Intervenção no Patrimônio Arquitetônico pela FAUP, em Portugal, e doutor em Urbanismo pelo PROURB. Foi professor substituto na FAU-UFRJ, e atualmente é professor no curso MA.DE.IN do Istituto Europeo di Design do Rio de Janeiro.

Raphael Fonseca (Rio de Janeiro, 1988). Vive no Rio de Janeiro.
Curador do MAC-Niterói e professor do Colégio Pedro II. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015) e o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017). Curador residente na Manchester School of Art (Maio-Agosto de 2016). Entre suas exposições recentes, destaque para “Mais do que araras” (SESC Palladium, Belo Horizonte, 2017), “Quando o tempo aperta” (Palácio das Artes – Belo Horizonte e “Deslize ” (Museu de Arte do Rio, 2014).

Sara Ramo (Madrid, 1975). Vive em São Paulo.
Artista visual. Apropria-se de elementos e cenas do cotidiano, deslocando-os de seus lugares de origem e rearranjando-os em vídeos, fotografias, colagens, esculturas e instalações. Participou da Bienal de São Paulo (2010) Bienal do Mercosul (2013) e 28º Panorama da Arte Brasileira (2003).

Zoy Anastassakis (Rio de Janeiro, 1974). Vive no Rio de Janeiro.
Designer, estudou na Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre e Doutora em Antropologia (PPGAS-MN/UFRJ). Professora Adjunta e atual Diretora da Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Esdi/UERJ), onde coordena o Laboratório de Design e Antropologia (LaDA). Pesquisadora associada à Research Network for Design Anthropology.

Apoio Institucional: MAC Niterói

Posted by Patricia Canetti at 4:10 PM

III Seminário Internacional Arte e Natureza na Biblioteca Brasiliana USP, São Paulo

A realização do Seminário Internacional Arte e Natureza, em sua terceira edição em 2017, vem firmá-lo definitivamente como um evento de referência nas discussões sobre arte e natureza no país. O evento é o único do gênero no Brasil com este porte, regularidade e importância. O evento apresenta ampla abordagem das relações entre natureza e arte contemporânea, travando diálogos com a biologia, a ecologia, a tecnologia, a comunicação e os "animal studies". Sua realização já alcançou ressonância internacional, tendo sido mencionado como evento de referência na área em publicações importantes como o livro "Tiere:Kulturwissenschaftliches Handbuch" (Animais: manual de ciências culturais), de autoria de Roland Borgards, publicado na Alemanha (ISBN 978-3-476-05372-5).

Em 2017, o evento inclui além de palestras e diálogos com artistas, também uma exposição, performances, lançamento de livro e uma mostra de vídeos internacional. Entre os palestrantes internatcionais estão o Prof. Dr. Massimo di Felice (ECA-USP), o Prof. Dr. Friedrich Weltzien ( Universidade de Hannover- Alemanha), a artista e Profa. Darlene Farris-Labar (East Stroudsburg University - USA), o artista colombiano Oscar Leone (Universidad del Magdalena, Colômbia) e a artista alemã Carla Merceds Hihn. Entre os brasileiros estarão Sandra Cinto, Marcelo Moscheta, Massimo di Felice, Rafael Vogt Maia Rosa, Fernando Limberger, Dália Rosenthal, Viga Gordilho, Nivalda Assunção, Néle Azevedo, Regina Johas, Neide Jallageas, Jacopo Crivelli Visconti, Sylvia Furegatti, entre outros. A mostra de vídeo tem curadoria de Hugo Fortes, Hannah Israel (EUA) e Jessica Ullrich (Alemanha). As palestras ocorrerão no Auditório da Biblioteca Brasiliana Mindlin USP e a exposição no Espaço das Artes (Antigo Espaço do MAC Cidade Universitária). Toda a programação do evento é gratuita e as inscrições poderão ser feitas em breve através deste site. O evento tem idealização organização geral de Hugo Fortes, em conjunto com o grupo de pesquisa Imaginatur, ligado à Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. O evento tem apoio do CNPQ, da FUSP/Santander e da Universidade de São Paulo.

30 de agosto a 1 de setembro de 2017

Biblioteca Brasiliana Mindlin USP - Auditório
Rua da Biblioteca s/n, Cidade Universitária, São Paulo
www.seminarioartenatureza.com

PROGRAMA

30 de agosto - quarta-feira

8h30 - Cadastramento

9h30 - 9h45 - Abertura oficial
Diretor da ECA - USP - Prof. Dr. Eduardo Henrique Soares Monteiro
Chefe do CRP-ECA-USP - Prof. Dra. Clotilde Perez

9h45 - 10h00 - Abertura Musical:
Duo ouD: Gabriel Levy e Thomas Howard

10h - 11h30 - Conferência de Abertura:
Prof. Dr. Massimo di Felice (ECA-USP)

11h30 - 12h10
Mostra Internacional de Videoarte
Curadoria:
Jessica Ullrich, Hannah Israel, Hugo Fortes

12h10 - 14h - Pausa para almoço

14h -15h30 - Diálogo:
Marcelo Moscheta e Jacopo Crivelli Visconti

15h30 - 15h50 - Intervalo

15h50 - 17h20 - Mesa-redonda:
Residências Artísticas em Espaços Naturais
Fábio Delduque (Serrinha)
Lilian Fraiji (Lab Verde)
Carla Mercedes Hihn (Artista/Alemanha)
Mediação: Marcos Martins

18:30 - Abertura da Exposição:
Imagens da Natureza, no Espaço das Artes.
Performances:
Síssi Fonseca e Lucimar Bello
Lançamento de Livro:
Regina Johas

31 de agosto - quinta-feira

Haverá tradução simultânea

10h -11h30
Mesa-redonda:
Fabulações Botânicas
Profa. Darlene Farris Labar
(East Stroudsburg University - USA)
Profa. Dra. Viga Gordilho (UFBA)
Profa. Dra. Nivalda Assunção (UnB)
Mediação: Profa. Dra. Dália Rosenthal (USP)

11h30 - 12h10
Mostra Internacional de Videoarte
Curadoria:
Jessica Ullrich, Hannah Israel, Hugo Fortes

12h10 - 14h - Pausa para almoço

14h - 15h30 - Diálogo:
Sandra Cinto e Hugo Fortes

15h30 - 15h50 - Intervalo

15h50 - 17h20
Mesa-redonda:
Mundos líquidos
Prof. Dr. Friedrich Weltzien
(Hochschule Hannover - Alemanha)
Néle Azevedo (Artista)
Profa. Dra. Neide Jallageas
(Kinoruss Editora)
Mediação: Prof. Dr. Hugo Fortes (USP)

1 de setembro - sexta-feira

10h -11h30
Mesa-redonda:
Homem, Tempo e Ambiente
Prof. Oscar Leone
(Universidad del Magdalena, Santa Marta - Colômbia)
Profa. Dra. Dália Rosenthal (USP)
Profa. Dra. Regina Johas (UFRN)
Mediação: Leandra Espírito Santo

11h30 - 12h10
Mostra Internacional de Videoarte
Curadoria:
Jessica Ullrich, Hannah Israel, Hugo Fortes

12h10 - 14h - Pausa para almoço

14h - 15h30 - Diálogo:
Fernando Limberger e Rafael Vogt Maia Rosa

15h30 - 15h50 - Intervalo

15h50 - 17h20 - Mesa-redonda:
Paisagem e Espaço Público
Profa. Dra. Tatiana Ferraz (UFU)
Profa. Dra. Sylvia Furegatti (UNICAMP)
Prof. Dr. Hugo Fortes (USP)
Mediação: Tiago Gomes

17h30 - Encerramento

FICHA TÉCNICA

Organização Geral e Idealização: Prof. Dr. Hugo Fortes

Comissão Organizadora:
Grupo Imaginatur
Hugo Fortes | Dália Rosenthal | Marcos Martins | Tiago Gomes | Viviane Vallades
Leandra Espírito Santo | Alexander Santiago | Luiz Couto | Flávia Leme

Filiação Institucional: Escola de Comunicações e Artes da USP

Instituições participantes:
Brasil: USP - UNB - UFBA - UFRN - UNICAMP
Alemanha: Hochschule Hannover
Estados Unidos: East Stroudsburg University
Colômbia: Universidad del Magdalena

Endereços:
Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin USP: Rua da Biblioteca, s/n, Cid. Universitária, São Paulo, SP, CEP 05508-050
Espaço das Artes (antigo espaço do MAC Cidade Universitária) :Rua da Praça do Relógio, 160. Cidade Universitária, SP

Posted by Patricia Canetti at 2:49 PM

Ciclo de Palestras Tropicálias: 50 anos em revisão na Caixa Cultural, Rio de Janeiro

Nomes das artes visuais, teatro, música e cinema participam dos debates Tropicálias 1967- 2017 – 50 anos em revisão

A Caixa Cultural Rio de Janeiro promove, de 29 de agosto a 1º de setembro de 2017 (terça a sexta-feira), o ciclo de palestras Tropicálias 1967-2017 – 50 anos em revisão, que reúne oito pesquisadores e realizadores do teatro, música, artes visuais e cinema para discutir um período histórico que ainda opera como um potente motor ideológico nos campos da cultura e da arte do Brasil contemporâneo. Os debates ocorrem sempre às 18h30, com entrada franca e retirada de senhas uma hora antes de seu início. O evento tem a idealização e a curadoria de André Masseno e patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal.

“Levando em consideração o panorama de 1967, como pode ser entrevisto o Brasil de 2017? Como os preceitos éticos e estéticos destas tantas tropicálias ainda reverberam no momento atual e podem, sobretudo em retrospecto, oferecer uma visão arguta do país do presente?”, indaga o curador André Masseno.

Com o objetivo de discutir tais questões, o projeto apresenta e analisa, em quatro encontros, uma intricada e complexa relação entre arte, indústria e mercado, que viu moldar, na Tropicália, uma constelação artística composta por agentes (contra)culturais que buscavam saídas reflexivas para um contexto nacional sufocado pela ditadura.

Participam das palestras Luiz Tatit e Miguel Jost, em debate sobre as sonoridades tropicalistas e o álbum-manifesto Tropicália ou Panis et Circensis; Ricardo Basbaum e Fred Coelho analisam obras de Hélio Oiticica e Décio Pignatari; Victor Hugo Adler Pereira e José da Costa abordam O Rei da Vela, espetáculo com texto de Oswald de Andrade e dirigido por José Celso Martinez Corrêa; e Vladimir Carvalho e Jorge Furtado, que explicitam as relações entre o Cinema Novo e a Tropicália debatendo Terra em Transe, de Glauber Rocha.

O evento é destinado a públicos diversos: estudantes do ensino médio, universitários, artistas, pesquisadores e todos que se interessam pelo período e pela produção cultural e artística nacional.

PROGRAMAÇÃO (sempre às 18h30)

29 de agosto, terça-feira

Sonoridades tropicalistas, com Luiz Tatit
A influência do tropicalismo na canção brasileira pode ser avaliada sob dois ângulos igualmente importantes no quadro geral de nossa cultura artística. O primeiro considera o tropicalismo como um ato de intervenção brusca – e até certo ponto inesperada – num momento crucial de ebulição da música popular no Brasil. O segundo ângulo examina o movimento como um desejo de assimilação (mistura) que se tornou perene no âmbito da canção e que tem sua contrapartida no gosto pela depuração (triagem) introduzido pela bossa nova.

Tropicália ou Panis et Circensis, com Miguel Jost
O objetivo é debater de forma crítica as interações entre as propostas tropicalistas, suas relações com o mercado e a cultura pop, e sua oposição frontal contra um projeto de defesa da cultura nacional popular como definida no âmbito dos centros populares de cultura (CPCs) da UNE. Ainda na clave dessa concepção original dos tropicalistas sobre a contaminação da cultura nacional por elementos da cultura pop internacional, discutir também, sob a luz do debate entre Caetano Veloso e o professor da USP Roberto Schwarz, a oposição entre o tropicalismo e pensamento marxista na forma como este foi lido e desenvolvido no Brasil dos anos 1960.

30 de agosto, quarta-feira

Corpos tropicalistas nas artes visuais, com Ricardo Basbaum
Serão comentados alguns temas relacionados ao período tropicalista, em sua relação com as pesquisas das artes visuais – especialmente em torno de duas das mais emblemáticas expressões daquela época: da adversidade vivemos, de Hélio Oiticica e geleia geral brasileira, de Décio Pignatari. Naquele momento, o que se queria com tais afirmações, que parecem indicar um interesse pelo confronto ("adversidade") e mistura e multiplicidade ("geleia")? Como tais frases poderiam ser atualizadas hoje, frente aos desafios do século XXI para o campo da arte e da cultura contemporâneas? Serão organizados comentários que apontam para a fórmula "geleia adversa" ou "adversa geleia" como eventual modo de resistência à economia da cultura tal qual se apresenta hoje, no sentido de buscar possibilidades efetivas de intervenção e resistência.

Tropicália (Hélio Oiticica), com Fred Coelho
A fala será dedicada aos textos de Hélio Oiticica escritos durante os anos de 1968 e 1969 e que relacionam sua obra Tropicália (1967) com os desdobramentos do movimento musical denominado Tropicalismo. A partir de suas ideias sobre uma “nova imagem”, a formação de uma vanguarda brasileira e os trabalhos do chamado Grupo Baiano, acompanharemos a Tropicália desde as críticas do seu criador aos usos modistas no Brasil até a recusa crítica em apresentá-lo na exposição Information (MoMA, NY, 1970), quando Oiticica envia outro trabalho em seu lugar. A ideia de uma “imagem do Brasil” nesse período será chave para o debate.

31 de agosto, quinta-feira

A cena tropical brasileira, com Victor Hugo Adler Pereira
A montagem de O Rei da Vela evidenciou as dificuldades da intelectualidade e das plateias “bem pensantes” encararem suas contradições ideológicas e a convivência do país do cosmopolitismo modernizante com o tradicionalismo patriarcal e as heranças do “atraso”, da chanchada e do melodrama. A produção musical dos tropicalistas explorou esses e outros desequilíbrios, desafiando os padrões de gosto e a rigidez de posições ideológicas. A discussão abordará como a diversidade estética e temática do teatro que resistiu aos desafios do período ditatorial e posteriores a ele relaciona-se à abertura de perspectivas do tropicalismo.

O Rei da Vela (Oswald de Andrade e José Celso Martinez Corrêa), com José da Costa
A palestra vai abordar as necessidades artísticas e intelectuais que levaram José Celso Martinez Corrêa a encenar O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, no ano de 1967 e sua importância na trajetória criativa do diretor a partir daquele momento. O que se buscará, em primeiro lugar, é contextualizar a realização do espetáculo na época em que surgiu: período de governo totalitário e de práticas diferenciadas de resistência e contestação, de caráter político, cultural e comportamental. Em segundo lugar, pretende-se discutir como algumas das concepções teatrais que emergem no teatro de José Celso Martinez Corrêa no final dos anos 1960 se atualizam, posteriormente, no filme O Rei da Vela, realizado pelo encenador em parceria com o cineasta Noilton Nunes, no início da década de 1980. Será debatido, ainda, como algumas dessas concepções e métodos artísticos adotados no período tropicalista, mesmo transformados, persistem nos trabalhos do Teatro Oficina construídos a partir da década de 1990.

1 de setembro, sexta-feira

Cinema e alegorias tropicalistas, com Vladimir Carvalho
O Cinema Novo e o tropicalismo nascem praticamente da mesma fonte original. O primeiro um pouco antes, mas ambos têm, a nosso juízo, muito a ver com o momento em que o país conheceu um extraordinário impulso em direção ao seu desenvolvimento e transformação, no início dos anos de 1960, com sensível influência na cultura e nas artes. Os filmes desse período apresentavam um forte compromisso em espelhar a realidade social que vivíamos. Revê-los hoje nos coloca frente a frente com as possibilidades de melhor compreendermos a atualidade presente e o papel do cinema que queremos.

Terra em transe (Glauber Rocha), com Jorge Furtado
Nelson Rodrigues definiu brilhantemente Terra em Transe como um “vômito triunfal”. Dá para imaginar o efeito daquela ópera barroca tropical num país careta como o Brasil da ditadura militar, com procissões da família católica pelas ruas e artistas de terno e gravata. Acontece que uma obra seminal de um grande artista funciona como um pedra jogada num lago, expande sua força para muito além do seu tempo. Terra em Transe deve ser revisitado de tempos em tempos, como todos os clássicos. Eles nos lembram de o quanto mudamos e de o quanto permanecemos iguais.

DATA
29 de agosto a 1 de setembro (de terça a sexta-feira)

HORÁRIO
18h30

LOCAL
Caixa Cultural Rio de Janeiro – Cinema 2
Av. Almirante Barroso 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
21-3980-3815
Lotação: 80 lugares (mais 3 para cadeirantes)
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Entrada Franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada encontro)
Facebook: www.facebook.com/tropicalias50anosemrevisao

FICHA TÉCNICA

Idealização e Curadoria: André Masseno.
Produção e Coordenação Geral: Quintal Produções
Direção Geral: Verônica Prates
Coordenação Artística: Valencia Losada
Coordenação de Planejamento: Maitê Medeiros
Produtor Executivo: Thiago Miyamoto
Programação visual: Karin Palhano
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

Posted by Patricia Canetti at 1:43 PM

agosto 24, 2017

Palestra de Hans Ulrich Obrist na EAV Parque Lage, Rio de Janeiro

Hans Ulrich Obrist chega ao Brasil para criar novo livro de entrevistas; o curador suíço fará palestra aberta ao público no Parque Lage.

28 de agosto de 2017, segunda-feira, às 19h

Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Rua Jardim Botânico 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro, RJ

O curador suíço Hans Ulrich Obrist chega ao Brasil no dia 27 de agosto para gravar uma série de entrevistas com artistas brasileiros sobre criatividade, imaginação e arte contemporânea. As conversas serão organizadas e editadas no livro Hans Ulrich Obrist Entrevistas Brasileiras, que será lançado pela Editora Cobogó em 2018.

A visita de Obrist ao Brasil faz parte do projeto de residências artísticas do Instituto Inclusartiz, organização sem fins lucrativos que promove educação e cultura na cidade do Rio de Janeiro.

Serão quatro dias de conversas, no Rio e em São Paulo, de cerca de uma hora com cada um dos artistas convidados pelo próprio curador. Entre eles, estão Iole de Freitas, Ruy Guerra e Laura Lima. Algumas dessas entrevistas serão feitas no próprio estúdio destes artistas, como no caso de Adriana Varejão, Artur Barrio e Waltercio Caldas.

Na segunda-feira, dia 28, após uma sessão de entrevistas com os artistas, o curador fará uma palestra aberta ao público, às 19h, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Jardim Botânico, Rio. Depois, viaja para São Paulo, onde terá mais uma série de encontros, voltando em seguida para Londres.

Obrist gravou, nos últimos anos, mais de 1.400 horas de entrevistas em viagens pelo mundo com artistas, cineastas, músicos, cientistas, arquitetos e filósofos, sobre suas ideias, propostas e reflexões em relação a assuntos das mais diversas áreas do conhecimento. É uma espécie de curadoria geral, em que Obrist passeia, anota, sugere e interage.

O resultado de algumas de suas experiências foi publicado no Brasil pela Editora Cobogó na coleção Hans Ulrich Obrist-Entrevistas vols. 1 a 6, e também no livro Ai Weiwei entrevistado por Hans Ulrich Obrist. Além dos livros de entrevista, a Cobogó publicou também no Brasil, o livro Caminhos da Curadoria, em que o autor busca inspirar os engajados na produção cultural.

Considerado um dos curadores de arte mais influentes hoje no mundo, Hans Ulrich Obrist é atualmente diretor da Serpentine Gallery. Atuou vinte anos como curador independente e também como curador do Museu de Arte Moderna de Paris. Organizou mais de 150 mostras internacionais. Desde muito jovem, Obrist entrevista artistas e pensadores em diversas áreas.

Posted by Patricia Canetti at 11:12 AM

agosto 17, 2017

FVCB lança publicação Claudio Goulart com palestras de Fernanda Soares da Rosa e Vera Chaves Barcellos na FIC, Porto Alegre

A Fundação Vera Chaves Barcellos lança a publicação Claudio Goulart | some pieces of myself, projeto contemplado pelo programa Rumos Itaú Cultural. Com o projeto Revelando Acervos, o Acervo da FVCB recebeu a doação da quase totalidade das obras de Claudio Goulart da Fundação Art Zone (Amsterdã), instituição legatária da obra do artista. O lançamento do catálogo será acompanhado de uma apresentação comentada pela artista Vera Chaves Barcellos e de Fernanda Soares da Rosa, pesquisadora da obra do artista, mestranda em Teoria, História e Crítica de Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

19 de agosto, sábado, 17h

Fundação Iberê Camargo - Auditório BTG Pactual
Av. Padre Cacique 2000, Porto Alegre, RS

Claudio Goulart | some pieces of myself cataloga a produção do artista brasileiro/ holandês (Porto Alegre, 1954 – Amsterdã – 2005), cuja vasta produção conceitual abrange diferentes suportes e linguagens como: arte postal, livro de artista, fotografia, videoarte, instalações e registros de performances. Apesar da multiplicidade de tendências na trajetória do artista, questões relativas à identidade e um viés acentuadamente político se notabilizam. O artista viveu e produziu sua obra em Amsterdã a partir de meados da década de 1970 até sua morte e fez parte de diversos projetos internacionais expondo em países como Holanda, Portugal, Espanha, Alemanha, Suíça, Inglaterra, Cuba, México, Japão, entre outros. Amplamente ilustrada, a publicação bilíngue (português | inglês) conta com texto de apresentação da artista Vera Chaves Barcellos e uma concisa contextualização histórica da Profª Drª Ana Albani de Carvalho, além de entrevista com o artista Flavio Pons, da Fundação Art Zone, parceiro de ações de Goulart e uma forte influência sobre sua obra em sua fase inicial. O material é acompanhado por um DVD com farta documentação visual do universo estético de Claudio Goulart. A publicação terá distribuição gratuita. Posteriormente, está previsto o lançamento da publicação no Itaú Cultural, em São Paulo.

Sobre as palestrantes

Fernanda Soares da Rosa - Mestranda em Artes Visuais, com área de concentração em História, Teoria e Crítica de Arte, no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Historiadora e Professora de História pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Atualmente pesquisa questões de memória e arquivo na produção do artista Claudio Goulart.

Vera Chaves Barcellos nasceu em Porto Alegre, RS, Brasil, 1938. Nos anos 1960 dedicou-se à gravura depois de estudos na Inglaterra e Holanda. Em 1975, aprofundou seu conhecimento em técnicas gráficas e fotografia, com bolsa do British Council, no Croydon College, em Londres. Em 1976, fez parte da representação do Brasil na Bienal de Veneza com o trabalho Testarte. Desde os anos 1970, tem atuado na animação cultural em Porto Alegre figurando entre os fundadores do Nervo Óptico (1976-1978), do Espaço N.O. (1979-1982) e também da galeria Obra Aberta (1999-2002). Desde a década de oitenta, realiza instalações multimídia, empregando além da fotografia, outros meios. Em 2004, instituiu a Fundação dedicada à arte contemporânea que leva seu nome e a qual preside desde então. Vive e trabalha em Viamão, RS, Brasil, mantendo também seu estúdio em Barcelona, Espanha, desde 1986.

Posted by Patricia Canetti at 12:19 PM

Encontro com Antoni Muntadas no IEA-USP, São Paulo

O Fórum Permanente convida você para o encontro Sobre Academia (About Academia) com o artista e professor Antoni Muntadas. O artista apresentará o seu mais recente projeto, intitulado About Academia (Sobre Academia), que propõe uma reflexão sobre como a relação entre Universidade e Academia tem sido mantido ao longo dos anos e como o sistema americano de ensino superior, com a dualidade público/privado e suas diferentes formas culturais, econômicas, sociais e políticas, influenciaram a educação e, por sua vez, suas diversas formas de pedagogia. O encontro poderá ser acompanhado pela internet, ao vivo AQUI

18 de agosto, sexta-feira, 14h

Instituto de Estudos Avançados da USP - IEA-USP - Sala de Eventos
Rua da Praça do Relógio 109, bloco k, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo, SP
Evento gratuito, aberto ao público e com inscrição prévia
(Para assistir ao vivo pela internet não é preciso se inscrever)

Dando sequência à série de encontros organizados em parceria entre o Fórum Permanente e o Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA - USP), será realizado, no dia 18 de agosto a partir das 14h, um encontro com o renomado artista e professor espanhol, Antoni Muntadas. O artista apresentará o seu mais recente projeto, intitulado About Academia (Sobre Academia), que propõe uma reflexão sobre como a relação entre Universidade e Academia tem sido mantido ao longo dos anos e como o sistema americano de ensino superior, com a dualidade público/privado e suas diferentes formas culturais, econômicas, sociais e políticas, influenciaram a educação e, por sua vez, suas diversas formas de pedagogia.

A primeira edição do "Sobre Academia" foi desenvolvida e produzida entre março de 2009 e outubro de 2010 em Cambridge, EUA, na Universidade Harvard e no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), onde Muntadas lecionou no Programa de Artes Visuais da Escola de Arquitetura de 1990 a 2014. A exposição foi apresentada pela primeira vez no Centro de Artes Visuais Carpenter de Harvard, em março de 2011. Depois foi exibida em Vancouver, Canadá, e em Amsterdam, Holanda. De setembro a novembro deste ano, será a vez de Sevilha, Espanha, recebê-la.

O artista esclarece que o projeto possui correspondências diretas com o trabalho "Entre Molduras: o Fórum", desenvolvido entre 1983 e 1993, no qual propôs a observação e análise do sistema das artes através de entrevistas com mais de 150 "players" de diferentes segmentos do setor (museus, galerias, colecionadores, ensino, crítica e meios de de comunicação, entre outros).

Para a ocasião serão convidados profissionais e especialistas qualificados para debaterem com Muntadas o seu projeto About Academia e sobre suas experiências como artista e professor. O encontro será aberto ao público e também ser gravado e transmitido ao vivo via Streaming nesta página.

Posted by Patricia Canetti at 11:42 AM

agosto 11, 2017

Debates da Arte Contemporânea: Mauro Restiffe e Tadeu Chiarelli no Espaço das Artes ECA-USP, São Paulo

A sexta edição da série Debates da Arte Contemporânea traz uma conversa entre o fotógrafo Mauro Restiffe e o professor, crítico e curador Tadeu Chiarelli, com mediação de Nina Lins, da ECA-USP.

14 de agosto de 2017, segunda-feira, às 19h30

Espaço das Artes ECA-USP (antigo MAC-USP) - Auditório
Rua da Praça do Relógio 160, Cidade Universitária, São Paulo

Nesse novo encontro da série, Mauro Restiffe divide a mesa com Chiarelli para conversar sobre sua extensa produção fotográfica, parte dela em exibição na sua mostra retrospectiva “Álbum”, em cartaz na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Serão levantadas questões centrais que animam a obra de Restiffe, tais como o uso da fotografia analógica, quase sempre em preto e branco, as relações entre monumentalidade e subjetividade no espaço público, entre várias outras, em diálogo com a pesquisa de muitos anos desenvolvida por Tadeu Chiarelli sobre a história e os usos da fotografia.

Debates da Arte Contemporânea é um projeto desenvolvido por graduandos do Depto. de Artes Plásticas da ECA-USP, que promove mesas de debate com artistas, críticos, historiadores e pesquisadores de arte, criando um espaço de discussão contínua sobre a produção recente na arte contemporânea. A iniciativa pretende também colocar em pauta o debate já existente na esfera das artes na própria Universidade e no meio cultural da cidade.

Mauro Restiffe estudou cinema na FAAP e fotografia no International Center of Photography (1994-95) e na Universidade de Nova York (2001-03). Recebeu o Prêmio Estímulo de Fotografia, da Secretaria de Estado da Cultura SP (1994), a bolsa ApARTES, do Ministério da Cultura (2000) e os prêmios The Louis Comfort Tiffany Biennial Award e Rema Hort Mann Art Grant (2001). Dentre suas exposições individuais mais recentes estão: Obra (MAC-USP, São Paulo, 2013), São Paulo, Fora de Alcance (Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro, 2014) e Post-Soviet Russia 1995/2015 (Garage Museum, Moscou, 2016). Pode-se destacar, ainda, suas participações nas Bienais de São Paulo (2006) e de Cuenca (Equador, 2014) e no Panorama de Arte Brasileira (MAM-SP, 2005 e 2013). Sua obra integra coleções do Bronx Museum of the Arts, Colección Cisneros, Instituto Inhotim, Instituto Moreira Salles, MAC-USP, MAM-SP, Pinacoteca do Estado de São Paulo, MOMA-San Francisco e Tate Modern, entre outras.

Tadeu Chiarelli é professor titular da ECA-USP no Departamento de Artes Plásticas, onde também coordenou, entre 2005 e 2013, o Grupo de Estudos em Crítica de Arte e Curadoria e, desde 2004, coordena o Grupo de Estudos Arte & Fotografia. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo (1996 a 2000), diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP (2010-14) e da Pinacoteca do Estado de São Paulo (2015-17). Foi curador de exposições como Identidade/não identidade: a fotografia brasileira atual (MAM-SP, 1997), Deslocamentos do eu: o auto-retrato digital e pré-digital na arte brasileira (MAM-SP, 2001), Erotica - os sentidos na arte (Centro Cultural Banco do Brasil - Rio de Janeiro, 2006), Obra - fotografias de Mauro Restiffe (MAC-USP, 2013), Territórios: artistas afrodescendentes no acervo da Pinacoteca (Pinacoteca do Estado SP, 2016), entre muitas outras. É autor de diversas publicações na área das artes visuais, como os livros Leda Catunda (1999), Nelson Leirner, arte e não Arte (2002), Pintura não é só beleza – a crítica de arte de Mário de Andrade (2007), Um Modernismo que veio depois (2012) e Um Cais para Nino (2014).

Nina Lins é artista e graduanda no Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP.

Posted by Patricia Canetti at 8:44 AM