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setembro 21, 2016

Arnaldo Battaglini ministra o curso Do desenho à escultura no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, São Paulo

Do desenho à escultura: percursos e modalidades
Por meio da abordagem de obras produzidas entre 1979 e 2015, o artista irá comentar seu percurso artístico relacionando os assuntos trabalhados em cada fase de sua carreira e as escolhas das diversas modalidades que permearam sua produção.

27 de setembro a 1 de outubro de 2016, de terça a sábado, das 15h às 17h

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc
Rua Dr. Plínio Barreto 285, 4º andar, São Paulo, SP
11-3254-5600 ou centrodepesquisaeformacao@sescsp.org.br
Segunda a sexta, das 10h às 22h; sábados, das 9h30 18h30

Por meio da abordagem de obras produzidas entre 1979 e 2015, o artista irá comentar seu percurso artístico relacionando os assuntos trabalhados em cada fase de sua carreira e as escolhas das diversas modalidades que permearam sua produção.

Tendo o desenho como pano de fundo de todo o processo, serão apresentadas experiências não convencionais realizadas na gravura em metal que se desdobraram posteriormente em esculturas e design de joias. Além disso, serão apresentadas algumas obras originais e seus processos de execução.

O curso finaliza com uma visita à obra permanente Cubo Sombra Linear, escultura de parede instalada na unidade Sesc Santana.

Arnaldo Battaglini estudou desenho, pintura e gravura na Wimbledon School of Art e História da Arte na Middlesex Polytechnic em Londres. Recebeu em 1990 o Prêmio Gravura no Panorama da Arte Atual Brasileira pelo MAM-SP.

De 27 de setembro a 1 de outubro de 2016, de terça a sábado, das 15h às 17h.
Recomendação etária: 16 anos. Número de vagas: 30.
R$ 60,00 (inteira); R$ 30,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública); R$ 18,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Tradução em Libras disponível. Faça sua solicitação com no mínimo dois dias de antecedência da atividade por e-mail.
Informações e inscrições pelo site ou nas unidades do Sesc no Estado de São Paulo.

Posted by Patricia Canetti at 2:19 PM

setembro 18, 2016

32ª Bienal de São Paulo: Oficina curatorial de Práticas permeáveis - curadoria e educação

Bienal abre inscrições para oficina gratuita destinada a curadores, artistas, educadores, agentes culturais e pesquisadores.

Envio de portfolios até 26 de setembro de 2016

Como parte de suas ações de formação, a Fundação Bienal, em parceria com o Sesc-SP, organiza uma oficina para curadores, artistas, educadores, agentes culturais e pesquisadores interessados em estudar processos curatoriais e educativos.

Idealizado pela equipe curatorial da 32ª Bienal, o programa conjuga encontros em grupo com sessões individuais em que os participantes são convidados a discutir e elaborar estratégias de atuação e realização de seus próprios projetos. As conversas e apresentações dos convidados serão focadas em três eixos centrais: descolonização; aprendizagem e desaprendizagem; genealogias e ficção.

A oficina busca instaurar um espaço em que os projetos apresentados possam ser testados, pensados e direcionados em um processo de experimentação conjunta. Os integrantes também terão a oportunidade de se aproximar do processo de construção da 32ª Bienal de São Paulo e conhecer as práticas dos interlocutores, curadores, artistas e profissionais envolvidos para além da exposição.

Espera-se que cada participante apresente um projeto e tenha uma postura ativa no desenvolvimento e direcionamento da oficina. Para participar da seleção é necessária disponibilidade para comparecer a todos os encontros.

24 a 28 de outubro • 10h às 13h e 14h às 18h

Locais dos encontros: Pavilhão Bienal (Parque Ibirapuera) e Centro de Pesquisa e Formação do Sesc (Bela Vista)

Os encontros serão feitos em português e inglês. Não haverá tradução. 12 vagas disponíveis. Gratuito.

Seleção

Envio de um CV e/ou portfólio + uma carta de intenção (com até 500 palavras) introduzindo sua prática, linhas de pesquisa e interesses + projeto curatorial ou educativo em desenvolvimento.

Todo o material deve estar reunido em um único arquivo PDF com até 20MB intitulado ''NomeSobrenome_PraticasPermeaveis".

As inscrições devem ser feitas até 26/9 pelo email oficinacuratorial@bienal.org.br

O programa disponibiliza cinco bolsas-viagem (passagem + hospedagem) para participantes não residentes em São Paulo

A lista de selecionados será divulgada no dia 30 de setembro de 2016 no site 32bienal.org.br

Posted by Patricia Canetti at 11:32 AM

setembro 15, 2016

Chamada para autores: Revista Concinnitas do Instituto de Artes da UERJ

A Concinnitas, publicação semestral do Instituto de Artes da UERJ, recebe propostas de artigos, entrevistas, ensaios visuais, traduções, ensaios e resenhas/crítica de arte para seu próximo número.

Envio de propostas até 2 de outubro de 2016

IMAGEM-VIOLÊNCIA
Tema recorrente em que se travam muitos dos debates atuais: as relações entre imagem e violência. Mas de que violência se trata? A violência dos conteúdos da imagem? A violência do afluxo e circulação vertiginosa de imagens provocada pelas novas tecnologias? A violência dos dispositivos de produção, circulação, apropriação e exposição das imagens? A incitação à violência pelas mídias, televisão, cinema, internet? A violência das imagens de propaganda? A violência de um regime de visibilidade universal conduzido pelo mercado? Questões sensíveis que atravessam as artes e suas imagens, entre resistências e submissões.

Aos interessados pede-se que observem as normas de publicação da revista e que enviem suas propostas para o nosso email.

Posted by Patricia Canetti at 1:25 PM

setembro 14, 2016

Hans Peter Kuhn, Jacques Leenhardt e Raquel Henriques da Silva no 25º Encontro Nacional da ANPAP na UFRGS, Porto Alegre

O francês Jacques Leenhardt, a portuguesa Raquel Henriques da Silva e o alemão Hans Peter Kuhn são os conferencistas do 25º Encontro Nacional da ANPAP na UFRGS

Conferências de três destacados nomes internacionais do pensamento artístico ganham destaque na programação especial que comemora os 25 anos do Encontro Nacional da ANPAP (Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas), que em 2016 toma lugar em Porto Alegre, no Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), de 26 a 30 de setembro.

As conferências poderão ser vistas por todos os inscritos no 25° Encontro Nacional da ANPAP e também estarão abertas para a comunidade acadêmica da UFRGS e público geral. As vagas são limitadas. Interessados devem confirmar presença por e-mail.

PROGRAMAÇÃO

26 de setembro, segunda-feira, a partir das 18h - dia de abertura do 25º Encontro Nacional da ANPAP
Salão de Atos da UFRGS

Raquel Henriques da Silva (Portugal)
A primeira conferência será da Prof.ª Doutora Raquel Henriques da Silva, coordenadora do Departamento de História da Arte e diretora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (UNL), de Portugal.

Professora e pesquisadora concentrada nas áreas de História da Arte em Portugal séculos XIX a XXI, História de Lisboa e Museologia e Ciências do Patrimônio, Raquel Henriques também se dedica a estudos em arte contemporânea, tendo sido Diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea/Museu do Chiado e do Instituto Português de Museus.

Em sua conferência, intitulada “Anos 70 atravessar fronteiras”, ela partirá de uma mostra apresentada entre 2009 e 2010 no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, com o objetivo de abordar a exposição como recurso fundamental da Museologia e da História da Arte contemporâneas. Nesse sentido, a exposição será vista em sua capacidade de enriquecer o museu e as coleções com novos enfoques centrados na documentação. No entendimento de Raquel Henriques, a documentação deve ser entendida como novo território de importância estética, histórica e teórica.

Jacques Leenhardt (França)
A segunda conferência, a ser proferida pelo Prof.° Doutor Jacques Leenhardt, diretor da Escola de Estudos Avançados em Ciências Sociais (École des Hautes Études en Sciences Sociales, EHESS) em Paris, na França. Filósofo e sociólogo com importante atuação na prática e no pensamento da crítica, Leenhardt fez seu doutorado em Sociologia sob orientação de Roland Barthes. Diretor do grupo de pesquisa Funções Imaginárias e Sociais das Artes e das Literaturas, é também autor de diversos títulos nas áreas de filosofia, sociologia e artes, entre eles “Les Amériques Latines em France” (1992) e “Dans les jardins de Roberto Burle Marx” (1994). Leenhardt é também Presidente de Honra da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA).

Por conta de sua aproximação com o Instituto de Artes (IA) da UFRGS, o professor francês assistenciou diversos pesquisadores brasileiros em estágio de estudos em Paris, tanto antes quanto depois da implantação do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV), que está comemorando 25 anos em 2016. Em Porto Alegre, Leenhardt atuou na Fundação Iberê Camargo, instituição onde foi membro do Conselho Curatorial e realizou a exposição de acervo do artista “Os Meandros da Memória” (2011).

Neste 2016, o professor e crítico deu uma importante contribuição à bibliografia de artes no Brasil como responsável pela nova edição e por um ensaio inédito que abre “Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil”, obra que o pintor francês Jean-Baptiste Debret lançou na França entre 1834 e 1841, em três tomos. No Brasil, tão importante fonte de pesquisa estava fora de catálogo há mais de 30 anos.

Em sua conferência 25º Encontro Nacional da ANPAP, intitulada “Novos espaços museais da arte, novos critérios museológicos”, Leenhardt pretende propor uma reflexão sobre a renovação dos critérios museológicos frente aos novos espaços dedicados à arte.

No dia seguinte, terça-feira (27/9), o professor também será um dos participantes do evento “Os olhares de críticos e curadores sobre as coleções universitárias”, uma realização do Departamento de Difusão Cultural (DDC) da UFRGS que integra a programação da Anpap como atividade paralela. Os demais palestrantes serão Angélica de Moraes, Icleia Cattani, Sonia Gomes Pereira, Tadeu Chiarelli e Teixeira Coelho. O evento ocupará o Salão de Festas no 2º andar da Reitoria.

30 de setembro, sexta-feira, às 18h - último dia do 25º Encontro Nacional da ANPAP
Salão de Atos da UFRGS

Hans Peter Kuhn (Alemanha)
A conferência de encerramento será do alemão Hans Peter Kuhn, a atividade é promovida em parceria com o Goethe Institut de Porto Alegre. Professor de Estudos do Som na Universidade de Artes de Berlim (Universität der Künste Berlin), Peter Kuhn atua na área de arte sonora e coordena o Departamento de Design de Som Experimental.

O renomado compositor e artista sonoro alemão iniciou sua carreira no fim dos anos 1970 com composições de música para teatro e ambientação sonora. Desde os anos 1980, vem trabalhando cada vez mais com recursos da luz em seus trabalhos. Suas instalações de luz e som já foram exibidas em espaços como Museum of Fine Arts Boston, Centre Pompidou Paris, Neue Nationalgalerie Berlin, Seattle Art Museum, Tokushima Modern Art Museum.

Peter Kuhn já trabalhou com diretores de teatro como Luc Bondy, Claus Peyman, Peter Zadek, Peter Stein e é bastante conhecido pela música e som ambientes que criou em colaboração com Robert Wilson. Em 1993, foi premiado juntamente com Robert Wilson com o Leão de Ouro da Bienal de Veneza pela instalação “Memory Loss“.

Essa trajetória e experiência serão compartilhadas na conferência “O som na arte contemporânea”. Após a fala no 25º Encontro da ANPAP, Peter Kuhn ainda ministrará, ao longo de outubro, um curso de extensão na UFRGS. A atividade será encerrada com exposição no Goethe Institut.

25º Encontro Nacional da ANPAP

No ano em que comemora 25 edições, cada uma sempre realizada em diferentes cidades do Brasil, o 25° Encontro Nacional da ANPAP (Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas) toma lugar em Porto Alegre.

De 26 a 30 de setembro de 2016, o encontro reunirá, no Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), cerca de 500 participantes das mais diversas regiões do país para apresentar comunicações e participar das discussões propostas nesta edição.

Com o tema “Arte: seus espaços e/em nosso tempo”, o 25° Encontro Nacional da ANPAP propõe um panorama abrangente de investigações realizadas na área da pesquisa científica em Artes Visuais ao longo das duas últimas décadas, tendo como vetores as práticas e os discursos artísticos voltados a uma orientação social que extrapola os antigos limites disciplinares. Nesse sentido, o evento estimula a divulgação de abordagens que considerem tanto as práticas dos artistas quanto os trabalhos e discursos desenvolvidos por historiadores da arte, críticos, curadores, educadores e conservadores. Em todos os casos, busca-se evidenciar vertentes de pesquisas que operem ultrapassando fronteiras delimitadas por campos e disciplinas, seja na apropriação de procedimentos, metodologias e conceitos, seja na atuação colaborativa no âmbito do urbanismo, da arquitetura, da economia, da política, da sociologia, da moda, do design e da ecologia, entre outras áreas.

Em sua estrutura, o 25º Encontro Nacional da ANPAP incluirá os Comitês de Curadoria (CC), Educação em Artes Visuais (CEAV), História, Teoria e Crítica da Arte (CHTCA), Poéticas Artísticas (CPA) e Patrimônio, Conservação e Restauro (CPCR), além de oito Simpósios Temáticos.

Entre as Conferências de Pesquisadores Convidados, destacam-se as participações da Prof.ª Doutora Raquel Henriques da Silva (Universidade Nova de Lisboa – UNL, Portugal) e do Prof.° Doutor Jacques Leenhardt (École des Hautes Études en Sciences Sociales – EHESS, Paris, França).

Vinculados ao encontro, ocorrerão o Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Artes/Artes Visuais, o Fórum de Coordenadores de Graduação em Artes Visuais, História da Arte e Conservação e Restauro, e o Fórum de Editores de Revistas dos Programas de Pós-Graduação em Artes/Artes Visuais.

Na edição que marca seus 25 anos, o Encontro Nacional da ANPAP também homenageará ex-presidentes da associação, com especial menção à professora e pesquisadoras Ana Mae Barbosa em seus 80 anos.

O 25° Encontro ainda se dá em um momento especial para o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) do Instituto de Artes da UFRGS, que está completando também 25 anos neste 2016. Assim, parte das atividades comemorativas se integram, como é o caso da exposição “Maria Lucia Cattani: Gestos e Repetições”, que terá abertura no dia 29/9, às 19h, na Pinacoteca Barão de Santo Ângelo – Instituto de Artes/ UFRGS. Com curadoria dos professores Maristela Salvatori e Paulo Silveira, a mostra é dedicada à artista e professora da universidade falecida em 2015.

Outras parcerias também somam esforços integrando-se à programação do 25º Encontro Nacional da ANPAP. No dia 27/9, o Departamento de Difusão Cultural (DDC) da UFRGS promove como atividade paralela a palestra “Os olhares de críticos e curadores sobre as coleções universitárias”, com Angélica de Moraes, Icleia Cattani, Jacques Leenhardt, Sonia Gomes Pereira, Tadeu Chiarelli e Teixeira Coelho. E em uma atividade promovida pelo Goethe Institut Porto Alegre, o compositor e artista sonoro alemão Hans Peter Kuhn fará, no dia 30/9, a Conferência de Encerramento do 25º Encontro Nacional da ANPAP.

Posted by Patricia Canetti at 1:09 PM

setembro 8, 2016

Lançamento público da plataforma VADB - Arte Contemporânea Latinoamericana na Casa do Povo, São Paulo

Evento de lançamento da VADB acontece durante uma jornada de conversas e debates onde revisaremos as formas de produção e circulação de obras de arte contemporânea, como se estabelecem relações e se tomam decisões para organizar as ideias sobre a escrita e a construção da história da arte. Ao mesmo tempo é interessante pensar quais dispositivos gráficos e visuais fazem justiça aos próprios esquecimentos dos suportes da história moderna.

10 de setembro de 2016, sábado, a partir das 15h

Casa do Povo
Rua Três Rios 252, Bom Retiro, São Paulo, SP

APRESENTAÇÃO

VADB é uma comunidade que, através de um site arquiva e relaciona informações sobre obras, pessoas, organizações, eventos e publicações. VADB é baseado em um modelo de vinculação de conteúdos que organiza informações sobre práticas artísticas, relacionais e discursivas; tanto institucionais como autônomas, baseando-se nos conceitos de Cenas Locais e Gestão Autônoma de Arte.

Essa informação é de caráter aberto e pode ser utilizada com fins de investigação, difusão, debate e pedagogia.

A comunidade VADB é composta por um grupo internacional de pessoas ligadas tanto à produção de arte contemporânea como à teoria, crítica, história da arte, curadoria e pedagogia.

PROGRAMAÇÃO

15-16h Escrita da História da Arte Contemporânea Latinoamericana
Jorge Sepúlveda T. (direção e conceptualização da VADB), Guillermina Bustos (coordenação e conteúdos VADB), Thais Rivitti (Ateliê 397)

16h30-17h30 Registro e Archivo de Arte Contemporânea
Alejandra Ballón (INCA), Ruy Ludovice (Videobrasil) e Juliana Costa (Videobrasil)

18-19h Gestão e visualização de Dados na Arte Contemporânea
Miguel Michelson (direção e desenvolvimento da VADB), Cristian Ferrari (design VADB), Andrei Thomaz (artista e programador)

19-22h
Festa de lançamento

PARTICIPANTES

Andrei Thomaz (Brasil)
É artista visual e professor. Mestre em Artes Visuais pela ECA/USP e formado em Artes Plásticas pela UFRGS. Sua produção artística abrange diversas mídias, digitais e analógicas, envolvendo também várias colaborações com outros artistas, entre as quais encontram-se performances sonoras e instalações interativas. É sócio da produtora Mandelbrot, onde atua como programador e coordenador no desenvolvimento de projetos interativos. Vive e trabalha em São Paulo, SP.

Cristian Ferrari (Chile)
Designer com conhecimentos em experiência de usuário, design de interação, usabilidade e design de interface. Desde 2008 e durante quatro anos, liderou um estudio de design e ilustração que desenvolveu projetos com importante marcas chilenas. Foi co-fundador da plataforma Rhyboo, um sistema de “Social TV” e “Second Screen” para interagir em tempo real com programas de televisão. Durante 2013 e 2014 foi designer de produtos em Prey. Responsável por redefinir a experiência de uso e levar a nova versão de Prey para mais de 5 milhões de usuários ao redor do mundo.
Desde o princípio esteve encarregado do design da plataforma VADB.

Guillermina Bustos (Argentina)
Artista e gestora independente, mestre em Artes, com menção em Artes visuais, na Universidad de Chile. Recebeu bolsas e prêmios para investigação em artes. Realizou mais de 20 exibições em diversos países como Argentina, Chile, México e Colômbia, de caráter individual, grupal e coletivo.
Atualmente trabalha na equipe de pesquisa em arte contemporânea Curatoría Forense – Latinoamérica, na coordenação de residências e produção de seminários da Cooperativa de Arte na Argentina, Brasil, Chile, México e Perú. É coordenadora do Editorial Curatoría Forense, da Red de Gestiones Autónomas, Trabajadores de Arte, Uberbau_house (Brasil) e Reserva Ideológica (Brasil).

Jorge Sepúlveda T. (Chile)
Curador independente e crítico de arte. Realizou e assessorou mais de 25 exposições coletivas e individuais de artistas visuais sul-americanos. Em 2005 cria o grupo de trabalho Curatoría Forense - Latinoamérica, iniciativa que influiu na criação de outras iniciativas nos anos seguintes, tais como Trabajadores de Arte Contemporáneo, Cooperativa de Arte, Biblioteca Popular Julio Tapia (Chile), Uberbau_house (Brasil) y Reserva Ideológica (Brasil).
Assessorou, participou de conferências e ditou seminários sobre artes visuais contemporânea, circuito de arte, fundos culturais públicos, imaginário artístico e imaginário social e gestões autônomas de arte contemporânea em diversas instituições e espaços na Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Equador, França, Itália, México, Perú, Uruguai e Venezuela. Seus textos de análise foram publicados em diversos meios, entre os quais se destacam Documenta 12 Magazine, SalonKritik, Artenlinea, ArteyCrítica, Revista Plus e Alzaprima.

Juliana Costa (Brasil)
Assistente de arquivo do Núcleo de Acervo e Pesquisa da Associação Cultural Videobrasil, na qual trabalha desde 2004, tendo estado presente na implantação na atual versão de seu banco de dados. Atua diretamente na catalogação do acervo, organização e conservação de documentos e realiza o acompanhamento de pesquisadores na instituição. Concluiu curso de tecnologia de Processamento de Dados em 1999, no Centro de ensino Aplicação, e formou-se em Tecnologia em Gestão Audiovisual em 2008 pela Universidade Anhanguera. Vive e trabalha em São Paulo.

Marina Torre (Brasil)
É mestranda em Curadoria em Artes Visuais na UNTREF (Buenos Aires) e graduada em Comunicação Social com especialização em Cinema pela FAAP (São Paulo). Atualmente se dedica à produção, pesquisa e curadoria independente. É coordenadora de produção do 6º BRLab e colaboradora da Curatoría Forense desde 2015, com a qual organizou a residência Habeas Data III – Investigación de campo, e o projeto Uberbau_house. Foi curadora assistente da exposição Memórias Inapagáveis, exibida no SESC Pompeia, MAC-Vigo, Museu Angewandte Kunst, MALBA e Laboratorio Arte Alameda. Curou a exposição Peso/Pluma na galeria La Sin Futuro e Trémula (Arg). Foi produtora no Videobrasil de 2003 a 2011, onde produziu diversas exposições, seminários, palestras e atividades relacionadas ao acervo.

Miguel Michelson (Chile)
Dirige e desenvolve plataformas de uso aberto para arte contemporânea: VADB.info, Artenlinea.com e Pullentity.com. Organizou encontros de artes visuais e ciclos de curadorias entre 2006 e 2009 onde participaram mais de 200 artistas expositores em 11 exibições no Chile e na Argentina.
Desde 2009 mantém vários projetos de código aberto, colaborando principalmente com a comunidade de programação “Ruby”. Assessorou equipes e empresas em desenvolvimento de produtos de internet ligados à cultura e tecnologia. Colaborou no desenvolvimento e conceitualização de produtos web líderes nessa indústria tais como Archdaily.com em 2013 e Preyproject.com desde 2014 até hoje.

Ruy Luduvice (Brasil)
É pesquisador, responsável pelo Núcleo de Acervo e Pesquisa da Associação Cultural Videobrasil. É doutorando em filosofia pela Universidade de São Paulo, dedicando-se ao pensamento de Georges Bataille. Na mesma instituição, concluiu mestrado em filosofia sobre a artista Louise Bourgeois, em 2013, e graduação em filosofia, em 2009. Entre 2007 e 2008, realizou intercâmbio na Université Paris Ouest Nanterre La Défense. É membro do Grupo de Estudos em Estética Contemporânea, ligado ao Departamento de Filosofia da FFLCH/USP. Vive e trabalha em São Paulo.

Thais Rivitti (Brasil)
É curadora, crítica de arte e gestora independente. Desde 2010, está na direção do Ateliê397, espaço de arte localizado na Vila Madalena, em São Paulo, onde organiza cursos, exposições, publicações e debates sobre arte contemporânea brasileira.

Posted by Patricia Canetti at 8:34 PM

setembro 1, 2016

Programas públicos: Akram Zaatari no Galpão VB, São Paulo

Os Programas Públicos acontecem no Galpão VB e desdobram temas e conceitos presentes nas ações do Videobrasil, provocando experiências e debates que iluminam e expandem seus questionamentos.

Akram Zaatari - Amanhã vai ficar tudo bem, Galpão VB, São Paulo, SP - 05/09/2016 a 03/12/2016

Amanhã vai ficar tudo bem
com Akram Zaatari e Moacir dos Anjos
5 setembro, segunda, 20h

Uma conversa com Akram Zaatari conduzida pelo pesquisador e curador Moacir dos Anjos com Akram Zaatari acerca da poética do artista, a partir dos trabalhos apresentados na exposição Amanhã vai ficar tudo bem.

Curso Ficções e verdades nas narrativas do Líbano Pós-Guerra
com Michel Sleiman
Quintas-feiras do mês de outubro, das 20h às 22h30

Ministrado por Michel Sleiman, professor do Departamento de Letras Orientais da USP, o curso Ficções e verdades nas narrativas do Líbano Pós-Guerra tem como foco a atual produção literária, ensaística e artística libanesa. Poetas, romancistas, fotógrafos, artistas e curadores constroem um discurso de recuperação da memória e da história recentes do país, assolado por uma sangrenta guerra civil (1975–1990) que nunca esteve desvinculada das questões mais amplas do Oriente Médio. Com quatro encontros, o curso abordará tópicos como “liberdade e direitos humanos”, “religiosidade e laicismo”, “verdade e ficção” e “discursos e fronteira de gêneros”.

PROGRAMA
Aula 1 - 06/Out
O Líbano Antigo e Contemporâneo: as civilizações constitutivas dos fenícios, caldeus, persas, romanos, bizantinos, árabes, otomanos e franceses.
Aula 2 - 13/Out
A conexão Líbano-EUA- Brasil dos poetas do Renascimento Literário “Nahda” e a Beirute dos Poetas Tamuzeus nas décadas de 1960 e 1970.
Aula 3 - 20/Out
Movimentos de guerra: a instalação da OLP em 1970; a entrada do exército sírio em 1976; a invasão israelense de 1982; a guerra civil de 1975-1990; literatura de êxodo e permanência.
Aula 4 – 27/Out
Arte e discurso do pós-guerra: memória e recuperação; testemunho, verdade e ficção; experimentos de gêneros discursivos: o romance; a fotografia; o vídeo; a instalação; a performance; a curadoria.

Público alvo: pesquisadores, curadores, educadores, artistas, estudantes e demais interessados
Número de vagas: 15
Carga horária: 4 encontros, somando 10 horas.
Valor de investimento e formas de pagamento: R$150,00 à vista (depósito/transferência bancária) *

Inscrições e informações: cursos@videobrasil.org.br ou pelo telefone (11) 3645-0516

*A desistência após o início da oficina ou o não comparecimento do inscrito aos encontros desta oficina não o exime de pagamento, tendo em vista o serviço colocado à sua disposição.

Oficina de desenho CEAGESP, da rua aos personagens
com Carla Caffé
15 outubro, sábado, das 11h às 14h30

Esta oficina de desenho de investigação propõe uma atividade de exploração da Vila Leopoldina, com foco especial na CEAGESP - território bastante representativo da discussão acerca do processo de gentrificação do bairro, que transforma visivelmente sua paisagem urbana e humana. Com base em questões levantadas pela obra de Akram Zaatari e auxiliados por um mapa produzido pela artista Carla Caffé, os participantes serão estimulados a registrar o percurso do Galpão VB até a CEAGESP, levando em conta não só as características físicas do espaço urbano, mas também as relações interpessoais que ali se estabelecem.

PROGRAMA
11h às 11h30: conversa de introdução à oficina
11h30 às 12h30: 1a etapa – Percurso Galpão VB / CEAGESP com paradas sugeridas
12h30 às 14h: 2a etapa – Retratos
14h às 14h30: caminhada de volta e conversa de encerramento no Galpão VB

PONTO DE ENCONTRO: Galpão VB

Público alvo: artistas, arquitetos, ilustradores, designers, desenhistas e estudantes destas áreas (maiores de 16 anos).
Número de vagas: 20 (por ordem de inscrição)
Carga horária: 03h30
Investimento: gratuito
Para participar: inscrições por ordem chegada, enquanto houver vagas, das 10h30 às 11h.

Lançamento do livro Amanhã vai ficar tudo bem
com Carlos Nader, Eduardo de Jesus e Solange Farkas
5 novembro, sábado, 15h

Em ocasião do lançamento do livro da exposição Amanhã vai ficar tudo bem, do artista libanês Akram Zaatari, uma conversa em torno da presença libanesa no cenário e na produção artística brasileira reúne três olhares sobre a questão: artístico, curatorial-institucional e acadêmico.

Entre os destaques de seus 25 anos de carreira como curadora estão exposições como a mostra Contemporary Southern Hemisphere Videoart, participante do 9º Ayoul Festival (Beirute, Líbano, 1999); a Mostra Pan-Africana de Arte Contemporânea (Salvador, Brasil, 2005); La Mirada Discreta: Marcel Odenbach & Robert Cahen (Buenos Aires, Argentina, 2006); Suspensão e Fluidez (ARCO, Madri, 2007); e a Mostra Africana de Arte Contemporânea (São Paulo, Brasil, 2000), em parceria com Clive Kellner.

Em 2003, convidou Akram Zaatari e Christine Tohme para organizarem o evento de arte do Líbano Narrativas Possíveis, integrando a programação do 14º Festival. Compreendendo mostra de vídeos, exposição e palestras, o evento abriu caminho para uma intensa representação de artistas libaneses no Festival.

Em 2015, Solange Farkas foi convidada a integrar o comitê de conteúdo do UN Live Museum, o Museu pela Humanidade da Organização das Nações Unidas (ONU).

Oficina Vulnerabilidade e Alteridade
com Gui Mohallem
19 e 26 de novembro

O trabalho de Gui Mohallem, assim como a obra de Akram Zaatari, parte de experiências pessoais para ​​ganhar contornos de alteridade. A partir da análise dos trabalhos dos artistas, os participantes serão questionados: ​que cenários, experiências e ​desdobramentos podem surgir a partir de uma história pessoal​? Os participantes serão convidados a acessar suas próprias questões mais íntimas e instigados a compartilhá-las por meio de exercícios práticos.

PROGRAMA
dia 1: 19 de novembro, sábado — às 16h, visita à exposição; das 17h às 21h, atividades em grupo e individuais e discussão de processo criativo
dia 2: 26 de novembro, sábado — das 17h às 21h, atividade prática, avaliação da produção dos alunos e discussão de referências

Público alvo: ​artistas, pesquisadores, educadores e estudantes dessas áreas.

Número de vagas​: 15*
Carga horária: 9 horas
Investimento: gratuito
Para participar: Enviar até às 18h00 (horário de Brasília) do dia 10 de novembro de 2016 para o e-mail cursos@videobrasil.org.br com o assunto “Vulnerabilidade e Alteridade” e com o formulário devidamente preenchido em anexo (clique aqui para baixar)

A confirmação dos selecionados será feita diretamente por e-mail e/ou telefone.

* A oficina será realizada mediante preenchimento de número mínimo de vagas.

SOBRE PALESTRANTES E MINISTRANTES

Akram Zaatari é artista visual e curador, e um dos fundadores da Fundação Árabe da Imagem. Sua obra transita entre a fotografia, o vídeo e o cinema, sendo marcada por uma importante pesquisa sobre o patrimônio visual no contexto cultural árabe. Através dela, Zaatari investiga questões relativas à identidade e às percepções sociais do corpo e do desejo, além dos vínculos entre memória individual e narrativa coletiva. Desenvolvida em duas grandes frentes, uma abertamente política e histórica e outra mais explicitamente ligada às conformações da sexualidade – sobretudo a masculina –, a obra de Akram Zaatari constitui-se como uma ampla reflexão sobre a memória visual e as formas de representação imagética. Participou de exposições coletivas como a Trienal de Turim (2008), as bienais de Istambul (2011), Veneza (2013) e São Paulo (2006), e da dOCUMENTA 13 (Kassel, 2012). Teve diversas exposições individuais como Projects 100: Akram Zaatari, no MoMA de Nova York (2013), e a mostra UNFOLDING no Moderna Museet, Estocolmo (2015). Seus trabalhos integram as coleções da Tate Modern, Londres, do Centre Georges Pompidou, Paris e do MoMA . Vive e trabalha em Beirute, Líbano.

Carla Caffé é formada em arquitetura, trabalha com ilustração, design gráfico, arte, teatro e cinema. Participou de importantes mostras coletivas como a IV e a X Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. Em suas pesquisas artísticas têm-se dedicado à cartografia paulistana. Sua última exposição foi na galeria Carbono. No cinema, trabalha como diretora de arte em longa-metragem, entre outros, Central do Brasil (Walter Salles) e Narradores de Javé (Eliane Caffé). Atualmente prepara toda a identidade visual do filme Era o Hotel Cambridge, lançamento previsto para 2017, do qual também fez a direção de arte. É autora do livro de artista A(e)rea Paulista, publicado pela Galeria Vermelho, Av. Paulista, pelas editoras Cosac Naify e SESC Edições e São Paulo na linha, pela editora DBA. Atualmente é professora de desenho da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Escola da Cidade e das oficinas do SESC Pompeia

Carlos Nader - Experimentando e cruzando linguagens, que vão da vídeoarte ao documentário, Nader é um realizador com forte apelo ensaístico. Preocupado com a complexidade da cultura contemporânea brasileira e sua dimensão midiática, busca na investigação de determinados personagens – anônimos, personalidades e artistas – os mais variados traços de identidades urbanas. De natureza documental, Beijoqueiro (1992) foi um dos vídeos nacionais mais reconhecidos da década de 1990, ao sintetizar em sua produção características comuns à sua geração. Na sequência, realizou os filmes Trovoada (1995), vencedor no Videokunstpreis em 1998, O Fim da Viagem (1996) e Carlos Nader (1998), vencedor do Grande Prêmio de Cinema Brasil de 2000. Nesse último, o conceito de autobiografia é desconstruído ao misturar sua própria imagem com depoimentos de travestis, filósofos, poetas e bandidos. Ao longo dos anos 2000, Nader concentrou suas atividades no exterior, onde dirigiu documentários e criou vídeoinstalações para centros culturais locais, participando de diversos festivais e exposições coletivas. Realizou uma série de outros filmes, como: Concepção (2001), Flor da Pele (2002), Cross (2003), RBS: 50 anos da televisão no Brasil (2007), Pan-Cinema Permanente (2008), Chelpa Ferro (2009), da série Videobrasil Coleção de Autores, e Eduardo Coutinho – 7 de outubro (2013). Recentemente ganhou, consecutivamente, os prêmios de Melhor Documentário Brasileiro de Longa-metragem nas duas últimas edições do Festival É Tudo Verdade pelos filmes Homem Comum (2014) e A Paixão de JL (2015), este último também premiado no 37º Festival de Havana, em 2016. No início de sua trajetória, editou as revistas Caos, de 1987 a 1989, e Circuit, em 1990. Vive e trabalha em São Paulo.

Eduardo de Jesus é graduado em comunicação social pela PUC Minas, mestre em comunicação pela UFMG e doutor em artes pela ECA-USP. É professor do programa de pós-graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas. Atuou em diversas edições do Festival Videobrasil e em projetos da Associação Cultural Videobrasil. Entre suas curadorias estão FIF – Festival Internacional de Fotografia (Belo Horizonte, 2013 e 2015), esses espaços (Belo Horizonte, 2010), Densidade Local, em parceria com Gunalan Nadarajan, para o Festival Transitio-MX (Cidade do México, 2008) e Mostra Fiat Brasil (2006). Tem publicado textos, ensaios e resenhas em torno da produção artística contemporânea.

Gui Mohallem (Itajubá, MG, 1979) - Questões de pertencimento e identidade permeiam o trabalho de Gui Mohallem há algum tempo. Após participar de uma residência de seis semanas no Líbano, contemplada pelo Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do MinC, em 2012, o artista entrou em contato direto com aspectos do exílio, passando a compreender suas origens e também características identitárias de membros de sua família. Graduado em Cinema e Vídeo pela ECA-USP, expôs pela primeira vez em uma individual em Nova York, em 2008. Nos anos seguintes, teve exposições no MuBE, no Sesc Pompeia e nas galerias Olido, Babel, Baró Cruz, Luciana Caravello e Emma Thomas. Expôs também nos EUA, na Islândia e na Estônia, participou do programa Descubrimientos, do Photoespaña, e do 18º Festival Sesc_Videobrasil. Em 2011, ganhou o 2º lugar no prêmio Conrado Wessel. Participou de programas de residência artística em São Paulo e em Beirute, no Líbano. Tem dois livros publicados, Welcome Home (2012) e Tcharafna (2014). Foi palestrante nos principais festivais de fotografia do país e suas obras estão em importantes coleções, como Itaú Cultural, Videobrasil, Centro Cultural São Paulo, Luiz Chrysostomo, Nilo Cecco, Fernando Abdalla, Alfredo Setúbal, entre outros.

Michel Sleiman nasceu em 1963 em Santa Rosa, RS, e se formou em Letras em Santa Maria (UFSM) e Porto Alegre (UFRGS). Fez estudos de árabe em Beirute, Damasco e no Cairo. Completou os estudos de pós-graduação na USP, onde leciona atualmente Língua e Literatura Árabe no Departamento de Letras Orientais e nos programas de pós-graduação em Estudos Árabes e em Estudos da Tradução. Tem pesquisas sobre a poesia andalusina escrita nos dialetos árabes e românicos locais de Alandalus, sobre a qual publicou A Poesia Árabe-Andaluza: Ibn Quzman de Córdova (Perspectiva, 2000) e A Arte do Zajal: ensaio de poética árabe (Ateliê, 2008). Tem traduções ao português de suras do Alcorão e de poemas do palestino Mahmoud Darwich, do sírio Adonis e do libanês Unsi El-Hajj, e traduções ao árabe de poemas de Waly Salomão e Haroldo de Campos. Criou e dirige a Revista Tiraz de estudos árabes e das culturas do Oriente Médio (Departamento de Letras Orientais da USP). Coordena o Grupo de Tradução da Poesia Árabe Contemporânea, na USP. Foi presidente do Instituto da Cultura Árabe, em São Paulo, entre 2009 e 2012 e curador do espetáculo anual Diwan de Literatura e Arte entre 2005 e 2008. Publicou poemas de sua autoria nas revistas Coyote, Zunái, Poesia Sempre e Granta e o livro Ínula Niúla (Ateliê, 2009).

Moacir dos Anjos (Recife, Brasil, 1963) é pesquisador e curador de arte contemporânea da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM (2001-­2006) e pesquisador visitante no centro de pesquisa TrAIN – Transnational Art, Identity and Nation, em Londres (2008­-2009). Foi curador da Bienal de São Paulo (2010) e das mostras Cães sem Plumas (MAMAM, 2014) e A Queda do Céu (Paço das Artes, 2015). É autor dos livros Local/global – arte em trânsito (Zahar, 2005) e Arte Bra Crítica (WMF Martins Fontes, 2010), além de editor do Caderno Videobrasil 8: Pertença (2013).

Solange Farkas é curadora e diretora da Associação Cultural Videobrasil. Em 1983, criou o Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil, evento de que é também curadora-geral e que se tornou referência para a produção artística do Sul Global. Foi responsável por trazer ao Brasil exposições como as de Sophie Calle (Cuide de Você, 2009), Joseph Beuys (A Revolução Somos Nós, 2010) e Isaac Julian (Geopoéticas, 2012), do qual também foi curadora. Como curadora convidada, participou da 10ª Bienal de Charjah (Emirados Árabes Unidos, 2011), da 16ª Bienal de Cerveira (Portugal, 2011), da 5th Videozone: International Video Art Biennial (Israel, 2010) e do 6th Jakarta International Video Festival (Indonésia, 2013), entre outros.

Posted by Patricia Canetti at 10:39 PM