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abril 1, 2021

Programação de abril no MAM, Rio de Janeiro

PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA | ABRIL 2021

MUSEU FECHADO

22 MAR - 12 ABR

Atividades presenciais suspensas em razão do agravamento da pandemia

Leia o comunicado www.mam.rio/sobre/comunicado-ao-publico/

CRIANÇAS – ONLINE

AniMAM

QUI 14 abr (lançamento)

Hélio Oiticica é o tema do novo AniMAM, filme de animação para a primeira infância (0 a 6 anos) produzido pelo museu. O desenho enfatiza a relação do artista com o samba e o Carnaval, manifestações que contribuíram para o desenvolvimento de sua obra. Os desenhos e a animação são de Ambrosio Pentu e a música é um samba das cariocas Marina Iris e Manu da Cuíca.
www.mam.rio/animam/

PARA FAZER EM CASA

QUA, 27 ABR (lançamento)
Oficina de carimbo de batata, com Aline Besouro. Enquanto o MAM faz exposição de Fayga Ostrower, com gravuras, litografias e outras impressões a partir de matrizes, uma oficina em vídeo convida as crianças a produzirem matrizes de batatas desenhadas com um lápis, e a imprimi-las no papel.
www.mam.rio/oficinas-caseiras-criancas/

CINEMATECA DO MAM – ONLINE

Programas e ciclos online, acompanhados de palestras e discussões sobre cinema e suas múltiplas manifestações.
www.vimeo.com/channels/cinematecadomam

VEREDAS DO PATRIMÔNIO AUDIOVISUAL

Projeto patrocinado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, pela Concremat, H.I.G. Capital e Guelt Investimentos, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura - Lei do ISS. Em abril, Veredas do patrimônio audiovisual focaliza este mês as vanguardas cinematográficas e apresenta uma obra daquele que é considerado o primeiro crítico de cinema da história, Louis Delluc (1890–1924). Cineasta, crítico, escritor e animador cultural, Delluc é possivelmente o criador do termo “cineclube”. Figura central da vanguarda do cinema francês do período silencioso ao lado de nomes como Germaine Dulac e Jean Epstein, em 1922 Delluc realiza La femme de nulle part aquele que seria considerado seu principal e mais bem sucedido filme. A valorização e conservação de sua obra está diretamente ligada ao empenho de Henri Langlois, fundador da Cinemateca Francesa. E vem justamente da Cinemateca Francesa a cópia restaurada que apresentamos deste filme que é, até onde pudemos levantar, inédito no Brasil. Acompanhando a apresentação do filme haverá conferência da Cinemateca Francesa sobre o trabalho por trás da plataforma de difusão online da instituição, batizada, justamente em homenagem a seu fundador, Henri.

SEX 30 ABR – DOM 2 MAI
A mulher de lugar algum (La Femme de nulle part) de Louis Delluc. França 1922. Versão restaurada. Com Ève Francis, Roger Karl, Gine Avril, André Daven. 66’. Silencioso. Intertítulos em francês. Legendas em português. Classificação indicativa: 12 anos

SEG 29 mar (gravado em inglês, com legendas)
Conferência de Kate Saccone sobre as origens e conquistas do The Women Film Pioneers Project. Mediação José Quental

SEX 30 abril (gravado)
Conferência de Emilie Cauquy, Nicolas le Thierry e Catherine Hulin sobre “Henri”, plataforma de vídeo criada pela Cinemateca Francesa durante a pandemia. Mediação José Quental (em francês com legendas em português)

O CINEMA DE RODRIGO DE OLIVEIRA

Retrospectiva dedicada ao cineasta, roteirista, montador e crítico de cinema Rodrigo de Oliveira. Serão apresentados seus três longas e três curtas–metragens realizados entre 2012 e 2019. Rodrigo tem uma trajetória singular como realizador, pois antes de realizar seu primeiro curta, já tinha dois longa–metragens (As horas vulgares, co–dirigido com Vitor Graize e Teobaldo morto, Romeu exilado) que, além de serem exibidos nos circuitos dos festivais, tiveram lançamentos comerciais em diversas cidades do país. Originário de Volta Redonda e radicado na cidade de Vitória (ES), Rodrigo é sócio da produtora Pique Bandeira Filmes que vem se destacando na produção e coprodução de alguns dos filmes mais significativos da produção contemporânea no país, além de realizar um importante trabalho de recuperação da memória audiovisual do Espírito Santo, com o projeto Acervo Capixaba. A retrospectiva faz parte do esforço da Cinemateca do MAM em revisitar e divulgar o cinema brasileiro contemporâneo.

SEX 2 abril – QUI 8 abril
As horas vulgares de Rodrigo de Oliveira e Vitor Graize. Brasil, 2012. Com João Gabriel Vasconcellos, Romulo Braga, Tayana Dantas, Sara Antunes, Thaís Simonassi, Julia Lund, Higor Campagnaro, Raphael Sil, Murilo Abreu, Erik Martincues e Abner Nunes. 123’. Classificação indicativa: 16 anos

Sex 9 abril – QUI 15 abril
Teobaldo morto, Romeu exilado de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2014. Com Alexandre Cioletti, Rômulo Braga, Sara Antunes, Margareth Galvão e Erik Martíncues. 118’. Classificação indicativa: 16 anos

QUI 15 abril, às 16h (via Youtube e Facebook)
Debate O cinema de Rodrigo de Oliveira. Com Rodrigo de Oliveira, Lucas Barbi, Rômulo Braga e Luiz Pretti. Mediação: Kênia Freitas.

SEX 16 abril – QUI 22 abril
Eclipse solar de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2016. Com Rejane Arruda, Erik Martíncues, Natália Hubner, Leonardo da Silva e Rômulo Braga. 28’. Classificação indicativa 10 anos. Ano passado eu morri de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2017. Com João Paulo Stein, Rodrigo de Oliveira, Lorena Lima e Isabella Masiero. 25’. Classificação indicativa 12 anos. + Os mais amados de Rodrigo de Oliveira. Brasil, 2019. Com Alberto Contarato, Fagner Soares, Rômulo Braga, Suely Bispo. 28’. Classificação indicativa: 16 anos

Sex 23 abr – DOM 25 abril

Todos os Paulos do mundo de Rodrigo de Oliveira e Gustavo Ribeiro . Brasil, 2018. Documentário. 90’. Classificação indicativa: 14 anos.

CENTENÁRIO DE ZEQUINHA MAURO

Filho do pioneiro Humberto Mauro, Zequinha foi um dos mais talentosos e prolíficos fotógrafos de cinema do país. Além de ter uma produção de mais de uma centena de filmes, Zequinha Mauro formou diversas gerações de fotógrafos de cinema no Brasil. Ele também montou e dirigiu filmes produzidos pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo. A programação teve início em março e se estenderá até o final de maio.

SEG 29 mar – DOM 4 abr
Programa 2. Canções populares (Chuá… Chuá e A casinha pequenina) de Humberto Mauro. Brasil, 1945. Documentário. 7’+ Aboio e cantigas de Humberto Mauro. Brasil, 1954. Documentário. 10’. + Canções populares (Azulão e o Pinhal) de Humberto Mauro. Brasil, 1948. Documentário. 8’ + Cantos de trabalho – Música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. Documentário. 10’. + Engenhos e usinas – música folclórica brasileira de Humberto Mauro. Brasil, 1955. 8’ + Manhã na Roça: o carro de bois de Humberto Mauro. Brasil, 1956, 8’. Classificação indicativa: livre

SEG 5 abril – DOM 11 abril
Programa 3. Alberto Nepomuceno – 1864 – 1920 de Humberto Mauro. Brasil, 1950. Documentário. 12’. + Castro Alves (1847 – 1871) de Humberto Mauro, Brasil, 1948. Documentário. 22’ + Cidade do Rio de Janeiro de Humberto Mauro. Brasil, 1949. Documentário. 32’. Classificação indicativa: livre

SEG 12 abril – DOM 18 abril
Programa 4. Festa de São Benedito de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. Documentário. 11’. + Festa do Divino Espírito Santo de José de A. Mauro e Paulo Jorge de Souza. Brasil, 1975. 10’. Classificação indicativa: livre

SEG 19 abril – DOM 25
Programa 5. Laço de fita: Folclore do Piauí de Paulo Cezar Saraceni, Brasil, 1976. Documentário. 30’. + Conversa com Cascudo de Walter Lima Júnior. Brasil, 1977. Documentário. 8’. + Taim de Lyonel Lucini. Brasil, 1978. Documentário. 31’. Classificação indicativa: livre

SEG 19 abril, às 16h (ao vivo pelo Youtube e Facebook)
A trajetória de Zequinha Mauro no INCE, INC e Embrafilme. Com Sheila Schvarzman, Carlos Roberto de Souza, Ronaldo Werneck, André Di Mauro. Mediação José Quental

SEG 26 abril – DOM 2 maio

Programa 6. Oswaldo Cruz de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973.Documentário. 15’. + Cinegrafista de Rondon de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1979. Documentário. 9’. + Os brasileiros e a conquista do ar de Jurandyr Passos Noronha. Brasil, 1973. 11’. Classificação indicativa: livre

CINEMATECA JÚNIOR

Sessão com dois filmes realizados coletivamente em oficinas de animação conduzidas pela Cinemateca Portuguesa dentro do projeto Cinemateca Júnior. São animações em duas técnicas diferentes, a primeira em stop motion faz uma linda homenagem ao 25 de abril, a chamada Revolução dos Cravos. A segunda em pintura sobre película gera um filme abstrato cheio de poesia. Ambas os trabalhos foram criados por crianças e adolescentes em oficinas oferecidas no quadro deste pioneiro projeto.

DOM 25 abr – SAB 1 maio
O Dia da Liberdade, 25 de Abril de Alunos da oficina Técnicas de Cinema de Animação. Portugal, 2014. Animação. 1’. + [Workshop intervenção direta em película 16 mm] de alunos da oficina. Portugal, 2015. Animação. 33’ 37’’. Classificação indicativa: livre

ARTES VISUAIS – EXPOSIÇÕES
Previsão de reabertura: 15 ABR
Ingressos em www.mam.rio/ingressos

MARCOS CHAVES: AS IMAGENS QUE NOS CONTAM

20 MAR – 13 JUN - Visitação suspensa de 22 MAR - 15 ABR
Curadoria: Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente

Panorama da obra do artista carioca Marcos Chaves, com trabalhos das últimas quatro décadas. Instalações, esculturas, objetos, fotografias e vídeos capturam aspectos fundamentais das paisagens que o artista habita e pelas quais circula. O espaço expositivo, com as vidraças descobertas, permitirá ao visitante conectar diretamente as obras de Chaves com a cidade do Rio, tema recorrente do seu trabalho.

FAYGA OSTROWER: FORMAÇÕES DO AVESSO

20 MAR – 6 JUN
Curadoria conjunta da equipe curatorial do MAM Rio, formada por Beatriz Lemos, Keyna Eleison e Pablo Lafuente, e a equipe de Educação e Participação, com Daniel Bruno, Gilson Plano e Shion Lucas

A importância do trabalho artístico de Fayga Ostrower (1920–2001), especialmente no campo da abstração, é comparável a sua relevância como pensadora e educadora de arte, trabalho que desenvolveu no Bloco Escola do MAM Rio. “Fayga Ostrower: formações do avesso” traz ao MAM gravuras e tecidos da artista junto com seus textos e ideias, para celebrar o centenário do seu nascimento em 2020 e a recente doação de um conjunto de obras ao museu pelo Instituto Fayga Ostrower.

MEDIAÇÃO

Todos os meses construímos com diferentes grupos e indivíduos relações com as exposições, as programações e os acervos através do desenvolvimento de visitas, residências, debates, oficinas e formações. Com elas tornamos públicas as reflexões suscitadas pelo museu, dando ênfase à integração do museu com o território e com a cidade, à acessibilidade e os agenciamentos culturais, e às relações entre museu e comunidade escolar.

ACERVO EM FOCO

No último sábado do mês organizamos uma conversa dedicada a uma obra dos acervos do MAM, estudando junto com os públicos suas singularidades e sua história, e explorando diversos caminhos para entender sua possível relevância nos contextos da arte e da cultura.

SÁB 24 abr, às 14h, online

Políptico do Itamaraty, de Fayga Ostrower, com Antonio Amador. Diálogo sobre a gravura que a artista Fayga Ostrower elaborou em 1968, e que integra a exposição “Fayga Ostrower: formações do avesso”
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Faixa etária: livre.

ENCONTROS NO MAM

A cada segundo sábado do mês haverá uma conversa com e sobre arte com profissionais convidados e profissionais do MAM, especialmente programas de Residências MAM. A cada mês a conversa adota dinâmicas e temáticas diferentes, compartilhando processos de trabalho, criação e pesquisa que se desenvolvem no museu.

SÁB 10 abr, às 16h (Facebook e Youtube do MAM)
Fala pública com Amara Moira
No âmbito do projeto de residência Pesquisa em Artes, haverá palestra da escritora e poeta Amara Moira. Nascida em Campinas (SP), Amara Moira é uma transexual, feminista, escritora e professora de literatura.

VISITAS PETROBRAS

Os educadores acompanham grupos de até 8 pessoas de qualquer idade, quando dialogam e compartilham olhares, leituras e significados nas exposições do MAM. Agendar em www.mam.rio/ingressos

DOM 18 e 25 abr
10h30 – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

13h30 – Arquitetura MAM – Visita com foco no edifício, projetado por Affonso Eduardo Reidy, e nos Jardins do MAM, de autoria de Roberto Burle Marx. A arquitetura e o paisagismo como arte.

15h – Uma volta pelas exposições – A visita propõe uma visão panorâmica da programação com uma volta pelas exposições em cartaz, instigando relações de contrastes e aproximações a partir da reflexão: o que pode ser um museu?

PERCURSOS

Monte um grupo de seu relacionamento para ter acesso exclusivo às exposições antes do horário de abertura do museu para o público. Com ingresso de valor diferenciado, o grupo terá direito a reserva no estacionamento e acompanhamento de educadores, que irão propor circuitos de visitação a cada grupo a partir de um percurso previamente escolhido. São apenas duas sessões diárias, para grupos de até 8 pessoas, e seguem todos os protocolos de segurança sanitária. Agendar em www.mam.rio/ingressos

QUINTAS E SEXTAS, às 10h e 11h30

Percursos à escolha:

Paisagens imaginantes – Como vemos e sentimos os lugares por onde passamos? A proposta da visita é fazer um percurso da paisagem que vemos na área externa do museu até as paisagens reais ou imaginadas, externas ou internas, presentes nas diversas exposições em cartaz.

História do MAM – Ao longo de sua história, o MAM realizou inúmeras exposições que marcam até hoje expressões e linguagens das artes visuais, assim como tornou–se um polo para múltiplos eventos e movimentos artísticos na cidade desde sua inauguração. O percurso sugere uma imersão na história do MAM através de exposições, arquitetura, obras e jardins.

Arquitetura MAM – Um percurso através da arquitetura de Affonso Eduardo Reidy enquanto obra motriz. A visita propõe um olhar sobre o marco da arquitetura moderna para além de um recipiente de exposições ou vanguardas artísticas no Rio de Janeiro, mas como obra que instala–se no território da cidade.

VISITAS ACESSÍVEIS
Assista em www.youtube.com/mamrio

As visitas acessíveis juntam-se às tradicionais visitas em vídeo com tecnologias assistivas e recursos visuais para criar um recurso de educação que preze, em primeiro lugar, pela acessibilidade para os mais diversos públicos, com foco em pessoas com deficiências. Os vídeos têm como língua principal a Libras, sendo também utilizada a apresentação falada em português.

Visita à exposição Fayga Ostrower: formações do avesso
QUA 14 abr (lançamento)
As paisagens quase abstratas de Fayga Ostrower nos convidam a sensações. Estas paisagens propõem também texturas que serão exploradas neste vídeo. Como tratar do sentido tátil visualmente? Neste vídeo vamos buscar formas de relacionar os sentidos para explorar as formas e texturas que a artista utiliza para criar seu próprio mundo.

Visita à exposição Marcos Chaves: as imagens que nos contam
QUA 21 abr (lançamento)
Será que notamos os objetos comuns que vemos nas ruas? Um buraco no asfalto é um enorme problema para quem precisa se locomover, mas será possível ver arte nele? Quais os limites entre a arte e funcionalidade. Será que fazer arte é uma atividade acessível? Este vídeo vai olhar para a rua de dentro do museu e descobrir com você novos significados.

RESIDÊNCIAS MAM

Com o intuito de fazer do MAM Rio um lugar de formação e aprendizado que esteja aberto às influências e intervenções de diferentes grupos e comunidades, o museu organiza em 2021 cinco programas de residências, as quais regularmente resultam em eventos públicos ou apresentações.

TERRITÓRIOS CURATORIAIS

Seminário de encerramento da residência Territórios curatoriais, com apresentações públicas dos projetos de curadoria desenvolvidos pelos participantes, além de reflexões sobre o período de encontros. Durante seis semanas, curadores de regiões periféricas do Estado do Rio de Janeiro participaram da residência para a formação e desenvolvimento de suas pesquisas e projetos. Com encontros presenciais e online, a residência inclui mentorias individuais, sessões de estudos e envolvimento com a rotina de trabalho do MAM Rio.

TER 13 e QUA 14 abr, das 19h às 21h (online pelo Zoom)
Com os residentes Andreza Jorge, Dyó Potyguara, Gustavo Barreto, Jean Carlos Azous, Nathalie Peixoto e Thayná Trindade, o coordenador curatorial Thiago de Paula e o produtor Alexandre dos Santos

EXPRESSO EDUCAÇÃO: RESIDÊNCIA PROFESSOR–PESQUISADOR

Ciclo de palestras no qual tornamos públicos os debates realizados no projeto Expresso Educação: Residência Professor–pesquisador. Será formado por quatro encontros nos quais os temas “Arte, Educação e Cultura Digital” serão abordados por profissionais de diferentes áreas do conhecimento. Os encontros são voltados para professores e educadores de diferentes disciplinas e contextos educacionais.

TER 27 abr, das 10h às 12h (online pelo Zoom)
Educação e Linguagens de Mídias Sociais, com Audino Vilão e Jonathan Caroba
Vagas: 50.

BLOCO ESCOLA

Em 2021, o MAM Rio retoma as atividades do Bloco Escola, recuperando a vocação original do MAM Rio, expressada tanto pela sua arquitetura como por suas práticas, de atuar na formação continuada dos profissionais e públicos nos campos artístico e cultural, com seminários, oficinas e cursos de curta e longa duração dedicados aos aspectos teóricos, poéticos, sociais, históricos da arte, do cinema e de outras formas de expressão, bem como suas redes de produção, circulação e difusão, pensadas em escala local, nacional e internacional.

CURSO INTERFACES ENTRE ARTE E EDUCAÇÃO

O curso online compreende a formação em artes de forma ampliada e vai investigar projetos e metodologias que abarcam as formações de públicos. O contexto são os museus, as instituições e projetos com recorte territorial, as escolas livres e espaços de formação de artistas, bem como a formação de alunos e professores da educação básica, olhando também para a escola e suas metodologias.

Reunirá profissionais que transitam por esses diferentes contextos e que vão contribuir para reflexões em torno das multiplicidades de questões, urgências e demandas que conformam as relações entre arte e educação.

Carga horária: 23 horas em três módulos entre abril e junho. Com conferências, palestras, debates e encontros para sistematização dos aprendizados de cada módulo. Voltado para professores, educadores, artistas e gestores que tenham a educação como campo de pesquisa e atuação. Vagas: 30. Inscrições formulário: https://mamrio.typeform.com/to/JvTetHqc

PROGRAMA

SEG 5 abr, das 19h às 21h
Conferência de abertura: Qual a importância de pensar arte e educação, a partir do museu de arte, com Pablo Lafuente, diretor artístico do MAM Rio


Módulo 1

Educação museal e mediação cultural – As interfaces entre arte e educação nos museus

SEG 12 abr, das 19h às 21h
Palestra: Mediação cultural como redistribuição, com Gleyce Kelly Heitor, gerente de Educação e Participação do MAM

SEG 19 abr, das 19h às 21h
Palestra: Mediação como pesquisa, com Cayo Honorato (professor do departamento de Artes Visuais da UnB)

SEG 26 abr, das 19h às 21h
Debate: O que é a comunidade quando o museu é na comunidade? Com Érika Lemos Pereira, coordenadora do Educativo do Galpão Bela Maré, e Bruna Camargos, pesquisadora da Residência MAM | Capacete

SEG 3 mai, das 19h às 20h
Aprendizados e reflexões, com moderação de Lais Daflon


Módulo 2

Interfaces entre arte e educação nas escolas, nos terreiros, nos quintais e nas aldeias

SEG 10 mai, das 19h às 21h
Palestra: A atualidade da formação de professores em artes, com Wilson Cardoso (UFRJ)

SEG 17 mai, das 19h às 21h
Palestra: Pedagogias de terreiro, com Espaço Cultural Vila Esperança – Escola Pluricultural Odé Kayodê

SEG 24 mai, das 19h às 21h
Debate: Arte e território, com Pâmela Nunes, de Redes da Maré, e o artista Xadalu Tupã Jekupé

SEG 31 mai, das 19h às 20h
Aprendizados e reflexões, com moderação de Gilson Plano


Módulo 3
O lugar da educação nas escolas livres de artes

SEG 7 jun
O lugar da pesquisa na formação, com Aline Albuquerque (Porto Iracema das Arte – CE)

SEG 14 jun
Palestra: Descentralização a afirmação do território, com Isabela Souza (Elã – Galpão Bela Maré)

SEG 21 jun
Debate: Formação e deformação de artistas – Ulisses Carrilho, curador da EAV Parque Lage, e Beatriz Lemos, curadora adjunta do MAM Rio

SEG 28 jun
Aprendizados e reflexões, com moderação de Antonio Amador

Posted by Patricia Canetti at 1:34 PM