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novembro 1, 2020

Terceiro ciclo do Seminário online Emergência e Resistência na EAV Parque Lage

A Escola de Artes Visuais do Parque Lage, em parceria com o Instituto Rubens Gerchman, apresenta o Seminário “Emergência e Resistência – Pedagogias Radicais”, série de encontros online abertos e gratuitos sobre pedagogias experimentais no ensino das artes, contemplando não só o contexto regional carioca, como o brasileiro e o latino-americano. O seminário antecipa o lançamento de nova publicação sobre o projeto pedagógico-artístico de Rubens Gerchman (1942-2008), fundador e gestor da EAV Parque Lage nos anos 70.

O seminário teve início no dia 16 de setembro, com troca de experiências e investigações sobre as pedagogias no contexto da América Latina, e prosseguiu no dia 28 de outubro focando nas experiências regionais dentro do Brasil e Rio de Janeiro. O terceiro ciclo, a se realizar na quarta-feira, dia 4 de novembro, continua com a investigação proposta no último encontro: debater e conhecer práticas pedagógicas regionais no campo das artes. Com participações de Heloisa Buarque de Hollanda (BRA), Fernanda Lopes (BRA), Robnei Bonifácio (BRA) e Cristiana Tejo (BRA), provocações de Renata Codagan (BRA), Moacir dos Anjos (BRA), Thelma Vilas Boas (BRA) e Pollyana Quintella (BRA), e com mediação de Ulisses Carrilho, curador da EAV Parque Lage. O próximo e último ciclo de debates virtuais terá como temática Escola, Projeto de Artista (25 NOV). O encerramento do Seminário conta com o lançamento do livro [situado], em 12 de dezembro. O horário dos encontros é sempre de 15h às 17h.

O terceiro ciclo de nosso seminário, Experiências Regionais, recebe participantes que darão continuidade às problemáticas abordadas no segundo encontro. Voltamos nosso olhar para o Sul periférico, considerando não apenas práticas brasileiras como as que ocorrem em nossa cidade, o Rio de Janeiro. O debate será permeado por práticas em espaços independentes e institucionalizados que se valem de radicalidades para pôr em prática o ensino e o fazer artístico.

Uma curadoria especial de documentos de arquivos do Memória Lage e do Instituto Rubens Gerchman está disponível no Tumblr, além de registros dos encontros anteriores e reflexões críticas elaboradas pela coletiva de pesquisa curatorial NaPupila.

Convidados para os seguintes encontros: Anna Bella Geiger, Gleyce Kelly Heitor, Luis Camnitzer, e os provocadores Mara Pereira e Octavio Zaya, entre outros. Para mais informações, acesse o site.

O Seminário online é gratuito e com acesso livre. Acesse ao vivo pelo canal do YouTube.

Concepção e organização do seminário: EAV Parque Lage em parceria com Instituto Rubens Gerchman com Isabella Rosado Nunes. O livro é uma realização do Instituto Rubens Gerchman (IRG), da ArtEdu Stiftung, e da Azougue Editorial, com organização de Clara Gerchman, Isabella Rosado Nunes e Sergio Cohn.

A escritora e professora Heloisa Buarque de Hollanda irá compartilhar suas experiências com a Universidade das Quebradas (UQ), projeto de extensão do Programa Avançado de Cultura Contemporânea. A UQ é dedicada ao estudo e à pesquisa das relações entre cultura, desenvolvimento, imaginários urbanos e novas tecnologias, promovendo a integração entre os saberes da periferia e do mundo acadêmico.

A curadora Fernanda Lopes apresentará sua pesquisa a respeito do MAM-Rio nas décadas 60 e 70, os vários programas experimentais e o Bloco de Escola. Em 2012 Fernanda publicou sua tese de doutorado sobre a “Área Experimental”, programa de exposições dos jovens artistas brasileiros que o MAM-Rio desenvolveu entre 1975-1978, período que coincidiu com os primeiros anos da EAV Parque Lage.

O artista e educador Robnei Bonifácio compartilhará o projeto “Aula de Boa”, projeto arte educativo voltado para crianças e jovens do bairro de Boa Esperança (RJ) e adjacências, que surgiu quando Robnei começou a ocupar as ruas da região para pintar e conversar com os moradores. Todos os sábados ele leva materiais artísticos para a rua, para ensinar técnicas de desenho e pintura para as crianças e jovens da região.

A curadora Cristiana Tejo irá compartilhar sua pesquisa sobre práticas pedagógicas radicais de artistas mulheres nas décadas de 1960 e 1970 no Brasil e América Latina. A investigação analisa projetos liderados por mulheres artistas, inclusive figuras recorrentes na história da EAV Parque Lage, como Celeida Tostes (1929-1995), Lygia Pape (1927-2004) e Maria do Carmo Secco (1933-2013), e visa contribuir para uma maior visibilidade do engajamento das mulheres no campo da educação artística contemporânea.

BIOGRAFIAS COMPLETAS

Cristiana Tejo é curadora independente e doutora em Sociologia (UFPE). É investigadora do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa e pesquisadora do Projeto Artistas e Educação Radical na América Latina: Anos 1960/1970. Gere o projeto NowHere – trocas e experimentos artísticos com a artista Marilá Dardot, em Lisboa. É curadora juntamente com Kiki Mazzuchelli da Residência Belojardim, no Agreste de Pernambuco, e foi co-fundadora do Espaço Fonte (Recife) espaço de residência que recebeu artistas e curadores da Alemanha, França, Espanha, Argentina, Porto Rico, Holanda, Portugal e do Brasil. Foi também curadora do Projeto Made in Mirrors, intercâmbio entre artistas do Brasil, China, Egito e Holanda (2007 - 2012). Foi Coordenadora-Geral de Capacitação da Fundação Joaquim Nabuco (2009 – 2011), Diretora do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2007-2009) e curadora de Artes Plásticas da Fundação Joaquim Nabuco (2002-2006). Co-curou o 32º Panorama da Arte Brasileira do MAM – SP, com Cauê Alves (2011) e o Projeto Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (2005-2006). Curou a Sala Especial de Paulo Bruscky na X Bienal de Havana (2009).Vive e trabalha em Lisboa.

Fernanda Lopes, Doutora pela Escola de Belas Artes da UFRJ, atua como curadora assistente do MAM - RJ. É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde foi aluna, e da Universidade Cândido Mendes (UCAM). Organizou, ao lado de Aristóteles A. Predebon, o livro “Francisco Bittencourt: Arte-Dinamite” (Tamanduá-Arte, 2016). Escreveu os livros “Área Experimental: Lugar, Espaço e Dimensão do Experimental na Arte Brasileira dos Anos 1970” (Bolsa de Estímulo à Produção Crítica, Minc/Funarte, 2012) e “Éramos o time do Rei – A Experiência Rex” (Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça, Funarte, 2006). Foi curadora da Sala Especial do Grupo Rex na 29ª Bienal de São Paulo (2010) e curadora associada do Centro Cultural São Paulo (2010-2012). Em 2017 recebeu, ao lado de Fernando Cocchiarale, o prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte (ABCA) 2016 pela curadoria da exposição “Em Polvorosa – Um panorama das coleções MAM-Rio”. É membro do Conselho Editorial da revista Concinnitas (UERJ) e do Atelier Sanitário Aglomerativa Cultural Autônoma - ASACA.

Heloisa Buarque de Hollanda é escritora, professora emérita da Escola de Comunicação da UFRJ e coordenadora do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC-Letras/UFRJ), onde dirige o Laboratório de Tecnologias Sociais Universidade das Quebradas e o Fórum Mulher na Universidade. É autora de múltiplos livros, entre eles “Impressões de Viagem”; “Cultura e Participação nos anos 60”; “Pós Modernismo e Política”; “O Feminismo como Crítica da Cultura”; “Guia Poético do Rio de Janeiro”; “Asdrúbal Trouxe o Trombone: memórias de uma trupe solitária de comediantes que abalou os anos 70”; “Rachel, Rachel”; “Escolhas: uma autobiografia intelectual”; “Explosão Feminista”.

Moacir dos Anjos (Recife, 1963) é pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, no Recife, onde coordena o projeto de exposições “Política da Arte”. Foi diretor do Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (2001-2006), Recife, e pesquisador visitante no centro de pesquisa Transnational Art, Identity and Nation, University of the Arts London (2008-2009). Foi curador do pavilhão brasileiro (Artur Barrio) na 54ª Bienal de Veneza (2011) e curador da 29ª Bienal de São Paulo (2010). Foi curador das mostras “Cães sem Plumas” (2014), no MAMAM, “A Queda do Céu” (2015), no Paço das Artes, São Paulo, “Emergência” (2017), no Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro, “Quem não luta tá morto. Arte democracia utopia” (2018), no Museu de Arte do Rio, “Raça, classe e distribuição de corpos” (2018) e “Educação pela pedra” (2019), as duas últimas na Fundação Joaquim Nabuco, além de várias outras. É autor dos livros “Local/Global. Arte em Trânsito” (2005), “ArteBra Crítica” (2010) e “Contraditório. Arte, Globalização e Pertencimento” (2017), além de editor de “Pertença, Caderno_SESC_Videobrasil 8”, São Paulo (2012).

Pollyana Quintella é curadora, professora e pesquisadora independente. Formada em História da Arte pela UFRJ, é mestre em Arte e Cultura Contemporânea pela UERJ, com pesquisa sobre o crítico Mário Pedrosa. Colaborou com pesquisa e curadoria para o Museu de Arte do Rio (MAR), entre 2018 e 2020, e escreve para diversos jornais e revistas de cultura. É curadora adjunta da exposição FARSA - Língua, Fratura, Ficção: Brasil-Portugal, prevista para inaugurar em outubro deste ano de 2020 no Sesc Pompeia.

Renata Codagan é arte-educadora, membro da equipe do Instituto de Artes Tear desde 1996, coordenadora dos projetos de mediação de leitura do Instituto. É assistente da coordenação geral da Universidade das Quebradas/UFRJ. Presta consultoria para instituições e projetos sociais que atuam com educação, arte e cultura. Renata tem uma visão espiritualista da vida, alma de artista, de aspirante a escritora, do signo de escorpião e mãe da jovem Dora Codagan, arte-educadora, mestre quebradeira e pesquisadora. Atualmente em meio a pandemia se dedica a dois projetos pessoais: um na área da cultura da infância e o outro na área da alimentação saudável. Atua a 25 anos em projetos sociais dedicados à Educação, Cultura da Infância e Juventude. Coordenou a Equipe de Leitura no Programa “Criança Petrobrás” na Redes da Maré e o “Ciclo de estímulos” da Agência de Redes para a Juventude. Atuou também como formadora, consultora, coordenadora dos projetos de Formação de Leitor do Instituto de Artes Tear. No Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas Ibase coordenou projetos no eixo “Juventudes”.

Robnei Bonifácio (1991, Rio de Janeiro), vive, trabalha e transita entre as cidades do Rio de Janeiro e Nova Iguaçu. Formado em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2013), e mestre em Linguagens Visuais pelo Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UFRJ (2018). Entre 2011 e 2015 foi aluno na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Participou da mostra coletiva “Luzes Indiscretas entre colinas cônicas”, com curadoria de Marcelo Campos na galeria Simone Cadinelli (2018) e teve sua primeira exposição individual no Instituto Cultural Germânico (2013). Robnei, em seu trabalho, investiga maneiras de dialogar com espaço urbano através de desenhos, pinturas, propostas educativas e intersociais. Com estes meios, o artista aborda o subúrbio como território central para a produção de afetos, questionando o modo maquinal com que habitamos e nos deslocamos pela cidade.

Thelma Vilas Boas é fotógrafa e pedagoga com mestrado em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, e pós graduação em Cinema Documentário pela FGV. Atuou em espaços independentes como o CAPACETE (RJ) e SARACVRA (RJ). Participou em 2016 do Move Arts Japan, do Museu 3331 em Tokyo, uma iniciativa do curador japonês Masato Nakamura para ativar espaços de cultura em regiões periféricas do Japão. Em 2019 participou do projeto Casa do Povo: uma instituição do comum, em São Paulo, ativando a interlocução entre a Casa do Povo, a Ocupação 9 de Julho e as ocupações adjacentes à Lanchonete <> Lanchonete através da proposta DESLOCAR É PRECISO, onde 6 crianças da Pequena África viajaram até SP, se hospedando na Ocupação e vivenciando com a artista Thelma a residência artística que havia sido contemplada. Em 2018 foi professora convidada da Faculdade de Artes da UFF. Em 2019 foi professora convidada no curso DESILHA na cidade do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro. Atualmente é coordenadora das práticas artísticas pedagógicas na Ocupação Bar Delas (RJ) e idealizadora da Escola Por Vir no âmbito das atividades da Associação Cultural Lanchonete <> Lanchonete.

Posted by Patricia Canetti at 11:00 AM