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setembro 28, 2005

Declaración de Buenos Aires - Resultado da jornada de trabalho com representantes das direções de museus dos países do Mercosul e Chile

Resultado da jornada de trabalho com representantes das direções de museus dos países do Mercosul e Chile

No dia 19 de setembro, o diretor do Departamento de Museus e Centros Culturais do Iphan, José do Nascimento Júnior, representou o Brasil na jornada de trabalho com representantes das direções de museus dos países do MERCOSUL, estendido ao Chile. No evento, que foi organizado pela Secretaria de Cultura da Argentina, foram discutidas as políticas para os museus dos países da região e estratégias para a luta contra o tráfico ilícito de bens culturais. Confira os resultados do encontro a partir da Declaração de Buenos Aires para os Museus do MERCOSUL que segue abaixo.

Declaración de Buenos Aires - versión final

En la ciudad de Buenos Aires, Argentina, a los 19 días del mes de septiembre de 2005, convocados por la Dirección Nacional de Patrimonio y Museos de la Secretaría de Cultura de la Presidencia de la Nación Argentina, se reúnen representantes de museos de Argentina, Brasil, Chile, Paraguay y Uruguay, en la Jornada "Los museos y la política del MERCOSUR, celebrada en adhesión al Día del Patrimonio Cultural del MERCOSUR.

Dichos representantes, tomando en cuenta los acuerdos preexistentes y con el objeto de establecer los principios básicos para determinar una política pública para los museos del MERCOSUR, acuerdan fijar como prioridad el desarrollo de una agenda de trabajo con los siguientes aspectos esenciales para articular un plan estratégico para los museos del bloque regional:

· El museo del Siglo XXI: El museo actual se entiende como un proceso orientado al reconocimiento de la diversidad cultural, la inclusión social, la construcción de ciudadanía y la valoración de los bienes inmateriales vinculados a los materiales. Para ello, requiere énfasis en la calidad profesional del personal y la dirigencia de los museos, un mejoramiento e incremento de las prestaciones y de sus cualidades técnicas, y una investigación continua de las colecciones a fin de revelar nuevos contenidos a transmitir a los públicos, expuestos a ofertas alternativas para el uso de su tiempo libre, con el objeto de asegurar la participación ciudadana.

· Gobernabilidad y gestión: El Estado debe proteger el patrimonio y sus instituciones, y de ningún modo puede declinar esa obligación. Los museos deben incorporar alternativas de gestión que le permitan hacerlo eficazmente, en conjunto con la sociedad civil a la que sirve, y los países promoverán el intercambio de información de modelos de gestión de museos y alentarán la cooperación horizontal e internacional para el financiamiento de proyectos culturales compartidos.

· Interpretación y protección de los bienes culturales: La conservación de las colecciones debe asumir un rol protagónico en el diseño general de las políticas de los museos. La documentación y el registro actualizado del patrimonio son esenciales para una correcta gestión de colecciones y prioritarios para la protección de los bienes culturales. Para la curaduría y la museografía actuales es condición necesaria la de recontextualizar los objetos y relatos que exhibe el museo, para vincularlos a nociones conceptuales de diverso orden, sin evadir la controversia.

· Prevención contra el tráfico ilícito de bienes culturales: Los museos deben ser rigurosos en su política de colecciones considerando la legislación nacional e internacional referida a la prevención y lucha contra el tráfico ilícito de bienes culturales.

· Circulación de bienes culturales: Los museos deben favorecer la circulación de los bienes culturales en la región. Para ello los gobiernos deben generar programas específicos y concretar la aplicación efectiva de la legislación que estableció el Sello MERCOSUR Cultural
· Comunicación y accesibilidad del patrimonio: Las redes nacionales de museos son factores primordiales para la difusión del patrimonio y para la integración de la región. Asimismo, se entiende que el patrimonio de los museos es fuente primaria para la educación e investigación.

· Política Nacional de Museos: Se recomienda la celebración de Foros Nacionales de Museos para profundizar la propuesta de este documento y de otros temas, para elaborar y actualizar la Política Nacional de Museos, a fin de propiciar la integración regional.

Los representantes de los países de Argentina, Brasil, Chile, Paraguay y Uruguay agradecen la invitación de los representantes del Gobierno Brasileño para participar del Encuentro Iberoamericano de Museos, que se realizará en Ouro Preto, Brasil, en agosto de 2006.

Asimismo, se comprometen a presentar la Declaración de Buenos Aires para los Museos del MERCOSUR a la Presidencia Protémpore del MERCOSUR Cultural para su incorporación en el temario de la XXI Reunión de Ministros de Cultura del MERCOSUR y estados asociados que se celebrará en el mes de noviembre de 2005 en la República Oriental del Uruguay.

Américo Castilla - Director Nacional de Patrimonio Y Museos, Argentina

José do Nascimento Júnior - Director de Museos y Centros Culturales - IPHAN, Brasil

Alan Trampe Torrejón - Subdirector Nacional de Museos - DIBAM, Chile

Osvaldo Salerno - Director del Centro de Artes Visuales - Museo del Barro, Paraguai

Gabriel Peluffo Linari - Director del Museo Municipal de Bellas Artes - "Juan Manuel Blanes", Uruguai

Posted by João Domingues at 9:36 AM

Ano Nacional de Museus-2006, Semana de Museus e Conferência Nacional de Cultura

Ofício-Circular/DEMU/IPHAN/ nº 011/2005

Brasília, 12 de setembro de 2005.

Assuntos: Ano Nacional de Museus-2006, Semana de Museus e Conferência Nacional de Cultura

Em 2006, o setor museológico brasileiro será intensamente valorizado no país. A instituição do Ano Nacional de Museus demandará atividades durante todo o período por parte dos Museus e Centros Culturais de todo o Brasil. Será uma oportunidade ímpar para que o tema "Museus" apresente visibilidade perante a sociedade brasileira, de forma a valorizar o nosso patrimônio cultural.

Ainda em 2006, ocorrerá a Semana de Museus, com o tema "Museus e Público Jovem", a ser comemorada de 15 a 21 de maio. A programação deverá também levar em conta o tema escolhido.

Solicita-se que cada Museu, Centro Cultural e Entidade pública ou privada vinculada direta ou indiretamente à área museológica, planeje desde já, as atividades e eventos relevantes durante o Ano e a Semana de Museus, compreendendo exposições, palestras, mostras, cursos, shows, visitas guiadas, entre outros. É importante que a programação seja cuidadosamente elaborada e incentive a discussão por parte da sociedade brasileira sobre a real necessidade do investimento em Museus no Brasil, a ponto do tema tornar-se uma demanda a ser incluída na agenda governamental. Para isso ocorrer, é vital o apoio de todos aqueles que vislumbram a cultura como fator de desenvolvimento humano e social.

O cronograma de atividades para o Ano e para a Semana Nacional de Museus deverá ser enviado em planilhas separadas e encaminhadas ao seguinte e-mail: demu@iphan.gov.br ou para o endereço: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico nacional - IPHAN - Departamento de Museus e Centro Culturais - Setor Bancário Norte - SBN / quadra 02 - Bloco F, Edifício Central Brasília - 2º andar - Brasília - DF / CEP: 70040-904. As planilhas deverão conter as seguintes informações: a) museu, centro cultural ou entidade; b) endereço completo; c) telefone; d) fax; e) e-mail; f) cidade/UF; g) evento; h) data. A programação será divulgada em folders e cartazes e terá circulação nacional.

Na oportunidade, é importante informar que em dezembro de 2005 será realizada em Brasília, a Conferência Nacional de Cultura. As entidades museológicas deverão entrar em contato com as Secretarias Estaduais e Municipais de Cultura e discutir sobre as demandas e propostas da área para que o setor seja fortalecido durante o evento.

Atenciosamente,

JOSÉ DO NASCIMENTO JÚNIOR
Diretor do Departamento de Museus e Centros Culturais

Posted by João Domingues at 9:29 AM | Comentários (1)

setembro 15, 2005

Indignação com arte, por Délio Rocha (sobre o Projeto Cortes de José Guedes)

Indignação com arte

DÉLIO ROCHA

Sobre o Projeto Cortes de José Guedes

Quem circula por algumas ruas da Aldeota, em Fortaleza, pode se deparar com intervenções do artista plástico José Guedes. As obras, que fazem parte do Projeto Cortes, vem transformando troncos de árvore em arte. E levando as pessoas a refletir sobre a derrubada indiscriminada de árvores na Capital cearense. Um protesto silencioso e poético sobre a devastação da natureza em nome de um suposto progresso

As intervenções estão nas ruas que fazem parte do caminho cotidiano de José Guedes. Foram criadas em cima de troncos de árvores que, durante anos e anos, fizeram parte da paisagem das vias da Aldeota, um dos bairros mais nobres da Capital cearense. As obras representam um protesto silencioso do artista, uma manifestação da indignação contra a devastação da natureza. Em cima de cada tronco, Guedes cola um espelho, com fita de dupla face. O resultado não deixa de ser um reflexo da cidade, um recorte feito no lugar onde antes existia uma árvore imponente.

jossguedes.jpg

A efemeridade característica das intervenções urbanas não desestimula o artista plástico cearense. Dificilmente, a obra resiste intacta por mais de dois dias. As pessoas danificam a intervenção, mas Guedes volta para reconstruir. Arrancam o espelho, mas ele recoloca outro no lugar. É um desafio permanente. Um protesto trabalhoso, isolado, mas que não é maior do que a determinação do artista em usar seu engenho para despertar no fortalezense o sentimento de preservação da natureza e, por extensão, da própria arte.

Mas José Guedes sabe que o trabalho de gato e rato, de construir e reconstruir as obras não pode ser eterno. O objetivo é continuar com esta luta poética ainda em setembro, criando e repondo as intervenções. "O ideal é que as obras ficassem para sempre como um protesto vivo, que despertasse uma reflexão nas pessoas que passam", explica. É certo que muitas pessoas ficam tocadas, mas, infelizmente, existem aquelas que se apropriam ou danificam a intervenção.

Para resguardar a longevidade do Projeto Cortes, todas as obras estão sendo fotografadas. O artista já tem guardado o registro de dez trabalhos, que podem ser mostrados posteriormente. "As fotos têm autonomia e, talvez, o Projeto Cortes culmine em uma exposição fotográfica para que, livre dos atos de vandalismo, deixe de ser efêmero". Enquanto a exposição de fotografias não ganha corpo, é possível, com sorte, contemplar as intervenções de Guedes em endereços badalados de Fortaleza, como as ruas Padre Valdevino e Oswaldo Cruz, as avenidas Padre Antônio Tomaz e Dom Luiz, além do Bosque Eudoro Correia.

"Sempre que passava por estes locais via os toquinhos, geralmente de árvores que foram cortadas desnecessariamente. Um ato de quem só pensa no momento, de quem esquece o futuro, dos filhos e netos que vão sofrer com a devastação. Ficava indignado, não entendia a razão para o corte indiscriminado", diz. Depois da revolta inicial, veio a idéia do protesto. Guedes resolveu tirar os moldes dos troncos e criar intervenções com a utilização de espelhos. "As obras refletem as imagens dentro do corte, revelam como a cidade está devorando a natureza de maneira desordenada", completa.

Esta não é a primeira vez que o cearense José Guedes trabalha o conceito do reflexo em suas obras de arte. Há quatro anos, ele participou da Bienal de São Paulo - comemorativa dos 50 anos - com trabalhos fotográficos que apresentavam a cidade refletida em poças de água. "As fotos eram invertidas. Desta forma, o que era virtual passava a ser real, ganhava a posição natural". Depois de apresentadas na Bienal, as fotografias formaram uma grande exposição individual na galeria Nara Roesler, em São Paulo.

No ano passado, José Guedes também fez intervenções nas ruas de Fortaleza para manifestar indignação, desta vez contra a violência banalizada na capital cearense. Ele criou réplicas de placas de trânsito, fixadas em ruas da Aldeota, onde se lia "Permitido assaltar". Uma maneira bem humorada e talvez mais eficiente de provocar as pessoas, de levá-las a uma reflexão. Uma maneira de utilizar a arte para discutir os problemas e a reestruturação da cidade.

Enviado por José Guedes jguedes@fortalnet.com.br

Posted by João Domingues at 4:30 PM | Comentários (1)

Acervo Videoarte Internacional da Fundação Joaquim Nabuco

Acervo Videoarte Internacional da Fundação Joaquim Nabuco
Visualidades Contemporâneas - Videoteca Cristina Tavares

Fundação Joaquim Nabuco - FUNDAJ
Espaço Cultural Mauro Mota - Coordenação de Artes Plásticas
Rua Henrique Dias 609, Derby, Recife - PE
81-3421-3266 ramais 421/422 ou artes@fundaj.gov.br
Agendamento para até seis pessoas, segunda-feira a sexta-feira, 9-12h e 14-18h

Patrocínio Petrobras

Acervo Videoarte Internacional da Fundação Joaquim Nabuco

A Diretoria de Cultura da Fundação Joaquim Nabuco disponibiliza acesso público ao acervo de videoarte internacional histórica, um dos mais completos da América Latina. Formado por 129 trabalhos de dezesseis artistas, o acervo foi adquirido graças ao patrocínio da Petrobras e pode ser consultado na videoteca Cristina Tavares, localizada na Fundação do Derby, no Recife. O espaço acomoda até seis pessoas confortavelmente e só funciona sob agendamento, das 9h às 12h e das 14h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira. Para marcar a consulta ao acervo, deve-se ligar ou enviar e-mail para o setor de artes plásticas. Grupos maiores devem encaminhar um pedido oficial, em que constem o motivo da consulta, a origem do grupo, época da consulta e os vídeos que serão consultados para que possamos organizar a sala de projeção João Cardoso Ayres. A solicitação deve ser encaminhada por fax, e-mail ou correio com no mínimo duas semanas de antecedência para o setor:

O acervo de videoarte da Fundação Joaquim Nabuco não pode itinerar, mas será mostrado periodicamente em exposições nas galerias da Fundação Joaquim Nabuco, de acordo com o formato original de exibição proposto pelos artistas. O projeto caminha para sua segunda fase, quando esse núcleo inicial será ampliado aos poucos para abarcar videoarte nacional histórica e contemporânea.

Títulos Disponíveis

ABRAMOVIC AND ULAY
Performance Antology
Programa 1 - Quatro Performances por Abramovic (1975-1976)

60', P&B, som
Art must be beautiful, Artist must be beautiful, 1975, 14'06'', P&B, som
Freeing the Voice, 1976, 14', P&B, som
Freeing the Memory, 1976, 15'19'', P&B, som
Freeing the Body, 1976, 9'08'', P&B, som

ABRAMOVIC AND ULAY
Performance Antology
Programa 2 - Ação em 14 seqüências predeterminadas por Ulay

30', P&B, som
There is a Criminal Touch to Art

ABRAMOVIC AND ULAY
Performance Antology
Programa 3 fita 1 - 14 Performances -- Relation Work (1976-1980)

Relation in Space, 1976, 14'35'', P&B, som
Talking about Similarity, 1976, 10'07''.P&B, som
Breathing in, Breathing out, 1977, 11'30'', P&B, som
Imponderabilia, 1977, 9'53'', P&B, som
Expansion in Space, 1977, 14'18'', P&B, som
Relation in Movement, 1977, 13'18'', P&B, som
Relation in Time, 1977, 12', P&B, som

ABRAMOVIC AND ULAY
Performance Antology
Programa 3 fita 2

Light/Dark, 1977, 6'38'', P&B, som
Balance Proof, 1977, 8'43'', P&B, som
AAA-AAA, 1978, 9'50'', P&B, som
Incision, 1978, 10'25'', P&B, som
Kaiserschnitt, 1978, 7', P&B, som
Charged Space, 1978, 8'24'', P&B, som
Three, 1978, 10'02'', P&B, som

ABRAMOVIC AND ULAY
Continental Video Series

Fita 1:
City of Angels 1983, 21'37'', colorido, som
Terra Degli Dea Madre 1984, 15'40'', colorido, som
Terminal Garden 1986, 20'14'', colorido, som

ABRAMOVIC AND ULAY
Continental Video Series

Fita 2:
China Ring 1h38', P&B e colorido, som

ABRAMOVIC AND ULAY
Modus Vivendi
Programa 1.
1h33', colorido, som

Fita 1:
Communist Body/FacistBody
That Self
Anima Mundi

ABRAMOVIC AND ULAY
Modus Vivendi, Tape 2
34'03'', colorido, som

Positive Zero
Night Sea Crossing Conjunction
The Observer with Remy Zaugg

ANA MENDIETA
Selected Filmworks (1972-1981)
33´, P&B e Colorido,
Untitled (Chicken Piece, shot # 2) 1972, 2'57'', colorido, mudo
Body Tracks (Blood Sign # 2) 1974, 1´, colorido, som
Laberinth Silueta, Silueta Series (Laberinth Blood Imprint), 1974, 3´06'', colorido, mudo
Untitled (Grass Breathing) 1975, 3´08'', colorido, mudo
Burial of the Nanigo (Woman Candle Silueta # 2, New York Show) 1976, 3´11´´, colorido, mudo
Candle Ixchell, Black Ixchell Series 1979, 3'51'', colorido, mudo
Volcan de Arena, Silueta Series (Filmworks: Rocas y humo) 1978, 2'08'', colorido, mudo
Untitled Silueta Series (San Felipe, México) 1980, 3´07'', colorido, mudo
Isla (Iowa) 1981, 2´16'', P&B, mudo
Untitled (Figura que parece Egypta) (Guanabo, Cuba) 1981, 5'41'', P&B, mudo
Untitled (Figura, Gunpowder en los cracks) (Iowa) 1981, 3'09'', P&B, mudo

BRUCE NAUMAN
Walk with Contrapposto (1968)
60´, P&B, som

BRUCE NAUMAN
Art Make-Up (1967-68)
40', colorido, mudo, 16mm

Nº 1 - White 1967, 10', colorido, mudo, 16mm
Nº 2 - Pink 1967-68, 10', colorido, mudo, 16mm
Nº 3 - Green 1967-68, 10´, colorido, mudo, 16mm
Nº 4 - Black 1967-68, 10´, colorido, mudo, 16mm

BRUCE NAUMAN
Stamping in the Studio (1968)
62´, P&B, som

BRUCE NAUMAN
Pulling Mouth (1969)
8',P&B, mudo, 16mm

BRUCE NAUMAN
Bouncing Balls (1969)
9', P&B, mudo, 16mm

BRUCE NAUMAN
Violin Tuned D.E.A.D (1969)
60', P&B, som

BRUCE NAUMAN
Bouncing in the Corner No 1 (1968)
60´, P&B, som

BRUCE NAUMAN
Slow Angle Walk (Beckett Walk) (1968)
60', P&B, som

CHRIS BURDEN
Documentation of Selected Works (1971-75)
34'38'', colorido e P&B, som

DENNIS OPPENHEIM
Program 4 (1971-72)
Vibration # 1 1971, 13'30, P&B, mudo
Vibration #2 1972, 11'24'', P&B, mudo
2 Stage Transfer Drawing (Advancing to a Future State) 1971, 7'42'', P&B, mudo
2 Stage Transfer Drawing (Retreating to a Past State), 1971, 12'04'', P&B, mudo

DENNIS OPPENHEIM
Program 5 (1970-71)
37'45'',P&B e colorido, mudo
Air Pressure (hand)1971,5'25'', colorido, mudo
Lead Sink for Sebastian 1970, 4'42'', colorido, mudo
Nail Sharpening 1970, 6'02'', colorido, mudo
Gigerbread Man 1970-71, 12'03, colorido, mudo
Fusion:Tooth and Nail 1970, 12'03',colorido, mudo

DENNIS OPPENHEIM
Program 6 (1971-72)
27'18'', P&B e colorido, mudo
Forming Sounds 1971, 7'14'', P&B e colorido, mudo
2 Stage Transfer Drawing (Advancing to Future State) 1971, 2'48'', colorido, mudo
2 Stage Transfer Drawing (Retreating to a Past State) 1971, 2'57'', colorido, mudo
A Feedback Situation 1971, 3'02'', colorido, mudo
3 Stage Transfer Drawing 1972, 3'07'', colorido, mudo
Two Stage Transfer Drawing (Returning to a Past State) 1971, 3´, colorido, mudo
Objectified Counterforces 1971, 2'06'', colorido, mudo
Shadow Project 1971, 3´04'', colorido, mudo

GARY HILL
Incidence of Catastrophe (1987-88)
43'51'', cor, som

GARY HILL
Primarily Speaking (1981-83)
19':23'', cor, som

GORDON MATTA-CLARK
Program Three (1971-1975)
45'45'', P&B e colorido, som
Fire Child 1971, 9'47'', colorido, mudo, Super 8
Fresh Kill 1972, 12'56'', colorido, som, 16mm
Day´s End 1975, 23'10'', colorido, mudo, Super 8

GORDON MATTA-CLARK
Program Five (1972-76)
60'50'', P&B e cor, som
Automation House 1972, 32', P&B, som
Clockshower 1973, 13'50'', cor, mudo, 16 mm
City Slivers 1976, 15', cor, mudo, 16 mm

GORDON MATTA-CLARK
Program Six (1974-1976)
50'30'', P&B e cor, mudo
Splitting 1974, 10'50'', b&w and color, silent
Bingo/Ninths 1974, 9:40 min, color, silent, Super 8 film
Substrait (Underground Dailies) 1976, 30 min, b&w and color, sound, 16 mm film

GORDON MATTA-CLARK
Program Seven (1974-1977)
44', P&B e colorido
Conical Intersect 1975, 18'40'', colorido, mudo
Sous-sols de Paris (Paris Underground) 1977, 18'40, P&B, som, Super 8 (em francês)

JOAN JONAS
Vertical Roll (1972)
19'38'', P&B e colorido, som

JOHN BALDESSARI
Teaching a plant the alphabet (1972)
18'40'',P&B, som

JOHN BALDESSARI
Baldessari Sings Lewitt (1972)
15', P&B, som

JOHN BALDESSARI
I am making Art (1971)
18'40'', P&B, som

MIKE KELLEY
Banana Man
1983, 28:15 min, colorido, som

MONA HATOUM
Measures of Distance (1988)
15´, Colorido, som

NAM JUNE PAIK, JOSEPH BEUYS E DOUGLAS DAVIS
Documenta 6 Satellite Telecast (1977)
30´, colorido, som

NAM JUNE PAIK
Two Channel Music Tape: Spring / Fall Part 1 (1986)
32'20'', colorido, som, dois canais

NAM JUNE PAIK
Two Channel Music Tape Part 2 (1986)
32'20'', colorido, som, dois canais

NAM JUNE PAIK E JOHN GODFREY
Global Groove (1973)
28'30'', colorido, som

PAUL MCCARTHY / MIKE KELLEY
Family Tyranny (Modeling and Molding) (1987)
8'08'', colorido, som
Cultural Soup
6'55'', colorido, som
Extracurricular Activity Projective ...
15'03'', colorido, som
Black and White Tapes (13 registros de performances dos anos 70)
32'50'', P&B, som

ROBERT MORRIS
Exchange (1973)
32', P&B, som

SOPHIE CALLE & GREWGORY SHEPHARD
Double Blind (1992)
75'58'', cor, som

VITO ACCONCI
Undertone (1973)
34'12'', P&B, som

Posted by João Domingues at 4:26 PM | Comentários (3)