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setembro 9, 2019

NACO / IdA (UnB) e Par de Ideias ocupam a Galeria Casa no CasaPark, Brasília

Um centro de pesquisa em artes visuais e um centro de formação de artistas participam da sétima ocupação da Galeria Casa no casapark com obras de 16 artistas que estão em processo de produção e trabalhos prontos

No dia 3 de setembro, a partir das 17h, a Galeria Casa recebe a Ocupação 7 com a participação de dois centros de formação de artistas visuais. No salão central, o NACO (Núcleo de Artes do Centro-Oeste) em conjunto com o Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB) traz ao público obras em processo de nove artistas que participaram de uma residência artística com orientação do professor e artista visual Christus Nóbrega, que divide a curadoria da mostra com Renata Azambuja, coordenadora de Artes Visuais do espaço NACO. No fundo e na saleta, o Par de Ideias apresentará as obras de sete artistas visuais que participam das atividades do espaço, entre professores e alunos. As mostras ficam em cartaz até o dia 26 de setembro, com visitação de terça a sábado, das 14h às 22h, e domingo, das 14h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Galeria Casa fica no 1º Piso do CasaPark, no corredor do Espaço Itaú de Cinema.

NACO / IdA (UnB) – Mostra de processos em residência artística

A mostra Experiência Olhos d’água - processos em residência artística, fruto da parceria entre NACO e IdA (UnB), traz ao público as obras produzidas e acabadas e também as que estão em processo de realização dos alunos de Pós-Graduação em Artes Visuais da UnB na disciplina de “Residência Artística”. Segundo Christus Nóbrega, a Residência Artística é um procedimento de pesquisa em que o artista sai de seu atelier e viaja para um outro lugar, com o objetivo de viver uma imersão em um diferente contexto geográfico e sociocultural. “Um novo lugar traz outras paisagens, outras histórias, outras pessoas, outra arquitetura, outras trocas, outros estímulos... Traz ‘um outro’ que é fundamental para a ativação dos processos criativos artísticos”, completa.

Entre os artistas que participaram da Residência Artística no NACO estão José de Deus, Rodolfo Ward, Janaína Moraes, Luiz Olivieri, Julia Godoy, Raísa Curty, Rafael Hiran, João Teófilo e Thaís Kury. Na Ocupação 7 da Galeria Casa eles apresentam obras em pintura, fotografia, instalação, animação, vídeo, instalação sonora e arte postal.

Par de ideias – Mostra de trabalhos de professores e alunos produzidos em ateliê

Inaugurado em 2013 e idealizado pelas artistas plásticas Julia Gonzales e Maisa Ferreira, o Par de Ideias reúne várias experiências criativas em um só lugar. É um espaço especializado em artes visuais e áreas afins. Oferece serviços para quem produz, ensina e aprecia arte. Espaço de formação, o Par de Ideias é uma iniciativa autônoma que busca a sustentabilidade financeira a partir do compartilhamento de um espaço por artistas e empresas envolvidos na economia criativa. Seu foco está no desenvolvimento pessoal e artístico e na valorização da cultura e das artes visuais no Distrito Federal. O centro de formação apresentará parte da produção dos artistas/professores residentes no espaço e dos estudantes que o frequentam. Em Corpo cru / Olho nu, o grupo apresenta obras que abordam a "representação" da figura humana em distintos modos como: a observação de modelo vivo, o autorretrato, a ilustração e a anatomia.

Entre os artistas do Par de Ideias que participam da Na Ocupação 7 da Galeria Casa estão Julia Gonzales, Maisa Ferreira, Francisco Pinheiro, Sara Rosa, Isadora Jochims, Cynara Navarro e Julia Vianna. Eles apresentarão obras acabadas em pintura, desenho em nanquim e aquarela, escultura e gravura.

Sobre os artistas do NACO / IdA (UnB)

José de Deus nasceu em Ceilândia em 1993. Graduou-se em Artes Visuais pela Universidade de Brasília e cursou Mestrado na linha de pesquisa Deslocamentos e Espacialidades, pelo mesmo departamento e mesma instituição. Participa de exposições coletivas regularmente desde 2015. Em sua pesquisa, tem interesse em investigar manifestações culturais massivas e populares brasileiras e sua relação com questões políticas a partir de diálogos criados entre imagens produzidas por diversas mídias de comunicação a suportes precários, que são retirados do cotidiano e conversam com a linguagem midiática.

Programador Visual da Universidade de Brasília – UnB, Rodolfo Ward é doutorando e mestre em Artes Visuais na linha de pesquisa: Arte e Tecnologia pelo Instituto de Artes da UnB (2019). Pós-Graduado em Análise Política e Políticas Públicas pelo Instituto de Ciência Política - IPOL/UnB (2018). Cursou como aluno regular o Mestrado em Ciências do Ambiente, linha de pesquisa: Natureza, Cultura e Sociedade pela Universidade Federal do Tocantins - UFT (2015). Possui MBA em Marketing Estratégico pela Universidade Federal do Tocantins - UFT (2012/2014). Graduado em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela Universidade Católica de Brasília - UCB/Ulbra Universidade Luterana do Brasil (2005). Autor da obra Wawekrurê: distintos olhares, editado pela editora do Senado Federal e do livro Narrativas e Representatividades: a interdisciplinaridade na comunicação, editado pela Editora da Universidade Federal do Tocantins - EDUFT. Foi Primeiro Secretário da Associação de Artistas Visuais do Estado do Tocantins, Avisto e Membro do Conselho de Cultura do Município de Palmas-TO. Participou de mais de 30 exposições no Brasil e exterior.

Janaína Moraes é artista da dança e trabalha com improvisação na dança contemporânea. Mestre em Artes Cênicas pela UnB (2019-2017) na linha de pesquisa Processos Composicionais para a Cena, investiga poéticas relacionais a partir de convites coreográficos. É pós-graduada em Estudos Contemporâneos da Dança pela UFBA (2017) e Licenciada em Dança pelo Instituto Federal de Brasília (2010-2014). Fundadora do Abrindo a Sala, ajuntamento de pessoas-criadoras-[não]artistas que se organizam no intuito de alargar percepções, deslocando modos de ver, fazer e pensar mundos (im)possíveis, propondo criações elaboradas por comunidades temporárias. Como uma das frentes dessas ações, coordena ciclos de residências artísticas em busca de uma poética do convite. Foi artista residente em: Olhos D'água/GO na residência artística "Processos em residência" com Christus Nóbrega (2018); Brasília/DF na residência Ouvidoria com Luciana Paz e na residência Solos Performáticos com Semolina Tomik (ES/CR) (2018); Guanajuato/México na residência artística "Afecto Societal" (2018); Brasília/DF na residência artística com Herman Diephuis (FR) (2016); e em Ipatinga/MG na residência artística "Corpografias"(2013). Morou na Austrália - 2014 a 2016, onde desenvolveu trabalhos que investigam o que denomina Processos Abertos na Composição, sendo alguns: Waiting Room (Fringe World Festival/Perth Centre for Photography), Encounters (Short Cuts/STRUT Dance) e A Picnic (The Kiss Club/CIA Studios). Em Perth/WA atuou no Centro Nacional para Desenvolvimento Coreográfico STRUT Dance e participou da equipe do Festival Proximity.

Luiz Olivieri nasceu em Brasília. Bacharel em Artes Visuais, Mestre em Poéticas Contemporâneas e doutorando em Métodos e Processos em Arte pelo PPG-UnB. Artista-pesquisador integrante do grupo de pesquisa vaga-mundo: poéticas nômades. Trabalha com arte sonora, videoarte e escultura. Em 2017, realizou a exposição individual “Espaço Ressonante”, na Alfinete Galeria, em Brasília. Participou de diversas exposições coletivas em espaços como Alfinete Galeria, Espaço Cultural Elefante, Museu da República, Espaço Cultural Marcantonio Vilaça e Espaço Piloto da UnB. Em 2018, foi indicado ao prêmio Investidor Profissional de Arte (Pipa). Em 2016, foi selecionado para o I Prêmio Vera Brant e para o Prêmio Transborda, em Brasília. No exterior, participou da exposição Obranome no Mosteiro de Alcobaça, em Portugal. Recebeu o segundo lugar no Salão de Arte Contemporânea do Iate Clube de Brasília. Em Gramado, recebeu o Kikito de melhor trilha sonora.

Júlia Godoy é formada em Letras/Russo pela Universidade de São Paulo. – USP). Mudou-se para Brasília há uns anos onde decidiu estudar fotografia. Ela afirma que ao voltar os olhos “para janela, conheci a Arte e foi um caminho sem volta”. Ela faz mestrado na linha de Métodos, Processos e Linguagens no Instituto de Artes da UnB. Sua pesquisa se situa entre linguagens, ficção e realidade, método e escrita. Escreve, produz vídeos e fotografias. Gosta de ter muitos livros por perto, uma vez que todo o seu trabalho demanda a presença deles. “Isso me faz uma acumuladora entusiasmada com o tanto que eu ainda não sei e não entendi. É o que eu faço, me construo com as coisas que me rodeiam e deixo qualquer descoberta virar uma fábula. O esforço imaginativo sempre me leva à fantasia”, ressalta.

João Teófilo é brasiliense por usucapião, possui graduação em Arquitetura e Urbanismo (2010) e bacharelado em Artes Visuais (2015), ambos pela Universidade de Brasília, atuando em ambas as áreas. Atualmente é mestrando da linha de pesquisa Deslocamentos e Espacialidades do programa de pós-graduação do Instituto de Artes da UnB.

Raísa Curty é artista visual e artista educadora, mas não diferencia uma atividade da outra. Mestranda em Artes Visuais pela UNB na linha de pesquisa Espacialidades e Deslocamentos e bacharel em Pintura pela UFRJ. Desde 2014 pesquisa a expedição artística como método de ocupação sensível do trajeto. Se interessa por happenings, performances, grafismos, feminismos, anarquismos e nomadismos. Participou da exposição coletiva “Não Matarás”, no Museu Nacional da República (DF - 2017), “Remanso”, na Marquise da Funarte (DF - 2017) e “Arte Para uma Cidade Sensível”, no Museu Mineiro (MG, 2017), e “Novas Poéticas”, na UFRJ (RJ, 2015). Realizou residência artística no Núcleo de Arte do Centro Oeste (GO, 2017), Centro Cultural Elefante (DF, 2017) e no Arquipélago de Abrolhos em parceria como ICMBio (BA, 2015).

Rafael Hiran é carioca da Lapa, Bacharel em Teologia, formado pelo STBSB (Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil), no Rio de Janeiro. Bacharel em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ / IFCS- Instituto de Filosofia e Ciências Sociais). Licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ/IFCS- Instituto de Filosofia e Ciências Sociais). Pós-graduado em Processos criativos na UFG/FAV (Universidade Federal do Goiás, na Faculdade de Artes Visuais). Cursando Mestrado em Artes na UnB (Universidade de Brasília), sendo orientado pela Professora Dra. Luisa Gunther na linha de Pesquisa Deslocamentos e Espacialidades, cujo o título é Investigar o Rolê, #Angatus, tendo como foco a intervenção artística como estratégia de pertencimento geográfico, o deslocamento no espaço como uma poética da ambiguidade, a residência artística como um modo de inserção, fazendo a cartografia da #Angatus e o registro como método de investigação.

Thaís Kury é multiartista residente em Brasília, atuando em artes visuais, dança e teatro. Nas artes visuais, seu trabalho transita entre o corpo-performance e objeto, passando também pela arte digital. Mestranda no programa de Pós Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, na linha de pesquisa Deslocamentos e espacialidades, investiga as residências e propõe a criação de uma iniciativa pautada em princípios da ecologia profunda e do pensamento sistêmico, idealizando o projeto Cerrado Ecoarte (2019), residência artística voltada para a criação no/para o bioma cerrado. Desde 2011 atua como produtora e criadora em projetos de difusão, criação e educação em arte, circulando pelo Distrito Federal. Realizou a performance Enquanto Eles Passam Ela Pássara (2015) em diversas cidades do Brasil, Europa, e nos Estados Unidos. Em 2017 iniciou o ciclo Mulheres que Dançam com os Lobos, vivência em Arte terapêutica para mulheres, que contou com 11 edições. A partir de 2018 atua no sistema socioeducativo propondo projetos artísticos para a ressignificação das trajetórias individuais de adolescentes em conflito com a lei.

Sobre o NACO

Inaugurado em 2014, o Naco - Núcleo de Arte do Centro-Oeste, sediado em Olhos d’Água, município de Alexânia, Goiás, está a 120km de Goiânia e a 90km de Brasília/DF. Concebido como um centro de artes aberto às trocas nacionais e internacionais, o Naco é um espaço singular dentro da comunidade em que está situado, vinculada a tradições regionais. Desde a sua inauguração o Naco atua na difusão da arte e cultura e por meio das suas residências promove o diálogo entre artistas, possibilitando a troca de conhecimentos, métodos e experiências estéticas. Os artistas em residência têm a possibilidade de elaborar oficinas, seminários, workshops, mostras e palestras para a comunidade. Nesse período o Naco realizou diversas oficinas e três residências. Como resultado da primeira residência produziu uma exposição na Galeria Athos Bulcão, TNCS, junto com um catálogo, Imersão em Território Olhos d’Agua, contemplada pelo Projeto Funarte Conexões Visuais/MinC. Produziu um catálogo da segunda residência Ficções Rurais, uma parceria do Naco com o Programa Mais Cultura nas Universidades/UnB. Em 2015, o Naco participou da exposição Ondeandaonda no Museu Nacional da República. Em 2016, recebemos a artista Eneida Sanches para uma residência em parceria com o Instituto Sacatar, como parte do projeto de intercâmbio regional, o artista Virgílio Neto foi selecionado para ir para Itaparica/Sacatar.

Sobre Renata Azambuja

Pesquisadora em história e teoria da arte, curadora independente e arteeducadora, atuou, de 1999 a 2011, como professora colaboradora de disciplinas dos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Artes Visuais no Instituto de Artes da Universidade de Brasília - UnB pelo convênio SEEDF/FUB. De 2012 a 2015 exerceu a função de Coordenadora Intermediária de Ensino Médio na SEEDF. Desde 2014 é coordenadora do Núcleo de Arte do Centro-Oeste - NACO, localizado em Olhos d’agua, GO. Atualmente é doutoranda em Teoria e História da Arte pelo Instituto de Arte da Universidade de Brasília. É licenciada em Artes Plásticas pela UnB e mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College of the City University of New York, onde defendeu a tese "Cildo Meireles: A Física do Espaço Social". Desempenhou a função de assessora de Artes Visuais na Secretaria de Cultura do DF de 1997 a 1998, produzindo uma série de eventos, entre eles as exposições Enzo Cucchi, Yoko Ono: WishTrees for Brasil e Goya.

Sobre Christus Nóbrega

Artista e Professor Adjunto do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB), Christus Nóbrega é Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos cursos de Pós-Graduação em Artes e Design da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris e no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro. Autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA) e em 2018 na Austrália no Canberra Contemporary Art Space.

Sobre os artistas do Par de Ideias

Julia Gonzales é artista visual, professora e atua na produção e administração do espaço Par de Ideias há seis anos. Suas pesquisas, estudos e obras, transitam entre bordado, escultura e desenho. Ela busca sua inspiração nas vivências pessoais, além de utilizar o autorretrato e a figura humana como temas de seus trabalhos. Com um caderno sempre em mãos, vai coletando impressões e visões íntimas de seu cotidiano. "O encontro com o outro é o que provoca meu processo criativo e revela meu avesso e minhas inquietações."

Maisa Ferreira é professora há oito anos e uma das idealizadoras do espaço Par de Ideias. Bacharel e licenciada em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB). Ao longo de sua trajetória acadêmica desenvolveu trabalhos nas áreas de criação em moda, ilustração científica e calcogravura. Atualmente, dedica-se à pintura, tatuagem e docência em Artes Visuais. Ao longo de sua trajetória artística desenvolveu pinturas explorando poses incomuns e abordando a figura humana de forma expressiva. Francisco Pinheiro, formado em artes plásticas pela UnB, se dedicou desde o início a pesquisa do desenho da figura humana e as técnicas tradicionais trabalhando também com pintura e gravura. Atualmente como Ilustrador e artista busca sempre trabalhar com uma técnica mista, aproveitando um pouco do que cada linguagem pode trazer para dentro do trabalho. Atua no Par de Ideias como professor há 4 anos e como artista e Ilustrador há 6 tendo participado de publicações de revistas, livros, artigos e exposições coletivas. Em seu trabalho traz sempre uma preocupação com o diálogo e a narrativa, utilizando-se da figuração para tecer imagens que evocam o onírico. “Desenho é antes de tudo uma linguagem e como tal é importante buscar um diálogo permitindo no próprio trabalho espaço para que o espectador participe do diálogo."

Francisco Pinheiro, formado em artes plásticas pela UnB, se dedicou desde o início a pesquisa do desenho da figura humana e as técnicas tradicionais trabalhando também com pintura e gravura. Atualmente como Ilustrador e artista busca sempre trabalhar com uma técnica mista, aproveitando um pouco do que cada linguagem pode trazer para dentro do trabalho. Atua no Par de Ideias como, professor há 4 anos e como artista e Ilustrador há 6 tendo participado de publicações de revistas, livros, artigos e exposições coletivas. Em seu trabalho traz sempre uma preocupação com o diálogo e a narrativa, utilizando-se da figuração para tecer imagens que evocam o onírico. “Desenho é antes de tudo uma linguagem e como tal é importante buscar um diálogo permitindo no próprio trabalho espaço para que o espectador participe do diálogo."

Sara Rosa é artista visual, ceramista e professora. Suas pesquisas e explorações permeiam diversas mídias, mas desde 2015 a argila é sua principal fonte de criação, com foco em escultura e (in)utilitários cerâmicos. Em seus objetos tridimensionais – seja um jogo de jantar, para uso cotidiano, ou um pequeno ser imaginário em miniatura – busca sempre trabalhar a simplicidade das cores e formas.

Isadora Jochims, médica reumatologista, há 4 anos buscou na arte um refúgio para as densidades da prática médica. No Par de Ideias teve o contato com uma forma diferente de estudar o corpo e a descoberta de uma nova relação com a figura humana. Em seu trabalho pode ser encontrado representações de estruturas corporais com simbologias relacionadas a transformações ocasionadas pelo contato direto com o adoecimento e a morte. “Através da arte posso trabalhar no meu imaginário o contato diário com o corpo humano. Do exame físico à escultura e pintura minha relação com a arte figurativa é inevitável e íntima. Algo necessário e natural”, diz Isadora.

Cynara Navarro é redatora publicitária e, há 4 anos, decidiu incluir as artes visuais em seu processo criativo. Com o desenho e a aquarela, encontrou uma nova forma de explorar e dar voz à sua beleza. Nos últimos 2 anos, tem se dedicado ao estudo da figura humana, na turma regular de aquarela com modelo vivo no Par de Ideias. Em parceria com a origamista Ludmila Magalhães, lançou em 2019 a série "Brasília: amor ao quadrado", que combina aquarela e origami para recriar paisagens brasilienses com leveza e originalidade.

Julia Vianna nasceu em Salvador em 1986 e mora em Brasília há 20 anos. Formada em Ciência Política pela UnB e trabalhando na área, divide os dias com o desenho. Trabalha com arte analógica explorando técnicas com nanquim, aquarela, pintura em porcelana e murais. Recentemente tem explorado a arte digital para retratar figura humana, além de criação de estampas, tatuagens removíveis, logomarcas e arte para rótulos. Julia gosta de buscar formas diferentes de retratar o corpo, abordando de forma frequente temáticas cotidianas – por meio das séries em nanquim Pequenos Prazeres e Desgostos Diários.

Posted by Patricia Canetti at 3:22 PM