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junho 19, 2019

Cobogó lança livro de Carlos Bevilacqua no Rio de Janeiro e São Paulo

O artista Carlos Bevilacqua lança livro com obras que expressam a tensão do tempo

Publicado pela Editora Cobogó, primeiro livro de Bevilacqua será lançado dia 25/06 em São Paulo, durante abertura da exposição do artista, e dia 27/06 no Rio de Janeiro, na Carpintaria

O livro Carlos Bevilacqua traz uma seleção de suas obras criadas ao longo de 30 anos de trabalho. Com mais de cem imagens de esculturas, objetos e instalações do artista carioca, a publicação apresenta, ainda, trechos de cadernos com anotações e desenhos realizados como parte do processo de elaboração das obras. Publicado pela Editora Cobogó, o livro traz uma entrevista concedida por Bevilacqua ao curador e professor de filosofia Luiz Camillo Osorio, além de um texto crítico assinado por Paulo Sergio Duarte. “Este livro tem um princípio: levar ao leitor o conteúdo poético da obra, o Tempo”, escreve o artista em texto sobre seu trabalho no livro.

O rigor poético da obra de Bevilacqua é destacado pelo crítico Paulo Sergio Duarte, que o define como “um artista contemporâneo que pensa”, ao lado de outros de uma geração anterior a sua, como Antonio Dias, Antonio Manuel, Cildo Meireles, Iole de Freitas, Waltercio Caldas e Tunga. Duarte afirma que esses artistas estão entre os que contribuíram para a arte contemporânea ir “contra o comércio do desejo em nossa sociedade”, em referência à manifestação de Tunga feita em 1974.

Para o livro, Carlos Bevilacqua convidou amigos de diferentes áreas e gerações – artistas, cientistas, professores – para que expressassem em um pequeno texto algum fundamento relevante da produção ou contemplação da arte. Assim, os enunciados de Ernesto Neto, Fernanda Gomes e José Damasceno, dentre outros, mesclam-se às imagens das esculturas de Bevilacqua feitas em vidro, madeira, aço e outros materiais, alargando a percepção da obra. “Arte é experimentar a liberdade tanto para quem a faz como para quem a frui”, escreve o artista José Resende em seu enunciado.

Em entrevista ao curador Luiz Camillo Osorio, o artista conta que, ainda estudante de arquitetura, sua pulsão de arte surgiu da “vontade destrutiva do espaço construído”. Como exemplo, a obra Junta universal, feita em arame e barbante, em que Bevilacqua busca a explosão do quadrado. Em outro momento, ele passou a se expressar por esferas e toros para problematizar o tempo através do estado das coisas. Foi assim em Balão caótico, Marionetes, Marca-passo, Núcleos, todos utilizando esferas, de diferentes tipos de materiais.

Se as artes que lidam com uma ideia de tempo, como a música, o teatro e o cinema, têm um tempo intrínseco independentemente de sua recepção, na pintura, no desenho ou na escultura, o tempo pertence ao espectador, ressalta Duarte em seu texto, que determina o tempo dedicado a cada obra. “Minha investida é no presente, no agora, no mediador, na passagem, na combustão, na tensão entre passado e futuro, duas ideias escorando uma realidade infinita”, define Bevilacqua.

Lançamento SP
Dia 25/06/2019, às 19h
Lançamento do livro, performance do artista e abertura da exposição Reminiscências
Fortes D’ Aloia & Gabriel
Rua Fradique Coutinho, 1500, Vila Madalena, SP

Lançamento RJ
Dia 27/06/2019, às 19h
Lançamento do livro e performance do artista
Carpintaria
Rua Jardim Botânico, 971, Jardim Botânico, RJ

Ficha técnica

Título: Carlos Bevilacqua
Artista: Carlos Bevilacqua
Textos: Luiz Camillo Osorio e Paulo Sergio Duarte
Idioma: Bilíngue – Português / Inglês
Número de páginas: 224
Editora: Cobogó
ISBN: 978-85-5591-069-2
Encadernação: Capa dura
Formato: 24 x 28 cm
Peso: 1,3 kg
Profundidade: 2,5 cm
Ano de edição: 2018
Preço de capa: R$ 110,00

Sobre o artista

Carlos Bevilacqua nasceu em 1965, no Rio de Janeiro. Depois de estudar arquitetura, foi para Nova York, onde cursou a New York Studio School of Painting, Drawing and Sculpting, de 1991 a 1993. Participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior, como Rio Hoje, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM Rio (1989); Home Alone, no East Village, em Nova York (1993); Escultura Carioca, no Paço Imperial, no Rio de Janeiro (1994); Passaporte Contemporâneo, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo – MAC USP (2003); Desejo da Forma, na Akademie der Künste, em Berlim (2010); e Lugares do Delírio, no Museu de Arte do Rio (2017). Entre as individuais mais recentes, estão Dois (2010); Oceano Branco (2013); e Let it Go (2015), na Galeria Fortes Vilaça (hoje, Fortes D’Aloia & Gabriel), em São Paulo. Ganhou prêmios, como o II Prêmio Itamaraty de Arte Contemporânea, em Brasília (2012). Suas obras integram coleções públicas como as da Funarte (Rio de Janeiro), de Inhotim (Minas Gerais), do MAM Rio (Rio de Janeiro) e do MAC USP (São Paulo). Atualmente, Bevilacqua vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Posted by Patricia Canetti at 10:54 AM