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junho 13, 2019

Daniel Feingold na Cassia Bomeny, Rio de Janeiro

Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema, inaugura exposição de telas e desenhos sobre papel inéditos do artista

Planos de cor. Linhas cromáticas. Formas geométricas em constantes inserções sobre as superfícies tanto da tela quanto do papel. Em sua nova individual, o artista plástico Daniel Feingold mostra cerca de 40 trabalhos inéditos desenvolvidos ao longo do último ano. Com curadoria de Felipe Scovino, a exposição Daniel Feingold, Pequenos Formatos, que abre no próximo dia 18 de junho na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema, reúne desenhos sobre papel e tela criados com bastão a óleo.

Com trinta anos de trajetória, Daniel é conhecido pelo desenvolvimento de novas técnicas de pintura que, quase sempre, abolem o uso do pincel. Há anos, vem criando suas obras com esmalte sintético derramado diretamente sobre as telas. E, agora, trabalha em paralelo com o bastão a óleo, que deixa o traço mais íntegro, praticamente sem nenhuma possibilidade de descontrole como no caso do esmalte.

“O bastão me permite fazer um maior entrelaçamento de planos de cor, criando grades cromáticas. E como uso o bastão de forma totalmente perpendicular à superfície, isso acaba gerando um traço largo de imagens opacas e densas”, explica o artista.

Para o curador Felipe Scovino, a obra de Feingold tem uma proximidade com a arquitetura – primeira formação do artista, aliás:

“Esse fato ganha mais intensidade quando percebemos a presença do grid, uma herança modernista presente de forma contundente tanto em Mondrian quanto em Agnes Martin ou Frank Stella. Entre a sua composição de malhas ortogonais estão representadas metaforicamente imagens de fachadas de prédios, ruas, vielas e outros elementos da cidade. Pelo fato de nos oferecer uma urbe recortada, que não se revela por completo, nunca temos a percepção de um todo, e sim de uma perspectiva oblíqua. Eis outra força de seu trabalho: a capacidade de nos levar alhures”.

Daniel Feingold (Rio de Janeiro, 1954), vive e trabalha no Rio de Janeiro. Formado em Arquitetura e Urbanismo (1983), tem mestrado no Pratt Institut de Nova York (1997) e foi professor do curso de Artes Visuais na UFRJ entre 2013 e 2015. Seus estudos incluem história da arte e filosofia na UNIRIO e PUC/Rio (1988/1992); teoria da arte e pintura na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Desde 1991, realizou diversas exposições individuais em espaços como o Paço Imperial e o Museu de Arte Moderna, no Rio; o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba; o Atelier Sidnei Tendler, em Bruxelas; e em diversas galerias do Rio e de São Paulo. Também integrou mostras coletivas como “Aprofundamento”, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro, 1991); 15º Salão Carioca e 17º Salão Nacional de Artes Plásticas (Rio de Janeiro, 1991), tendo conquistado em ambas o 1º prêmio; “Crossing Lines – Art in General”, em Nova York; “O Beijo”, no Paço Imperial (Rio de Janeiro, 1998); “Gestural Drawings”, na Neuhoff Gallery (Nova York, 2000), e 5ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2005).

Posted by Patricia Canetti at 4:43 PM